Um ator de luz


Sim, de vasta luz interior, por ser hoje também um consultor de Feng Shui Clássico, HAROLDO BOTTA carrega 18 novelas na bagagem profissional; dentre elas, Mulheres de Areia (onde viveu o Jajá), A Viagem (o Dudu), nas versões originais de Ivani Ribeiro, e mais seis tramas dela. Na foto a seguir, ele na novela Marina, assim que chegou à Rede Globo…

Televisão. Haroldo Botta. Novela "Marina".                                                                                                              
 

Esteve no filme Paranóia e em algumas peças teatrais. Recebeu o título de galã ao entrar na Rede Globo, da qual guarda um conceito positivo: A Globo tem uma importância vital para a qualidade dos programas que veicula, principalmente as novelas e minisséries, trazendo ao estrelato diversos artistas talentosos e divulgando nossa arte ao mundo

Ao mundo, agora, mais palavras interessantes dele, que foi um ator muito querido pela Ivani: Eu gosto do seu trabalho!”, disse-lhe ela, uma das grandes novelistas brasileiras de todos os tempos.

Natureza. Em harmonia com ela.


EXCLUSIVA ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Uma dica de harmonia interior. Simples, que as pessoas possam fazer para chegar a esse estado harmônico?
HAROLDO BOTTAO estar presente no momento é a chave para a tranquilidade, juntamente com a respiração, e a consciência de ser um espírito vivendo na carne, e não o contrário, onde muitos acreditam sermos um corpo que “supostamente” tem um espírito. Como diria o poeta, “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo”

Com Robert De Niro.Com o ator, diretor e produtor Robert De Niro
 

IS – Na época de Marina, sua primeira novela na Rede Globo, você teve que mudar de São Paulo para o Rio, e acabou confessando ter sentido medo diante das responsabilidades do dia-a-dia na Cidade Maravilhosa. Detalha isso.
HBTinha 19 anos quando fui chamado para fazer a novela “Marina”, e nunca havia morado sozinho, assumir as responsabilidades de aluguel, fazer minha própria comida, cuidar de si mesmo, enfim. Lembro de ter ido de São Paulo ao Rio no meu fusquinha vermelho, chorando a viagem inteira… (Risos gostosos). Mas em três meses tudo já estava internalizado, amigos novos, casa em ordem, etc. Faz parte do crescimento.

Televisão. Em "Marina".Na pele do Luís de Marina
 

IS – Nesse período você dividiu apartamento com o Edson Celulari. Vocês “aprontavam” um pouco juntos ou eram comportados, dedicados aos roteiros de Marina
HBDividimos um mesmo apart-hotel durante um ano, pois havíamos sido chamados após o fechamento da TV Tupi, na qual fizemos a novela “Gaivotas”. Costumávamos ir a festas, vernissages, sessões de cinema, e também passávamos os textos das cenas entre nós. Foi um momento especial, tudo era novidade para dois jovens na Cidade Maravilhosa.

Família. Com Valeska de Gracia
Com a esposa Valeska de Gracia

 

IS – Antes de ir para a Globo, foram 14 novelas gravadas em São Paulo! Muito orgulho disso?
HBComecei na TV Record em 1968, onde fiz duas novelas; fiquei, de 1969 a 1979, trabalhando na extinta TV Tupi, onde fiz a maioria das novelas escritas pela saudosa Ivani Ribeiro, que sempre me presenteou com personagens desafiadores. Trabalhar ao lado de grandes artistas foi um grande orgulho, aprendi muito sobre o ato de interpretar somente observando-os nos bastidores.

Televisão. Primeira novela, "Ana".Novela Ana. Cena na Praça 14 Bis, SP – 1968
 

IS – Você esteve em muitos folhetins de Ivani antes de ela também ir para a Globo. Como nos descreve a novelista?
HBFalar sobre Ivani Ribeiro, uma das maiores teledramaturgas da TV brasileira, inclusive muitas de suas novelas ganharam remake na TV Globo, alcançando o mesmo sucesso, ou até maior, é apresentar a história da telenovela do Brasil ao seu povo e aos jovens que não a conheceram. O trabalho desenvolvido por Carolline Rodrigues, catalogando as emoções internas da dramaturga através de suas personagens, no livro de sua autoria, Ivani Ribeiro: A Dama das Emoções, nos faz perceber o quanto a memória de um país pode, e deve, ser expressa pelos expoentes marcantes da vida artística e cultural. Ter biografias de grandes escritores como Ivani, tanto quanto como a de José Mauro de Vasconcelos, que completa neste 2018 o cinquentenário de uma de suas obras mais importantes, “O meu pé de laranja lima”, da qual tive oportunidade de participar como intérprete, e onde também comemoro meus 50 anos de vida artística, é celebrar a Vida!

Televisão. "A Viagem".Haroldo relembrando o Dudu de A Viagem
 

IS – Quem eram, mesmo, o Luís, de Marina, e o Beto, de O Amor É Nosso!?
HBA personagem Luís foi um grande momento em minha carreira, em que, juntamente com Íris Nascimento, fizemos um par romântico, que causou uma grande repercussão, pois abordava a integração racial entre dois jovens que se amavam, e, logicamente, com todo o preconceito da união de um jovem branco com uma jovem negra. O Beto, foi uma experiência interessante, onde um jovem ambicioso tinha como “tutora” empresarial a inesquecível Tônia Carrero, e também namorava com a ex-Narizinho, Rosana Garcia. Infelizmente a novela teve alguns problemas, pelo excesso de personagens e uma trama que não atingia o grande público; metade do elenco teve que ser dispensado para dar um novo rumo dramatúrgico, e fui um deles.

Televisão. Em "Marina".O Luís, em mais uma cena
 

IS – Sobre o título de galã global. Lidou bem com isso e era muito assediado?
HBJá havia sido bastante reconhecido quando fiz o papel de Zezé, na novela “Meu pé de laranja lima”, em 1970. Quando fui para a Globo, a popularidade aumentou vertiginosamente, e o assédio de fãs foi realmente muito intenso. A fama é uma forma de reconhecimento do trabalho, mas também pode ser uma maneira de nos afastarmos da vida real. Em determinados momentos esse sucesso pode trazer um excesso de confiança, e de soberba, e caímos na armadilha de achar que somos “especiais”, melhores que os “simples mortais”e é o início para a perda da alma, e da simplicidade.

Revista. Em fotonovela.Ao lado da amiga e atriz Élida L'Astorina – Fotonovela
 

IS – Qual era seu critério pra aceitar um trabalho?  
HBA concorrência na TV, principalmente em novelas, é enorme, e quando se é chamado para fazer uma novela, raramente dizemos não, pois sabemos das dificuldades de ficar dois, três, seis meses sem um trabalho, e as contas do dia-a-dia não esperam Somente quando um artista já está estabelecido, ele pode “escolher” determinadas personagens, ou mesmo negá-las, mas a maioria aceita sem pestanejar… (Risos gostosos.).

63 anos da TV.Na Festa de 63 anos da Televisão

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5 anos: Papo de Bem! Com Zaira Zambelli


Atriz, diretora, produtora e professora de teatro. Seguem as felicitações de Zaira (a primeira Rosinha de Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa) para o #papodebem.

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Entrevista com A ATRIZ.
 

E fiquem com

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Entrevista Exclusiva: atriz Josy Ventura


Uma paulista que fez do Recife sua casa, esta atriz respeitável confessa que a profissão veio por influência das telenovelas brasileiras: "Além de bem produzidas, muitas têm feito um trabalho social legítimo", o que não se pode deixar de reconhecer sobre elas.

Cinema. Hermano e Denise em "Recife Assombrado: o Filme".

Cena romântica com Daniel Rocha, o Hermano no longa-metragem Recife Assombrado: o Filme. Josy Ventura é Denise, a esposa grávida de 6 meses
(Foto: Diego Herculano)

 

Tendo contracenado com Daniel nesse longa-metragem, nos últimos meses Josy se dedica aos ensaios da peça teatral Geni, baseada na música Geni e o zepelim, de Chico Buarque de Holanda. Nela, transforma-se em uma figura totalmente diferente de si mesma. Confira ao longo desta surpreendente entrevista, na qual conheceremos seus autores e novelas favoritos, além de muito mais.

Cinema. "Recife Assombrado: o Filme".

Outro momento de Hermano e Denise
(Foto: Diego Herculano)

 

IZAN SANT – Ser atriz: sonho bastante cultivado?
JOSY VENTURAEu deixei de chamar de sonho quando encarei a profissão como realidade e, daí por diante, tudo fluiu melhor. Agora, cada passo dado são pequenos sonhos transformados em realizações. E, sim, sempre cultivei muito. O amor é como flor, precisa ser cultivado, regado e, assim, é meu amor pela arte, sempre me doando ao máximo.

Viagem. Teatro. São Paulo.

Teatro Renaut — São Paulo
 

IS – Em seu ponto de vista, quais são as principais dificuldades nesse campo profissional?
JVSão muitas dificuldades e muitas glórias, umas dão sentido às outras. Contudo, acredito que a principal dificuldade para todos é não poder exercer apenas esta profissão, sempre temos que nos dedicar a dois ou mais ofícios para nos manter financeiramente; até aí, normal: o trabalho sempre dignifica. Mas quando o ofício secundário interfere no teu projeto artístico, é desanimador. Hora de parar, respirar e não desistir. E este é o princípio de um grande artista: a resiliência.

Viagem. Cerro Santa Lúcia no Chile.

Monte Cerro Santa Lúcia, Santiago do Chile 
 

IS – Geni, produzida em Recife, que estreou em 14 de junho, retorna aos palcos neste mês. De que fala, propriamente, o espetáculo?
JVCom texto e direção de Emmanuel Matheus, “Geni”, em suma, foi baseado, como você lembrou, na música “Geni e o zepelim”. Conta a história de uma prostituta que vive em uma cidade chamada Paraíso. Certo dia, um zepelim gigante paira sobre a pequena cidade, ameaçando a vida de todos; dentre a podridão e os pecados de Paraíso, todos se salvam através da carne de Geni, mulher da marginália. Ela representa o povo e faz a minoria ter voz, deixando a hipocrisia evidente em vários momentos do espetáculo.

Teatro. Sra Pacatau.

A atriz, à esquerda, em sua impressionante caracterização
(Foto: Portela Produções)

 

IS – O que tem em comum com sua personagem?
JVO espetáculo navega por momentos densos de muita emoção, drama que choca, reflexão do tipo soco no estômago, mas ele também passa por momentos leves, que contagiam o público, meu núcleo é composto por este quadro. Interpreto a Sra. Pacatau, dona de uma personalidade forte e autoritária, sua melhor companhia é sua irmã gêmea. Elas ficam de olho na vida de todos em Paraíso; disfarçando seus próprios segredos, surpreendem o público com uma revelação ao final da peça. Não vejo semelhança nenhuma com a Sra. Pacatau (Risos gostosos). Mas estou me divertindo muito com ela.

Teatro. A Sra Pacatau.

A rígida e mexeriqueira Sra. Pacatau
(Portela Produções)

 

IS – Qual o processo usado para compor Pacatau?
JVSomos a Bernache Companhia de Teatro, composta por 15 artistas, todos estão no elenco de “Geni”. O processo foi baseado em técnicas de Bertholt Brecht, cada personagem bebe da sua fonte. Porém, como companhia, mantemos contato e estudos constantes com os principais sistemas, dramaturgos e técnicas que fundamentam o teatro mundial. Sendo assim, durante o processo aproveitei todos os instrumentos para conceber a personagem, predominando, claro, as técnicas de Brecht.

Teatro. Cena de Geni.

O elenco de Geni em cena
(Portela Produções)

 

IS – Quem não viu o que pode esperar da peça?
JVUma mensagem impactante e importante. O feedback geral recebido pós-estréia, ocorrida em junho deste ano, foi de emoção e reflexão. As interpretações comovem cada um de forma particular. Vale muito a pena assistir ao vivo uma história extraída de uma música tão genial.

Teatro. Instante cênico de Geni.

Um cômico instante do espetáculo teatral?
(Portela Produções)

 

IS – Do filme A Vida Em Uma Viagem, selecionado para o Cine PE 2016, fala um tanto de sua Ana.
JV – “A Vida Em Uma Viagem” é um curta-metragem lindo, escrito e dirigido de forma delicada e ímpar por Tauana Uchôa. Além do Cine PE, ele também foi selecionado para a Mostra Não Competitiva do Cine Teatro Maria Bonita, no Piauí, também em 2016. Foi uma grande satisfação estar neste projeto com Tauana, meu primeiro trabalho no cinema com texto escrito e dirigido por uma mulher. O filme retrata o tempo, como ele passa rápido e, através dele, encontramos pessoas e vivenciamos histórias. Minha Ana foi interpretada por mais três atrizes, porém em décadas diferentes. Eu a vivenciei nas décadas de 60, 70, 80 e 90. Na última, precisei me caracterizar como uma pessoa com mais idade. Foi feito com muito carinho por todos os envolvidos. A vida de Ana e da sua família foi contada no decorrer destas décadas, e todas as cenas se passavam numa estação e dentro de um trem, na Região Metropolitana do Recife.

Cinema. "A Vida Em Uma Viagem".

Ana jovem, exalando vida
 

IS – Há algo que a identifica com Ana?
JVO amor que ela carregava no coração pela sua família. A lembrança da sua mãe a emocionava e a transbordava de saudade.

"A Vida Em Uma Viagem". Personagens envelhecidos.

Ana envelhecida, no mesmo vagão de trem
 

IS – Um papel que não fez e adoraria fazer?
JVNossa! O céu é o limite, quero viver muitos papéis, ainda não fiz um terço do que gostaria. Da comédia romântica aos contextos mais sérios, tudo me interessa. Gostaria de interpretar uma dama de época, mas também me interesso por assuntos contemporâneos e do cotidiano. Meu objetivo principal é usar minha arte a favor da sociedade; atuar, pra mim, é prestar um serviço à mesma.

Cinema. Curta "A Vida Em Uma Viagem".

Equipe de A Vida Em Uma Viagem
 

IS – Como foi a experiência em relação ao Recife Assombrado: O Filme?
JVEsse foi meu primeiro longa, já é especial por este motivo. Mas trabalhar com pessoas que admiro e as que passei a admirar, durante o processo, foi mais que incrível. Outro fato é poder fazer cinema em nossa terra e com gente da nossa terra, isto realiza sonhos, é uma grande conquista. Dirigido por Adriano Portela e produzido pela Viu Cine, junto com uma grande equipe talentosa e competente, todos, neste momento, estão focados na pós-produção. O filme tem previsão para estrear nas telonas em 2019.

Sucesso. Dose Tripla à Josy Ventura.

No Galo da Madrugada, no palco, em Geni; na pele da grávida Denise
 

IS – Você tem novelistas preferidos?
JVCom orgulho, temos no Brasil grandes escritores e novelistas, mas alguns me marcaram contando histórias através de novelas e que admiro: Benedito Ruy Barbosa, Thelma Guedes e Duca Rachid, Walcyr Carrasco, Maria Adelaide Amaral, João Emanuel Carneiro e, não mais entre nós, a Ivani Ribeiro.

Cinema. Preparações.

Caracterizações em nome da personagem


IS – Melhor(es) novela(s)?
JVAssim como os autores, temos grandiosas novelas brasileiras de que podemos nos orgulhar, pois foram, de alguma forma, serviços prestados à sociedade. Há quem negue, mas nós, brasileiros, somos noveleiros, sim! E algumas novelas me marcaram e me incentivaram a querer fazer da dramaturgia minha profissão: “Mulheres de Areia”, “O Profeta”, “Chocolate com Pimenta”, “Joia Rara”, “Renascer”, “A Viagem”, “Avenida Brasil”, “A Próxima Vítima”, do mestre Sílvio de Abreu, entre outras.

Viagem. Valparaíso no Chile.

Valparaíso, cidade portuária na costa chilena
 

IS – Algo fundamental na sua existência?
JV Sintonia com Deus e minha família.

IS – O que mais lhe dá medo e o que mais a irrita?
JVMedo de ser injusta, e o que mais me irrita é o injusto, o desonesto e o mentiroso.

Equipe de "Recife Assombrado - o Filme".

Parte da equipe de Recife Assombrado: o Filme
(Portela Produções)

 

IS – Vamos a um breve bate-bola. Amor?
JVÀ arte.

IS – Família?
JVUma base fundamental.

Josy Ventura. Distintos momentos.

Ventura: descontração é o que interessa
 

IS – Qualidade e defeito?
JV Empatia com o próximo. Desapego.

IS – Hobby e mania?
JVSair pra tomar um café com as amigas. Mania: dormir ouvindo música.

Teatro. Uma de suas peças.

Atuando em uma de suas casas, o teatro
 

IS – Sonho de consumo e filme inesquecível?
JVComer batata frita sem engordar. Já o filme… Impossível eleger apenas um ou dois filmes inesquecíveis, mas seguem dois que me vieram à mente agora e, com certeza, estão na minha lista dos inesquecíveis. Estrangeiro: “A Vida É Bela”. Nacional: “O Filme da Minha Vida”.

IS – Josy Ventura por Josy Ventura?
JVAcredito e persisto até o último instante, mas sempre reconheço o momento de ajustar as velas.

Viagem. Em vinícola no Chile.

Vinícola Santa Rita, Chile
 

IS – Como sempre finalizamos, uma mensagem super do Bem aos admiradores do seu trabalho!
JVA vida pode ser maravilhosa, doe o seu melhor e acredite no amanhã.

 

Geni estará em cartaz dias 22/09, 19h, e
23/09, 18h - Teatro Apolo
à 
Rua do Apolo, 121, Recife.
 

Veja outra matéria com a entrevistada:
Ser atriz é ser disciplinada.
 

Demais fotos:

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Patrícia França: Homenagem à estrela


No mês de aniversário dela, que coincide com o mês de birthday do nosso site, vamos comemorar falando sobre esta atriz que é um diamante. Antes, obrigado ao Patrícia França Fã Clube por cultivar fotos que nos ajudaram a ilustrar e, assim, embelezar ainda mais esta 

ESPECIAL MATÉRIA SURPRESA!

Teatro. Patrícia França.

Patrícia onde ama de paixão, o teatro
(Foto: Reprodução/Patrícia França Fã Clube – Facebook)

 

Descoberta pela Rede Globo no início dos anos 90 como a nova Sônia Braga, pela semelhança com a primeira Gabriela da TV, esta recifense de olhos graúdos, sorriso magnético e alma clara representa, canta e dança espetacularmente.

Linda à la Sônia Braga.

Início de carreira, à la Sônia (Braga)
(Foto: Reprodução/Divulgação Patrícia França FC)

 

Tive a sorte de vê-la por duas vezes no musical Ou Tudo Ou Nada, há dois anos; tive o prazer de conversar com ela e fiquei encantado. A atenção, a simpatia, o parecer que já conhece você há um bom tempo, isto me deixou muito à vontade. Mas, enfim, sigamos relembrando um pouquinho do que ela tem realizou nos palcos e nas telas.

Teatro. Ou Tudo Ou Nada.

Em 2016, a Vicki, do famoso musical da Broadway, baseado no filme inglês que conquistou o mundo
(Foto: Reprodução/fan page Ou Tudo Ou Nada)

 

Patrícia pôs-se a atuar na infância em sua terra natal, Recife, em peças de teatro (entre estas, A Ver Estrelas); ganhou prêmios e mostrou seu talento também nos comerciais regionais. Em 1992 protagonizou a minissérie global Tereza Batista, da obra de Jorge Amado Tereza Batista Cansada de Guerra. Viveu a personagem-título dos 13 aos 27 anos, que, órfã, é vendida ainda criança, por sua cruel tia Felipa, ao Capitão Justo, homem poderoso, violento. Ele acolhia meninas a fim de abusar sexualmente delas. Esse papel revelou França para o mundo.

Televisão. Patrícia como Tereza Batista.

Tereza Batista em suas três fases
(Foto: Reprodução/Patrícia França FC)

 

Depois da minissérie, ela deu vida a outros personagens de sucesso em novelas da Globo: à nordestina Maria Santa, de Renascer (1993); à sofredora Cláudia, de Sonho Meu (1993/1994); à aspirante à cantora Lucilene, em O Fim do Mundo (1996), mininovela em 35 capítulos; à romântica Madalena Sobral, de Salsa e Merengue (1996).

Televisão. Patrícia em Salsa e Merengue.

A doce e simples Madalena, em Salsa e Merengue, de Miguel Falabella
(Foto: Reprodução/Patrícia França FC)

 

Em 1999, interpretou a enigmática Clarisse Ribeiro, na trama das 21 horas Suave Veneno, de Aguinaldo Silva, onde contracenou com a amiga Glória Pires. Já 2001 e 2002 foram os anos de estar na pele da cigana Blanca, de A Padroeira; em 2003 foi a vez da Dra. Sofia Menezes, em Chocolate com Pimenta.

Televisão. Blanca, uma mulher ardilosa.

Blanca de Sevilla — A Padroeira, de Walcyr Carrasco
(Foto: Reprodução/Patrícia França FC)

 

Ela participou ainda da minissérie Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados; esteve em episódios do Você Decide; em A Farsa da Boa Preguiça, Caso Especial da obra de Ariano Suassuna; no episódio Correndo Atrás, da série Mulher, além do programa Renato Aragão Especial, como a Nanci.

Teatro. Patrícia França e amigas.

Patrícia e amigas: Glória Pires e Sylvia Massari
(Foto: Reprodução/Patrícia França FC)

 

Após atuações em outra emissora, retornou à TV Globo em 2014 na novela teen Malhação Sonhos, onde envolveu o público com a Delma, mãe de um adolescente que sonhava ser um rockstar.

Patrícia França. Ela tem o dom.

O dom de viver diversas vidas é maravilhoso!
(Foto: Reprodução/Patrícia França FC)

 

No cinema, até aqui, foram dez filmes, dos quais destacamos Tieta do Agreste (1996), onde viveu Imaculada e Tieta jovem, e Orfeu (1999), encarnando a Eurídice. Seguindo estes, vieram mais quatro; o mais recente deles, Flordelis — Basta uma Palavra para Mudar, no qual a Mãe de Beá era a sua personagem. No teatro, Quando Eu For Mãe, Quero Amar Desse Jeito, em 2016, foi um recente trabalho onde a adorável pernambucana se superou.
 

Como descrevê-la usando os elementos certos?

Arriscando, by Izan Sant:

Patrícia França sorri como uma tarde ensolarada; atua tal e qual uma deusa em cena; canta dominando a suavidade, às vezes a força; dança como uma Mestra numa apresentação plenavive com a lindeza de um dia com garoa.


Patrícia França. Setembro, seu mês de niver.

Happy birthday, amada Patrícia! São os votos do Izan Sant e do Papo de Bem!
(Foto: Reprodução/Patrícia França FC)

 

O reencontro da atriz com Carolina Pavanelli, a
Lalesca, filha da Patrícia em Sonho Meu,
VEJA.

Reencontro com Leonardo Vieira,
o José Inocêncio jovem de Renascer,
CONFIRA.

 

Curta o Patrícia França Fã Clube.

O site da Rede Globo é ESTE.


Uma máxima demais do George Sand:

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Do Recife a Portugal


Galeria Cidade e Atrativos
 

Recife. Das sombras ao rio e aos prédios.

Nas sombras do dia cinzento, entre as árvores, os edifícios e os casarões seculares da Rua da Aurora vigiam as águas do rio como quem vigia o amor de alma tranquila ou melhor: águas serenas. O amor fica sereno quando é admirado.


Recife. Revivendo um dos poucos antigos casarões da Madalena.

Mais um casarão. Mas solitário, distante dos anos em que nasceu, no bairro da Madalena. Resistente. A resistência é uma qualidade da carne e do concreto, do fraco e do forte, do passageiro e do eterno. Por que não ser resistente por aquilo que se quer de verdade?


Recife. Meditação. Na Avenida Boa Viagem.

Boa Viagem, boa meditação, saúde em alta, cortada pelo azul do céu e coroada pelas palhas de um coqueiro rei. Como um quase tapete (o mar adiante) completando a poesia desse dia. Olhar o mar faz o homem pensar melhor na vida.


Recife. Caminhada em parceria. Avenida Boa Viagem.

De uma caminhada a uma corrida, os corações se enchem da sede de viver; do desejo pelo ar, que devia ser mais puro; da força do querer estar de bem com o sorriso. Exercitar-se a dois, ô Boa Viagem, não é somente zelo. É, também, troca de energias.


Rua da Soledade, Centro do Recife.

Impressionantes raízes em uma ruína da Rua da Soledade. Raízes são o quê? Talvez sejam dedos da Natureza querendo tocar o que não podia ter envelhecido. Talvez querendo rejuvenescer o que envelheceu? Talvez acariciando o que lhe foi parceiro, ou amado. Raízes podem ser carinhos.


Portugal. Lisboa. A fotógrafa Ana Carla Andrade.

Do Recife a Portugal, a Torre de Belém, na deslumbrante Lisboa, foi o cenário do sorriso da nossa fotógrafa. Céu e mar ressurgiram e se fundiram mais um bocado, mostrando que o mundo é um paraíso. Sim, um paradise quando toda a gente o olha com a beleza que traz dentro de si.

 

Veja, então, um paraíso ao olhar ao seu redor.

 

Texto exclusivo de Izan Sant para esta matéria.
 

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Fotos:

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Economia: 5 dicas de como se dar bem financeiramente


O que é estar financeiramente bem de vida?

Não é, claro, sinônimo de ser ganancioso, gente.

A gente não vai definir neste post o perfil de Maria de Fátima (da amada Glória Pires) em Vale Tudo, vilã que vendeu a casa da mãe (que estava no nome dela, Fátima), sumindo para o Rio de Janeiro sem deixar uma carta, um bilhete, nada! — como se queixou a Raquel, a genitora que ficou no olho da rua, vivida por Regina Duarte. Mas essa da Fátima, que não é exemplo algum, foi “um baita negócio” com o objetivo de “subir na vida” de uma maneira torta: comprar boas roupas e sapatos, hospedar-se num hotel luxuoso a fim de fingir ser rica e encontrar um carinha/futuro marido milionário.

Dicas de economia. Isto é o que interessa.

Enfim, nos 30 anos de sua estreia, Vale Tudo está aí, reprisada pelo Canal Viva, fazendo a alegria dos fãs — entre eles, da gente aqui do Papo, lógico.

Com esta mesma alegria, que nosso post seja uma luz pros seus olhos, como o pensamento politicamente correto da Raquel na trama.

Vamos então aprender um pouco sobre ECONOMIZAR.

Ajuda na sua felicidade! :D  
 

Seguindo uns infalíveis bons exemplos de uma amiga minha, de sucesso nas suas finanças, fique com estas

dicas preciosas:
 

1. Pechinche.

Não se constranja, pois é pechinchando que, muitas vezes, encontramos o mesmo produto de qualidade com uma diferença enorme de valor. (Lembre-se: os ricos, em geral, são os que mais pechincham.)
 

2. Não amontoe as dívidas.

Procure negociar, vá parcelando e, dentro do prazo, pagando sem receios.
 

3. Abomine o Pagamento Mínimo do cartão.

Faça um esforço, pague o Valor Total, os juros do Mínimo são muito altos, o que acaba virando uma bola de neve no seu orçamento.
 

4. Pagamentos à vista são sempre bem-vindos.

Pague à vista e, por um bom tempo, você não terá que se queixar nem sofrer por estar pagando, todo mês, uma certa parcela do que comprou (parcela que pode pesar no seu orçamento).
 

5. Se ainda não rolou de ter, faça uma Conta Poupança.

Todo mês reserve à poupança um valor do seu salário, mesmo que seja 10% ou dentro de suas capacidades; assim, vai ver como um dinheiro extra, guardado no banco, poderá tirar você de um aperto numa emergência; além de significar um valor a mais no seu bolso.

 

Legal, hein?

Falamos hoje de se ter cautela, prevenindo-se para o amanhã,
afinal vale o alerta:

Let's save money, my friend!

 

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Até o

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Teatro e vidas


Teatro. Atriz Zaira Zambelli.
Teatro muda, edifica

E constrói vidas.

As vidas se eternizam,

Todas, através do teatro.

Respire diferentes seres, e

O mundo lhe trará prazeres.

 

Por isso você

deve fazer teatro.

Pelo poder do ser.

 

Logo, logo ele vai começar para a criançada.
Pais, façam a matrícula de seus filhos 
e os vistam de seres e prazeres.

Teatro. Turma Infantil Curso Zaira Zambelli.


Acróstico de Izan Sant exclusivo para este post.
 

Entrevista com a atriz 

Zaira Zambelli.

 

Fotos:

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Carros e nostalgia

Por Wilton Carvalho
 

Que maravilhas de veículos circulavam, no passado, pelas ruas recifenses!

Quem viveu nessa época, sente falta. Quem não, nem sabe o que perdeu


Carros. O primeiro carro vindo ao Recife.

Temos aqui o primeiro carro chegado da Europa, de navio, ao Recife. Dizem que foi o carro encomendado pelo médico Octávio de Freitas, que desfilava pelas ruas da Veneza Brasileira, causando um alvoroço pela novidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Calhambeque anos 20.

O calhambeque começou a ocupar as ruas do Recife na década de 1920, dividindo, então, os espaços ocupados pelos bondes. (Foto: Revista da Cidade)

 

Carros. Calhambeque, O Corso de 1927.

O corso era a grande novidade do carnaval na década de 1920. Com o surgimento de vários novos carros, as pessoas desfilavam pelas ruas em cima de um calhambeque. (Foto de 1927: Revista da Cidade)

 

Carros. Corrida Circuito no bairro do Derby, em 1952.

O Recife também abrigou alguns circuitos de corrida, como o Circuito do Derby. (Foto, 1952: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito na Av. Conde da Boa Vista, 1959.

Com a abertura total da Avenida Conde da Boa Vista, a partir das décadas anteriores à de 1950, o trânsito foi direcionado para esta via, tornando-se uma das principais da capital pernambucana. (Foto de 1959: Arquivo/DP)

 

Carros. Agora o fluxo na Caxangá, fim dos anos 60.

A Avenida Caxangá foi uma das maiores vias em linha reta do Recife e passou por diversas reformas ao longo do tempo. A foto é de 1969 e já mostra uma via já bem moderna, duplicada e atendendo bem à população. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Ambulância e Kombi anos 60.

Trecho da Estrada dos Remédios, em Afogados, década de 1960, com ambulância e Kombi em movimento. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Na loja Mesbla dos anos 60.

Os anos de 1960 marcavam pelas mudanças no comércio, com grandes redes de magazine, como a Mesbla, que já fazia história na Rua da Palma. A via já se tornava bem utilizada pelos automóveis na época. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Anos 60, pela Avenida Olinda.

Carros na Avenida Olinda, ligando Recife a Olinda, nos anos de 1960. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito a crescer nos anos 70.

Nos anos de 1970, o fluxo de veículos já era considerado grande e novas medidas começaram a ser adotadas: uma delas foi a construção de uma nova ponte ligando o Cabanga ao bairro do Pina. Como vemos na foto, a ponte do Pina já não suportava mais tanto trânsito e isto incentivou a construção da ponte Paulo Guerra, desafogando, por um tempo, a localidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Mais carros antigos?

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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 2

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

We return to the fantastic and unforgettable Land of the Lost.
Our chat with the actor and the actress continues.

Voltamos ao fantástico e inesquecível O Elo Perdido.
Nosso bate-papo com o ator e a atriz continua.

 

Land of the Lost. Will, Uncle Jack Marshall, Cha-Ka and Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg,
Paulista / Brazil.

 

IZAN SANT: Fans and autographs!
WESLEY EURE: They mean the world to me.  It is amazing that 45 years later that people still remember our show.  We are greatly touched when fans come up to us and tell us specific events that happened in their lives that they relate to “Land of The Lost”.

KATHY COLEMAN: We have the most loyal fans you could ever wish for. They have brought us many wonderful stories of the impact the show had on them growing up. We look forward to these autograph shows and the fun stories that people share.

IS: Fãs e autógrafos!
WESLEY: Eles significam o mundo para mim. É incrível que, 45 anos depois, as pessoas ainda se lembrem da nossa série. Ficamos muito emocionados quando os fãs nos procuram e nos contam casos específicos que aconteceram em suas vidas e que eles relacionam a “O Elo Perdido”.

KATHY: Temos os fãs mais leais que você poderia desejar. Eles nos trouxeram muitas histórias maravilhosas do impacto que a série teve sobre eles, crescendo. Estamos ansiosos para esses shows de autógrafos e as histórias divertidas que as pessoas compartilham.

Kathy Coleman.

IS: Kathy… do you have a favorite episode?
KATHY: “Elsewhen”.  The woman who portrayed me as my future self. Erica Hagen became a wonderful friend and mentor for the rest of my life.  She wrote the forward to my book.  

IS: Wesley, what was your favorite dinosaur?
WESLEY: My favorite dinosaur was Grumpy because he was mean and nasty and so much fun to run from.

IS: Kathy… você tem um episódio favorito?
KATHY: “Depois disso”. A mulher que me retratou como meu futuro eu. Erica Hagen tornou-se uma amiga maravilhosa e mentora para o resto da minha vida. Ela escreveu o prefácio para meu livro.

IS: Wesley, qual era seu dinossauro favorito?
WESLEY: Meu dinossauro favorito era o Enfezado porque ele era malvado e desagradável e muito divertido de fugir dele.

Wesley Eure.

IS: How were dinosaurs made?
WESLEY: The dinosaurs were stop motion and made of rubber. It took 8 hours to create 1 minute of movement of the dinosaurs. 

IS: What were the sets like?
KATHY: Crazy fun!!  Two sound stages that literally were a “jungle gym” and we had many amazing surprise guests come to our stages, such as Elton John, Charo, Sylvester Stallone.

IS: Como foram feitos os dinossauros?
WESLEY: Os dinossauros foram stop motion e feitos de borracha. Demorou 8 horas para criar 1 minuto de movimento dos dinossauros.

IS: Como eram os sets?
KATHY: Uma diversão louca!! Dois palcos de som que literalmente foram um “trepa-trepa” e tivemos muitos convidados surpresa extraordinários em nossos palcos, como Elton John, Charo e Sylvester Stallone.

Cha-ka: Phillip Palen.

IS: If you could give other artists advice about money or getting started in their career, what would you say…
WESLEY? If you are in it for the money, you are in the wrong career.  Do it for the love of acting and, if you are successful, money will follow.

KATHY? Like with any other job, you have to go into it with the right expectations and intentions,  really love it from your heart.

IS: Se você pudesse dar conselhos a outros artistas sobre dinheiro ou começar sua carreira, o que você diria…
WESLEY?Se você está nisso pelo dinheiro, você está na carreira errada. Faça isso pelo amor de atuar e, se você for bem sucedido, o dinheiro irá segui-lo.

KATHY?Como em qualquer outro trabalho, você tem que entrar nisso com as expectativas e intenções certas, realmente amá-lo do seu coração.

Land of the Lost. Enik.

IS: I loved watching episodes, I fell in love with “Land of the Lost”. Could you two send a message to our readers and your fans? I am a huge fan of Kathy Coleman and Wesley Eure!
WESLEY: Thank you for remembering our little show 45 years later.  It means the world to us. Just a side note: I love Brazil! We have so many wonderful fans who contact us through Facebook. I really hope Kathy and I can come to an autograph show in Brazil soon! We have never done a show there before!

KATHY: I am forever grateful for the exchange of joy between the fans and myself.

IS: Adorei assistir aos episódios, eu me apaixonei por “O Elo Perdido”. Vocês poderiam mandar uma mensagem para nossos leitores e seus fãs? Eu sou um grande fã de Kathy Coleman e Wesley Eure!
WESLEY: Obrigado por se lembrar de nossa pequena série 45 anos depois. Isso significa o mundo para nós. Apenas uma nota: amo o Brasil! Nós temos muitos fãs maravilhosos que nos contatam através do Facebook. Eu realmente espero que Kathy e eu possamos participar de um show de autógrafos no Brasil em breve! Nós nunca fizemos um show lá antes!

KATHY: Sou eternamente grata pela troca de alegria entre os fãs e eu.

Land of the Lost. Moments.

How wonderful!
And congratulations on your excellent book, Kathy!
Congratulations for this great achievement
:Run, Holly, Run!”. 

Que maravilha!
E parabéns pelo seu excelente livro, Kathy!
Parabéns por essa grande conquista:
Corra, Holly, Corra!.

Wesley Eure: Will.


Website: Wesley Eure.
Wesley Eure and Kathy Coleman.
Site: Wesley Eure.


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Photos:

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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 1

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

Land of the Lost. Will, Rick e Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg - Brazil.

They are internationally known. Wesley Eure and Kathy Coleman are the great actors who have played Will and Holly (brother and sister) in the original series Land of the Lost. Everyone remembers the Marshalls!
Land of the Lost is a famous children's adventure television series of 1970's. The series ran for three years. It was so popular that even today the adventures of the Marshall family  (father Rick, and his children Will and Holly, trapped in an alternate universe inhabited by dinosaurs, primates and Sleestaks) take Wesley, Kathy and Phillip Paley (Cha-Ka) to many American cities for autograph shows. Cha-Ka was a human-like primate called Pakuni.
Due to great success, I decided to talk to the actors about their wonderful lost world. You will love it.


Eles são conhecidos internacionalmente. Wesley Eure e Kathy Coleman são os grandes atores que interpretaram Will e Holly (irmãos) na série original O Elo Perdido. Todos se lembram dos Marshalls!
The cast of Land of the Lost. A Sleestak, Will, Holly and Cha-Ka.
O Elo Perdido é uma famosa série de TV de aventura para crianças dos anos 70. A série durou três anos. Era tão popular que ainda hoje as aventuras da família Marshall (o pai Rick e seus filhos Will e Holly, presos num universo alternativo habitado por dinossauros, primatas e os lagartos Sleestaks) levam Wesley, Kathy e Phillip Paley (Cha-Ka) a muitas cidades americanas para shows de autógrafos. Cha-Ka era um primata meio gente, chamado Pakuni.
Devido ao grande sucesso, decidi falar com os atores sobre o maravilhoso mundo perdido deles. Você vai adorar.


SPECIAL INTERVIEW
(ENTREVISTA ESPECIAL).

IZAN SANT: What do you like about your character Will Marshall?
WESLEY EURE: I like my character, Will, because he’s strong and he loves his family so much.  He’s adventurous, and on occasion he listens to his sister, Holly, which is always good to do. Especially if the sister is someone as competent as Holly.  (I’m saying this because Kathy Coleman, who played Holly, is sitting in the room with me while I’m doing this interview. HaHa) All kidding aside, one of the greatest joys in my life has been my friendship after the show with Kathy Coleman.  We truly are like brother and sister.  I’ve Always told Sid and Marty Krofft, the creators of “Land of the Lost”, that not only did they cast my TV Family, they also cast my Family in real life.  Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) and Spencer Milligan (Rick Marshall) are like my sister, my brother and my dad in the real world.

IZAN SANT: Do que gosta no seu personagem Will Marshall?
WESLEY EURE: Gosto do meu personagem, Will, porque ele é forte e ama tanto sua família. Ele é aventureiro e ocasionalmente ouve sua irmã, Holly, o que é sempre bom de se fazer. Especialmente se a irmã é alguém tão competente quanto Holly. (Estou dizendo isso porque Kathy Coleman, que interpretou Holly, está sentada na sala comigo enquanto estou fazendo esta entrevista. HaHa) Todos brincando ao lado, uma das maiores alegrias da minha vida tem sido minha amizade após a série com Kathy Coleman. Realmente somos como irmão e irmã. Eu sempre disse a Sid e Marty Krofft, os criadores de "O Elo Perdido", que eles não formaram apenas minha família de TV, mas também formaram minha família na vida real. Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) e Spencer Milligan (Rick Marshall) são como minha irmã, meu irmão e meu pai no mundo real.

Land of the Lost. Cast BLK.

IZAN SANT: And you, Kathy? What is the highest quality of your character?
KATHY COLEMAN: Her vulnernability.  Although Holly comes across as a tom-boy and problem solver, she also has an innocence and a vulnerable quality that softens her.  Unknown to me at the time, the strength of my character empowered a lot of young girls at a time when there were not many positive role models for girls on television. And as my TV brother said, I am in the room with him and he’s giving me, at the moment, the warmest smile you can imagine.  At the autograph shows and conventions, fans Always remark on the genuine relationship between the two of us… just like a brother and sister.

IZAN SANT: E você, Kathy? Qual é maior qualidade do seu personagem?
KATHY COLEMAN: Sua vulnerabilidade. Embora Holly pareça uma menina-moleque e seja uma solucionadora de problemas, ela também tem uma inocência e uma qualidade vulnerável que a suaviza. Desconhecida para mim na época, a força da minha personagem empoderou muitas garotas num momento em que não havia muitos modelos positivos para meninas na televisão. E como meu irmão da TV disse, estou na sala com ele e ele está me dando, no momento, o sorriso mais caloroso que você pode imaginar. Nos shows e convenções de autógrafos, os fãs sempre comentam sobre o relacionamento genuíno entre nós dois… assim como um irmão e uma irmã.

Actor Wesley Eure.

IS: How did you get the role of Will on “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: I had just started on a TV soap opera called “Days of Our Lives” and I met Sid Krofft.  Sid told me about his new show and asked me if I’d please audition. I did and the rest is history. I spoke with Sid for an hour last week.  Sid, who is 90 years old, told me that I was the only person they consedered.

IS: Como conseguiu o papel de Will em “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: Eu tinha acabado de começar uma novela chamada “Dias das Nossas Vidas” e conheci Sid Krofft. Sid me contou sobre sua nova série e me perguntou se eu gostaria de fazer um teste. Fiz e o resto é história. Falei com Sid durante uma hora na semana passada. Sid, que tem 90 anos, me disse que eu era a única pessoa que eles consideravam (para viver o Will da série).

IS: Kathy, how did you get role of Holly Marshall?
KATHY: After 7 auditions (call-backs) I landed the role.  Funny side-story… My mother picked out an outfit for these auditions that became the iconic “Holly” costume of a plaid shirt and pigtails.

IS: Kathy, como conseguiu o papel de Holly?
KATHY: Após 7 audições (callbacks) consegui o papel. Lado engraçado da históriaMinha mãe escolheu uma roupa para essas audições que virou o icônico traje "Holly": uma camisa xadrez e tranças.

Holly. Kathy Coleman.

IS: What was the biggest challenge in taking on these roles?
WESLEY: I was 20 at the time I got the job and I was playing a character that was 16 years old.  At first, I was concerned about playing such a young character, but I am so glad I accepted the role!  It was one of the greatest joys of my life.

KATHY: My mother had promised me a pony if I ever landed a TV series, which she honored.  Because of my beloved horse, Camanche, I needed to live in an area zoned for horses which was a two hour distance from the studio.  The biggest challenge was the very long days this created. Being outside of Hollywood and the only child actor in this small community, I was the target of bullying.  Because I was on TV I was like a “freak” to them.

IS: Qual o maior desafio ao assumir esses papéis?
WESLEY: Eu tinha 20 anos na época em que consegui o emprego e estava interpretando um personagem de 16 anos de idade. No começo, eu estava preocupado em interpretar um personagem tão jovem, mas estou muito feliz por ter aceito o papel! Foi uma das maiores alegrias da minha vida.

KATHY: Minha mãe me prometeu um pônei se eu tivesse uma série de TV, que ela honrava. Por causa do meu amado cavalo, Camanche, eu precisava morar numa área destinada a cavalos, que ficava a duas horas de distância do estúdio. O maior desafio foram os longos dias que isso gerou. Estando fora de Hollywood e a única atriz infantil nessa pequena comunidade, eu era o alvo do bullying. Porque eu estava na TV eu era como uma “aberração” para eles.

Will. Wesley Eure.

IS: What was the most challenging moment on set?
WESLEY: The most challenging thing was that we shot two episodes per week.  This means we had to film an episode every two and a half days which was unheard of in Hollywood.  All this while filming daily for “Days of our Lives”!

KATHY: My biggest challenge was memorizing my lines.  Being one of three main characters I had a lot of dialog and learning the Pakuni language was, at times, very  challenging.

IS: Qual foi o momento mais desafiador no set?
WESLEY: O mais desafiador foi que gravávamos dois episódios por semana. Isso significa que tínhamos que filmar um episódio a cada dois dias e meio, que era inédito em Hollywood. Tudo isso enquanto eu filmava diariamente para “Dias das Nossas Vidas”!

KATHY: Meu maior desafio foi memorizar minhas falas. Sendo um dos três personagens principais, eu tive muito diálogo e aprendi que a linguagem Pakuni era, às vezes, muito desafiadora.

Will and Spike.

IS: What was it like to work with the rest of the cast?
WESLEY: I know this is sounding very “sugary”, but we really, really liked each other.  Unfortunately, other TV casts don’t always have this.  We were extremely lucky in this regard.

KATHY:  There were many playfull and humerous moments between us all which made coming to work a joy.  Prior to “Land of the Lost”, Phil Paley (Cha-Ka) and I had starred in a comercial for Cheez-It Crackers.  He and I were also close in age which gave me a partner in crime in all the mischievious adventures we found ourselves in.

IS: Como foi trabalhar com o resto do elenco?
WESLEY: Eu sei que isso soa muito “açucarado”, mas nós realmente gostamos um do outro. Infelizmente, outros elencos de TV nem sempre têm isso. Tivemos muita sorte nesse aspecto.

KATHY: Houve muitos momentos lúdicos e humildes entre todos nós, que fizeram com que o trabalho fosse uma alegria. Antes de “O Elo Perdido”, Phil Paley (Cha-Ka) e eu estrelamos um comercial para o Cheez-It Crackers. Ele e eu também éramos próximos na idade, o que me deu um colaborador em todas as aventuras travessas que nós nos destinávamos.

Will. Wesley Eure. Land of the Lost.

IS: Wesley, what are you doing today for relaxation?
WESLEY: I love to travel.  I’m fortunate to have traveled the world and one of my favorite places on the planet is Rio.  I’m also finding a lot of tranquility in my new home in Puerto Vallarta, Mexico.

IS: Wesley, o que está fazendo hoje para relaxar?
WESLEY: Eu adoro viajar. Tenho a sorte de ter viajado pelo mundo e um dos meus lugares favoritos no planeta é o Rio. Eu também estou encontrando muita tranquilidade em minha nova casa em Puerto Vallarta, no México. 

The book "Run, Holly, Run!"
IS: Could you tell us about an average day in your life, Kathy?
KATHY: I love to write!  Recently, I finished writing my memoir titled “Run, Holly, Run!” which just won the 2018 National Indie Excellence Award. I am currently promoting and touring with my book.

IS: Poderia nos contar sobre um dia normal em sua vida, Kathy?
KATHY: Amo escrever! Recentemente, terminei de escrever meu livro de memórias intitulado “Corra, Holly, Corra!”, que acaba de ganhar o Prêmio Nacional de Excelência Indie 2018. Atualmente estou promovendo e fazendo turnês com meu livro.

 

The Wesley Eure Website?
You can visit by
 CLICKING.
O website do Wesley Eure?
Você pode visitar
 CLICANDO.

The book “Run, Holly, Run!” you can find it HERE.
O livro Corra, Holly, Corra! você pode encontrar AQUI.
 

Part 2 coming soon: we'll talk about

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Danielle Cruz - Msg do Mês de novembro

VOCÊ AQUI

Você Aqui - novembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Birolli (atriz)
  • Alcione (cantora e sambista)
  • Alline Sarmento (advogada – Recife/PE)
  • Ana Paula Padrão (jornalista)
  • Angélica (cantora, apresentadora e atriz)
  • Antonia Guedes (técn. em Óptica, Igarassu/PE)
  • Conceição Teles (educadora: Ens. Médio – Olinda)
  • Deborah Secco (atriz)
  • Duca Rachid (novelista e dramaturga)
  • Emília Marques (atriz – Recife/São Paulo)
  • Fátima Sequeira (psicóloga, Rio de Janeiro)
  • Felipe Lima (ator)
  • Flávio Marcone (jorn./cineg./fotógrafo – Recife)
  • Francisco Cuoco (ator)
  • Gustavo Reiz (escritor e novelista)
  • Herson Capri (ator)
  • Iralvânia Nóbrega (pedagoga – Igarassu)
  • Jack Raf (estud.: Artes Cênicas, UFPE – Recife)
  • Jesiane Rocha (jornalista – Caruaru)
  • Jessany Sany (de 2o. grau completo – Recife)
  • Juan Lima (poeta e publicitário – Recife)
  • Lázaro Ramos (ator)
  • Luciana Mariano (prop. Lu Mariano Produções Ltda)
  • Luís Távora (ator – Recife)
  • Luiz Henrique Peixôto (prof./Informática – Paulista)
  • Marcus Vinitius (divulgador de eventos – Recife)
  • Marieta Severo (atriz)
  • Mônica Moraes (jornalista)
  • Natália Marinho (INNAM – Igarassu)
  • Natt Souza (atriz – Recife)
  • Rauani Castro (atriz e produtora – Recife)
  • Reynaldo Gianecchini (ator)
  • Thaís Araújo (atriz)
  • Thiago Fragoso (ator)
  • Thiago Nolasco (drag queen – Recife)
  • Thiago Pimenta (repres. comercial)
  • Tonny Vaz (cantor – Recife)
  • Vera Fischer (atriz)
  • Victor Gondim (modelo – Brasil/Pequim)
  • Will Tom (ator e theater – Rio de Janeiro)

Eventos

  • 02. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579
  • 03. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 04. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, 18 personagens são ‘irmãos’” – 21h – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana/SP
  • 07. No Rio de Janeiro/RJ: estreia da peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 08. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea – Rio de Janeiro
  • 09. Em Olinda/PE: Toquinho e Demônios da Garoa apresentam De Vinicius a Adoniran – 21h30 – Plateia Especial: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Plateia: R$ 164 (inteira) e R$ 82 (meia), Balcão: R$ 144 (inteira) e R$ 72 (meia) – Vendas: Bilheteria do teatro, lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br. Teatro Guararapes / Centro de Convenções
  • 09. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 10. Em Recife/PE: Daniel Boaventura, dias 9 e 10 – 21h – Plateia Baixa Lateral: R$ 170 (inteira) e R$ 85 (meia), Plateia Alta: R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia), Balcão Nobre: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia), Especial | Plateia Baixa Central: R$ 200 (preço único, com direito a CD DVD autografado e foto com o artista – Teatro RioMar / Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping
  • 14. No Rio de Janeiro/RJ: peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea
  • 15. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 20h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 16. Peça “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher – 21h – de 07/11 a 30/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – Shopping da Gávea, Loja 264, 2º Piso / Rua Marquês de São Vicente , 52 – Gávea, Rio de Janeiro
  • 22. Em Cabo de Santo Agostinho/PE: “Frenesi”, peça teatral com Priscila Cardoso, Atriz Premiada em Recife pelo EmCena PE – 19h – Auditório Luiz Lacerda (ao lado da escola-modelo Antônio Benedito da Rocha) / Rua Linha, 72-132, Garapu
  • 30. Em Olinda/PE: Simone encontra Ivan Lins – 21h30 – Plateia Especial: R$ 244 (inteira) e R$ 122 (meia), Plateia: R$ 204 (inteira) e R$ 102 (meia), Balcão: R$ 154 (inteira) e R$ 77 (meia) – Teatro Guararapes / Centro de Convenções

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