Totalmente Priscila Camargo


Priscila, uma das atrizes mais apaixonantes que nosso país acolhe, sentiu o gosto pela arte de interpretar no colégio, através dos exercícios de uma professora. Sentiu, começou a fazer teatro e não parou mais.
Priscila Camargo.

Em casamento de amigos (Foto: André Pinnola)


Na novela Sonho Meu, que fez 25 anos de estreia em setembro, a nossa Camargo deu vida à simpática Polaca, dona do bar da Rua das Flores, em Curitiba, onde todos os acontecimentos da história eram discutidos.

Vamos comemorar totalmente com Priscila os 25 anos desse sucesso e, também, o aniversário da atriz, aos 13 de outubro, conversando sobre a sua carreira e as vidas que ela já teve na ficção.
Teatro. "Contos da Terra dos Mil Povos".


ESPECIAL ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Dona Helena, ex-mestra sua, teve uma participação essencial na sua decisão de virar atriz. Como aconteceu isso, Priscila?
PRISCILA CAMARGO – Foi no ginásio, no Colégio Fernão Dias Paes, em São Paulo. Ela era professora de Português, e propunha peças de literatura teatralizadas. Fizemos sucesso com o Poema “Juca Pirama”, de Gonçalves Dias. Dali despertou em mim a vontade de ser atriz, que só se concretizou uns anos mais tarde. Mas esse foi o primeiro passo.
Família. Aniversário com os pais.

Aniversário da atriz, com os pais Antônio e Tereza
 

IS – Na TV Globo, você estreou no programa humorístico Planeta dos Homens, em seguida veio o Viva o Gordo, então, por causa dessas experiências iniciais em comédia, você lida mais facilmente com o humor? Ou não, é com o drama? 
PC – Tenho jeito com a comédia. Sou bem engraçada (Risos.). Mas acho que prefiro os dramas. Tenho natureza dramática e me realizo mais vivenciando emoções verdadeiras, e quanto mais dramáticas, melhor!
Humor. "Planeta dos Homens".

Com Stênio Garcia no Planeta dos Homens (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Antes das próximas perguntas, os 25 anos de Sonho Meu! O que representaram você ter estado nessa lindíssima história e ter vivido a Polaca?
PC – Foi muito bacana. A novela era ótima e eu era dona de um Bar mesmo, onde eu também cantava. Tive a chance de cantar músicas de Guilherme Arantes e Ivan Lins. Um luxo! E ali também recebi um presente do autor, que aproveitou o meu casamento com o ator Carlos Alberto, e nos fez namorados no final da novela. Mas antes teve que recuperá-lo, porque ele era “do mal”! Foi muito bom e acabou ficando um registro dessa relação.
Novela Sonho Meu.

Com Elias Gleizer, em Sonho Meu (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Você é muito experiente. Nessa novela, como foi atuar com a pequena Carolina Pavanelli (6 anos), da nova geração de atrizes de 1993? E outra: você gostaria que Sonho Meu fosse reprisada?  
PC – A Carolina era muito talentosa e profissional. Foi um prazer trabalhar com ela. E era muito doce. E “Sonho Meu”, reprisada? Claro que sim! Puxa, seria uma alegria! A novela era linda! E muitos amigos já não estão mais aqui. Seria muito bom rever esse momento.
Com amigas de "A Lei do Amor".

Em A Lei do Amor, com a Diretora Natália Warth, Mila Moreira e Camila Morgado
 

IS – Vamos fazer um passeio por suas personagens em algumas novelas. Quem eram elas e como você as via. A Otávia Prado, de Ciranda de Pedra, em 1981?
PC – Foi a melhor e mais rica personagem que fiz em televisão. Cheia de nuances. Ela era má e boa, ao mesmo tempo. Era sensual e livre! Fazia o que queria, enfrentava o pai e a sociedade. Ela era demais! Foi um presente para mim.
Novela. "Ciranda de Pedra".

Em Ciranda de Pedra, com Eva Wilma, Lucélia Santos, Edson Celulari e Sílvia Salgado (Foto: Arquivo PC)
 

IS – A Mirtô, de Final Feliz, no ano seguinte à Ciranda de Pedra, e a Alice, de Direito de Amar (1986)?
PC – Já a Mirtô era presa, tímida, com baixa estima, reprimida. Mas, aos poucos, ela foi crescendo. E acabou aprendendo a lidar com a enteada, que fazia dela “gato-e-sapato”! Fiz sucesso nessa novela. Com o marido Adriano Reis e a filha, linda atriz, Ana Magdalena, que hoje é também cantora. "Direito de Amar" foi marcante na minha vida. Novela também de época, que adoro!!! Ela era repressora das irmãs e dela mesma. Até que se apaixonou pelo Rômulo Arantes!  Mas, como tinha um segredo do passado, que vai revelar nessa paixão, sofre muito, até ser compreendida pelo amor. Claro, era 1900. Momento difícil e de muito preconceito. Mas ela tem um final feliz. Nessa novela, no meio dela, sofri um acidente de carro importante e quase morri. Esse acidente mudou a minha vida e, indiretamente me abriu portas, e me fez tornar uma “Contadora de Histórias”!
Novela "Direito de Amar".

Direito de Amar, com Rômulo Arantes. (Fotos: Arquivo PC)
 

IS – E sobre a Yolanda, de Quem É Você? (1996) e a Dora, de Paraíso Tropical (2007)?
PC – A Yolanda era uma mulher fútil e aparentemente despreocupada. Mas, a partir de descobrir a traição do marido, ela se reinventa e se torna uma pessoa útil para si mesma e para todos. Foi bacana viver esse processo e tive oportunidade de fazer lindas cenas, bem dramáticas! Adorei fazer! A Dora foi uma Participação. Uma Mãe que chega para resolver problemas com os filhos. Seria só dois ou três capítulos, mas acabei ficando 10! Foi minha primeira novela das nove!
Novela. "Paraíso Tropical".

Novela Paraíso Tropical (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Três novelas da Maria Adelaide Amaral no seu currículo! Você interpretou a Valdete em Tititi (2010), a Nancy em Sangue Bom (2013) e a Suely em A Lei do Amor (2016). Sobre elas…?
PC – A Valdete foi uma surpresa e um presente da Maria Adelaide. Ela me proporcionou voltar às novelas após onze anos de ausência. Foi muito legal esse retorno e o meu núcleo era maravilhoso: Murilo Benício, Regina Braga, Hilda Rebello e a Direção de Jorge Fernando. E reviver esse sucesso de público foi muito bom para nós! Foi um sucesso! A Nancy, de “Sangue Bom”, era a secretária competente, levemente apaixonada pelo patrão. Ela teve uma vida um pouco fora da trama principal, mas tive oportunidade de contracenar com grandes amigos, como Edwin Luisi e Marco Ricca. A Suely, de “A Lei do Amor”, foi especial porque proporcionou uma discussão sobre as drogas e suas consequências, mesmo não podendo aprofundar muito. Muitas cenas foram cortadas, porque realmente o tema não é nada agradável, mas muito real. Adorei trabalhar com a Cláudia Raia, que é uma grande pessoa e com o ator que fez o meu filho, que continuamos com uma relação carinhosa de mãe e filho até hoje, o Daniel Rocha. A novela foi um sucesso e o elenco todo era maravilhoso! Fora o texto da Maria Adelaide e do Vicent Villari e dos Colaboradores deles, como a Letícia Mey, Álvaro Ramos e a Direção da Denise Saraceni, primeira vez que trabalhei com ela e com a Nathália Grimberg. Foi muito bom!
Novela. "A Lei do Amor".

Escritório fictício. A Lei do Amor (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Que tal foi encarnar a Míriam, de A Vida da Gente, de 2012, e qual peça teatral mais realizou você?

PC – A Míriam foi uma Participação curta. Fiz a mãe da Bia Arantes, que era principiante e fazia uma vilãzinha que precisava de limites. Fui e consertei! Quanto ao Teatro, ele sempre me preenche mais do que a TV. As peças mais importantes que fiz foram: “A Resistência”, ‘A Volta Por Cima”, “Direita Volver”, “Intensa Magia’, e as minhas como Contadora de Histórias: “Caldeirão de Histórias”, ‘Histórias da Mãe África’, ‘Polegarina e Outras Histórias”, “Histórias de Medo”, para crianças, e “Boca a Boca – A Antiga Arte de Contar Histórias I e II’, e ‘Contos da Terra dos Mil Povos’, para adultos. Falar temas que estão me interessando, que me tocam, é o que mais me realiza. Histórias que tocam o coração e a alma das pessoas.


Teatro. "Histórias de Medo", Conto Sufi.

Histórias de Medo. Contando história para crianças.
 

IS – Quem é a Contadora de Histórias Priscila Camargo, com exatidão?
PC – Contar Histórias tem a ver com a minha alma. Com a minha necessidade de fazer algo a mais com a arte. Conto histórias de ensinamento. Lendas, mitos e histórias que falam ao coração e à alma das pessoas. É um trabalho também educativo, para curar e tocar a alma.


Teatro. "Conto de Enganar a Morte".

Histórias de Medo – Conto de enganar a Morte
 

IS – Uma frase marcante sobre os Direitos Humanos!
PC – Gostaria que não precisássemos falar tanto em Direitos Humanos! Gostaria que os homens estivessem mais evoluídos e mais respeitosos dos seus iguais.

IS – Você é uma mulher extremamente bonita. É bastante vaidosa?
PC – Agradeço o seu elogio. Acho que sou um pouco vaidosa, sim. Mas localizo isso como “ossos do ofício”, algo que temos que ser, pela natureza da profissão. Acho também que já fui mais. A idade vai nos dando uma permissão que acho muito boa. Sou o que sou. Mas gosto de parecer bem, e me cuido também. E não tenho intenção de fazer plástica.
Aniversário. Amigos.

Aniversário: amigos, colegas da Arte. (Arquivo PC)
 

IS – Na encantadora arte da atuação, quais foram suas maiores inspirações?
PC – São muitas. Desde Fernanda Montenegro, Eva Vilma, Antônio Fagundes, Eva Todor, Marco Nanini, Marília Pera, Nathália Timbergmuitos! E ainda Ingrid Bergman, Mary Streep, Deborah Kerr, Shirley Maclaine, Juliette Binoche, Jeanne Moreau. Marcelo Mastroiani, o maravilhoso Antony Quinn e Marlon Brando! Adoro os filmes antigos.
Priscila Camargo. Aniversário.

Aniversário com Regina Braga. Tititi (Arquivo PC)
 

IS – Quem é a Priscila Camargo, mesmo?
PC – Me considero uma buscadora. Estou sempre em busca de me conhecer e aprender. Fiz a faculdade de teatro, no ano passado, após 41 anos de profissão. E agora estou fazendo Pós-Graduação em Direção Teatral. Estou sempre em busca de uma nova linda história, para incluir em meus espetáculos. Estou também em busca do amor e prezo muito as amizades. Família e amigos são o melhor da vida. Peço bênçãos Divinas para continuar a realizar o meu trabalho e ter uma vida digna e feliz, fazendo felizes as pessoas que se aproximam de mim.
Priscila Camargo. Com amigos

ANO DO BRASIL EM PORTUGAL – Teatro do Bairro Alto (Arquivo PC)
 

IS – Priscila, foi um prazer entrevistá-la, você é uma profissional nota 1.000! Obrigado. Mas agora, fechando com chave de ouro, uma mensagem super do Bem aos seus fãs e aos nossos leitores!
PC – Eu é que agradeço a sua atenção e interesse. Penso que devemos sempre seguir nossos sonhos e não desistir nunca! Pode demorar um pouco, porque o tempo de Deus é outro, mas sempre acontece!
Atriz Priscila Camargo.

Priscila em fotos de André Pinnola
 

Site PRISCILA CAMARGO, CLIQUE.

No YouTube você encontra o
“Programa Priscila Camargo Conta” AQUI.
Inscreva-se no Canal, ative o sininho, comente.

“Priscila Camargo Conta para Crianças”
você vê AQUI.

(São 14 programas contando histórias para adultos
e crianças, e logo a atriz retornará com novos vídeos!)

Izan Sant

Izan Sant

Um autor super do Bem.

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Você Aqui - novembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Birolli (atriz)
  • Alcione (cantora e sambista)
  • Alline Sarmento (advogada – Recife/PE)
  • Ana Paula Padrão (jornalista)
  • Angélica (cantora, apresentadora e atriz)
  • Antonia Guedes (técn. em Óptica, Igarassu/PE)
  • Conceição Teles (educadora: Ens. Médio – Olinda)
  • Deborah Secco (atriz)
  • Duca Rachid (novelista e dramaturga)
  • Emília Marques (atriz – Recife/São Paulo)
  • Fátima Sequeira (psicóloga, Rio de Janeiro)
  • Felipe Lima (ator)
  • Flávio Marcone (jorn./cineg./fotógrafo – Recife)
  • Francisco Cuoco (ator)
  • Gustavo Reiz (escritor e novelista)
  • Herson Capri (ator)
  • Iralvânia Nóbrega (pedagoga – Igarassu)
  • Jack Raf (estud.: Artes Cênicas, UFPE – Recife)
  • Jesiane Rocha (jornalista – Caruaru)
  • Jessany Sany (de 2o. grau completo – Recife)
  • Juan Lima (poeta e publicitário – Recife)
  • Lázaro Ramos (ator)
  • Luciana Mariano (prop. Lu Mariano Produções Ltda)
  • Luís Távora (ator – Recife)
  • Luiz Henrique Peixôto (prof./Informática – Paulista)
  • Marcus Vinitius (divulgador de eventos – Recife)
  • Marieta Severo (atriz)
  • Mônica Moraes (jornalista)
  • Natália Marinho (INNAM – Igarassu)
  • Natt Souza (atriz – Recife)
  • Rauani Castro (atriz e produtora – Recife)
  • Reynaldo Gianecchini (ator)
  • Thaís Araújo (atriz)
  • Thiago Fragoso (ator)
  • Thiago Nolasco (drag queen – Recife)
  • Thiago Pimenta (repres. comercial)
  • Tonny Vaz (cantor – Recife)
  • Vera Fischer (atriz)
  • Victor Gondim (modelo – Brasil/Pequim)
  • Will Tom (ator e theater – Rio de Janeiro)

Eventos

  • 02. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579
  • 03. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 04. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, 18 personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 07. No Rio de Janeiro/RJ: estreia da peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 08. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea – Rio de Janeiro
  • 09. Em Olinda/PE: Toquinho e Demônios da Garoa apresentam De Vinicius a Adoniran – 21h30 – Plateia Especial: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Plateia: R$ 164 (inteira) e R$ 82 (meia), Balcão: R$ 144 (inteira) e R$ 72 (meia) – Vendas: Bilheteria do teatro, lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br. Teatro Guararapes / Centro de Convenções
  • 09. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 10. Em Recife/PE: Daniel Boaventura, dias 9 e 10 – 21h – Plateia Baixa Lateral: R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia), Plateia Alta: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia), Balcão Nobre: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia), Especial | Plateia Baixa Central: R$ 200 (preço único, com direito a CD DVD autografado e foto com o artista – Teatro RioMar / Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping
  • 14. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 15. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 16. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 22. Em Cabo de Santo Agostinho/PE: “Frenesi”, peça teatral com Priscila Cardoso, Atriz Premiada em Recife pelo EmCena PE – 19h – Auditório Luiz Lacerda (ao lado da escola-modelo Antônio Benedito da Rocha) / Rua Linha, 72-132, Garapu
  • 30. Em Olinda/PE: Simone encontra Ivan Lins – 21h30 – Plateia Especial: R$ 244 (inteira) e R$ 122 (meia), Plateia: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Balcão: R$ 154 (inteira) e R$ 77 (meia) – Teatro Guararapes / Centro de Convenções

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