León une Luz e Gabriel


Após a estreia de O Sétimo Guardião, nova novela de Aguinaldo Silva para o horário das 21 na TV Globo, a web vibrou.

Com cenas também gravadas na Serra da Canastra, em Minas Gerais, a história de realismo fantástico do novelista pernambucano, com direção artística de Rogério Gomes, não tem apenas dois românticos protagonistas, Gabriel (Bruno Gagliasso) e Luz (Marina Ruy Barbosa). León, o outro personagem principal vivido por quatro gatos da raça Bombay, vindos dos EUA, mostrou seu poder de atuar em sequências intrigantes, além de recheadas de beleza. O capítulo 1 se encerrou com o bichano unindo Luz e Gabriel, a sensibilidade e o desespero, a vida e a quase morte. União em noite tenebrosa, porém circundada pela esperança no coração do casal.

Gato. Foto: Pixabay.

Este não é León, mas outro gato o representando

Também unindo os internautas, os elogios passeiam pelas cenas dignas de uma caprichada produção de cinema, desembocando na abertura misteriosa e frenética sobre o universo dos guardiões.

Pelo visto, a trama já disse a que veio, segurar os olhos dos telespectadores na tela. Para isso, bons ingredientes não faltam: o gato, de fina estampa, que não é gato; o anjo (do Bruno) e a Luz, que trocaram olhares cheios de química ao final do capítulo; a fonte milagrosa, sinistra, mas esbanjando charme; personagens com tudo para fazer sucesso e paisagens deslumbrantes.

Como sabemos há tempos, Serro Azul é a cidade cenário-mor, interiorana, vizinha a Greenville, de A Indomada (1997), e Tubiacanga, de Fera Ferida (1994), também novelas de Silva. Nessas tramas, Serro Azul foi bastante citada! Por falar nisso, uma curiosidade: a cidade entre montanhas de O Sétimo Guardião também chegou a ser mencionada pela Viúva Porcina em Roque Santeiro, escrita por Dias Gomes e Aguinaldo; isto aconteceu numa conversa entre Porcina e o Rei da Carne Verde, Sinhozinho Malta — conferi no Canal Viva, na reprise, e garanto que até fiquei surpreso, Serro sendo citada desde 1985 Legal.

Cachoeira. Foto: Pixabay.

Um banho que rejuvenesce

A rasgação de seda em torno de O Sétimo Guardião tem realmente mérito, o enredo nos apresenta seres irresistíveis, como a supervilã Valentina Marsalla, na pele de Lília Cabral, o Padre Ramiro, de Ailton Graça, curtidor de funk, uma beata ardilosa, a Mirtes (Elizabeth Savala), e aguardem: o sacristão Maltoni, encarnado por Matheus Abreu, que, quando sonâmbulo, sai completamente nu pelas ruas da cidade, provocando o desejo das moças. O rapaz ainda viverá um amor proibido.

Outro ponto interessante é a volta de dois personagens de A Indomada, Ypiranga (Paulo Betti), prefeito de Greenville, e a fogosa primeira-dama Scarlet (Luíza Tomé), ambos com o mesmo palavreado mesclando o inglês com o português. Eles chegam a Serro por ordem de Valentina, a fim de reformar um casarão antigo, pois a megera irá retornar à cidade com o objetivo de acertar umas contas com o local e se apossar da cachoeira mágica, rejuvenescedora, indispensável à sua fábrica de cosméticos e a ela própria.

Mas voltando ao poderoso León, inicialmente ele desapareceu em busca de um novo guardião para a fonte, o que, com a chegada do outro protetor do tesouro de águas azuis, significa a morte do guardião atual, Egídio (Antônio Calloni).

Casal. Foto: Pixabay.
Só que o amor, ah, o amor da sensitiva Luz com Gabriel entrará na batalha do Bem contra o Mal que ameaça o segredo da fonte. Luz desenterrou Gabriel de uma cova rasa, a consequência de um acidente de carro e da crueldade do ambicioso Sampaio (Marcello Novaes); com um pouco da água mágica, a jovem salva a vida do “forasteiro”.

Algumas mensagens do primeiro capítulo: amor à primeira vista, a força através desse amor, a luta com a intenção de salvá-lo a união.

Internautas confiantes no sucesso do folhetim, telespectadores torcendo pelos mocinhos e pelo felino ressabiado e, ao mesmo tempo, carinhoso — estes são pontos que se tornaram positivos na estreia.

Agora, envolvendo felino, mulher, vida, etc., eu me despeço com uma reflexão do escritor e crítico de arte francês Apollinaire:

“Meu desejo maior é ter em casa uma mulher razoável, um gato a passear entre meus livros e, a todo tempo, amigos. Sem tais prazeres eu não viveria.”
 

Que tal sairmos de Serro e irmos
do Recife a Portugal, clicando neste

Continue lendo

Maria Tereza Braz: O eu e os quadros


Ao fazer uma análise das pinturas da Maria Tereza, denota-se muita sensibilidade, um reflexo da postura de existência dessa artista plástica de Portugal. A esse respeito, ela desabafa: “Ao descobrir a pintura, isto foi algo de bom na minha vida, faz parte da minha solidão, funciona como terapia. Uma descoberta fabulosa, pois me ajuda a viver. Há 20 anos que a tenho como bem válida companheira”.
Artes Plásticas. Maria Tereza Braz.

Maria Tereza Braz - Reflexão

Sobre Carnaxide, onde mora, Tereza é mais poética: “É uma cidade calma, residencial, que me diz muito, gosto de circular nela. Apesar da evolução em 20 anos, tenho muitas recordações… Gosto de estar na minha janela e recuar alguns anos, imaginando cenas boas que me ajudam a sobreviver”.
 

A sobreviver, pois, passemos à 
ESPECIAL ENTREVISTA.
Artes Plásticas. Quadro "To Sow".

Quadro "To Sow"

IZAN SANT – Citei algo sobre o surgimento da artista Maria Tereza Braz em outro artigo. No entanto, como mais detalhes, de que maneira pôs-se a surgir mesmo este seu gosto pela pintura?
MARIA TEREZA BRAZO motivo foi a descoberta, por curiosidade. Longe de pensar que eu iria me dedicar à pintura, mas, na base de uma foto ótima, de verdade, que meu avô deixou a meu filho, e ele tinha planos de reconstruir, coisa que infelizmente não aconteceu por ele ter partido, resolvi pintar. E saiu a tela “Sonho”; a partir daí, por incentivo de amigos, minha pintura foi a mote (a mote = foi sendo desenvolvida)! Felizmente descobri minha grande companheira.
Artes Plásticas. Quadro "Work".

Quadro Work

IS – Acha que a arte hoje, em Portugal, está mais ou está menos valorizada?
MTBNão querendo ser negativa… acho que igual.
A artista numa de suas telas.

Hora de se debruçar sobre um quadro – Trabalho

IS – O conceito de beleza é variável. Como conceituaria essa palavra?
MTBO conceito de beleza é muito relativo mesmo, tem a ver com nossa sensibilidade diária; o que hoje nos sensibiliza muito, no outro dia pode não ser tão belo, sinto isso. Há dias em que algo que achei belo não me desperta tanta beleza depois; como por questões de sensibilidade, adoro no dia seguinte. Por exemplo, me incentiva a passar para a tela uma simples folha caída. Isto até torna meu dia mais suave, não digo alegre porque alegria é algo que já não faz parte de mim há anos. Essa folha caída que sempre tem seu “quê” de beleza; por vezes, o cair de uma folha me desperta… me dá um clique.
Artes Plásticas. Quadro "Folhas".

Quadro Folhas

IS – Qual a opinião mais curiosa que ouviu sobre seu trabalho?
MTB Uma análise que agradeço e acho bem real: “Suas pinturas são uma sincera caminhada dentro de uma visão peculiar de mundo. A forma de estabelecer elos entre as figuras revela criatividade, na busca das soluções, e inquietação, na procura de alternativas visuais, qualidades essenciais na arte.” De Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP, ele integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA- Seção Brasil).
Artes Plásticas. Quadro "Caraça".

Quadro Caraça

IS – Sua maior inspiração para pintar é…?
MTBTudo, desde que diga algo no momento. Por exemplo, tenho exposição que obedece a um tema… ando numa de buscar… ao descobrir, mesmo que falte algum tempo, tenho que pintar logo… Sem tema, é por algo belo que vejo, que sinto ao momento, por isso, em todas as minhas telas, tenho meus sentimentos, que adoro deixar fluírem.
Artes Plásticas. Mais um quadro.

Mais um bonito quadro

IS – Tem uma tela favorita? Se sim, por quê?
MTBTenho várias… mas destaco a “Nota de música” e “Violamenina”, porque são dedicadas a meu filho.
Artes Plásticas. A desenvolver a arte.

A desenvolver mais uma tela

IS – Uma mensagem super do Bem aos admiradores do trabalho da Maria Tereza Braz!
Artes Plásticas. Quadro "Fernando Pessoa".MTBAgradecimento bem especial, pois sem as pessoas que gostam do meu trabalho nunca teria desenvolvido minha pintura. Bem Hajam!
 

Clique nas fotos
para ampliá-las.

Muito obrigado
pela entrevista,
Maria Tereza Braz!

 

Nosso 1º. artigo com
a Maria Tereza 

você poderá ver

Continue lendo

Sobremesa: Cream Cheese e morango

Por Silvana Argenta

Ingredientes:

1 pacote de biscoitos de aveia e mel (Nesfit); 2 potes de Cream Cheese; 1 lata de leite condensado; 1 bandeja de morangos; 1  xícara de açúcar; 1/2 xícara de água; 30 gramas de castanha de caju.

Culinária. Sinta o gostinho dessa maravilha!


Modo
de Preparo
:

1º. Coloque os biscoitos em um saco fechado e esmague-os com um rolo até que eles fiquem em migalhas finas.

2º. Bote as migalhas de biscoito no fundo da taça.

3º. Na batedeira, coloque o Cream Cheese e o leite condensado e bata até ficar uma mistura cremosa. Coloque esse creme sobre as migalhas de biscoito.

Culinária. Aqui, é com castanhas de caju.

Em quarto 4º. lugarprepare a geleia de morango, colocando em uma panela o morango picado, o açúcar e a água. Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar até dar ponto de geleia. Deixe esfriar. Cubra o creme com uma grande colher de geleia de morango. Decore com as castanhas picadas.


Silvana administra o blog 

Adoçando seu Dia

Curta a fanpage do blog

Continue lendo

Entrevista com Patrícia França


Sylvia Massari conseguiu promover, na mesma sala, algo inusitado: o encontro das duas Marias Santas da televisão brasileira. A atriz e cantora Patrícia França — a Maria Santa da novela Renascer — e a boneca ousada que tem o mesmo nome da personagem de Patrícia no folhetim escrito por Benedito Ruy Barbosa.

Patrícia França e Maria Santa.

 

Isso resultou numa conversa reveladora!

Assista ao teaser, mas depois clique no link abaixo

e acompanhe a entrevista completa.


Veja a entrevista na íntegra, CLIQUE.

 

Curta a Fan page AQUIo Instagram AQUI

e se inscreva no Canal da Maria Santa! CLICANDO.

Lá, ative o sininho para receber as entrevistas.

Patrícia França Maria Santa e Sylvia Massari.

 

Fotos: Divulgação

Olhar o passado te faz feliz

 

Passado mágico! Há quase 100 anos, um casal flertando no Marco Zero. Era a década de 20. (Fonte: Revista da Cidade)
Anos 20. Flerte.

 

Grupo de amigos participando de um jogo de tênis na Praça do Derby nos anos 20. (Fonte: Revista da Cidade)

Tênis. Praça do Derby.

 

Família tradicional da década de 20. (Fonte: Revista Pra Você)

Uma típica família tradicional da época.

 

Ainda nos anos 20, uma feira livre muito comum no Recife. (Fonte: Revista Pra Você)

Anos 20, feira livre era feira livre!

 

Um grupo de amigos, na década de 20, em um baile no Jockey Club. (Fonte: Revista da Cidade)
Amigos. Encontro de uns da década de 20.

 

Na década de 20 as mulheres faziam o tradicional "footing" pelo centro do Recife, especialmente às sextas-feiras à tarde, na Rua nova. Saíam em caminhada, passando pelos principais pontos do glamour recifense, mas evitavam o Café Lafayette, reduto dos homens naquela época. Serem vistas naquele recinto não pegava bem para as mulheres da refinada sociedade pernambucana.
(Fonte: Revista da Cidade)

"Footing". Mulheres em ação.

 

Nessa mesma década, tanto os homens quanto as mulheres se vestiam muito bem para ir ao centro da cidade, missas, docerias, teatro ou, simplesmente, caminhar pelas ruas recifenses. Era uma época em que o Recife moderno surgia, com grandes reformas no centro e aberturas de grandes avenidas e derrubadas de sobrados para construção de grandes edifícios. (Fonte: Revista da Cidade)

Elegância. Esses anos eram dela.

 

Nas ruas as pessoas se encontravam, amigos, paqueras e colegas de trabalho. Ainda nos anos 20, O Recife era uma cidade com ar de moderna, só perdia mesmo para Rio de Janeiro e São Paulo. (Fonte: Revista da Cidade)
Os encontros na década de 20.

 

Nas décadas de 40 e 50 foi a vez da Avenida Boa Viagem. As pessoas veraneavam nos fins de semana e nas férias. O caminhar já estava virando tradicional pelas calçadas da avenida. Nessa época, só haviam belas casas e muitos coqueiros.

Pela Avenida Boa Viagem: Anos 40/50.

 

Década de 40 no centro do Recife. O glamour ainda existia, mas já era possível ver mulheres apressadas indo para o trabalho, passos largos e sorrisos no rosto. Recife era uma cidade boa de se morar, com o centro reformado, edifícios novos e cor ar de Paris.

Anos 40. Já trabalho associado à pressa do dia-a-dia.

 

Sobre o Recife do passado, esse passado mágico que, infelizmente, não vivi, posso dizer:

Continue lendo

Entrevistas: com Maria Santa e Sylvia Massari


Este é o Canal da Maria Santa!, essa boneca pimenta que, ao lado da atriz e cantora Sylvia Massari, traz entrevistas hilárias com gente famosa.

Humor. Sylvia e Maria Santa.


Segue um pouco pra você, mas, antes de assistir, inscreva-se no Canal, ative o sininho de notificação e receba as novas entrevistas! Não esqueça de dar um Like e comentarhein?

 

Clicando no nome do famosoassista à

Entrevista completa com Elizângela.

À entrevista com Guto Graça Mello,

Tadeu AguiarMarina Elali e

Eduardo Bakr.
 

A página principal do Canal da Maria Santa! é AQUI.

Curta a Fan page. Siga no Instagram.

Elizângela. Maria Santa e Sylvia Massari.

 

Entre no Papo de Bem, faça Login
para poder comentar (está na sidebar,
abaixo do banner do RECOMENDO.)

Uma joia de novelista e dramaturga


Duca Rachid, realmente, é isto mesmo. Com a amiga não menos joia Thelma Guedes, ela escreveu a novela que conquistou o 42º Emmy Internacional (o Oscar da TV mundial) para a Rede Globo: Joia Rara.

Teatro. A autora Duca Rachid.

Antes dessa trama, Duca — que também é formada em Jornalismo e estreou na carreira televisiva em Portugal — desenvolveu outros roteiros para a televisão brasileira. Em 2006 ela adaptou, com Thelma Guedes, O Profeta, novela de Ivani Ribeiro. Ao lado da mesma amiga, escreveu Cama de Gato e Cordel Encantado.

Duca Rachid. "Cordel Encantado".

Hoje Rachid é a autora, com Thelma, de Órfãos da Terra, próximo folhetim das 6 que focará em algumas famílias de refugiados que moram em São Paulo, depois de escaparem da guerra em seus países. A história também irá abordar o preconceito contra estrangeiros no Brasil. Mas, o assunto desta ENTREVISTA EXCLUSIVA é: "Duca Rachid estreando como dramaturga"!  
 

IZAN SANT – Você e a Thelma são autoras de novelas de sucesso, e uma destas, como lembrei antes aos leitores, foi premiada. Quanto a essa sua primeira peça teatral, As Brasas, ela tem os ingredientes perfeitos de mais um sucesso. Como você vê isto, Duca?
DUCA RACHIDIzan, na verdade esse não foi o critério para a escolha desse texto. Nunca me preocupei se seria um sucesso ou não. A verdade é que me apaixonei por esse livro desde a primeira vez em que o li, em 2011, quando o ganhei de presente do Júlio Fischer — nós trabalhávamos juntos em “Cordel Encantado”.  Logo pensamos em adaptá-lo para teatro, já que o livro já traz, em si, uma gênese bastante teatral — esse reencontro de dois amigos, quarenta e um anos depois, para um acerto de contas.  A partir daí foram seis anos tentando comprar os direitos do livro! Descobrimos, inclusive, que já havia sido feita uma adaptação do Christopher Hampton, bem fiel ao livro, e uma montagem com o Jeremy Irons, que, infelizmente, não teve boas críticas.  Mas nada disso nos desanimou. Seguimos tentando, até conseguirmos a liberação do livro, graças à iniciativa do Felipe Lima, que abraçou o projeto como idealizador e produtor.

Teatro. "As Brasas".As Brasas. Genézio de Barros e Herson Capri (Foto: Caio Gallucci)
 

IS – Esse texto diz alguma coisa sobre você? Muitas vezes os textos, teatrais ou não, adaptados ou não, dizem alguma coisa sobre seus autores e/ou adaptadores.
DR
Deve dizer, porque me tocou profundamente. E o que me tocou foi justamente a questão da amizade e das paixões que nos movem e, por vezes, também nos aniquilam. Eu sou uma pessoa de muitos amigos. Quem me conhece sabe a importância que meus amigos têm na minha vida. Sou uma pessoa de parcerias no trabalho e na vida, e sempre faço as coisas com muita paixão. Isso é bom, mas também pode ser bem complicado.

Foto: Leo Aversa
Herson, Nana Carneiro da Cunha e Genézio (Foto: Leo Aversa)

 

IS – O gosto maior de estrear como dramaturga?
DRO teatro é a origem de todo o nosso trabalho. Foi muito importante, pra mim, voltar pra essa narrativa primordial. E muito difícil também, porque exige um outro tipo de imaginação, muito diferente daquela que a gente acessa pra escrever para TV ou cinema. Nesse sentido, o Júlio, que tem muito mais experiência em teatro do que eu, e o Pedro Brício foram muito importantes na construção do texto. 

Teatro. "As Brasas".Mais uma cena de As Brasas (Foto: Caio Gallucci)
 

IS – Algum projeto de um novo texto teatral após este, ou apenas depois da novela?
Duca Rachid e Thelma Guedes.DRAgora minha dedicação exclusiva é à novela. Depois eu penso em fazer outros trabalhos em teatro sim.

IS – E qual a sua mensagem super do Bem aos seus fãs e a nossos leitores?
DRQue a gente se mova pelas paixões, mas que elas não nos aniquilem, não. Principalmente nesse momento eleitoral (Risos gostosos.)
 

Grato pela entrevista, Duca.
Espero entrevistar você mais vezes.


As Brasas está em cartaz, de sexta a
domingo, no SESC Santana, São Paulo/SP.
Em novembro, estreia no Rio de Janeiro.
Veja em nosso EVENTOS, na sidebar.

 

(Na foto, Duca Rachid e Thelma Guedes.)
 

Uma frase da autora sobre a conquista do Emmy:

Continue lendo

Totalmente Priscila Camargo


Priscila, uma das atrizes mais apaixonantes que nosso país acolhe, sentiu o gosto pela arte de interpretar no colégio, através dos exercícios de uma professora. Sentiu, começou a fazer teatro e não parou mais.
Priscila Camargo.

Em casamento de amigos (Foto: André Pinnola)


Na novela Sonho Meu, que fez 25 anos de estreia em setembro, a nossa Camargo deu vida à simpática Polaca, dona do bar da Rua das Flores, em Curitiba, onde todos os acontecimentos da história eram discutidos.

Vamos comemorar totalmente com Priscila os 25 anos desse sucesso e, também, o aniversário da atriz, aos 13 de outubro, conversando sobre a sua carreira e as vidas que ela já teve na ficção.
Teatro. "Contos da Terra dos Mil Povos".


ESPECIAL ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Dona Helena, ex-mestra sua, teve uma participação essencial na sua decisão de virar atriz. Como aconteceu isso, Priscila?
PRISCILA CAMARGO – Foi no ginásio, no Colégio Fernão Dias Paes, em São Paulo. Ela era professora de Português, e propunha peças de literatura teatralizadas. Fizemos sucesso com o Poema “Juca Pirama”, de Gonçalves Dias. Dali despertou em mim a vontade de ser atriz, que só se concretizou uns anos mais tarde. Mas esse foi o primeiro passo.
Família. Aniversário com os pais.

Aniversário da atriz, com os pais Antônio e Tereza
 

IS – Na TV Globo, você estreou no programa humorístico Planeta dos Homens, em seguida veio o Viva o Gordo, então, por causa dessas experiências iniciais em comédia, você lida mais facilmente com o humor? Ou não, é com o drama? 
PC – Tenho jeito com a comédia. Sou bem engraçada (Risos.). Mas acho que prefiro os dramas. Tenho natureza dramática e me realizo mais vivenciando emoções verdadeiras, e quanto mais dramáticas, melhor!
Humor. "Planeta dos Homens".

Com Stênio Garcia no Planeta dos Homens (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Antes das próximas perguntas, os 25 anos de Sonho Meu! O que representaram você ter estado nessa lindíssima história e ter vivido a Polaca?
PC – Foi muito bacana. A novela era ótima e eu era dona de um Bar mesmo, onde eu também cantava. Tive a chance de cantar músicas de Guilherme Arantes e Ivan Lins. Um luxo! E ali também recebi um presente do autor, que aproveitou o meu casamento com o ator Carlos Alberto, e nos fez namorados no final da novela. Mas antes teve que recuperá-lo, porque ele era “do mal”! Foi muito bom e acabou ficando um registro dessa relação.
Novela Sonho Meu.

Com Elias Gleizer, em Sonho Meu (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Você é muito experiente. Nessa novela, como foi atuar com a pequena Carolina Pavanelli (6 anos), da nova geração de atrizes de 1993? E outra: você gostaria que Sonho Meu fosse reprisada?  
PC – A Carolina era muito talentosa e profissional. Foi um prazer trabalhar com ela. E era muito doce. E “Sonho Meu”, reprisada? Claro que sim! Puxa, seria uma alegria! A novela era linda! E muitos amigos já não estão mais aqui. Seria muito bom rever esse momento.
Com amigas de "A Lei do Amor".

Em A Lei do Amor, com a Diretora Natália Warth, Mila Moreira e Camila Morgado
 

IS – Vamos fazer um passeio por suas personagens em algumas novelas. Quem eram elas e como você as via. A Otávia Prado, de Ciranda de Pedra, em 1981?
PC – Foi a melhor e mais rica personagem que fiz em televisão. Cheia de nuances. Ela era má e boa, ao mesmo tempo. Era sensual e livre! Fazia o que queria, enfrentava o pai e a sociedade. Ela era demais! Foi um presente para mim.
Novela. "Ciranda de Pedra".

Em Ciranda de Pedra, com Eva Wilma, Lucélia Santos, Edson Celulari e Sílvia Salgado (Foto: Arquivo PC)
 

IS – A Mirtô, de Final Feliz, no ano seguinte à Ciranda de Pedra, e a Alice, de Direito de Amar (1986)?
PC – Já a Mirtô era presa, tímida, com baixa estima, reprimida. Mas, aos poucos, ela foi crescendo. E acabou aprendendo a lidar com a enteada, que fazia dela “gato-e-sapato”! Fiz sucesso nessa novela. Com o marido Adriano Reis e a filha, linda atriz, Ana Magdalena, que hoje é também cantora. "Direito de Amar" foi marcante na minha vida. Novela também de época, que adoro!!! Ela era repressora das irmãs e dela mesma. Até que se apaixonou pelo Rômulo Arantes!  Mas, como tinha um segredo do passado, que vai revelar nessa paixão, sofre muito, até ser compreendida pelo amor. Claro, era 1900. Momento difícil e de muito preconceito. Mas ela tem um final feliz. Nessa novela, no meio dela, sofri um acidente de carro importante e quase morri. Esse acidente mudou a minha vida e, indiretamente me abriu portas, e me fez tornar uma “Contadora de Histórias”!
Novela "Direito de Amar".

Direito de Amar, com Rômulo Arantes. (Fotos: Arquivo PC)
 

IS – E sobre a Yolanda, de Quem É Você? (1996) e a Dora, de Paraíso Tropical (2007)?
PC – A Yolanda era uma mulher fútil e aparentemente despreocupada. Mas, a partir de descobrir a traição do marido, ela se reinventa e se torna uma pessoa útil para si mesma e para todos. Foi bacana viver esse processo e tive oportunidade de fazer lindas cenas, bem dramáticas! Adorei fazer! A Dora foi uma Participação. Uma Mãe que chega para resolver problemas com os filhos. Seria só dois ou três capítulos, mas acabei ficando 10! Foi minha primeira novela das nove!
Novela. "Paraíso Tropical".

Novela Paraíso Tropical (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Três novelas da Maria Adelaide Amaral no seu currículo! Você interpretou a Valdete em Tititi (2010), a Nancy em Sangue Bom (2013) e a Suely em A Lei do Amor (2016). Sobre elas…?
PC – A Valdete foi uma surpresa e um presente da Maria Adelaide. Ela me proporcionou voltar às novelas após onze anos de ausência. Foi muito legal esse retorno e o meu núcleo era maravilhoso: Murilo Benício, Regina Braga, Hilda Rebello e a Direção de Jorge Fernando. E reviver esse sucesso de público foi muito bom para nós! Foi um sucesso! A Nancy, de “Sangue Bom”, era a secretária competente, levemente apaixonada pelo patrão. Ela teve uma vida um pouco fora da trama principal, mas tive oportunidade de contracenar com grandes amigos, como Edwin Luisi e Marco Ricca. A Suely, de “A Lei do Amor”, foi especial porque proporcionou uma discussão sobre as drogas e suas consequências, mesmo não podendo aprofundar muito. Muitas cenas foram cortadas, porque realmente o tema não é nada agradável, mas muito real. Adorei trabalhar com a Cláudia Raia, que é uma grande pessoa e com o ator que fez o meu filho, que continuamos com uma relação carinhosa de mãe e filho até hoje, o Daniel Rocha. A novela foi um sucesso e o elenco todo era maravilhoso! Fora o texto da Maria Adelaide e do Vicent Villari e dos Colaboradores deles, como a Letícia Mey, Álvaro Ramos e a Direção da Denise Saraceni, primeira vez que trabalhei com ela e com a Nathália Grimberg. Foi muito bom!
Novela. "A Lei do Amor".

Escritório fictício. A Lei do Amor (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Que tal foi encarnar a Míriam, de A Vida da Gente, de 2012, e qual peça teatral mais realizou você?

Continue lendo

Feito de arte e paixão


Antes de tudo, Jorge Grisi é um homem sábio que transforma uma tela (ou uma simples folha de papel) em branco em beleza. Ele é um defensor, mais que tudo, do meio artístico.

Arte. O artista plástico Jorge Grisi.

Natural do Rio de Janeiro, este artista plástico — de alma alada e coração heroico — tem uma visão de arte meio diferente da arte-comércio. “Eu vivo da arte, mas não permito que minhas emoções fiquem à mercê do comercial”, revelou ele ao nosso site. “Sinto que é algo bem maior que um comércio. Minha prioridade é buscar uma satisfação e realização em pintar, desenhar, esculpir, gravar, fotografar ou escrever. Vender sua obra é uma consequência.”   
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – As tintas e as telas. Quando e como desenvolveu seu estilo?
JORGE GRISI – Desde meus 5 anos de idade que desenho (oficialmente)… (Risos gostosos.) Sempre gostei de retratar a natureza, em especial o mar, minha grande paixão.

Arte. Tela 1. Jorge Grisi.


IS – Por que a natureza, as paisagens como principal objeto de trabalho? Têm a ver com suas influências?
JG – Tive a grande oportunidade de conhecer pessoalmente Silvio Pinto, um grande pintor de marinas (como denominamos telas sobre o mar como temática) e, na minha adolescência, algumas obras do grande mestre Pancetti. Esta referência destes dois grandes artistas se juntou com minha paixão pelo azul do mar.

Arte. Tela 2. Jorge Grisi.


IS – As águas, o verde, o céu… Destes, qual mais gosta de eternizar através da pintura? A grande paixão, o mar, conforme já nos falou?
JG – Quando possível, os três juntos… (Risos gostosos.) Estar em contato com a natureza e pintá-la é algo mágico onde mergulho e me renovo.

Rio de Janeiro. Jorge Grisi a pintar.


IS – Seu lado retratista? Você desenha rostos com uma perfeição impressionante, mas me garantiu que o retratar rostos é apenas um hobby. É isso mesmo?
JG – Retratar pessoas é uma outra grande paixão, mas ainda não consegui comercializar, entendo que quando estou retratando alguém o faço por carinho ao próximo, acredito ser uma maneira de homenagear e prestigiar a pessoa. Através dos retratos recebo um carinho e alegria de quem estou retratando.

Arte. Um de seus trabalhos como retratista.


IS – Tem uma(s) tela(s) preferida(s)?
JG – Uma tela somente é muito difícil. Tenho pintores pela arte dos quais sou apaixonado e me inspiro. Estes são meus mestres.

Arte. Tela 3. Jorge Grisi.


IS – O que acha de os artistas participarem mais das questões sociais?
JG – Acho que quando o artista participa de uma questão social ele cumpre sua verdadeira função. Creio que a arte é uma dádiva e precisamos compartilhar com o próximo através de ações, contribuições ou até mesmo de sorrir para quem necessita de um pouco de atenção.

Arte. Perfeição.


IS – Na sua opinião, como se analisa a qualidade de uma obra de arte?
JG – A análise técnica é muito complexa, mas faço uma análise emocional. Uma obra de arte não se explica muito pela sua técnica somente. O que me agrada em uma obra é quando consegue me emocionar e isso acontece quando seu autor a cria com a alma.

Arte. Outra tela de Jorge Grisi.


IS – Uma terra que ame de paixão?
JG – Tenho alguns portos que desembarquei e me apaixonei até hoje, sempre que possível estou revisitando do Sul ao Nordeste do Brasil. A Europa, por ser berço da arte e terra de grandes artistas, me apaixona e me inspira, mas viver é aqui no Brasil!

Arte. Tela 4. Jorge Grisi.


IS – Uma terra que adotou como lazer?
JG – O Nordeste é minha grande pátria! Sempre que viajo fico com vontade de voltar ao Nordeste e me abastecer de inspirações.

Arte. Praia de Boa Viagem/PE por Jorge Grisi.


IS – Lembra de algum comentário curioso a respeito de uma tela sua?
JG – Os melhores comentários que recebi foram de crianças, pois foram os mais sinceros e verdadeiros, por mais absurdos que tenham sido.

Arte. Tela 5. Jorge Grisi.


IS – Pensa em se apropriar de novas linguagens, a digital, por exemplo?

Continue lendo

Bolo recheado com brigadeiros

Por Silvana Argenta
 

Ingredientes

Brigadeiros:

1 lata de leite condensado; 1 colher (de sopa) de margarina; 4 colheres (de sopa) de cacau em pó; chocolate granulado.

Brigadeiros.


Bolo:
3 ovos; 1 ½  xícara (de chá) de açúcar; ½  xícara (de chá) de azeite; 1 xícara (de chá) de água quente; 2 ½  xícara (de chá) de farinha de trigo; 1 colher (de sopa) de fermento em pó.
Bolo brigadeiro - Etapa 1.


Cobertura
1 caixinha de creme de leite; 3 colheres (de sopa) de açúcar; 4 colheres (de sopa) de cacau em pó.
Bolo brigadeiro - Etapa 2.
 

Modo de Preparo:

Brigadeiros: Coloque em uma panela o leite condensado, a margarina e o cacau em pó e cozinhe em fogo médio, mexendo sem parar até que a massa desgrude do fundo da panela. Deixe esfriar bem. Unte as mãos com margarina, faça as bolinhas e passe-as no chocolate granulado e, depois, na farinha de trigo.
Bolo brigadeiro - Capa.


Bolo: Na batedeira, bata os ovos inteiros e o açúcar, acrescente o azeite e a água, em seguida adicione a farinha e bata mais um pouco, coloque o fermento por último. Despeje a massa em uma forma untada e enfarinhada, coloque os brigadeiros na massa e leve para assar em forno pré-aquecido, em temperatura média, por uns 40 minutos. Espere amornar para desenformar.
Fatia do bolo brigadeiro.


Cobertura:

Continue lendo

Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Danielle Cruz - Msg do Mês de novembro

VOCÊ AQUI

Você Aqui - novembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Birolli (atriz)
  • Alcione (cantora e sambista)
  • Alline Sarmento (advogada – Recife/PE)
  • Ana Paula Padrão (jornalista)
  • Angélica (cantora, apresentadora e atriz)
  • Antonia Guedes (técn. em Óptica, Igarassu/PE)
  • Conceição Teles (educadora: Ens. Médio – Olinda)
  • Deborah Secco (atriz)
  • Duca Rachid (novelista e dramaturga)
  • Emília Marques (atriz – Recife/São Paulo)
  • Fátima Sequeira (psicóloga, Rio de Janeiro)
  • Felipe Lima (ator)
  • Flávio Marcone (jorn./cineg./fotógrafo – Recife)
  • Francisco Cuoco (ator)
  • Gustavo Reiz (escritor e novelista)
  • Herson Capri (ator)
  • Iralvânia Nóbrega (pedagoga – Igarassu)
  • Jack Raf (estud.: Artes Cênicas, UFPE – Recife)
  • Jesiane Rocha (jornalista – Caruaru)
  • Jessany Sany (de 2o. grau completo – Recife)
  • Juan Lima (poeta e publicitário – Recife)
  • Lázaro Ramos (ator)
  • Luciana Mariano (prop. Lu Mariano Produções Ltda)
  • Luís Távora (ator – Recife)
  • Luiz Henrique Peixôto (prof./Informática – Paulista)
  • Marcus Vinitius (divulgador de eventos – Recife)
  • Marieta Severo (atriz)
  • Mônica Moraes (jornalista)
  • Natália Marinho (INNAM – Igarassu)
  • Natt Souza (atriz – Recife)
  • Rauani Castro (atriz e produtora – Recife)
  • Reynaldo Gianecchini (ator)
  • Thaís Araújo (atriz)
  • Thiago Fragoso (ator)
  • Thiago Nolasco (drag queen – Recife)
  • Thiago Pimenta (repres. comercial)
  • Tonny Vaz (cantor – Recife)
  • Vera Fischer (atriz)
  • Victor Gondim (modelo – Brasil/Pequim)
  • Will Tom (ator e theater – Rio de Janeiro)

Eventos

  • 02. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579
  • 03. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 04. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, 18 personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 07. No Rio de Janeiro/RJ: estreia da peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 08. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea – Rio de Janeiro
  • 09. Em Olinda/PE: Toquinho e Demônios da Garoa apresentam De Vinicius a Adoniran – 21h30 – Plateia Especial: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Plateia: R$ 164 (inteira) e R$ 82 (meia), Balcão: R$ 144 (inteira) e R$ 72 (meia) – Vendas: Bilheteria do teatro, lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br. Teatro Guararapes / Centro de Convenções
  • 09. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 10. Em Recife/PE: Daniel Boaventura, dias 9 e 10 – 21h – Plateia Baixa Lateral: R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia), Plateia Alta: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia), Balcão Nobre: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia), Especial | Plateia Baixa Central: R$ 200 (preço único, com direito a CD DVD autografado e foto com o artista – Teatro RioMar / Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping
  • 14. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 15. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 16. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 22. Em Cabo de Santo Agostinho/PE: “Frenesi”, peça teatral com Priscila Cardoso, Atriz Premiada em Recife pelo EmCena PE – 19h – Auditório Luiz Lacerda (ao lado da escola-modelo Antônio Benedito da Rocha) / Rua Linha, 72-132, Garapu
  • 30. Em Olinda/PE: Simone encontra Ivan Lins – 21h30 – Plateia Especial: R$ 244 (inteira) e R$ 122 (meia), Plateia: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Balcão: R$ 154 (inteira) e R$ 77 (meia) – Teatro Guararapes / Centro de Convenções

Recomendo

Entrar

Arquivos