Entrevista

De papo com Zaira Zambelli


Ela é uma das atrizes brasileiras mais disciplinadas que existem. Por isto o seu curso de Teatro seja um dos mais procurados na Cidade Maravilhosa.

É dona de personagens fascinantes, a exemplo da Maria, de Marina, novela global das 6; da Selma, de O Amor É Nosso!, das 7, também da Rede Globo, entre outras mais. Já no longa-metragem Bye bye Brasil, fez par romântico com o Fábio Júnior, casal revivido na história de O Amor É Nosso!.

Atriz Zaira Zambelli.

Ao lhe perguntar de onde vem tanta disciplina para estar em cena, Zaira admitiu categórica: Sim, sou bastante disciplinada, pois entendi que, com disciplina e determinação, a vida fica mais fácil, tudo flui melhor. A energia é outra. Colocar amor, dedicação e disciplina no dia-a-dia é sabedoria.
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Você atuou no original da novela Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa, contracenando com Kadu Moliterno, Cristina Mullins, Roberto Bonfim, entre outros. De que forma compôs a caipira Rosinha, desse grande sucesso da Globo?

ZAIRA ZAMBELLI A Rosinha foi feita com muito amor e responsabilidade, pois interpretar a ponta de um triângulo amoroso em uma novela do Benedito Ruy Barbosa é uma grande oportunidade. Observei muito as meninas do interior, e fora que, na minha adolescência, eu ia muito para a fazenda da minha madrinha e convivia com essa realidade naturalmente.

Turma de Leitura Dramatizada.                                                                                                                   

IS – Agora nos fala sobre sua Manoela Palhares, do remake de Irmãos Coragem, de Janete Clair, na mesma emissora.

ZZ A Manoela não tinha muita importância na trama, mas me proporcionou conviver com um elenco, direção e equipe de primeira linha.
Zaira Zambeli. Visita de Recife no curso.                                                                      

IS – Achei divertidíssima sua Participação Especial em Ti-ti-ti (2010-2011), de Maria Adelaide Amaral, baseada em Ti-ti-ti e Plumas & Paetês, do Mestre Cassiano Gabus Mendes. A Madame Carneiro foi uma perua, de fato, deliciosa de interpretar? Por quê?

ZZ – (Risos gostosos.) Realmente foi muito divertida a participação, um convite da produção de elenco, que homenageou as atrizes que haviam participado da primeira versão.
                                                                                                                  

IS- A personagem, seja do teatro, do cinema ou da televisão, mais intensa que já viveu?

ZZDasdô, “Bye bye Brasil”.
Zaira Zambelli. Curso de Teatro.                                                                                                       

IS – De onde partiu o desejo de criar o conceituado Curso de Teatro Zaira Zambelli?

ZZDa minha paixão pelo Teatro e seu potencial transformador, da vontade de trabalhar ligada às artes cênicas e passar minha experiência adiante e ajudar às pessoas. O Teatro, realmente, transforma, liberta! No meu entendimento, depois de já ter tido muitos e muitos alunos, eu posso garantir: “Faça Teatro e entre em Cena”. Todas as pessoas deveriam fazer um curso de Teatro.
A sobrinha-neta Maia.                                                                                                                        

IS – Você também atuou em Pantanal, do Benedito (Ruy Barbosa). Mas, de qual das novelas que fez mais gosta, mesmo?

ZZMarina, tenho um carinho especial por ter sido a primeira.
                                                                                                                      

IS – E peça, alguma lhe é mais amada?

ZZ – “O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, direção.
 

Zaira Zambelli. Passeio de bike na orla do Rio de Janeiro.
IS – Zaira Zambelli por Zaira Zambelli?

ZZEu sou amiga, leal, responsável, amorosa, sensível. Uma pessoa do bem!!!
 

IS – Falando em ser do bem, uma mensagem super nesta vibe aos alunos, ex-alunos e admiradores da Zaira!

ZZ Viva o AGORA! Seja feliz e partilhe com os outros a sua felicidade. Só por hoje não reclame de nada! Venha fazer Teatro e transforme sua vida!
 

Busque um curso sério de interpretação.

O Curso de Teatro Zaira Zambelli está AQUI.
 

Minha primeira entrevista com a Zaira?

Encontre neste clique

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Solidariedade: Ainda mais unidos pela CACCST


No dia 9 de junho realizou-se, na Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, no Rio de Janeiro, um evento em prol dos seus menores, com muita música, contagem de histórias, brincadeiras e até o aniversário de uma das crianças.

Ainda mais unidos nesta causa, os generosos XANDE VALOIS (ator global) e CHRISTIANE MATTOS — aliados à presidente-fundadora do local, SANDRA NÓBREGA — estiveram presentes, como sempre se encontram em obras solidárias, levando um pouco de calor humano do qual a criançada da CACCST tanto necessita.

Solidariedade. Evento Beneficente da CACCST.

Como você já percebeu, é com este trio maravilhoso o nosso bate-papo da vez, iniciando pela atriz e dançarina carioca (no centro da foto acima).
 

EXCLUSIVA
ENTREVISTA
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IZAN SANT – A sua descoberta desta Casa de Apoio ocorreu como, Christiane?

CHRISTIANE MATTOSConhecemos a CACCST, eu e Xande Valois, em 2012, quando ele fazia “Malhação”, e, através do Rodrigo Simas (toda a família Simas também é voluntária na Casa), tivemos nosso primeiro contato com a Marília Santana, grande administradora e que promove os eventos que ajudam a manter e ajudar famílias que necessitam de assistência para tratar seus filhos. A Casa abriga essas famílias, faz o transporte e cuida dessas crianças durante o tratamento e depois que voltam às suas casas, fornecendo remédios, cestas de alimentos, roupas e o principal: AMOR! Qualquer um pode contribuir, porém, acima de doações materiais, estão o carinho e a atenção.

Solidariedade. Christiane Mattos e Xande Valois mais unidos ainda por uma causa nobre.


IS – Você, Xande, pode nos descrever sua visão sobre a CACCST?

XANDE VALOIS Aprendo muito com todos da Casa, sou voluntário desde os meus 7 anos e hoje, como embaixador mirim da causa, tento mostrar para as pessoas como é importante conhecer e fazer alguma coisa pelas crianças que precisam de ajuda e força na sua luta.

Solidariedade. Um Tudo bem dos atores Xande Valois e Christiane Mattos a vocês.


IS – Sandra, como é dirigir esta tão nobre Casa e qual o maior objetivo dela?

SANDRA NÓBREGA – No início foi muito despretensioso e sem nenhum pensamento profissional, era só por Amor, com A maiúsculo mesmo, às pessoas que passavam por problemas quando vinham trazer seus filhos para tratamento. Depois fomos verificando as necessidades das famílias e entendendo como poderíamos apoiar. Até hoje me sinto muito gratificada, apesar das dificuldades que enfrentamos, de poder estar ajudando minhas Crianças, minhas Mães e as famílias dessas mulheres fortes. Como bem falou a Christiane, e, reforçando, o objetivo é dar a possibilidade a essas crianças que se encontram em tratamento a chance de o mesmo dar certo, porque não basta só tratar a doença. Existem outras situações envolvidas, como Alimentação, Higiene, etc.. Temos muito cuidado com elas, damos muito Carinho e, claro, o Amor, pois acredito que esses dois sentimentos também curam.

Amor. Sandra Nóbrega, Christiane Mattos, Xande Valois e uma assistenciada da Casa de Apoio.


IS – Para quem quiser doar algum valor, visando a colaborar com o tratamento das crianças, como proceder, então?

SNPara quem desejar doar vindo aqui, nosso endereço é Rua Santos Rodrigues, 60, bairro do Estácio, cidade do Rio de Janeiro. Nossos telefones, como também podem visualizar no banner da foto, são 21-2293-2210 e 21-2502-8343. Para quem quer realizar a doação através de uma conta: Banco Itaú, agência: 8159, Conta Corrente: 11043-9; ou Banco Bradesco, agência: 0445, Conta Corrente: 0142134-4. Obrigado, querido, pela oportunidade.
Criança. Sala de entretenimento da CACCST.


Imagina, nós é que agradecemos por estar divulgando essa Instituição (que não recebe auxílio algum do governo), a fim de fazer o Bem aos próximos, principalmente quando estes são crianças com um tão delicado problema de saúde.

Mas com você, friend, neste momento, o bolo da criança aniversariante

A criança aniversariante daquele dia.
 

E você, nosso(a) leitor(a)?
Visite a CACCSTrealize agora
a sua doação
.

O site da Casa é ESTE.

 

Doe de coração aberto.

Faça algo de bom ao semelhante e, assim, estará fazendo a você mesmo.

Estará atraindo o Bem até você!

Amor nos traz Amor.

 

Deixamos você com um pensamento do poeta, escritor, dramaturgo e ator William Shakespeare.

A máxima envolve criança e
um dos sentimentos que ela nos inspira

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Um cantor de garra


Tofalini. Quem tem beleza e talento deve mostrar.
Porque garra é o que não falta ao TOFALINI, apreciador dos notáveis profissionais da música Gusttavo Lima, Ivete Sangalo e Rafael Vannucci.

Este cantor, compositor e modelo é dono de criações musicais espetaculares, uma delas é Surreal – que você vai ouvir ao final desta matéria.

Fora a parte artística, Tofalini nos revela sobre sua vida pessoal: “Amo pescar, ir ao cinema e tomar tereré” (bebida típica sul-americana feita com a infusão da erva-mate em água fria; de origem guarani, pode ser consumida com limão, hortelã, entre outros).  “Frequento a igreja e prezo muito as leis de Deus e a gratidão. Nasci na cidade de Cambé, no Paraná, e aqui permaneço até hoje, aos 23 anos. Minha Cambé é superagradável, tranquila, onde tenho orgulho de estar e de levar o nome a todo o país, devido a tantas coisas boas que vivi e vivo aqui!”.

Pois é, agora vem com a gente nesta

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – O desejo de ter se tornado cantor veio de onde? E o compositor estava no mesmo pacote ou veio depois?

TOFALINI O desejo de me tornar cantor profissional surgiu após um trabalho escolar e, através dele, veio o pacote completo, com uma composição; a primeira, chamada “Não Posso Mais". Mas, desde criança, sempre fui fascinado por música e por toda a parte artística, isso já veio comigo de berço. (Risos gostosos.)
 

IS – Você se espelhou em algum artista famoso?

T Sim, no saudoso Cristiano Araújo.
 

IS – Como classifica, mesmo, seu estilo musical?

T Sertanejo/Pop Romântico.

Tofalini. Um cantor romântico.


IS – Tem o sonho de dividir o palco com algum ídolo da nossa música? Por quê?

T Claro… Gusttavo Lima, pois, hoje em dia, é um dos maiores e melhores cantores do Brasil.

Alexandre Tofalini. Cantor, compositor e modelo.


IS – Entre suas canções, a favorita é…?

TNão tenho apenas uma, são várias. (Risos.)

Elegância máscula. Sempre.


IS – Cantar o amor representa…?

TDeus e todas as coisas boas deste mundo.

Natureza. Compondo em meio a ela.


IS – Sobre a vida de modelo, qual o sabor?

T O de prazer, com uma doçura de mel. (Risos.)

Modelo. Sensualidade totalmente na pele.


IS – Uma mensagem súper do Bem aos fãs do Tofalini, vamos lá?

T Se você tem um sonho, pode ter a certeza de que ele nunca será impossível.

(De fato. Tudo dependendo do seu Querer, friend.)
 

FIQUE, ENFIM, COM UM TRECHO DA MÚSICA "SURREAL".

 

Fotos: Arquivo Pessoal do artista

 

Conheça mais sobre o cantor clicando

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Intenso artista das letras


Juan Lima.
Ao perguntar a ele desde quando e de onde partiu a sua paixão por escrever, o poeta e publicitário recifense JUAN LIMA me respondeu com um desejo singular: A paixão pela escrita começou cedo, aos 16 anos eu já arriscava versos nos cadernos de colégio. Desde os 14 anos de idade eu me enveredei na música, tocando bateria em bandas de rock pelos bares de Recife; pouco tempo depois, sentindo a necessidade de criar minhas músicas, passei a escrever letras para canções”.

Logo em seguida lhe vieram à mente poemas inspirados em Vinícius de Moraes, o qual o influenciou bastante.

Juan — que, além de baterista como já sabemos, ainda é compositor — escreveu o livro Rosas, Musas e Poemas. Vinte Anos de Poesias.
 

ENTREVISTA ESPECIAL.
 

IS – Como surgiu, exatamente, a ideia deste seu tão interessante livro?

JL A vida toda eu sempre criei poemas, alguns eu entregava às mulheres que pediam (vários perdidos por aí), muitos eu mostrava ao meu pai, que insistia que eu deveria juntar todos e lançar um livro. Eu relutei muito a fazer, nunca tive em mente mostrar meus anseios, paranoias e paixões secretas (ou não) às pessoas do meu círculo. Passados vinte anos de escrita, juntei todos que tinha guardado e fiz o livro.
 

IS – Tudo é, mesmo, “extremo, definitivo, terminal” dentro de sua visão de mundo?

JL Existem duas personalidades que transitam dentro de mim: uma polida e social, que é a saída encontrada para sobreviver num mundo tão distante do que eu imagino. Outra é terminal, insensata, ansiosa, extrema, até o último suspiro. Esta última, sou eu.
 

IS – É supercativante o Projeto Formas em Poesias, paralelo ao seu livro, em parceria com Josy Ventura, intérprete da extrovertida Malu na série teen Vem Namorar Comigo, que estreia brevemente. Por que a atriz para recitar seus intensos poemas?

JL Josy é uma querida amiga, uma jovem com a arte entranhada na alma assim como eu. Vivemos buscando um lugar ao sol no mercado, mercado este que valoriza muito mais o ter do que o ser, a gratuidade do sexo e as mensagens sem conteúdos são mais fáceis de digerir.
Josy Ventura. Pronta para recitar um dos poemas de Juan.


IS – Tem um amor especial por um dos textos de Rosas, Musas e Poemas?

JL – Sim, o poema interpretado pela atriz Josy Ventura, chamado: “Se for para morrer”.

(Você assistirá ao vídeo deste poema no final da entrevista.)
Literatura. O livro Rosas, Musas e Poemas.


IS – Eu, particularmente, acho Se for para morrer muito bem construído em sua densidade. Bom, mas segue uma saia justa: qual o maior poeta/ou poetisa brasileiro (a)?

JL Complicado apontar um como maior, o Brasil, ao longo dos tempos, conheceu diversos poetas extraordinários, poderia citar aqui, por exemplo: Carlos Drummond de Andrade e Clarice Lispector, dois gigantes. Mas, o meu preferido é Vinícius de Moraes, sua relação com a música me fez mais próximo dele.
Juan Lima. Em estúdio com a atriz Josy Ventura.


IS – Acha que o livro eletrônico ameaça o impresso?

JL Não. Quem absorve este tipo de leitura, arte, faz questão do livro em mãos. Mas, o livro eletrônico ajuda bastante a divulgação do trabalho.


IS – Bate-bola! Melhor romance que já leu?

JL “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
O poeta Juan Lima.


IS – Frase máxima marcante em sua vida?

JL “Não há mal pior que a descrença, mesmo o amor que não compensa, é melhor que a solidão.” – Vinícius de Moraes.
Música. Juan inspirado.


IS – Filme espetacular! Algum que recomende?

JL O voo.
 

Juan Lima. Violão, paixão.
IS – Acho que já sei, mas vou perguntar mesmo assim: melhor escritor (a) universal? 

JL Vinícius de Moraes.
 

IS – Amor, com uma palavra?

JL Insensatez.
 

IS – Família, também com uma!

JL Alicerce.
 

IS – Algum outro projeto literário futuro?

JL Já comecei a escrever um outro livro de poemas; este, pensado e com poemas com teor político e social.
 

IS – Uma mensagem súper do Bem a cada admirador seu e a cada leitor do Papo!

JL – Viva a vida como se ela amanhã não existisse, faça tudo que pode hoje, mas só faça o bem. A linha que divide a loucura e a sensatez é muito tênue, não se permita bloquear por estruturas sociais impostas por séculos em nossa sociedade. Busque sempre seus sonhos, procurando os espaços ainda não descobertos, faça de seu caminho uma história que possa ser contada num futuro próximo aos seus entes queridos, nenhuma maldade vale a pena para se alcançar seus objetivos. Obrigado pelo carinho.

 

COM VOCÊS, AGORA,
 

Josy Ventura recitando Se for para morrer

 

Visite o site de Juan Lima, conheça mais sobre
o livro e garanta o seu. Dê um clique aqui:

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De Dalva ao musical “Cauby! Cauby!”

Sylvia Massari.
Esta é a nova trajetória da atriz e cantora de musicais SYLVIA MASSARI, a juíza Branca Moreira de Totalmente Demais, sucesso global. Recentemente, na TV Globo, Sylvia tem feito uma novela após a outra: viveu a Helô de Sete Vidas, a Irmã Regina em Malhação 2013, a Ângela de A Vida da Gente, a Sílvia Aquino em Morde e Assopra, a Sarah de Caras & Bocas — estas duas tramas do Walcyr Carrasco.

Sylvia é assim, não para, pois ainda arranja tempo para o cinema e uma outra das suas paixões: o teatro. Aqui, este é o assunto que agiganta mais e mais a também intérprete de Madame Elenir, na saudosa novela do João Emanuel Carneiro, Cobras & Lagartos.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Abrindo esta nossa primeira entrevista do ano, iremos falar sobre a maravilha de ver você no musical Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei. Qual foi a sensação de viver novamente Dalva de Oliveira?

SYLVIA MASSARI É, tenho vivido Dalva há anos! Fui protagonista de "A ESTRELA DALVA", o musical produzido por Roberto Talma e dirigido por Jorge Fernando, em São Paulo, em 1988. Aqui no Rio, Marília Pêra foi Dalva. Assim, é tranquilo revivê-la. Ela vem muito fácil… Mas é sempre muito emocionante!
 

IS – Ainda haverá mais alguma apresentação de sua Dalva e do Herivelto do Tadeu Aguiar pra gente? 

SM – Estamos tentando um patrocínio que viabilize viagens. Nossa intenção é começarmos por São Paulo. 

 

IS – A Dalva com apenas um adjetivo. E o Herivelto?

SM – Dalva: EMOCIONANTE. Herivelto: ARREBATADOR.

 

IS – Como é contracenar com o nosso querido ator e diretor Tadeu (Aguiar)?

SM – Tadeu é um irmão de alma! Nos conhecemos há mais de trinta anos e nunca nos separamos. Ambos patinamos em Ribeirão Preto, no mesmo show de patinação artística, em épocas diferentes. Somos unidos, no palco e na vida.
A atriz Sylvia Massari.

IS – O momento mais marcante desse musical em parceria com o Tadeu foi…?

SM – Em Ribeirão Preto, no Teatro Pedro ll, numa plateia lotada!
 

IS – Agora veio um outro trabalho, e sobre o mito Cauby Peixoto. Conta um pouco dessa novidade para os leitores do Papo de Bem e os seus fãs, Sylvia.

SM - É uma roupagem nova do mesmo musical que fizemos anos atrás. Agora, com a morte de Cauby, eu faço a narradora da história, no papel da secretária, que o acompanhou durante 15 anos. É um espetáculo muito lindo e emocionante e esperamos que faça o mesmo sucesso de antes, quando tivemos lotações esgotadas em todas as apresentações. 
 

Sylvia Massari.
IS – Sua nova personagem é o que esperava que fosse? Ou a surpreendeu por alguma razão?

SM – É diferente! Pela primeira vez não canto em um musical!
 

IS – Classifique a energia desse novo elenco.

SM – Nora 1.000. Talentosos, dedicados e unidos. 
 

IS – Qual a expectativa-mor da Sylvia Massari com relação à recepção do público sobre esse musical de agora?

SM – Não tenho dúvidas de que será um novo sucesso na vida do Diogo e de todo o elenco. Agora, com a morte de Cauby, a emoção será maior!
 

IS – Previsão de estreia?

SM – Dia 10 de janeiro para o público, num grande Ensaio Geral!
 

IS – Uma nova mensagem súper do Bem a todos que nos leem!

SM – Feliz 2018!!!!!! Desejo a todos um ano de Paz, Amor, Recuperação de todos os prejuízos do ano que passou! Saúde!!!!


"Cauby! Cauby! Uma Lembrança" fica em cartaz no Imperator de 16 de março a 1o. de abril, com apresentações às 16h nas sextas, 20h nos sábados e 19h nos domingos. Os ingressos custam R$ 70,00 = inteira.
 

Entrevista com a Sylvia no musical Ou Tudo Ou Nada?

(Re)veja clicando AQUI.

Sylvia, sobre a defesa dos animais?

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Um sequestro imperdível!


Um sequestro imperdível!
 

Mas imperdível mesmo, pois se trata da nova peça onde você poderá ver, novamente no palco, ADRIANA BIROLLI e ALEXANDRE CONTINI: #SEQUESTRO121. O primeiro e último trabalho com essa dupla star foi a comédia Manual Prático da Mulher Desesperada, e, desde então, o público já começou a sentir a falta dos atores juntos em cena. Desejo realizado!
Comédia. A Stripper e o Hacker.


Pra tirar suas dúvidas sobre este grande sucesso teatral — porque não tem como ser diferente —, Contini ressurge aqui, numa
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – De onde partiu a ideia mesmo da montagem desta peça, de ambos?

ALEXANDRE CONTINI - Sim. O texto é dos dois. Eu sou um apaixonado pelo universo HQ e sempre quis fazer uma comédia nesse gênero. A Adriana teve ideia de fazer um projeto em prol do Instituto Vidas Raras. Daí juntamos algumas ideias e desenvolvemos. Convidamos o Diogo Camargos pra dirigir e ele deu a estética perfeita ao espetáculo. Além da peça, em breve lançaremos um spin-off em forma de livro.
Alexandre Contini.


IS – De que modo estudou para compor o seu hacker?

AC - Investi nos filmes e séries do gênero, e num estudo sobre tecnologia.
 

IS – A personagem da Adriana, a stripper, com uma palavra…?

AC- Hilária.
Adriana Birolli.


IS – O seu personagem, com uma também…?

AC – Tagarela.
 

IS – No fundo, o que vocês desejam passar ao público?

AC - Além de muita diversão, humor e aventura, temos o intuito de divulgar o Instituto Vidas Raras que trabalha em prol da divulgação, orientação e apoio aos familiares, amigos e pacientes de MPSs.

Comédia. #Sequestro121.


IS – Como imagina que os Nerds veem o seu Nerd?

AC - Com muito carinho, o Nerd é o cara que sofreu bullying na escola e hoje é o cara bem-sucedido que escreve os melhores livros, inventa os melhores aparelhos, desenvolvem teorias quânticas, etc… Os Nerds são os verdadeiros heróis dos tempos modernos, e eu procurei tomar todos esses cuidados na hora de escrevê-lo e compor o papel.
 

IS – Alta descontração durante os ensaios?, nos conta.

AC - É incrível, somos uma equipe, nos conhecemos há anos, temos muita intimidade e foi a primeira vez que conseguimos juntar todos no mesmo projeto. Tivemos imersão de dias ensaiando e morando juntos!
Teatro. Equipe reunida.

Da esquerda para a direita, Ivan Vellame, Lorena Lima e Diogo Camargos.


IS – Um momento especial desta comédia — especialmente pra você?

AC - Tem uma cena que não posso dar detalhes, mas Adriana aparece de um jeito que nunca ninguém imaginou vê-la, é realmente muito engraçado e o mergulho na proposta e na caracterização quase me faz rir em cena todos os dias.

 

O que será que é, hein? Segue uma sugestão

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Um Jogador de Primeira

Grandes Clubes Esportivos,
fiquem de olho neste rapaz!

Futebol. Marlon solo.

Ele é um coringa que, joga como 1° Volante, aquele que protege a zaga marcando, ou como 2° Volante, que desarma e apoia. Um especialista da bola parada, do BNH, time da Zona Sul de São Paulo, bairro Grajaú, comunidade BNH.

No jogo do dia 3 de junho, MARLON fez bonito ao lado dos amigos guerreiros, defendendo seu time, tendo como adversário o Colorado. Como bem disse o Blog Futebol da Quebrada, “Marlon bateu falta na cabeça do Marcelinho que subiu sozinho e com estilo cabeceou forte (…), empatando a partida: BNH 1 a 1 Colorado”. Em seguida, “Marlon bateu falta perto da linha de fundo e o zagueiro Mosquito subiu no bolo e desviou de cabeça fazendo o gol da virada”, ou seja, 2 para o BNH, que acabou se classificando para as oitavas da 10ª. Copa da Paz.

Nascido em Paulista, cidade do craque Rivaldo e do saudoso jogador chapecoense Cléber Santana, Marlon, criado entre Igarassu/PE e São Paulo, abre o coração acerca do jogo da vitória. A convite do Papo de Bem, logicamente.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.  
 

IZAN SANT – Há quanto tempo você joga pelo BNH e como surgiu a paixão pelo futebol?

MARLON – Bom, estou no elenco da Família BNH, aproximadamente, há uns 4 meses, tenho 13 partidas e 2 gols atuando como 2° Volante. A minha paixão pelo futebol é desde pequeno, sempre gostei de ficar na rua com amigos de infância batendo aquela velha pelada e, graças a Deus, aos poucos fui descobrindo que levava jeito através de familiares e amigos que gostavam do meu jeito de jogar o futebol, com muita garra, determinação e amor.
 

IS – Foi legal ter lido no Futebol da Quebrada a manchete "Marcelinho e Marlon saem do banco de reservas e mudam a história do jogo para o BNH"?

M - Com certeza, uma sensação maravilhosa, só tenho a agradecer a Deus por ter me iluminado e feito com que eu ajudasse meus companheiros a mudar a partida e sair com a classificação, ainda mais por ser um campeonato varzeano de alto nível aqui em São Paulo, onde atuam atuais e ex-profissionais do esporte futebolístico! Mas ainda temos mais 4 partidas para que, enfim, a gente possa sair com a conquista da competição.
Futebol. O coringa Marlon em ação.


IS – O que foi mais especial nesse jogo, os gols feitos por você e o seu colega de trabalho?

M - Diria que foi especial tanto para mim quanto para o Marcelinho Bigode. Porém o mais importante pra mim é que ficou claro a todos que estavam assistindo à partida que o jogo só acaba no apitar final, que o nosso time tem elenco, e tanto quem sair jogando como quem fica na suplência tem que estar atento, pois quando for acionado pode mudar a partida, como aconteceu na última rodada comigo e com o Marcelinho Bigode.
Futebol. BNH. Rumo às oitavas.


IS – Como vê o Colorado hoje? E como sempre o viu?

M - Como sempre eu, desde pequeno, fui instruído pelos meus professores e minha família a nunca subestimar e nem fazer pouco de ninguém; e não foi diferente com a equipe do Colorado, que é uma equipe muito bem montada taticamente e tecnicamente, com jogadores de muita qualidade, alguns são até amigos meus, da mesma região onde resido atualmente. É isso: todo adversário, pra mim, deve ser respeitado dentro e fora de campo.
Futebol. BNH reunido em campo.


IS – Ouve-se falar que você sempre jogou e joga realmente bem. O que acha disso?

M – Fico muito lisonjeado e devo isso, primeiramente, ao nosso Pai Celeste e a meus familiares, que sempre me apoiaram e me educaram muito bem e me ensinaram que a humildade, a honestidade e o respeito são primordiais. Procuro levar isso pra dentro de campo e misturo com a minha força física, que não convém do meu porte físico, mas, sim, dá minha força de vontade indomável. E, claro, que fico muito feliz e orgulhoso pelo carinho de quem gosta do meu Futebol.
Amor. Lazer com a esposa Vitória.


IS – Uma pergunta à Vitória, sua mulher, que já tem este nome que significa, Marlon, o que você representa para o futebol brasileiro. Você, Vitória, o que sente ao ver as vitórias de seu esposo no campo?

VITÓRIA FERNANDES – (Risos gostosos.) Me sinto feliz pelas conquistas dele!
Amor. Vitória.


IS – Ambos os times, o BNH e o Colorado, são bons e inteligentes diante da bola, isto é um fato. Se jogasse pelo Colorado, certamente você teria o mesmo empenho, cremos nós, do site.

M - Sou feliz por defender o BNH, uma verdadeira família e que me recebeu de braços abertos, tanto o Presidente como a Diretoria e os companheiros de time e a torcida. Mas, com certeza que sim; independentemente da camisa que eu vestir e do adversário, sempre serei o Marlon, pernambucano de raízes fortes e família batalhadora, que nunca desiste, se entregando à luta até o fim, correndo, vibrando, e por aí vai.
Futebol. #go!bnh


IS – Finalmente, uma mensagem super do Bem a nossos curtidores e a quem acompanha o seu belo trabalho como jogador de futebol.

M - Que se vocês têm um sonho ou objetivo, independente da profissão que escolherem, lutem por isso até o fim, com muita fé em Deus e fazendo sempre tudo com muito amor, pois, um dia, vocês chegarão lá. E que sou grato aos Céus por todo esse carinho e atenção de todos os adeptos, os admiradores do meu Futebol.
Marlon. Em dose dupla.


O post sobre esse jogo da virada? CLIQUE. / O vídeo dos gols do jogo? AQUI.
Igarassu. Marlon à esquerda. Pelada com amigos profissionais.


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Aos amantes do futebol, um brilhante pensamento

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Realizados


Famosos. Alexandre Contini.
Que legal se assim se sentissem todos os artistas brasileiros, não é verdade?

O sucesso no universo da arte é uma incógnita, mas ALEXANDRE CONTINI, sempre uma erupção de criatividade e competência, é uma das exceções.

Hoje, o ator se encontra num dos melhores momentos de sua vida profissional. Como diretor, mais uma peça estreando, outra em turnê, e, como ator e dramaturgo, mais uma tomando forma.

Aqui ele também se emociona ao falar sobre seus colegas de trabalho.

Hora de uma nova
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Estreando, agora no dia 3, Solteira, casada, Viúva, Divorciada. Fala pra gente da curtição de dirigir esse trabalho?

ALEXANDRE CONTINI – É muito gratificante dirigir essa grande atriz em uma comédia sobre quatro mulheres completamente diferentes num mundo contemporâneo. A encenação busca transcender os rótulos que intitulam o espetáculo conseguindo a libertação dessas figuras representadas ali. As personagens transbordam nuances, não se limitando a seu estado civil atual, a partir delas podemos mergulhar em questões que assolam o ser humano, como a solidão, a lealdade, a aceitação, o empoderamento feminino, a liberdade sexual ou até a falta dela. A proposta da direção foi entrelaçar essas quatro histórias, contá-las ao mesmo tempo construindo um final apoteótico. Dessa forma elas se complementam e se unificam tratando sobre os dilemas apresentados de forma bem-humorada e delicada.
 

IS – Sua química com a Stella, uma nota e por quê!

AC – Stella é uma das maiores atrizes deste país. Ela transmuta do Trágico para o Cômico em segundos. Tem um domínio do ofício que é um presente para qualquer diretor, você sugere e ela faz, dessa forma qualquer ideia se torna uma possibilidade viável. Fora que é uma amiga divertida, carinhosa, inteligente… Se ela quiser, eu a dirijo a vida toda!!!
Teatro. Vá se divertir!


IS – O que há de mais especial nesse texto, na visão do Alexandre Contini?

AC – O texto se divide em quatro tramas, escrito por quatro autores: Noemi Marinho, Reggiana Antonini, Luis Arthur Nunes e Maria Adelaide Amaral. Foi escrito nos anos 90 e continua atual, com um humor contemporâneo e cheio de possibilidades para verticalizar em questões humanas, e a Stella faz com tanta verdade que você consegue rir e chorar ao mesmo tempo.
Alexandre Contini. O ator em performance.

IS – Outra recente peça dirigida por você, Dedo Podre, está em turnê. Por que recomenda que não percamos de assistir a esse espetáculo?

AC – A historia é maravilhosa. Nivea pegou os relacionamentos mal sucedidos e transformou em uma comédia hilária, transformou um limão em uma limonada, mousse e caipirinha. Sempre que assisto morro de rir com eles.
Cena de Dedo Podre.


IS – Guilherme e Nívea estão mandando, realmente, bem? Brincadeira… Claro que estão, então que momento de seus personagens o empolga mais?

AC – Eu chamo a Nivea de primeira aluna da turma. Dedicada, bem-humorada, não tem dia ruim. Sempre com aquele sorriso lindo no rosto. E me surpreendi porque não sabia que Nivea era comediante. Falo com propriedade, ela tem um tempo de humor excelente, mergulha na proposta, encanta a plateia, foi realmente um presente. A parte que mais gosto é quando ela conta sobre um relacionamento com um cantor sertanejo. O Gui é um grande ator; apesar de jovem, tem um domínio de plateia invejável. Ele sabe o que a plateia quer ver e, na sua primeira fala, já arranca gargalhadas. Adoro quando ele faz o Otávio, um cara gordo que precisa emagrecer, é de um carisma encantador.
Famoso. Em instante relax.


IS – Para quais capitais está viajando Dedo Podre? (Vamos antenar nossos leitores, eventuais espectadores!)

AC – Dias 10 e 11 de junho, Petrolina. Dia 17 de junho, Limeira. Dia 23 de junho, Sertãozinho, e dias 24 e 25 de junho Ribeirão Preto.
Alexandre Contini. Sucesso. Comemoração.


IS – Em que grau anda a saudade do Manual Prático da Mulher Desesperada?

AC – Grau máximo. Fiz a peça durante 1 ano, uma turnê longa de viagens e apenas uma temporada em São Paulo, tenho a sensação de que quando aprendi a fazer, o espetáculo parou. Mas a vida é assim.
Manual Prático da Mulher Desesperada.


IS – Tem novo trabalho seu pra agosto, onde você se coloca como ator. Adianta alguma coisa pro Papo!

AC – Esse é um desafio que tá me mantendo eufórico. Será meu primeiro texto encenado. Escrito junto com minha parceira de cena e noiva Adriana Birolli. Se trata de um espetáculo baseado no universo HQ, onde faço Hacker que se apaixona por uma Stripper (Adriana) e, juntos, entram pro mundo do crime. A direção é do Diogo Camargos, que vem fazendo um trabalho brilhante nos ensaios e realizando meu sonho de infância. Sempre quis fazer um super-herói ou um supervilão. E, paralelamente, estamos num livro spin-off da peça. A ideia do livro surgiu com a vontade da Adriana em fazer algo para divulgar e ajudar o INSTITUTO VIDAS RARAS, que foi criado em 2001 por pais de pacientes com mucopolissacaridoses. Parte da renda do livro será revertida em prol da causa.
Famosos. Adriana Birolli e Alexandre Contini.


IS – Como vê esse drama que o nosso país está enfrentando hoje, na política?

AC – Nos dias de polarizações em que estamos vivendo, tenho até medo de responder (Risos.). Mas a resposta é bem triste: Enojado e sem esperanças. É muita corrupção, a Fama. Quem sabe faz a hora.economia reflete negativamente na realidade de todo mundo, o que deixa muita gente à flor da pele, os juros nos engolem e eu, na minha "ignorância", não vejo uma solução. Enquanto não tiver uma verdadeira reforma política e o povo não parar de brigar como torcedores de futebol, só vai mudar as figuras, mas a história continuará a mesma. Rezemos.
 

IS – Atualmente, Alexandre Contini por Alexandre Contini…?

AC – Feliz, realizado, apaixonado pela vida e louco pra contar mais e mais histórias.

 

Ingressos para

Solteira, Casada, Viúva, Divorciada?

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Toda mulher tem 7 homens?


Segundo a escritora carioca VERA LUCAS, sim.Escritora Vera Lucas.

Mas, como será isto?!

Antes de ela saciar nossa curiosidade na ENTREVISTA do momento, é bom lembrar que Vera, formada pela UFRJ, possui um currículo invejável: é jornalista, redatora, cronista, editora e roteirista de televisão, bem como palestrante em Jornalismo. Já teve como empregadores O Globo, a Editora Bloch, a CNT, a TV Educativa, entre outros veículos renomados.

Aqui, teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais desta profissional multi que se diz mais escritora do que tudo!

Será que ela vai nos revelar o porquê de toda mulher ter 7 homens?…  
 

ENTREVISTA
ESPECIAL.

 

IZAN SANT – Você é jornalista e etc., mas quando soube que queria ser escritora?

VERA LUCAS – Estava ali, bem na minha frente, só que eu não percebia — talvez porque era míope. Eu me alfabetizei sozinha, de tanto que folheava as antigas revistas em quadrinhos. Luluzinha, Tio Patinhas, Pimentinha… Não sei como aconteceu, mas de repente eu estava lendo. Do Jardim de Infância fui direto para o segundo ano do antigo curso primário. Vou confessar uma coisa, sempre detestei as regras gramaticais. Orações coordenadas, sujeitos indeterminados, verbos transitivos… Mas eu lia muito, muito mesmo e isso me salvava nas provas escolares. Na época, elas eram divididas em perguntas decorebas sobre a língua portuguesa, valiam 50; e, na redação, também 50. Na primeira parte eu me saía mais do que péssima, tirava no máximo 20. Já na redação, eu quase sempre recebia o número máximo de pontos. Eu escrevia, conectava as ideias, conjugava corretamente — embora não soubesse nem o nome do tempo do verbo que estava usando. Era o enigma dos professores… Uma dona Aíxe chegou a me dizer que eu não teria futuro. Assim, cheguei ao ano do vestibular. Faltando quatro dias para as inscrições se encerrarem, eu ainda estava em dúvida entre Psicologia, Arquitetura e Belas Artes. Aí, das trevas fez-se a luz. O que eu mais gostava de fazer? Escrever. E lá fui eu para o jornalismo. A universidade e a posterior experiência nos veículos de comunicação me lapidaram. Na UFRJ fui aluna do mito Nilson Lage e, no trabalho, tive alguns chefes que eram feras no bom sentido. Outros eram feras no mau mesmo.
 

IS – Quais escritores lhe serviram como inspiração?

Toda mulher tem 7 homens.VLBem, no Instituto de Educação, um colégio tradicional aqui do Rio, onde cursei o antigo ginásio e normal, tinha que ler, para as provas mensais, um livro indicado pelos professores de Português e Literatura. Estudei lá por sete anos e li todos os clássicos. Até hoje tenho as minhas dúvidas se Capitu traiu ou não… Fora isso, também frequentava sempre a biblioteca, onde descobri Monteiro Lobato, Clarice Lispector e Jorge Amado, por exemplo. Mas o meu gênero preferido sempre foi o humor. E aí entram Chico Anysio, Millôr, Wood Allen, Helen Fielding… Não tem espaço para falar de todos.
 

IS – Sem entregar todo o jogo aos nossos leitores, me fala:

por que Toda mulher tem 7 homens?

VLPorque a Branca de Neve já tinha. (Risos.)
 

IS – Este livro foi, mesmo, o que você sempre quis escrever?

VLSim, esse era o tema do primeiro romance que eu queria escrever. Foi planejado quando eu tinha uns 17 anos.
 

IS – Você lançou três livros voltados à área jornalística; por que essa virada agora, focando no romance?

VLApesar dos meus livros jornalísticos terem o meu estilo de humor, eles são técnicos, sobre uma área que eu domino. Passei anos amadurecendo o romance e, quanto mais eu pensava nele, mais me achava incapaz de escrevê-lo. Era muita pretensão, a crítica ia cair de pau, acabaria com o meu nome no jornalismo, essas inseguranças. Aí entrei em uma fase de angústia por não conseguir realizar o meu sonho, tomei coragem, sentei em frente ao computador e o livro saiu.
 

IS – A Patrícia é seu personagem favorito em Toda mulher tem 7 homens, ou será outro, e, se for, por qual razão o é?

VLEu gosto muito dela, é a minha protagonista. A Patrícia tem um pouco de tudo o que as mulheres têm: graça, tristeza, amor, raiva, é romântica, sensível, não leva desaforo para casa, sensata, perde o senso, afoga as lágrimas em um pote de sorvete e, principalmente, corre atrás do que deseja. Está certo que às vezes de uma forma bem atrapalhada, mas ela chega lá.

Vera Lucas - 1 ano.

IS – O que acha mais complicado no momento de escrever um romance?

VLPrimeiro você tem que ter uma boa ideia. Uma coisa que me ajudou muito foi dividir, com caneta e papel, o livro em capítulos: escrevendo, por alto, o que cada um teria. Depois foi só seguir esse roteiro. Eu não podia deixar um fio solto, uma pergunta sem resposta, uma situação não resolvida, abandonar um personagem. Tudo tinha que estar bem arrumadinho ou, no final, o leitor jogaria o livro na lata de lixo. E a mim também.
 

IS – Como você considera seu estilo de literatura?

VLEu adoro escrever humor, mas não aquele tipo pastelão. Sou irônica, sarcástica, nas entrelinhas. Acho que a vida já é bem barra, os jornalistas, onde me incluo, dão muitas notícias tenebrosas e quero que os meus livros sejam divertidos, façam as pessoas se sentirem leves.
 

CONSELHO…

IS – Para quem deseja “mergulhar” no mundo literário!

(Como fazer?)

VLTrabalhe por amor, por realização pessoal, porque dinheiro você não vai ganhar. A menos que você tenha a capacidade para escrever um best-seller. Eu, por exemplo, ainda não recebi nada dos meus direitos autorais. A Editora há um ano adia essa prestação de contas. Calote mesmo. Assim, é fundamental você ter outra fonte de renda, outro trabalho. Infelizmente, as contas chegam também para os escritores.

 

LITERATURA,
AH, MAIS DA SANTA LITERATURA…  

 

IS – O escritor é um solitário, como disse, certa vez, um poeta?

VLÉ e não é. Passo muitas horas sozinha quando escrevo, não tem aquele tumulto das Redações, Vera Lucas - escritora.dos trabalhos convencionais, não dá para bater um papinho com o colega. Mas, ao mesmo tempo, a solidão na hora da criatividade me faz bem porque preciso ter a companhia dos personagens.
 

IS – Filosofia de vida, tem?

VLNão sei se é filosofia… Agora me lembrei de um professor de Filosofia que discutia por que o ovo é oval. Bem, voltando à pergunta, eu quero me sentir feliz. Quando algo ou alguém não me permite isso, mando passear ou jogo para o alto. Claro que, muitas vezes, quebro a cara, mas não sei engolir sapos (Risos.). Essa, só quem leu ou ler o livro vai entender. 
 

IS – Como a escritora Vera Lucas se define e quais os seus hobbies?

VLEu sou uma mulher comum, simples, cheia de defeitos e qualidades. Tenho bom-humor, procuro não levar a vida muito a sério porque não sei até quando vou estar por aqui, às vezes me acho a dona da verdade, falo mais do que deveria e sei pedir perdão. Ah, a injustiça me tira do prumo: desço o morro com comissão de frente e tudo. Sobre os hobbies, coleciono postais, faço palavras cruzadas, sou noveleira e sempre bato ponto na praia. Os meus pratos preferidos são pizza, sonhos de camarão e, de sobremesa, chocolate. Tudo muito saudável, natureba, diet (Risos.). E a minha irmã, Eliane Quintela Lucas, é nutricionista!
 

IS – Qual mensagem super do Bem você direciona a seus leitores e amantes da literatura?

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Aniversariantes

  • Alceu Valença (cantor e compositor)
  • Ana Maria Fraga de Melo (educadora – Igarassu)
  • Ana Paula Arósio (atriz)
  • Arnold Schwarzenegger (ator e político)
  • Ashley Tisdale (atriz, cantora e modelo)
  • Camila Duarte (biomédica – Paulista/PE)
  • Carlos Eduardo Silva (rep. comercial – Caruaru/PE)
  • Cláudia Leitte (cantora)
  • Dado Dolabella (ator e cantor)
  • Daniel Marinho (ator e chef de cozinha – RJ)
  • Daniel Radcliffe (ator – o eterno Harry Potter)
  • Drica Moraes (atriz)
  • Eunice Ferraz (tec./Seg. no Trabalho – Itapissuma)
  • Fernando Rêgo Barros (jornalista – Globo/Brasília)
  • Galvão Bueno (jornalista e locutor esportivo)
  • Gisele Bundchenn (modelo)
  • Glória Valcácer (bibliotecária – Recife)
  • Grazy Canto (assessora de imprensa – Recife)
  • Guilherme Arantes (cantor e compositor)
  • Ingrid Guimarães (atriz)
  • Ivone Sátiro (profa. de Matemática – Paulista)
  • Josiane M. Meneghini (profa/Português – Paulista)
  • Jú Mousinho Ferreira (admra. – Itapissuma)
  • Karlinhos Nascimento (locutor – Ipojuca/PE)
  • Leonardo (cantor sertanejo)
  • Lília Cabral (atriz)
  • Liliane Silva (estud. – São José dos Campos/SP)
  • Lúcia Verissimo (atriz)
  • Malu Vita (atriz – Rio de Janeiro)
  • Maria do Socorro (assist. administrativo – Paulista)
  • Mariana Pinto (advogada – Recife)
  • Mariana Saray (atriz e Youtuber – Recife)
  • Marisa Monte (cantora)
  • Marli Guzatti (administradora – Tapurah/MT)
  • Nalini Abud (estagiária – Recife)
  • Patrícia Di Loreto (artista plástica – Buenos Aires)
  • Robson Freitas (Transnordestina Logística, Recife)
  • Romildo Pereira (hairstylist – Recife)
  • Rui Silvestre (chefe de cozinha – Faro/POR)
  • Sara Karin Chedid (colunista)
  • Silvana Argenta (pedagoga – Passo Fundo/RS)
  • Thulyo Leon (aux. administrativo – Paulista)
  • Victor Maia (ator, cantor, bailarino e coreógrafo)
  • Viviane Xavier (técnica em estética – Itapissuma)

Eventos

  • 07. RECIFE: Adilson Ramos, 21h, Manhattan Café
  • 20. Belo in Concert – 22h – Teatro Guararapes
  • 20. Dias 19 e 20, CURITIBA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Portão
  • 22. RECIFE: Carlinhos Maia – 19h – Teatro Guararapes
  • 26. GUARAPUAVA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Guarapuava
  • 27. Lenine – 21h – Teatro Guararapes
  • 28. ORTIGUEIRA/PR: Festival Sertanejo: Tofalini, Neto Prado & Fernandes, Alex & Cameli, DJ Yanne e Day Oliveira – 22h – Petiscaria Tex Bar / Rua Luiz Costa Cabral, Jardim Itália II
  • 28. RECIFE: O Balão Mágico Remenber, Turnê de 35 anos do Balão Mágico: com SIMONY, MIKE e TOB – 22h – Itaipava Catorze / Av. Alfredo Lisboa, No. 0, Santo Antônio
  • 28. Dias 27 e 28, PATO BRANCO/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Pato Branco

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Foto de Bem - Viviane Xavier

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