Dia das Mães é sempre – Flash Especial


Com um emocionante texto de um filho, apaixonado, à sua mãe — de JOÃO VICTOR à professora e psicopedagoga ELIETE ARAÚJO


FLASHBACK ESPECIAL

Ela é mãe… Ou seria pai?
Mãe.

Prefiro não me referir a você com nenhum desses substantivos: para mim você é meu anjo, meu porto seguro, e pronto. Creio que essa seja a melhor referência que eu possa fazer quando o assunto é você.

Hoje chegou mais um dos seus dias, a quem mais eu poderia dedicar esse dia, a não ser a você? Faço isso com a maior certeza e gratidão do mundo, pois você sabe ser mãe como ninguém, mas, quando necessitou fazer os dois papéis ao mesmo tempo, não hesitou, e lhe garanto: fez e ainda faz isso com a maior aptidão do mundo.

Sei que não é fácil, mas você sempre foi forte e nunca desistiu, sempre lutou por nós, nunca se arrependeu ou pensou em voltar atrás nas decisões que tomou.

Obrigado por dedicar parte da sua vida para cuidar desses dois aperreios que somos eu e Lucas

Isso é meio clichê, eu sei, mas não tem como eu expressar — pelo menos não em palavras — tudo o que sinto por você ser quem é, por ter feito o que fez; só tenho a agradecer a Deus por ter escolhido você para cuidar de mim, eu não poderia ter pedido coisa melhor, pai nenhum neste mundo substitui o sentimento que tenho por você.

Pode ter certeza, mainha, de que você agiu corretamente no seu papel de pai-mãe, e hoje sei que fui criado da maneira mais correta deste mundo.

O que aprendi?
Mãe.

Aprendi, e continuo aprendendo, muito com você, me inspiro muito na sua pessoa, e sei que coisa mais certa não há, pois você é única, especial, e ninguém vai mudar meu conceito em relação a isso, ninguém!

Muitos filhos se espelham no pai, almejam ser a pessoa que ele é, desfrutam da sua presença para fazer atividades quaisquer, como jogar bola, paquerar meninas, mas não precisei de nada disso, pois você sempre esteve presente nos momentos mais tristes e felizes da minha vida, me apoiando, me aconselhando, sempre preenchendo parte do meu coração que outrora pertencia a outra pessoa, mas que agora bate por inteiro em função de você; não tem coisa melhor do que a sua companhia, minha vida!

Quero que saiba que sou eternamente grato por tudo, não sei o que seria de mim sem a sua presença, e pode acreditar que, enquanto vida eu tiver, seguirei sempre seus exemplos, pois você soube criar um Homem, como nenhum “outro” seria capaz de fazê-lo.

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Trabalhadores recifenses do passado…

Por Wilton Carvalho

No mês que também é deles, vamos homenagear os trabalhadores de 1ª. categoria, com este presente: uma viagem ao mundo dos bons braços do nosso ontem.

GALERIA RECIFANTIGAMENTE…

Trabalhador 1.

……

Recife. Trabalhador 2.

……

Recife. Trabalhadores 3.


Agora, os próximos trabalhadores desta Galeria são os…
 

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Teatro: “Champagne & Confusão”…


Uma Comédia Impoliticamente Correta” traz de volta aos palcos a estrela SYLVIA BANDEIRA e um extraordinário elenco.

Tendo sido um sucesso total na França, esta adaptação da comédia francesa “Panique au Ministère”, de Jean Franco e Guillaume Mélanie, no Rio de Janeiro dirigida por FERNANDO PHIBERT, é inédita aqui no Brasil. A adaptação é de JACQUELINE LAURENCE.

Sylvia vive a seguinte personagem

Champagne & Confusão. Sylvia Bandeira


Qual a história deste superespetáculo que é um brinde à alegria e ao humor?

Bom, o Ministro Luis (JOELSON MEDEIROS), no gabinete de um Ministério da Educação, é levado a aprovar um padrão para o tamanho dos uniformes das alunas do país. Devido a esta estranha obrigação, ele se encontra estabanado em suas confusões amorosas com Sara (THAIS BELCHIOR), com a qual mantém um sigiloso caso.

Elenco de Champagne & Confusão.

Elenco em momentos de cenas
Fotos: Reprodução da Fan page


Sara é filha da sua chefe de gabinete, a rígida Gabriela (ERIKA RIBA). Esta se apaixona por um garotão bonito, sensual e auxiliar de serviços gerais no mesmo local de trabalho dela. Ele é Erik (RAFAEL CANEDO).

Nisso, a mãe de Gabriela, Cecília (SYLVIA BANDEIRA), libertária, ex-atriz e um pouco desvairada, cujos tempos no palco foram gloriosos, deseja retornar ao showbizz!

Champagne & Confusão. Sylvia e Rafael Canedo.Sylvia e Rafael Canedo
Foto: Lu Valiatti
 

Cecília, diariamente, faz uma visitinha a Gabriela no gabinete, aproveitando para ensaiar o seu novo show que quer estrear em um bar gay.

Champagne - Sylvia Bandeira - Foto de Chico Lima
Sylvia em uma de suas memoráveis cenas
Foto: Chico Lima

 

- Saiba os horários e valores:

Sexta, às 19:30 – R$ 70,00 (Valor inteira)
Sábado, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)
Domingo, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)

A TEMPORADA: De 23-03-2018 a 10-06-2018.
 

Os ingressos estão à venda clicando AQUI.

Teatro. Champagne & Confusão.

Portanto, friend, vai um superrecado pra você

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Cookies

Por Silvana Argenta
(Administradora do Adoçando seu Dia)

 

Confira os INGREDIENTES abaixo
Culinária

- 1 xícara (chá) de aveia grossa;
- ½ xícara (chá) de leite;
- ½ xícara (chá) de farinha de trigo integral;
- ½ xícara (chá) de coco ralado;
- 2/3 xícara (chá) de açúcar mascavo;
- 2 colheres (sopa) de uva passa;
- 2 colheres (sopa) de linhaça;
- 2 colheres (sopa) de nata ou margarina;
- 1 colher (chá) de fermento em pó;
- 1 pitada de sal.
 

MODO DE PREPARO mais a seguir
Culinária.

. Em um recipiente acrescente os ingredientes secos, misture bem, após adicione os ingredientes líquidos e misture até formar uma massa homogênea.
. Molde os biscoitos com o auxílio de uma colher e coloque-os em uma forma untada e polvilhada.

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Flash: Festa e livros

Música, diversão e um papo legal sobre a importância dos books — em Banff, no Canadá. 
(Outro capítulo extraído de uma obra minha, para você!)
 

A festa principiou às 9 da manhã. Todos se enfiaram nas mais elegantes vestes de inverno, prevaleciam as cores preta, marrom, cinza e azul. Músicas internacionais das décadas de 70 e 80 brotavam do home theater. “Quero essas músicas, pois recordar é viver!”, falara Irene. Naquele momento, a faixa tocada do CD, embalando os corações, era Skyline pigeon, de Elton John.Livros.

Taças de coquetel nas mãos, pratos fartos às mesas, lareira acesa, clima gostoso. Flashes de fotógrafos espocavam, Leni Carmem e Irene queriam montar um grande painel com fotos variadas do evento — a despedida dos hóspedes brasileiros de sua pousada. Haveria um show-surpresa por volta do meio-dia, ansiosamente esperado.

Vindos do andar de cima, pisando o carpete estreante e vermelho do lobby, Daniela e Luiz Cláudio juntaram-se a Jebson, Laura Carvalho e Joaquim. As irmãs Ana Rosa e Ana Maria Arruda conversavam com Josilda, Antônia e Iralvânia. Mariana, chegando de seu aposento, usando um casaco água-marinha comprido, com pequenas gravuras abstratas em preto, dando-lhe uma maior silhueta curvilínea, juntou-se às outras atraindo olhares. Ali por perto, Geneci, Diana e Eurides optaram por um canto próximo à vidraça da janela, curtiam ver a neve cair. Lia e Luiza travaram amizade com uma experiente psicóloga e pedagoga de terras pernambucanas, de Olinda: Eliete Araújo, recente hóspede, cheia de formosura. Morena elétrica, mãe de inteligentíssimos garotos, João Victor e Lucas Vinícius, que ficaram no Brasil, Eliete discutia com as novas amigas sobre Paul Mauriat — venerava suas composições ao piano! Esmerada num sobretudo preto, com detalhes que pareciam minúsculos diamantes azuis, ao saber do show transbordou de animação. Quando as proprietárias da pousada foram passando por elas, a psicóloga, afagando os cabelos corredios e castanhos escuros, exclamou com sua voz empolgada, musical:

— Gente… não acredito! Vai ter um número de dança para nós?

— Antes do almoço — certificou Irene, orgulhosa de seu novo corte de cabelo, realizado por Jebson Moraes: um curto versátil, com as mechas de frente abaixo do queixo.

— Que tipo de número é? — perguntou Luiza.

— Contem, senão morreremos de curiosidade! — brincou Lia.

As sócias riram. Leni Carmem começou a responder, sacana:

— Se dissermos qual é a apresentação, acaba a surpresa; se vocês mor…

— Ah, tá! — interveio Eliete, bem-humorada, entendendo a gracinha. — E se nós morrermos, vocês ficarão tristes, aí não haverá apresentação, não é isso?

Sem graça, dando tchauzinho, as anfitriãs foram recepcionar as gêmeas Ilka e Izabella Nóbrega, que chegavam. Lia, Luiza e Eliete trocaram olhares divertidos; depois, toques de mãos, cúmplices.

Ilka e Izabella, jeitosas, de pele alva, olhos verdes e cabelos castanhos escuros, já bebericavam coquetel a um canto. Izabella, no segundo gole, encarou uma indagação cultural de Leni:

— Hoje, Iza, com o advento dos livros virtuais, qual a importância ainda, em sua opinião como educadora, de uma biblioteca pública?

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Flash: Beijos e beijos


Beijos e beijos.

Beijo desejo, beijo bombom, beijo festejo, 
beijo batom, beijo barato, beijo baleiro, 
beijo básico, beijo belo, beijo veleiro, 
beijo bolero, beijo bardo, beijo brejeiro, 
beijo bagaço, beijo beijoca, beijo goleiro, 
beijo babosa, beijo balbúrdia, beijo bombeiro.
 

(De Izan Sant exclusivamente para o Papo de Bem.)


Beijos e beijos, portugueses, brasileiros ou não, são abraços molhados, friends.

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“Máquina do Tempo”: Praça e Cruz do Recife

Por Wilton Carvalho
 

A PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA já teve diversos nomes, como Terreiro dos Coqueiros, Praça do Polé, Praça da União e, finalmente, em 1833, recebeu o nome atual.
A Praça da Independência.

Ela também é conhecida popularmente como Pracinha do Diario, pelo fato de que o jornal Diario de Pernambuco se estabelecia naquele local em seu edifício imponente e devido à grande importância do Diario no Recife desde o século XIX.

A praça também sofreu várias mudanças físicas e não era exatamente como é hoje. Até o início do século XX, ela só ocupava um pequeno espaço nas proximidades da Rua Primeiro de Março e da Duque de Caxias, pois havia um quarteirão de sobrados mais próximo da Igreja Matriz de Santo Antônio e da Rua Nova; este foi destruído para ampliação do bairro de Santo Antônio. (Foto: Coleção de Postais do Recife)
 

A CRUZ DO PATRÃO (da foto a seguir) encontra-se na zona norte do Porto do Recife, logo após o Forte do Brum.

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Brigadeiro de cacau com bombom

Por Silvana Argenta
 

INGREDIENTES:

1 lata de leite condensado - 2 colheres (sopa) de margarina - 3 colheres (sopa) de cacau em pó - 1 caixinha de creme de leite - 12 bombons Sonho de Valsa ou de sua preferência - 1 caixinha de chantilly (200 ml).
Chocolate? É seu, no formato de brigadeiro, faça a festa!


MODO DE PREPARO:

1 -  Brigadeiro: Coloque em um refratário adequado para levar ao micro-ondas (o refratário deve ser de borda alta) o leite condensado, o cacau em pó e a margarina; leve ao micro-ondas em potência alta por 5 a 6 minutos, mexendo na metade do tempo. Retire do micro e mexa bem. Espere ficar morno e acrescente a caixinha do creme de leite, misture bem e coloque em taças individuais.

2 -  Acrescente os bombons picados e, por cima, coloque o chantilly.

3 - ChantillyAntes da caixinha ser usada, deve ficar na geladeira por 12 horas ou no congelador por 40 minutos. Após, bata na batedeira em velocidade média até ficar uma consistência firme.

A seguir

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O ser humano & o amor

De Izan Sant, exclusivo para este site,
inspirado em títulos de canções do Rei Roberto Carlos.
 

Olha, quando o amor perfeito não bate à nossa porta, resta o amor imperfeito. Ou… tanta solidão.

No estado solitário, cama e mesa tomam conta da rotina dos seres frágeis; por sua vez, a paz da espera pela felicidade, a partir desse instante, invade o coração dos fortes.

Amando, as flores do jardim da nossa casa (as emoções do peito) nos levam a aventuras tão gigantes quanto as baleias; a atitudes tomadas com muito amor e carinho; a uma alegria saudavelmente agitada como as ondas do mar.

Amando, de coração pra coração, e não da boca pra fora, é deixar de ser fera ferida para ser super-herói, ganhando, assim, qualquer jogo de damas.
Atores da websérie "Vem Namorar Comigo". @vemnamorarcomig

Amando, a lua nova da Luz Divina cai, como uma música suave, sobre a existência do homem bom, da mulher pequena, do moço velho, da atriz, do careta, da mulher de 40, do caminhoneiro, da sereia, do velho homem do mar… dos velhinhos. Porque o amor é mais, o amor é demais, o amor é a moda!

O gosto de tudo, eternamente, são as recordações de um amor sem limites. Dos instantes de ternura.

Em qualquer lugar do mundo, Rio de Janeiro, Paris, Milão, Coimbra ou outros, é preciso saber viver essa doce loucura de amar sem dar vez aos tropeços do caminho, nem às contradições que possam surgir. O cadillac da nossa vida quem conduz é cada um de nós.

Que cada ser humano saiba agradecer a Jesus Cristo pela vida, pelo amor… e viva na paz do seu sorriso
 

Saindo dos títulos poéticos de Roberto, se você ama alguém e ainda não se declarou, muna-se de coragem e diga ao seu grande love:

Vem namorar comigo!

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Aniversariantes

  • Adson Albuquerque (ator – Recife/PE)
  • Alessandro Vieira (ator e repórter – Goiânia/GO)
  • Alexia Dalsoquio (atriz – Itajaí/SC)
  • Allan Maxwell (coord. de Eventos – Recife)
  • Ana Rosa Arruda (pedagoga – Igarassu/PE)
  • Beto Moreno (cantor)
  • Caio Blat (ator)
  • Camila Pitanga (atriz)
  • Célia Lourette (chef de cozinha – Recife)
  • Celso Portiolli (apresentador de TV)
  • Charlene Santos (atriz – Recife)
  • Chico Buarque (cantor, compositor e escritor)
  • Cininha de Paula (atriz e diretora de TV)
  • David Péricles (ator – Igarassu)
  • Dira Paes (atriz)
  • Dudinha Azevedo (cantora/repórter – Itamaracá/PE)
  • Edey Costa (maquiador/cabeleireiro – Olinda)
  • Eliete Araújo (profa. e psicopedagoga – Olinda)
  • Elisângela Vasconcelos (enfermeira e atriz – Recife)
  • Erasmo Carlos (cantor e compositor)
  • Felipe E-p (prof. de Geografia – Lima/Peru)
  • Flávia Alessandra (atriz)
  • Giane Cândido (educadora – Igarassu)
  • Gilberto Gil (cantor e compositor)
  • Glicério Mariano Carcará (op. de CAM/Record – RJ)
  • Grazi Massafera (atriz)
  • Inael Honorato (PNS, cantor gospel, Itapissuma/PE)
  • Iraquitam Batista (chofer profissional – Paulista/PE)
  • Isabella Garcia (atriz)
  • Israel Alves (ator – São Paulo/SP)
  • Ivan Lins (cantor e compositor)
  • Jaimar Chedid (dira.: Comunic. e Marketing, Recife)
  • Jebson Moraes (hairdesigner – Paulista/PE)
  • Jota Ferreira (apresentador de TV – Recife)
  • Júnior Castanha (ator, cantor, fotógrafo – Recife)
  • Kadu Moliterno (ator)
  • Letícia Spiller (atriz)
  • Lidiane Rocha (técnica capilar – Recife)
  • Liége Cordeiro (profa. de Religião/Filosofia – Olinda)
  • Lúcio Mauro Filho (ator e comediante)
  • Luiza Possi (cantora)
  • Magali Silva (profa. de Matemática – Olinda)
  • Maria Bethânia (cantora)
  • Marina Fercondine (atriz – Recife)
  • Mércia Betânia Cadena (gestora adjunta – Olinda)
  • Nóscema Lisboa (profa. de História – Itapissuma)
  • Pri Lins (atriz – Ribeirão Claro/SP)
  • Raphael Targino (advogado e maquiador – Recife)
  • Reginaldo Faria (ator)
  • Renati Scheidt (funcionária pública – Curitiba/PR)
  • Roselane Rodrigues Pereira (educadora – Igarassu)
  • Ruan Costa (prof.: Yágizi Olinda – Candeias/PE)
  • Samuel Lira (ator – Olinda)
  • Sandra Annemberg (âncora de telejornal)
  • Serginho Groisman (apresentador de TV)
  • Seu Jorge (cantor e compositor)
  • Sidney Magal (cantor e ator)
  • Sônia Abrão (apresentadora de TV)
  • Sônia Braga (atriz)
  • Thelma Guedes (roteirista)
  • Tony Belloto (músico dos Titãs e escritor)
  • Wanderléa (cantora, A Ternurinha)
  • Washington Machado (estag. TRT-PE/ator – Recife)
  • Wilton Carvalho (nutric. e pesquisador – Fortaleza)
  • Zezé Motta (atriz e cantora)

Eventos

  • 10. No RIO DE JANEIRO: “Champagne e Confusão”, comédia com SYLVIA BANDEIRA e ótimo elenco – De sexta a domingo – 19:30 – até dia 10 de junho, Teatro Maison de France / Avenida Presidente Antônio Carlos, 58
  • 15. Em RECIFE: Marina Elali – 21h – R$ 100 – Manhattan Café Theatro / Rua Francisco Cunha, 881, Boa Viagem – Telefone: 3325-3372
  • 17. Em CARUARU: Wesley Safadão, Novinho da Paraíba e Tayrone – 21h – Gratuito – Pátio do Forró (entre outros cantores nos demais dias juninos)
  • 23. Em BEZERROS/PE: Almir Rouche – 18h – Festa da Serra Negra 2018 / Rodrigo Raposo, mais cedo: 16h (É imperdível!)

FOTO DE BEM

Foto de Bem - João Mesquita

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