Saudades

Anúncios recifenses do passado… – Parte 2


E seguimos viajando através da "Máquina do Tempo", friend
 

Anúncios Zearaújo – Quem não conheceu as Casas José Araújo que conquistavam a todos com seus comerciais engraçados?
Também tinham suas versões impressas publicadas nos jornais do Recife. (Diario de Pernambuco – 1984)
Recife. 1984.

 

Shopping Recife – O Shopping Center Recife foi o primeiro shopping da cidade e logo encantou a população.
Não demorou muito para o Shopping Recife se expandir e dobrar de tamanho em 1983. (Diario de Pernambuco – 1983)

Shopping Recife 1983.

 

Centro Sul – A especulação imobiliária em Boa Viagem já era grande em 1980.
Neste mesmo ano, foi inaugurava a famosa galeria na Av. Conselheiro Aguiar, chamada de Centro Sul. (Diario de Pernambuco – 1980)
Centrol Sul 1980.

 

Nesta próxima foto, um anúncio Cabaret Regina – Década de 1920, o "cabaret" era a casa de show da época.
Orquestras e boa comida atraía um público à procura de diversão no Bairro do Recife. (Revista da Cidade – anos 20)

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Casa Forte no passado


Casa, força; praça, Forte; nostalgia… enorme!
Praça de Casa Forte - Recife 
PRAÇA DE CASA FORTE

Essa foto inédita na nossa página Recife de Antigamente mostra as vitórias-régias do jardim da Praça de Casa Forte, que, segundo dizem os historiadores, é considerada a primeira praça pública projetada por Burle Marx. Ao fundo, podemos ver a Igreja de Casa Forte, a paróquia do Sagrado Coração de Jesus, completando esse ar bucólico que preenche nossos olhos e nossos corações com tanta beleza e nostalgia.”

(Wilton Carvalho)

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Anúncios recifenses do passado… – Parte 1


Por Wilton Carvalho
 

A gente não se lembra deles, não é verdade?

Mas a história, sim, e, pra gente se satisfazer, seguem aí alguns anúncios publicitários direto da nossa “Maquina do Tempo”
 

Anúncio FORD

Os primeiros automóveis começaram a surgir nos anos 20. Dizem que o primeiro automóvel do Recife foi o do médico Otávio de Freitas.
Carro. Esta empresa saiu na frente.

 

Geladeira

Na década de 1920 era um luxo poder ter uma geladeira em casa. A prioridade era conservar os alimentos, mas também garantir aquela água refrescante. Geralmente era a gás e precisava de constante revisão.
Geladeira. Olha a da década de 20!

 

Goiabada Peixe

Fundada no fim do século XIX, a marca ficou famosa por sua qualidade e sabor inconfundível. A fábrica em Pesqueira virou um museu — até hoje recebe visitantes.
Doce. Quem não gosta de goiabada?
 

Leite Moça

O leite condensado surgiu no século XIX para abastecer os soldados em campo de batalha: por ser um leite muito doce, era menos perecível do que os leites normais. No Brasil a denominação "Leite Moça" (é só aqui no Brasil que chama assim) surgiu porque o povo ia até a mercearia e pedia por leite; o balconista trazia leite normal, aí o povo dizia: "Não é esse, é o leite que tem a moça na embalagem", e, assim, ficou "Leite Moça".
Leite condensado. A história dele.

 

Terrenos em Boa Viagem

Ainda na década de 1920

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Dos céus, o Recife

Por Wilton Carvalho

NA DÉCADA DE 1940
Recife: vista aérea nos idos de 1940.

É inegável que o Recife possui importantes avenidas que, atualmente, são de extrema necessidade para uma melhor fluidez do trânsito, mas não é de hoje que as discussões sobre o assunto vêm à tona. Com o aumento da população e com o aumento no número de automóveis particulares e veículos de transporte coletivo, foi necessário abrir novas vias para circulação. Os projetos já começaram a ser elaborados a partir da década de 20, mas a execução desses projetos começou com mais força a partir da década de 40, quando se construiu a ponte Duarte Coelho em 1943, fazendo uma importante ligação entre o bairro de Santo Antônio com o bairro da Boa Vista. A atualmente Avenida Conde da Boa Vista já teve o nome de “Rua Formosa” e “Caminho Novo”; a Avenida Guararapes já foi chamada de “Avenida 10 de Novembro”. Na foto, podemos ver que o PRÉDIO DOS CORREIOS e o prédio do CINEMA SÃO LUIZ ainda não haviam sido construídos(Foto: Museu da Cidade do Recife)
 

DÉCADA DE 1950
Recife: vista aérea nos idos de 1950.

Depois do Bairro do Recife, podemos considerar o bairro de Santo Antônio como um dos mais importantes bairros centrais do Recife. Já foi chamado de “Ilha dos Navios”, pois, nas suas margens, as embarcações eram reparadas. Mas foi no século XVII, com a invasão holandesa, que a localidade ganhou outro grau de importância. Foi ali que o Conde Maurício de Nassau escolheu para morar e, dali, iniciou-se a expansão territorial, que foi um fator determinante para o desenvolvimento urbano da época. (Fonte e foto: Fundação Joaquim Nabuco)
 

DÉCADA DE 1970
Recife: vista aérea nos idos de 1970 - 1.

Existem localidades que sabemos o nome, mas não sabemos o porquê daquele nome, é o caso da Ilha Joana Bezerra. Afinal, quem foi Joana Bezerra para ter um nome tão conhecido no Recife? Uma coisa eu digo, não foi ninguém tão importante que merecesse ganhar um nome em uma ilha, mas era, tão somente, casada com o dono daquelas terras. Joana Bezerra era filha de Antônio Bezerra e Isabel Lopes, de importante família colonial, e casada com Belchior Alves Camelo, português natural de Ponte do Lima, que comprou as terras de D. Luísa de Albuquerque antes mesmo da invasão Holandesa, em 1630. Luísa havia tomado posse das terras, que eram de seu pai, André de Albuquerque, filho e herdeiro de Jerônimo de Albuquerque, mas… Peraí, quem foi Joana Bezerra mesmo?… (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco. Foto: Museu da Cidade do Recife)

 

ESTA 2a. IMAGEM DA DÉCADA DE 1970 TAMBÉM É SHOW DE BOLA, VEJA:

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Neons e espaços do passado em Recife

Por Wilton Carvalho
 

Dos anos 70, época dos neons que iluminavam a cidade e, não satisfeitos, suas luzes refletiam no Rio Capibaribe, contemplando o mais lindo entardecer que a capital já viu. Quem viveu na época dos neons jamais esquecerá.
Recife: quando os neons imperavam!


Já se chamou Terreiro dos Coqueiros na época dos holandeses. Mas não ficou por aí, já teve o nome de Praça Grande, Praça do Comércio e Praça da Ribeira. Até de Praça do Polé já chamaram. Mas depois decidiram que seria Praça da União, aí o Brasil resolveu ser independente e, sem cerimônia, a praça passou a ser chamada de PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA. Mas, por causa de um jornal que funcionava no local, é mais conhecida mesmo por Pracinha do Diário. Sábio é o povo.
Recife da Pracinha do Diário.


Seria mesmo a RUA DO SOL a mais ensolarada do Recife? Seria mesmo a Rua do Sol a que mais recebe os raios do sol na maior parte do dia? Mas de uma coisa eu tenho certeza: começa na ponte Princesa Isabel, termina na ponte da Boa Vista e, no meio, passa pela ponte Duarte Coelho. Com sol ou sem sol, eita rua importante!
Rua do Sol que encantava os olhos do Recife.


Antes, era a PRISÃO; hoje, aprisiona os corações dos turistas.
O Recife não mais em ritmo de prisão.


NESTA NOSSA QUINTA FOTO…

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Poeticamente Forte

Por Wilton Carvalho

Por vezes, gosto de fazer uns versos

Com essa belíssima ilustração, 
Apresento a foto quinzenal 
Para esse site sem igual 
Chamado Papo de Bem. 
O artista é Camões, 
Que faz um grande trabalho 
Pintando um belo cenário 
De Recife e Olinda também.

Forte do Picão.
FORTE DO PICÃO

Eu escolhi essa ilustração muito interessante do artista plástico e pintor Eduardo Camões, que utiliza uma técnica apurada para recriar paisagens em cores que só existem nos registros fotográficos em preto e branco. Sua pintura segue fielmente ao que, de fato, é apresentado em fotos sobre documentações históricas, daí a perfeição que Camões consegue alcançar.”

(Wilton Carvalho)

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Avenida, hotel e pontes do Recife

Por Wilton Carvalho

Avenida Boa Viagem e Hotel Boa Viagem. 

O bairro de Boa Viagem surgiu como abrigo e apoio aos viajantes que passavam por aquela localidade em direção ao sul do Estado.
Avenida e Hotel Boa Viagem.

Na década de 1920, veio a revolucionária obra da construção da avenida, que até então era chamada de Avenida Beira Mar, mas logo depois recebeu o nome de Avenida Boa Viagem. Por ela passavam bondes e, depois, o trem da Maxambomba. Casas de veraneio foram surgindo e o lugar pitoresco e calmo foi se tornando muito cobiçado. Até que surgiu um grande hotel de classe internacional na avenida. O ano era 1954, e o hotel foi chamado de Hotel Boa Viagem. Era o que faltava para a praia de Boa Viagem e o bairro de Boa Viagem se tornasse um dos locais mais cobiçados do Recife. Atualmente o hotel não existe mais, em seu lugar está um arranha-céu.
 

Vista aérea do Recife e suas pontes. 

De baixo para cima: a ponte da Boa Vista, a ponte Duarte Coelho e a ponte Princesa Isabel. Cada uma com sua história e sua importância.
Vista aérea do Recife e suas pontes.

A ponte da Boa Vista, inicialmente, surgiu um pouco mais pra direita, mais perto da Casa da Cultura. Era de Madeira e foi construída por Maurício de Nassau. Posteriormente foi substituída por uma de ferro e no seu lugar atual, em 1865. Por ela, passaram muitos bondes, carros e pedestres que atravessavam do bairro da Boa Vista para o de Santo Antônio.

A ponte Duarte Coelho está ali desde 1943, mas já existiu, no mesmo local, uma ponte de ferro por onde passava o trem da Maxambomba. A atual ponte Duarte Coelho teve grande importância nas mudanças da cidade e principalmente no fluxo do trânsito. A Avenida Conde da Boa Vista foi alargada e a Avenida Guararapes foi aberta e a ponte foi a peça fundamental para a ligação dessas importantes avenidas do Recife.

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O ano novo é uma criança – CriançAntigamente

Por Wilton Carvalho
(Crianças das décadas de 1920 e 1930)
 

“O correr das águas, a passagem das nuvens, o brincar das crianças, o sangue nas veias. Esta é a música de Deus.” (Hermann Hesse)
Crianças.
 

“Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.” (Johann Goethe)
Crianças são amor.
 

“Nos dias de inverno, aconchega-te do teu amor, divirta-se com as crianças, acenda uma fogueira e reúna-te com teus amigos. O calor do amor é tão vital quanto o calor do sol!” (Augusto Branco)
Crianças diversas.
 

“Quando vejo uma criança, ela me inspira dois sentimentos: ternura, pelo que é, e respeito pelo que pode vir a ser.” (Louis Pasteur)
Criança. Num sorriso.
 

“A palavra ‘progresso’ não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes.” (Albert Einstein)
Crianças devem sempre ser felizes.
 

“A única coisa de valor que podemos dar às crianças é o que somos, e não o que temos.” (Leo Buscaglia)
Crianças. Orgulho do Bem.
 

E encerramos com este inigualável pensamento da genial Clarice Lispector:
“O tempo tenta sequestrar meu sorriso, mas resisto como uma criança com medo da mãe ao ralar o joelho. Engulo o choro, para não doer mais.”
Criança. Que sejamos uma eternamente.
 

Veja mais um post sobre as CRIANÇAS DE ANTIGAMENTE

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Recife: algumas áreas no antes e depois

Por Wilton Carvalho
 

Na nossa presente viagem ao passado, vemos aqui a Rua Carlos Porto Carrero, rua em frente ao Colégio Americano, na Rua Dom Bosco, Boa Vista.
A foto antiga é de 1923 (Fonte: Fundaj). A foto atual é do Google Maps 2016.
Recife. Rua Carlos Porto Carrero, 1923.

 

Agora, a Igreja Batista do Cordeiro, no bairro de mesmo nome.
Foto antiga: 1950 (Fonte: Site da Igreja Batista). Foto atual: Google Maps 2016.

Recife. Igreja Batista do Cordeiro, 1950.

 

Avenida Dantas Barreto, em frente à Igreja Matriz de Santo Antônio, bairro de Santo Antônio.
A foto antiga é da década de 1920 (Fonte: IAHGP). Foto atual é do Google Maps 2016.

Recife. Avenida Dantas Barreto.

 

Rua São José do Ribamar e Igreja de São José do Ribamar, bairro de São José
Foto antiga: década de 1940 (Fonte: Fundaj).
Foto recente: autoria de Wilton Carvalho, em 2015.

Recife. Rua São José do Ribamar, década de 1940.

 

Igreja do Paraíso, no extinto Pátio do Paraíso, bairro de Santo Antônio. 
Foto antiga: meados do século XX (Fonte: Fundaj) — A Igreja foi demolida.
Foto recente: Edifício Santo Albino, construído no mesmo local da Igreja do Paraíso (Fonte: Google Maps em 2015).

Recife. Igreja do Paraíso.

 


Fechando com chave de ouro nosso post

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Recife de Antigamente: ruas e avenidas


Quais eram os nomes delas?

Por Wilton Carvalho

Avenida Conde da Boa Vista

Inicialmente o trecho da avenida que vai da Rua da Aurora até a Rua Gervásio Pires chamava-se Rua Formosa, nome dado pela população devido à beleza do lugar. Da Rua Gervásio Pires até a Rua Dom Bosco chamava-se Caminho Novo. Quem iniciou os aterramentos do local foi Francisco do Rego Barros, em 1840, até então o presidente da Província de Pernambuco. Em 1870, o trecho da Rua Formosa recebe o nome oficialmente de Rua Conde da Boa Vista e, posteriormente, a rua passou para avenida da Rua da Aurora até a Rua Dom Bosco. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
Avenida Conde da Boa Vista.    
 

Avenida Guararapes

No início do Século XX, o bairro de Santo Antônio ainda era um bairro cheio de sobrados e de ruas estreitas, todo tráfego de bondes, cavalos e charretes era feito utilizando a Rua Nova e seguindo pela Ponte da Boa Vista em direção ao bairro da Boa Vista. Onde hoje existe a Avenida Guararapes era uma rua sem expressão e estreita. Com a demolição de sobrados e aberturas de novas ruas, um novo trecho foi contemplado, justamente o da Guararapes. A rua foi aberta dando origem à avenida de que antes chamava-se Avenida 10 de Novembro e, adiante, passou a ser a atual Avenida Guararapes, em homenagem à Batalha dos Guararapes. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
Avenida Guararapes.
 

Rua da Aurora

Antes um pântano, conhecido como Pântano do Cassimiro, dono das terras em 1806. Já naquela época, recebia a denominação de Aurora, por receber os primeiros raios do sol. A expansão da rua ia acontecendo por trechos. O primeiro trecho a ser arruado foi o da Ponte da Boa Vista até a Rua Formosa (atual Avenida Conde da Boa Vista). O segundo trecho seguia da atual Avenida Conde da Boa Vista até a Rua do Riachuelo, este surgiu por volta de 1840. Em seguida, o terceiro trecho ia da Riachuelo até a Rua Princesa Isabel. E, após, foram feitos outros trechos, chegando até a Ponte do Limoeiro com a atual Avenida Norte. (Fonte: Carlos Bezerra Cavalcanti, no livro: O Recife e Suas Ruas)
Rua da Aurora.
 

Rua do Sol

Trecho que vai da Ponte Princesa Isabel até a Ponte da Boa Vista. Seu nome vem do fato de receber os raios do sol durante quase toda a parte do dia, mas já foi chamada Cais do Machado. A prefeitura, no entanto, tentou colocar outros nomes, como Rua Dr. Ivo Miquelino e Rua Major Codiceira, contudo a população a batizou de Rua do Sol e até hoje é chamada assim. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
Rua do Sol.
 

Rua do Bom Jesus

Uma das mais importantes ruas do Bairro do Recife. Na época dos holandeses, era chamada de Rua do Bode, mas também já foi chamada de Rua da Cruz, dos Judeus e do Comércio. O nome de Rua do Bom Jesus, vem do antigo Arco do Bom Jesus, que existia até 1850 e funcionava como uma das portas de entrada da cidade. Em 1635, foi construída a primeira sinagoga das Américas. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
Rua do Bom Jesus.
 

Rua do Riachuelo

A localidade onde existe hoje a Rua do Riachuelo, compreendia antigamente como áreas alagadas e pantanosas, existindo nas proximidades a camboa do Riachuelo, que foi aterrada. Já foi chamada de Rua do Canal e, após a alteração da camboa, surgiu a bela Rua do Richuelo, que inicialmente era considerada uma avenida. Foram construídas belas casas, e os canteiros centrais e calçadas recebiam paralelepípedos importados da Europa. (Fonte: Fundação Jaquim Nabuco)
Rua do Riachuelo.
 

Rua Real da Torre

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MSG DO MÊS - Thaisi Melo

Aniversariantes

  • Alcione Mazzeo (atriz)
  • Alexandre Mandarino (ator, diretor, produtor)
  • Alexsandro Mota (advogado – Itapissuma/PE)
  • Ana Paula Gaudêncio (modelo – São Paulo/SP)
  • Andrezza Azevedo (promot./Vendas – Recife/PE)
  • Ângela Maria (cantora)
  • Bernardo S. Bezerra (fot. – Feira de Santana/BA)
  • Betty Faria (atriz)
  • Caíque Ferraz (ator – Recife)
  • Chitãozinho (cantor)
  • Clóvis Bézer (dir. presidente Bézer Produções)
  • Cristianne Fridman (novelista)
  • Ewerton Souza (func. CSI, Abreu e Lima)
  • Fabyano Nascimento (coord. pedagógico – Recife)
  • Fillipe Ramos (ator, doublê, diretor – Recife)
  • Flávio Andrade (ator e humorista – Olinda/PE)
  • Giovanna Antonelli (atriz)
  • Giselda Ouverney (func. pública – Nova Friburgo)
  • Gretchen (cantora)
  • Helena Ranaldi (atriz)
  • Henrique Tavares (ator, roteirista, diretor teatral)
  • Ingrid Zavarezzi (autora, roteirista e publicitária)
  • Ivete Sangalo (cantora e atriz)
  • Jânio José Siqueira (assist. social – Aiuruoca/SP)
  • Jhonhson Willame (técn./fotografia – Abreu e Lima)
  • José Luiz Datena (apresentador de TV)
  • José Tenório (prefeito – Itapissuma)
  • Junior Barros (profissional de Marketing – Recife)
  • Lucas Vinícius Araújo (universitário, Olinda)
  • Lucélia Santos (atriz, diretora teatral e produtora)
  • Luiza Tomé (atriz)
  • Luna Teixeira (repórter e fotógrafa – Portugal)
  • Manuella Cabral (tec. em Farmácia – Itapissuma)
  • Márcio Santana (motorista – Poços de Caldas/MG)
  • Marcos Barreto (ator – Salvador/BA)
  • Maria Fernanda Cândido (atriz)
  • Mayara Magri (atriz)
  • Neide Silva (cristã e empreendedora – Olinda)
  • Nemu Campos (ator)
  • Oscar Alejandro (ator, cantor, modelo e dançarino)
  • Robert Pattinson (ator, o Edward de “Crepúsculo”)
  • Rodrigo de Luna (jornalista e repórter – Recife)
  • Rosario Boyer (cineasta e roteirista)

Eventos

  • 03. Chico Buarque, no show “Caravanas” – 21h30 – Balcão: R$ 250, R$ 125 (meia); Plateia: R$ 490, R$ 245 (meia) – Ingressos: bilheteria do local e site Bilheteria Virtual – Teatro Guararapes, Centro de Convenções / Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 12. Em RECIFE: Fagner – 21h – Lounge: R$ 200, R$ 120 (social), R$ 100 (meia); Mesa Premium: R$ 700; Mesa Sênior: R$ 600 – Ingressos: site Bilheteria Digital – Cabanga Iate Clube / Avenida Engenheiro José Estelita, s/n, Cabanga – Telefone: 3035-0003
  • 18. No RIO DE JANEIRO: “Champagne e Confusão”, comédia com SYLVIA BANDEIRA e ótimo elenco – De sexta a domingo – 19:30 – até dia 10 de junho, Teatro Maison de France / Avenida Presidente Antônio Carlos, 58
  • 18. Em RECIFE: Pedro Mariano, “Piano e Voz” – 21h – Balcão Nobre: R$ 60, R$ 30 (meia); Plateia Alta: R$ 100, R$ 50 (meia); Plateia Baixa: R$ 140, R$ 70 (meia) – Ingressos: bilheteria do teatro e site www.uhuu.com – Teatro RioMar / Avenida República do Líbano, 251, Pina – Informações: www.teatroriomarrecife.com.br
  • 25. Zé Ramalho – 21h – Balcão: R$ 154, R$ 77 (meia); Plateia: R$ 194, R$ 97 (meia); Plateia especial: R$ 234, R$ 117 (meia) – Ingressos: site Eventim – Teatro Guararapes

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Edmar Graciliano - A Foto de Bem de fevereiro 2017 - Esta

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