Felipe Lima por inteiro

Felipe Lima em foto de Robert Schwenck.
ESPECIAL
ENTREVISTA

 

Antenado com a Arte,
ele busca sempre bons horizontes
no Universo da Interpretação,

e não se limita!


Sangue bom exibiu seu último capítulo no início de novembro, mas a atuação deste rapaz ficou marcada na memória dos telespectadores.

Considerado um dos jovens galãs da novela, o evidentemente belo 

FELIPE LIMA

viveu um mau-caráter na trama, o Xande, que, em seguida, se transformou num bom moço.

Bem, as qualidades desse novo moço o ator tem de sobra!

Comprove com o 

Felipe por inteiro.


Trata-se de mais uma entrevista gostosa e inteligente que tive o prazer de fazer. Rumo a ela, então? 
 

COMEÇAMOS
PELO
PERSONAGEM…


IZAN SANT – Você fez laboratório pra o Xande, observando as pessoas, ou lendo sobre as personalidades ou assistindo a vídeos?

Sim, pois foram dois perfis completamente diferentes num mesmo universo. 

FELIPE LIMANão fiz laboratório… não para isso, pelo menos. Quando recebi a sinopse do Xande, dizia-se que ele era Filho de Brenda — Letícia Isnard —, 19 anos, um típico 'machinho alfa', bonitão e simpático que começa a trama trabalhando de 'amigo de aluguel'", e a primeira coisa em que pensei foi “amigo de aluguel???”, a segunda foi “19 anos???”. (Risos.) A partir daí comecei a pesquisar sobre a profissão dele, pessoas que “alugam amizade”, e, como já disse em algumas entrevistas, cheguei, inclusive, a pensar em “me alugar” como amigo na vida real para ter essa experiência… para saber “como seria”… mas acabei desistindo… conversei com algumas pessoas que tinham sido “amigos de aluguel” e, a partir do relato das experiências delas, comecei a pensar em construir esse personagem. Depois disso, como o personagem era relativamente mais novo que eu, parei de malhar e comecei a fazer a barba todos os dias, para aparentar mais “moleque”, ficar com menos cara de homem e mais de menino. Em relação à trajetória do Xande no decorrer da novela, não pensei em observar ninguém, pois acho que todos nós temos um pouco de “tudo” dentro da gente… ninguém é uma coisa só… “só gente boa, só tímido, só mau-caráter, só amoroso… temos tudo isso junto e misturado”. Ao contrário de muita gente, eu nunca vi o Xande como mau-caráter. Acho que ele é um típico garotão de 19 anos, que cresceu numa casa com valores éticos e morais um tanto distorcidos. Como foi dito na própria trama, ele largou a escola antes de se formar no segundo grau por sofrer bullying por ser pobre, a mãe dele nunca o deixou seguir o sonho de ser mecânico, pois não dava dinheiro nem status… e o incentivou a se tornar amigo de aluguel para “faturar em cima dos trouxas”, enquanto ela obrigava o marido a copiar as obras de arte da mãe dele para que ela pudesse revender os originais e ficar com o dinheiro. Então acho as atitudes e escolhas dele totalmente justificáveis… elas não caíram do céu… pelo contrário… e acho que ele começou a se perceber, a tomar consciência de que a trajetória que ele vinha trilhando não era bacana quando ele se aproximou do Filipinho e da Rosemere — Josafá filho e Malu Mader. Quando ele começou a ter bons exemplos dentro de casa, quando ele viu o que era uma relação de amor entre “mãe e filho”, o que era ter um amigo de verdade… o que era uma pessoa que corre atrás dos próprios sonhos… tudo isso foi acontecendo ao longo da trama, não foi uma coisa abrupta, “capítulo 19 de um jeito, 21 de outro”. Foi sendo construído…
 

Felipe Lima - Foto de Sergio Santoian. 

IS – Bullying, uma triste situação muito presente nos dias de hoje! O Xande praticou bullying, e agressivo, no início da trama. Como você enxerga essa questão que aflige muito mais as escolas e a humanidade? 

FLAcho que esse tema vem sendo muito discutido nos dias de hoje e acho essa discussão de extrema importância. No meu tempo de colégio as coisas eram diferentes. Existia o “bullying”, mas as coisas eram tratadas de uma forma diferente… parece que ninguém tomava partido. As coisas eram tratadas como “zoação de moleques”, “brincadeira de criança”, e ficava por isso mesmo. Estamos vivendo um momento — e essa mudança de pensamento vem acontecendo aos poucos — onde não é mais aceitável a discriminação, seja ela qual for. Não é “politicamente correto” o preconceito de cunho social, racial, físico ou sexual. Os responsáveis pela educação, sejam os pais ou os professores, precisam intervir sempre que necessário. As diferenças existem. Ninguém é igual a ninguém e ninguém precisa ser igual a ninguém para ser respeitado, para ter sua dignidade no ambiente escolar, no ambiente social ou de trabalho. É uma questão de educação, de princípios… e, infelizmente, nem sempre temos bons exemplos em casa, como no caso do Xande.FL - Foto de Robert Schwenck.


IS – Conta a verdade pra galera, que quer saber. A relação final do Xande com o Filipinho chegou a surpreender você ou não? 

FLNão. Desde o início da novela eu já sabia que a trama poderia enveredar por esse caminho. Particularmente, acho a relação deles muito bonita, singular, é totalmente baseada em um tipo de afeto muito raro nos dias de hoje: verdadeiro, puro, desinteressado. Eles são mais do que amigos, são quase como "irmãos", apesar de não serem da mesma família. E acho que esse tipo de afeto cativa, conquista. Então, apesar do Xande não ser gay, nunca ter se interessado por homens, a relação que ele construiu com o Filipinho ao longo da trama poderia passar por esse viés… Sem dúvida, estamos falando de uma relação de amor… sem rótulos.
 

IS – Do seu ponto de vista, com exatidão, o texto da autora Maria Adelaide Amaral, bem como o do Vincent Villari é…? 

FLÁgil, divertido, irônico, cheio de camadas… enfim, sensacional. Eu ficava ansioso para chegarem os capítulos novos para poder ler, acompanhar não só o meu personagem, mas os outros também… me divertia muito. Li os 160 capítulos, sabia da trama de todos os personagens. Ficava conversando com eles na minha cabeça. Foi um prazer enorme fazer parte dessa novela, poder contar essa história.
 

IS – A galera quer saber, Felipe.

Qual era o clima nas gravações de Sangue bom

FLO clima era excelente. O Dennis Carvalho, nosso diretor de núcleo, tem esse talento. De conseguir reunir em uma produção não só bons atores, bons profissionais, mas também pessoas “do bem”, gente divertida, altoastral… É um privilégio trabalhar nesse clima. Todos, sem exceção, desde os câmeras aos figurinistas, aos camareiros,  aos assistentes de produção, à direção,aos atores, aos diretores. Era tudo muito divertido.


CONTINUAMOS,
AGORA,
COM O
MULTIARTISTA…

 

Felipe Lima - Foto de Mário Canivello. 
IS – Você se formou em Publicidade e Propaganda pela PUC carioca, estudou canto e dança contemporânea, fala três idiomas… No entanto, atuar é mesmo a sua praia? Apenas atuar?

FLOlha, sou uma pessoa um pouco complexa. Não gosto de pensar que a minha vida se resume apenas a atuar — até porque hoje em dia, para estar de forma plena na profissão, a gente tem que fazer de tudo um pouco. Tenho um lado captador, um lado produtor — produzo meus próprios espetáculos —, um lado que gosta de atuar, outro que pensa em dirigir… mas aprendi com o tempo que não podemos abraçar o mundo com as pernas… que é preciso ter foco — mesmo que dentro desse foco a gente acabe englobando algumas outras coisas. Então, atualmente, posso dizer que meu foco está 100% em atuar, mas não posso falar sobre o “amanhã”, sobre o ano que vem, ou se vai continuar sendo assim em dois, três, cinco anos. Penso que certas coisas na vida não dependem somente da nossa vontade e que faz parte de saber viver entender o movimento da vida, o que ela te apresenta, para onde ela está querendo te levar… seguir o fluxo.

Felipe Lima - Foto Ricardo Penna.
IS – Parece-me que o Felipe Lima estreia duas peças no primeiro semestre de 2014. É? 

FLEntão, parte desse meu lado de empreendedor, de artista. Estreio dia 25 de janeiro, no CCBB do Rio de Janeiro, uma peça infantil, a minha primeira peça infantil, chamada “Fonchito e a Lua”. “Fonchito e a Lua” é o único livro infantil escrito pelo Mario Vargas Lhosa, ganhador do Prêmio Nobel da literatura em 2010. Fala sobre o primeiro amor de um menino, é uma história linda. Pedro Brício, ator e dramaturgo carioca, ganhador do prêmio Shell, vai adaptar, Daniel Herz vai dirigir e ainda teremos o estilista Ronaldo Fraga à frente do cenário e do figurino e o grupo mineiro Uakti — responsável pela trilha sonora do filme “Ensaio sobre a cegueira”, do diretor Fernando Meirelles — compondo a nossa trilha sonora original. Após a estreia no Rio de Janeiro, emendamos temporada em Belo Horizonte e Brasília. Em março, estreio uma peça adulta chamada “Cock”, do inglês Mike Bartlett. Trata-se de um texto premiadíssimo — ganhou o Oliver em 2010 — que eu vi na Broadway ano passado e comprei os direitos para montar no Brasil. A direção vai ser da Inez Vianna e após a estreia no Rio de Janeiro, temporada de três meses, também vamos rodar o Brasil com ela… fazer São Paulo, Sul, Norte, Nordeste…  Vale a pena conferir.
 

IS – Um personagem que ainda não fez e gostaria de fazer! 

FLAdoraria trabalhar um lado menos solar, mais sombrio e fazer um tipo de “serial killer”, um “psicopata”.
 

IS – Quais as cantadas mais atrevidas que já levou? Duas: uma de mulher, outra de homem — se houve uma de homem… 

FLNão sou muito de levar cantadas… (Risos.) Não saberia te falar de uma ou duas em específico… geralmente, tomo frente da situação, acho que talvez seja por isso. Quando me interesso por alguma mulher, sou direto. Gosto do jogo da sedução, mas não tenho tempo nem paciência para joguinhos… já passei da idade.
 

SERÁ QUE ELE
É CHEGADO A UM
TOQUE DE VAIDADE?

HUM… VAMOS SABER.

 

Felipe Lima - Foto  de Robert Schwenck. 

IS – Você se acha um homem vaidoso? 

FLCreio que seria um “vaidoso na medida”. Seria mentira se dissesse que não sou… me cuido, sei da importância de estar sempre bem na minha profissão, pois lidamos com a nossa imagem o tempo todo. Gosto de malhar, de lutar Muay Thay, de comer comidas saudáveis… mas não deixo de ir à praia para “cuidar da pele”, nem deixo de beber uma cerveja com os amigos no final de semana. Sou um cara normal.

Felipe Lima - close - Foto de Robert Schwenck.
IS – Como é sua relação com os admiradores do seu trabalho? 

FL Varia. Quem não gosta de ser elogiado? De ser notado? Acho que o perigo começa a vir quando as pessoas começam a cobrar coisas de você. Como eu disse, sou uma pessoa normal… e como pessoa normal, acordo de mau-humor às vezes, tem dias que não quero ficar quieto na minha e passar despercebido, como tem dias que nada me tira do sério. Penso que todos nós, artistas ou não, devemos exercer a educação e a gentileza. Aquela velha história que a melhor forma de responder aos outros é com um sorriso no rosto, sabe? Pois todo mundo gosta de ser bem tratado, todo mundo gosta de atenção. Creio que, por eu ser artista, isso se evidencie ainda mais… Trabalhamos com o público, “precisamos” tanto dele quanto eles “precisam”… Não existe peça sem plateia, concorda? Mas, ao mesmo tempo, é uma relação que exige um respeito de ambas as partes. Não é porque somos artistas que estamos em “outra categoria de humanidade”, sabe? Quando existe o respeito e o diálogo sincero, fica então tudo certo.
 

IS – Instante Bate-bola! Seu(s) programa(s) de televisão! 

FLAtualmente sou viciado em “Revenge”, o seriado americano exibido pela Sony.
 

IS – Ator e atriz favoritos? 

FLDaniel Day-Lewis e Juliane Moore.
 

IS – Autor(a) de novela! 

FLJoão Emmanuel Carneiro.
 

IS – Um filme marcante na sua vida! 

FL – “Ghost”. Foi o primeiro que me lembro de ter visto no cinema.
 

IS – Escritor e um livro de cabeceira? 

FL“O mundo pós-aniversário”. Lionel Shriver.
 

IS – Cantor(a) e música? 

FL“Walk on” — U2.

Ator Felipe Lima - Foto de Robert Schwenck.
IS – Comida predileta! 

FLFeijoada.
 

IS – Superstição…? 

FLSempre que vou a Salvador, passo na igreja do Bonfim.
 

IS – Seu estilo na moda? 

FLCasual, gosto de roupas confortáveis. Calça jeans e camiseta — preta ou branca — e tênis.
 

IS – Uma emoção inesquecível! 

FLPular de paraquedas.
 

IS – Do que gosta nas horas de lazer? 

FLIr ao cinema/teatro e jantar. Experimentar comidas e ir a restaurantes diferentes.
 

IS – Sua cor preferida é…? E o seu perfume…? 

FLVermelho. Chanel blue.
 

IS – O que significam pra você… 

FL…Deus: Uma “energia”. 
Amor: O que move o mundo. 
Educação: Uma necessidade. 
Amizade: A melhor coisa da vida. 
Sexo: A segunda melhor coisa da vida. 
Inveja: Perda de tempo. 
Mentira: Uma forma de distorcer a realidade. 
Religião: “Fazer o bem sem olhar a quem”. 
Desejo: Ter uma família grande. 
Realização: Ser feliz. Independente de “onde, como, quando e com quem”.
 

IS – Como se define, enfim, o Felipe Lima? 

FLNão saberia me definir, acho que sou uma coleção de coisas que às vezes faz sentido, às vezes não… Como já dizia Clarisse Lispector, “quem define, limita”.
 

IS – Finalmente, nossa “imposição” de praxe. Uma mensagem super do Bem aos seus fãs! 

FLObrigado. Obrigado de coração por todo o carinho de vocês comigo, com o meu trabalho, nessa jornada que foi “Sangue Bom”. 2014 promete… e conto com a torcida de todos vocês! Vamos juntos!
 

Fotos: Robert Schwenck, Sergio Santoian, Mário Canivello e Ricardo Penna
          (Gentilmente cedidas por Felipe Lima)

Izan Sant

Izan Sant

Um autor super do Bem.

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Glória Valcácer - Msg do Mês de outrubro - 2018

VOCÊ AQUI

Camila Duarte - Foto de Bem de outubro - 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Calcanhotto (cantora)
  • Adrielly Henry (atriz – Recife/PE)
  • Alcina Nascimento (educadora – Igarassu/PE)
  • Ângelo Santoro (coreóg., superv./vendas – Recife)
  • César Santos (chef de cozinha – Olinda)
  • Cláudia Abreu (atriz)
  • Cléo Pires (atriz)
  • Cynthia Nunes (estudante – Recife)
  • Danilo Rojas (bailarino – Recife)
  • Dayse Figueiredo (empresária, Lulu Bijoux – RJ)
  • Eletana Targino (coord. da LFG – Alta Floresta/MT)
  • Fabinho Seven (prop. Infohouse – Recife)
  • Fagner (cantor)
  • Fellipe Maia (Cofundador Berlim Digital – Recife)
  • Fernanda Montenegro (atriz)
  • Fiuk (ator e cantor)
  • Flávio Leimig (modelo e ator – Recife)
  • Gabriela Castello Buarque (universitária – Recife)
  • Gil Ayres (universitário, UFPE – Recife)
  • Glória Menezes (atriz)
  • Ilka Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Izabella Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Josy Ventura (administradora, atriz – Recife)
  • Kayky Brito (ator)
  • Manuela Sena (administradora – Recife)
  • Marcella Muniz (atriz)
  • Marcello Picchi (ator)
  • Marisa Orth (atriz)
  • Miguel Falabella (ator)
  • Miguel Teixeira (produtor cultural – Recife)
  • Najla Rocha Leite (gestora adjunta – Olinda)
  • Nasaré Azevedo (profa.: Filosofia – Bezerros/PE)
  • Pascoal Filizola (ator e arte-educador – Recife)
  • Pelé (ex-jogador / Rei do Futebol)
  • Pitty (cantora)
  • Priscila Camargo (atriz e contadora de histórias)
  • Rafael Cabral (jornalista e sanitarista – Olinda)
  • Rodrigo Faro (ator, cantor e apresentador/TV)
  • Sérgio Xavier (emp. Grupo inovsi – Recife)
  • Sinho Mello (cantor/educador físico – Recife)
  • Tássio Rennalli (advogado – Recife)
  • Thais Caseli (oper.: Direirto/concurseira – Recife)
  • Tofalini (cantor/compositor – Cambé/PR)
  • Vicktor Lira (booker/modelo/ator – Banguecoque)

Eventos

  • 19. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 20. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 21. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 18h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 26. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 27. Em Recife/PE: Happy Holi – 14h – R$ 55 (pista) / R$ 85 (backstage) à venda site e app Bilheteria Digital – Área externa Centro de Convenções de Pernambuco / Complexo Salgadinho, S/N
  • 27. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana

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