Entrevista com Patrícia França


Sylvia Massari conseguiu promover, na mesma sala, algo inusitado: o encontro das duas Marias Santas da televisão brasileira. A atriz e cantora Patrícia França — a Maria Santa da novela Renascer — e a boneca ousada que tem o mesmo nome da personagem de Patrícia no folhetim escrito por Benedito Ruy Barbosa.

Patrícia França e Maria Santa.

 

Isso resultou numa conversa reveladora!

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Patrícia França Maria Santa e Sylvia Massari.

 

Fotos: Divulgação

Olhar o passado te faz feliz

 

Passado mágico! Há quase 100 anos, um casal flertando no Marco Zero. Era a década de 20. (Fonte: Revista da Cidade)
Anos 20. Flerte.

 

Grupo de amigos participando de um jogo de tênis na Praça do Derby nos anos 20. (Fonte: Revista da Cidade)

Tênis. Praça do Derby.

 

Família tradicional da década de 20. (Fonte: Revista Pra Você)

Uma típica família tradicional da época.

 

Ainda nos anos 20, uma feira livre muito comum no Recife. (Fonte: Revista Pra Você)

Anos 20, feira livre era feira livre!

 

Um grupo de amigos, na década de 20, em um baile no Jockey Club. (Fonte: Revista da Cidade)
Amigos. Encontro de uns da década de 20.

 

Na década de 20 as mulheres faziam o tradicional "footing" pelo centro do Recife, especialmente às sextas-feiras à tarde, na Rua nova. Saíam em caminhada, passando pelos principais pontos do glamour recifense, mas evitavam o Café Lafayette, reduto dos homens naquela época. Serem vistas naquele recinto não pegava bem para as mulheres da refinada sociedade pernambucana.
(Fonte: Revista da Cidade)

"Footing". Mulheres em ação.

 

Nessa mesma década, tanto os homens quanto as mulheres se vestiam muito bem para ir ao centro da cidade, missas, docerias, teatro ou, simplesmente, caminhar pelas ruas recifenses. Era uma época em que o Recife moderno surgia, com grandes reformas no centro e aberturas de grandes avenidas e derrubadas de sobrados para construção de grandes edifícios. (Fonte: Revista da Cidade)

Elegância. Esses anos eram dela.

 

Nas ruas as pessoas se encontravam, amigos, paqueras e colegas de trabalho. Ainda nos anos 20, O Recife era uma cidade com ar de moderna, só perdia mesmo para Rio de Janeiro e São Paulo. (Fonte: Revista da Cidade)
Os encontros na década de 20.

 

Nas décadas de 40 e 50 foi a vez da Avenida Boa Viagem. As pessoas veraneavam nos fins de semana e nas férias. O caminhar já estava virando tradicional pelas calçadas da avenida. Nessa época, só haviam belas casas e muitos coqueiros.

Pela Avenida Boa Viagem: Anos 40/50.

 

Década de 40 no centro do Recife. O glamour ainda existia, mas já era possível ver mulheres apressadas indo para o trabalho, passos largos e sorrisos no rosto. Recife era uma cidade boa de se morar, com o centro reformado, edifícios novos e cor ar de Paris.

Anos 40. Já trabalho associado à pressa do dia-a-dia.

 

Sobre o Recife do passado, esse passado mágico que, infelizmente, não vivi, posso dizer:

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Entrevistas: com Maria Santa e Sylvia Massari


Este é o Canal da Maria Santa!, essa boneca pimenta que, ao lado da atriz e cantora Sylvia Massari, traz entrevistas hilárias com gente famosa.

Humor. Sylvia e Maria Santa.


Segue um pouco pra você, mas, antes de assistir, inscreva-se no Canal, ative o sininho de notificação e receba as novas entrevistas! Não esqueça de dar um Like e comentarhein?

 

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Entrevista completa com Elizângela.

À entrevista com Guto Graça Mello,

Tadeu AguiarMarina Elali e

Eduardo Bakr.
 

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Elizângela. Maria Santa e Sylvia Massari.

 

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Uma joia de novelista e dramaturga


Duca Rachid, realmente, é isto mesmo. Com a amiga não menos joia Thelma Guedes, ela escreveu a novela que conquistou o 42º Emmy Internacional (o Oscar da TV mundial) para a Rede Globo: Joia Rara.

Teatro. A autora Duca Rachid.

Antes dessa trama, Duca — que também é formada em Jornalismo e estreou na carreira televisiva em Portugal — desenvolveu outros roteiros para a televisão brasileira. Em 2006 ela adaptou, com Thelma Guedes, O Profeta, novela de Ivani Ribeiro. Ao lado da mesma amiga, escreveu Cama de Gato e Cordel Encantado.

Duca Rachid. "Cordel Encantado".

Hoje Rachid é a autora, com Thelma, de Órfãos da Terra, próximo folhetim das 6 que focará em algumas famílias de refugiados que moram em São Paulo, depois de escaparem da guerra em seus países. A história também irá abordar o preconceito contra estrangeiros no Brasil. Mas, o assunto desta ENTREVISTA EXCLUSIVA é: "Duca Rachid estreando como dramaturga"!  
 

IZAN SANT – Você e a Thelma são autoras de novelas de sucesso, e uma destas, como lembrei antes aos leitores, foi premiada. Quanto a essa sua primeira peça teatral, As Brasas, ela tem os ingredientes perfeitos de mais um sucesso. Como você vê isto, Duca?
DUCA RACHIDIzan, na verdade esse não foi o critério para a escolha desse texto. Nunca me preocupei se seria um sucesso ou não. A verdade é que me apaixonei por esse livro desde a primeira vez em que o li, em 2011, quando o ganhei de presente do Júlio Fischer — nós trabalhávamos juntos em “Cordel Encantado”.  Logo pensamos em adaptá-lo para teatro, já que o livro já traz, em si, uma gênese bastante teatral — esse reencontro de dois amigos, quarenta e um anos depois, para um acerto de contas.  A partir daí foram seis anos tentando comprar os direitos do livro! Descobrimos, inclusive, que já havia sido feita uma adaptação do Christopher Hampton, bem fiel ao livro, e uma montagem com o Jeremy Irons, que, infelizmente, não teve boas críticas.  Mas nada disso nos desanimou. Seguimos tentando, até conseguirmos a liberação do livro, graças à iniciativa do Felipe Lima, que abraçou o projeto como idealizador e produtor.

Teatro. "As Brasas".As Brasas. Genézio de Barros e Herson Capri (Foto: Caio Gallucci)
 

IS – Esse texto diz alguma coisa sobre você? Muitas vezes os textos, teatrais ou não, adaptados ou não, dizem alguma coisa sobre seus autores e/ou adaptadores.
DR
Deve dizer, porque me tocou profundamente. E o que me tocou foi justamente a questão da amizade e das paixões que nos movem e, por vezes, também nos aniquilam. Eu sou uma pessoa de muitos amigos. Quem me conhece sabe a importância que meus amigos têm na minha vida. Sou uma pessoa de parcerias no trabalho e na vida, e sempre faço as coisas com muita paixão. Isso é bom, mas também pode ser bem complicado.

Foto: Leo Aversa
Herson, Nana Carneiro da Cunha e Genézio (Foto: Leo Aversa)

 

IS – O gosto maior de estrear como dramaturga?
DRO teatro é a origem de todo o nosso trabalho. Foi muito importante, pra mim, voltar pra essa narrativa primordial. E muito difícil também, porque exige um outro tipo de imaginação, muito diferente daquela que a gente acessa pra escrever para TV ou cinema. Nesse sentido, o Júlio, que tem muito mais experiência em teatro do que eu, e o Pedro Brício foram muito importantes na construção do texto. 

Teatro. "As Brasas".Mais uma cena de As Brasas (Foto: Caio Gallucci)
 

IS – Algum projeto de um novo texto teatral após este, ou apenas depois da novela?
Duca Rachid e Thelma Guedes.DRAgora minha dedicação exclusiva é à novela. Depois eu penso em fazer outros trabalhos em teatro sim.

IS – E qual a sua mensagem super do Bem aos seus fãs e a nossos leitores?
DRQue a gente se mova pelas paixões, mas que elas não nos aniquilem, não. Principalmente nesse momento eleitoral (Risos gostosos.)
 

Grato pela entrevista, Duca.
Espero entrevistar você mais vezes.


As Brasas está em cartaz, de sexta a
domingo, no SESC Santana, São Paulo/SP.
Em novembro, estreia no Rio de Janeiro.
Veja em nosso EVENTOS, na sidebar.

 

(Na foto, Duca Rachid e Thelma Guedes.)
 

Uma frase da autora sobre a conquista do Emmy:

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Totalmente Priscila Camargo


Priscila, uma das atrizes mais apaixonantes que nosso país acolhe, sentiu o gosto pela arte de interpretar no colégio, através dos exercícios de uma professora. Sentiu, começou a fazer teatro e não parou mais.
Priscila Camargo.

Em casamento de amigos (Foto: André Pinnola)


Na novela Sonho Meu, que fez 25 anos de estreia em setembro, a nossa Camargo deu vida à simpática Polaca, dona do bar da Rua das Flores, em Curitiba, onde todos os acontecimentos da história eram discutidos.

Vamos comemorar totalmente com Priscila os 25 anos desse sucesso e, também, o aniversário da atriz, aos 13 de outubro, conversando sobre a sua carreira e as vidas que ela já teve na ficção.
Teatro. "Contos da Terra dos Mil Povos".


ESPECIAL ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Dona Helena, ex-mestra sua, teve uma participação essencial na sua decisão de virar atriz. Como aconteceu isso, Priscila?
PRISCILA CAMARGO – Foi no ginásio, no Colégio Fernão Dias Paes, em São Paulo. Ela era professora de Português, e propunha peças de literatura teatralizadas. Fizemos sucesso com o Poema “Juca Pirama”, de Gonçalves Dias. Dali despertou em mim a vontade de ser atriz, que só se concretizou uns anos mais tarde. Mas esse foi o primeiro passo.
Família. Aniversário com os pais.

Aniversário da atriz, com os pais Antônio e Tereza
 

IS – Na TV Globo, você estreou no programa humorístico Planeta dos Homens, em seguida veio o Viva o Gordo, então, por causa dessas experiências iniciais em comédia, você lida mais facilmente com o humor? Ou não, é com o drama? 
PC – Tenho jeito com a comédia. Sou bem engraçada (Risos.). Mas acho que prefiro os dramas. Tenho natureza dramática e me realizo mais vivenciando emoções verdadeiras, e quanto mais dramáticas, melhor!
Humor. "Planeta dos Homens".

Com Stênio Garcia no Planeta dos Homens (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Antes das próximas perguntas, os 25 anos de Sonho Meu! O que representaram você ter estado nessa lindíssima história e ter vivido a Polaca?
PC – Foi muito bacana. A novela era ótima e eu era dona de um Bar mesmo, onde eu também cantava. Tive a chance de cantar músicas de Guilherme Arantes e Ivan Lins. Um luxo! E ali também recebi um presente do autor, que aproveitou o meu casamento com o ator Carlos Alberto, e nos fez namorados no final da novela. Mas antes teve que recuperá-lo, porque ele era “do mal”! Foi muito bom e acabou ficando um registro dessa relação.
Novela Sonho Meu.

Com Elias Gleizer, em Sonho Meu (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Você é muito experiente. Nessa novela, como foi atuar com a pequena Carolina Pavanelli (6 anos), da nova geração de atrizes de 1993? E outra: você gostaria que Sonho Meu fosse reprisada?  
PC – A Carolina era muito talentosa e profissional. Foi um prazer trabalhar com ela. E era muito doce. E “Sonho Meu”, reprisada? Claro que sim! Puxa, seria uma alegria! A novela era linda! E muitos amigos já não estão mais aqui. Seria muito bom rever esse momento.
Com amigas de "A Lei do Amor".

Em A Lei do Amor, com a Diretora Natália Warth, Mila Moreira e Camila Morgado
 

IS – Vamos fazer um passeio por suas personagens em algumas novelas. Quem eram elas e como você as via. A Otávia Prado, de Ciranda de Pedra, em 1981?
PC – Foi a melhor e mais rica personagem que fiz em televisão. Cheia de nuances. Ela era má e boa, ao mesmo tempo. Era sensual e livre! Fazia o que queria, enfrentava o pai e a sociedade. Ela era demais! Foi um presente para mim.
Novela. "Ciranda de Pedra".

Em Ciranda de Pedra, com Eva Wilma, Lucélia Santos, Edson Celulari e Sílvia Salgado (Foto: Arquivo PC)
 

IS – A Mirtô, de Final Feliz, no ano seguinte à Ciranda de Pedra, e a Alice, de Direito de Amar (1986)?
PC – Já a Mirtô era presa, tímida, com baixa estima, reprimida. Mas, aos poucos, ela foi crescendo. E acabou aprendendo a lidar com a enteada, que fazia dela “gato-e-sapato”! Fiz sucesso nessa novela. Com o marido Adriano Reis e a filha, linda atriz, Ana Magdalena, que hoje é também cantora. "Direito de Amar" foi marcante na minha vida. Novela também de época, que adoro!!! Ela era repressora das irmãs e dela mesma. Até que se apaixonou pelo Rômulo Arantes!  Mas, como tinha um segredo do passado, que vai revelar nessa paixão, sofre muito, até ser compreendida pelo amor. Claro, era 1900. Momento difícil e de muito preconceito. Mas ela tem um final feliz. Nessa novela, no meio dela, sofri um acidente de carro importante e quase morri. Esse acidente mudou a minha vida e, indiretamente me abriu portas, e me fez tornar uma “Contadora de Histórias”!
Novela "Direito de Amar".

Direito de Amar, com Rômulo Arantes. (Fotos: Arquivo PC)
 

IS – E sobre a Yolanda, de Quem É Você? (1996) e a Dora, de Paraíso Tropical (2007)?
PC – A Yolanda era uma mulher fútil e aparentemente despreocupada. Mas, a partir de descobrir a traição do marido, ela se reinventa e se torna uma pessoa útil para si mesma e para todos. Foi bacana viver esse processo e tive oportunidade de fazer lindas cenas, bem dramáticas! Adorei fazer! A Dora foi uma Participação. Uma Mãe que chega para resolver problemas com os filhos. Seria só dois ou três capítulos, mas acabei ficando 10! Foi minha primeira novela das nove!
Novela. "Paraíso Tropical".

Novela Paraíso Tropical (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Três novelas da Maria Adelaide Amaral no seu currículo! Você interpretou a Valdete em Tititi (2010), a Nancy em Sangue Bom (2013) e a Suely em A Lei do Amor (2016). Sobre elas…?
PC – A Valdete foi uma surpresa e um presente da Maria Adelaide. Ela me proporcionou voltar às novelas após onze anos de ausência. Foi muito legal esse retorno e o meu núcleo era maravilhoso: Murilo Benício, Regina Braga, Hilda Rebello e a Direção de Jorge Fernando. E reviver esse sucesso de público foi muito bom para nós! Foi um sucesso! A Nancy, de “Sangue Bom”, era a secretária competente, levemente apaixonada pelo patrão. Ela teve uma vida um pouco fora da trama principal, mas tive oportunidade de contracenar com grandes amigos, como Edwin Luisi e Marco Ricca. A Suely, de “A Lei do Amor”, foi especial porque proporcionou uma discussão sobre as drogas e suas consequências, mesmo não podendo aprofundar muito. Muitas cenas foram cortadas, porque realmente o tema não é nada agradável, mas muito real. Adorei trabalhar com a Cláudia Raia, que é uma grande pessoa e com o ator que fez o meu filho, que continuamos com uma relação carinhosa de mãe e filho até hoje, o Daniel Rocha. A novela foi um sucesso e o elenco todo era maravilhoso! Fora o texto da Maria Adelaide e do Vicent Villari e dos Colaboradores deles, como a Letícia Mey, Álvaro Ramos e a Direção da Denise Saraceni, primeira vez que trabalhei com ela e com a Nathália Grimberg. Foi muito bom!
Novela. "A Lei do Amor".

Escritório fictício. A Lei do Amor (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Que tal foi encarnar a Míriam, de A Vida da Gente, de 2012, e qual peça teatral mais realizou você?

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Feito de arte e paixão


Antes de tudo, Jorge Grisi é um homem sábio que transforma uma tela (ou uma simples folha de papel) em branco em beleza. Ele é um defensor, mais que tudo, do meio artístico.

Arte. O artista plástico Jorge Grisi.

Natural do Rio de Janeiro, este artista plástico — de alma alada e coração heroico — tem uma visão de arte meio diferente da arte-comércio. “Eu vivo da arte, mas não permito que minhas emoções fiquem à mercê do comercial”, revelou ele ao nosso site. “Sinto que é algo bem maior que um comércio. Minha prioridade é buscar uma satisfação e realização em pintar, desenhar, esculpir, gravar, fotografar ou escrever. Vender sua obra é uma consequência.”   
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – As tintas e as telas. Quando e como desenvolveu seu estilo?
JORGE GRISI – Desde meus 5 anos de idade que desenho (oficialmente)… (Risos gostosos.) Sempre gostei de retratar a natureza, em especial o mar, minha grande paixão.

Arte. Tela 1. Jorge Grisi.


IS – Por que a natureza, as paisagens como principal objeto de trabalho? Têm a ver com suas influências?
JG – Tive a grande oportunidade de conhecer pessoalmente Silvio Pinto, um grande pintor de marinas (como denominamos telas sobre o mar como temática) e, na minha adolescência, algumas obras do grande mestre Pancetti. Esta referência destes dois grandes artistas se juntou com minha paixão pelo azul do mar.

Arte. Tela 2. Jorge Grisi.


IS – As águas, o verde, o céu… Destes, qual mais gosta de eternizar através da pintura? A grande paixão, o mar, conforme já nos falou?
JG – Quando possível, os três juntos… (Risos gostosos.) Estar em contato com a natureza e pintá-la é algo mágico onde mergulho e me renovo.

Rio de Janeiro. Jorge Grisi a pintar.


IS – Seu lado retratista? Você desenha rostos com uma perfeição impressionante, mas me garantiu que o retratar rostos é apenas um hobby. É isso mesmo?
JG – Retratar pessoas é uma outra grande paixão, mas ainda não consegui comercializar, entendo que quando estou retratando alguém o faço por carinho ao próximo, acredito ser uma maneira de homenagear e prestigiar a pessoa. Através dos retratos recebo um carinho e alegria de quem estou retratando.

Arte. Um de seus trabalhos como retratista.


IS – Tem uma(s) tela(s) preferida(s)?
JG – Uma tela somente é muito difícil. Tenho pintores pela arte dos quais sou apaixonado e me inspiro. Estes são meus mestres.

Arte. Tela 3. Jorge Grisi.


IS – O que acha de os artistas participarem mais das questões sociais?
JG – Acho que quando o artista participa de uma questão social ele cumpre sua verdadeira função. Creio que a arte é uma dádiva e precisamos compartilhar com o próximo através de ações, contribuições ou até mesmo de sorrir para quem necessita de um pouco de atenção.

Arte. Perfeição.


IS – Na sua opinião, como se analisa a qualidade de uma obra de arte?
JG – A análise técnica é muito complexa, mas faço uma análise emocional. Uma obra de arte não se explica muito pela sua técnica somente. O que me agrada em uma obra é quando consegue me emocionar e isso acontece quando seu autor a cria com a alma.

Arte. Outra tela de Jorge Grisi.


IS – Uma terra que ame de paixão?
JG – Tenho alguns portos que desembarquei e me apaixonei até hoje, sempre que possível estou revisitando do Sul ao Nordeste do Brasil. A Europa, por ser berço da arte e terra de grandes artistas, me apaixona e me inspira, mas viver é aqui no Brasil!

Arte. Tela 4. Jorge Grisi.


IS – Uma terra que adotou como lazer?
JG – O Nordeste é minha grande pátria! Sempre que viajo fico com vontade de voltar ao Nordeste e me abastecer de inspirações.

Arte. Praia de Boa Viagem/PE por Jorge Grisi.


IS – Lembra de algum comentário curioso a respeito de uma tela sua?
JG – Os melhores comentários que recebi foram de crianças, pois foram os mais sinceros e verdadeiros, por mais absurdos que tenham sido.

Arte. Tela 5. Jorge Grisi.


IS – Pensa em se apropriar de novas linguagens, a digital, por exemplo?

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Bolo recheado com brigadeiros

Por Silvana Argenta
 

Ingredientes

Brigadeiros:

1 lata de leite condensado; 1 colher (de sopa) de margarina; 4 colheres (de sopa) de cacau em pó; chocolate granulado.

Brigadeiros.


Bolo:
3 ovos; 1 ½  xícara (de chá) de açúcar; ½  xícara (de chá) de azeite; 1 xícara (de chá) de água quente; 2 ½  xícara (de chá) de farinha de trigo; 1 colher (de sopa) de fermento em pó.
Bolo brigadeiro - Etapa 1.


Cobertura
1 caixinha de creme de leite; 3 colheres (de sopa) de açúcar; 4 colheres (de sopa) de cacau em pó.
Bolo brigadeiro - Etapa 2.
 

Modo de Preparo:

Brigadeiros: Coloque em uma panela o leite condensado, a margarina e o cacau em pó e cozinhe em fogo médio, mexendo sem parar até que a massa desgrude do fundo da panela. Deixe esfriar bem. Unte as mãos com margarina, faça as bolinhas e passe-as no chocolate granulado e, depois, na farinha de trigo.
Bolo brigadeiro - Capa.


Bolo: Na batedeira, bata os ovos inteiros e o açúcar, acrescente o azeite e a água, em seguida adicione a farinha e bata mais um pouco, coloque o fermento por último. Despeje a massa em uma forma untada e enfarinhada, coloque os brigadeiros na massa e leve para assar em forno pré-aquecido, em temperatura média, por uns 40 minutos. Espere amornar para desenformar.
Fatia do bolo brigadeiro.


Cobertura:

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A felicidade dos livros na sua vida


Livros dirigem uma vida, nos arrancam da zona de conforto e nos arremessam ao mundo dos sonhos, da felicidade do conhecimento, do “Acorda, menina!”, como diria a Ana Maria Braga.

Por meio de frases curtas, vamos decolar no objetivo de alguns books que são um oceano de aprendizado. Caso você ainda não conheça os escritores de alguns, depois você pesquisa sobre cada um. Vale a pena! Que tal então “viajar” na companhia de 12 livros formidáveis? Seguem

Foto: Pixabay.


“O Milagre da Manhã” fortalece seu dia.

“Ainda Amo Você” norteia no relacionamento.

“Depois dos Quinze”: um embarque numa nova vida.

“O Poder da Ação” nos guia aos bons momentos.

“Me Poupe!” faz sobrar dinheiro na sua carteira.

“Ainda Sou Eu” comove com lealdade e esperança.

“Propósito”. Você sabe o que veio fazer no planeta?

O que serena sua alma? Oh, meu Deus, “A Cabana”!

 “Juntos Para Sempre”? Diz nele Walcyr: encontre-se.

“Poesia Que Transforma” transformará sua vida, sim!

 “Mentes Brilhantes” desenvolve muito sua mente.

“Cidadela Ardente”? Flagrantes do dia-a-dia, enfim.
 

Este 12º. é o livro de estreia da escritora e novelista Thelma Guedes. Mas em "O Outro Escritor e Alguns Contos Mais", da mesma autora, você lerá contos bem construídos, que têm como ponto de partida obras de escritores famosos: Raduan Nassar, Clarice LispectorGuimarães Rosa Machado de Assis. Como os demais books deste post, é uma obra que veio para somar na sua existência. E o que soma não se põe de lado.

Literatura. Foto do Arquivo Pessoal da Autora.Thelma Guedes e "O Outro Escritor e Alguns Contos Mais".


Inicie o mês lendo e preenchendo a si mesmo com cultura. Jogue-se nas “asas” sábias do “Batman”, respire esperteza, sorria compreendendo cada vez mais o que disser.

Vá à livraria mais próxima, ou à virtual, adquira um desses livros para ganhar mais sabercomo este da Thelma Guedes. Ou Cidadela Ardente.

Ou, de Walcyr Carrasco, Juntos Para Sempre.

Ou uma das outras obras acima, o essencial é ler!

 

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Obrigado, e…

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5 anos: Papo de Bem! Com Erika Riba


Erika foi a Carmem Maura em Vamp, O Musical (personagem de Joana Fomm na novela Vamp). Natural de Salvador, além de atriz, é cantora, bailarina e produtora. Esteve em Orgulho e Paixão A Lei do Amor, nos filmes Fala Sério, Mãe! Sai de Baixo, em séries e outros espetáculos musicais, incluindo Champagne & Confusão (onde a vi brilhar como a rígida Gabriela no Teatro Maison de France) e A Noviça Rebelde. Portanto, é com esta artista top a mensagem final de aniversário do site!

Valeu, caríssima amiga atriz!
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Visitem o site Erika Riba.

Aprecie a Erika em Orgulho e Paixão AQUI.

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Contatos com o site: Fale Com o Papo.

Izan no Instagram: @izansantt
 

Parabéns mesmo pra nós!

Pra vocês, um aconchegante…

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Dança de recomeço


A cidade encanta e canta um retorno, uma dívida:
caras do passado e do presente dançam o recomeço,
reveem o folclore, uma história uma revida.

Igarassu, município de Pernambuco, aniversaria! Há mais de 10 anos, na novela das 21h, Duas Caras, de Aguinaldo Silva, pela Rede Globo, o personagem Renato (do então pequeno ator Gabriel Sequeira) pesquisou sobre o local após receber um convite de seu pai, Ferraço (Dalton Vigh), para uma viagem deste de busca às origens e recomeço. Sob o calor do dia e do bom povo igarassuense, as gravações tiveram início na Igreja Matriz dos Santos Cosme e Damião, de 1535. Juvenaldo Ferreira (legítimo nome de Ferraço) e o “filho” chegaram em um carro negro, o garoto extasiado com a beleza do centro urbano.

Igarassu. Gravação da novela "Duas Caras".
Chegada de Ferraço a Igarassu, 2008. (Foto: IS)

As gravações prosseguiram na Praça da Bandeira; a cena abaixo mostra Ferraço e o filho caminhando pela ladeira de pedras e chegando ao 1º. Cartório de Igarassu. Na realidade, a Prefeitura Municipal emprestou seu prédio para representar o cartório fictício. (Esclarecendo mais: Ferraço, depois de vigarices, falcatruas e penar pela perda do amor do filho, quis saber quem realmente era, ja que foi vendido pelo pai na infância e viu sua primeira vida se perder. Então ele resolveu voltar a Igarassu, a terra natal, onde reencontrou a mãe, que lhe contou que o marido morreu de cirrose epática após vender os filhos, um a um, para comprar comida.)

Gravação. Indo ao "Cartório" de Igarassu.Indo ao "cartório" igarassuense. (Foto: IS)

Duas Caras foi feliz na escolha de suas locações: Igarassu, a 40 km do Recife, possui uma beleza mágica em seu Centro Histórico, monumentos, praias e flora; é onde se pode visitar o passado como se estivesse nele. Neste lugar acolhedor, respira-se cultura tão facilmente quanto o ar. O nome tem origem indígena, ygara-açu, que significa “barco grande”, “navio”, “canoa grande”, “barco de alto bordo”, uma alusão aos barcos que visitavam o local. A cidade ainda foi cenário dos filmes Batalha dos Guararapes e Lisbela e o Prisioneiro.

O então pequeno Gabriel Sequeira memorizando o texto.Memorizando o texto. Praça da Bandeira. (Foto: IS)


Veja cenas da novela na cidade.
(YouTube, Canal: Maracambuco Maracatu Nação)


Na dança do vento, grãos de areias de praias igarassuenses encontram o verde brilho dos coqueirais; visitam igrejas, conventos, ladeiras, caem glamourosos sobre um ator que doa seu carisma à arte. E a enriquece, faz de horas banais luzes especiais. (Izan Sant)
 

Neste mesmo 27/09, em 1993, estreava Sonho Meu, 18h, única novela da Globo ambientada em Curitiba. A novela faz 25 anos! Olha a abertura (YouTube, Canal: Merian Blhum).


Assista ao encontro, mais de 20 anos depois,
entre Patrícia França
e Carolina Pavanelli, mãe
e filha na novela, no final desse outro post,
clicando AQUI
.

(O texto original "Dança de recomeço" foi reescrito a partir de um post homônimo meu, de 18 de maio de 2008, para um jornal virtual de Macaé/RJ. Tanto ele quanto meus dois textos poéticos, que estão acima, são exclusivos deste site e utilizáveis no jornal citado.)


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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Carol Ribeiro - Olinda

VOCÊ AQUI

Você Aqui - dezembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Caetano (consultora – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz, dramaturga e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Fábio Bianchinni (ator/produtor – São Paulo/SP)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Itamaracá/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo B. Campos (cartorário, ator – Triunfo/RS)
  • Marcio Jorge Correa (Goods Layer, Entre Rios/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Osmar Nascimento (diretor executivo – Paulista)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (diretor e produtor teatral – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)

Eventos

  • 01. “O Amante Pintor de Molière”, peça teatral com o ator Alex Albert e outros – Espetáculo Gratuito – 15h – Teatro Clênio Wanderley / Casa da Cultura, Raio Sul, 2o. andar – Recife
  • 02. Elba Ramalho, em “CAIXA de Natal” – 18h – Gratuito – CAIXA Cultural Recife / Avenida Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife – Telefone: (81) 3425-1915
  • 07. Encontro da Jovem Guarda, com The Fevers, Trepidants, Walter Ventura, na máquina do tempo – 17h – R$ 30 – Clube Ares Cisnes / Av. Cruz Cabugá, 2160, Santo Amaro/Recife
  • 31. Reveião Golarrolê, com Mateus Carrilho, Araketu, MC Elvis e os DJs Xande Medeiros, Thikos, Vini V, Iury Andrew e Tanit – 22h30 – R$ 230 (open bar premium), Vendas: Haus Bar, Avesso e Redley e site Sympla – Catamaran e Espaço Almirante / Cais das 5 pontas,s/n – Bairro de São José – Telefone: 3039-6304

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