Teatro

Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Teatro: “Champagne & Confusão”…


Uma Comédia Impoliticamente Correta” traz de volta aos palcos a estrela SYLVIA BANDEIRA e um extraordinário elenco.

Tendo sido um sucesso total na França, esta adaptação da comédia francesa “Panique au Ministère”, de Jean Franco e Guillaume Mélanie, no Rio de Janeiro dirigida por FERNANDO PHIBERT, é inédita aqui no Brasil. A adaptação é de JACQUELINE LAURENCE.

Sylvia vive a seguinte personagem

Champagne & Confusão. Sylvia Bandeira


Qual a história deste superespetáculo que é um brinde à alegria e ao humor?

Bom, o Ministro Luis (JOELSON MEDEIROS), no gabinete de um Ministério da Educação, é levado a aprovar um padrão para o tamanho dos uniformes das alunas do país. Devido a esta estranha obrigação, ele se encontra estabanado em suas confusões amorosas com Sara (THAIS BELCHIOR), com a qual mantém um sigiloso caso.

Elenco de Champagne & Confusão.

Elenco em momentos de cenas
Fotos: Reprodução da Fan page


Sara é filha da sua chefe de gabinete, a rígida Gabriela (ERIKA RIBA). Esta se apaixona por um garotão bonito, sensual e auxiliar de serviços gerais no mesmo local de trabalho dela. Ele é Erik (RAFAEL CANEDO).

Nisso, a mãe de Gabriela, Cecília (SYLVIA BANDEIRA), libertária, ex-atriz e um pouco desvairada, cujos tempos no palco foram gloriosos, deseja retornar ao showbizz!

Champagne & Confusão. Sylvia e Rafael Canedo.Sylvia e Rafael Canedo
Foto: Lu Valiatti
 

Cecília, diariamente, faz uma visitinha a Gabriela no gabinete, aproveitando para ensaiar o seu novo show que quer estrear em um bar gay.

Champagne - Sylvia Bandeira - Foto de Chico Lima
Sylvia em uma de suas memoráveis cenas
Foto: Chico Lima

 

- Saiba os horários e valores:

Sexta, às 19:30 – R$ 70,00 (Valor inteira)
Sábado, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)
Domingo, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)

A TEMPORADA: De 23-03-2018 a 10-06-2018.
 

Os ingressos estão à venda clicando AQUI.

Teatro. Champagne & Confusão.

Portanto, friend, vai um superrecado pra você

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Ser atriz é ser disciplinada


Josy Ventura. Foto By Mineia Otsuka.
Não é ter apenas disciplina.

Que o diga a atriz que possui as corretas características dessa profissional:

JOSY VENTURA, que, atualmente, além de outros trabalhos, faz uma Participação Especial na série cômica para Internet Vem Namorar Comigo. Nesta, a sua personagem é a ousada Malu (Maria Lúcia), filha de portugueses da encantadora LISBOA; no entanto, por ter vindo bastante miúda para o Brasil, a gaja habituou-se a falar o português brasileiro, embora ame a língua portuguesa europeia. (O link para a fan page da série você encontrará ao final deste post.).

Uma paulista admirada por muitos no cenário recifense, Josy, por seu brilhantismo quando está em cena, é a razão desta matéria da nossa nova Série

PE/Brasil: Artistas com A Maiúsculo.

Também formada em Marketing, a jovem — que esteve a ensolarar o elenco do filme A Vida em Uma Viagem, com roteiro e direção de Tauana Uchôa — tem, no palco ou diante das câmeras, uma postura inquestionável no sentido da perfeição.

Uma atriz total: canta, dança e interpreta. 

As características das quais falamos que Ventura contém?

Vamos a algumas delas com uma

GALERIA DE FOTOS
PESSOAIS E PROFISSIONAIS DA ARTISTA
.

 

Uma boa atriz é apta.
Para passar emoção, fantasia e informação ao público.
(Aqui, Ventura no filme "A Vida em Uma Viagem".)
Josy Ventura. Filme "A Vida em Uma Viagem".
 

Atenciosa.
Ao texto, às instruções do diretor.
Josy Ventura. Confeitaria Colombo - Rio de Janeiro.

 

Criativa.
Saber criar é essencial quando a personagem, no papel, não está crível.
Josy Ventura. Praiana, natural.

 

Compreensiva.
Com todos da equipe. Com um colega de trabalho que esteja atuando com dificuldade.
(Nesta imagem, vemos a atriz no centro.)
Josy Ventura. Em musical.
 

Paciente.
Porque a profissão lhe cobra mesmo isso.
Josy Ventura. Em viagem.
 

Humilde.
Pois ser arrogante, isto só na hora de viver uma personagem que seja assim.
Josy Ventura. Peça A Última Volta do Ponteiro.

 

Ainda apresentadora, a atriz atuou na peça teatral A Última Volta do Ponteiro, no filme Os Confundidos, do diretor Adriano Portela, baseado na obra homônima do escritor Osman Lins, além de estar presente em espetáculos musicais da Lalu Academia de Artes, do bairro nobre de Boa Viagem, Recife.
Josy Ventura. Em evento Fliporto.


Josy Ventura. Vaticano.
Esta moça, assim como o tempo, 
não para, é a personificação do talento
e da força.
 

Veja-a na página da série, do 
roteirista Izan Sant, clicando em:
VEM NAMORAR COMIGO.

 

Autores e diretores,
fiquem atentos a ela!

 

Fotos:
Aquivo Pessoal da Artista
e Mineia Otsuka.

 

Para vê-la como apresentadora,
clique AQUI.

Quer vê-la atuando?
Vá a este

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Apaixonadamente realizado


Famosos. Alexandre Contini.
Que legal se assim se sentissem todos os artistas brasileiros, não é verdade?

O sucesso no universo da arte é uma incógnita, mas ALEXANDRE CONTINI, sempre uma erupção de criatividade e competência, é uma das exceções.

Hoje, o ator se encontra num dos melhores momentos de sua vida profissional. Como diretor, mais uma peça estreando, outra em turnê, e, como ator e dramaturgo, mais uma tomando forma.

Aqui ele também se emociona ao falar sobre seus colegas de trabalho.

Hora de uma nova
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Estreando, agora no dia 3, Solteira, casada, Viúva, Divorciada. Fala pra gente da curtição de dirigir esse trabalho?

ALEXANDRE CONTINI – É muito gratificante dirigir essa grande atriz em uma comédia sobre quatro mulheres completamente diferentes num mundo contemporâneo. A encenação busca transcender os rótulos que intitulam o espetáculo conseguindo a libertação dessas figuras representadas ali. As personagens transbordam nuances, não se limitando a seu estado civil atual, a partir delas podemos mergulhar em questões que assolam o ser humano, como a solidão, a lealdade, a aceitação, o empoderamento feminino, a liberdade sexual ou até a falta dela. A proposta da direção foi entrelaçar essas quatro histórias, contá-las ao mesmo tempo construindo um final apoteótico. Dessa forma elas se complementam e se unificam tratando sobre os dilemas apresentados de forma bem-humorada e delicada.
 

IS – Sua química com a Stella, uma nota e por quê!

AC – Stella é uma das maiores atrizes deste país. Ela transmuta do Trágico para o Cômico em segundos. Tem um domínio do ofício que é um presente para qualquer diretor, você sugere e ela faz, dessa forma qualquer ideia se torna uma possibilidade viável. Fora que é uma amiga divertida, carinhosa, inteligente… Se ela quiser, eu a dirijo a vida toda!!!
Teatro. Vá se divertir!


IS – O que há de mais especial nesse texto, na visão do Alexandre Contini?

AC – O texto se divide em quatro tramas, escrito por quatro autores: Noemi Marinho, Reggiana Antonini, Luis Arthur Nunes e Maria Adelaide Amaral. Foi escrito nos anos 90 e continua atual, com um humor contemporâneo e cheio de possibilidades para verticalizar em questões humanas, e a Stella faz com tanta verdade que você consegue rir e chorar ao mesmo tempo.
Alexandre Contini. O ator em performance.

IS – Outra recente peça dirigida por você, Dedo Podre, está em turnê. Por que recomenda que não percamos de assistir a esse espetáculo?

AC – A historia é maravilhosa. Nivea pegou os relacionamentos mal sucedidos e transformou em uma comédia hilária, transformou um limão em uma limonada, mousse e caipirinha. Sempre que assisto morro de rir com eles.
Cena de Dedo Podre.


IS – Guilherme e Nívea estão mandando, realmente, bem? Brincadeira… Claro que estão, então que momento de seus personagens o empolga mais?

AC – Eu chamo a Nivea de primeira aluna da turma. Dedicada, bem-humorada, não tem dia ruim. Sempre com aquele sorriso lindo no rosto. E me surpreendi porque não sabia que Nivea era comediante. Falo com propriedade, ela tem um tempo de humor excelente, mergulha na proposta, encanta a plateia, foi realmente um presente. A parte que mais gosto é quando ela conta sobre um relacionamento com um cantor sertanejo. O Gui é um grande ator; apesar de jovem, tem um domínio de plateia invejável. Ele sabe o que a plateia quer ver e, na sua primeira fala, já arranca gargalhadas. Adoro quando ele faz o Otávio, um cara gordo que precisa emagrecer, é de um carisma encantador.
Famoso. Em instante relax.


IS – Para quais capitais está viajando Dedo Podre? (Vamos antenar nossos leitores, eventuais espectadores!)

AC – Dias 10 e 11 de junho, Petrolina. Dia 17 de junho, Limeira. Dia 23 de junho, Sertãozinho, e dias 24 e 25 de junho Ribeirão Preto.
Alexandre Contini. Sucesso. Comemoração.


IS – Em que grau anda a saudade do Manual Prático da Mulher Desesperada?

AC – Grau máximo. Fiz a peça durante 1 ano, uma turnê longa de viagens e apenas uma temporada em São Paulo, tenho a sensação de que quando aprendi a fazer, o espetáculo parou. Mas a vida é assim.
Manual Prático da Mulher Desesperada.


IS – Tem novo trabalho seu pra agosto, onde você se coloca como ator. Adianta alguma coisa pro Papo!

AC – Esse é um desafio que tá me mantendo eufórico. Será meu primeiro texto encenado. Escrito junto com minha parceira de cena e noiva Adriana Birolli. Se trata de um espetáculo baseado no universo HQ, onde faço Hacker que se apaixona por uma Stripper (Adriana) e, juntos, entram pro mundo do crime. A direção é do Diogo Camargos, que vem fazendo um trabalho brilhante nos ensaios e realizando meu sonho de infância. Sempre quis fazer um super-herói ou um supervilão. E, paralelamente, estamos num livro spin-off da peça. A ideia do livro surgiu com a vontade da Adriana em fazer algo para divulgar e ajudar o INSTITUTO VIDAS RARAS, que foi criado em 2001 por pais de pacientes com mucopolissacaridoses. Parte da renda do livro será revertida em prol da causa.
Famosos. Adriana Birolli e Alexandre Contini.


IS – Como vê esse drama que o nosso país está enfrentando hoje, na política?

AC – Nos dias de polarizações em que estamos vivendo, tenho até medo de responder (Risos.). Mas a resposta é bem triste: Enojado e sem esperanças. É muita corrupção, a Fama. Quem sabe faz a hora.economia reflete negativamente na realidade de todo mundo, o que deixa muita gente à flor da pele, os juros nos engolem e eu, na minha "ignorância", não vejo uma solução. Enquanto não tiver uma verdadeira reforma política e o povo não parar de brigar como torcedores de futebol, só vai mudar as figuras, mas a história continuará a mesma. Rezemos.
 

IS – Atualmente, Alexandre Contini por Alexandre Contini…?

AC – Feliz, realizado, apaixonado pela vida e louco pra contar mais e mais histórias.

 

Ingressos para

Solteira, Casada, Viúva, Divorciada?

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A força do querer é poder


Quando você quer alcançar um objetivo, você se transforma: vira mar, gigante, ventania, furacão. Provoca uma erupção de situações em busca do seu sonho, o que é muito natural do ser humano, se ele for determinado. A determinação é tudo.

Xande Valois.


O amor, porém, pode causar essa metamorfose. Este é o caso do Zeca, destemido e interpretado por XANDE VALOIS, em A Força do Querer, de Glória Perez, novela estreando na Globo. Ele é, na infância, o personagem de Marco Pigossi, atuação pra dar o que falar de boa, hein?, mas é preciso assistir ao folhetim pra conhecê-lo melhor.

Xande Valois.


Xande também está no elenco de Vamp, o Musical, vivendo o garoto vampiro Matosinho, que, na trama homônima de Antônio Calmon de 1991, para o horário das 19 horas, ficou eternizado por André Gonçalves.

Xande Valois.


O espetáculo, escrito por Calmon e dirigido por Jorge Fernando, traz Ney Latorraca e Cláudia Ohana no elenco, como os mesmos personagens da novela, Vlad e Natasha.

Horrores e horrores das melhores interpretações e do humor que você já viu, vale a pena conferir!

Xande Valois.


Olha o Zeca aí em replay, gente

Xande Valois.


O querer e a força levam suas mãos àquele sonho tão perseguido por você.

Creia, friend. Força, e lute!

Bem, A Força do Querer você já sabe onde encontrar.

Agora, onde assistir ao Vamp?

No Teatro Riachuelo,

Rua do Passeio, 38/40 – Cinelândia, Rio de Janeiro – RJ,
Telefone: 21-3005-3432.

Quinta e sexta, às 20h30;
sábado, às 16h30 e 20h30; domingo, às 18h.

Vendas: Sites

www.vampomusical.com.br ,

www.teatroriachuelorio.com.br e

www.ingressorapido.com.br


Vendas na Bilheteria? É só ver aqui

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Convite Especial: “Manual Prático da Mulher Desesperada”


Friend, infelizmente está chegando ao fim a última temporada desta comédia de estrondoso sucesso, portanto de casa lotada!

Mas ainda dá tempo de ver, olha o Convite da Adriana e do Alexandre especialmente pra você

As fanpages deles são

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São Paulo rindo com o “desespero” feminino

 

Está de volta ao teatro, para os paulistas, o Manual Prático da Mulher Desesperada.

Mas o que, realmente, pode fazer uma mulher em desespero por amor?
Amor. Manual Prático da Mulher Desesperada. Vá rir!


No meu ponto de vista, umas coisinhas básicas, típicas de seu estado interior

. Ligar muitas vezes pra o homem, que se dane a conta do celular!

. Não dormir à noite sem ele, ah!, quantas olheiras

. Vestir-se pra matar. Matar o cara de ciúmes na frente dos amigos.

. Descobrir onde ele “se esconde”, vira detetive mesmo!

. Tomar um banho de rosas — uma simpatia é a responsável por isso.

. Ficar, a todo instante, com vontade de estrangular o parceiro.
 

Mas nada de estrangular, hein?

Uma mulher não deve se desesperar num relacionamento, seja por insegurança ou não. Sabe como ela deve agir?

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À galera de Santo André – SP: “Manual…” chegando…


É o Manual Prático da Mulher Desesperada, com Adriana Birolli e Alexandre Contini

Uma supercomédia que conta "as aventuras emocionais de uma jovem num sábado à noite, onde Alexandre interpreta um eventual ficante e o melhor amigo gay da personagem de Adriana". Como nos disse uma vez a atriz numa entrevista, "o espetáculo tem sabor de tutti-frutti, nele tem de tudo um pouco, é maravilhoso".

Fica a dica e o delicioso convite da própria Birolli a vocês de Santo André e aos turistas do local, para este dia 16 de outubro, vejam


Façam-se felizes, assistam a esse Manual Prático,
mulheres e homens! Assisti e recomendo.
 

Vídeo gentilmente cedido por: Alexandre Contini
 

A fanpage da atriz é

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Jazz, ação & requinte


Teatro. Carlos Arruza.
“O musical é uma coletânea das melhores músicas da dupla que escreveu ‘Chicago’, ‘O Beijo da Mulher-Aranha’, ‘Cabaret’…”.

Declaração carinhosa de CARLOS ARRUZA, imerso em um novíssimo trabalho: Tudo é Jazz. A partir de 7 de outubro, às 21:00, no Espaço Promon, Sala São Luiz, em São Paulo. 
Espetáculo requintado, capaz de despertar — ou agigantar mais — o amor que exista dentro dos espectadores, como ele mesmo reforça mais adiante.


ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Claro que nós, da mídia, já sabemos do que se trata, mas, em seu ponto de vista, qual a melhor definição para o musical?

CARLOS ARRUZA – Divertido e extremamente sensual. Sofisticado até a última nota.

 

IS – O “Executivo”, quem é ele, propriamente?

CA Como todos os outros personagens, ele tenta encontrar um sentido a cada nova relação que se estabelece. Sai de um casamento com a Diva (Simone Gutierrez) para se aliar à Socialite (Alessandra Vertamati) e, com ela, produz novos musicais na Broadway. Neste processo, acaba se envolvendo com uma garçonete (Livia Dabarian), mas a coisa não para por aí…

 

IS – Como se preparou para o personagem?

CA Aulas de canto. A música é muito difícil e não temos tempo para respirar…  O musical é todo cantado e somos apenas cinco atores em cena.

 

IS – Uma curiosidade dos ensaios, ou de um deles.

CA Foram apenas 22 dias para preparar tudo. Uma tarefa insana, mas deliciosa.

 

IS – O que dizer a respeito do elenco e dos diretores?

CA Estamos muito Unidos. Já citei as meninas, mas faltou falar do Leandro Luna, que acabou de receber o prêmio Bibi Ferreira de melhor ator. A direção é de Daniel Kostáz, que é um querido e excelente profissional. Vânia Pajares é a diretora musical de um rigor absoluto, e Thiago Jansen, nosso coreógrafo. A equipe é uma sorte.

 

IS – Há um momento mais marcante do seu personagem? Se sim, revela ao site.

CA Só tem momentos marcantes, do início ao fim.

 

IS – Do que gosta de fazer nas horas de folga?

CA Aqui em São Paulo é comer.

 

IS – Bate-Rebate! Melhor novela de todos os tempos?

CA Amo novela. Fico com todas dos anos 80. Se tiver que citar uma: “Roque Santeiro”.

 

IS – Ator e atriz?

CATambém difícil escolher assim. Amo Dira Paes e, dos meninos, vou citar o meu amigo Deo Garcez.
Teatro. O personagem "O Executivo".

 


IS – Um(a) novelista.

CA Gilberto Braga. Sempre!

 

IS – Celebridade, qual a sua?

CA Narcisa Tamborindegue.

 

IS – Cor?

CA Vermelha.

 

IS – Amor!

CA Música.

 

teatro. Tudo É Jazz.
IS – Paz?

CANatureza.

 

IS – O Brasil hoje?

CAEu acredito!!!

 

IS – A melhor e a pior invenção do mundo são…?

CA – A melhor: o professor. A pior: aquele macarrão instantâneo no copinho. (Risos gostosos.)

 

IS – Personagem que sempre quis viver, mas ainda não o fez?

CA – Qualquer um do Gilberto Braga.

 

IS – Destino turístico!

CA – Roma.

 

IS – Algum sonho de consumo?

CA Entrar na loja do Tom Ford sem limite no cartão de crédito.    

 

IS – Carlos Arruza por Carlos Arruza?

CA – Demorei, mas hoje consigo rir de tudo e para Tudo.

 

IS – O público não pode perder Tudo é Jazz porque…?

CA – Está apaixonante. De verdade. Arte de muito bom gosto e muita emoção.

 

 

INGRESSOS, na bilheteria do Espaço Promon e AQUI.
 

 

Fotos: Divulgação

 

O pensamento positivo da vez é

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Em busca da evolução — Christiane Mattos


No momento, estou estudando e fazendo cursos de interpretação e fiz uma participação na série ‘Toque-me’, de Mariana Godois.

Palavras da atriz CHRISTIANE MATTOS, que iniciou aulas de ballet aos quatro anos e, aos onze, já sonhava ser bailarina. Entrou para o jazz, o sapateado Conforme foi crescendo, o sonho de se tornar artista aumentava cada dia mais. “Conciliei meu talento para a dança com os cursos de interpretação para TV e teatro, mas, infelizmente, nunca obtive apoio dos meus avós, que me criaram de forma conservadora”, conta a atriz.
Atriz. Christiane no Theatro Net Rio.


Christiane, que integrou o elenco de Ou Tudo ou Nada e é mãe do também ator Xande Valois, o paraplégico Claudinho, de Êta Mundo Bom!, teve a gentileza de me conceder esta
 

Teatro. Christiane como a velhinha do asilo.
EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

Você, com toda a certeza, irá amar. Acompanhe
 

IZAN SANT – Foi encerrado na capital paulista há um pequeno tempo, e com chave de ouro, o musical Ou Tudo ou Nada. O convite para você entrar no espetáculo aconteceu de que forma?

CHRISTIANE MATTOSA cena das velhinhas precisava de um número maior de pessoas, e a maioria dos atores já faziam outras trocas, foi quando o próprio Xande (Valois) sugeriu ao Tadeu que me colocasse fazendo a velhinha.
 

IS – Qual a sensação de ser mãe do precocemente talentoso Xande Valois? Ele está divino em Êta Mundo Bom!.

CMPor esse gênio do Xande, percebe-se o quanto ele me incentiva e apoia, e a sensação de ser mãe dele é de um eterno aprendizado a seu lado. Estou adorando o "Claudinho" de "Êta Mundo Bom!". Há muita verdade em suas cenas.
 

IS – Teatro, cinema ou televisão, o que você prefere mais?

CMAmo teatro, e foi maravilhoso estar no palco, mesmo que em uma pequena participação.
 

IS – Nosso tradicional bate-bola! Melhor(es) escritor(s) e livro(s) de nossa literatura?

CMJorge Amado. O melhor livro, “Gabriela, cravo e canela”.
 

IS – Um novelista e uma novela inesquecível!

CMWalcyr Carrasco e Glória Perez.
 

IS – Programa de TV predileto atual?

CM – “Êta Mundo Bom!”.
 

IS – Ator(es) e/ou atriz(es) favorito(s)…?

CMReginaldo Faria e Regina Duarte.
 

IS – Filme que mexeu profundamente com você!

CMCoração Valente.
Teatro. Em Ou Tudo ou Nada mais uma vez.


IS – O que não come de modo algum?  

CM Bacon.
Amizade. Christiane com os amigos. Relax.


IS – Hobby e mania!

CMAndar de patins na orla.
Cinema. Filmagens de "Através da sombra" e com Walter Lima Júnior.


IS – Cantor(es) e música(s)?

CMLulu Santos, “Tudo bem”.
 

Atriz. Christiane Mattos - Perfil.
IS – A melhor coisa do mundo é…? E tem pior, pra você?

CMA melhor coisa do mundo é estar perto de quem amamos e quem nos ama. Pior é a violência do ser humano contra seu semelhante.
 

IS – Christiane Mattos por Christiane Matos, defina-se.  

CMUma pessoa que aprendeu muito com seus erros e vive em constante processo de busca e evolução!
 

IS – Qual a sua mensagem super do Bem a quem está nos lendo agora e aos seus admiradores de plantão, querida?

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MSG DO MÊS - Thaisi Melo

Aniversariantes

  • Alcione Mazzeo (atriz)
  • Alexandre Mandarino (ator, diretor, produtor)
  • Alexsandro Mota (advogado – Itapissuma/PE)
  • Ana Paula Gaudêncio (modelo – São Paulo/SP)
  • Andrezza Azevedo (promot./Vendas – Recife/PE)
  • Ângela Maria (cantora)
  • Bernardo S. Bezerra (fot. – Feira de Santana/BA)
  • Betty Faria (atriz)
  • Caíque Ferraz (ator – Recife)
  • Chitãozinho (cantor)
  • Clóvis Bézer (dir. presidente Bézer Produções)
  • Cristianne Fridman (novelista)
  • Ewerton Souza (func. CSI, Abreu e Lima)
  • Fabyano Nascimento (coord. pedagógico – Recife)
  • Fillipe Ramos (ator, doublê, diretor – Recife)
  • Flávio Andrade (ator e humorista – Olinda/PE)
  • Giovanna Antonelli (atriz)
  • Giselda Ouverney (func. pública – Nova Friburgo)
  • Gretchen (cantora)
  • Helena Ranaldi (atriz)
  • Henrique Tavares (ator, roteirista, diretor teatral)
  • Ingrid Zavarezzi (autora, roteirista e publicitária)
  • Ivete Sangalo (cantora e atriz)
  • Jânio José Siqueira (assist. social – Aiuruoca/SP)
  • Jhonhson Willame (técn./fotografia – Abreu e Lima)
  • José Luiz Datena (apresentador de TV)
  • José Tenório (prefeito – Itapissuma)
  • Junior Barros (profissional de Marketing – Recife)
  • Lucas Vinícius Araújo (universitário, Olinda)
  • Lucélia Santos (atriz, diretora teatral e produtora)
  • Luiza Tomé (atriz)
  • Luna Teixeira (repórter e fotógrafa – Portugal)
  • Manuella Cabral (tec. em Farmácia – Itapissuma)
  • Márcio Santana (motorista – Poços de Caldas/MG)
  • Marcos Barreto (ator – Salvador/BA)
  • Maria Fernanda Cândido (atriz)
  • Mayara Magri (atriz)
  • Neide Silva (cristã e empreendedora – Olinda)
  • Nemu Campos (ator)
  • Oscar Alejandro (ator, cantor, modelo e dançarino)
  • Robert Pattinson (ator, o Edward de “Crepúsculo”)
  • Rodrigo de Luna (jornalista e repórter – Recife)
  • Rosario Boyer (cineasta e roteirista)

Eventos

  • 03. Chico Buarque, no show “Caravanas” – 21h30 – Balcão: R$ 250, R$ 125 (meia); Plateia: R$ 490, R$ 245 (meia) – Ingressos: bilheteria do local e site Bilheteria Virtual – Teatro Guararapes, Centro de Convenções / Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 12. Em RECIFE: Fagner – 21h – Lounge: R$ 200, R$ 120 (social), R$ 100 (meia); Mesa Premium: R$ 700; Mesa Sênior: R$ 600 – Ingressos: site Bilheteria Digital – Cabanga Iate Clube / Avenida Engenheiro José Estelita, s/n, Cabanga – Telefone: 3035-0003
  • 18. No RIO DE JANEIRO: “Champagne e Confusão”, comédia com SYLVIA BANDEIRA e ótimo elenco – De sexta a domingo – 19:30 – até dia 10 de junho, Teatro Maison de France / Avenida Presidente Antônio Carlos, 58
  • 18. Em RECIFE: Pedro Mariano, “Piano e Voz” – 21h – Balcão Nobre: R$ 60, R$ 30 (meia); Plateia Alta: R$ 100, R$ 50 (meia); Plateia Baixa: R$ 140, R$ 70 (meia) – Ingressos: bilheteria do teatro e site www.uhuu.com – Teatro RioMar / Avenida República do Líbano, 251, Pina – Informações: www.teatroriomarrecife.com.br
  • 25. Zé Ramalho – 21h – Balcão: R$ 154, R$ 77 (meia); Plateia: R$ 194, R$ 97 (meia); Plateia especial: R$ 234, R$ 117 (meia) – Ingressos: site Eventim – Teatro Guararapes

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Edmar Graciliano - A Foto de Bem de fevereiro 2017 - Esta

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