Cinema

Ser atriz é ser disciplinada


Josy Ventura. Foto By Mineia Otsuka.
Não é ter apenas disciplina.

Que o diga a atriz que possui as corretas características dessa profissional:

JOSY VENTURA, que, atualmente, além de outros trabalhos, faz uma Participação Especial na série cômica para Internet Vem Namorar Comigo. Nesta, a sua personagem é a ousada Malu (Maria Lúcia), filha de portugueses da encantadora LISBOA; no entanto, por ter vindo bastante miúda para o Brasil, a gaja habituou-se a falar o português brasileiro, embora ame a língua portuguesa europeia. (O link para a fan page da série você encontrará ao final deste post.).

Uma paulista admirada por muitos no cenário recifense, Josy, por seu brilhantismo quando está em cena, é a razão desta matéria da nossa nova Série

PE/Brasil: Artistas com A Maiúsculo.

Também formada em Marketing, a jovem — que esteve a ensolarar o elenco do filme A Vida em Uma Viagem, com roteiro e direção de Tauana Uchôa — tem, no palco ou diante das câmeras, uma postura inquestionável no sentido da perfeição.

Uma atriz total: canta, dança e interpreta. 

As características das quais falamos que Ventura contém?

Vamos a algumas delas com uma

GALERIA DE FOTOS
PESSOAIS E PROFISSIONAIS DA ARTISTA
.

 

Uma boa atriz é apta.
Para passar emoção, fantasia e informação ao público.
(Aqui, Ventura no filme "A Vida em Uma Viagem".)
Josy Ventura. Filme "A Vida em Uma Viagem".
 

Atenciosa.
Ao texto, às instruções do diretor.
Josy Ventura. Confeitaria Colombo - Rio de Janeiro.

 

Criativa.
Saber criar é essencial quando a personagem, no papel, não está crível.
Josy Ventura. Praiana, natural.

 

Compreensiva.
Com todos da equipe. Com um colega de trabalho que esteja atuando com dificuldade.
(Nesta imagem, vemos a atriz no centro.)
Josy Ventura. Em musical.
 

Paciente.
Porque a profissão lhe cobra mesmo isso.
Josy Ventura. Em viagem.
 

Humilde.
Pois ser arrogante, isto só na hora de viver uma personagem que seja assim.
Josy Ventura. Peça A Última Volta do Ponteiro.

 

Ainda apresentadora, a atriz atuou na peça teatral A Última Volta do Ponteiro, no filme Os Confundidos, do diretor Adriano Portela, baseado na obra homônima do escritor Osman Lins, além de estar presente em espetáculos musicais da Lalu Academia de Artes, do bairro nobre de Boa Viagem, Recife.
Josy Ventura. Em evento Fliporto.


Josy Ventura. Vaticano.
Esta moça, assim como o tempo, 
não para, é a personificação do talento
e da força.
 

Veja-a na página da série, do 
roteirista Izan Sant, clicando em:
VEM NAMORAR COMIGO.

 

Autores e diretores,
fiquem atentos a ela!

 

Fotos:
Aquivo Pessoal da Artista
e Mineia Otsuka.

 

Para vê-la como apresentadora,
clique AQUI.

Quer vê-la atuando?
Vá a este

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Curta-metragem “O Último Dia”


Alunos competentes de um 1o. ano B de Petrolina/PE se reuniram e produziram este filme que está imperdível, gente.

É nossa mais nova dica de cinema pra você, não perca a estreia, que será nesse dia 21 de outubro, às 8 horas, no Cinemark Jua Garden Shopping, de Juazeiro.

Segue uma palhinha (Reprodução: Instagram)

O Último Dia - Curta-metragem.

 

A história.

Não esqueça, compareça, vai valer a pena! Divulgue.

- Indicação (para este post) da atriz e apresentadora JOSY VENTURA.

 

O Instagram do filme O Último Dia, desta turma vitoriosa, está logo

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Taylor Lautner no Brasil – Flashback Especial


O intérprete do sedutor Jacob da SAGA CREPÚSCULO realmente usou e abusou da sua graça natural com os fãs quando esteve aqui no Brasil há 5 anos, divulgando AMANHECER 2. Acenou aos paparazzi, deu autógrafos, enfim… curtiu nosso país verde e amarelo. Através de TAYLOR, homenageamos mesmo todos os que apagam velinhas neste mês, sejam seus fãs ou não, nossos leitores ou não!

Taylor Lautner no Brasil.

 LAUTNER em gostoso momento com os fãs. (Foto cedida por: DANI MARA.)
 

Um pensamento demais de Taylor Lautner, confira…

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Três bons filmes pra você!

Nossas breves dicas de telão in house

Cinema. Escolha entre esses três bons filmes.


Um momento em casa, sem querer ficar nas redes sociais, ansiando por um filme, pede um que seja realmente bom.

Eu, particularmente, acho esse momento ideal pra assistir à ótima comédia Maria 38, chanchada em preto e branco de 1959, encabeçada por Eliana Macedo, John Herbert e Zilka Salaberry. Maria (Eliana), é chamada assim, 38, por andar com um revólver escondido. Lado bom: a vigarista se regenera graças à afeição que passa a ter por um garoto rico e rebelde, de 7 anos, de quem se torna a babá.
 

Prefere um filme de dinossauros?

Os efeitos visuais deste, por causa da época de gravação, claro que não são lá essas coisas É, mas A Terra Que o Mundo Esqueceu (aventura/ficção) é gostosinho de ver. Isto pela trama, a fotografia e as atuações impecáveis de Doug McClure, Susan Penhaligon, John McEnery, entre outros. A produção é de 1975.
 

Mas você está à procura é de emoção acentuada?

Recomendo um drama de Natal mesmo a gente estando fora da época, porque ele vai tocar fundo no seu coração: Anjo de Vidro, de 2004, com Penélope Cruz, Susan Sarandon e os saudosos Paul Walker e Robin Williams. Mágico, profundo, comovente. Muita neve nas ruas de Nova Iorque e corações solitários em busca de uma razão pra viver.
 

Quer assistir agora a um desses filmes?

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Recife — Atriz Premiada sim, senhor


Nesse dia 15, domingo, Priscila Cardoso ganhou o Prêmio de Melhor Atriz, pelo filme Sem chão, do Curso EM CENA-PE.

Trata-se de uma jovem que, muito além da beleza, tem o dom de nos impressionar quando a vemos no palco ou na tela. Disciplina e concentração, na hora de atuar, são o seu forte.

Cinema. A atriz na pele de Thaísa.


O longa-metragem, que representou a prova de conclusão do Em Cena, foi rodado na Veneza Brasileira, contando com mais bons atores do cenário pernambucano: Ítalo Lima, Emília Marques Nemu Campos. Além de Nemu, são formandos do curso, os quais também participaram do filme: Carol Braz, Jonathas David, Adriana Martins, Jaque Santos, Tatiana Vergetti, Neto NunesTato Leal, Fernando Marques, Genilda Sabino, Hamilton Torres, Adson França, entre outros.

A personagem de Cardoso é a Thaísa, de 17 anos. Sobre esta adolescente — pouco antes de dar de cara com ela na telona — Priscila externou:

Cinema. Um momento de ação do longa.


Tatá para os íntimos. Até que enfim, né, garota? Chegou o dia em que vou te conhecer melhor. Foram meses te preparando, aprendendo, errando e acertando com você. Te agradeço por tudo, amei te sentir na pele, amei viver você. Te amei! Obrigada, minha querida ‘aborrecente’!”.

Já em relação ao Prêmio como Melhor Atriz, suas palavras, bem escolhidas, foram

Cinema. Ela com o Prêmio de Melhor Atriz.


“Junto com ele veio meu Certificado, com o qual realizo o primeiro passo de meu sonho profissional. Agradeço, primeiramente, a Deus; em segundo lugar, a todos que me apoiaram e me apoiam nesse caminho, que não é nada fácil, mas, ao mesmo tempo, é gratificante demais.”

Cinema. Uma cena de emoção à flor da pele.


Gratificante demais, também, pode ser mais o quê?

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Ele em “O Shaolin do Sertão”


“O ‘Shaolin do Sertão’ é um filme de época que se passa em Quixadá, interior cearense, feito com atores nordestinos com sotaque e gírias regionais, mas que acaba tendo um diálogo universal, atingindo todos os públicos”. (Fillipe Ramos)

Nova obra fictícia que conta com a participação do ator-dublê, nosso convidado por mais uma vez na
 

ENTREVISTA ESPECIAL.
 

IZAN SANT – Pinoia Filmes, a responsável pela equipe de dublês de O Shaolin do Sertão. Como veio o convite?

FILLIPE RAMOS Conheci o diretor Halder Gomes durante a divulgação do filme “Cine Holliúdy”. Na ocasião ele me falou sobre o projeto que tinha de gravar um filme de luta e que seria interessante nossa participação. Dois anos após essa conversa, recebi a ligação de uma das produtoras do filme, e finalmente o convite foi oficializado.
Cinema. Fillipe Ramos em preparação.


IS – A sua empresa, sabemos, é competentíssima no que faz. A que atribui essa qualificação?

FRPiegas ou não, ao amor! Amor sobretudo ao cinema e às artes marciais. Todos os integrantes da equipe possuem mais de 10 anos de experiência em lutas, incluindo mestres de diferentes estilos e campeões com diversos títulos regionais e até nacionais. Buscamos sempre atingir o nosso potencial máximo e evoluir cada vez mais.
Cinema. Esteja convidado a assistir O Shaolin do Sertão.


IS – Houve alguma cena que deu mais trabalho de realizar com os dublês? Ou não?

FREm uma das cenas fui arremessado para fora de um ringue pelo personagem Tora Pleura, interpretando por Fábio Goulart. Na verdade, fazer a cena foi muito simples, difícil foi a preparação antes dela, pois, acredite se quiser, tive que perder 15 quilos para ficar mais leve e mais fácil de ser levantado durante um bom período de tempo antes de ser arremessado. Mesmo sendo tanto esforço para uma cena tão pequena, me sinto orgulhoso e feliz em ter conseguido atingir meu objetivo e atender à necessidade do filme da melhor forma possível. Agradeço muito ao meu instrutor de boxe, BlackMu, que me ajudou a tornar isso possível, através de muito treino e dieta.
Cinema. Preparados para a gravação.


IS – A trama, dentro do seu contexto crítico artístico, pode ser chamada de…? Por quê?

FRNão é apenas mais um filme de comédia qualquer, é algo muito peculiar, um filme com identidade própria, totalmente diferente de tudo aquilo que já foi visto no cinema. E, além disso tudo, ainda pode ser um pontapé inicial para o cinema nacional de ação, o que me deixa muito feliz, mais feliz ainda em saber que participei disso tudo.
 

IS – Quais as maiores responsabilidades de ser ator e de ser dublê?

FRAs duas coisas exigem aperfeiçoamento contínuo. Você precisa estar em constante treinamento e evolução do ser, buscando sempre se expressar de forma honesta e transmitir isso.
Cinema. Satisfação dos dublês.


IS – As câmeras, na verdade, realizam você porque…?

FRA importância maior está em trabalharmos com aquilo que nos dá prazer. Muitas pessoas nos veem em cena, mas não imaginam o quão doloroso foi para chegar até ali. São mais de 15 anos, literalmente, lutando por isso, levando uma vida comparável a de um atleta, com muitas restrições e abdicações, com horas, dias, meses de dedicação absoluta em ensaios e treinos, dormindo e acordando pensando nos próximos passos do nosso trabalho. Estar diante das câmeras é o momento mais sagrado de todo processo, pois é onde mostraremos o resultado de tanto esforço. Nesse momento você treme, sente frio, acha que não vai dar certo, enfim… revive tudo aquilo que viveu em meses de ensaio, nos poucos segundos antes de escutar o “AÇÃO”. É angustiante, e, ao mesmo tempo, inigualável. Então, finalmente, você põe em prática tudo o que aprendeu com dedicação e força de vontade, mais ainda: compartilha o que tem em sua alma, a capacidade de fazer sonhar e acreditar que, nesta vida, a gente pode ser tudo que quiser.
Cinema. Equipe unida.


IS – O Shaolin do Sertão, com uma palavra?

Cinema. Instante de lazer.
FRÚnico.
 

IS – Tem algo que você ame mais que atuar?

FRAtuar lutando.
 

IS – Projetos futuros?

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Determinação plena


Assim que perguntei a ele sobre a sua personalidade, obtive como resposta: “Bem, sou de origem humilde, simplicidade é o que mais cativo. Sou uma pessoa que busca sempre minha paz interior e tento transmitir sempre energias positivas, alternativas, que emanem luz para que tudo o que eu possa fazer seja feito com a alma.”

Com vocês, VAL JÚNIOR, o parceiro de trabalho, no telão, da melhor intérprete de Gabriela — em meu ponto de vista e, indubitavelmente, de milhões de pessoas. Sim, a universal SÔNIA BRAGA, que, por mim, sempre merecerá todas as letras maiúsculas em seu nome.
Lazer. Viagem.


Ao nosso convite — e já agradecemos pela aceitação —, Val não economiza no discurso, que é, ao mesmo tempo, superprofissional e envolvente.
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Um resumo. Quem você é?

VAL JUNIORAriano que sou, aprendi a controlar a minha ansiedade; confesso que, às vezes, quero fazer tudo ao mesmo tempo, mas sei que devo conter esse meu ímpeto (Risos gostosos.). Sou um cara que sempre está buscando o novo, o novo sempre me interessa. È sempre um pouco complicado falar sobre quem sou na íntegra. Sou ator, tenho 36 anos de idade e amo o tudo que faço.
Cinema. Estilo faroeste.

 

IS – Quando iniciou sua carreira como ator?

VJ – Quando eu tinha 12 anos de idade. Nessa época eu estudava numa escola da rede pública estadual na cidade de Abreu e Lima; pra ser mais preciso, no bairro de Caetés I. E sempre aos sábados aconteciam eventos direcionados às artes locais, mas eu não tinha conhecimento, quando, num desses sábados, eu, andando pela avenida principal do bairro, fui praticamente hipnotizado pelas luzes do evento, então tive a curiosidade de ver o que ora estava lá acontecendo; foi quando me deparei pela primeira vez com o teatro e fui tomado por uma sensação que não consigo descrever, todo meu corpo tremia e, naquele instante, eu precisava fazer aquilo que os atores estavam fazendo, ou seja, atuar. Foi tudo muito mágico e fiquei até o fim, todos os espectadores já estavam saindo do recinto, mas eu continuava lá, parado, tímido, extasiado com tanta beleza artística que eu tinha descoberto no auge dos meus 12 anos. Então, dali pra frente foram anos mergulhados na busca pelo conhecimento da arte de atuar. Participei, inicialmente, do grupo de teatro popular “Boca no mundo”, foi onde me deparei com o teatro de rua, e foi paixão à primeira vista. Passei toda a minha adolescência fazendo teatro na rua. Foi uma experiência incrível.
O cuidado com a aparência.                   

IS – De todos os seus trabalhos no cinema, em qual mais se destacou? E por qual nutre um maior carinho?

VJForam vários trabalhos formidáveis e de grande valor sentimental pra mim, personagens fantásticos. Tive a honra de participar do filme “Sede”, do Marcelo Trigo, direção e preparação de elenco do mesmo e Jhonny Oliveira. Foi um dos trabalhos em que mais me destaquei e pude resgatar um pouco do que eu já vivi em cursos de teatro anos atrás, na busca interior pela construção da personagem. O filme encontra-se em finalização e, em breve, será lançado. Sou muito grato ao Jhonny Oliveira e Marcelo Trigo pelo convite. Sinto um enorme carinho de ter feito o Josemar, ao lado da maravilhosa Sônia Braga e do Humberto Carrão, no filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, além de ter conhecido pessoas fantásticas como os grandes atores Rubens Santos, Edilson Silva, Zora Coli, entre outros. Muito feliz em ter participado dessa grandiosa equipe e eternamente grato pelo carinho de Kleber Mendonça Filho.
Com colegas do longa Aquarius.


IS – Fale um pouco sobre sua atuação em Aquarius, do gênio KLEBER MENDONÇA FILHO, e o como foi contracenar com a estrela SÔNIA BRAGA.

Com a Diva Sônia Braga.
VJ – Nossa, quando eu soube que iria contracenar com Sônia, faltou-me o chão, pois sempre fui muito fã dela. A Sônia foi de uma simpatia fora do comum comigo, como pessoa e como colega de trabalho. Como atriz, não dá nem pra descrever o quão grande ela é. Muito atenciosa e, sobretudo, muito profissional, me recebeu de braços abertos e foi como se nós já nos conhecêssemos de longas datas, me deixou muito à vontade. Então eu pude, assim, dar vida ao Josemar, funcionário da construtora que tenta comprar o apartamento da dona Clara, Sônia Braga. O Josemar nutre uma certa admiração pela dona Clara, ao ponto de contar lhe sobre os mistérios e acontecimentos no condomínio Aquarius. Não posso dar mais detalhes sobre o filme, pois o mesmo ainda será lançado no próximo dia 01 de setembro. Então nos resta aguardar e comprovar essa história sensacional.
 

IS – O que mais o fascina na Sétima Arte?

VJO poder que o cinema tem de amplitude visual, do quão importante é estar preparado para o “Ação!”. Diferente do teatro, que passamos meses de preparação e ensaios para subir aos palcos, no cinema é preciso guardar as memórias emotivas e trazê-las à tona para executar de forma ímpar o personagem que lhe foi destinado. Tudo é muito mágico, desde a equipe técnica à produção em si. Me fascina ver o resultado e me desperta o olhar crítico na Sétima Arte.
 

IS – Você também canta. A música despontou de que maneira em sua vida?

VJ – Sim, gosto muito de cantar. Tive uma banda chamada M8, na qual tocávamos rock alternativo e nossa principal influência era a banda Red Hot chilli Peppers. Desde o final da minha adolescência que trilhei por esse caminho, passamos um bom tempo afastados, mas, aos poucos, estamos voltando ao rock, com o nome de Bella Piche. Muitos planos para 2017.
 

IS – De quais trabalhos sente mais saudade?

VJ – Sinceramente não sei responder, foram tantas emoções, tantas coisas boas que já vivi. È uma pergunta que não sei responder. Tudo foi feito com muito amor.
 

IS – Lê frequentemente? Algum livro, em especial, no momento? 

VJ – Gosto muito da literatura espírita. No momento não estou lendo nenhum livro. Mas gosto muito de me atualizar, existem muitos livros que ainda quero ler. Com fé, reservarei um tempo pra me dedicar à leitura. Amo ler.
Em primeiro plano.


IS – O que diria, como incentivo, às pessoas que estão à procura de um espaço no Cinema?

VJ – A jornada é árdua, focar sempre nos objetivos e nunca desistir dos seus sonhos, não espere por nada, corra atrás. Viver de arte no nosso país é como um jogo de xadrez. Então busque se alimentar de conhecimentos e relacionamentos que te impulsionem em direção ao seu objetivo.
 

IS – Um sonho de consumo.

VJPoder acordar, um dia, e ver que o nosso Brasil mudou pra melhor, que o governo seja justo com quem mais precisa ser acolhido. Que o mundo valorize mais o amor e que a caridade se transforme em um hábito. No mais, eu era louco pra conhecer a Turquia, então eu já realizei esse meu sonho. (Risos.)
Mais lazer e viagem.
IS – As mulheres o preferem com ou sem barba? O que acha disso?

VJ – Nossa, eu realmente não sei. Dependendo do dia me sinto bem com barba, outros fico bem sem ela. Acho que, no geral, há divergências de opiniões. Às vezes me transformo num camaleão.
Um dos sets de gravação.
IS – Você se considera vaidoso?

VJ – Sim, me preocupo bastante com a minha aparência, mas, acima de tudo, tento viver o mais saudável possível. Gosto de praticar esportes: jogging.
 

IS – Para qual ator / ou atriz brasileiro(a) você tira o chapéu?

VJ – É bem complexo definir pra qual ator ou atriz brasileiros eu tiro o meu chapéu, dentre um leque de opções de atores consagrados e maravilhosos que temos no nosso país. Mas deixo aqui minha paixão por Miguel Falabella e Mariza Orth.
Tudo pelo cinema.


IS – Deixe, agora, uma mensagem super do Bem aos que acompanham sua arte e, com certeza, o aplaudem de pé.

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Entrevista Especial: HEITOR DHALIA


Um dos mais extraordinários cineastas brasileiros, sem dúvida alguma

Heitor Dhalia
Recifense da gema e ex-aluno do Colégio Nóbrega, de Recife, HEITOR, que iniciou a carreira como redator publicitário, é dono de um currículo valoroso em comerciais de televisão e longas-metragens.

No cinema, deu o primeiro chute na bola com os curtas A Pantomima da Morte e Conceição. Seu primeiro longa foi As Três Marias; no entanto, como roteirista. Como diretor, estão, entre outros, os filmes Nina, À Deriva e Gone — este último, um suspense americano com atuação da atriz Amanda Seyfried. Gone (12 Horas em terras brasileiras) marcou a estreia de DHALIA, que o escreveu e dirigiu, em Hollywood.

Na televisão, após o sucesso de Serra Pelada, seu longa em formato de minissérie, ele esteve na direção de O Caçador, numa parceria com o célebre José Alvarenga.

Mas, agora, chega de informações por aqui, pois o cineasta conversa com a gente.    
 

IZAN SANT – Cinema para Heitor Dhalia: amor ou paixão?

HEITOR DHALIA Amor, porque já dura muito tempo. Mas diria que é um amor apaixonado porque a chama da paixão está sempre por ali.
 

IS – Ser do Recife, ir morar fora do Estado, fazer cinema nesse cenário competitivo que temos, depois ganhar os EUA. Foi muito difícil?

HD Fazer cinema é uma das coisas mais difíceis que existem. Não importa de onde você é ou onde você esteja. Sempre será um desafio.
 

IS – Você tem um supercurrículo em publicidade e uma filmografia invejável, como falei antes. Mas por qual (ou quais) dos seus trabalhos você mais tem simpatia?

HD Eu sou apaixonado pelo “À Deriva” e tenho um carinho especial pelo “O cheiro do Ralo”.
 

IS – Já concebeu Serra Pelada sabendo que o filme poderia virar minissérie, ou não?

HD Sim, nós já estávamos a conversar com a Globo quando filmamos o longa.
 

IS – Sobre 12 Horas (Gone). O que sentiu de diferente entre dirigir este longa nos EUA e dirigir aqui no Brasil?

HD É jogar fora de casa. É sempre mais difícil. E num sistema de indústria como aquele, que não é nada fácil.
 

IS – Voltando a falar em Brasil, como foi estar na direção de O caçador, essa produção de sucesso da Globo?

HD Foi uma experiência ótima. Adorei fazer TV, quero repetir. Adorei trabalhar com o Cauã e com toda a equipe da Globo.
 

IS – Muitas saudades do nosso Recife, a Veneza Brasileira?

HD Sim, o Recife está no coração. Eu sempre vou morar emocionalmente ali.
 

IS – Já tem planos de novos trabalhos? Conta à gente.

HD Sim, estou com alguns projetos em desenvolvimento. Uns 3 ou 4.
 

IS – Um bate-bola, vamos lá? Filme e diretor cinematográfico?

HD – “Os Sete Samurais” e Kubrick.
 

IS – Escritor preferido e melhor livro que já leu!

HD Dostoiévski e “Ilusões Perdidas”.
 

IS – Alguma telenovela o prendeu do começo ao fim?

HD As da minha infância.
 

IS – Um ator e uma atriz!

HDWagner Moura e Sophie Charlotte.
 

IS – Perfume!

HD Não uso.
 

IS – Uma saudade…

HD Do Recife.
 

IS – Uma paixão (aqui, já não vale o cinema).

HD Xadrez.
 

IS – A vida no Brasil é…?

HDBoa e bem divertida.
 

IS – Um sonho de consumo? Ou não tem mais?

HDNão sou muito consumista, na verdade. Quero comprar tranquilidade, mas isso não está à venda.
 

IS – Família!

HDGlória e Vera. Minha filha e minha mulher. Nada como chegar em casa e alguém de dois anos falar: “Papaizinho”.
 

IS – Um conselho aos jovens cineastas?

HDEstudem dramaturgia.
 

IS – Chegou a hora dela, nossa inevitável pergunta! Qual sua mensagem super do Bem a todos aqueles que o admiram pelo profissional que você é?

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Estreia de Sinal: exclusiva para convidados


A Sessão Première do filme SINAL, um roteiro de ANDRÉ DIAS com direção de CHARLES DAVES, ocorreu nesse 13 de janeiro, em Botafogo, no Espaço Itaú de Cinema da Cidade Maravilhosa, e contou com a não menos maravilhosa presença de BIANCA RINALDI, a estrela da produção cinematográfica, que brilhou ao lado do elenco, convidados e patrocinadores. Segundo a empresária DAYSE FIGUEIREDO, da Lulu Bijoux (um dos apoios culturais), "A estreia foi um sucesso"!

Bianca Rinaldi, Dayse Figueiredo e Bernardo Cavalcanti.

A atriz BIANCA RINALDI entre DAYSE FIGUEIREDO e BERNARDO CAVALCANTI, filho da empresária.
 

Bianca Rinaldi em cena de "Sinal".
Cena de Sinal, e a produção do filme é de MÁRCIO ROSÁRIO, da TRÊS TONS VISUAIS.

VEJA O TRAILER DESTA CAPRICHADA PRODUÇÃO CLICANDO AQUI!


(Clique nas imagens para ampliá-las)               Aguarde o próximo VÊ, GALERA!

 

Foto: ARQUIVO PESSOAL DAYSE FIGUEIREDO e DIVULGAÇÃO 

O tempo e o vento – O filme

Rodrigo Cambará indo à batalhaEstreia sexta-feira, dia 27, em todo o Brasil, com direção primorosa de Jayme Monjardim e roteiro de Letícia Wierzchowski e Tabajara Ruas, O tempo e o vento — da obra imortal de Érico Veríssimo.
Jayme dirigindoA trama é uma adaptação livre de O continente e traz a história de amor entre Bibiana Terra (Marjorie Estiano, na pele da personagem jovem/Fernanda Montenegro, na maturidade) e o valente Capitão Rodrigo (Thiago Lacerda).
Bibiana jovem e RodrigoO olhar inteligente de Jayme Monjardim — nesta produção — se fixa nesse amor, que faz parte da história das duas famílias rivais: a Amaral e a Terra Cambará, e abrange um período de 150 anos. 
Bibiana TerraNo enredo, no início de tudo, nos deparamos com Ana Terra (Cléo Pires), camponesa forte e solitária, filha de Maneco Terra (Luiz Carlos Vasconcelos), homem rude, que de repente vê sua única filha apaixonada por um forasteiro. 
A jovem Ana TerraO índio castelhano Pedro Missioneiro (Martin Rodriguez), que surgiu naqueles descampados, como ele próprio revela, para fecundar o ventre de Ana, seguindo uma profecia… 
O índio Pedro MissioneiroO tempo e o vento, que também traz no elenco outros grandes nomes, como o de Suzana Pires (Ana Terra madura), Leonardo Medeiros, Paulo Goulart, José de Abreu, Mayana Moura, Vanessa Lóes, entre outros, é uma esplêndida história épica que discute de forma profunda a razão do existir e do resistir humano diante das guerras. Uma trama de fé!
Maneco Terra
Vamos, agora, continuar passeando pela GALERIA DE FOTOS DE O TEMPO E O VENTO?

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Jebson Moraes - MSG DO MÊS

Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 28. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22 e 28 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

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Foto de Bem - Maria Clara Nóbrega

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