Dicas: proteja-se de um inverno intenso

“O riso é como o sol:
afugenta o inverno do rosto humano.”

(Victor Hugo)

 

Se neste mês ou no próximo você vai viajar para um lugar onde a neve impera, no Sul do Brasil, ou, neste período do inverno, para a Europa, poderá se proteger com um look legal. Com casacos e calças de couro, ou calças de outro material tão protetor quanto os de couro. Nada de sofrer no inverno, hein?
Inverno.


Una o lógico ao confortável, fazendo as combinações certas.

Começando pelos pés, provando botas de cano curto e botas de cano longo, você verá que as mais confortáveis são as de cano curto, por serem mais leves.

Quando o dia está muito frio, perde-se maior calor corporal na cabeça, por isso, em dias assim, recomenda-se usar o protetor de orelhas ao sair.

Em um ambiente fechado, com aquecedor, basta estar com um gorro.
Inverno.


Quanto a luvas, é vital usar as impermeáveis: os dedos sofrem tanto com as baixas temperaturas quanto os pés e o nariz. Prefira as de couro, que são mais chiques.

Para quem não abre mão de cachecóis, os de lã e os de moletom são os mais aconselháveis, por serem fofinhos.

Um lenço de inverno, bem jogado no pescoço, é um escândalo de finesse!
Inverno.


Sobre casacos, os mais aconselháveis, maneiros e que esquentam muito, são as doudounes. Este é o nome francês para os casacos de nylon. Há uns com recheio de minúsculas plumas macias, assim eles esquentam, não pesam e dão um certo requinte a quem veste.

Quer proteger as pernas de um senhor frio como o da Alemanha?
Inverno.


O ideal, nesse caso, é jeans sobre jeans ou as calças de neve, para se usar por cima de outras calças.

As calças que têm forro de penas de ganso e o tecido é impermeável protegem mais. Seu formato é de macacão e elásticos firmes, que não deixam a neve entrar.

Mais uma dica de ouro, para terminar a conversa?

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Teatro em um dos Melhores Cursos do Rio de Janeiro


Se você se apressar, mesmo em relação aos cursos iniciados nos dias 08 e 10 de janeiro, você ainda poderá conseguir sua vaga, leia a Programação 2019.

Cursos de Teatro Zaira Zambelli.

NOVA OFICINA DE MUSICAL
Professora Fernanda Misailidis.
Terças-feiras – Início em 08/01/2019,
Turma Juvenil das 15 às 17 horas.
3 meses, com apresentação no espaço do Curso.
3x R$ 300,00 ou à vista, 10% desconto: R$ 810,00.

NOVA OFICINA DE TV e CINEMA
Professor Mauricio Silveira.
Quintas-feiras, das 19 às 21 horas,
Início em 10/01/2019.
Duração: 5 meses, com Curta-metragem no final.
5x R$ 300,00 ou à vista, 10% desconto: R$ 1.350,00.

Zaira Zambelli.
NOVA Turma Regular Adulta
Módulo I
(14 anos em diante, 
sem limite de idade)

Segundas-feiras, 19 às 21h, 

Professora Zaira Zambelli,
Início em 11/02/2019.
10 meses, montagem no Teatro e certificado de conclusão.
Matrícula R$ 80,00
e Mensalidade R$ 250,00.

NOVA Turma Regular Infantil 
(06 a 13 anos)
Sábados, 12 às 14 horas, 
Professor Ary Lange.
Início 09/03/2019.
10 meses, montagem no Teatro e certificado.
Matrícula R$ 70,00 e Mensalidade R$ 200,00.

NOVA Turma Regular Adulta Módulo I
(14 anos em diante,
 sem limite de idade)

Sábados, 14:30 às 17h horas,
Professora Aline Allesiée – Início em 09/03/2019.
10 meses, montagem no Teatro e certificado.
Matrícula R$ 80,00 e Mensalidade R$ 250,00.

 

GANHE UMA
BOLSA DE ESTUDOS 
DE ATÉ  100% GRÁTIS: 

Entre em contato com o Curso e saiba como.

Atriz Zaira Zambelli.

Você poderá fazer uma aula experimental ao custo de R$ 50,00 e, ao efetivar a inscrição, o valor pago será descontado do valor da matrícula.

Documentos necessários: 01 foto 3×4, cópias de RG, CPF e Comprovante de residência.

Caso o aluno seja menor de idade, as cópias da documentação deverão ser as do responsável.
 

Faça o curso e entre em cena. Use o corpo como meio e mensagem. O corpo fala. Tenha mais segurança. Desenvolva seu lado comunicativo-profissional. Teatro também é para o dia-a-dia, para todas as idades!
 

Inscrições Abertas,
g
aranta já sua vaga!
 

Fátima Silva
Contatos: 2235-7066 / 99550-2414
RUA TONELERO, 223 – COPACABANA.

Site
www.cursosdeteatro.com
 

Nossa mais recente
entrevista com a Zaira
você encontra

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O poema do “Cordel Encantado”

Poema de @izansantt
unicamente para este site.
 

Em homenagem a essa novela que retorna, no Vale a Pena Ver de Novo, no dia 14, depois de Belíssima, do mestre Sílvio de Abreu.

A partir da segunda semana, Cordel Encantado será a única trama nas tardes globais.
Sucesso. Thelma Guedes e Duca Rachid, vencedoras do Emmy.

O folhetim inspirado na literatura de cordel, de Thelma Guedes e Duca Rachid, ganhadoras do Emmy com Joia Rara (foto), registrou altos índices de audiência quando estreou em 2011 e durante todo o seu desenvolvimento.

Este conto de fadas, dirigido por Amora Mautner e protagonizado por Cauã Reymond (Jesuíno) e Bianca Bin (Açucena), é ambientado no sertão e nos exibe os encantos da realeza europeia, além do universo do cangaço.

Para você lembrar novamente, ou conhecer, se não assistiu, o poema abaixo irá ajudar.

Versos alma real-nordestina.
 

Cordel Encantado: o Poema

O brilho de um reino fabuloso!
No Brasil, escondido, um tesouro!
O encantamento da realeza europeia,
de Seráfia do Norte, uma epopeia.

Brogodó, no Nordeste brasileiro,
de lavradores, gente humilde, sangue guerreiro,
representa as lendas heroicas do sertão
o romance “impossível”, a esperança, a união.

Dois mundos distintos, uma história de amor:
uma cabocla brejeira com nome de flor;
na verdade, uma princesa que não sabe que é,
com um moço sertanejo, filho de um cangaceiro de fé.

O passado desconhecido de Açucena e Jesuíno
interfere no amor desse casal demais de bonito.
As consequências trazem provações, sofrimento
um Timóteo Cabral, louco pela “nordestina”, violento!

Mas o mundo, Nordeste ou não, é como um cordel:
com vilões, emboscadas, cobiça, coronéis e céus;
com Doralices, Felipes, Augustos, Rosas, Patácios,
Herculanos, Antônias e outros — um povo encantado.

 

Neste semestre, Duca e Thelma estarão em dose dupla na telinha: no Vale a Pena Ver de Novo e, em breve, com Órfãos da Terra, ansiosamente esperada pelos telespectadores.

Sucessos mil,
caras amigas novelistas!

 

Uma entrevista minha com Duca?
EIS.

Uma matéria minha com Thelma?
AQUI.

 

Foto:

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Fafá de Belém, uma Estrela-família


Aos 24 de abril de uns anos atrás, entrevistei a diva Fafá em Recife (para outro veículo de comunicação) sobre um show dela cuja renda total seria destinada à restauração da Basílica da Penha, monumento de arte, beleza e afeto do povo pernambucano. O espetáculo se realizou no palco do Teatro Guararapes, em Olinda.

Durante a entrevista, fiquei impressionado com a alegria, a doçura, a humildade desta Estrela-família que, a convite de Glória Perez, viveu a Almerinda, de A Força do Querer, e por quem o Brasil e Portugal nutrem uma paixão profunda. Sendo assim, e também porque recordar é viver, sem dúvidas, seguem uns fragmentos da entrevista, onde a artista falou acerca de seu trabalho beneficente, assim como de solidariedade.

Música. Fafá de Belém - Pós-entrevista.

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT – Você, como cantora, atriz e mulher extremamente cristã, como define esse trabalho lindo de agora?
FAFÁ DE BELÉMOlha, acho que tudo que nós conseguimos, tudo que uma pessoa pública consegue é dado, concedido por uma força maior. Uma força divina, e o mínimo que se deve fazer é agradecer. Após o agradecimento, é que entra o trabalho solidário, o trabalho especial, pela conscientização. Acho que é a forma mais próxima do que Quem nos deu esse dom gostaria que fosse feito. Não acredito em esmolas, acho que as coisas se salvam, se recuperam através de uma ação consciente, e todas as vezes que sou chamada ou convidada para uma ação como essa, sempre tô à disposição. Além de ser cristã, vejo que nosso país está perdendo seus patrimônios históricos, perdendo bens pela ganância, pela sede do momento, pelo valor do terreno, em determinadas situações, nas cidades e tal Falo isso por Belém também, vejo o patrimônio histórico sendo perdido através dos proprietários que destelham as casas, para as casas caírem e venderem os terrenos para construírem um espigão. Então, acredito que todo bem patrimonial cultural deve ser preservado, e esta é uma função onde eu, artista, tenho um papel importante, porque nós falamos para muita gente. Por isso, eu tô sempre aí!

IS – O show tem algo de mais especial? Além de ser beneficente, claro, ele traz alguma música – ou músicas – por que você tem um carinho maior?
FB – Bom, o show conta o resumo da minha carreira, então não existe essa ou aquela. Foi muito duro cortarmos algumas canções, mas nós chegamos a um repertório que sintetiza ou, pelo menos, olha a história de uma cantora brasileira que canta todos os ritmos, passeia por todos os Estados, todos os estilos, que chegou a menina de renda e continua com o pé no chão, com o pé na Amazônia; que passa pela fase romântica É um espetáculo muito bonito. Antes dele, recebi algumas propostas de gravar o DVD, mas nada era tão abrangente quanto esse momento agora. Então, o espetáculo que vim fazer aqui é um espetáculo que posso fazer a qualquer momento da minha vida, porque ele lê com muita dignidade a minha história, e este recurso é muito importante para falar para um público mais jovem da trajetória de uma mulher que saiu lá da beira do igarapé e está por aí pelo mundo (Risos gostosos.)

IS – E venceu na vida, graças a Deus! Agora, gostaríamos que você definisse pra nós o sentimento solidariedade.
FBA solidariedade, fundamentalmente, não deve ser alardeada. Deve ser vivida, exercitada, uma palavra de convencimento, sempre, ao outro. Numa forma discreta. É um chamado. Acho que a solidariedade é uma obrigação do ser humano. Se nós apenas reclamarmos do Estado, ou disso, ou do outro e, por conta própria, não agirmos, vamos passar a vida toda reclamando. Acho que a consciência política passa pelo estado de consciência solidária. Nenhuma Nação faz algo se não houver entendimento entre as pessoas, entre os homens e este mundo só se reorganiza se esta palavra “solidariedade” sair da função benemérita para ser uma ação cotidiana. É para estender a mão ao outro, sim, sem estar preocupado se estão fotografando ou se vai sair no jornal. Acho que esse é o grande ato de Humanidade. A solidariedade é, fundamentalmente, um ato de Humanidade, e é disto que nós todos estamos precisando. Temos um mundão globalizado, tão frio, onde a máquina substitui o homem em tantas coisas e, às vezes, na sede de galgarmos degraus ou ascendermos socialmente, esquecemos que o fundamental está na base. Se nos dermos as mãos, podemos encontrar, muito mais próximo do que se imagina, alguém que esteja só precisando que alguém lhe estenda a mão. Este é o primeiro ato, e é o ato contínuo de nossas vidas.

IS – Okay, Fafá. Desejo-lhe muita sorte e brilho no show, estarei lá, aplaudindo você, e… até amanhã!
FBSe Deus quiser, querido, vambora!Um beijo grande, gente, e não vamos esquecer: que esta (a ação beneficente) seja mais uma ação entre muitas que nós faremos.

 

Reverenciando Fafá, um poema meu,
@izansantt, exclusivamente para ela:
 

Três Belos

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Autoajuda: Tem dia que…

 

você deve riscar do seu linguajar vocábulos como "praga", "droga!", "ódio", "culpa", "tentar", "solidão", "desamor", os terríveis "desgraça", "fracasso" e outros que atraiam o negativismo. Na verdade, risque-os da sua fala de uma vez por todas.

Tem dia que você precisa "colocar no congelador" os "amigos" hipócritas, as pessoas sem palavra, que encontram defeitos em você e não lhe dizem: eles não somarão em sua vida.

Tem dia que você necessita urgentemente de um abraço logo de manhã cedo. Ele dá resistência ao corpo, que se torna herói, assim como certas plantinhas resistentes do Nordeste.

Autoajuda. Plantinhas resistentes. De Ana Carla Andrade.

Depois, tomar um café da manhã saudável, tipo “granola com um iogurte natural e pedaços de maçã”.

Antes de sair, fazer uma oração dosada de fé para pedir proteção e encarar o dia.

Na falta de um carro, que o ônibus não venha lotado: nada de aperto, um pouquinho de conforto.

Tem dia que você precisa descer, a seguir, numa rua asseada (a cara das ruas de Portugal!); não ter medo da violência, imaginar que ela não existe.

No trabalho, energia a mil!

Melhor ainda se você receber um elogio, desde que seja sincero.

Chegou a hora do almoço?

Muito verde no seu prato; carne magra, se você não for vegetariano.

Ao largar, necessita de uma ida à praia, porque um fim de tarde nela, olhando o mar, é um excelente calmante.

Em casa, à noite, após um caminho gostoso de se ver?

Autoajuda. Caminho mágico. De Ana Carla Andrade.

Hum, deixe-me pensar

Ah, um banho revigorante, e que venham

um jantar leve

uma taça de vinho — auxilia no sono

um cafuné repleto de bem-querer

um beijo que valha a pena.

Se você está sem ninguém, que o beijo venha de Deus.

Se está com um amor ou um filho, que seja de um deles; e dEle, um bem-estar duplo.

Mais uma vez, uma oração, em agradecimento.

Você pode ter esse dia perfeito, não pode?
 

Claro que sim.

Acredite nele,
faça-o acontecer.
 

Fotos:
Ana Carla Andrade

 

Segue um grande
conselho de Dalai Lama:

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Flash: Gelatina (para suas Festas)


É de Natal, mas também faz sucesso no Ano Novo. Uma receita que brasileiros e portugueses irão adorar.


Ingredientes:

1 caixinha de gelatina em pó sabor limão; 2 caixinhas de gelatina em pó sabor morango; 1 bandeja de morangos; 1/2 caixinha de chantilly (100 ml).
 

Modo de preparo:

1 -  Prepare a gelatina sabor limão, conforme instruções da embalagem. Despeje em taças e as coloque em um recipiente, de forma que as taças fiquem inclinadas e leve à geladeira para a gelatina firmar. Observe as imagens.

Gelatina de Natal

Gelatina de Natal.


2 -  Prepare as gelatinas sabor morango, conforme instruções da embalagem, coloque nas taças juntamente com a gelatina de limão já endurecida e acrescente os morangos picados.

Retorne à geladeira para firmar.

Gelatina de Natal.


3 -  Chantilly. Antes da caixinha ser usada, deve ficar na geladeira por 12 horas ou no congelador por 40 min.

Após, bata na batedeira em velocidade média até ficar uma consistência firme.

Gelatina de Natal. Finalizada.


O 4o. passo é

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Quer um aconchego?

 

“Aconchego”. Esta é uma das palavras mais bonitas da Língua Portuguesa, apenas ficando atrás, na minha opinião, de “céu”, “amor”, “amizade”, “solidariedade” e algumas mais.

Você quer um aconchego?

Com fotos de Ana Carla Andrade, ele pode ser tanta coisa
 

aquele rosto sereno, ao nos ver.

Rosto sereno. Modelo: Juliana Marcolina. 
Umas flores, felizes, enfeitando a sala, 
fazendo companhia a uma máquina solitária

Flores e máquina.
Um banco de praça acolhendo gente, 
aliviando o coração que nos faz amar.

Afago. Banco de praça. 
Uma galinha e seus pintinhos em harmonia, 
eles protegidos de males que lhes possam chegar. 

Amor. A ninhada junto à mãe.
Uma varanda com beleza e alegria, 
um lugar disposto a te acariciar.

Alegria. Beleza. Na varanda.
 

(Texto de @izansantt
exclusivamente para o “Papo de Bem”)

 

Agora, veja que coisa mais terna 
um autor desconhecido falou sobre aconchego:

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“Máquina do Tempo”: Feliz Natal!


Imagens cedidas por
Wilton Carvalho

Sim, Feliz Natal ao Recife, às outras capitais e Estados, a você!

Que o primo Armando da segunda foto seja cada um de nós, que, apesar das dificuldades da vida, merecemos uma vereda de coisas boas!

CARTAO DE ANO NOVO
 

Recife. Palavras de um Natal distante.
 

Recife. Avenida Guararapes comemorando o Natal.
 

Recife. O das luzes de neon.
 

Recife. Mais uma felicitação do ontem.
 

Recife. Avenida Rio Branco atualmente.
 

Ótimas Festas aí, com esta nossa segunda/última foto (contemporânea) da matéria

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Um tempo de amor

(Recriado do meu conto original
de 09/06/2007 -  @izansantt)

 

— Carol! — gritou do terraço o pai quarentão, chamando-a. — Tá na hora do seu encontro, filha!

Ele já devia estar esperando por ela no coqueiral do Forte Orange.

Ilha.

Sem resposta, seu Agenor foi ao quarto rosa da mocinha. Enquanto se arrumava, Carol ouvia, pelo rádio, Deusa de Itamaracá, por Almir Rouche.

Entrando, o pai sorriu, feliz, ao vê-la metida em seu claro e alegre vestido de manhã de sol. Uma rosa branca nos cabelos encaracolados, os lábios em rosa acentuados pelo brilho, o sorriso angelical a colorir o rosto de criança num belo corpo de mulher, aos 15 anos. Ela abandonou o espelho, virando-se.

— Tô bonita, pai?…

— Um encanto, meu anjinho!…

Aproximou-se dela e a beijou no rosto. Emocionado, sussurrou:

— Vai com Deus, minha filha… Vai ao encontro da tua nova vida, vai…

E ele afastou-se, indo ao seu quarto, não queria que ela o visse chorar.

Carol havia assistido demais a esse espetáculo havia 7 anos, quando no terrível momento do divórcio. Ela merecia trégua eternamente.

O antigo relógio-cuco da sala cantou 8 horas e, por um instante, Carol quase caiu em lágrimas, porém se conteve. Fitou a porta do quarto e leu, para seu consolo, a máxima de Amado Nervo, pregada num camurça em formato de coração:

“Sempre que houver um espaço em tua vida,
enche-o de amor.”

Ela respirou fundo, munida de força, sorriu e se foi sem olhar para trás, linda…

Pela beira das paradisíacas praias da Ilha de Itamaracá, as delicadas mãos na saia do vestido, sob um sol magnânimo, aquela garota que, um dia, sonhara em ser tão brilhante atriz quanto a Sylvia Bandeira, corria cinematograficamente… um deslumbre!

O coração palpitava no peito, ansioso, a respiração ofegante quase a sufocava, mas a esperança lhe abria um sorriso amigo. “Estou aqui”, era como se esse sentimento “verde” se pronunciasse com suavidade.

Cansada de correr — uns minutos do percurso já haviam se passado —, Carol estacionou: finalmente chegara ao coqueiral! O coração, então, prestes a explodir de tamanha ânsia; o vento fazia os seus cabelos dançarem, frenéticos…

— Ai, meu Deus, cadê ele?… — perguntou-se ela, atirando olhares em todas as direções.

Ali, só o Forte, barracas, turistas e lanchas que atravessavam o mar no sentido da ilhota Coroa do Avião.

Nada! Tempo de espera. 

Angústia. 

Ex-entusiasmo!

Decepção?!

— Ôxe… — murmurou, com desânimo.

Eram já 11 horas quando Carol não quis mais ficar. Deu uma rabanada para um pardal que tinha pousado na grama à sua frente, esmagou, sem ver, uma esperança que ali apareceu, largou a rosa branca no chão e se pôs a andar de volta para casa. Triste. Bom, na verdade, até mais do que triste: infeliz.

— Ei, Ana Carolina, aqui! — uma voz de homem a chamou.

Inundada de vida, ela se voltou na direção daquela voz tanto esperada!

Numa carroça, um senhor bonachão — pastor de um templo próximo — e três crianças do orfanato municipal a aguardavam contentes.

Contagiada pela alegria deles, Carol correu, subiu no veículo e se foram, o show gospel anual beneficente não podia esperar! Dele, que seria na praça da cidade, ela seguiria com a mãe para Lisboa, Portugal. Morar em definitivo, estudar canto, progredir intelectualmente e dedicar-se aos mais necessitados de pão e de Vida. Por amor ao próximo.

O futuro dela, portanto?

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Galeria Recife Nostalgia

Imagens cedidas por
Wilton Carvalho
 

Apertando o botão da
"Máquina do Tempo",
voltamos ao

Ginásio de Esporte Geraldo Magalhães 
(Geraldão)
,
em 1970.

Estádio Geraldão - 1970.

(Foto de autor desconhecido) 
 

Encontramos a

… Ponte Duarte Coelho,
também na década de 1970.

Ponte Duarte Coelho - 1970.
(Foto de Alcir Lacerda)


Mergulhamos
no passado da

… antiga Biblioteca Pública,
na Praça da República,
em 1910.

Veja que bela foto do prédio.

Biblioteca Pública do Recife - 1910. 
(Foto de Francisco Du Bocage)

 

"A Máquina do Tempo devia mesmo existir.
Para matar nossas desilusões.
Para nos realizar por alguns instantes.
Para nos renovar verdadeiramente.
Para nos arrancar da dura realidade.
Para nos dar um pouco de felicidade." (IS)

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Augusto Mendonça - Imagem destacada

VOCÊ AQUI

FOTO DE BEM - Mariana Saray - Esta

presente de artista

Aniversariantes

  • Ary Fontoura (ator)
  • Camila Smithz (atriz e âncora de telejornal – SP)
  • Cássia Kiss (atriz)
  • Cristiano Andrade (diretor executivo – Recife)
  • Danilo Tácito Rufino (ator – Niterói/ RJ)
  • Djavan (músico e cantor)
  • Emilio Orciollo Netto (ator)
  • Everton Tonetto (ator – Recife)
  • Filipe Pires (gerente Prime Bar/Comedoria – Recife)
  • Geraldo Azevedo (músico e cantor)
  • Gessyca Barbosa (profa./Educ. Física – Olinda/PE)
  • Grace Lira (bailarina – Jaboatão dos Guararapes)
  • Guilherme Fontes (ator/diretor de cinema)
  • Heitor Souto (modelo – Recife)
  • Isidro Manuel Marques (Taekwondo – Setúbal/POR)
  • Izan Sant (escritor, roteirista, colunista)
  • Jaime Bomfim (diácono – Itamaracá/PE)
  • Jô Soares (artista)
  • Karol Spinelli (atriz – Recife)
  • Lara Fabian (cantora, compositora e letrista)
  • Laryssa Moura (blogueira e Youtuber)
  • Maitê Proença (atriz)
  • Marcello Antony (ator)
  • Mateus Fagundes (repórter – SP)
  • Mateus Nachtergaele (ator)
  • Nicete Bruno (atriz)
  • Patrícia Pillar (atriz)
  • Paulo Vilhena (ator)
  • Raoni Velozo (produtor executivo – Paulista)
  • Sandra Tavares (advogada – São Paulo)
  • Sandy (cantora)
  • Severina Dantas (advogada/pedagoga – Igarassu)
  • Tatiana Issa (atriz e produtora – Brasil/Nova Iorque)
  • Vítor de Oliveira (roteirista – São Paulo)
  • Willames De Morais Lima (segurança – Itapissuma)
  • Yeda Maria Cavalcanti (fonoaudióloga – Igarassu)

Eventos

  • 05. Em RECIFE: Digão, dos Raimundos – 20h – Downtown
  • 11. Em OLINDA: Petrobrás Sinfônica e Nando Reis – 20h – Teatro Guararapes, Centro de Convenções
  • 19. “Elza, O Musical” – 20h – Teatro Guararapes, Centro de Convenções

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