Naquela velha estação…

Por Wilton Carvalho

Recentemente o Recife recebeu um grande golpe em seu patrimônio histórico. Um carro desgovernado atingiu em cheio a antiga e nostálgica estação, destruindo-a quase que totalmente, ficando de pé apenas parte da estrutura metálica construída em 1865.
Estação Ponte D'Uchoa.
ESTAÇÃO PONTE D'UCHÔA

A estação era parada do trem chamado Maxambomba, expressão que veio de “Machine Pump”, do inglês e que se popularizou aqui no Recife em meados do Século XIX até início do Século XX.

Após servir de estação para o Maxambomba, foi a vez dos bondes, que substituíram o trenzinho e que passaram também a utilizar a estação. Foram-se os bondes, chegaram os ônibus, que até hoje utilizam a estação como parada e que servem a milhares de passageiros.

Praticamente, a história do transporte coletivo se confunde com a Estação Ponte D'Uchôa dia após dia, ano após ano, década após década, a estação sempre esteve presente na vida do recifense que precisava utilizar o transporte naquele local, dando a sensação de nostalgia, até por aqueles que não alcançaram o trenzinho ou os bondes.

Esta é nossa homenagem para quem espera o ônibus hoje, para quem esperava os bondes e o trenzinho naquela estação e que esperamos que seja reconstruída igual como sempre foi, um dos principais patrimônios históricos do Recife.

(Wilton Carvalho)
 

“A localidade, que no passado já foi chamada de Sítio Guardez, atualmente recebe o nome de Ponte D’Uchôa, e era um caminho estreito e sinuoso, de propriedade do capitão Henrique Martins, que servia de acesso aos engenhos de Casa Forte, Monteiro, Apipucos e, por último, Dois Irmãos. Partia do extremo oeste da Boa Vista, situando-se à margem esquerda do Rio Capibaribe.

A expressão Ponte D’Uchôa era o apelido de um capitão que, no século XVII, foi senhor de engenho da Torre. Ele se chamava Antônio Borges Uchoa e havia lutado contra os holandeses.

Conta a história que Antônio decide construir uma ponte, próxima à foz do rio Parnamirim, com o objetivo de poder visitar  familiares de sua esposa, que residiam na margem oposta do Capibaribe. A partir daí, colocaram-lhe o apelido de Ponte do Uchôa. Isso ocorreu depois de 1654, época em que Antônio tomou posse do Engenho da Torre.

A estação, construída naquele local, recebe o mesmo nome da localidade, passando a ser conhecida por Estação Ponte D'Uchôa.”
 

. Fonte: Semira Adler Vainsencher (Pesquisadora da FUNDAJ
. Wilton Carvalho é administrador do Recife de Antigamente.
 

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