Entrevista

Um sequestro imperdível!


Um sequestro imperdível!
 

Mas imperdível mesmo, pois se trata da nova peça onde você poderá ver, novamente no palco, ADRIANA BIROLLI e ALEXANDRE CONTINI: #SEQUESTRO121. O primeiro e último trabalho com essa dupla star foi a comédia Manual Prático da Mulher Desesperada, e, desde então, o público já começou a sentir a falta dos atores juntos em cena. Desejo realizado!
Comédia. A Stripper e o Hacker.


Pra tirar suas dúvidas sobre este grande sucesso teatral — porque não tem como ser diferente —, Contini ressurge aqui, numa
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – De onde partiu a ideia mesmo da montagem desta peça, de ambos?

ALEXANDRE CONTINI - Sim. O texto é dos dois. Eu sou um apaixonado pelo universo HQ e sempre quis fazer uma comédia nesse gênero. A Adriana teve ideia de fazer um projeto em prol do Instituto Vidas Raras. Daí juntamos algumas ideias e desenvolvemos. Convidamos o Diogo Camargos pra dirigir e ele deu a estética perfeita ao espetáculo. Além da peça, em breve lançaremos um spin-off em forma de livro.
Alexandre Contini.


IS – De que modo estudou para compor o seu hacker?

AC - Investi nos filmes e séries do gênero, e num estudo sobre tecnologia.
 

IS – A personagem da Adriana, a stripper, com uma palavra…?

AC- Hilária.
Adriana Birolli.


IS – O seu personagem, com uma também…?

AC – Tagarela.
 

IS – No fundo, o que vocês desejam passar ao público?

AC - Além de muita diversão, humor e aventura, temos o intuito de divulgar o Instituto Vidas Raras que trabalha em prol da divulgação, orientação e apoio aos familiares, amigos e pacientes de MPSs.

Comédia. #Sequestro121.


IS – Como imagina que os Nerds veem o seu Nerd?

AC - Com muito carinho, o Nerd é o cara que sofreu bullying na escola e hoje é o cara bem-sucedido que escreve os melhores livros, inventa os melhores aparelhos, desenvolvem teorias quânticas, etc… Os Nerds são os verdadeiros heróis dos tempos modernos, e eu procurei tomar todos esses cuidados na hora de escrevê-lo e compor o papel.
 

IS – Alta descontração durante os ensaios?, nos conta.

AC - É incrível, somos uma equipe, nos conhecemos há anos, temos muita intimidade e foi a primeira vez que conseguimos juntar todos no mesmo projeto. Tivemos imersão de dias ensaiando e morando juntos!
Teatro. Equipe reunida.

Da esquerda para a direita, Ivan Vellame, Lorena Lima e Diogo Camargos.


IS – Um momento especial desta comédia — especialmente pra você?

AC - Tem uma cena que não posso dar detalhes, mas Adriana aparece de um jeito que nunca ninguém imaginou vê-la, é realmente muito engraçado e o mergulho na proposta e na caracterização quase me faz rir em cena todos os dias.

 

O que será que é, hein? Segue uma sugestão

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Um Jogador de Primeira

Grandes Clubes Esportivos,
fiquem de olho neste rapaz!

Futebol. Marlon solo.

Ele é um coringa que, joga como 1° Volante, aquele que protege a zaga marcando, ou como 2° Volante, que desarma e apoia. Um especialista da bola parada, do BNH, time da Zona Sul de São Paulo, bairro Grajaú, comunidade BNH.

No jogo do dia 3 de junho, MARLON fez bonito ao lado dos amigos guerreiros, defendendo seu time, tendo como adversário o Colorado. Como bem disse o Blog Futebol da Quebrada, “Marlon bateu falta na cabeça do Marcelinho que subiu sozinho e com estilo cabeceou forte (…), empatando a partida: BNH 1 a 1 Colorado”. Em seguida, “Marlon bateu falta perto da linha de fundo e o zagueiro Mosquito subiu no bolo e desviou de cabeça fazendo o gol da virada”, ou seja, 2 para o BNH, que acabou se classificando para as oitavas da 10ª. Copa da Paz.

Nascido em Paulista, cidade do craque Rivaldo e do saudoso jogador chapecoense Cléber Santana, Marlon, criado entre Igarassu/PE e São Paulo, abre o coração acerca do jogo da vitória. A convite do Papo de Bem, logicamente.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.  
 

IZAN SANT – Há quanto tempo você joga pelo BNH e como surgiu a paixão pelo futebol?

MARLON – Bom, estou no elenco da Família BNH, aproximadamente, há uns 4 meses, tenho 13 partidas e 2 gols atuando como 2° Volante. A minha paixão pelo futebol é desde pequeno, sempre gostei de ficar na rua com amigos de infância batendo aquela velha pelada e, graças a Deus, aos poucos fui descobrindo que levava jeito através de familiares e amigos que gostavam do meu jeito de jogar o futebol, com muita garra, determinação e amor.
 

IS – Foi legal ter lido no Futebol da Quebrada a manchete "Marcelinho e Marlon saem do banco de reservas e mudam a história do jogo para o BNH"?

M - Com certeza, uma sensação maravilhosa, só tenho a agradecer a Deus por ter me iluminado e feito com que eu ajudasse meus companheiros a mudar a partida e sair com a classificação, ainda mais por ser um campeonato varzeano de alto nível aqui em São Paulo, onde atuam atuais e ex-profissionais do esporte futebolístico! Mas ainda temos mais 4 partidas para que, enfim, a gente possa sair com a conquista da competição.
Futebol. O coringa Marlon em ação.


IS – O que foi mais especial nesse jogo, os gols feitos por você e o seu colega de trabalho?

M - Diria que foi especial tanto para mim quanto para o Marcelinho Bigode. Porém o mais importante pra mim é que ficou claro a todos que estavam assistindo à partida que o jogo só acaba no apitar final, que o nosso time tem elenco, e tanto quem sair jogando como quem fica na suplência tem que estar atento, pois quando for acionado pode mudar a partida, como aconteceu na última rodada comigo e com o Marcelinho Bigode.
Futebol. BNH. Rumo às oitavas.


IS – Como vê o Colorado hoje? E como sempre o viu?

M - Como sempre eu, desde pequeno, fui instruído pelos meus professores e minha família a nunca subestimar e nem fazer pouco de ninguém; e não foi diferente com a equipe do Colorado, que é uma equipe muito bem montada taticamente e tecnicamente, com jogadores de muita qualidade, alguns são até amigos meus, da mesma região onde resido atualmente. É isso: todo adversário, pra mim, deve ser respeitado dentro e fora de campo.
Futebol. BNH reunido em campo.


IS – Ouve-se falar que você sempre jogou e joga realmente bem. O que acha disso?

M – Fico muito lisonjeado e devo isso, primeiramente, ao nosso Pai Celeste e a meus familiares, que sempre me apoiaram e me educaram muito bem e me ensinaram que a humildade, a honestidade e o respeito são primordiais. Procuro levar isso pra dentro de campo e misturo com a minha força física, que não convém do meu porte físico, mas, sim, dá minha força de vontade indomável. E, claro, que fico muito feliz e orgulhoso pelo carinho de quem gosta do meu Futebol.
Amor. Lazer com a esposa Vitória.


IS – Uma pergunta à Vitória, sua mulher, que já tem este nome que significa, Marlon, o que você representa para o futebol brasileiro. Você, Vitória, o que sente ao ver as vitórias de seu esposo no campo?

VITÓRIA FERNANDES – (Risos gostosos.) Me sinto feliz pelas conquistas dele!
Amor. Vitória.


IS – Ambos os times, o BNH e o Colorado, são bons e inteligentes diante da bola, isto é um fato. Se jogasse pelo Colorado, certamente você teria o mesmo empenho, cremos nós, do site.

M - Sou feliz por defender o BNH, uma verdadeira família e que me recebeu de braços abertos, tanto o Presidente como a Diretoria e os companheiros de time e a torcida. Mas, com certeza que sim; independentemente da camisa que eu vestir e do adversário, sempre serei o Marlon, pernambucano de raízes fortes e família batalhadora, que nunca desiste, se entregando à luta até o fim, correndo, vibrando, e por aí vai.
Futebol. #go!bnh


IS – Finalmente, uma mensagem super do Bem a nossos curtidores e a quem acompanha o seu belo trabalho como jogador de futebol.

M - Que se vocês têm um sonho ou objetivo, independente da profissão que escolherem, lutem por isso até o fim, com muita fé em Deus e fazendo sempre tudo com muito amor, pois, um dia, vocês chegarão lá. E que sou grato aos Céus por todo esse carinho e atenção de todos os adeptos, os admiradores do meu Futebol.
Marlon. Em dose dupla.


O post sobre esse jogo da virada? CLIQUE. / O vídeo dos gols do jogo? AQUI.
Igarassu. Marlon à esquerda. Pelada com amigos profissionais.


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Aos amantes do futebol, um brilhante pensamento

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Apaixonadamente realizado


Famosos. Alexandre Contini.
Que legal se assim se sentissem todos os artistas brasileiros, não é verdade?

O sucesso no universo da arte é uma incógnita, mas ALEXANDRE CONTINI, sempre uma erupção de criatividade e competência, é uma das exceções.

Hoje, o ator se encontra num dos melhores momentos de sua vida profissional. Como diretor, mais uma peça estreando, outra em turnê, e, como ator e dramaturgo, mais uma tomando forma.

Aqui ele também se emociona ao falar sobre seus colegas de trabalho.

Hora de uma nova
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Estreando, agora no dia 3, Solteira, casada, Viúva, Divorciada. Fala pra gente da curtição de dirigir esse trabalho?

ALEXANDRE CONTINI – É muito gratificante dirigir essa grande atriz em uma comédia sobre quatro mulheres completamente diferentes num mundo contemporâneo. A encenação busca transcender os rótulos que intitulam o espetáculo conseguindo a libertação dessas figuras representadas ali. As personagens transbordam nuances, não se limitando a seu estado civil atual, a partir delas podemos mergulhar em questões que assolam o ser humano, como a solidão, a lealdade, a aceitação, o empoderamento feminino, a liberdade sexual ou até a falta dela. A proposta da direção foi entrelaçar essas quatro histórias, contá-las ao mesmo tempo construindo um final apoteótico. Dessa forma elas se complementam e se unificam tratando sobre os dilemas apresentados de forma bem-humorada e delicada.
 

IS – Sua química com a Stella, uma nota e por quê!

AC – Stella é uma das maiores atrizes deste país. Ela transmuta do Trágico para o Cômico em segundos. Tem um domínio do ofício que é um presente para qualquer diretor, você sugere e ela faz, dessa forma qualquer ideia se torna uma possibilidade viável. Fora que é uma amiga divertida, carinhosa, inteligente… Se ela quiser, eu a dirijo a vida toda!!!
Teatro. Vá se divertir!


IS – O que há de mais especial nesse texto, na visão do Alexandre Contini?

AC – O texto se divide em quatro tramas, escrito por quatro autores: Noemi Marinho, Reggiana Antonini, Luis Arthur Nunes e Maria Adelaide Amaral. Foi escrito nos anos 90 e continua atual, com um humor contemporâneo e cheio de possibilidades para verticalizar em questões humanas, e a Stella faz com tanta verdade que você consegue rir e chorar ao mesmo tempo.
Alexandre Contini. O ator em performance.

IS – Outra recente peça dirigida por você, Dedo Podre, está em turnê. Por que recomenda que não percamos de assistir a esse espetáculo?

AC – A historia é maravilhosa. Nivea pegou os relacionamentos mal sucedidos e transformou em uma comédia hilária, transformou um limão em uma limonada, mousse e caipirinha. Sempre que assisto morro de rir com eles.
Cena de Dedo Podre.


IS – Guilherme e Nívea estão mandando, realmente, bem? Brincadeira… Claro que estão, então que momento de seus personagens o empolga mais?

AC – Eu chamo a Nivea de primeira aluna da turma. Dedicada, bem-humorada, não tem dia ruim. Sempre com aquele sorriso lindo no rosto. E me surpreendi porque não sabia que Nivea era comediante. Falo com propriedade, ela tem um tempo de humor excelente, mergulha na proposta, encanta a plateia, foi realmente um presente. A parte que mais gosto é quando ela conta sobre um relacionamento com um cantor sertanejo. O Gui é um grande ator; apesar de jovem, tem um domínio de plateia invejável. Ele sabe o que a plateia quer ver e, na sua primeira fala, já arranca gargalhadas. Adoro quando ele faz o Otávio, um cara gordo que precisa emagrecer, é de um carisma encantador.
Famoso. Em instante relax.


IS – Para quais capitais está viajando Dedo Podre? (Vamos antenar nossos leitores, eventuais espectadores!)

AC – Dias 10 e 11 de junho, Petrolina. Dia 17 de junho, Limeira. Dia 23 de junho, Sertãozinho, e dias 24 e 25 de junho Ribeirão Preto.
Alexandre Contini. Sucesso. Comemoração.


IS – Em que grau anda a saudade do Manual Prático da Mulher Desesperada?

AC – Grau máximo. Fiz a peça durante 1 ano, uma turnê longa de viagens e apenas uma temporada em São Paulo, tenho a sensação de que quando aprendi a fazer, o espetáculo parou. Mas a vida é assim.
Manual Prático da Mulher Desesperada.


IS – Tem novo trabalho seu pra agosto, onde você se coloca como ator. Adianta alguma coisa pro Papo!

AC – Esse é um desafio que tá me mantendo eufórico. Será meu primeiro texto encenado. Escrito junto com minha parceira de cena e noiva Adriana Birolli. Se trata de um espetáculo baseado no universo HQ, onde faço Hacker que se apaixona por uma Stripper (Adriana) e, juntos, entram pro mundo do crime. A direção é do Diogo Camargos, que vem fazendo um trabalho brilhante nos ensaios e realizando meu sonho de infância. Sempre quis fazer um super-herói ou um supervilão. E, paralelamente, estamos num livro spin-off da peça. A ideia do livro surgiu com a vontade da Adriana em fazer algo para divulgar e ajudar o INSTITUTO VIDAS RARAS, que foi criado em 2001 por pais de pacientes com mucopolissacaridoses. Parte da renda do livro será revertida em prol da causa.
Famosos. Adriana Birolli e Alexandre Contini.


IS – Como vê esse drama que o nosso país está enfrentando hoje, na política?

AC – Nos dias de polarizações em que estamos vivendo, tenho até medo de responder (Risos.). Mas a resposta é bem triste: Enojado e sem esperanças. É muita corrupção, a Fama. Quem sabe faz a hora.economia reflete negativamente na realidade de todo mundo, o que deixa muita gente à flor da pele, os juros nos engolem e eu, na minha "ignorância", não vejo uma solução. Enquanto não tiver uma verdadeira reforma política e o povo não parar de brigar como torcedores de futebol, só vai mudar as figuras, mas a história continuará a mesma. Rezemos.
 

IS – Atualmente, Alexandre Contini por Alexandre Contini…?

AC – Feliz, realizado, apaixonado pela vida e louco pra contar mais e mais histórias.

 

Ingressos para

Solteira, Casada, Viúva, Divorciada?

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Toda mulher tem 7 homens?


Segundo a escritora carioca VERA LUCAS, sim.Escritora Vera Lucas.

Mas, como será isto?!

Antes de ela saciar nossa curiosidade na ENTREVISTA do momento, é bom lembrar que Vera, formada pela UFRJ, possui um currículo invejável: é jornalista, redatora, cronista, editora e roteirista de televisão, bem como palestrante em Jornalismo. Já teve como empregadores O Globo, a Editora Bloch, a CNT, a TV Educativa, entre outros veículos renomados.

Aqui, teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais desta profissional multi que se diz mais escritora do que tudo!

Será que ela vai nos revelar o porquê de toda mulher ter 7 homens?…  
 

ENTREVISTA
ESPECIAL.

 

IZAN SANT – Você é jornalista e etc., mas quando soube que queria ser escritora?

VERA LUCAS – Estava ali, bem na minha frente, só que eu não percebia — talvez porque era míope. Eu me alfabetizei sozinha, de tanto que folheava as antigas revistas em quadrinhos. Luluzinha, Tio Patinhas, Pimentinha… Não sei como aconteceu, mas de repente eu estava lendo. Do Jardim de Infância fui direto para o segundo ano do antigo curso primário. Vou confessar uma coisa, sempre detestei as regras gramaticais. Orações coordenadas, sujeitos indeterminados, verbos transitivos… Mas eu lia muito, muito mesmo e isso me salvava nas provas escolares. Na época, elas eram divididas em perguntas decorebas sobre a língua portuguesa, valiam 50; e, na redação, também 50. Na primeira parte eu me saía mais do que péssima, tirava no máximo 20. Já na redação, eu quase sempre recebia o número máximo de pontos. Eu escrevia, conectava as ideias, conjugava corretamente — embora não soubesse nem o nome do tempo do verbo que estava usando. Era o enigma dos professores… Uma dona Aíxe chegou a me dizer que eu não teria futuro. Assim, cheguei ao ano do vestibular. Faltando quatro dias para as inscrições se encerrarem, eu ainda estava em dúvida entre Psicologia, Arquitetura e Belas Artes. Aí, das trevas fez-se a luz. O que eu mais gostava de fazer? Escrever. E lá fui eu para o jornalismo. A universidade e a posterior experiência nos veículos de comunicação me lapidaram. Na UFRJ fui aluna do mito Nilson Lage e, no trabalho, tive alguns chefes que eram feras no bom sentido. Outros eram feras no mau mesmo.
 

IS – Quais escritores lhe serviram como inspiração?

Toda mulher tem 7 homens.VLBem, no Instituto de Educação, um colégio tradicional aqui do Rio, onde cursei o antigo ginásio e normal, tinha que ler, para as provas mensais, um livro indicado pelos professores de Português e Literatura. Estudei lá por sete anos e li todos os clássicos. Até hoje tenho as minhas dúvidas se Capitu traiu ou não… Fora isso, também frequentava sempre a biblioteca, onde descobri Monteiro Lobato, Clarice Lispector e Jorge Amado, por exemplo. Mas o meu gênero preferido sempre foi o humor. E aí entram Chico Anysio, Millôr, Wood Allen, Helen Fielding… Não tem espaço para falar de todos.
 

IS – Sem entregar todo o jogo aos nossos leitores, me fala:

por que Toda mulher tem 7 homens?

VLPorque a Branca de Neve já tinha. (Risos.)
 

IS – Este livro foi, mesmo, o que você sempre quis escrever?

VLSim, esse era o tema do primeiro romance que eu queria escrever. Foi planejado quando eu tinha uns 17 anos.
 

IS – Você lançou três livros voltados à área jornalística; por que essa virada agora, focando no romance?

VLApesar dos meus livros jornalísticos terem o meu estilo de humor, eles são técnicos, sobre uma área que eu domino. Passei anos amadurecendo o romance e, quanto mais eu pensava nele, mais me achava incapaz de escrevê-lo. Era muita pretensão, a crítica ia cair de pau, acabaria com o meu nome no jornalismo, essas inseguranças. Aí entrei em uma fase de angústia por não conseguir realizar o meu sonho, tomei coragem, sentei em frente ao computador e o livro saiu.
 

IS – A Patrícia é seu personagem favorito em Toda mulher tem 7 homens, ou será outro, e, se for, por qual razão o é?

VLEu gosto muito dela, é a minha protagonista. A Patrícia tem um pouco de tudo o que as mulheres têm: graça, tristeza, amor, raiva, é romântica, sensível, não leva desaforo para casa, sensata, perde o senso, afoga as lágrimas em um pote de sorvete e, principalmente, corre atrás do que deseja. Está certo que às vezes de uma forma bem atrapalhada, mas ela chega lá.

Vera Lucas - 1 ano.

IS – O que acha mais complicado no momento de escrever um romance?

VLPrimeiro você tem que ter uma boa ideia. Uma coisa que me ajudou muito foi dividir, com caneta e papel, o livro em capítulos: escrevendo, por alto, o que cada um teria. Depois foi só seguir esse roteiro. Eu não podia deixar um fio solto, uma pergunta sem resposta, uma situação não resolvida, abandonar um personagem. Tudo tinha que estar bem arrumadinho ou, no final, o leitor jogaria o livro na lata de lixo. E a mim também.
 

IS – Como você considera seu estilo de literatura?

VLEu adoro escrever humor, mas não aquele tipo pastelão. Sou irônica, sarcástica, nas entrelinhas. Acho que a vida já é bem barra, os jornalistas, onde me incluo, dão muitas notícias tenebrosas e quero que os meus livros sejam divertidos, façam as pessoas se sentirem leves.
 

CONSELHO…

IS – Para quem deseja “mergulhar” no mundo literário!

(Como fazer?)

VLTrabalhe por amor, por realização pessoal, porque dinheiro você não vai ganhar. A menos que você tenha a capacidade para escrever um best-seller. Eu, por exemplo, ainda não recebi nada dos meus direitos autorais. A Editora há um ano adia essa prestação de contas. Calote mesmo. Assim, é fundamental você ter outra fonte de renda, outro trabalho. Infelizmente, as contas chegam também para os escritores.

 

LITERATURA,
AH, MAIS DA SANTA LITERATURA…  

 

IS – O escritor é um solitário, como disse, certa vez, um poeta?

VLÉ e não é. Passo muitas horas sozinha quando escrevo, não tem aquele tumulto das Redações, Vera Lucas - escritora.dos trabalhos convencionais, não dá para bater um papinho com o colega. Mas, ao mesmo tempo, a solidão na hora da criatividade me faz bem porque preciso ter a companhia dos personagens.
 

IS – Filosofia de vida, tem?

VLNão sei se é filosofia… Agora me lembrei de um professor de Filosofia que discutia por que o ovo é oval. Bem, voltando à pergunta, eu quero me sentir feliz. Quando algo ou alguém não me permite isso, mando passear ou jogo para o alto. Claro que, muitas vezes, quebro a cara, mas não sei engolir sapos (Risos.). Essa, só quem leu ou ler o livro vai entender. 
 

IS – Como a escritora Vera Lucas se define e quais os seus hobbies?

VLEu sou uma mulher comum, simples, cheia de defeitos e qualidades. Tenho bom-humor, procuro não levar a vida muito a sério porque não sei até quando vou estar por aqui, às vezes me acho a dona da verdade, falo mais do que deveria e sei pedir perdão. Ah, a injustiça me tira do prumo: desço o morro com comissão de frente e tudo. Sobre os hobbies, coleciono postais, faço palavras cruzadas, sou noveleira e sempre bato ponto na praia. Os meus pratos preferidos são pizza, sonhos de camarão e, de sobremesa, chocolate. Tudo muito saudável, natureba, diet (Risos.). E a minha irmã, Eliane Quintela Lucas, é nutricionista!
 

IS – Qual mensagem super do Bem você direciona a seus leitores e amantes da literatura?

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Com a arte nas veias


Christiane Mattos e Xande Valois.
Superligados ao universo do teatro, do cinema e da televisão, eles formam uma dupla perfeita no fazer arte, pois a têm no sangue.

Mãe e filho, como todos sabemos, CHRISTIANE MATTOS e XANDE VALOIS abrem o mês de fevereiro trazendo pra nós as novidades na carreira, além de gostosas palavras sobre a vitória do ator na Dancinha dos Famosos.

Vamos embarcar nesta
 

ESPECIAL ENTREVISTA?


IZAN SANT – Christiane, conta à gente como ocorreu o processo para a participação do Xande na Dancinha dos Famosos.

CHRISTIANE MATTOSO Xande foi chamado pra fazer a Dancinha já na outra edição, a de 2015, mas como ele estava em cartaz no musical “Ou Tudo ou Nada” e ele não tinha standing, ele não teve como ensaiar e participar. No final de 2016, foi chamado novamente, então pôde fazer e foi maravilhoso. Foi uma experiência muito legal pra ele e, principalmente, pra mim também.
 

IS – Qual o estilo de dança mais complicado que você encarou para aprender, Xande?

XANDE VALOISO ritmo que eu tive mais dificuldade de aprender foi a valsa, porque eu nunca tinha encarado, não tinha dançado, eu não tinha a menor ideia de como eram os passos, então foi o ritmo mais difícil.
 

IS – Cada domingo era uma nova batalha do Xande na Dancinha. E o coração, Christiane, reagia de formas diferentes?

CMSim, a cada domingo era uma emoção diferente, porque o que eu mais admirava nas apresentações do Xande é que, além de ele ter jeito pra dança, além de ele dançar, fazer os passos, os movimentos assim, firmes, ele interpretava. A cada domingo era um personagem diferente que ele levava pro palco.
Xande Valois. Dancinha dos Famosos.


IS – Uma curiosidade dos bastidores, pode-se falar?

CM – Um dia eu tava assistindo ao ensaio pelo vidro, porque é tipo a casa do Big Brother a casa de ensaios;  é a mesma casa onde os adultos também ensaiam pra Dança dos Famosos. E eles ensaiam em salas espelhadas, com as câmeras que ficam por trás, filmando os ensaios. Daí, um dia, foi permitido que os responsáveis ficassem nessa parte que eles não veem, quem está dentro da sala não vê; é espelhado, tipo o Big Brother mesmo. Os responsáveis puderam ir ver, cada um, os seus filhos ensaiando. Vi, então, o diretor Henrique Farias, na última semana de ensaios, falando pro Xande: “Xande, eu quero que você incorpore o malandro da Lapa”, e eu achei isso interessante porque ele viveu realmente o malandro: pelo jeito, pelas caras, pela interpretação dele na coreografia. Achei muito legal.
Xande Valois. Dançando no Domingão do Faustão.


IS – Sair como vitorioso significou…?

XVSair vitorioso significou o quanto eu devo continuar dançando, o quanto isso vai, cada vez mais, me ajudar na minha profissão de ator e me deu essa certeza: que a dança tem que continuar presente na minha vida. (Na foto a seguir, Valois em cena do filme "Através da Sombra".)Xande Valois. Longa-metragem "Através da Sombra".


IS – Vocês visitaram a quadra da Imperatriz, escola de samba pela qual Xande irá desfilar no carnaval. Qual a emoção aí?

CM – O samba, pra nós, representa as nossas raízes, a festa cultural, aquela emoção de estar na avenida. O Xande já desfilou por duas escolas mirins, que foram a Pimpolhos da Grande Rio e a Golfinhos do Rio de Janeiro. No ano passado nós desfilamos na Inocentes de Belfort Roxo, que fez uma homenagem ao Cacá Diegues; nós saímos na Ala dos Amigos e Familiares do Cacá. Este ano, estar no desfile das escolas do grupo Especial é uma emoção que não tem como descrever, porque na hora em que a bateria começa a tocar e vem aquela multidão, aquele povo cantando, remete muito às nossas raízes, à nossa cultura. E uma emoção muito forte, é muito lindo.
Xande Valois. Na quadra da Escola de Samba Imperatriz.

Com a rainha Cris Vianna, o ator Sérgio Marone, Simone Drumond (diretora e primeiro destaque da Imperatriz)
e os amigos do elenco mirim de "Vamp": Mari Cardoso, que participou do "The Voice", e Rafa Mezadri.
 

Aqui, em nova cena e nos bastidores de "Através da Sombra".

Xande Valois e Christiane Mattos em 'Através da Sombra".


IS – Sobre o recente e intrigante longa-metragem Através da Sombra, o que vocês podem nos dizer?

CMO longa “Através da Sombra” foi uma experiência também muito incrível, de um aprendizado enorme. Na época que o longa foi filmado, o Xande tinha 9 anos e era muito pequeno, e ver o Xande tendo uma troca perfeita de sintonia com o Walther, um grande e renomado diretor de cinema, foi uma emoção também muito grande pra mim, e pra ele, então, um aprendizado sem fim. Inclusive ele, hoje, diz querer fazer faculdade de cinema futuramente. Ele pretende aprender esse lado da direção, e isso se deve muito ao fato de ter tido esse contato com o Walther Lima Jr., que foi um aprendizado, como eu já disse, ilimitado pra ele, uma coisa muito emocionante e de aprendizado que ele vai levar pra vida toda.
Christiane Mattos e Xande Valois. Através da Sombra.


IS – O Vamp vem chegando. Qual o sentimento em relação a esse musical?

CM - O Xande, primeiramente, está se sentindo muito honrado por ter sido convidado pelo diretor Jorge Fernando na época em que ele estava fazendo “Êta Mundo Bom!”, para integrar o elenco do “Vamp”. Ele já teve duas experiências com o Jorginho: na “Êta Mundo Bom!”, em que ele interpretou o Cláudio, e, anteriormente, na “Alto Astral”, em que ele fez a primeira fase dessa novela, na qual ele era o personagem do Sérgio Guizé — que era o protagonista — na infância. E também há muito aprendizado: o Jorginho é um diretor que inspira muito o Xande, eles têm uma química boa… E, agora, é aguardar essa estreia superesperada, e vai ser um grande sucesso, com certeza. 
Christiane Mattos e Xande Valois. Momento bastidores de Através da Sombra.

 

IS – Projetos futuros! Quais são?

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Ele em “O Shaolin do Sertão”


“O ‘Shaolin do Sertão’ é um filme de época que se passa em Quixadá, interior cearense, feito com atores nordestinos com sotaque e gírias regionais, mas que acaba tendo um diálogo universal, atingindo todos os públicos”. (Fillipe Ramos)

Nova obra fictícia que conta com a participação do ator-dublê, nosso convidado por mais uma vez na
 

ENTREVISTA ESPECIAL.
 

IZAN SANT – Pinoia Filmes, a responsável pela equipe de dublês de O Shaolin do Sertão. Como veio o convite?

FILLIPE RAMOS Conheci o diretor Halder Gomes durante a divulgação do filme “Cine Holliúdy”. Na ocasião ele me falou sobre o projeto que tinha de gravar um filme de luta e que seria interessante nossa participação. Dois anos após essa conversa, recebi a ligação de uma das produtoras do filme, e finalmente o convite foi oficializado.
Cinema. Fillipe Ramos em preparação.


IS – A sua empresa, sabemos, é competentíssima no que faz. A que atribui essa qualificação?

FRPiegas ou não, ao amor! Amor sobretudo ao cinema e às artes marciais. Todos os integrantes da equipe possuem mais de 10 anos de experiência em lutas, incluindo mestres de diferentes estilos e campeões com diversos títulos regionais e até nacionais. Buscamos sempre atingir o nosso potencial máximo e evoluir cada vez mais.
Cinema. Esteja convidado a assistir O Shaolin do Sertão.


IS – Houve alguma cena que deu mais trabalho de realizar com os dublês? Ou não?

FREm uma das cenas fui arremessado para fora de um ringue pelo personagem Tora Pleura, interpretando por Fábio Goulart. Na verdade, fazer a cena foi muito simples, difícil foi a preparação antes dela, pois, acredite se quiser, tive que perder 15 quilos para ficar mais leve e mais fácil de ser levantado durante um bom período de tempo antes de ser arremessado. Mesmo sendo tanto esforço para uma cena tão pequena, me sinto orgulhoso e feliz em ter conseguido atingir meu objetivo e atender à necessidade do filme da melhor forma possível. Agradeço muito ao meu instrutor de boxe, BlackMu, que me ajudou a tornar isso possível, através de muito treino e dieta.
Cinema. Preparados para a gravação.


IS – A trama, dentro do seu contexto crítico artístico, pode ser chamada de…? Por quê?

FRNão é apenas mais um filme de comédia qualquer, é algo muito peculiar, um filme com identidade própria, totalmente diferente de tudo aquilo que já foi visto no cinema. E, além disso tudo, ainda pode ser um pontapé inicial para o cinema nacional de ação, o que me deixa muito feliz, mais feliz ainda em saber que participei disso tudo.
 

IS – Quais as maiores responsabilidades de ser ator e de ser dublê?

FRAs duas coisas exigem aperfeiçoamento contínuo. Você precisa estar em constante treinamento e evolução do ser, buscando sempre se expressar de forma honesta e transmitir isso.
Cinema. Satisfação dos dublês.


IS – As câmeras, na verdade, realizam você porque…?

FRA importância maior está em trabalharmos com aquilo que nos dá prazer. Muitas pessoas nos veem em cena, mas não imaginam o quão doloroso foi para chegar até ali. São mais de 15 anos, literalmente, lutando por isso, levando uma vida comparável a de um atleta, com muitas restrições e abdicações, com horas, dias, meses de dedicação absoluta em ensaios e treinos, dormindo e acordando pensando nos próximos passos do nosso trabalho. Estar diante das câmeras é o momento mais sagrado de todo processo, pois é onde mostraremos o resultado de tanto esforço. Nesse momento você treme, sente frio, acha que não vai dar certo, enfim… revive tudo aquilo que viveu em meses de ensaio, nos poucos segundos antes de escutar o “AÇÃO”. É angustiante, e, ao mesmo tempo, inigualável. Então, finalmente, você põe em prática tudo o que aprendeu com dedicação e força de vontade, mais ainda: compartilha o que tem em sua alma, a capacidade de fazer sonhar e acreditar que, nesta vida, a gente pode ser tudo que quiser.
Cinema. Equipe unida.


IS – O Shaolin do Sertão, com uma palavra?

Cinema. Instante de lazer.
FRÚnico.
 

IS – Tem algo que você ame mais que atuar?

FRAtuar lutando.
 

IS – Projetos futuros?

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Jazz, ação & requinte


Teatro. Carlos Arruza.
“O musical é uma coletânea das melhores músicas da dupla que escreveu ‘Chicago’, ‘O Beijo da Mulher-Aranha’, ‘Cabaret’…”.

Declaração carinhosa de CARLOS ARRUZA, imerso em um novíssimo trabalho: Tudo é Jazz. A partir de 7 de outubro, às 21:00, no Espaço Promon, Sala São Luiz, em São Paulo. 
Espetáculo requintado, capaz de despertar — ou agigantar mais — o amor que exista dentro dos espectadores, como ele mesmo reforça mais adiante.


ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Claro que nós, da mídia, já sabemos do que se trata, mas, em seu ponto de vista, qual a melhor definição para o musical?

CARLOS ARRUZA – Divertido e extremamente sensual. Sofisticado até a última nota.

 

IS – O “Executivo”, quem é ele, propriamente?

CA Como todos os outros personagens, ele tenta encontrar um sentido a cada nova relação que se estabelece. Sai de um casamento com a Diva (Simone Gutierrez) para se aliar à Socialite (Alessandra Vertamati) e, com ela, produz novos musicais na Broadway. Neste processo, acaba se envolvendo com uma garçonete (Livia Dabarian), mas a coisa não para por aí…

 

IS – Como se preparou para o personagem?

CA Aulas de canto. A música é muito difícil e não temos tempo para respirar…  O musical é todo cantado e somos apenas cinco atores em cena.

 

IS – Uma curiosidade dos ensaios, ou de um deles.

CA Foram apenas 22 dias para preparar tudo. Uma tarefa insana, mas deliciosa.

 

IS – O que dizer a respeito do elenco e dos diretores?

CA Estamos muito Unidos. Já citei as meninas, mas faltou falar do Leandro Luna, que acabou de receber o prêmio Bibi Ferreira de melhor ator. A direção é de Daniel Kostáz, que é um querido e excelente profissional. Vânia Pajares é a diretora musical de um rigor absoluto, e Thiago Jansen, nosso coreógrafo. A equipe é uma sorte.

 

IS – Há um momento mais marcante do seu personagem? Se sim, revela ao site.

CA Só tem momentos marcantes, do início ao fim.

 

IS – Do que gosta de fazer nas horas de folga?

CA Aqui em São Paulo é comer.

 

IS – Bate-Rebate! Melhor novela de todos os tempos?

CA Amo novela. Fico com todas dos anos 80. Se tiver que citar uma: “Roque Santeiro”.

 

IS – Ator e atriz?

CATambém difícil escolher assim. Amo Dira Paes e, dos meninos, vou citar o meu amigo Deo Garcez.
Teatro. O personagem "O Executivo".

 


IS – Um(a) novelista.

CA Gilberto Braga. Sempre!

 

IS – Celebridade, qual a sua?

CA Narcisa Tamborindegue.

 

IS – Cor?

CA Vermelha.

 

IS – Amor!

CA Música.

 

teatro. Tudo É Jazz.
IS – Paz?

CANatureza.

 

IS – O Brasil hoje?

CAEu acredito!!!

 

IS – A melhor e a pior invenção do mundo são…?

CA – A melhor: o professor. A pior: aquele macarrão instantâneo no copinho. (Risos gostosos.)

 

IS – Personagem que sempre quis viver, mas ainda não o fez?

CA – Qualquer um do Gilberto Braga.

 

IS – Destino turístico!

CA – Roma.

 

IS – Algum sonho de consumo?

CA Entrar na loja do Tom Ford sem limite no cartão de crédito.    

 

IS – Carlos Arruza por Carlos Arruza?

CA – Demorei, mas hoje consigo rir de tudo e para Tudo.

 

IS – O público não pode perder Tudo é Jazz porque…?

CA – Está apaixonante. De verdade. Arte de muito bom gosto e muita emoção.

 

 

INGRESSOS, na bilheteria do Espaço Promon e AQUI.
 

 

Fotos: Divulgação

 

O pensamento positivo da vez é

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Um sol global de Atriz

Atriz. A estrela Sylvia.
Sol Nascente, da Rede Globo, chegou chegando. Ou seja, trazendo de presente para o Brasil e o mundo — pois aportar bem no Exterior é garantido — um enredo 10 e SYLVIA BANDEIRA.

Atuante em sucessos como Lua Cheia de Amor e Bebê a Bordo, dentre outros, Sylvia estreou na emissora carioca em Um Sonho a mais, interpretando a protagonista Stella.

Sempre glamourosa, ela sabe como ninguém cativar o público, seja encarnando vilãs ou não.

A respeito da Ana Clara, sua nova personagem, contou: “Ana Clara é bem interessante. Quando começa a novela, ela está feliz casada pela segunda vez com Patrick (Jean Pierre Noher). Juntos, cuidam da Pousada Marseille, no balneário Arraial do Sol Nascente”.

Agora, vamos deixar você totalmente por dentro da vida da personagem. Sylvia nos fala, incluindo, no papo, os temas fama, amor, família

Acompanhe.
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – De volta à sua Casa — sim, porque a Globo é, e sempre será, a sua Casa — e mais uma novela do Walther Negrão, pois você já fez Vila Madalena dele, vivendo a Elvira. Descreva este momento profissional.

SYLVIA BANDEIRA – Estou feliz e sei! A novela do Walther é um charme só, e tem tudo para ser um grande sucesso. Um elenco maravilhoso, uma história leve, nossos emigrantes italianos, japoneses , caiçaras, amor, aventura , de tudo um pouco em cenários paradisíacos.
 

IS – A Ana Clara, quem é ela?  

SBAna Clara teve um passado conturbado com o ex-marido, pai de sua única filha Carol (Maria Joana). Carol optou ficar com o pai na época da separação e resolve voltar a viver com a mãe. Ana não percebe, mas a filha irá, aos poucos, interferir na aparente calmaria da vida do casal.
Com os colegas de trabalho, entre eles Bruno Gagliasso.


IS – Vamos à fama. Gosta de ser famosa?

SB – Gosto de ter meu trabalho, como atriz, reconhecido. A fama é ilusória e definitivamente não faz parte das minhas preferências.
 

IS – O que é fundamental na sua vida?

SBFamília, amigos e estar trabalhando no que gosto!
Sylvia como a Maria Clara de "Sol Nascente".


IS – Produção e Direção de Sol Nascente. Uma nota, e por quê?

SB - Impecáveis! Tanto a produção como a direção e escolha de elenco. Todos gentis e profissionais.


IS – Um breve bate-bola! Amor?

SB Fundamental sempre.

Sylvia em cena exterior de "Sol Nascente".
IS - Família.

SBEsteio, porto seguro!
 

IS – Qualidade?

SB Otimismo.


IS – Defeito?

SB Pavio curto.


IS – Tem, ainda, algum sonho de consumo?

SB Dinheiro suficiente para produzir minhas peças e voltar com “Marlene Dietrich — as pernas do século”.
 

IS – Uma dica aos atores iniciantes? Em seguida, um beijo, que vai para…?

SBTrabalho e persistência, e, principalmente, não se deslumbrarem com sucesso fácil. Um beijo vai para todos os atletas que se empenharam nesta Olimpíada, fazendo com que nós, brasileiros, esqueçamos por um tempo as imensas dificuldades que o país está atravessando!
 

Visite o site Sylvia Bandeira.

O livro dela,
Mamãe costura e esta noite vou te ver,
você adquire neste…

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O prodígio na Arte de atuar

Ator amadurecido. Força de ação.
Viver um paraplégico com bastante realismo, um trabalho realizado por XANDE VALOIS em Êta Mundo Bom!, não é fácil para quaisquer atores da idade dele. Mas para o Xande acabou sendo, mesmo que um grande desafio.

Foi um desafio mesmo, que só me deu alegrias e um aprendizado enorme, tanto na atuação como na minha vida”, me revelou Valois, cuja simpatia contagia todos à sua volta.

Com seu inesquecível grito “Eu não quero ter um pai covarde!”, no dia do julgamento de Anastácia (Eliane Giardini), na novela do Walcyr Carrasco, ato cênico que emocionou o Brasil, Xande, mais do que nunca, provou seu amadurecimento como ator. Sua força no meio artístico ao que se propôs.

Pois é. Gostou? Quer saber mais a respeito da vida deste garoto prodígio?
 

ENTREVISTA ESPECIAL.  


IS – Fez laboratório para encarar o Cláudio?

XVFiz laboratório na ABBR, onde conheci o Pedro, que tem 13 anos e se tornou meu amigo.
 

IS – Assisti a você, por duas vezes, no Rio, no musical Ou Tudo ou Nada. Dias depois você estava, no mesmo período, no espetáculo teatral e na novela do Walcyr Carrasco. Não era nem um pouquinho complicado conciliar ambas as atuações?

XVMeu papel na novela foi crescendo aos poucos, no começo gravava uma vez por semana, do meio para o fim que passei a gravar mais e aí a peça já havia terminado.


IS – Nos delicie contando um tantinho sobre sua estreia na televisão.

XVEu comecei na TV fazendo o Tico, em "Malhação"- 2012, foi uma experiência incrível, pois "Malhação" é mesmo uma escola para os que estão começando.
 

IS – Tem alguma dificuldade para decorar textos? Que técnicas usa?

XVEu leio e marco as emoções com cores diferentes quando são cenas maiores; os textos pequenos, decoro logo.
Ator Xande Valois mais descontraído.                                                                                                                      

IS – De qual personagem seu você mais gosta e qual o mais difícil até hoje?

XVEu amo todos os personagens que fiz, mas o Antônio, do filme "Através da sombra", de Walter Lima Junior, me marcou muito, e ,agora, o Claudinho.
 

IS – Como concilia o trabalho com a escola e o lazer? 

XVMinha mãe organiza todas as minhas tarefas e adianto meus deveres para não acumular, e quase todos os dias vou na pracinha que tem ao lado da minha casa, jogar bola.
Em passeio. Lazer na praça.


IS – Ser dirigido por Jorginho Fernando, qual a sensação?

XVUm privilégio conviver e aprender com esse gênio.
 

IS – O que ama fazer quando não está gravando ou sem fazer novelas? 

XVAmo jogar bola e brincar ao ar livre, surfar e andar de skate.
Sendo dirigido em "Êta Mu.ndo Bom!".


IS – Na TV, ao que mais gosta de assistir?

XVCanal Off e filmes.
 

IS – Como é ser filho da Christiane Mattos?

XVMinha mãe é minha melhor amiga e quem mais me incentiva em tudo que faço.
Xande com a mãe, a atriz Christiane Mattos.


IS – Nosso bate-bola! Melhor novela?

XV “Êta mundo bom!”.


IS – Ator(es) brasileiro(s)? E atriz(es)?

XV Marco Nanini e Ana Lúcia Torre.
Teatro. Xande Valois.


IS – Um hobby…?

XV Jogar bola.


IS – Pratica algum esporte?

XV Futebol, surf, skate.
Televisão. Xande Valois encara superprofissionalmente.


IS – Um sonho a ser realizado ainda?

XV Estudar cinema e ser diretor também.
 

IS – Um pensamento admirável.

XV “Tudo que acontece de ruim na vida da gente é pra melhorar.”
Bastidores, com Flávia Alessandra.

IS – Sua maior qualidade é…?

XV Esforçado.


IS – O maior defeito?

XV Teimoso.


IS – Seu prato de preferência?

XV Comida japonesa.
No jardim cenográfico da casa do Claudinho.


IS – Mensagem mega do Bem, exclusivamente para seus fãs?

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Ela faz parte da “Justiça”


Lindíssima, 18 anos, dotada de uma personalidade ímpar — igual ao seu talento —, além de amável e batalhadora. A dona da Susi, personagem intrigante da minissérie global deJúlia Dalavia. Manuela Dias, Justiça, cuja temática é a busca por justiça e que, cada dia da semana, retratará tramas diferentes que se cruzam, não havendo um protagonista definido.

Eu me refiro à atriz JÚLIA DALAVIA, que conheci em seu último dia de gravação em Recife.

Ambientada nesta Veneza Brasileira, algumas cenas da obra foram gravadas em Olinda; em Recife, serão mostrados a Praia do Pina, o Palácio do Campo das Princesas, o Teatro de Santa Isabel, o Mercado de São José e o icônico Edifício Holiday, em Boa Viagem. A Praia Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, também será vista na telinha.

Júlia havia acabado de adentrar o hotel, chegando do set, quando, logo após, estávamos prontos, cara a cara, começando mais uma…
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

Júlia é só coração. Vocês vão conferir.
 

IZAN SANT – Você fez Velho Chico, Júlia. O que dizer da sua personagem, a Maria Tereza jovem?

JÚLIA DALAVIAEntão, foi uma personagem muito importante, muito difícil. As gravações foram muito intensas, a direção do Luiz Fernando Carvalho… Tudo o que fiz lá foi muito intenso, do coração mesmo e fico bastante feliz do resultado, de que as pessoas gostaram, porque, pra mim, foi um trabalho que me mudou realmente.
 

IS – E o convite pra Justiça, partiu como?

JDDurante as gravações de “Velho Chico”, o José Luiz Villamarim me chamou pra um teste com a Adriana Esteves, com a Jéssica Hellen, que vai fazer a minissérie também e, já no dia do teste, saí muito emocionada, muito feliz de ter feito o teste. Eu não sabia o que ia acontecer, mas foi incrível ter estado com a Adriana e conhecer o Zé… foi muito bom. Saí de lá com a sensação de que, mesmo que eu não passasse, já tinha valido a pena, sabe? Foi uma energia muito legal. E recebi a ligação depois, que eu tinha passado pra fazer a personagem e fiquei muito, muito feliz.
 

IS – Fala pra gente, então, sobre essa nova personagem.

JDEla é uma prostituta, que virou prostituta por causa das circunstâncias da vida. A mãe dela foi presa quando ela era pequena e ela ficou largada na vida, junto com o irmão. Acabou, portanto, virando prostituta pra sobreviver. E o resto vocês vão ver na minissérie, é isso… (Risos gostosos.)
Izan entrevistando Júlia Dalavia.


IS – Sem dúvida. Agora me diz: com gravação atrás de gravação, deu pra curtir a nossa Recife?

JDCom certeza. Eu já conhecia a cidade, voltei aqui, fiquei dez dias gravando… Tenho amigos aqui, que me levaram a lugares legais. Curti bastante.
Júlia Dalavia ainda em entrevista.


IS – Como foi dividir as cenas da novela do Benedito (Ruy Barbosa) com o Rodrigo Santoro?

JDFoi incrível. Ele é um ótimo ator, maravilhoso, muito generoso. Me ajudou muito, me ensinou muito. Sou muito grata, acho que tenho muita sorte de, tão nova, estar trabalhando com pessoas que admiro e que estão me ensinando tanto. Foi uma grande experiência.
Atriz Júlia Dalavia com Izan. Boníssima recepção.


IS – Escritor e melhor livro que já leu?

Júlia. O visual da personagem na minissérie.
JDUm dos, já que não tenho um favorito, foi “Lolita”, do Vladimir Nabokov. Foi um dos melhores livros que já li.
 

IS – Júlia por Júlia!

JDSonhadora. Demais.
 

IS – Júlia, a gente sempre encerra com uma mensagem do Bem pra o site. Então, qual é a sua mensagem super do Bem pra o nosso papodebem.com, assim como pra os seus fãs, seus admiradores, que já são muitos, inúmeros?

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Jebson Moraes - MSG DO MÊS

Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 28. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22 e 28 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

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Foto de Bem - Maria Clara Nóbrega

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