Saudades

A Avenida Boa Viagem surgindo…

Fotos cedidas por Wilton Carvalho
Texto: @izansantt
 

Evolução. Quando a Avenida Boa Viagem ganhava os trilhos, as vias…
Avenida Boa Viagem. Evoluía aos poucos...
 

“Esses trilhos foram caminhos em ‘degraus’ que, puros ainda, há anos distantes, colorizavam os dias.”
Boa viagem. Trilhos para boas viagens!
 

“Os pedregulhos fazem parte desses dias… os postes de fios ingênuos…
o mar asseado de viver e reviver.” (Ano de 1925)
Avenida Boa Viagem. As pedrinhas denotam mudanças.
 

“Eles eram chamados ‘salva-vidas’; as ruas eram tranquilasas pessoas, mais elegantes; as residências, cheias de vida.”
Avenida Boa Viagem já com casas e salva-vidas.
 

Imagem de quando mais casas foram construídas, mas mantendo os coqueiros, sem prejuízo à natureza.
Residências, e não arranha-céus. Tudo de bom.
 

Cortar essas ruas, um privilégio para os cidadãos da época! Caminhar aí, um bem enorme à saúde! Ó que beleza de foto…

Boa Viagem, poesia, automóvel, natureza.

 


Wilton administra o Recife de Antigamente.              

O Papo fica feliz com sua visita.
Sabe o que você faz?

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Olhar o passado te faz feliz

 

Passado mágico! Há quase 100 anos, um casal flertando no Marco Zero. Era a década de 20. (Fonte: Revista da Cidade)
Anos 20. Flerte.

 

Grupo de amigos participando de um jogo de tênis na Praça do Derby nos anos 20. (Fonte: Revista da Cidade)

Tênis. Praça do Derby.

 

Família tradicional da década de 20. (Fonte: Revista Pra Você)

Uma típica família tradicional da época.

 

Ainda nos anos 20, uma feira livre muito comum no Recife. (Fonte: Revista Pra Você)

Anos 20, feira livre era feira livre!

 

Um grupo de amigos, na década de 20, em um baile no Jockey Club. (Fonte: Revista da Cidade)
Amigos. Encontro de uns da década de 20.

 

Na década de 20 as mulheres faziam o tradicional "footing" pelo centro do Recife, especialmente às sextas-feiras à tarde, na Rua nova. Saíam em caminhada, passando pelos principais pontos do glamour recifense, mas evitavam o Café Lafayette, reduto dos homens naquela época. Serem vistas naquele recinto não pegava bem para as mulheres da refinada sociedade pernambucana.
(Fonte: Revista da Cidade)

"Footing". Mulheres em ação.

 

Nessa mesma década, tanto os homens quanto as mulheres se vestiam muito bem para ir ao centro da cidade, missas, docerias, teatro ou, simplesmente, caminhar pelas ruas recifenses. Era uma época em que o Recife moderno surgia, com grandes reformas no centro e aberturas de grandes avenidas e derrubadas de sobrados para construção de grandes edifícios. (Fonte: Revista da Cidade)

Elegância. Esses anos eram dela.

 

Nas ruas as pessoas se encontravam, amigos, paqueras e colegas de trabalho. Ainda nos anos 20, O Recife era uma cidade com ar de moderna, só perdia mesmo para Rio de Janeiro e São Paulo. (Fonte: Revista da Cidade)
Os encontros na década de 20.

 

Nas décadas de 40 e 50 foi a vez da Avenida Boa Viagem. As pessoas veraneavam nos fins de semana e nas férias. O caminhar já estava virando tradicional pelas calçadas da avenida. Nessa época, só haviam belas casas e muitos coqueiros.

Pela Avenida Boa Viagem: Anos 40/50.

 

Década de 40 no centro do Recife. O glamour ainda existia, mas já era possível ver mulheres apressadas indo para o trabalho, passos largos e sorrisos no rosto. Recife era uma cidade boa de se morar, com o centro reformado, edifícios novos e cor ar de Paris.

Anos 40. Já trabalho associado à pressa do dia-a-dia.

 

Sobre o Recife do passado, esse passado mágico que, infelizmente, não vivi, posso dizer:

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Recife em flores

By Wilton Carvalho
 

“Tempos floridos batendo à nossa porta; em qualquer tempo, é hora de dar um tapa nos problemas, agradecer aos Céus, abraçar o seu dia de hoje e sorrir diante das conquistas. Ao fazer isso, vamos cumprimentar a primavera com as flores de um Recife distante e charmoso.” (Izan Sant)

Primavera. Recife, moças do passado...

No mês da primavera, rosas nas mãos das moças do Recife, na década de 20.

 

Faculdade de Direito do Recife, ao lado do Parque 13 de Maio.
Flores, aos montes, maravilhando olhos e mais olhos na Faculdade de Direito, alguns anos atrás.

 

Primavera. Por uma só moçoila.
Mais rosas, adornando a pureza da donzela (como se chamava uma "garota", nos 20).
 

E sobre primavera, pra vocês,
de Cecília Meireles:

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Carros e nostalgia

Por Wilton Carvalho
 

Que maravilhas de veículos circulavam, no passado, pelas ruas recifenses!

Quem viveu nessa época, sente falta. Quem não, nem sabe o que perdeu


Carros. O primeiro carro vindo ao Recife.

Temos aqui o primeiro carro chegado da Europa, de navio, ao Recife. Dizem que foi o carro encomendado pelo médico Octávio de Freitas, que desfilava pelas ruas da Veneza Brasileira, causando um alvoroço pela novidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Calhambeque anos 20.

O calhambeque começou a ocupar as ruas do Recife na década de 1920, dividindo, então, os espaços ocupados pelos bondes. (Foto: Revista da Cidade)

 

Carros. Calhambeque, O Corso de 1927.

O corso era a grande novidade do carnaval na década de 1920. Com o surgimento de vários novos carros, as pessoas desfilavam pelas ruas em cima de um calhambeque. (Foto de 1927: Revista da Cidade)

 

Carros. Corrida Circuito no bairro do Derby, em 1952.

O Recife também abrigou alguns circuitos de corrida, como o Circuito do Derby. (Foto, 1952: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito na Av. Conde da Boa Vista, 1959.

Com a abertura total da Avenida Conde da Boa Vista, a partir das décadas anteriores à de 1950, o trânsito foi direcionado para esta via, tornando-se uma das principais da capital pernambucana. (Foto de 1959: Arquivo/DP)

 

Carros. Agora o fluxo na Caxangá, fim dos anos 60.

A Avenida Caxangá foi uma das maiores vias em linha reta do Recife e passou por diversas reformas ao longo do tempo. A foto é de 1969 e já mostra uma via já bem moderna, duplicada e atendendo bem à população. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Ambulância e Kombi anos 60.

Trecho da Estrada dos Remédios, em Afogados, década de 1960, com ambulância e Kombi em movimento. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Na loja Mesbla dos anos 60.

Os anos de 1960 marcavam pelas mudanças no comércio, com grandes redes de magazine, como a Mesbla, que já fazia história na Rua da Palma. A via já se tornava bem utilizada pelos automóveis na época. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Anos 60, pela Avenida Olinda.

Carros na Avenida Olinda, ligando Recife a Olinda, nos anos de 1960. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito a crescer nos anos 70.

Nos anos de 1970, o fluxo de veículos já era considerado grande e novas medidas começaram a ser adotadas: uma delas foi a construção de uma nova ponte ligando o Cabanga ao bairro do Pina. Como vemos na foto, a ponte do Pina já não suportava mais tanto trânsito e isto incentivou a construção da ponte Paulo Guerra, desafogando, por um tempo, a localidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Mais carros antigos?

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Recife: o antes e o depois

Por Wilton Carvalho
 

Na nossa presente viagem ao passado, vemos aqui a Rua Carlos Porto Carrero, rua em frente ao Colégio Americano, na Rua Dom Bosco, Boa Vista.
A foto antiga é de 1923 (Fonte: Fundaj). A foto atual é do Google Maps 2016.
Recife. Rua Carlos Porto Carrero, 1923.

 

Agora, a Igreja Batista do Cordeiro, no bairro de mesmo nome.
Foto antiga: 1950 (Fonte: Site da Igreja Batista). Foto atual: Google Maps 2016.

Recife. Igreja Batista do Cordeiro, 1950.

 

Avenida Dantas Barreto, em frente à Igreja Matriz de Santo Antônio, bairro de Santo Antônio.
A foto antiga é da década de 1920 (Fonte: IAHGP). Foto atual é do Google Maps 2016.

Recife. Avenida Dantas Barreto.

 

Rua São José do Ribamar e Igreja de São José do Ribamar, bairro de São José
Foto antiga: década de 1940 (Fonte: Fundaj).
Foto recente: autoria de Wilton Carvalho, em 2015.

Recife. Rua São José do Ribamar, década de 1940.

 

Igreja do Paraíso, no extinto Pátio do Paraíso, bairro de Santo Antônio. 
Foto antiga: meados do século XX (Fonte: Fundaj) — A Igreja foi demolida.
Foto recente: Edifício Santo Albino, construído no mesmo local da Igreja do Paraíso (Fonte: Google Maps em 2015).

Recife. Igreja do Paraíso.

 


Fechando com chave de ouro nosso post

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Crianças da década de 1920 – Flash

Wilton Carvalho
 


No porto do Recife, onde as famílias iam assistir à chegada de navios.

Criança.

 


Dirigindo, gente!

Criança.

 


Mais crianças…

Crianças.

 


Em um parque de diversões instalado na Rua da Aurora.

Criança.

 


Em frente a um restaurante chamado Regina, que existia na esquina da Rua do Imperador.

Criança.

 


No Cais Dr. José Mariano, lado oposto da Casa de Detenção, atual Casa da Cultura.

Criança.

 


E mais imagens destas crianças do passado. Aqui, o leitor…

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Recife: os neons e os espaços (Flashback)

Por Wilton Carvalho
 

Dos anos 70, época dos neons que iluminavam a cidade e, não satisfeitos, suas luzes refletiam no Rio Capibaribe, contemplando o mais lindo entardecer que a capital já viu. Quem viveu na época dos neons jamais esquecerá.
Recife: quando os neons imperavam!


Já se chamou Terreiro dos Coqueiros na época dos holandeses. Mas não ficou por aí, já teve o nome de Praça Grande, Praça do Comércio e Praça da Ribeira. Até de Praça do Polé já chamaram. Mas depois decidiram que seria Praça da União, aí o Brasil resolveu ser independente e, sem cerimônia, a praça passou a ser chamada de PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA. Mas, por causa de um jornal que funcionava no local, é mais conhecida mesmo por Pracinha do Diário. Sábio é o povo.
Recife da Pracinha do Diário.


Seria mesmo a RUA DO SOL a mais ensolarada do Recife? Seria mesmo a Rua do Sol a que mais recebe os raios do sol na maior parte do dia? Mas de uma coisa eu tenho certeza: começa na ponte Princesa Isabel, termina na ponte da Boa Vista e, no meio, passa pela ponte Duarte Coelho. Com sol ou sem sol, eita rua importante!
Rua do Sol que encantava os olhos do Recife.


Antes, era a PRISÃO; hoje, aprisiona os corações dos turistas.
O Recife não mais em ritmo de prisão.


NESTA NOSSA QUINTA FOTO…

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Trabalhadores recifenses do passado…

Por Wilton Carvalho

No mês que também é deles, vamos homenagear os trabalhadores de 1ª. categoria, com este presente: uma viagem ao mundo dos bons braços do nosso ontem.

GALERIA RECIFANTIGAMENTE…

Trabalhador 1.

……

Recife. Trabalhador 2.

……

Recife. Trabalhadores 3.


Agora, os próximos trabalhadores desta Galeria são os…
 

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“Máquina do Tempo”: Praça e Cruz do Recife

Por Wilton Carvalho
 

A PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA já teve diversos nomes, como Terreiro dos Coqueiros, Praça do Polé, Praça da União e, finalmente, em 1833, recebeu o nome atual.
A Praça da Independência.

Ela também é conhecida popularmente como Pracinha do Diario, pelo fato de que o jornal Diario de Pernambuco se estabelecia naquele local em seu edifício imponente e devido à grande importância do Diario no Recife desde o século XIX.

A praça também sofreu várias mudanças físicas e não era exatamente como é hoje. Até o início do século XX, ela só ocupava um pequeno espaço nas proximidades da Rua Primeiro de Março e da Duque de Caxias, pois havia um quarteirão de sobrados mais próximo da Igreja Matriz de Santo Antônio e da Rua Nova; este foi destruído para ampliação do bairro de Santo Antônio. (Foto: Coleção de Postais do Recife)
 

A CRUZ DO PATRÃO (da foto a seguir) encontra-se na zona norte do Porto do Recife, logo após o Forte do Brum.

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O Acaiaca – de Recife – e mais…

Por Wilton Carvalho

Edifício Acaiaca.

EDIFÍCIO ACAIACA, o palco de badalação e encontro da chamada "Juventude Dourada", entre os anos de 1950 e 1960.

 

Prédio do Diário de Pernambuco.

PRÉDIO DO DIARIO DE PERNAMBUCO. Imponente no passado, o prédio localizado na Praça da Independência abrigou a sede do jornal Diario de Pernambuco. Foi tão importante e marcante para o povo recifense, que a Praça ficou conhecida também como a Pracinha do Diario. Hoje, precisa de ajuda; mais um prédio sofrendo devido ao abandono e ao descaso.

 

Cartão postal - Av. Guararapes e Ponte Duarte Coelho.

PONTE DUARTE COELHO. O passeio, que antes era mais frequente na Rua Nova e na Ponte da Boa Vista, agora se volta para a Avenida Guararapes e a Ponte Duarte Coelho na década de 1950.

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Danielle Cruz - Msg do Mês de novembro

VOCÊ AQUI

Você Aqui - novembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Birolli (atriz)
  • Alcione (cantora e sambista)
  • Alline Sarmento (advogada – Recife/PE)
  • Ana Paula Padrão (jornalista)
  • Angélica (cantora, apresentadora e atriz)
  • Antonia Guedes (técn. em Óptica, Igarassu/PE)
  • Conceição Teles (educadora: Ens. Médio – Olinda)
  • Deborah Secco (atriz)
  • Duca Rachid (novelista e dramaturga)
  • Emília Marques (atriz – Recife/São Paulo)
  • Fátima Sequeira (psicóloga, Rio de Janeiro)
  • Felipe Lima (ator)
  • Flávio Marcone (jorn./cineg./fotógrafo – Recife)
  • Francisco Cuoco (ator)
  • Gustavo Reiz (escritor e novelista)
  • Herson Capri (ator)
  • Iralvânia Nóbrega (pedagoga – Igarassu)
  • Jack Raf (estud.: Artes Cênicas, UFPE – Recife)
  • Jesiane Rocha (jornalista – Caruaru)
  • Jessany Sany (de 2o. grau completo – Recife)
  • Juan Lima (poeta e publicitário – Recife)
  • Lázaro Ramos (ator)
  • Luciana Mariano (prop. Lu Mariano Produções Ltda)
  • Luís Távora (ator – Recife)
  • Luiz Henrique Peixôto (prof./Informática – Paulista)
  • Marcus Vinitius (divulgador de eventos – Recife)
  • Marieta Severo (atriz)
  • Mônica Moraes (jornalista)
  • Natália Marinho (INNAM – Igarassu)
  • Natt Souza (atriz – Recife)
  • Rauani Castro (atriz e produtora – Recife)
  • Reynaldo Gianecchini (ator)
  • Thaís Araújo (atriz)
  • Thiago Fragoso (ator)
  • Thiago Nolasco (drag queen – Recife)
  • Thiago Pimenta (repres. comercial)
  • Tonny Vaz (cantor – Recife)
  • Vera Fischer (atriz)
  • Victor Gondim (modelo – Brasil/Pequim)
  • Will Tom (ator e theater – Rio de Janeiro)

Eventos

  • 07. No Rio de Janeiro/RJ: estreia da peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 08. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea – Rio de Janeiro
  • 09. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 10. Em Recife/PE: Daniel Boaventura, dias 9 e 10 – 21h – Plateia Baixa Lateral: R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia), Plateia Alta: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia), Balcão Nobre: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia), Especial | Plateia Baixa Central: R$ 200 (preço único, com direito a CD DVD autografado e foto com o artista – Teatro RioMar / Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping
  • 14. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 15. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 16. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 21. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 22. Em Cabo de Santo Agostinho/PE: “Frenesi”, peça teatral com Priscila Cardoso, Atriz Premiada em Recife pelo EmCena PE – 19h – Auditório Luiz Lacerda (ao lado da escola-modelo Antônio Benedito da Rocha) / Rua Linha, 72-132, Garapu
  • 22. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 23. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 30. Em Olinda/PE: Simone encontra Ivan Lins – 21h30 – Plateia Especial: R$ 244 (inteira) e R$ 122 (meia), Plateia: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Balcão: R$ 154 (inteira) e R$ 77 (meia) – Teatro Guararapes / Centro de Convenções

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