Daniel Ávila de corpo e alma

O ator Daniel Ávila despojado.
Por completo mesmo,
pois ele se entrega
totalmente a tudo o que faz, 
sobretudo a suas diversas profissões

 

No mês em que a novela A viagem aniversaria — são 20 anos! —, DANIEL, que na época era uma criança, nos fala sobre seu personagem nela, o Dudu.

Ele era um garoto simpático e bem comunicativo de um dos núcleos protagonistas.

Na primeira versão da trama, em 1975, Dudu foi vivido pelo ator veterano Haroldo Botta.

Bom, mas Daniel nos conta, inclusive, a respeito de várias coisas de sua vida de antes de 1994 para cá.

Ator, professor de teatro, homem de cinema, dublador e locutor, Ávila carrega um sem-número de personagens no currículo. 

Hoje, ele já tem mais algum a caminho, como ele próprio nos revela, mas sem poder dar maiores detalhes. Infelizmente, não é, pessoal?

Pois é, turma boa,
chegou a hora de
mais uma

 

ENTREVISTA
EXCLUSIVA
.

 

IZAN SANT – Você começou na televisão muito cedo, com 6 anos de idade… então, como se deu a reação da precoce estreia?

DANIEL ÁVILA - Foi uma surpresa muito grande, não tem ninguém na minha família que abriu os caminhos. As amigas de trabalho da minha mãe diziam que eu era bonito e desinibido, que deveria tirar fotos pra revista, essas coisas. Minha mãe resolveu me levar para a Bloch Editoras. Extinta também Manchete, e lá já fui chamado pra um teste pra ser o filho do Zé trovão. Um teste lotado de crianças. Nesse primeiro levei jeito e passei. Foi incrível, abriu um mundo novo.
 

IS – Por que quis ser ator tão cedo, ou foi por esta chance que pintou nesses 6 anos, daí você tomou gosto pela profissão, foi isso?

DA – Eu só fui entender que essa era a minha profissão anos depois, na novela “A viagem”. Neste trabalho, um pouco mais velho, tive a certeza que queria seguir trabalhando com arte, e 20 anos depois ainda estou aqui.
 

NESTA FOTO,O DUDU DO DANIEL,
UMA LEMBRANÇA MEGA DO BEM.

Daniel em "A viagem".
MAS
CONTINUANDO
NOSSA
ANTOLÓGICA
ENTREVISTA…


IS – Dos seus outros vários trabalhos em novelas, seriados, minisséries, vídeos educativos, teatro e cinema, há um, ou uns, mais prazeroso(s) pra você?… e, havendo, pode nos citar algum(ns)?

DA – Acho minha profissão muito prazerosa, acho que trabalho na construção de um mundo melhor. Todos os personagens me trouxeram algo substancial, me ensinaram cada um de um jeito. Acho que o Dudu de “A viagem” é um que cito, pois até hoje as pessoas me reconhecem e me tratam com muito carinho.
 

IS – Como foi interpretar o Eduardo Jordão, o Dudu de A Viagem, ainda mais ao lado do Antônio Fagundes, com gravações diárias ao lado deste grande professor?

DA – "A viagem" foi uma novela incrível, tanto que entrou para história da Globo. Aprendi muito com o exemplo do Fagundes, muito ágil na sua relação com o texto, sempre em silêncio e lendo um livro. Guardo um carinho especial pelo Cláudio Cavalcante, que realmente me ensinou a trabalhar os sentimentos e expressar no personagem. Lembro do Miguel Falabella, que também teve uma conversa comigo sobre o mercado. Tão novo ao lado de pessoas experientes, me senti como uma esponja absorvendo tudo. Essa humildade que foi um belo exemplo: quanto maior você for, mais responsabilidade se tem, e é importante passar bons ensinamentos pra quem chega.
 

IS – A novela teen da TV Globo, Malhação, também fez parte da sua história em 2001, por isso o Bruno, o seu personagem nela, significou…?

DA – Um personagem muito forte, talvez o primeiro grande desafio de fato. O Bruno tinha síndrome do pânico, e eu não sabia bem o que era isso, era muito novo na época e pouco se ouvia falar. Lembro que fiz laboratório, investiguei, conversei com pessoas e psicólogos. Entrei mesmo na história dele, lembro que na época nem queria sair muito de casa, fiquei envolvido. E foi maravilhoso o contato com o público, recebi mensagens de pessoas que tinham a síndrome, com relato que o trabalho tinha judiado muito, e outras que descobriram que estavam com o problema através da novela. É talvez o maior prazer pra mim, quando, de fato, o meu trabalho artístico gera uma ação social.
 

IS – Fala pra gente um pouco sobre esta maravilha (o que não é pra todo mundo, indubitavelmente) que é ser pós-graduado em Cinema.

DA – Eu sou apaixonado por cinema. Com 13 anos tive a oportunidade de fazer um filme com Os trapalhões, que era um sonho meu. Ficamos um mês rodando e eu ficava atrás da equipe, perguntando de tudo, queria saber tudo. Foi aí que decidi estudar cinema. Depois tive a oportunidade de estudar em Cuba, uma escola maravilhosa, um lugar que me trouxe muito aprendizado e realmente mudou minha vida.
Daniel Ávila compondo um personagem circense.


IS – Você também se tornou dublador desde cedo… Como surgiu o interesse pela dublagem?

DA – A novela “A viagem” era gravada nos estúdios da Herbet Richard. Andando por ali, fui puxado para um estúdio para fazer uma dublagem, pois um dublador tinha faltado. É um trabalho que gosto muito de fazer, tem uma velocidade incrível, é bem difícil, me disseram até que dublagem ou é fácil ou é impossível, tive sorte de aprender criança, é mais fácil. Gosto bastante também porque fazendo a voz de atores estrangeiros, posso ficar bem próximo da maneira como o ator interpreta. Aprendo muito.
 

IS – Algum novo projeto em mente?

DA – Eu venho trabalhando bastante com teatro de rua. Estou com um grupo chamado CHAP, Companhia Horizontal de Arte Pública. Fico bem feliz de estar em contato com a ancestralidade da minha profissão, contato direto com o público e com as cidades brasileiras. Hoje dou aula de teatro, uma coisa que me deixa bem feliz por estar colocando à disposição a arte da forma que acredito. E estou com um trabalho novo na televisão, ainda não posso dar mais detalhes, mais será um novo grande desafio.
Daniel Ávila em espetáculo de rua.


IS – Hoje, qual a maior prioridade na sua vida?

DA – Minha família, minha mulher e minha filha. É por elas que enfrento minhas batalhas. Na luta por um mundo melhor.
 

IS – Bate-bola! Amor?

DA – Filha.
Daniel em close na penumbra.


IS – Fé?

DA – Auto-conhecimento.
 

IS – Brasil!

DA – Imaturo.
 

Ator Daniel Ávila.
IS – Amigos…?

DA – Poucos e muito bons.
 

IS – Aconchego?

DA – Um lar.
 

IS – Felicidade!

DA – Viver experiências.
 

IS – Porto seguro?

DA – Meu mestre.
 

IS – Seu perfume…

DA – Todos da mãe divina.
 

IS – Sua comida predileta é…?

DA – A feita em casa.
 

IS – Escritor(a) incomparável?

DA Daniel Galera.
 

IS – Melhor livro que já leu!

DA –Barbas ensopadas de sangue”.
 

IS – Gosto musical?

DA – Músicas brasileiras.
 

IS – Filme marcante!

DA –Pi”.
Daniel Ávila por Bruno de Castro Photo.


IS – Atores de sua preferência?

DA – Natalie Portman e Robert Downey Jr.
 

IS – Ao que não assiste na televisão?

DA – Programas sensacionalistas. Sem conteúdo.
Em cena, Daniel Ávila.


IS – Um(a) dublador(a) pra lá de competente!

DA – Márcio Simões.
 

IS – Mania e hobby, conta.

DA – Trabalhar com madeira.
 

Um olhar de bem com a vida.
IS – Você se considera um homem bonito?

DA – Sim.
 

IS – Daniel Ávila por Daniel Ávila, defina-se!

DA – Um companheiro leal.
 

IS – Sua Mensagem Super do Bem para quem está nos lendo…?

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Turquesas na Bijoux

Por Dayse Figueiredo

Turquesa é a pedra que inspira nova coleção da Lulu Bijoux: 
Colares e pulseiras de arrasarColares de turquesas.

A Lulu Bijoux apresenta uma coleção diferente, inspirada na pedra-símbolo da Pérsia. 

Colares e pulseiras com turquesa brilham nesta estação e trazem charme e sofisticação. 

Amada pelos antigos egípcios, astecas, povos mesopotâmios e chineses. Essas gemas podem ser encontradas desde tons azulados até esverdeados (estas são consideradas as mais valorizadas no mercado das joalherias).

É importante ressaltar que de fato as turquesas azuladas são mais valiosas que as esverdeadas, isso ocorre por conta da homogeneidade em suas composições e à grande dificuldade de serem encontradas.

A cor pode sofrer influências pelos minerais que estão presentes em sua formação, como a azurita (que tem coloração azul) e a malaquita (que tem coloração verde). 

Para as mulheres que não abrem mão do significado das pedras, a turquesa tem a capacidade de absorver sentimentos ruins de quem a estiver portando, e a sua coloração muda quando seu dono está doente ou prestes a passar por alguma provação.

Com um grande poder de cura, há quem acredite que a gema é capaz até de proteger contra acidentes.

Os
colares com turquesa e coral Nepalês
também brilham nesta coleção.
 

Já aqui, apresentamos essa linda pulseira em "Lápis Lazuli com coral e turquesa", toda em prata 925. Com designer diferente e despojado, o visual hippie chique volta com tudo.
Pulseira.


Isto tudo e muito mais, vale conferir e se surpreender.

Você sabe, exatamente, por quê?

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Pensamentos são saúde


Cuidado com eles!Pensamentos.

Com os seus pensamentos, porque são eles que guiam suas emoções e ações, levando você a um jardim florido ou a um abismo, a uma ilha paradisíaca ou a um deserto mais que Deserto, a um carrossel ou a um trem-fantasma.

Eles podem ser nossos Mocinhos ou nossos Bandidos!

Portanto, tenha sempre os melhores pensamentos na cabeça, faça dela seu pomar de frutas doces e saudáveis!
 

Sobre isso, já tão bem dizia o William Shakespeare:

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Cantoras apaixonadas por acessórios

Por Dayse Figueiredo

As estrelas da música que brilham com Lulu Bijoux: seus gostos e estilos

Entre canções, notas e partituras. Colares, miçangas, anéis, pulseiras e brincos. Assim encontramos divas da música nacional que usam e abusam dos acessórios nos looks. Com peças exclusivas da Lulu Bijoux que são confeccionadas pensando no estilo e personalidade de cada uma delas, elas arrasam. Sejam nos musicais, nos grandes palcos ou nas telinhas, as estrelas não abrem mão de brilhar com a Lulu Bijoux.

Cantora Áurea Martins.

Áurea Martins iniciou a carreira na Rádio Nacional. Gravou seu primeiro disco (LP) como prêmio pelo primeiro lugar no programa A Grande Chance, de Flávio Cavalcanti em 1969, na extinta TV TUPI. Canta na noite carioca há quatro décadas e era uma das intérpretes preferidas de Elizeth Cardoso. Como diria a atriz Fernanda Montenegro, “Áurea Martins tem aquela voz que já não existe mais: voz densa, uterina, insidiosa e doce. Como Áurea restam poucas”E essa cantora de renome internacional é dona de um carisma sem igual e está sempre visitando a Lulu Bijoux e conferindo as novidades do mundo da moda. A bela que, recentemente, foi destaque no programa Encontro com Fátima Bernardes e no TV Xuxa, esbanja simpatia com colares da loja.
 

Cantora Luiza Dionízio.

Quem também se destaca na noite carioca e em palcos de muitos cantos do país é a sambista Luiza Dionízio. Com uma presença cênica marcante e uma voz inconfundível, a cantora está sempre combinando o figurino do show com acessórios da Lulu. Ela, que aposta em tons quentes e cores fortes, é apaixonada por colares de  franja feitos com couro e miçangas.
 

Gottsha.

Seja nos palcos, nos shows ou na telinha, a cantora e atriz Gottsha é outra apaixonada por acessórios. Recentemente entrou em cena com peças da Lulu Bijoux no espetáculo Discotheque, em comemoração aos seus vinte anos de carreira. No palco, acompanhada de quatro músicos, interpretava hits dos anos 70, como Dancin’queen, I love the night life e I will survive, entre outros sucessos da Disco Music. Encantadora, ela é amante dos maxi colares.
 

A singular cantora Janaína Moreno.

Quem aproveitou a oportunidade para se clicar em um “Selfie” na Lulu Bijoux do Catete foi a cantora Janaína Moreno. A mineira, que dedica sua vida à arte desde a infância, também adora os maxi colares. Dona de uma presença de palco singular e muito suingue, ela vem conquistando seu público. Aqui na Lulu Bijoux, ela também ganhou fãs e admiradores. Colares coloridos e que apresentam essa força são confeccionados especialmente para a sambista.

Daniela Spielmann.


Daniela Spielmann, saxofonista da banda Altas Horas, do programa de Serginho Groisman, na TV Globo, tem uma linha mais clássica e aposta em peças de ouro e prata para valorizar o look. A loura é uma mulher chique, moderna e com um guarda-roupa intemporal. Os acessórios valorizam ainda mais a beleza da musicista.

E você,
qual é o estilo que te veste?

O acessório que te representa?

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Uma boa semana com Arte!

Por Geneci Martelli

Meu trabalho é meu ar, meu lazer. Quando estou trabalhando, sinto que minha alma se expande, tudo fica ensolarado. É, na verdade, indescritível… Mas vamos começar? Aqui, temos a tela O catador de latinhas, que participou de uma exposição no Museu do Louvre, Paris, em 2010.
O Catador de latinhas, que esteve no Museu do Louvre.

Sou apaixonada pelas telas de O Catador de latinhas porque elas são, na verdade, uma série com o senhor Antônio, que é um personagem real de nossa cidade. Acho que é pela força de vontade e energia que ele tem e pela idade avançada: com seus 94 anos, sai de casa todos os dias pela manhã e à tardinha para catar latinhas. É uma lição de vida.
 

Agora, uma Tela decorativa. Com materiais desidratados, folhas, cascas e sementes. Ficaria perfeita em um escritório.
Tela decorativa.


E voltamos a O catador de latinhas! Mais duas fotos com este herói de Tapurah

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Mestra em Inglês, e positiva

Ela é do Brasil e do Exterior.


Assim é a nossa nova entrevistada, a conceituada Educadora pernambucana, residente em Recife, 

CARMITA GALVÃO.
Geisers.

Admirada por alunos, ex-alunos e colegas de trabalho, ela esbanja incentivo e simpatia em suas aulas, sejam elas públicas ou particulares.

Criou ao seu redor um ambiente onde aprender o idioma inglês se torna mais fácil e agradável ao extremo.

Canoa Maori.
Conhecida aqui no Brasil e no Exterior por suas exímias habilidades profissionais, Carmita tem muito o que nos dizer de bom, não acham?

Comecemos, portanto, por esta
 

ESPECIAL
ENTREVISTA
.


Vamos curtir?
 

IZAN SANT – Como você vislumbra o ensino do inglês hoje, no Brasil? Há alguma diferença básica na forma, de alguns anos pra cá?

CARMITA GALVÃO – Como tudo na vida, houve, sim, uma evolução do processo ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras. As técnicas, métodos e abordagens são muito mais comunicativos. Além de contarmos com uma ferramenta importantíssima e quase que acessível a todos: a internet. Desta maneira, o aluno pode avaliar e melhorar seu nível de conhecimento — em qualquer área.
 

IS – Por que a resolução de lecionar inglês?

CG – Eu sempre gostei de ler, e saber que alguns livros eram em um idioma diferente me instigava. Com o passar do tempo, entendi que a língua inglesa era a língua franca. Todos os textos de qualquer língua estrangeira (em todas as áreas) são  traduzidos para o inglês. Daí por diante, minha vida profissional foi se formando. 
 

IS – Qual a sua filosofia de ensino?

CG – Nós precisamos gostar daquilo que fazemos, senão nada funciona na vida. Aprender é assim, também. Não é à toa que professores se desdobram para tornar as aulas mais interessantes, sem, contudo, retirar o direito de pensar, podar o senso crítico do aluno.
 

IS – A que compararia uma sala de aula do idioma?

CG – A um mergulho num mundo diferente, em outras culturas. Qualquer aula, de qualquer matéria que seja, é assim. Visamos à aplicabilidade daquilo que aprendemos e ensinamos.
Um Marae, ponto de encontro da comunidade, Rotorua.


IS – Conte-nos um pouco sobre a sua experiência como estudante, ou professora no Exterior.

CG – Sempre fui aluna de escola pública. Estudei na Escola Santos Cosme e Damião, em Igarassu. Mudamo-nos para o Recife, estudei na Escola Engº Lauro Diniz e depois na Escola Joaquim Nabuco. Todas as férias, nós íamos para Itamaracá, quando eu atualizava as leituras. Na adolescência, os clássicos da Literatura Brasileira e Portuguesa eram minha paixão. Ainda bem, porque me ajudou muito durante o período de vestibular e na Universidade, também. Com autorização do meu orientador, ensinei inglês no Japão, a um grupo de 25 alunos de pré-escolar. As professoras participavam da aula e a escola ficava na área de um templo. Tive oportunidade de vivenciar, não só assistir, alguns festivais.
 

IS – Quais as reais vantagens e desvantagens de lecionar?

CG – O processo ensino-aprendizagem não tem fim, sempre aprendemos e, consequentemente, ensinamos algo novo.
Representante Maori.


IS – A troca de experiências, aprendizado e calor humano em suas aulas é…?

CG – Fundamental.
 

IS – Tem algum “truque” que possa ajudar nossos jovens leitores, os estudantes do idioma, a aprendê-lo mais habilmente?

CG – Acho que dedicação e leitura. Estar atento(a) na aplicabilidade daquilo que aprende: personalizar o que aprendeu, contextualizar. Sempre digo aos meus alunos: “Leiam, a leitura é a chave-mestra, em qualquer idioma, inclusive o nosso”.
Corelli School.


IS – Que tipo de material você utiliza em suas aulas?

CG – O que disponho, mas principalmente o humano. Ensino numa escola pública, nos Núcleos de Estudos de Línguas e num centro de ensino de língua inglesa. Esclarecendo melhor, utilizo livro-texto, caderno de atividades, handouts (cópias), jornais online, projetor, internet.
 

IS – Em sua concepção, o Ganhe o mundo é um programa que…?

CG – …é inovador, audacioso e pioneiro, no Brasil. O PGM proporciona a estudantes do ensino médio cursos de língua espanhola ou língua inglesa e a concorrerem, assim, como parte do programa, a uma bolsa para intercâmbio em escolas de ensino médio em países de língua espanhola ou inglesa.
Alunos recém-chegados a Moncton.


IS – Vamos a um breve bate-bola! Diversão?

CG – Amigos.
 

IS – Paz de espírito?

CG – Família.
Corelli School.


IS – Nosso Estado, Pernambuco?

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Feliz aniversário, Almir Rouche!


E a gente comemora o aniversário de Almir, neste dia 4, Almir Rouche. 
com um capítulo do romance O enigma Rouche, sobre o cantor!
 

“APÓS 'ALMIR',
A DETERMINAÇÃO!

 

Caiu a noite.

A ansiedade devorava Gigi por dentro: como ia demorar a noite seguinte! Como parecia longínquo o retorno de Leone!

— Vinte horas — constatou pelo relógio da parede.

Jantou, leu um capítulo do romance Clarissa, de Érico Veríssimo, depois atacou a geladeira: comeu dois potes de mousse de cajá. Mas isso não lhe diminuiu a ansiedade. Assistiu à metade de um filme de ação com uma inquietude voraz. Consultou novamente o relógio: vinte e três horas. Com calor, tomou uma ducha, secou os cabelos, vestiu uma roupa clara, visitou suas páginas virtuais, nenhuma novidade. No e-mail, também não. Como fazia toda semana, navegou pelo site de Almir Rouche, contemplou fotos, viu sua agenda e releu a biografia. Passou, a seguir, à introdução de uma matéria que trazia um pouco da intensa história do cantor:

Almir Rouche nasceu em uma casa pobre da Vila Rubina, Igarassu (PE), teve o avô como referência de pai, morou parte da infância em São Paulo, onde ganhou, por duas vezes, o 1º. lugar em festivais de música, e, após, regressou às terras igarassuenses em seguida. Cantou em bares, na banda Cantor Almir Rouche.Status, em outra banda, a Diplomata, apresentando-se, com esta, nos bailes, sua grande escola. Só mais adiante, dedicou-se à técnica vocal, à leitura de notas musicais, o que lhe valeu a atribuição da carteira da Ordem dos Músicos.

Sintetizando, a vida deste cantor tão querido pelo país foi um filme em preto e branco que ganhou cores de vitória.

Gigi foi à entrevista, direto à pergunta da qual mais gostava:

Você pode nos contar um fato curioso de sua vida, Almir?

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Conto: “Dividindo a namorada”

Dividindo a namorada.
Feliz da vida, Naty disparou para o quarto. Pegou o diário e a caneta e começou a metralhar tinta pink nas páginas:

“Segunda-feira, Dia dos Namorados, tardinha.

Que show de bola, diário! Diogo aceitou me dividir com ele!

Mas como foi difícil, meu namorado não é mole, não, mais parece um homem das cavernas, diz que namorada dele só deve ter olhos pra ele, pode? Hoje mesmo, pela manhã, ele me falou isso. Depois, cedeu.

Foi preciso um mês pra eu convencer o cara. Me tornei mais atenciosa com ele, mais carinhosa, mais obediente… Até trocar as minissaias pelas calças compridas, troquei. Menos batom, menos blush, menos sombra, menos riso… A mais, só a roupa e o grau de comportamento. Tolice! Eu já tava ficando histérica de tanto esperar pelo sim dele, quando, há pouco, ousei dizer ao teimoso:

— Cansei de ser enrolada por você, Diogo, e eu não sou fio pra isso. Te amo muito, mas das duas, uma: ou você aceita, pra valer, me dividir com ele ou a gente rompe o namoro agora. Tô falando sério!

— Eu não posso te dividir com ele! — ele me respondeu, impaciente.

— Você já me dividiu com tantos outros, rapaz, qual é agora, hein?

— Só que os outros de antes não eram ele…

— Ah, é, mocinho? Então, qual a diferença entre os outros e ele, quer me dizer?

— Não gosto dele. Simplesmente não gosto, Naty.

— Por quê? Você sempre foi tão nem-aí pros outros… Para com esse ciúme bobo, cara. Estamos nos tempos modernos, Terceiro Milênio, lembra? Robôs, Internet, supercelulares…

— Mas isso tudo aí não me deixa bolado, não. O que você quer fazer, ficando com aquele outro lá, isso, sim.

Relaxei. Tentando entender melhor aquela cabecinha, perguntei com ternura:

— E você tem medo do quê, hein, amor?…

— Te perder, Tatá — a resposta foi de pronto!

— Me perder?… — me surpreendi.

— É. Sempre que você tá com qualquer outro, eu me sinto vaziozão, entende? É como se ele tivesse arrancado você de mim pra sempre!

— Diogo… que coisa sem noção! — Era sem noção mesmo.

— Sem noção? Vai que você se empolga com esse aí, resolve se aventurar mais com ele do que com os outros, aí me esquece e me abandona, né?!

Inacreditável, aquilo! Como diria o outro daquela novela que acabou, eu devo ter pintado de ruivos os cabelos de Sansão, pra ter que ouvir uma coisa daquelas! Bom… mas respirei fundo. De surpresa, beijei Diogo ardentemente, como nunca tinha beijado antes, pra tranquilizar o coração dele; depois, aproveitando o desarmamento do babaca, confessei:

— Nunquinha que vou te deixar, Diogo. Eu te amo! Olha, sou apaixonada por tudo em você: teus olhos, tua boca… teu cheiro, esse teu cabelo espetadão… tuas roupas largadonas, tua ideologia não-às-drogas… Até por teu mau-humor, sabe? Sou completamente doida por você, mas… também tô loucamente apaixonada por ele, e isso desde que a Silvinha me falou dele, me apresentou a ele na casa dela… Ah, quero tanto poder ficar com ele sem ter que abrir mão de você, neném… Será que não dá pra compreender isso?

— Não — respondeu, seco.

— Não? — cansei. Fui ríspida: — Então prefere que eu fique com ele às escondidas?

— Você não seria capaz — duvidou, baqueado.

— Sou, e não há quem me impeça! — contra-ataquei. — Você não é meu dono, cara, helloou!…

Helloou, uma ova!

— Tudo bem, trégua. Vem cá, me diz uma coisa, sinceramente: do que mais você não gosta nele? Já me dividiu com tantos… Do que mais, exatamente?

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Maxi colar de miçanga é tendência

Por Dayse Figueiredo

Peças usadas por Ana Maria Braga.
A apresentadora
Ana Maria Braga 

tem sempre em 
seu mix de acessórios
peças da
nossa Lulu Bijoux

 

Entre anéis, pulseiras e colares, a loira adora brincar com seus looks.

Em um de seus programas Ana usou um vestido de seda com um scarpin nude de salto fino. O colorido ficou por conta dos detalhes.

Com assinatura da Lulu Bijoux, este lindo Maxi colar colorido de miçangas. Com propriedade e classe, Ana ficou linda complementando o visual com colar com pingente de cristal e brincos de brilhantes. 

Nas mãos, anéis poderosos.

Colar colorido usado por Ana Maria Braga.

Vale ressaltar que é preciso ter cuidado ao combinar o Maxi colar com outros acessórios. Cuidado para não pecar pelo excesso. Hoje vamos apresentar também este queridinho das famosas que aparece revisitado a cada estação. Com miçangas coloridas, o Maxi Colar está dando um ar divertido e leve às produções.

Mais um dos colares da LB.

Aqui trazemos ainda o Maxi brinco. Com uma infinidade de opções de miçangas, o formato e os estilos se tornam muitos e garantem o ar de exclusividade da peça. Veja-o

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O enigma Rouche – 4 anos

O enigma Rouche. Orelha.


Quatro anos de lançamento desse romance 
que me fez muito feliz por tê-lo criado

 

São quatro anos mesmo que o lançamos, EU e ALMIR ROUCHE, na Livraria Jaqueira (Recife), exatamente no dia 9 de fevereiro, Dia do Frevo, da dança quente e sedutora até pra quem não pertence a Pernambuco.

A obra é um paradidático infanto-juvenil, seu conteúdo envereda por várias disciplinas escolares através dos personagens Gigi, Leone, Bel, o próprio Almir Rouche e outros seres fictícios. Mas não ficamos só na ficção, a realidade se mistura a ela de um modo divertido, mas também tendo inclusos o suspense e o mistério.

A época é a atual; a cidade, Igarassu, PE. No entanto, há acontecimentos nas conterrâneas Olinda, Recife, Ilha de Itamaracá e Itapissuma.

O quantitativo de disciplinas encontradas no enredo é satisfatório:

Língua Portuguesa,

Matemática,

Geografia,

Sociologia,

Filosofia,

Cidadania,

História,

Biologia,

Inglês,

Artes…
 

Há, ainda, durante o cativante desenrolar da trama, homenagens a amigos e a caras personalidades nossas.

É isso! Informação, tributos, diversão, emoção e intrigas você vai encontrar em O enigma Rouche!

 

ADQUIRA O SEU CLICANDO

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Carol Ribeiro - Olinda

VOCÊ AQUI

Você Aqui - dezembro de 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Caetano (consultora – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz, dramaturga e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Fábio Bianchinni (ator/produtor – São Paulo/SP)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Itamaracá/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo B. Campos (cartorário, ator – Triunfo/RS)
  • Marcio Jorge Correa (Goods Layer, Entre Rios/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Osmar Nascimento (diretor executivo – Paulista)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (diretor e produtor teatral – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)

Eventos

  • 01. “O Amante Pintor de Molière”, peça teatral com o ator Alex Albert e outros – Espetáculo Gratuito – 15h – Teatro Clênio Wanderley / Casa da Cultura, Raio Sul, 2o. andar – Recife
  • 02. Elba Ramalho, em “CAIXA de Natal” – 18h – Gratuito – CAIXA Cultural Recife / Avenida Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife – Telefone: (81) 3425-1915
  • 07. Encontro da Jovem Guarda, com The Fevers, Trepidants, Walter Ventura, na máquina do tempo – 17h – R$ 30 – Clube Ares Cisnes / Av. Cruz Cabugá, 2160, Santo Amaro/Recife
  • 31. Reveião Golarrolê, com Mateus Carrilho, Araketu, MC Elvis e os DJs Xande Medeiros, Thikos, Vini V, Iury Andrew e Tanit – 22h30 – R$ 230 (open bar premium), Vendas: Haus Bar, Avesso e Redley e site Sympla – Catamaran e Espaço Almirante / Cais das 5 pontas,s/n – Bairro de São José – Telefone: 3039-6304

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