Entrevista

Con amore, o tenor


Na verdade, ele e dois amigos são tenores espetaculares. MAX WILSON, no entanto, é o único brasileiro integrante do Tenori Amici, grupo vocal crossover multinacional clássico. O Tenori nasceu quando Max, o russo ALI MAGOMEDOV e o armênio ARA KARAPETIAN resolveram fazer um concerto, e o grupo funcionou! 

Famosos. Max Wilson,Cantando uma opereta de Strauss, em Viena, e refletindo

Em relação a um pouco do jeito de ser do tenor Max Wilson, este jovem gracioso e simpático nos confessou nobremente: Max Wilson é uma pessoa que percebeu que a felicidade não está no mundo, nem nas coisas, e, sim, dentro de cada um de nós. É uma pessoa que nunca desistiu dos seus sonhos, que nunca deixou de ser quem ele é e que nunca perdeu sua alegria de viver. Um homem que, apesar da idade, continua vendo o mundo de uma forma encantadora e que ainda tem muita coisa para descobrir e para aprender.

Famosos. Tenori Amici.
ENTREVISTA EXCLUSIVA
 

IZAN SANT – Seu talento para tenor está mais do que provado, no entanto houve outra coisa, além deste talento, que o arrastou à música clássica?
MAX WILSONSem dúvida a carreira da minha mãe [a atriz e cantora brasileira Sylvia Massari] foi de extrema influência na minha escolha. Desde criança vivi nos bastidores e na plateia dos musicais que ela participou, como, por exemplo: “Yentl” e “As Noviças Rebeldes”, com direção do Wolf Maya. Eu sabia esse musical de cor e ainda me lembro de muita coisa. Além disso, eu sempre tive uma intuição quanto à minha voz, e quando, aos 16 anos, por aí, ouvi Pavarotti cantando “O Sole Mio”, não tive a menor dúvida sobre minha vocação. Foi a primeira vez que ouvi um cantor de ópera. Infelizmente a música erudita não é muito acessível no Brasil. Só vim a ter contato quando comecei a estudar canto lírico.

Festival. Rússia.Apresentando-se em importante festival na Rússia

IS – O Tenori Amici assinou contrato com a confiável e brasileira Gravadora Biscoito Fino. Qual a importância de um patrocínio desse quilate para o artista?
MWTer o nosso primeiro álbum, “Con Amore”, no qual eu também fui produtor musical, junto com o meu padrasto Guto Graça Mello, publicado pela gravadora Biscoito Fino, foi um acontecimento que produziu muito orgulho e muita alegria para todos nós. Pode ser que nos traga frutos como publicidade e, talvez, remuneração, mas ainda é cedo para saber. Patrocínio, infelizmente, não temos nenhum, pelo contrário: no início do grupo, há uns 3 anos, tivemos que investir nosso dinheiro na produção dos primeiros shows e do nosso material. Ainda estamos nessa batalha!

Famosos. Con Amore.

Ara, Ali e Max. Veja o clipe aqui

IS – Sua amizade com Ali e Ara é, de fato, muito bonita. Quanto às apresentações, a atitude de incluir canções pop e momentos divertidos nelas, isto envolve o público até que medida? 
MWEssa parte do grupo é muito importante. Nossa amizade precede o Tenori Amici. Inicialmente decidimos fazer um concerto lírico tradicional, nos moldes dos 3 Tenores, mas, devido à nossa grande amizade, começaram a surgir brincadeiras durante os ensaios, e logo o primeiro Medley divertido foi criado. Esta passou a ser uma característica forte do grupo: Medleys divertidos durante os shows. Quanto ao POP, eu já tinha um background, o meu primeiro álbum solo “So In Love”, cantando música pop no estilo crossover. Sugeri que também cantássemos músicas pop nos nossos shows. Ali e Ara adoraram a ideia e assim o grupo foi se desenvolvendo. Porém, o repertório dos nossos shows/concertos sempre varia de acordo com o contratante. Pode ser um concerto lírico tradicional somente com árias de ópera, como “Nessun dorma”, um show pop ou um mix de tudo, onde começamos com os clássicos, surpreendemos a plateia com um de nossos Medleys e terminamos com canções pop muito famosas. Com isso, acabamos, de fato, surpreendendo o público, não somente com o Medley, que sempre cria uma atmosfera de suspense e diversão, como também com a dinâmica que essa mistura de repertório traz aos nossos shows.

Love. Capa do CD de Max Wilson.A capa do 1o. CD solo do artista

IS – O seu clipe Rosa Che Stai Nascendo transborda emoção, tanto pela música quanto pelas outras virtudes. Com Produção de Guto Graça Mello, o que faz esse clipe ser tão especial para o Max?

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Seguindo em frente com o sucesso


XANDE VALOIS encerrou a sua turnê de Vamp, O Musical, e já surgiu no Now, na série Se eu fechar os olhos agora.

Xande Valois.

Nos bastidores. (Foto: Reprodução/Instagram)


Esse foi mais um desafio para o ator: dar vida a um personagem intenso, escrito por Ricardo Linhares, roteirista de peso da emissora carioca. O texto, de sucesso, é baseado na obra homônima do jornalista Edney Silvestre.
Teatro. "Vamp, O Musical". Os Matosos.

Em Vamp (Foto: Flávia Canavarro)


A todos vocês, um novo presente com mais uma

ENTREVISTA ESPECIAL.
Teatro. Matosinho.

Xande: Matosinho. (Foto: Flávia Canavarro)  
 

IZAN SANT – Muita adrenalina na turnê, Xande?
XANDE VALOISÉ uma correria boa que, no final, a gente se sente bem, ser acolhido pelo público em outras cidades, que não sejam o Rio e São Paulo, significa muito! Conhecer outras culturas, levar o teatro para o Brasil é maravilhoso!
Teatro. Matosão e Matosinho.

Matosão e Matosinho. (Foto: Flávia Canavarro)


IS – Um momento memorável dessa turnê?
XVQuando fizeram uma festa-surpresa no meu aniversário; eu fui pego de surpresa mesmo, nem desconfiava, minha mãe não falou nada! Aí o Ney (Latorraca) me chamou e estava todo mundo na sala e começaram a cantar parabéns pra mim!! Todo o elenco e técnica, foi demais!!
Teatro. Matosinho vai a nocaute.

Matosinho, nocaute. (Foto: Flávia Canavarro)


IS – Por seu desempenho como o Eduardo em Se eu fechar os olhos agora, que irá ao ar na Globo em janeiro de 2019, você foi avaliado com a nota 10 pela coluna da Patrícia Kogut. O coração, como reagiu a esse prêmio?
XVFoi bem no dia seguinte do meu aniversário e, mais uma vez, fui surpreendido com essa notícia maravilhosa! Fiquei muito feliz!
Televisão. "Se eu fechar os olhos agora".

Com Ruth de Souza. (Foto: Reprodução/Instagram)


IS – O que você pode revelar do Eduardo?
XVO Eduardo é literalmente um menino de família, ele é educado e muito amado pelos pais, que lhe dão apoio e o tratam bem. Isso já não acontece com seu melhor amigo, o Paulo, vivido pelo João Gabriel D'Aleluia, que sofre preconceito por ser negro. Eles são amigos como irmãos.
Televisão. "Se eu fechar os olhos agora".

Com Antônio Fagundes.
(Foto: Reprodução/Instagram)


IS – A força da Chris em sua carreira? Descreve, o Papo quer saber.
Televisão. "Se eu fechar os olhos agora".XVA minha mãe sempre acreditou e me motivou a dar o meu melhor e seguir em frente!
 

Vamos curtir o
Xande Valois Oficial ?

 

Izan no
Instagram:
@izansantt

 

Para um enredo de amigos,
uma frase de Pitágoras:

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Um ator de luz


Sim, de vasta luz interior, por ser hoje também um consultor de Feng Shui Clássico, HAROLDO BOTTA carrega 18 novelas na bagagem profissional; dentre elas, Mulheres de Areia (onde viveu o Jajá), A Viagem (o Dudu), nas versões originais de Ivani Ribeiro, e mais seis tramas dela. Na foto a seguir, ele na novela Marina, assim que chegou à Rede Globo…

Televisão. Haroldo Botta. Novela "Marina".                                                                                                              
 

Esteve no filme Paranóia e em algumas peças teatrais. Recebeu o título de galã ao entrar na Rede Globo, da qual guarda um conceito positivo: A Globo tem uma importância vital para a qualidade dos programas que veicula, principalmente as novelas e minisséries, trazendo ao estrelato diversos artistas talentosos e divulgando nossa arte ao mundo

Ao mundo, agora, mais palavras interessantes dele, que foi um ator muito querido pela Ivani: Eu gosto do seu trabalho!”, disse-lhe ela, uma das grandes novelistas brasileiras de todos os tempos.

Natureza. Em harmonia com ela.


EXCLUSIVA ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Uma dica de harmonia interior. Simples, que as pessoas possam fazer para chegar a esse estado harmônico?
HAROLDO BOTTAO estar presente no momento é a chave para a tranquilidade, juntamente com a respiração, e a consciência de ser um espírito vivendo na carne, e não o contrário, onde muitos acreditam sermos um corpo que “supostamente” tem um espírito. Como diria o poeta, “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo”

Com Robert De Niro.Com o ator, diretor e produtor Robert De Niro
 

IS – Na época de Marina, sua primeira novela na Rede Globo, você teve que mudar de São Paulo para o Rio, e acabou confessando ter sentido medo diante das responsabilidades do dia-a-dia na Cidade Maravilhosa. Detalha isso.
HBTinha 19 anos quando fui chamado para fazer a novela “Marina”, e nunca havia morado sozinho, assumir as responsabilidades de aluguel, fazer minha própria comida, cuidar de si mesmo, enfim. Lembro de ter ido de São Paulo ao Rio no meu fusquinha vermelho, chorando a viagem inteira… (Risos gostosos). Mas em três meses tudo já estava internalizado, amigos novos, casa em ordem, etc. Faz parte do crescimento.

Televisão. Em "Marina".Na pele do Luís de Marina
 

IS – Nesse período você dividiu apartamento com o Edson Celulari. Vocês “aprontavam” um pouco juntos ou eram comportados, dedicados aos roteiros de Marina
HBDividimos um mesmo apart-hotel durante um ano, pois havíamos sido chamados após o fechamento da TV Tupi, na qual fizemos a novela “Gaivotas”. Costumávamos ir a festas, vernissages, sessões de cinema, e também passávamos os textos das cenas entre nós. Foi um momento especial, tudo era novidade para dois jovens na Cidade Maravilhosa.

Família. Com Valeska de Gracia
Com a esposa Valeska de Gracia

 

IS – Antes de ir para a Globo, foram 14 novelas gravadas em São Paulo! Muito orgulho disso?
HBComecei na TV Record em 1968, onde fiz duas novelas; fiquei, de 1969 a 1979, trabalhando na extinta TV Tupi, onde fiz a maioria das novelas escritas pela saudosa Ivani Ribeiro, que sempre me presenteou com personagens desafiadores. Trabalhar ao lado de grandes artistas foi um grande orgulho, aprendi muito sobre o ato de interpretar somente observando-os nos bastidores.

Televisão. Primeira novela, "Ana".Novela Ana. Cena na Praça 14 Bis, SP – 1968
 

IS – Você esteve em muitos folhetins de Ivani antes de ela também ir para a Globo. Como nos descreve a novelista?
HBFalar sobre Ivani Ribeiro, uma das maiores teledramaturgas da TV brasileira, inclusive muitas de suas novelas ganharam remake na TV Globo, alcançando o mesmo sucesso, ou até maior, é apresentar a história da telenovela do Brasil ao seu povo e aos jovens que não a conheceram. O trabalho desenvolvido por Carolline Rodrigues, catalogando as emoções internas da dramaturga através de suas personagens, no livro de sua autoria, Ivani Ribeiro: A Dama das Emoções, nos faz perceber o quanto a memória de um país pode, e deve, ser expressa pelos expoentes marcantes da vida artística e cultural. Ter biografias de grandes escritores como Ivani, tanto quanto como a de José Mauro de Vasconcelos, que completa neste 2018 o cinquentenário de uma de suas obras mais importantes, “O meu pé de laranja lima”, da qual tive oportunidade de participar como intérprete, e onde também comemoro meus 50 anos de vida artística, é celebrar a Vida!

Televisão. "A Viagem".Haroldo relembrando o Dudu de A Viagem
 

IS – Quem eram, mesmo, o Luís, de Marina, e o Beto, de O Amor É Nosso!?
HBA personagem Luís foi um grande momento em minha carreira, em que, juntamente com Íris Nascimento, fizemos um par romântico, que causou uma grande repercussão, pois abordava a integração racial entre dois jovens que se amavam, e, logicamente, com todo o preconceito da união de um jovem branco com uma jovem negra. O Beto, foi uma experiência interessante, onde um jovem ambicioso tinha como “tutora” empresarial a inesquecível Tônia Carrero, e também namorava com a ex-Narizinho, Rosana Garcia. Infelizmente a novela teve alguns problemas, pelo excesso de personagens e uma trama que não atingia o grande público; metade do elenco teve que ser dispensado para dar um novo rumo dramatúrgico, e fui um deles.

Televisão. Em "Marina".O Luís, em mais uma cena
 

IS – Sobre o título de galã global. Lidou bem com isso e era muito assediado?
HBJá havia sido bastante reconhecido quando fiz o papel de Zezé, na novela “Meu pé de laranja lima”, em 1970. Quando fui para a Globo, a popularidade aumentou vertiginosamente, e o assédio de fãs foi realmente muito intenso. A fama é uma forma de reconhecimento do trabalho, mas também pode ser uma maneira de nos afastarmos da vida real. Em determinados momentos esse sucesso pode trazer um excesso de confiança, e de soberba, e caímos na armadilha de achar que somos “especiais”, melhores que os “simples mortais”e é o início para a perda da alma, e da simplicidade.

Revista. Em fotonovela.Ao lado da amiga e atriz Élida L'Astorina – Fotonovela
 

IS – Qual era seu critério pra aceitar um trabalho?  
HBA concorrência na TV, principalmente em novelas, é enorme, e quando se é chamado para fazer uma novela, raramente dizemos não, pois sabemos das dificuldades de ficar dois, três, seis meses sem um trabalho, e as contas do dia-a-dia não esperam Somente quando um artista já está estabelecido, ele pode “escolher” determinadas personagens, ou mesmo negá-las, mas a maioria aceita sem pestanejar… (Risos gostosos.).

63 anos da TV.Na Festa de 63 anos da Televisão

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Entrevista Exclusiva: atriz Josy Ventura


Uma paulista que fez do Recife sua casa, esta atriz respeitável confessa que a profissão veio por influência das telenovelas brasileiras: "Além de bem produzidas, muitas têm feito um trabalho social legítimo", o que não se pode deixar de reconhecer sobre elas.

Cinema. Hermano e Denise em "Recife Assombrado: o Filme".

Cena romântica com Daniel Rocha, o Hermano no longa-metragem Recife Assombrado: o Filme. Josy Ventura é Denise, a esposa grávida de 6 meses
(Foto: Diego Herculano)

 

Tendo contracenado com Daniel nesse longa-metragem, nos últimos meses Josy se dedica aos ensaios da peça teatral Geni, baseada na música Geni e o zepelim, de Chico Buarque de Holanda. Nela, transforma-se em uma figura totalmente diferente de si mesma. Confira ao longo desta surpreendente entrevista, na qual conheceremos seus autores e novelas favoritos, além de muito mais.

Cinema. "Recife Assombrado: o Filme".

Outro momento de Hermano e Denise
(Foto: Diego Herculano)

 

IZAN SANT – Ser atriz: sonho bastante cultivado?
JOSY VENTURAEu deixei de chamar de sonho quando encarei a profissão como realidade e, daí por diante, tudo fluiu melhor. Agora, cada passo dado são pequenos sonhos transformados em realizações. E, sim, sempre cultivei muito. O amor é como flor, precisa ser cultivado, regado e, assim, é meu amor pela arte, sempre me doando ao máximo.

Viagem. Teatro. São Paulo.

Teatro Renaut — São Paulo
 

IS – Em seu ponto de vista, quais são as principais dificuldades nesse campo profissional?
JVSão muitas dificuldades e muitas glórias, umas dão sentido às outras. Contudo, acredito que a principal dificuldade para todos é não poder exercer apenas esta profissão, sempre temos que nos dedicar a dois ou mais ofícios para nos manter financeiramente; até aí, normal: o trabalho sempre dignifica. Mas quando o ofício secundário interfere no teu projeto artístico, é desanimador. Hora de parar, respirar e não desistir. E este é o princípio de um grande artista: a resiliência.

Viagem. Cerro Santa Lúcia no Chile.

Monte Cerro Santa Lúcia, Santiago do Chile 
 

IS – Geni, produzida em Recife, que estreou em 14 de junho, retorna aos palcos neste mês. De que fala, propriamente, o espetáculo?
JVCom texto e direção de Emmanuel Matheus, “Geni”, em suma, foi baseado, como você lembrou, na música “Geni e o zepelim”. Conta a história de uma prostituta que vive em uma cidade chamada Paraíso. Certo dia, um zepelim gigante paira sobre a pequena cidade, ameaçando a vida de todos; dentre a podridão e os pecados de Paraíso, todos se salvam através da carne de Geni, mulher da marginália. Ela representa o povo e faz a minoria ter voz, deixando a hipocrisia evidente em vários momentos do espetáculo.

Teatro. Sra Pacatau.

A atriz, à esquerda, em sua impressionante caracterização
(Foto: Portela Produções)

 

IS – O que tem em comum com sua personagem?
JVO espetáculo navega por momentos densos de muita emoção, drama que choca, reflexão do tipo soco no estômago, mas ele também passa por momentos leves, que contagiam o público, meu núcleo é composto por este quadro. Interpreto a Sra. Pacatau, dona de uma personalidade forte e autoritária, sua melhor companhia é sua irmã gêmea. Elas ficam de olho na vida de todos em Paraíso; disfarçando seus próprios segredos, surpreendem o público com uma revelação ao final da peça. Não vejo semelhança nenhuma com a Sra. Pacatau (Risos gostosos). Mas estou me divertindo muito com ela.

Teatro. A Sra Pacatau.

A rígida e mexeriqueira Sra. Pacatau
(Portela Produções)

 

IS – Qual o processo usado para compor Pacatau?
JVSomos a Bernache Companhia de Teatro, composta por 15 artistas, todos estão no elenco de “Geni”. O processo foi baseado em técnicas de Bertholt Brecht, cada personagem bebe da sua fonte. Porém, como companhia, mantemos contato e estudos constantes com os principais sistemas, dramaturgos e técnicas que fundamentam o teatro mundial. Sendo assim, durante o processo aproveitei todos os instrumentos para conceber a personagem, predominando, claro, as técnicas de Brecht.

Teatro. Cena de Geni.

O elenco de Geni em cena
(Portela Produções)

 

IS – Quem não viu o que pode esperar da peça?
JVUma mensagem impactante e importante. O feedback geral recebido pós-estréia, ocorrida em junho deste ano, foi de emoção e reflexão. As interpretações comovem cada um de forma particular. Vale muito a pena assistir ao vivo uma história extraída de uma música tão genial.

Teatro. Instante cênico de Geni.

Um cômico instante do espetáculo teatral?
(Portela Produções)

 

IS – Do filme A Vida Em Uma Viagem, selecionado para o Cine PE 2016, fala um tanto de sua Ana.
JV – “A Vida Em Uma Viagem” é um curta-metragem lindo, escrito e dirigido de forma delicada e ímpar por Tauana Uchôa. Além do Cine PE, ele também foi selecionado para a Mostra Não Competitiva do Cine Teatro Maria Bonita, no Piauí, também em 2016. Foi uma grande satisfação estar neste projeto com Tauana, meu primeiro trabalho no cinema com texto escrito e dirigido por uma mulher. O filme retrata o tempo, como ele passa rápido e, através dele, encontramos pessoas e vivenciamos histórias. Minha Ana foi interpretada por mais três atrizes, porém em décadas diferentes. Eu a vivenciei nas décadas de 60, 70, 80 e 90. Na última, precisei me caracterizar como uma pessoa com mais idade. Foi feito com muito carinho por todos os envolvidos. A vida de Ana e da sua família foi contada no decorrer destas décadas, e todas as cenas se passavam numa estação e dentro de um trem, na Região Metropolitana do Recife.

Cinema. "A Vida Em Uma Viagem".

Ana jovem, exalando vida
 

IS – Há algo que a identifica com Ana?
JVO amor que ela carregava no coração pela sua família. A lembrança da sua mãe a emocionava e a transbordava de saudade.

"A Vida Em Uma Viagem". Personagens envelhecidos.

Ana envelhecida, no mesmo vagão de trem
 

IS – Um papel que não fez e adoraria fazer?
JVNossa! O céu é o limite, quero viver muitos papéis, ainda não fiz um terço do que gostaria. Da comédia romântica aos contextos mais sérios, tudo me interessa. Gostaria de interpretar uma dama de época, mas também me interesso por assuntos contemporâneos e do cotidiano. Meu objetivo principal é usar minha arte a favor da sociedade; atuar, pra mim, é prestar um serviço à mesma.

Cinema. Curta "A Vida Em Uma Viagem".

Equipe de A Vida Em Uma Viagem
 

IS – Como foi a experiência em relação ao Recife Assombrado: O Filme?
JVEsse foi meu primeiro longa, já é especial por este motivo. Mas trabalhar com pessoas que admiro e as que passei a admirar, durante o processo, foi mais que incrível. Outro fato é poder fazer cinema em nossa terra e com gente da nossa terra, isto realiza sonhos, é uma grande conquista. Dirigido por Adriano Portela e produzido pela Viu Cine, junto com uma grande equipe talentosa e competente, todos, neste momento, estão focados na pós-produção. O filme tem previsão para estrear nas telonas em 2019.

Sucesso. Dose Tripla à Josy Ventura.

No Galo da Madrugada, no palco, em Geni; na pele da grávida Denise
 

IS – Você tem novelistas preferidos?
JVCom orgulho, temos no Brasil grandes escritores e novelistas, mas alguns me marcaram contando histórias através de novelas e que admiro: Benedito Ruy Barbosa, Thelma Guedes e Duca Rachid, Walcyr Carrasco, Maria Adelaide Amaral, João Emanuel Carneiro e, não mais entre nós, a Ivani Ribeiro.

Cinema. Preparações.

Caracterizações em nome da personagem


IS – Melhor(es) novela(s)?
JVAssim como os autores, temos grandiosas novelas brasileiras de que podemos nos orgulhar, pois foram, de alguma forma, serviços prestados à sociedade. Há quem negue, mas nós, brasileiros, somos noveleiros, sim! E algumas novelas me marcaram e me incentivaram a querer fazer da dramaturgia minha profissão: “Mulheres de Areia”, “O Profeta”, “Chocolate com Pimenta”, “Joia Rara”, “Renascer”, “A Viagem”, “Avenida Brasil”, “A Próxima Vítima”, do mestre Sílvio de Abreu, entre outras.

Viagem. Valparaíso no Chile.

Valparaíso, cidade portuária na costa chilena
 

IS – Algo fundamental na sua existência?
JV Sintonia com Deus e minha família.

IS – O que mais lhe dá medo e o que mais a irrita?
JVMedo de ser injusta, e o que mais me irrita é o injusto, o desonesto e o mentiroso.

Equipe de "Recife Assombrado - o Filme".

Parte da equipe de Recife Assombrado: o Filme
(Portela Produções)

 

IS – Vamos a um breve bate-bola. Amor?
JVÀ arte.

IS – Família?
JVUma base fundamental.

Josy Ventura. Distintos momentos.

Ventura: descontração é o que interessa
 

IS – Qualidade e defeito?
JV Empatia com o próximo. Desapego.

IS – Hobby e mania?
JVSair pra tomar um café com as amigas. Mania: dormir ouvindo música.

Teatro. Uma de suas peças.

Atuando em uma de suas casas, o teatro
 

IS – Sonho de consumo e filme inesquecível?
JVComer batata frita sem engordar. Já o filme… Impossível eleger apenas um ou dois filmes inesquecíveis, mas seguem dois que me vieram à mente agora e, com certeza, estão na minha lista dos inesquecíveis. Estrangeiro: “A Vida É Bela”. Nacional: “O Filme da Minha Vida”.

IS – Josy Ventura por Josy Ventura?
JVAcredito e persisto até o último instante, mas sempre reconheço o momento de ajustar as velas.

Viagem. Em vinícola no Chile.

Vinícola Santa Rita, Chile
 

IS – Como sempre finalizamos, uma mensagem super do Bem aos admiradores do seu trabalho!
JVA vida pode ser maravilhosa, doe o seu melhor e acredite no amanhã.

 

Geni estará em cartaz dias 22/09, 19h, e
23/09, 18h - Teatro Apolo
à 
Rua do Apolo, 121, Recife.
 

Veja outra matéria com a entrevistada:
Ser atriz é ser disciplinada.
 

Demais fotos:

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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 1

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

Land of the Lost. Will, Rick e Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg - Brazil.

They are internationally known. Wesley Eure and Kathy Coleman are the great actors who have played Will and Holly (brother and sister) in the original series Land of the Lost. Everyone remembers the Marshalls!
Land of the Lost is a famous children's adventure television series of 1970's. The series ran for three years. It was so popular that even today the adventures of the Marshall family  (father Rick, and his children Will and Holly, trapped in an alternate universe inhabited by dinosaurs, primates and Sleestaks) take Wesley, Kathy and Phillip Paley (Cha-Ka) to many American cities for autograph shows. Cha-Ka was a human-like primate called Pakuni.
Due to great success, I decided to talk to the actors about their wonderful lost world. You will love it.


Eles são conhecidos internacionalmente. Wesley Eure e Kathy Coleman são os grandes atores que interpretaram Will e Holly (irmãos) na série original O Elo Perdido. Todos se lembram dos Marshalls!
The cast of Land of the Lost. A Sleestak, Will, Holly and Cha-Ka.
O Elo Perdido é uma famosa série de TV de aventura para crianças dos anos 70. A série durou três anos. Era tão popular que ainda hoje as aventuras da família Marshall (o pai Rick e seus filhos Will e Holly, presos num universo alternativo habitado por dinossauros, primatas e os lagartos Sleestaks) levam Wesley, Kathy e Phillip Paley (Cha-Ka) a muitas cidades americanas para shows de autógrafos. Cha-Ka era um primata meio gente, chamado Pakuni.
Devido ao grande sucesso, decidi falar com os atores sobre o maravilhoso mundo perdido deles. Você vai adorar.


SPECIAL INTERVIEW
(ENTREVISTA ESPECIAL).

IZAN SANT: What do you like about your character Will Marshall?
WESLEY EURE: I like my character, Will, because he’s strong and he loves his family so much.  He’s adventurous, and on occasion he listens to his sister, Holly, which is always good to do. Especially if the sister is someone as competent as Holly.  (I’m saying this because Kathy Coleman, who played Holly, is sitting in the room with me while I’m doing this interview. HaHa) All kidding aside, one of the greatest joys in my life has been my friendship after the show with Kathy Coleman.  We truly are like brother and sister.  I’ve Always told Sid and Marty Krofft, the creators of “Land of the Lost”, that not only did they cast my TV Family, they also cast my Family in real life.  Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) and Spencer Milligan (Rick Marshall) are like my sister, my brother and my dad in the real world.

IZAN SANT: Do que gosta no seu personagem Will Marshall?
WESLEY EURE: Gosto do meu personagem, Will, porque ele é forte e ama tanto sua família. Ele é aventureiro e ocasionalmente ouve sua irmã, Holly, o que é sempre bom de se fazer. Especialmente se a irmã é alguém tão competente quanto Holly. (Estou dizendo isso porque Kathy Coleman, que interpretou Holly, está sentada na sala comigo enquanto estou fazendo esta entrevista. HaHa) Todos brincando ao lado, uma das maiores alegrias da minha vida tem sido minha amizade após a série com Kathy Coleman. Realmente somos como irmão e irmã. Eu sempre disse a Sid e Marty Krofft, os criadores de "O Elo Perdido", que eles não formaram apenas minha família de TV, mas também formaram minha família na vida real. Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) e Spencer Milligan (Rick Marshall) são como minha irmã, meu irmão e meu pai no mundo real.

Land of the Lost. Cast BLK.

IZAN SANT: And you, Kathy? What is the highest quality of your character?
KATHY COLEMAN: Her vulnernability.  Although Holly comes across as a tom-boy and problem solver, she also has an innocence and a vulnerable quality that softens her.  Unknown to me at the time, the strength of my character empowered a lot of young girls at a time when there were not many positive role models for girls on television. And as my TV brother said, I am in the room with him and he’s giving me, at the moment, the warmest smile you can imagine.  At the autograph shows and conventions, fans Always remark on the genuine relationship between the two of us… just like a brother and sister.

IZAN SANT: E você, Kathy? Qual é maior qualidade do seu personagem?
KATHY COLEMAN: Sua vulnerabilidade. Embora Holly pareça uma menina-moleque e seja uma solucionadora de problemas, ela também tem uma inocência e uma qualidade vulnerável que a suaviza. Desconhecida para mim na época, a força da minha personagem empoderou muitas garotas num momento em que não havia muitos modelos positivos para meninas na televisão. E como meu irmão da TV disse, estou na sala com ele e ele está me dando, no momento, o sorriso mais caloroso que você pode imaginar. Nos shows e convenções de autógrafos, os fãs sempre comentam sobre o relacionamento genuíno entre nós dois… assim como um irmão e uma irmã.

Actor Wesley Eure.

IS: How did you get the role of Will on “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: I had just started on a TV soap opera called “Days of Our Lives” and I met Sid Krofft.  Sid told me about his new show and asked me if I’d please audition. I did and the rest is history. I spoke with Sid for an hour last week.  Sid, who is 90 years old, told me that I was the only person they consedered.

IS: Como conseguiu o papel de Will em “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: Eu tinha acabado de começar uma novela chamada “Dias das Nossas Vidas” e conheci Sid Krofft. Sid me contou sobre sua nova série e me perguntou se eu gostaria de fazer um teste. Fiz e o resto é história. Falei com Sid durante uma hora na semana passada. Sid, que tem 90 anos, me disse que eu era a única pessoa que eles consideravam (para viver o Will da série).

IS: Kathy, how did you get role of Holly Marshall?
KATHY: After 7 auditions (call-backs) I landed the role.  Funny side-story… My mother picked out an outfit for these auditions that became the iconic “Holly” costume of a plaid shirt and pigtails.

IS: Kathy, como conseguiu o papel de Holly?
KATHY: Após 7 audições (callbacks) consegui o papel. Lado engraçado da históriaMinha mãe escolheu uma roupa para essas audições que virou o icônico traje "Holly": uma camisa xadrez e tranças.

Holly. Kathy Coleman.

IS: What was the biggest challenge in taking on these roles?
WESLEY: I was 20 at the time I got the job and I was playing a character that was 16 years old.  At first, I was concerned about playing such a young character, but I am so glad I accepted the role!  It was one of the greatest joys of my life.

KATHY: My mother had promised me a pony if I ever landed a TV series, which she honored.  Because of my beloved horse, Camanche, I needed to live in an area zoned for horses which was a two hour distance from the studio.  The biggest challenge was the very long days this created. Being outside of Hollywood and the only child actor in this small community, I was the target of bullying.  Because I was on TV I was like a “freak” to them.

IS: Qual o maior desafio ao assumir esses papéis?
WESLEY: Eu tinha 20 anos na época em que consegui o emprego e estava interpretando um personagem de 16 anos de idade. No começo, eu estava preocupado em interpretar um personagem tão jovem, mas estou muito feliz por ter aceito o papel! Foi uma das maiores alegrias da minha vida.

KATHY: Minha mãe me prometeu um pônei se eu tivesse uma série de TV, que ela honrava. Por causa do meu amado cavalo, Camanche, eu precisava morar numa área destinada a cavalos, que ficava a duas horas de distância do estúdio. O maior desafio foram os longos dias que isso gerou. Estando fora de Hollywood e a única atriz infantil nessa pequena comunidade, eu era o alvo do bullying. Porque eu estava na TV eu era como uma “aberração” para eles.

Will. Wesley Eure.

IS: What was the most challenging moment on set?
WESLEY: The most challenging thing was that we shot two episodes per week.  This means we had to film an episode every two and a half days which was unheard of in Hollywood.  All this while filming daily for “Days of our Lives”!

KATHY: My biggest challenge was memorizing my lines.  Being one of three main characters I had a lot of dialog and learning the Pakuni language was, at times, very  challenging.

IS: Qual foi o momento mais desafiador no set?
WESLEY: O mais desafiador foi que gravávamos dois episódios por semana. Isso significa que tínhamos que filmar um episódio a cada dois dias e meio, que era inédito em Hollywood. Tudo isso enquanto eu filmava diariamente para “Dias das Nossas Vidas”!

KATHY: Meu maior desafio foi memorizar minhas falas. Sendo um dos três personagens principais, eu tive muito diálogo e aprendi que a linguagem Pakuni era, às vezes, muito desafiadora.

Will and Spike.

IS: What was it like to work with the rest of the cast?
WESLEY: I know this is sounding very “sugary”, but we really, really liked each other.  Unfortunately, other TV casts don’t always have this.  We were extremely lucky in this regard.

KATHY:  There were many playfull and humerous moments between us all which made coming to work a joy.  Prior to “Land of the Lost”, Phil Paley (Cha-Ka) and I had starred in a comercial for Cheez-It Crackers.  He and I were also close in age which gave me a partner in crime in all the mischievious adventures we found ourselves in.

IS: Como foi trabalhar com o resto do elenco?
WESLEY: Eu sei que isso soa muito “açucarado”, mas nós realmente gostamos um do outro. Infelizmente, outros elencos de TV nem sempre têm isso. Tivemos muita sorte nesse aspecto.

KATHY: Houve muitos momentos lúdicos e humildes entre todos nós, que fizeram com que o trabalho fosse uma alegria. Antes de “O Elo Perdido”, Phil Paley (Cha-Ka) e eu estrelamos um comercial para o Cheez-It Crackers. Ele e eu também éramos próximos na idade, o que me deu um colaborador em todas as aventuras travessas que nós nos destinávamos.

Will. Wesley Eure. Land of the Lost.

IS: Wesley, what are you doing today for relaxation?
WESLEY: I love to travel.  I’m fortunate to have traveled the world and one of my favorite places on the planet is Rio.  I’m also finding a lot of tranquility in my new home in Puerto Vallarta, Mexico.

IS: Wesley, o que está fazendo hoje para relaxar?
WESLEY: Eu adoro viajar. Tenho a sorte de ter viajado pelo mundo e um dos meus lugares favoritos no planeta é o Rio. Eu também estou encontrando muita tranquilidade em minha nova casa em Puerto Vallarta, no México. 

The book "Run, Holly, Run!"
IS: Could you tell us about an average day in your life, Kathy?
KATHY: I love to write!  Recently, I finished writing my memoir titled “Run, Holly, Run!” which just won the 2018 National Indie Excellence Award. I am currently promoting and touring with my book.

IS: Poderia nos contar sobre um dia normal em sua vida, Kathy?
KATHY: Amo escrever! Recentemente, terminei de escrever meu livro de memórias intitulado “Corra, Holly, Corra!”, que acaba de ganhar o Prêmio Nacional de Excelência Indie 2018. Atualmente estou promovendo e fazendo turnês com meu livro.

 

The Wesley Eure Website?
You can visit by
 CLICKING.
O website do Wesley Eure?
Você pode visitar
 CLICANDO.

The book “Run, Holly, Run!” you can find it HERE.
O livro Corra, Holly, Corra! você pode encontrar AQUI.
 

Part 2 coming soon: we'll talk about

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Bate-bola com o ator Daniel Ávila


Ator que e umm show


Ator Daniel Ávila.
Carioca com orgulho, o Dudu Jordão de A Viagem , de Ivani Ribeiro, e o Tony de O Profeta, de Duca Rachid e Thelma Guedes, tem se dedicado ao teatro e às suas dublagens ultimamente.

O moço também viveu, entre outros personagens, o Bruno Vilela, da intrigante minissérie Cinquentinha, de Aguinaldo Silva, e olhem que estar em textos desses Mestres não é pouco, não!

Esteve também em tramas de mais novelistas da TV Globo. São diversos os trabalhos em sua carreira, porém, neste momento, confira o Jogo Rápido com este artista tão nosso, que atendeu ao meu convite, como sempre, com muito carisma.

Abrindo agosto.

 

BATE-BOLA
 

IZAN SANT – Se você pudesse escolher um único sinônimo para a vida, qual escolheria?
DANIEL ÁVILA – Experiência.

IS – Sua música do momento?
DAAndo ouvindo o CD do Ney Matogrosso com o Pedro Luiz.

IS – Um lugar do mundo para viver o resto dos seus dias?
DASou da floresta.

IS – Primeiríssima coisa que faz ao acordar?
DAVejo a hora.

IS – É do tipo que canta sob o chuveiro?
DACanto muito no carro. Chuveiro é pra relaxar ou dar aquela acordada.

IS – Academia ou esporte?
DATeatro.

Legal! Acho até que o teatro não deixa de ser um esporte, pois movimenta nosso corpo. Uma forma de esporte artístico.

Daniel Ávila. Cheio de descontração


IS – Caso fosse possível, que supercelebridade convidaria para uma boa conversa?
DAShakespeare.

IS – Algum prato que cozinhe muito bem?
DATô sempre inventando moda. Adoro inventar mistura de tempero. Mas sou bom mesmo em fazer uma bela salada.

IS – Palavra favorita?
DAAmor.

IS – É desses que curte ficar no WhatsApp?
DAUso muito. Superútil. Mas curtir acho que não. Não tenho paciência. Só o essencial, que já é o bastante.

IS – Novela de todos os tempos?
DARenascer. (Do Benedito Ruy Barbosa, de 1993.)

IS – O maior sabor de ser pai?
DASe aproximar da sua criança.

Daniel Ávila. Duas temporadas de "Malhação".


IS – Lugar marcante?
DACuba.

IS – O que mantém sempre em sua mesinha de cabeceira?
DAFoto da minha filha.

IS – Duas coisas mais que importantes para o ser humano?
DAHonestidade e serviço.

IS – Um diretor global admirável? Ou mais de um?
DAGuel Arraes, Luiz Fernando Carvalho e o saudoso Roberto Talma!

IS – Paz?
DAÉ o sentimento mais nobre do ser. Habita moradas sagradas e está sempre relacionado ao bem-estar coletivo.
 

Obrigado pelo bate-bola, Daniel.
 

Veja uma retrospectiva sobre o ator em

Daniel Ávila de corpo e alma.

 

Fotos (de cima para baixo):

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De papo com Zaira Zambelli


Ela é uma das atrizes brasileiras mais disciplinadas que existem. Por isto o seu curso de Teatro seja um dos mais procurados na Cidade Maravilhosa.

É dona de personagens fascinantes, a exemplo da Maria, de Marina, novela global das 6; da Selma, de O Amor É Nosso!, das 7, também da Rede Globo, entre outras mais. Já no longa-metragem Bye bye Brasil, fez par romântico com o Fábio Júnior, casal revivido na história de O Amor É Nosso!.

Atriz Zaira Zambelli.

Ao lhe perguntar de onde vem tanta disciplina para estar em cena, Zaira admitiu categórica: Sim, sou bastante disciplinada, pois entendi que, com disciplina e determinação, a vida fica mais fácil, tudo flui melhor. A energia é outra. Colocar amor, dedicação e disciplina no dia-a-dia é sabedoria.
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Você atuou no original da novela Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa, contracenando com Kadu Moliterno, Cristina Mullins, Roberto Bonfim, entre outros. De que forma compôs a caipira Rosinha, desse grande sucesso da Globo?

ZAIRA ZAMBELLI A Rosinha foi feita com muito amor e responsabilidade, pois interpretar a ponta de um triângulo amoroso em uma novela do Benedito Ruy Barbosa é uma grande oportunidade. Observei muito as meninas do interior, e fora que, na minha adolescência, eu ia muito para a fazenda da minha madrinha e convivia com essa realidade naturalmente.

Turma de Leitura Dramatizada.                                                                                                                   

IS – Agora nos fala sobre sua Manoela Palhares, do remake de Irmãos Coragem, de Janete Clair, na mesma emissora.

ZZ A Manoela não tinha muita importância na trama, mas me proporcionou conviver com um elenco, direção e equipe de primeira linha.
Zaira Zambeli. Visita de Recife no curso.                                                                      

IS – Achei divertidíssima sua Participação Especial em Ti-ti-ti (2010-2011), de Maria Adelaide Amaral, baseada em Ti-ti-ti e Plumas & Paetês, do Mestre Cassiano Gabus Mendes. A Madame Carneiro foi uma perua, de fato, deliciosa de interpretar? Por quê?

ZZ – (Risos gostosos.) Realmente foi muito divertida a participação, um convite da produção de elenco, que homenageou as atrizes que haviam participado da primeira versão.
                                                                                                                  

IS- A personagem, seja do teatro, do cinema ou da televisão, mais intensa que já viveu?

ZZDasdô, “Bye bye Brasil”.
Zaira Zambelli. Curso de Teatro.                                                                                                       

IS – De onde partiu o desejo de criar o conceituado Curso de Teatro Zaira Zambelli?

ZZDa minha paixão pelo Teatro e seu potencial transformador, da vontade de trabalhar ligada às artes cênicas e passar minha experiência adiante e ajudar às pessoas. O Teatro, realmente, transforma, liberta! No meu entendimento, depois de já ter tido muitos e muitos alunos, eu posso garantir: “Faça Teatro e entre em Cena”. Todas as pessoas deveriam fazer um curso de Teatro.
A sobrinha-neta Maia.                                                                                                                        

IS – Você também atuou em Pantanal, do Benedito (Ruy Barbosa). Mas, de qual das novelas que fez mais gosta, mesmo?

ZZMarina, tenho um carinho especial por ter sido a primeira.
                                                                                                                      

IS – E peça, alguma lhe é mais amada?

ZZ – “O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, direção.
 

Zaira Zambelli. Passeio de bike na orla do Rio de Janeiro.
IS – Zaira Zambelli por Zaira Zambelli?

ZZEu sou amiga, leal, responsável, amorosa, sensível. Uma pessoa do bem!!!
 

IS – Falando em ser do bem, uma mensagem super nesta vibe aos alunos, ex-alunos e admiradores da Zaira!

ZZ Viva o AGORA! Seja feliz e partilhe com os outros a sua felicidade. Só por hoje não reclame de nada! Venha fazer Teatro e transforme sua vida!
 

Busque um curso sério de interpretação.

O Curso de Teatro Zaira Zambelli está AQUI.
 

Minha primeira entrevista com a Zaira?

Encontre neste clique

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Solidariedade: Ainda mais unidos pela CACCST


No dia 9 de junho realizou-se, na Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, no Rio de Janeiro, um evento em prol dos seus menores, com muita música, contagem de histórias, brincadeiras e até o aniversário de uma das crianças.

Ainda mais unidos nesta causa, os generosos XANDE VALOIS (ator global) e CHRISTIANE MATTOS — aliados à presidente-fundadora do local, SANDRA NÓBREGA — estiveram presentes, como sempre se encontram em obras solidárias, levando um pouco de calor humano do qual a criançada da CACCST tanto necessita.

Solidariedade. Evento Beneficente da CACCST.

Como você já percebeu, é com este trio maravilhoso o nosso bate-papo da vez, iniciando pela atriz e dançarina carioca (no centro da foto acima).
 

EXCLUSIVA
ENTREVISTA
.
 

IZAN SANT – A sua descoberta desta Casa de Apoio ocorreu como, Christiane?

CHRISTIANE MATTOSConhecemos a CACCST, eu e Xande Valois, em 2012, quando ele fazia “Malhação”, e, através do Rodrigo Simas (toda a família Simas também é voluntária na Casa), tivemos nosso primeiro contato com a Marília Santana, grande administradora e que promove os eventos que ajudam a manter e ajudar famílias que necessitam de assistência para tratar seus filhos. A Casa abriga essas famílias, faz o transporte e cuida dessas crianças durante o tratamento e depois que voltam às suas casas, fornecendo remédios, cestas de alimentos, roupas e o principal: AMOR! Qualquer um pode contribuir, porém, acima de doações materiais, estão o carinho e a atenção.

Solidariedade. Christiane Mattos e Xande Valois mais unidos ainda por uma causa nobre.


IS – Você, Xande, pode nos descrever sua visão sobre a CACCST?

XANDE VALOIS Aprendo muito com todos da Casa, sou voluntário desde os meus 7 anos e hoje, como embaixador mirim da causa, tento mostrar para as pessoas como é importante conhecer e fazer alguma coisa pelas crianças que precisam de ajuda e força na sua luta.

Solidariedade. Um Tudo bem dos atores Xande Valois e Christiane Mattos a vocês.


IS – Sandra, como é dirigir esta tão nobre Casa e qual o maior objetivo dela?

SANDRA NÓBREGA – No início foi muito despretensioso e sem nenhum pensamento profissional, era só por Amor, com A maiúsculo mesmo, às pessoas que passavam por problemas quando vinham trazer seus filhos para tratamento. Depois fomos verificando as necessidades das famílias e entendendo como poderíamos apoiar. Até hoje me sinto muito gratificada, apesar das dificuldades que enfrentamos, de poder estar ajudando minhas Crianças, minhas Mães e as famílias dessas mulheres fortes. Como bem falou a Christiane, e, reforçando, o objetivo é dar a possibilidade a essas crianças que se encontram em tratamento a chance de o mesmo dar certo, porque não basta só tratar a doença. Existem outras situações envolvidas, como Alimentação, Higiene, etc.. Temos muito cuidado com elas, damos muito Carinho e, claro, o Amor, pois acredito que esses dois sentimentos também curam.

Amor. Sandra Nóbrega, Christiane Mattos, Xande Valois e uma assistenciada da Casa de Apoio.


IS – Para quem quiser doar algum valor, visando a colaborar com o tratamento das crianças, como proceder, então?

SNPara quem desejar doar vindo aqui, nosso endereço é Rua Santos Rodrigues, 60, bairro do Estácio, cidade do Rio de Janeiro. Nossos telefones, como também podem visualizar no banner da foto, são 21-2293-2210 e 21-2502-8343. Para quem quer realizar a doação através de uma conta: Banco Itaú, agência: 8159, Conta Corrente: 11043-9; ou Banco Bradesco, agência: 0445, Conta Corrente: 0142134-4. Obrigado, querido, pela oportunidade.
Criança. Sala de entretenimento da CACCST.


Imagina, nós é que agradecemos por estar divulgando essa Instituição (que não recebe auxílio algum do governo), a fim de fazer o Bem aos próximos, principalmente quando estes são crianças com um tão delicado problema de saúde.

Mas com você, friend, neste momento, o bolo da criança aniversariante

A criança aniversariante daquele dia.
 

E você, nosso(a) leitor(a)?
Visite a CACCSTrealize agora
a sua doação
.

O site da Casa é ESTE.

 

Doe de coração aberto.

Faça algo de bom ao semelhante e, assim, estará fazendo a você mesmo.

Estará atraindo o Bem até você!

Amor nos traz Amor.

 

Deixamos você com um pensamento do poeta, escritor, dramaturgo e ator William Shakespeare.

A máxima envolve criança e
um dos sentimentos que ela nos inspira

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Um cantor de garra


Tofalini. Quem tem beleza e talento deve mostrar.
Porque garra é o que não falta ao TOFALINI, apreciador dos notáveis profissionais da música Gusttavo Lima, Ivete Sangalo e Rafael Vannucci.

Este cantor, compositor e modelo é dono de criações musicais espetaculares, uma delas é Surreal – que você vai ouvir ao final desta matéria.

Fora a parte artística, Tofalini nos revela sobre sua vida pessoal: “Amo pescar, ir ao cinema e tomar tereré” (bebida típica sul-americana feita com a infusão da erva-mate em água fria; de origem guarani, pode ser consumida com limão, hortelã, entre outros).  “Frequento a igreja e prezo muito as leis de Deus e a gratidão. Nasci na cidade de Cambé, no Paraná, e aqui permaneço até hoje, aos 23 anos. Minha Cambé é superagradável, tranquila, onde tenho orgulho de estar e de levar o nome a todo o país, devido a tantas coisas boas que vivi e vivo aqui!”.

Pois é, agora vem com a gente nesta

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – O desejo de ter se tornado cantor veio de onde? E o compositor estava no mesmo pacote ou veio depois?

TOFALINI O desejo de me tornar cantor profissional surgiu após um trabalho escolar e, através dele, veio o pacote completo, com uma composição; a primeira, chamada “Não Posso Mais". Mas, desde criança, sempre fui fascinado por música e por toda a parte artística, isso já veio comigo de berço. (Risos gostosos.)
 

IS – Você se espelhou em algum artista famoso?

T Sim, no saudoso Cristiano Araújo.
 

IS – Como classifica, mesmo, seu estilo musical?

T Sertanejo/Pop Romântico.

Tofalini. Um cantor romântico.


IS – Tem o sonho de dividir o palco com algum ídolo da nossa música? Por quê?

T Claro… Gusttavo Lima, pois, hoje em dia, é um dos maiores e melhores cantores do Brasil.

Alexandre Tofalini. Cantor, compositor e modelo.


IS – Entre suas canções, a favorita é…?

TNão tenho apenas uma, são várias. (Risos.)

Elegância máscula. Sempre.


IS – Cantar o amor representa…?

TDeus e todas as coisas boas deste mundo.

Natureza. Compondo em meio a ela.


IS – Sobre a vida de modelo, qual o sabor?

T O de prazer, com uma doçura de mel. (Risos.)

Modelo. Sensualidade totalmente na pele.


IS – Uma mensagem súper do Bem aos fãs do Tofalini, vamos lá?

T Se você tem um sonho, pode ter a certeza de que ele nunca será impossível.

(De fato. Tudo dependendo do seu Querer, friend.)
 

FIQUE, ENFIM, COM UM TRECHO DA MÚSICA "SURREAL".

 

Fotos: Arquivo Pessoal do artista

 

Conheça mais sobre o cantor clicando

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Danielle Cruz - Msg do Mês de novembro

VOCÊ AQUI

Você Aqui - novembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Birolli (atriz)
  • Alcione (cantora e sambista)
  • Alline Sarmento (advogada – Recife/PE)
  • Ana Paula Padrão (jornalista)
  • Angélica (cantora, apresentadora e atriz)
  • Antonia Guedes (técn. em Óptica, Igarassu/PE)
  • Conceição Teles (educadora: Ens. Médio – Olinda)
  • Deborah Secco (atriz)
  • Duca Rachid (novelista e dramaturga)
  • Emília Marques (atriz – Recife/São Paulo)
  • Fátima Sequeira (psicóloga, Rio de Janeiro)
  • Felipe Lima (ator)
  • Flávio Marcone (jorn./cineg./fotógrafo – Recife)
  • Francisco Cuoco (ator)
  • Gustavo Reiz (escritor e novelista)
  • Herson Capri (ator)
  • Iralvânia Nóbrega (pedagoga – Igarassu)
  • Jack Raf (estud.: Artes Cênicas, UFPE – Recife)
  • Jesiane Rocha (jornalista – Caruaru)
  • Jessany Sany (de 2o. grau completo – Recife)
  • Juan Lima (poeta e publicitário – Recife)
  • Lázaro Ramos (ator)
  • Luciana Mariano (prop. Lu Mariano Produções Ltda)
  • Luís Távora (ator – Recife)
  • Luiz Henrique Peixôto (prof./Informática – Paulista)
  • Marcus Vinitius (divulgador de eventos – Recife)
  • Marieta Severo (atriz)
  • Mônica Moraes (jornalista)
  • Natália Marinho (INNAM – Igarassu)
  • Natt Souza (atriz – Recife)
  • Rauani Castro (atriz e produtora – Recife)
  • Reynaldo Gianecchini (ator)
  • Thaís Araújo (atriz)
  • Thiago Fragoso (ator)
  • Thiago Nolasco (drag queen – Recife)
  • Thiago Pimenta (repres. comercial)
  • Tonny Vaz (cantor – Recife)
  • Vera Fischer (atriz)
  • Victor Gondim (modelo – Brasil/Pequim)
  • Will Tom (ator e theater – Rio de Janeiro)

Eventos

  • 02. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579
  • 03. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 04. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, 18 personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 07. No Rio de Janeiro/RJ: estreia da peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 08. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea – Rio de Janeiro
  • 09. Em Olinda/PE: Toquinho e Demônios da Garoa apresentam De Vinicius a Adoniran – 21h30 – Plateia Especial: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Plateia: R$ 164 (inteira) e R$ 82 (meia), Balcão: R$ 144 (inteira) e R$ 72 (meia) – Vendas: Bilheteria do teatro, lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br. Teatro Guararapes / Centro de Convenções
  • 09. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 10. Em Recife/PE: Daniel Boaventura, dias 9 e 10 – 21h – Plateia Baixa Lateral: R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia), Plateia Alta: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia), Balcão Nobre: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia), Especial | Plateia Baixa Central: R$ 200 (preço único, com direito a CD DVD autografado e foto com o artista – Teatro RioMar / Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping
  • 14. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 15. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 16. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 22. Em Cabo de Santo Agostinho/PE: “Frenesi”, peça teatral com Priscila Cardoso, Atriz Premiada em Recife pelo EmCena PE – 19h – Auditório Luiz Lacerda (ao lado da escola-modelo Antônio Benedito da Rocha) / Rua Linha, 72-132, Garapu
  • 30. Em Olinda/PE: Simone encontra Ivan Lins – 21h30 – Plateia Especial: R$ 244 (inteira) e R$ 122 (meia), Plateia: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Balcão: R$ 154 (inteira) e R$ 77 (meia) – Teatro Guararapes / Centro de Convenções

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