Teatro

Teatro — Comédia “Heróis às Avessas” (Reestreia)

Com Alexandre Contini & Carina Sacchelli
(Clique nas imagens para ampiá-las)
 

Você, do Sul do Brasil, vai perder o retorno desta supercomédia?
Não deve! Olha o que diz sobre ela o Alexandre Contini…
 

É sempre um prazer gigante fazer uma temporada de teatro, mas esta tem sabor especial. Além de atuar, também divido a Autoria do texto e a Produção do espetáculo.
Teatro. Alexandre Contini.

Produzir no Brasil está cada vez mais épico: é como se tivéssemos que enfrentar uma série de batalhas, como na Grécia Antiga, para tirarmos nossas ideias do papel.

Os 3 últimos espetáculos que dirigi foram produzidos sem patrocínio, onde os atores investiram suas economias para a realização, assim como fizemos em “Heróis às Avessas”, por isso a participação do público é imprescindível para que o teatro siga forte.
Teatro. Carina Sacchelli.

Carina Sacchelli substituiu Adriana Birolli devido à atriz estar gravando a novela Jesus.


Fazer uma turnê com 12 apresentações pelo Sul brasileiro, com parceria do SESI, é realmente gratificante.

Escrevemos este espetáculo para poder divulgar o Instituto Vidas Raras, nossos parceiros, quebramos a cabeça para fazer uma comédia divertida, na qual a mensagem não fosse panfletária, foi tudo feito com muito carinho.
Teatro. Contini e Carina Sacchelli

Por isso, é tão especial. É a materialização de nossos ideais em forma de Teatro. Afinal todo mundo, pra viver nos dias de hoje, tem que ser um pouco Super-Herói.
 

Não é que é uma verdade, de fato?
 

DIAS, HORÁRIOS E SESIS:
 

Julho

19 e 20, às 20h: Sesi Portão, Curitiba | 21, às 20h, e 22, às 19h: Sesi São José dos Pinhais | 26, 20h: Sesi Guarapuava | 27 e 28, 20h: Sesi Pato Branco.
 

Agosto

01, às 20h: Sesi Santo Antônio da Platina | 02 e 03, 20h: Arena Sesi Arte e Cultura, em Arapongas | 04 e 05, às 19:30: Centro Cultural Sesi, em Londrina.
Romance. Na comédia Sequestro121 - Heróis às Avessas.


Nossa 1ª. matéria sobre esta peça em…

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De papo com Zaira Zambelli


Ela é uma das atrizes brasileiras mais disciplinadas que existem. Por isto o seu curso de Teatro seja um dos mais procurados na Cidade Maravilhosa.

É dona de personagens fascinantes, a exemplo da Maria, de Marina, novela global das 6; da Selma, de O Amor É Nosso!, das 7, também da Rede Globo, entre outras mais. Já no longa-metragem Bye bye Brasil, fez par romântico com o Fábio Júnior, casal revivido na história de O Amor É Nosso!.

Atriz Zaira Zambelli.

Ao lhe perguntar de onde vem tanta disciplina para estar em cena, Zaira admitiu categórica: Sim, sou bastante disciplinada, pois entendi que, com disciplina e determinação, a vida fica mais fácil, tudo flui melhor. A energia é outra. Colocar amor, dedicação e disciplina no dia-a-dia é sabedoria.
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Você atuou no original da novela Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa, contracenando com Kadu Moliterno, Cristina Mullins, Roberto Bonfim, entre outros. De que forma compôs a caipira Rosinha, desse grande sucesso da Globo?

ZAIRA ZAMBELLI A Rosinha foi feita com muito amor e responsabilidade, pois interpretar a ponta de um triângulo amoroso em uma novela do Benedito Ruy Barbosa é uma grande oportunidade. Observei muito as meninas do interior, e fora que, na minha adolescência, eu ia muito para a fazenda da minha madrinha e convivia com essa realidade naturalmente.

Turma de Leitura Dramatizada.                                                                                                                   

IS – Agora nos fala sobre sua Manoela Palhares, do remake de Irmãos Coragem, de Janete Clair, na mesma emissora.

ZZ A Manoela não tinha muita importância na trama, mas me proporcionou conviver com um elenco, direção e equipe de primeira linha.
Zaira Zambeli. Visita de Recife no curso.                                                                      

IS – Achei divertidíssima sua Participação Especial em Ti-ti-ti (2010-2011), de Maria Adelaide Amaral, baseada em Ti-ti-ti e Plumas & Paetês, do Mestre Cassiano Gabus Mendes. A Madame Carneiro foi uma perua, de fato, deliciosa de interpretar? Por quê?

ZZ – (Risos gostosos.) Realmente foi muito divertida a participação, um convite da produção de elenco, que homenageou as atrizes que haviam participado da primeira versão.
                                                                                                                  

IS- A personagem, seja do teatro, do cinema ou da televisão, mais intensa que já viveu?

ZZDasdô, “Bye bye Brasil”.
Zaira Zambelli. Curso de Teatro.                                                                                                       

IS – De onde partiu o desejo de criar o conceituado Curso de Teatro Zaira Zambelli?

ZZDa minha paixão pelo Teatro e seu potencial transformador, da vontade de trabalhar ligada às artes cênicas e passar minha experiência adiante e ajudar às pessoas. O Teatro, realmente, transforma, liberta! No meu entendimento, depois de já ter tido muitos e muitos alunos, eu posso garantir: “Faça Teatro e entre em Cena”. Todas as pessoas deveriam fazer um curso de Teatro.
A sobrinha-neta Maia.                                                                                                                        

IS – Você também atuou em Pantanal, do Benedito (Ruy Barbosa). Mas, de qual das novelas que fez mais gosta, mesmo?

ZZMarina, tenho um carinho especial por ter sido a primeira.
                                                                                                                      

IS – E peça, alguma lhe é mais amada?

ZZ – “O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, direção.
 

Zaira Zambelli. Passeio de bike na orla do Rio de Janeiro.
IS – Zaira Zambelli por Zaira Zambelli?

ZZEu sou amiga, leal, responsável, amorosa, sensível. Uma pessoa do bem!!!
 

IS – Falando em ser do bem, uma mensagem super nesta vibe aos alunos, ex-alunos e admiradores da Zaira!

ZZ Viva o AGORA! Seja feliz e partilhe com os outros a sua felicidade. Só por hoje não reclame de nada! Venha fazer Teatro e transforme sua vida!
 

Busque um curso sério de interpretação.

O Curso de Teatro Zaira Zambelli está AQUI.
 

Minha primeira entrevista com a Zaira?

Encontre neste clique

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Amor com Champagne


Amor. Talento. Sylvia Bandeira.Há alguns dias,
Champagne & Confusão deixava um mar imenso
de saudades e uma lição: a de um certo amor.

(Clique nas imagens para ampliá-las)
 

Você já se imaginou vivendo um amor comédia, de verdade?

Se sim ou se não, falo daquele amor que não te dá apenas instantes felizes, mas que te proporciona, nessas horas, um bom-humor além do comum.

Vale um sorriso após o outro, uma gargalhada vinda depois de uma boa anedota, uma explosão de alegria em um passeio, mesmo que seja pelo mais simples lugar do planeta.

O mundo fica muito mais belo quando um amor desses bate à nossa porta, é como viver um love tomando o melhor espumante existente na face da Terra.

É como ter assistido pela milésima vez ao divertidíssimo Champagne & Confusão, estrelado por Sylvia Bandeira, a Cecília no espetáculo encenado no Teatro Maison de France, no Rio de Janeiro.

Estar vivendo um amor-comédia é não ter que passar pelo que passou a personagem Gabriela, da Erika Riba, na mesma peça teatral. Para driblar o vazio, imagine você, solitário ou solitária, numa sala à meia-luz, com uma miniatura da Torre Eiffel nas mãos, iluminada e piscando em tons de azul, enquanto dança La Vie Em Rose, da inesquecível Edith Piaf. Esta é a chamada solidão poética. Linda, porém triste.

Então curta a raridade do amor-comédia quando o encontrar, viva a energia dele com todo o poder do seu coração!

Aproveitar esse amor é, ainda, estar sendo mais que carismático, como é o personagem Erik, do Rafael Canedo; é aproveitar a vida ao estilo Sara, da Thais Belchior; é ser gente boa como o é o Ministro da Educação Luís, do Joelson Medeiros.

Teatro. O elenco de Champagne e Confusão, Uma Comédia Impoliticamente Correta.


Champagne & Confusão me fez sentir esse quê do amor-comédia, por tudo já dito, mas também pelo bom-gosto do texto, as esplêndidas atuações, a adaptação, direção e produção impecáveis. Parabéns ao idealizador e tradutor Cédric Gottesmann.

Quanto a você, curtidor(a) amigo(a), se ainda não está, tomara que se apaixone por uma pessoa que te abrace com a doçura de um champagne; te beije com a força de uma quente confusão; te ame com o altoastral de uma comédia do novelista Sílvio de Abreu. Você merece, acredite!

Foto: Lu Valiatti. Sylvia Bandeira a cantar.


Concluindo, em minha opinião, sabe o que é viver?

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Teatro: “Champagne & Confusão”…


Uma Comédia Impoliticamente Correta” traz de volta aos palcos a estrela SYLVIA BANDEIRA e um extraordinário elenco.

Tendo sido um sucesso total na França, esta adaptação da comédia francesa “Panique au Ministère”, de Jean Franco e Guillaume Mélanie, no Rio de Janeiro dirigida por FERNANDO PHIBERT, é inédita aqui no Brasil. A adaptação é de JACQUELINE LAURENCE.

Sylvia vive a seguinte personagem

Champagne & Confusão. Sylvia Bandeira


Qual a história deste superespetáculo que é um brinde à alegria e ao humor?

Bom, o Ministro Luis (JOELSON MEDEIROS), no gabinete de um Ministério da Educação, é levado a aprovar um padrão para o tamanho dos uniformes das alunas do país. Devido a esta estranha obrigação, ele se encontra estabanado em suas confusões amorosas com Sara (THAIS BELCHIOR), com a qual mantém um sigiloso caso.

Elenco de Champagne & Confusão.

Elenco em momentos de cenas
Fotos: Reprodução da Fan page


Sara é filha da sua chefe de gabinete, a rígida Gabriela (ERIKA RIBA). Esta se apaixona por um garotão bonito, sensual e auxiliar de serviços gerais no mesmo local de trabalho dela. Ele é Erik (RAFAEL CANEDO).

Nisso, a mãe de Gabriela, Cecília (SYLVIA BANDEIRA), libertária, ex-atriz e um pouco desvairada, cujos tempos no palco foram gloriosos, deseja retornar ao showbizz!

Champagne & Confusão. Sylvia e Rafael Canedo.Sylvia e Rafael Canedo
Foto: Lu Valiatti
 

Cecília, diariamente, faz uma visitinha a Gabriela no gabinete, aproveitando para ensaiar o seu novo show que quer estrear em um bar gay.

Champagne - Sylvia Bandeira - Foto de Chico Lima
Sylvia em uma de suas memoráveis cenas
Foto: Chico Lima

 

- Saiba os horários e valores:

Sexta, às 19:30 – R$ 70,00 (Valor inteira)
Sábado, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)
Domingo, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)

A TEMPORADA: De 23-03-2018 a 10-06-2018.
 

Os ingressos estão à venda clicando AQUI.

Teatro. Champagne & Confusão.

Portanto, friend, vai um superrecado pra você

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De Dalva ao musical “Cauby! Cauby!”

Sylvia Massari.
Esta é a nova trajetória da atriz e cantora de musicais SYLVIA MASSARI, a juíza Branca Moreira de Totalmente Demais, sucesso global. Recentemente, na TV Globo, Sylvia tem feito uma novela após a outra: viveu a Helô de Sete Vidas, a Irmã Regina em Malhação 2013, a Ângela de A Vida da Gente, a Sílvia Aquino em Morde e Assopra, a Sarah de Caras & Bocas — estas duas tramas do Walcyr Carrasco.

Sylvia é assim, não para, pois ainda arranja tempo para o cinema e uma outra das suas paixões: o teatro. Aqui, este é o assunto que agiganta mais e mais a também intérprete de Madame Elenir, na saudosa novela do João Emanuel Carneiro, Cobras & Lagartos.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Abrindo esta nossa primeira entrevista do ano, iremos falar sobre a maravilha de ver você no musical Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei. Qual foi a sensação de viver novamente Dalva de Oliveira?

SYLVIA MASSARI É, tenho vivido Dalva há anos! Fui protagonista de "A ESTRELA DALVA", o musical produzido por Roberto Talma e dirigido por Jorge Fernando, em São Paulo, em 1988. Aqui no Rio, Marília Pêra foi Dalva. Assim, é tranquilo revivê-la. Ela vem muito fácil… Mas é sempre muito emocionante!
 

IS – Ainda haverá mais alguma apresentação de sua Dalva e do Herivelto do Tadeu Aguiar pra gente? 

SM – Estamos tentando um patrocínio que viabilize viagens. Nossa intenção é começarmos por São Paulo. 

 

IS – A Dalva com apenas um adjetivo. E o Herivelto?

SM – Dalva: EMOCIONANTE. Herivelto: ARREBATADOR.

 

IS – Como é contracenar com o nosso querido ator e diretor Tadeu (Aguiar)?

SM – Tadeu é um irmão de alma! Nos conhecemos há mais de trinta anos e nunca nos separamos. Ambos patinamos em Ribeirão Preto, no mesmo show de patinação artística, em épocas diferentes. Somos unidos, no palco e na vida.
A atriz Sylvia Massari.

IS – O momento mais marcante desse musical em parceria com o Tadeu foi…?

SM – Em Ribeirão Preto, no Teatro Pedro ll, numa plateia lotada!
 

IS – Agora veio um outro trabalho, e sobre o mito Cauby Peixoto. Conta um pouco dessa novidade para os leitores do Papo de Bem e os seus fãs, Sylvia.

SM - É uma roupagem nova do mesmo musical que fizemos anos atrás. Agora, com a morte de Cauby, eu faço a narradora da história, no papel da secretária, que o acompanhou durante 15 anos. É um espetáculo muito lindo e emocionante e esperamos que faça o mesmo sucesso de antes, quando tivemos lotações esgotadas em todas as apresentações. 
 

Sylvia Massari.
IS – Sua nova personagem é o que esperava que fosse? Ou a surpreendeu por alguma razão?

SM – É diferente! Pela primeira vez não canto em um musical!
 

IS – Classifique a energia desse novo elenco.

SM – Nora 1.000. Talentosos, dedicados e unidos. 
 

IS – Qual a expectativa-mor da Sylvia Massari com relação à recepção do público sobre esse musical de agora?

SM – Não tenho dúvidas de que será um novo sucesso na vida do Diogo e de todo o elenco. Agora, com a morte de Cauby, a emoção será maior!
 

IS – Previsão de estreia?

SM – Dia 10 de janeiro para o público, num grande Ensaio Geral!
 

IS – Uma nova mensagem súper do Bem a todos que nos leem!

SM – Feliz 2018!!!!!! Desejo a todos um ano de Paz, Amor, Recuperação de todos os prejuízos do ano que passou! Saúde!!!!


"Cauby! Cauby! Uma Lembrança" fica em cartaz no Imperator de 16 de março a 1o. de abril, com apresentações às 16h nas sextas, 20h nos sábados e 19h nos domingos. Os ingressos custam R$ 70,00 = inteira.
 

Entrevista com a Sylvia no musical Ou Tudo Ou Nada?

(Re)veja clicando AQUI.

Sylvia, sobre a defesa dos animais?

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Ser atriz é ser disciplinada


Josy Ventura. Foto By Mineia Otsuka.
Não é ter apenas disciplina.

Que o diga a atriz que possui as corretas características dessa profissional:

JOSY VENTURA, admirada por muitos no cenário recifense, isto por seu brilhantismo quando está em cena.

E ela é a razão desta matéria da nossa nova Série

PE/Brasil: Artistas com A Maiúsculo.

Também formada em Marketing, a jovem — que esteve a ensolarar o elenco do filme A Vida Em Uma Viagem, com roteiro e direção de Tauana Uchôa — tem, no palco ou diante das câmeras, uma postura inquestionável no sentido da perfeição.

Uma atriz total: canta, dança e interpreta. 

As características das quais falamos que Ventura contém?

Vamos a algumas delas com uma

GALERIA DE FOTOS
PESSOAIS E PROFISSIONAIS DA ARTISTA
.

 

Uma boa atriz é apta, para passar emoção, fantasia e informação ao público, e atenciosa: ao texto, às instruções do diretor.

Josy Ventura. Confeitaria Colombo - Rio de Janeiro.

 

Criativa.
Saber criar é essencial quando a personagem, no papel, não está crível.
Josy Ventura. Praiana, natural.

 

Compreensiva.
Com todos da equipe. Com um colega de trabalho que esteja atuando com dificuldade.
(Nesta imagem, vemos a atriz no centro.)
Josy Ventura. Em musical.
 

Paciente.
Porque a profissão lhe cobra mesmo isso.
Josy Ventura. Em viagem.
 

Humilde.
Pois ser arrogante, isto só na hora de viver uma personagem que seja assim.
Josy Ventura. Peça A Última Volta do Ponteiro.

 

Ainda apresentadora, a atriz atuou na peça teatral A Última Volta do Ponteiro, no filme Os Confundidos, do diretor Adriano Portela, baseado na obra homônima do escritor Osman Lins, além de estar presente em espetáculos musicais da Lalu Academia de Artes, do bairro nobre de Boa Viagem, Recife.
Josy Ventura. Em evento Fliporto.


Esta moça, assim como o tempo, não para, é a personificação do talento e da força.

Josy Ventura. Vaticano.
Autores
e diretores,
fiquem atentos a ela!

 

Fotos:
Aquivo Pessoal da Artista
e
Mineia Otsuka.

 

Para vê-la
como apresentadora,
clique
AQUI.

 

Quer vê-la atuando?


Vá a este

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Curta-metragem “O Último Dia”


Alunos competentes de um 1o. ano B de Petrolina/PE se reuniram e produziram este filme que está imperdível, gente.

É nossa mais nova dica de cinema pra você, não perca a estreia, que será nesse dia 21 de outubro, às 8 horas, no Cinemark Jua Garden Shopping, de Juazeiro.

Segue uma palhinha (Reprodução: Instagram)

O Último Dia - Curta-metragem.

 

A história.

Não esqueça, compareça, vai valer a pena! Divulgue.

- Indicação (para este post) da atriz e apresentadora JOSY VENTURA.

 

O Instagram do filme O Último Dia, desta turma vitoriosa, está logo

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Um sequestro imperdível!


Um sequestro imperdível!
 

Mas imperdível mesmo, pois se trata da nova peça onde você poderá ver, novamente no palco, ADRIANA BIROLLI e ALEXANDRE CONTINI: #SEQUESTRO121. O primeiro e último trabalho com essa dupla star foi a comédia Manual Prático da Mulher Desesperada, e, desde então, o público já começou a sentir a falta dos atores juntos em cena. Desejo realizado!
Comédia. A Stripper e o Hacker.


Pra tirar suas dúvidas sobre este grande sucesso teatral — porque não tem como ser diferente —, Contini ressurge aqui, numa
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – De onde partiu a ideia mesmo da montagem desta peça, de ambos?

ALEXANDRE CONTINI - Sim. O texto é dos dois. Eu sou um apaixonado pelo universo HQ e sempre quis fazer uma comédia nesse gênero. A Adriana teve ideia de fazer um projeto em prol do Instituto Vidas Raras. Daí juntamos algumas ideias e desenvolvemos. Convidamos o Diogo Camargos pra dirigir e ele deu a estética perfeita ao espetáculo. Além da peça, em breve lançaremos um spin-off em forma de livro.
Alexandre Contini.


IS – De que modo estudou para compor o seu hacker?

AC - Investi nos filmes e séries do gênero, e num estudo sobre tecnologia.
 

IS – A personagem da Adriana, a stripper, com uma palavra…?

AC- Hilária.
Adriana Birolli.


IS – O seu personagem, com uma também…?

AC – Tagarela.
 

IS – No fundo, o que vocês desejam passar ao público?

AC - Além de muita diversão, humor e aventura, temos o intuito de divulgar o Instituto Vidas Raras que trabalha em prol da divulgação, orientação e apoio aos familiares, amigos e pacientes de MPSs.

Comédia. #Sequestro121.


IS – Como imagina que os Nerds veem o seu Nerd?

AC - Com muito carinho, o Nerd é o cara que sofreu bullying na escola e hoje é o cara bem-sucedido que escreve os melhores livros, inventa os melhores aparelhos, desenvolvem teorias quânticas, etc… Os Nerds são os verdadeiros heróis dos tempos modernos, e eu procurei tomar todos esses cuidados na hora de escrevê-lo e compor o papel.
 

IS – Alta descontração durante os ensaios?, nos conta.

AC - É incrível, somos uma equipe, nos conhecemos há anos, temos muita intimidade e foi a primeira vez que conseguimos juntar todos no mesmo projeto. Tivemos imersão de dias ensaiando e morando juntos!
Teatro. Equipe reunida.

Da esquerda para a direita, Ivan Vellame, Lorena Lima e Diogo Camargos.


IS – Um momento especial desta comédia — especialmente pra você?

AC - Tem uma cena que não posso dar detalhes, mas Adriana aparece de um jeito que nunca ninguém imaginou vê-la, é realmente muito engraçado e o mergulho na proposta e na caracterização quase me faz rir em cena todos os dias.

 

O que será que é, hein? Segue uma sugestão

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Realizados


Famosos. Alexandre Contini.
Que legal se assim se sentissem todos os artistas brasileiros, não é verdade?

O sucesso no universo da arte é uma incógnita, mas ALEXANDRE CONTINI, sempre uma erupção de criatividade e competência, é uma das exceções.

Hoje, o ator se encontra num dos melhores momentos de sua vida profissional. Como diretor, mais uma peça estreando, outra em turnê, e, como ator e dramaturgo, mais uma tomando forma.

Aqui ele também se emociona ao falar sobre seus colegas de trabalho.

Hora de uma nova
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Estreando, agora no dia 3, Solteira, casada, Viúva, Divorciada. Fala pra gente da curtição de dirigir esse trabalho?

ALEXANDRE CONTINI – É muito gratificante dirigir essa grande atriz em uma comédia sobre quatro mulheres completamente diferentes num mundo contemporâneo. A encenação busca transcender os rótulos que intitulam o espetáculo conseguindo a libertação dessas figuras representadas ali. As personagens transbordam nuances, não se limitando a seu estado civil atual, a partir delas podemos mergulhar em questões que assolam o ser humano, como a solidão, a lealdade, a aceitação, o empoderamento feminino, a liberdade sexual ou até a falta dela. A proposta da direção foi entrelaçar essas quatro histórias, contá-las ao mesmo tempo construindo um final apoteótico. Dessa forma elas se complementam e se unificam tratando sobre os dilemas apresentados de forma bem-humorada e delicada.
 

IS – Sua química com a Stella, uma nota e por quê!

AC – Stella é uma das maiores atrizes deste país. Ela transmuta do Trágico para o Cômico em segundos. Tem um domínio do ofício que é um presente para qualquer diretor, você sugere e ela faz, dessa forma qualquer ideia se torna uma possibilidade viável. Fora que é uma amiga divertida, carinhosa, inteligente… Se ela quiser, eu a dirijo a vida toda!!!
Teatro. Vá se divertir!


IS – O que há de mais especial nesse texto, na visão do Alexandre Contini?

AC – O texto se divide em quatro tramas, escrito por quatro autores: Noemi Marinho, Reggiana Antonini, Luis Arthur Nunes e Maria Adelaide Amaral. Foi escrito nos anos 90 e continua atual, com um humor contemporâneo e cheio de possibilidades para verticalizar em questões humanas, e a Stella faz com tanta verdade que você consegue rir e chorar ao mesmo tempo.
Alexandre Contini. O ator em performance.

IS – Outra recente peça dirigida por você, Dedo Podre, está em turnê. Por que recomenda que não percamos de assistir a esse espetáculo?

AC – A historia é maravilhosa. Nivea pegou os relacionamentos mal sucedidos e transformou em uma comédia hilária, transformou um limão em uma limonada, mousse e caipirinha. Sempre que assisto morro de rir com eles.
Cena de Dedo Podre.


IS – Guilherme e Nívea estão mandando, realmente, bem? Brincadeira… Claro que estão, então que momento de seus personagens o empolga mais?

AC – Eu chamo a Nivea de primeira aluna da turma. Dedicada, bem-humorada, não tem dia ruim. Sempre com aquele sorriso lindo no rosto. E me surpreendi porque não sabia que Nivea era comediante. Falo com propriedade, ela tem um tempo de humor excelente, mergulha na proposta, encanta a plateia, foi realmente um presente. A parte que mais gosto é quando ela conta sobre um relacionamento com um cantor sertanejo. O Gui é um grande ator; apesar de jovem, tem um domínio de plateia invejável. Ele sabe o que a plateia quer ver e, na sua primeira fala, já arranca gargalhadas. Adoro quando ele faz o Otávio, um cara gordo que precisa emagrecer, é de um carisma encantador.
Famoso. Em instante relax.


IS – Para quais capitais está viajando Dedo Podre? (Vamos antenar nossos leitores, eventuais espectadores!)

AC – Dias 10 e 11 de junho, Petrolina. Dia 17 de junho, Limeira. Dia 23 de junho, Sertãozinho, e dias 24 e 25 de junho Ribeirão Preto.
Alexandre Contini. Sucesso. Comemoração.


IS – Em que grau anda a saudade do Manual Prático da Mulher Desesperada?

AC – Grau máximo. Fiz a peça durante 1 ano, uma turnê longa de viagens e apenas uma temporada em São Paulo, tenho a sensação de que quando aprendi a fazer, o espetáculo parou. Mas a vida é assim.
Manual Prático da Mulher Desesperada.


IS – Tem novo trabalho seu pra agosto, onde você se coloca como ator. Adianta alguma coisa pro Papo!

AC – Esse é um desafio que tá me mantendo eufórico. Será meu primeiro texto encenado. Escrito junto com minha parceira de cena e noiva Adriana Birolli. Se trata de um espetáculo baseado no universo HQ, onde faço Hacker que se apaixona por uma Stripper (Adriana) e, juntos, entram pro mundo do crime. A direção é do Diogo Camargos, que vem fazendo um trabalho brilhante nos ensaios e realizando meu sonho de infância. Sempre quis fazer um super-herói ou um supervilão. E, paralelamente, estamos num livro spin-off da peça. A ideia do livro surgiu com a vontade da Adriana em fazer algo para divulgar e ajudar o INSTITUTO VIDAS RARAS, que foi criado em 2001 por pais de pacientes com mucopolissacaridoses. Parte da renda do livro será revertida em prol da causa.
Famosos. Adriana Birolli e Alexandre Contini.


IS – Como vê esse drama que o nosso país está enfrentando hoje, na política?

AC – Nos dias de polarizações em que estamos vivendo, tenho até medo de responder (Risos.). Mas a resposta é bem triste: Enojado e sem esperanças. É muita corrupção, a Fama. Quem sabe faz a hora.economia reflete negativamente na realidade de todo mundo, o que deixa muita gente à flor da pele, os juros nos engolem e eu, na minha "ignorância", não vejo uma solução. Enquanto não tiver uma verdadeira reforma política e o povo não parar de brigar como torcedores de futebol, só vai mudar as figuras, mas a história continuará a mesma. Rezemos.
 

IS – Atualmente, Alexandre Contini por Alexandre Contini…?

AC – Feliz, realizado, apaixonado pela vida e louco pra contar mais e mais histórias.

 

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Entrevista

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Glória Valcácer - Msg do Mês de outrubro - 2018

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Camila Duarte - Foto de Bem de outubro - 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Calcanhotto (cantora)
  • Adrielly Henry (atriz – Recife/PE)
  • Alcina Nascimento (educadora – Igarassu/PE)
  • Ângelo Santoro (coreóg., superv./vendas – Recife)
  • César Santos (chef de cozinha – Olinda)
  • Cláudia Abreu (atriz)
  • Cléo Pires (atriz)
  • Cynthia Nunes (estudante – Recife)
  • Danilo Rojas (bailarino – Recife)
  • Dayse Figueiredo (empresária, Lulu Bijoux – RJ)
  • Eletana Targino (coord. da LFG – Alta Floresta/MT)
  • Fabinho Seven (prop. Infohouse – Recife)
  • Fagner (cantor)
  • Fellipe Maia (Cofundador Berlim Digital – Recife)
  • Fernanda Montenegro (atriz)
  • Fiuk (ator e cantor)
  • Flávio Leimig (modelo e ator – Recife)
  • Gabriela Castello Buarque (universitária – Recife)
  • Gil Ayres (universitário, UFPE – Recife)
  • Glória Menezes (atriz)
  • Ilka Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Izabella Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Josy Ventura (administradora, atriz – Recife)
  • Kayky Brito (ator)
  • Manuela Sena (administradora – Recife)
  • Marcella Muniz (atriz)
  • Marcello Picchi (ator)
  • Marisa Orth (atriz)
  • Miguel Falabella (ator)
  • Miguel Teixeira (produtor cultural – Recife)
  • Najla Rocha Leite (gestora adjunta – Olinda)
  • Nasaré Azevedo (profa.: Filosofia – Bezerros/PE)
  • Pascoal Filizola (ator e arte-educador – Recife)
  • Pelé (ex-jogador / Rei do Futebol)
  • Pitty (cantora)
  • Priscila Camargo (atriz e contadora de histórias)
  • Rafael Cabral (jornalista e sanitarista – Olinda)
  • Rodrigo Faro (ator, cantor e apresentador/TV)
  • Sérgio Xavier (emp. Grupo inovsi – Recife)
  • Sinho Mello (cantor/educador físico – Recife)
  • Tássio Rennalli (advogado – Recife)
  • Thais Caseli (oper.: Direirto/concurseira – Recife)
  • Tofalini (cantor/compositor – Cambé/PR)
  • Vicktor Lira (booker/modelo/ator – Banguecoque)

Eventos

  • 19. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 20. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 21. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 18h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 26. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 27. Em Recife/PE: Happy Holi – 14h – R$ 55 (pista) / R$ 85 (backstage) à venda site e app Bilheteria Digital – Área externa Centro de Convenções de Pernambuco / Complexo Salgadinho, S/N
  • 27. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana

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