Entrevista

Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 1

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

Land of the Lost. Will, Rick e Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg - Brazil.

They are internationally known. Wesley Eure and Kathy Coleman are the great actors who have played Will and Holly (brother and sister) in the original series Land of the Lost. Everyone remembers the Marshalls!
Land of the Lost is a famous children's adventure television series of 1970's. The series ran for three years. It was so popular that even today the adventures of the Marshall family  (father Rick, and his children Will and Holly, trapped in an alternate universe inhabited by dinosaurs, primates and Sleestaks) take Wesley, Kathy and Phillip Paley (Cha-Ka) to many American cities for autograph shows. Cha-Ka was a human-like primate called Pakuni.
Due to great success, I decided to talk to the actors about their wonderful lost world. You will love it.


Eles são conhecidos internacionalmente. Wesley Eure e Kathy Coleman são os grandes atores que interpretaram Will e Holly (irmãos) na série original O Elo Perdido. Todos se lembram dos Marshalls!
The cast of Land of the Lost. A Sleestak, Will, Holly and Cha-Ka.
O Elo Perdido é uma famosa série de TV de aventura para crianças dos anos 70. A série durou três anos. Era tão popular que ainda hoje as aventuras da família Marshall (o pai Rick e seus filhos Will e Holly, presos num universo alternativo habitado por dinossauros, primatas e os lagartos Sleestaks) levam Wesley, Kathy e Phillip Paley (Cha-Ka) a muitas cidades americanas para shows de autógrafos. Cha-Ka era um primata meio gente, chamado Pakuni.
Devido ao grande sucesso, decidi falar com os atores sobre o maravilhoso mundo perdido deles. Você vai adorar.


SPECIAL INTERVIEW
(ENTREVISTA ESPECIAL).

IZAN SANT: What do you like about your character Will Marshall?
WESLEY EURE: I like my character, Will, because he’s strong and he loves his family so much.  He’s adventurous, and on occasion he listens to his sister, Holly, which is always good to do. Especially if the sister is someone as competent as Holly.  (I’m saying this because Kathy Coleman, who played Holly, is sitting in the room with me while I’m doing this interview. HaHa) All kidding aside, one of the greatest joys in my life has been my friendship after the show with Kathy Coleman.  We truly are like brother and sister.  I’ve Always told Sid and Marty Krofft, the creators of “Land of the Lost”, that not only did they cast my TV Family, they also cast my Family in real life.  Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) and Spencer Milligan (Rick Marshall) are like my sister, my brother and my dad in the real world.

IZAN SANT: Do que gosta no seu personagem Will Marshall?
WESLEY EURE: Gosto do meu personagem, Will, porque ele é forte e ama tanto sua família. Ele é aventureiro e ocasionalmente ouve sua irmã, Holly, o que é sempre bom de se fazer. Especialmente se a irmã é alguém tão competente quanto Holly. (Estou dizendo isso porque Kathy Coleman, que interpretou Holly, está sentada na sala comigo enquanto estou fazendo esta entrevista. HaHa) Todos brincando ao lado, uma das maiores alegrias da minha vida tem sido minha amizade após a série com Kathy Coleman. Realmente somos como irmão e irmã. Eu sempre disse a Sid e Marty Krofft, os criadores de "O Elo Perdido", que eles não formaram apenas minha família de TV, mas também formaram minha família na vida real. Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) e Spencer Milligan (Rick Marshall) são como minha irmã, meu irmão e meu pai no mundo real.

Land of the Lost. Cast BLK.

IZAN SANT: And you, Kathy? What is the highest quality of your character?
KATHY COLEMAN: Her vulnernability.  Although Holly comes across as a tom-boy and problem solver, she also has an innocence and a vulnerable quality that softens her.  Unknown to me at the time, the strength of my character empowered a lot of young girls at a time when there were not many positive role models for girls on television. And as my TV brother said, I am in the room with him and he’s giving me, at the moment, the warmest smile you can imagine.  At the autograph shows and conventions, fans Always remark on the genuine relationship between the two of us… just like a brother and sister.

IZAN SANT: E você, Kathy? Qual é maior qualidade do seu personagem?
KATHY COLEMAN: Sua vulnerabilidade. Embora Holly pareça uma menina-moleque e seja uma solucionadora de problemas, ela também tem uma inocência e uma qualidade vulnerável que a suaviza. Desconhecida para mim na época, a força da minha personagem empoderou muitas garotas num momento em que não havia muitos modelos positivos para meninas na televisão. E como meu irmão da TV disse, estou na sala com ele e ele está me dando, no momento, o sorriso mais caloroso que você pode imaginar. Nos shows e convenções de autógrafos, os fãs sempre comentam sobre o relacionamento genuíno entre nós dois… assim como um irmão e uma irmã.

Actor Wesley Eure.

IS: How did you get the role of Will on “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: I had just started on a TV soap opera called “Days of Our Lives” and I met Sid Krofft.  Sid told me about his new show and asked me if I’d please audition. I did and the rest is history. I spoke with Sid for an hour last week.  Sid, who is 90 years old, told me that I was the only person they consedered.

IS: Como conseguiu o papel de Will em “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: Eu tinha acabado de começar uma novela chamada “Dias das Nossas Vidas” e conheci Sid Krofft. Sid me contou sobre sua nova série e me perguntou se eu gostaria de fazer um teste. Fiz e o resto é história. Falei com Sid durante uma hora na semana passada. Sid, que tem 90 anos, me disse que eu era a única pessoa que eles consideravam (para viver o Will da série).

IS: Kathy, how did you get role of Holly Marshall?
KATHY: After 7 auditions (call-backs) I landed the role.  Funny side-story… My mother picked out an outfit for these auditions that became the iconic “Holly” costume of a plaid shirt and pigtails.

IS: Kathy, como conseguiu o papel de Holly?
KATHY: Após 7 audições (callbacks) consegui o papel. Lado engraçado da históriaMinha mãe escolheu uma roupa para essas audições que virou o icônico traje "Holly": uma camisa xadrez e tranças.

Holly. Kathy Coleman.

IS: What was the biggest challenge in taking on these roles?
WESLEY: I was 20 at the time I got the job and I was playing a character that was 16 years old.  At first, I was concerned about playing such a young character, but I am so glad I accepted the role!  It was one of the greatest joys of my life.

KATHY: My mother had promised me a pony if I ever landed a TV series, which she honored.  Because of my beloved horse, Camanche, I needed to live in an area zoned for horses which was a two hour distance from the studio.  The biggest challenge was the very long days this created. Being outside of Hollywood and the only child actor in this small community, I was the target of bullying.  Because I was on TV I was like a “freak” to them.

IS: Qual o maior desafio ao assumir esses papéis?
WESLEY: Eu tinha 20 anos na época em que consegui o emprego e estava interpretando um personagem de 16 anos de idade. No começo, eu estava preocupado em interpretar um personagem tão jovem, mas estou muito feliz por ter aceito o papel! Foi uma das maiores alegrias da minha vida.

KATHY: Minha mãe me prometeu um pônei se eu tivesse uma série de TV, que ela honrava. Por causa do meu amado cavalo, Camanche, eu precisava morar numa área destinada a cavalos, que ficava a duas horas de distância do estúdio. O maior desafio foram os longos dias que isso gerou. Estando fora de Hollywood e a única atriz infantil nessa pequena comunidade, eu era o alvo do bullying. Porque eu estava na TV eu era como uma “aberração” para eles.

Will. Wesley Eure.

IS: What was the most challenging moment on set?
WESLEY: The most challenging thing was that we shot two episodes per week.  This means we had to film an episode every two and a half days which was unheard of in Hollywood.  All this while filming daily for “Days of our Lives”!

KATHY: My biggest challenge was memorizing my lines.  Being one of three main characters I had a lot of dialog and learning the Pakuni language was, at times, very  challenging.

IS: Qual foi o momento mais desafiador no set?
WESLEY: O mais desafiador foi que gravávamos dois episódios por semana. Isso significa que tínhamos que filmar um episódio a cada dois dias e meio, que era inédito em Hollywood. Tudo isso enquanto eu filmava diariamente para “Dias das Nossas Vidas”!

KATHY: Meu maior desafio foi memorizar minhas falas. Sendo um dos três personagens principais, eu tive muito diálogo e aprendi que a linguagem Pakuni era, às vezes, muito desafiadora.

Will and Spike.

IS: What was it like to work with the rest of the cast?
WESLEY: I know this is sounding very “sugary”, but we really, really liked each other.  Unfortunately, other TV casts don’t always have this.  We were extremely lucky in this regard.

KATHY:  There were many playfull and humerous moments between us all which made coming to work a joy.  Prior to “Land of the Lost”, Phil Paley (Cha-Ka) and I had starred in a comercial for Cheez-It Crackers.  He and I were also close in age which gave me a partner in crime in all the mischievious adventures we found ourselves in.

IS: Como foi trabalhar com o resto do elenco?
WESLEY: Eu sei que isso soa muito “açucarado”, mas nós realmente gostamos um do outro. Infelizmente, outros elencos de TV nem sempre têm isso. Tivemos muita sorte nesse aspecto.

KATHY: Houve muitos momentos lúdicos e humildes entre todos nós, que fizeram com que o trabalho fosse uma alegria. Antes de “O Elo Perdido”, Phil Paley (Cha-Ka) e eu estrelamos um comercial para o Cheez-It Crackers. Ele e eu também éramos próximos na idade, o que me deu um colaborador em todas as aventuras travessas que nós nos destinávamos.

Will. Wesley Eure. Land of the Lost.

IS: Wesley, what are you doing today for relaxation?
WESLEY: I love to travel.  I’m fortunate to have traveled the world and one of my favorite places on the planet is Rio.  I’m also finding a lot of tranquility in my new home in Puerto Vallarta, Mexico.

IS: Wesley, o que está fazendo hoje para relaxar?
WESLEY: Eu adoro viajar. Tenho a sorte de ter viajado pelo mundo e um dos meus lugares favoritos no planeta é o Rio. Eu também estou encontrando muita tranquilidade em minha nova casa em Puerto Vallarta, no México. 

The book "Run, Holly, Run!"
IS: Could you tell us about an average day in your life, Kathy?
KATHY: I love to write!  Recently, I finished writing my memoir titled “Run, Holly, Run!” which just won the 2018 National Indie Excellence Award. I am currently promoting and touring with my book.

IS: Poderia nos contar sobre um dia normal em sua vida, Kathy?
KATHY: Amo escrever! Recentemente, terminei de escrever meu livro de memórias intitulado “Corra, Holly, Corra!”, que acaba de ganhar o Prêmio Nacional de Excelência Indie 2018. Atualmente estou promovendo e fazendo turnês com meu livro.

 

The Wesley Eure Website?
You can visit by
 CLICKING.
O website do Wesley Eure?
Você pode visitar
 CLICANDO.

The book “Run, Holly, Run!” you can find it HERE.
O livro Corra, Holly, Corra! você pode encontrar AQUI.
 

Part 2 coming soon: we'll talk about

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Bate-bola com o ator Daniel Ávila

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Ator Daniel Ávila.
Carioca com orgulho, o Dudu Jordão de A Viagem , de Ivani Ribeiro, e o Tony de O Profeta, de Duca Rachid e Thelma Guedes, tem se dedicado ao teatro e às suas dublagens ultimamente.

O moço também viveu, entre outros personagens, o Bruno Vilela, da intrigante minissérie Cinquentinha, de Aguinaldo Silva, e olhem que estar em textos desses Mestres não é pouco, não!

Esteve também em tramas de mais novelistas da TV Globo. São diversos os trabalhos em sua carreira, porém, neste momento, confira o Jogo Rápido com este artista tão nosso, que atendeu ao meu convite, como sempre, com muito carisma.

Abrindo agosto.

 

BATE-BOLA
 

IZAN SANT – Se você pudesse escolher um único sinônimo para a vida, qual escolheria?
DANIEL ÁVILA – Experiência.

IS – Sua música do momento?
DAAndo ouvindo o CD do Ney Matogrosso com o Pedro Luiz.

IS – Um lugar do mundo para viver o resto dos seus dias?
DASou da floresta.

IS – Primeiríssima coisa que faz ao acordar?
DAVejo a hora.

IS – É do tipo que canta sob o chuveiro?
DACanto muito no carro. Chuveiro é pra relaxar ou dar aquela acordada.

IS – Academia ou esporte?
DATeatro.

Legal! Acho até que o teatro não deixa de ser um esporte, pois movimenta nosso corpo. Uma forma de esporte artístico.

Daniel Ávila. Cheio de descontração


IS – Caso fosse possível, que supercelebridade convidaria para uma boa conversa?
DAShakespeare.

IS – Algum prato que cozinhe muito bem?
DATô sempre inventando moda. Adoro inventar mistura de tempero. Mas sou bom mesmo em fazer uma bela salada.

IS – Palavra favorita?
DAAmor.

IS – É desses que curte ficar no WhatsApp?
DAUso muito. Superútil. Mas curtir acho que não. Não tenho paciência. Só o essencial, que já é o bastante.

IS – Novela de todos os tempos?
DARenascer. (Do Benedito Ruy Barbosa, de 1993.)

IS – O maior sabor de ser pai?
DASe aproximar da sua criança.

Daniel Ávila. Duas temporadas de "Malhação".


IS – Lugar marcante?
DACuba.

IS – O que mantém sempre em sua mesinha de cabeceira?
DAFoto da minha filha.

IS – Duas coisas mais que importantes para o ser humano?
DAHonestidade e serviço.

IS – Um diretor global admirável? Ou mais de um?
DAGuel Arraes, Luiz Fernando Carvalho e o saudoso Roberto Talma!

IS – Paz?
DAÉ o sentimento mais nobre do ser. Habita moradas sagradas e está sempre relacionado ao bem-estar coletivo.
 

Obrigado pelo bate-bola, Daniel.
 

Veja uma retrospectiva sobre o ator em

Daniel Ávila de corpo e alma.

 

Fotos (de cima para baixo):

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De papo com Zaira Zambelli


Ela é uma das atrizes brasileiras mais disciplinadas que existem. Por isto o seu curso de Teatro seja um dos mais procurados na Cidade Maravilhosa.

É dona de personagens fascinantes, a exemplo da Maria, de Marina, novela global das 6; da Selma, de O Amor É Nosso!, das 7, também da Rede Globo, entre outras mais. Já no longa-metragem Bye bye Brasil, fez par romântico com o Fábio Júnior, casal revivido na história de O Amor É Nosso!.

Atriz Zaira Zambelli.

Ao lhe perguntar de onde vem tanta disciplina para estar em cena, Zaira admitiu categórica: Sim, sou bastante disciplinada, pois entendi que, com disciplina e determinação, a vida fica mais fácil, tudo flui melhor. A energia é outra. Colocar amor, dedicação e disciplina no dia-a-dia é sabedoria.
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Você atuou no original da novela Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa, contracenando com Kadu Moliterno, Cristina Mullins, Roberto Bonfim, entre outros. De que forma compôs a caipira Rosinha, desse grande sucesso da Globo?

ZAIRA ZAMBELLI A Rosinha foi feita com muito amor e responsabilidade, pois interpretar a ponta de um triângulo amoroso em uma novela do Benedito Ruy Barbosa é uma grande oportunidade. Observei muito as meninas do interior, e fora que, na minha adolescência, eu ia muito para a fazenda da minha madrinha e convivia com essa realidade naturalmente.

Turma de Leitura Dramatizada.                                                                                                                   

IS – Agora nos fala sobre sua Manoela Palhares, do remake de Irmãos Coragem, de Janete Clair, na mesma emissora.

ZZ A Manoela não tinha muita importância na trama, mas me proporcionou conviver com um elenco, direção e equipe de primeira linha.
Zaira Zambeli. Visita de Recife no curso.                                                                      

IS – Achei divertidíssima sua Participação Especial em Ti-ti-ti (2010-2011), de Maria Adelaide Amaral, baseada em Ti-ti-ti e Plumas & Paetês, do Mestre Cassiano Gabus Mendes. A Madame Carneiro foi uma perua, de fato, deliciosa de interpretar? Por quê?

ZZ – (Risos gostosos.) Realmente foi muito divertida a participação, um convite da produção de elenco, que homenageou as atrizes que haviam participado da primeira versão.
                                                                                                                  

IS- A personagem, seja do teatro, do cinema ou da televisão, mais intensa que já viveu?

ZZDasdô, “Bye bye Brasil”.
Zaira Zambelli. Curso de Teatro.                                                                                                       

IS – De onde partiu o desejo de criar o conceituado Curso de Teatro Zaira Zambelli?

ZZDa minha paixão pelo Teatro e seu potencial transformador, da vontade de trabalhar ligada às artes cênicas e passar minha experiência adiante e ajudar às pessoas. O Teatro, realmente, transforma, liberta! No meu entendimento, depois de já ter tido muitos e muitos alunos, eu posso garantir: “Faça Teatro e entre em Cena”. Todas as pessoas deveriam fazer um curso de Teatro.
A sobrinha-neta Maia.                                                                                                                        

IS – Você também atuou em Pantanal, do Benedito (Ruy Barbosa). Mas, de qual das novelas que fez mais gosta, mesmo?

ZZMarina, tenho um carinho especial por ter sido a primeira.
                                                                                                                      

IS – E peça, alguma lhe é mais amada?

ZZ – “O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, direção.
 

Zaira Zambelli. Passeio de bike na orla do Rio de Janeiro.
IS – Zaira Zambelli por Zaira Zambelli?

ZZEu sou amiga, leal, responsável, amorosa, sensível. Uma pessoa do bem!!!
 

IS – Falando em ser do bem, uma mensagem super nesta vibe aos alunos, ex-alunos e admiradores da Zaira!

ZZ Viva o AGORA! Seja feliz e partilhe com os outros a sua felicidade. Só por hoje não reclame de nada! Venha fazer Teatro e transforme sua vida!
 

Busque um curso sério de interpretação.

O Curso de Teatro Zaira Zambelli está AQUI.
 

Minha primeira entrevista com a Zaira?

Encontre neste clique

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Solidariedade: Ainda mais unidos pela CACCST


No dia 9 de junho realizou-se, na Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, no Rio de Janeiro, um evento em prol dos seus menores, com muita música, contagem de histórias, brincadeiras e até o aniversário de uma das crianças.

Ainda mais unidos nesta causa, os generosos XANDE VALOIS (ator global) e CHRISTIANE MATTOS — aliados à presidente-fundadora do local, SANDRA NÓBREGA — estiveram presentes, como sempre se encontram em obras solidárias, levando um pouco de calor humano do qual a criançada da CACCST tanto necessita.

Solidariedade. Evento Beneficente da CACCST.

Como você já percebeu, é com este trio maravilhoso o nosso bate-papo da vez, iniciando pela atriz e dançarina carioca (no centro da foto acima).
 

EXCLUSIVA
ENTREVISTA
.
 

IZAN SANT – A sua descoberta desta Casa de Apoio ocorreu como, Christiane?

CHRISTIANE MATTOSConhecemos a CACCST, eu e Xande Valois, em 2012, quando ele fazia “Malhação”, e, através do Rodrigo Simas (toda a família Simas também é voluntária na Casa), tivemos nosso primeiro contato com a Marília Santana, grande administradora e que promove os eventos que ajudam a manter e ajudar famílias que necessitam de assistência para tratar seus filhos. A Casa abriga essas famílias, faz o transporte e cuida dessas crianças durante o tratamento e depois que voltam às suas casas, fornecendo remédios, cestas de alimentos, roupas e o principal: AMOR! Qualquer um pode contribuir, porém, acima de doações materiais, estão o carinho e a atenção.

Solidariedade. Christiane Mattos e Xande Valois mais unidos ainda por uma causa nobre.


IS – Você, Xande, pode nos descrever sua visão sobre a CACCST?

XANDE VALOIS Aprendo muito com todos da Casa, sou voluntário desde os meus 7 anos e hoje, como embaixador mirim da causa, tento mostrar para as pessoas como é importante conhecer e fazer alguma coisa pelas crianças que precisam de ajuda e força na sua luta.

Solidariedade. Um Tudo bem dos atores Xande Valois e Christiane Mattos a vocês.


IS – Sandra, como é dirigir esta tão nobre Casa e qual o maior objetivo dela?

SANDRA NÓBREGA – No início foi muito despretensioso e sem nenhum pensamento profissional, era só por Amor, com A maiúsculo mesmo, às pessoas que passavam por problemas quando vinham trazer seus filhos para tratamento. Depois fomos verificando as necessidades das famílias e entendendo como poderíamos apoiar. Até hoje me sinto muito gratificada, apesar das dificuldades que enfrentamos, de poder estar ajudando minhas Crianças, minhas Mães e as famílias dessas mulheres fortes. Como bem falou a Christiane, e, reforçando, o objetivo é dar a possibilidade a essas crianças que se encontram em tratamento a chance de o mesmo dar certo, porque não basta só tratar a doença. Existem outras situações envolvidas, como Alimentação, Higiene, etc.. Temos muito cuidado com elas, damos muito Carinho e, claro, o Amor, pois acredito que esses dois sentimentos também curam.

Amor. Sandra Nóbrega, Christiane Mattos, Xande Valois e uma assistenciada da Casa de Apoio.


IS – Para quem quiser doar algum valor, visando a colaborar com o tratamento das crianças, como proceder, então?

SNPara quem desejar doar vindo aqui, nosso endereço é Rua Santos Rodrigues, 60, bairro do Estácio, cidade do Rio de Janeiro. Nossos telefones, como também podem visualizar no banner da foto, são 21-2293-2210 e 21-2502-8343. Para quem quer realizar a doação através de uma conta: Banco Itaú, agência: 8159, Conta Corrente: 11043-9; ou Banco Bradesco, agência: 0445, Conta Corrente: 0142134-4. Obrigado, querido, pela oportunidade.
Criança. Sala de entretenimento da CACCST.


Imagina, nós é que agradecemos por estar divulgando essa Instituição (que não recebe auxílio algum do governo), a fim de fazer o Bem aos próximos, principalmente quando estes são crianças com um tão delicado problema de saúde.

Mas com você, friend, neste momento, o bolo da criança aniversariante

A criança aniversariante daquele dia.
 

E você, nosso(a) leitor(a)?
Visite a CACCSTrealize agora
a sua doação
.

O site da Casa é ESTE.

 

Doe de coração aberto.

Faça algo de bom ao semelhante e, assim, estará fazendo a você mesmo.

Estará atraindo o Bem até você!

Amor nos traz Amor.

 

Deixamos você com um pensamento do poeta, escritor, dramaturgo e ator William Shakespeare.

A máxima envolve criança e
um dos sentimentos que ela nos inspira

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Um cantor de garra


Tofalini. Quem tem beleza e talento deve mostrar.
Porque garra é o que não falta ao TOFALINI, apreciador dos notáveis profissionais da música Gusttavo Lima, Ivete Sangalo e Rafael Vannucci.

Este cantor, compositor e modelo é dono de criações musicais espetaculares, uma delas é Surreal – que você vai ouvir ao final desta matéria.

Fora a parte artística, Tofalini nos revela sobre sua vida pessoal: “Amo pescar, ir ao cinema e tomar tereré” (bebida típica sul-americana feita com a infusão da erva-mate em água fria; de origem guarani, pode ser consumida com limão, hortelã, entre outros).  “Frequento a igreja e prezo muito as leis de Deus e a gratidão. Nasci na cidade de Cambé, no Paraná, e aqui permaneço até hoje, aos 23 anos. Minha Cambé é superagradável, tranquila, onde tenho orgulho de estar e de levar o nome a todo o país, devido a tantas coisas boas que vivi e vivo aqui!”.

Pois é, agora vem com a gente nesta

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – O desejo de ter se tornado cantor veio de onde? E o compositor estava no mesmo pacote ou veio depois?

TOFALINI O desejo de me tornar cantor profissional surgiu após um trabalho escolar e, através dele, veio o pacote completo, com uma composição; a primeira, chamada “Não Posso Mais". Mas, desde criança, sempre fui fascinado por música e por toda a parte artística, isso já veio comigo de berço. (Risos gostosos.)
 

IS – Você se espelhou em algum artista famoso?

T Sim, no saudoso Cristiano Araújo.
 

IS – Como classifica, mesmo, seu estilo musical?

T Sertanejo/Pop Romântico.

Tofalini. Um cantor romântico.


IS – Tem o sonho de dividir o palco com algum ídolo da nossa música? Por quê?

T Claro… Gusttavo Lima, pois, hoje em dia, é um dos maiores e melhores cantores do Brasil.

Alexandre Tofalini. Cantor, compositor e modelo.


IS – Entre suas canções, a favorita é…?

TNão tenho apenas uma, são várias. (Risos.)

Elegância máscula. Sempre.


IS – Cantar o amor representa…?

TDeus e todas as coisas boas deste mundo.

Natureza. Compondo em meio a ela.


IS – Sobre a vida de modelo, qual o sabor?

T O de prazer, com uma doçura de mel. (Risos.)

Modelo. Sensualidade totalmente na pele.


IS – Uma mensagem súper do Bem aos fãs do Tofalini, vamos lá?

T Se você tem um sonho, pode ter a certeza de que ele nunca será impossível.

(De fato. Tudo dependendo do seu Querer, friend.)
 

FIQUE, ENFIM, COM UM TRECHO DA MÚSICA "SURREAL".

 

Fotos: Arquivo Pessoal do artista

 

Conheça mais sobre o cantor clicando

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Intenso artista das letras


Juan Lima.
Ao perguntar a ele desde quando e de onde partiu a sua paixão por escrever, o poeta e publicitário recifense JUAN LIMA me respondeu com um desejo singular: A paixão pela escrita começou cedo, aos 16 anos eu já arriscava versos nos cadernos de colégio. Desde os 14 anos de idade eu me enveredei na música, tocando bateria em bandas de rock pelos bares de Recife; pouco tempo depois, sentindo a necessidade de criar minhas músicas, passei a escrever letras para canções”.

Logo em seguida lhe vieram à mente poemas inspirados em Vinícius de Moraes, o qual o influenciou bastante.

Juan — que, além de baterista como já sabemos, ainda é compositor — escreveu o livro Rosas, Musas e Poemas. Vinte Anos de Poesias.
 

ENTREVISTA ESPECIAL.
 

IS – Como surgiu, exatamente, a ideia deste seu tão interessante livro?

JL A vida toda eu sempre criei poemas, alguns eu entregava às mulheres que pediam (vários perdidos por aí), muitos eu mostrava ao meu pai, que insistia que eu deveria juntar todos e lançar um livro. Eu relutei muito a fazer, nunca tive em mente mostrar meus anseios, paranoias e paixões secretas (ou não) às pessoas do meu círculo. Passados vinte anos de escrita, juntei todos que tinha guardado e fiz o livro.
 

IS – Tudo é, mesmo, “extremo, definitivo, terminal” dentro de sua visão de mundo?

JL Existem duas personalidades que transitam dentro de mim: uma polida e social, que é a saída encontrada para sobreviver num mundo tão distante do que eu imagino. Outra é terminal, insensata, ansiosa, extrema, até o último suspiro. Esta última, sou eu.
 

IS – É supercativante o Projeto Formas em Poesias, paralelo ao seu livro, em parceria com Josy Ventura. Por que a atriz para recitar seus intensos poemas?

JL Josy é uma querida amiga, uma jovem com a arte entranhada na alma assim como eu. Vivemos buscando um lugar ao sol no mercado, mercado este que valoriza muito mais o ter do que o ser, a gratuidade do sexo e as mensagens sem conteúdos são mais fáceis de digerir.
Josy Ventura. Pronta para recitar um dos poemas de Juan.


IS – Tem um amor especial por um dos textos de Rosas, Musas e Poemas?

JL – Sim, o poema interpretado pela atriz Josy Ventura, chamado: “Se for para morrer”.

(Você assistirá ao vídeo deste poema no final da entrevista.)
Literatura. O livro Rosas, Musas e Poemas.


IS – Eu, particularmente, acho Se for para morrer muito bem construído em sua densidade. Bom, mas segue uma saia justa: qual o maior poeta/ou poetisa brasileiro (a)?

JL Complicado apontar um como maior, o Brasil, ao longo dos tempos, conheceu diversos poetas extraordinários, poderia citar aqui, por exemplo: Carlos Drummond de Andrade e Clarice Lispector, dois gigantes. Mas, o meu preferido é Vinícius de Moraes, sua relação com a música me fez mais próximo dele.
Juan Lima. Em estúdio com a atriz Josy Ventura.


IS – Acha que o livro eletrônico ameaça o impresso?

JL Não. Quem absorve este tipo de leitura, arte, faz questão do livro em mãos. Mas, o livro eletrônico ajuda bastante a divulgação do trabalho.


IS – Bate-bola! Melhor romance que já leu?

JL “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
O poeta Juan Lima.


IS – Frase máxima marcante em sua vida?

JL “Não há mal pior que a descrença, mesmo o amor que não compensa, é melhor que a solidão.” – Vinícius de Moraes.
Música. Juan inspirado.


IS – Filme espetacular! Algum que recomende?

JL O voo.
 

Juan Lima. Violão, paixão.
IS – Acho que já sei, mas vou perguntar mesmo assim: melhor escritor (a) universal? 

JL Vinícius de Moraes.
 

IS – Amor, com uma palavra?

JL Insensatez.
 

IS – Família, também com uma!

JL Alicerce.
 

IS – Algum outro projeto literário futuro?

JL Já comecei a escrever um outro livro de poemas; este, pensado e com poemas com teor político e social.
 

IS – Uma mensagem súper do Bem a cada admirador seu e a cada leitor do Papo!

JL – Viva a vida como se ela amanhã não existisse, faça tudo que pode hoje, mas só faça o bem. A linha que divide a loucura e a sensatez é muito tênue, não se permita bloquear por estruturas sociais impostas por séculos em nossa sociedade. Busque sempre seus sonhos, procurando os espaços ainda não descobertos, faça de seu caminho uma história que possa ser contada num futuro próximo aos seus entes queridos, nenhuma maldade vale a pena para se alcançar seus objetivos. Obrigado pelo carinho.

 

COM VOCÊS, AGORA,
 

Josy Ventura recitando Se for para morrer

 

Visite o site de Juan Lima, conheça mais sobre
o livro e garanta o seu. Dê um clique aqui:

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De Dalva ao musical “Cauby! Cauby!”

Sylvia Massari.
Esta é a nova trajetória da atriz e cantora de musicais SYLVIA MASSARI, a juíza Branca Moreira de Totalmente Demais, sucesso global. Recentemente, na TV Globo, Sylvia tem feito uma novela após a outra: viveu a Helô de Sete Vidas, a Irmã Regina em Malhação 2013, a Ângela de A Vida da Gente, a Sílvia Aquino em Morde e Assopra, a Sarah de Caras & Bocas — estas duas tramas do Walcyr Carrasco.

Sylvia é assim, não para, pois ainda arranja tempo para o cinema e uma outra das suas paixões: o teatro. Aqui, este é o assunto que agiganta mais e mais a também intérprete de Madame Elenir, na saudosa novela do João Emanuel Carneiro, Cobras & Lagartos.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Abrindo esta nossa primeira entrevista do ano, iremos falar sobre a maravilha de ver você no musical Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei. Qual foi a sensação de viver novamente Dalva de Oliveira?

SYLVIA MASSARI É, tenho vivido Dalva há anos! Fui protagonista de "A ESTRELA DALVA", o musical produzido por Roberto Talma e dirigido por Jorge Fernando, em São Paulo, em 1988. Aqui no Rio, Marília Pêra foi Dalva. Assim, é tranquilo revivê-la. Ela vem muito fácil… Mas é sempre muito emocionante!
 

IS – Ainda haverá mais alguma apresentação de sua Dalva e do Herivelto do Tadeu Aguiar pra gente? 

SM – Estamos tentando um patrocínio que viabilize viagens. Nossa intenção é começarmos por São Paulo. 

 

IS – A Dalva com apenas um adjetivo. E o Herivelto?

SM – Dalva: EMOCIONANTE. Herivelto: ARREBATADOR.

 

IS – Como é contracenar com o nosso querido ator e diretor Tadeu (Aguiar)?

SM – Tadeu é um irmão de alma! Nos conhecemos há mais de trinta anos e nunca nos separamos. Ambos patinamos em Ribeirão Preto, no mesmo show de patinação artística, em épocas diferentes. Somos unidos, no palco e na vida.
A atriz Sylvia Massari.

IS – O momento mais marcante desse musical em parceria com o Tadeu foi…?

SM – Em Ribeirão Preto, no Teatro Pedro ll, numa plateia lotada!
 

IS – Agora veio um outro trabalho, e sobre o mito Cauby Peixoto. Conta um pouco dessa novidade para os leitores do Papo de Bem e os seus fãs, Sylvia.

SM - É uma roupagem nova do mesmo musical que fizemos anos atrás. Agora, com a morte de Cauby, eu faço a narradora da história, no papel da secretária, que o acompanhou durante 15 anos. É um espetáculo muito lindo e emocionante e esperamos que faça o mesmo sucesso de antes, quando tivemos lotações esgotadas em todas as apresentações. 
 

Sylvia Massari.
IS – Sua nova personagem é o que esperava que fosse? Ou a surpreendeu por alguma razão?

SM – É diferente! Pela primeira vez não canto em um musical!
 

IS – Classifique a energia desse novo elenco.

SM – Nora 1.000. Talentosos, dedicados e unidos. 
 

IS – Qual a expectativa-mor da Sylvia Massari com relação à recepção do público sobre esse musical de agora?

SM – Não tenho dúvidas de que será um novo sucesso na vida do Diogo e de todo o elenco. Agora, com a morte de Cauby, a emoção será maior!
 

IS – Previsão de estreia?

SM – Dia 10 de janeiro para o público, num grande Ensaio Geral!
 

IS – Uma nova mensagem súper do Bem a todos que nos leem!

SM – Feliz 2018!!!!!! Desejo a todos um ano de Paz, Amor, Recuperação de todos os prejuízos do ano que passou! Saúde!!!!


"Cauby! Cauby! Uma Lembrança" fica em cartaz no Imperator de 16 de março a 1o. de abril, com apresentações às 16h nas sextas, 20h nos sábados e 19h nos domingos. Os ingressos custam R$ 70,00 = inteira.
 

Entrevista com a Sylvia no musical Ou Tudo Ou Nada?

(Re)veja clicando AQUI.

Sylvia, sobre a defesa dos animais?

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Um sequestro imperdível!


Um sequestro imperdível!
 

Mas imperdível mesmo, pois se trata da nova peça onde você poderá ver, novamente no palco, ADRIANA BIROLLI e ALEXANDRE CONTINI: #SEQUESTRO121. O primeiro e último trabalho com essa dupla star foi a comédia Manual Prático da Mulher Desesperada, e, desde então, o público já começou a sentir a falta dos atores juntos em cena. Desejo realizado!
Comédia. A Stripper e o Hacker.


Pra tirar suas dúvidas sobre este grande sucesso teatral — porque não tem como ser diferente —, Contini ressurge aqui, numa
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – De onde partiu a ideia mesmo da montagem desta peça, de ambos?

ALEXANDRE CONTINI - Sim. O texto é dos dois. Eu sou um apaixonado pelo universo HQ e sempre quis fazer uma comédia nesse gênero. A Adriana teve ideia de fazer um projeto em prol do Instituto Vidas Raras. Daí juntamos algumas ideias e desenvolvemos. Convidamos o Diogo Camargos pra dirigir e ele deu a estética perfeita ao espetáculo. Além da peça, em breve lançaremos um spin-off em forma de livro.
Alexandre Contini.


IS – De que modo estudou para compor o seu hacker?

AC - Investi nos filmes e séries do gênero, e num estudo sobre tecnologia.
 

IS – A personagem da Adriana, a stripper, com uma palavra…?

AC- Hilária.
Adriana Birolli.


IS – O seu personagem, com uma também…?

AC – Tagarela.
 

IS – No fundo, o que vocês desejam passar ao público?

AC - Além de muita diversão, humor e aventura, temos o intuito de divulgar o Instituto Vidas Raras que trabalha em prol da divulgação, orientação e apoio aos familiares, amigos e pacientes de MPSs.

Comédia. #Sequestro121.


IS – Como imagina que os Nerds veem o seu Nerd?

AC - Com muito carinho, o Nerd é o cara que sofreu bullying na escola e hoje é o cara bem-sucedido que escreve os melhores livros, inventa os melhores aparelhos, desenvolvem teorias quânticas, etc… Os Nerds são os verdadeiros heróis dos tempos modernos, e eu procurei tomar todos esses cuidados na hora de escrevê-lo e compor o papel.
 

IS – Alta descontração durante os ensaios?, nos conta.

AC - É incrível, somos uma equipe, nos conhecemos há anos, temos muita intimidade e foi a primeira vez que conseguimos juntar todos no mesmo projeto. Tivemos imersão de dias ensaiando e morando juntos!
Teatro. Equipe reunida.

Da esquerda para a direita, Ivan Vellame, Lorena Lima e Diogo Camargos.


IS – Um momento especial desta comédia — especialmente pra você?

AC - Tem uma cena que não posso dar detalhes, mas Adriana aparece de um jeito que nunca ninguém imaginou vê-la, é realmente muito engraçado e o mergulho na proposta e na caracterização quase me faz rir em cena todos os dias.

 

O que será que é, hein? Segue uma sugestão

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Um Jogador de Primeira

Grandes Clubes Esportivos,
fiquem de olho neste rapaz!

Futebol. Marlon solo.

Ele é um coringa que, joga como 1° Volante, aquele que protege a zaga marcando, ou como 2° Volante, que desarma e apoia. Um especialista da bola parada, do BNH, time da Zona Sul de São Paulo, bairro Grajaú, comunidade BNH.

No jogo do dia 3 de junho, MARLON fez bonito ao lado dos amigos guerreiros, defendendo seu time, tendo como adversário o Colorado. Como bem disse o Blog Futebol da Quebrada, “Marlon bateu falta na cabeça do Marcelinho que subiu sozinho e com estilo cabeceou forte (…), empatando a partida: BNH 1 a 1 Colorado”. Em seguida, “Marlon bateu falta perto da linha de fundo e o zagueiro Mosquito subiu no bolo e desviou de cabeça fazendo o gol da virada”, ou seja, 2 para o BNH, que acabou se classificando para as oitavas da 10ª. Copa da Paz.

Nascido em Paulista, cidade do craque Rivaldo e do saudoso jogador chapecoense Cléber Santana, Marlon, criado entre Igarassu/PE e São Paulo, abre o coração acerca do jogo da vitória. A convite do Papo de Bem, logicamente.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.  
 

IZAN SANT – Há quanto tempo você joga pelo BNH e como surgiu a paixão pelo futebol?

MARLON – Bom, estou no elenco da Família BNH, aproximadamente, há uns 4 meses, tenho 13 partidas e 2 gols atuando como 2° Volante. A minha paixão pelo futebol é desde pequeno, sempre gostei de ficar na rua com amigos de infância batendo aquela velha pelada e, graças a Deus, aos poucos fui descobrindo que levava jeito através de familiares e amigos que gostavam do meu jeito de jogar o futebol, com muita garra, determinação e amor.
 

IS – Foi legal ter lido no Futebol da Quebrada a manchete "Marcelinho e Marlon saem do banco de reservas e mudam a história do jogo para o BNH"?

M - Com certeza, uma sensação maravilhosa, só tenho a agradecer a Deus por ter me iluminado e feito com que eu ajudasse meus companheiros a mudar a partida e sair com a classificação, ainda mais por ser um campeonato varzeano de alto nível aqui em São Paulo, onde atuam atuais e ex-profissionais do esporte futebolístico! Mas ainda temos mais 4 partidas para que, enfim, a gente possa sair com a conquista da competição.
Futebol. O coringa Marlon em ação.


IS – O que foi mais especial nesse jogo, os gols feitos por você e o seu colega de trabalho?

M - Diria que foi especial tanto para mim quanto para o Marcelinho Bigode. Porém o mais importante pra mim é que ficou claro a todos que estavam assistindo à partida que o jogo só acaba no apitar final, que o nosso time tem elenco, e tanto quem sair jogando como quem fica na suplência tem que estar atento, pois quando for acionado pode mudar a partida, como aconteceu na última rodada comigo e com o Marcelinho Bigode.
Futebol. BNH. Rumo às oitavas.


IS – Como vê o Colorado hoje? E como sempre o viu?

M - Como sempre eu, desde pequeno, fui instruído pelos meus professores e minha família a nunca subestimar e nem fazer pouco de ninguém; e não foi diferente com a equipe do Colorado, que é uma equipe muito bem montada taticamente e tecnicamente, com jogadores de muita qualidade, alguns são até amigos meus, da mesma região onde resido atualmente. É isso: todo adversário, pra mim, deve ser respeitado dentro e fora de campo.
Futebol. BNH reunido em campo.


IS – Ouve-se falar que você sempre jogou e joga realmente bem. O que acha disso?

M – Fico muito lisonjeado e devo isso, primeiramente, ao nosso Pai Celeste e a meus familiares, que sempre me apoiaram e me educaram muito bem e me ensinaram que a humildade, a honestidade e o respeito são primordiais. Procuro levar isso pra dentro de campo e misturo com a minha força física, que não convém do meu porte físico, mas, sim, dá minha força de vontade indomável. E, claro, que fico muito feliz e orgulhoso pelo carinho de quem gosta do meu Futebol.
Amor. Lazer com a esposa Vitória.


IS – Uma pergunta à Vitória, sua mulher, que já tem este nome que significa, Marlon, o que você representa para o futebol brasileiro. Você, Vitória, o que sente ao ver as vitórias de seu esposo no campo?

VITÓRIA FERNANDES – (Risos gostosos.) Me sinto feliz pelas conquistas dele!
Amor. Vitória.


IS – Ambos os times, o BNH e o Colorado, são bons e inteligentes diante da bola, isto é um fato. Se jogasse pelo Colorado, certamente você teria o mesmo empenho, cremos nós, do site.

M - Sou feliz por defender o BNH, uma verdadeira família e que me recebeu de braços abertos, tanto o Presidente como a Diretoria e os companheiros de time e a torcida. Mas, com certeza que sim; independentemente da camisa que eu vestir e do adversário, sempre serei o Marlon, pernambucano de raízes fortes e família batalhadora, que nunca desiste, se entregando à luta até o fim, correndo, vibrando, e por aí vai.
Futebol. #go!bnh


IS – Finalmente, uma mensagem super do Bem a nossos curtidores e a quem acompanha o seu belo trabalho como jogador de futebol.

M - Que se vocês têm um sonho ou objetivo, independente da profissão que escolherem, lutem por isso até o fim, com muita fé em Deus e fazendo sempre tudo com muito amor, pois, um dia, vocês chegarão lá. E que sou grato aos Céus por todo esse carinho e atenção de todos os adeptos, os admiradores do meu Futebol.
Marlon. Em dose dupla.


O post sobre esse jogo da virada? CLIQUE. / O vídeo dos gols do jogo? AQUI.
Igarassu. Marlon à esquerda. Pelada com amigos profissionais.


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Aos amantes do futebol, um brilhante pensamento

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Aniversariantes

  • Alex Marssylonne – Leco (segurança – Recife/PE)
  • Alexandre Sampaio (ator/produtor cultural – Recife)
  • Alexandre Teixeira (roteirista)
  • Ana Carolina (cantora)
  • Ana Farache (da Farache Comunicação – Recife)
  • Bianca Bin (atriz)
  • Bruna Fittipaldi (atriz e jornalista – Recife)
  • Carlinhos Duarte (ator e modelo – Recife)
  • Charlie Sheen (ator, dublador, roteirista, produtor)
  • Christiane Mattos (atriz, dançarina – Rio de Janeiro)
  • Cinthia de Oliveira (atriz e fisioterapeuta – Recife)
  • Cléo Farias (emp./Detox Flow – EUA)
  • Daniel (cantor)
  • Diogo Lôpo G. Ogando (Letras e Direito, Salvador)
  • Edi Cordeiro de Sá Leitão (advogado – Recife)
  • Edilza Santos (artesã – Olinda/PE)
  • Eduardo Godoy (ator – Recife)
  • Érica Seiça (assist. tecn. administrativo – Portugal)
  • Eurides Nóbrega (secretária executiva – Igarassu)
  • Fátima Bernardes (jornalista e apresentadora-TV)
  • Genilse Ma. Cândido Gonçalves (bióloga- Igarassu)
  • Genivalda Lopes (Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Gessika Helena (da Gessika Nails – Itapissuma)
  • Glória Perez (novelista)
  • Gugga Siqueira (ator – Rio de Janeiro)
  • Jackeline Villarim (atriz/psicóloga clínica – Londres)
  • Jairo Oliveira (gestor – Vitória/ES)
  • Joaquim Diniz Neto (supervisor/Correios – Recife)
  • Jorge Tavares Ferreira Júnior (Record – RJ)
  • Leandra Leal (atriz)
  • Lucas Augusto (ator, soldado – Vitória de Sto Antão)
  • Luciano Huck (apresentador de TV)
  • Luiz Eugênio (administrador – Recife)
  • Malu Mader (atriz)
  • Marcello Trigo (ator, locutor, dublador – Recife)
  • Marcelo Henrique Andrade (jorn./repórter – RJ)
  • Marcos Frota (ator e artista circense)
  • Marina Amorim (arquiteta, modelo, atriz – Recife)
  • Marisa Galvão (profa. de Português – Olinda)
  • Marise Dias (empresa Goianá – Goianá/MG)
  • Marquinhos Moura, o Kzu Bala (Mc-compositor)
  • Max Fercondini (ator)
  • May Aquino (atriz/Relações Públicas – Estugarda)
  • Miriã Oliveira (concluinte/Ensino Médio – Paulista)
  • Neto Nunes (ator – Recife)
  • Nonato Seabra (aux.-cabeleireiro – Manaus/AM)
  • Patrícia França (atriz e cantora)
  • Renata Iris (engenheira civil – Olinda)
  • Ruanita Barbosa (atriz e corretora – Recife)
  • Severina Bandeira (educ. aposentada – Palmas/TO)
  • Soira Celestino (escritora – São Paulo)
  • Suely Nunes (educadora – Paulista)
  • Thaisi Melo (coreógrafa – Recife)
  • Thaymara Rafaellen (produtora/TV-cinema, PB)
  • Thayná França (atriz/universitária – Arcoverde/PE)
  • Tyago Lucas Lima (ator e recreador – Recife)
  • Victor Kreutz (cantor e compositor – SP)
  • Xande Valois (ator)
  • Xororó (cantor)

Eventos

  • 01. Em RECIFE: “Palco Brasil” com FERNANDA TAKAI – 17h e 20h – R$ 30 e R$ 15 (meia) – Caixa Cultural Recife / Av. Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife
  • 07. Em SERRA TALHADA/PE: o cantor ALMIR ROUCHE no Encontro Pernambucano de Forró – 22h – Praça Sérgio Magalhães
  • 14. Em OLINDA/PE: Bandas BIQUÍNI CAVADÃO e CAPITAL INICIAL – 21h – Pista: R$ 100 e R$ 50 (meia), Mesa Premium: R$ 300, Mesa VIP: R$ 200, Frontstage: R$ 200 e R$ 100 (meia) – Classic Hall / Av. Gov Agamenon Magalhães, s/n
  • 21. CHITÃOZINHO & XORORÓ, BRUNO & MARRONE: 21h, R$ 140; R$ 70 (meia) Classic Hall
  • 29. Show Valencianas, com ALCEU VALENÇA – 21h – Plateia: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia) e Balcão: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia); Vendas: Bilheteria do teatro (segunda a sábado, 9h às 17h), lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br – Teatro Guararapes / Av. Prof. Andrade Bezerra, S/N – Salgadinho – Telefone: 3182.8020

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