Artesanato pra sua casa: Africanas à Holandesa

Por Edilza Santos (artesã)

Este quadro, Africana com Arara Azul, é um dos mais pedidos, indicado para salas e corredores, um trabalho um pouco demorado, mas muito prazeroso, adoro sentar em meu cantinho e trabalhar, a arte me fascina e acalma também! (Risos.)
Africana com Arara Azul.

 

Belas Africanas.


Belas Africanas é um quadro onde é retratada a beleza da mulher africana, pode ser feito com uma africana, duas, como este aí, ou o casal, quem diz como quer é o cliente.

 

A Arte Holandesa é uma técnica que transforma: trabalha-se em relevo uma imagem plana, dando a esta profundidade, perspectiva. Tornando-a realista, charmosa, bela.

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Força no conduzir a Arte

A atriz Simone Figueiredo no Baile Municipal.

 

E põe força e
determinação nisso!

 

Não é fácil comandar, e competentemente, a Cultura de um Estado repleto de diferenças artísticas, como é o nosso Pernambuco. Ricas, porém muitas.

Para esta missão, no entanto, a terra do frevo em que Ariano Suassuna escolheu para viver pode respirar aliviada — é que conta, em seu comando cultural, com a determinação de ninguém menos que SIMONE FIGUEIREDO.

Por este justo motivo, a atriz, gestora pública, produtora cultural, ex-professora de teatro e arte-educadora, apaixonada pela Veneza Brasileira, abre alas em nosso site. Para mais uma

 

ENTREVISTA 
EXCLUSIVA.

 

IZAN SANT – Você é uma artista de altíssimo quilate, tendo um imenso leque de atuações em diversas áreas culturais, então revela à gente: o que lhe proporciona mais prazer dentro do seu meio profissional?

SIMONE FIGUEIREDOVer o público envolvido com o trabalho, com a ação cultural. A arte é um grande instrumento de transformação social, permite várias possibilidades de reflexão, contribui para a formação do senso crítico do cidadão. É muito interessante ver a reação do público diante de uma proposta artística. Como atriz, arte-educadora, gestora e produtora cultural o meu objetivo sempre foi chegar até o espectador. A Arte, para mim, é fundamental. Não consigo dissociar educação e cultura no constante processo de formação e aprendizado do homem.
 

IS – Como a atriz de ontem — mais atuante nos palcos — pensa hoje sobre o ato deCom Laura Cardoso. interpretar?

SFÉ uma pergunta que muitas pessoas fazem, se eu não sinto falta dos palcos, ou quando eu voltarei a atuar como atriz. Acredito que o meu trabalho como gestora e produtora cultural me alimenta de uma maneira que hoje eu sinto mais prazer em proporcionar que outros colegas brilhem. Sempre dei o melhor de mim como atriz. Sempre fui disciplinada, pesquisava e lia sobre o personagem, fazia aulas, enfim, me preparava para o trabalho. Nunca descartei a possibilidade de voltar a interpretar um personagem. Confesso que nos últimos anos, priorizei as funções que assumi como gestora pública. Não tinha como conciliar a carreira de gestora com a de atriz. Mais não deixei a porta fechada. No dia em que aparecer um texto, uma proposta que me provoque, voltarei correndo.
 

IS – O Recife Multicultural em suas festividades, a seu ver, está…?
Nos dê uma ou mais características dele.

SF – Percorrendo as ruas, museus e construções históricas, podemos observar a herança cultural deixada pelos africanos, holandeses, indígenas e portugueses, ingredientes de uma rica miscigenação. As influências deixadas por outro povos foram coloridas pelos negros, que deram sua cadência. Assim, os ritmos manguebeat, maracatu e frevo estão presentes na alma do povo do Recife. A consequência disso é um carnaval multicultural e de grande manifestação popular. Enquanto isso, o cinema pernambucano é destaque nacional e internacional. A moda, o design, a dança, as artes visuais, a música, sempre com linguagens contemporâneas, são interpretadas por uma cultura que tem sua gênese no caldeirão da interculturalidade. Festas como o São João ressaltam as tradições nordestinas num dos eventos mais populares da região. É assim que Recife revela o seu perfil alegre, multicultural, cosmopolita, praiano, artístico e contemporâneo.
Com Antunes Filho e em São Paulo.

IS – Como foi a experiência de dirigir o Parque Dona Lindu?

SF – Coordenar o Parque Dona Lindu foi um desafio enorme. Primeiro, porque estamos falando de um patrimônio arquitetônico que leva a assinatura de Oscar Niemeyer, depois porque era um parque diferenciado, com uma galeria de arte, um teatro, pista de skate, quadra poliesportiva, espaço para restaurante, dois parques infantis, enfim, um equipamento cultural gigante com uma logística de operacionalização complicada e uma equipe pequena. Mas todos que trabalhavam comigo não mediam esforços para que o parque desse certo, vestiram a camisa do Dona Lindu. Quando se trabalha com amor, tudo flui. Um ano após a sua entrega à cidade, fomos indicados pela FGV, a Fundação Getúlio Vargas, ao Ministério da Cultura, o MINC, como um dos três equipamentos públicos de referência no Brasil. Fui a Brasília, a convite do MINC, participar de um seminário internacional de equipamentos públicos para falar da experiência e do sucesso do Parque Dona Lindu.
No Teatro Santa Isabel.

IS – E dirigir o Teatro de Santa Isabel, como você lidou com isso?

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Nos palcos e na Grande Tela

Texto: Por Dayse Figueiredo e Alessandro Moura

Lulu Bijoux assina acessórios de Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos

Espetáculo segue temporada no Teatro Clara Nunes, no Rio.
Todos os musicais... - Foto: Leo Aversa.O Brasil se encanta com musicais impecáveis desde 1997 com a dupla CHARLES MÖELLER e CLAUDIO BOTELHO, os quais abrem a cena de 2014 com uma grande novidade: TODOS OS MUSICAIS DE CHICO BUARQUE EM 90 MINUTOS, no Clara Nunes.

O público já pode se apaixonar pel’O Mágico de Oz, Como Vencer na Vida sem Fazer Força, Um Violinista no Telhado, Hair, A Noviça Rebelde, Beatles num Céu de Diamantes e vários outros sucessos, agora é chegada a hora de cantar junto comemorando os 70 anos de vida de Chico Buarque.

O musical segue a mesma linha de Beatles num Céu de Diamantes e Milton Nascimento — Nada Será Como Antes: uma revista sem texto ou diálogos, onde cada canção ou pot-pourri costuram as cenas. “Preferimos mostrar a obra, que é o que importa, e não o autor", conta o diretor Claudio Botelho.

O musical de canções de Chico Buarque é de formato pequeno, apenas oito atores. A montagem usa as canções para contar a história de uma trupe teatral, vivida no palco por Claudio Botelho, Soraya Ravenle, Malu Rodrigues, Davi Guilhermme, Estrela Blanco, Felipe Tavolaro, Lilian Valeska e Renata Celidonio.
 

Acessórios da Lulu vão parar nas telonas

Sinal - o filme.

 

O lançamento do filme

SINAL

foi realizado na sexta edição do

LOS ANGELES BRAZILIAN FILM FESTIVAL.

A atriz BIANCA RINALDI, figura conhecida das telinhas e que brilhou em novelas como A Escrava Isaura, Caminhos do Coração e José do Egito, encabeça o elenco de Sinal, que  tem atraído olhares do público em festivais.

O ator e rapper André Ramiro — conhecido por sua participação em Tropa de Elite e Tropa de Elite 2 — tem papel de destaque no curta.

Atuam também em Sinal os atores Bruna Di Tullio, Fábio Bianchini, Silvana Didonet, André Rayol, André Cursino, Rafael Zulu e Wesley Aguiar.

O roteiro é de André Dias, com direção de Charles Daves.

O filme faz agora uma sessão fechada, exclusivamente para convidados,

em

13-01, no 

Espaço Itaú de Cinema,

em Botafogo,

no Rio de Janeiro.
 


 

LEONA CAVALLI usa Lulu Bijoux em peça teatral

Atriz de Amor à vida brilha nas cenas de E AÍ, COMEU?, em cartaz no Teatro dos Grandes Atores.

E aí, comeu? é uma comédia dinâmica e séria, que espelha os muitos tipos de homens e mulheres. ÉFoto: Divulgação - cedida pela Lulu Bijoux. tudo aquilo que as mulheres gostariam de saber sobre o que tanto os homens conversam quando estão sozinhos. Não há nenhum tipo de censura no discurso masculino. A linguagem é direta.

O espetáculo procura, na voz de três amigos de infância, despertar no espectador o entendimento do novo papel do homem diante da mulher na sociedade contemporânea.

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Entrevista Especial: Haroldo Botta

Ator Haroldo Botta
Mais um excelente ator,
outro homem das Artes
dá o ar de sua graça aqui,
no Papo de Bem!

 

Desta vez, um veterano que mudou o rumo de sua história há anos atrás, e nem por isto se desligou do teatro.

Fez profissionalmente várias novelas, algumas, inclusive, na Rede Record, onde iniciou, e na Rede Globo, emissoras pelas quais nutre um profundo carinho, entretanto esteve distante da televisão; só não descarta a possibilidade de voltar em um folhetim, desde que lhe surja um bom convite.

O público, por sua vez, o quer de volta à telinha, é o que venho constatando nesses meus 6 anos como escritor e colunista, em contato direto com o telespectador tanto virtual quando pessoalmente.

Admirador de autores como Ivani Ribeiro, Cristianne Fridman, Walther Negrão e mais alguns citados adiante, HAROLDO BOTTA, além de ator, é diretor, locutor de rádio, apresentador, professor de teatro e presta, com uma eficiência singular, consultoria na área de Feng Shui.

Haroldo Botta e a esposa Valeska de Gracia.
Assim como ocorreu com a atriz Glória Pires, os atores Selton Mello e Oberdan Júnior, Botta iniciou sua carreira ainda criança; anos depois, foi o intérprete do inesquecível bandido Quarentinha de Dona Beija (onde contracenou com a bela Maitê Proença) e do polêmico Luís de Marina, bem como de outros personagens sobre os quais ele vai nos contar tudo tintim por tintim nesta entrevista gravada.

Em relação à gravação, este Senhor Profissional me esclareceu:

“Preferi as respostas em voz porque sou melhor para me expressar falando que escrevendo.”

Então, à vontade, Haroldo,
vamos à nossa primeira pergunta…
 

IZAN SANT
O que pode nos dizer sobre seus primeiros trabalhos como ator na televisão, sobre o personagem que mais marcou você na sua fase adulta e o Quarentinha?

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Réveillon: arrase com os acessórios da Lulu

Por Dayse Figueiredo

Bracelete Duplo ou não.
Bracelete 
Duplo
ou não…

 

Uma das tendências do verão que promete brilhar na noite de réveillon é o bracelete duplo, que é usado com pulseiras idênticas nos dois pulsos.  

Quem achar que fica demais ou optar por utilizar mais acessórios, vale usar um só.

Esta moda está sendo revisitada, já que até Cleópatra gostava das peças…

E quem é que não se lembra do figurino da Mulher Maravilha?

A tendência se firmou no último
São Paulo Fashion Week.

Bracelete - Duplo ou não.

 

Várias marcas apostaram no estilo,
como:
Cia Marítima,
Lenny,
Salinas
e Trya.
 

Vale ressaltar que a tendência é tudo,
porém, com o foco nos braços,
é melhor colocar
acessórios neutros…
 

 

Colar - Hippie chic.


Estilo 
Hippie Chic
 

Os colares hippies chic também têm seu lugar garantido
na produção que a Lulu Bijoux indica.

Com miçangas, muitas voltas e fios encerados, as peças dão um ar
romântico
para a produção.

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Feliz Natal com emoções do passado recifense!

Por Izan Sant & Wilton Carvalho

Avenida Guararapes e Ponte Duarte Coelho.Feliz Natal com este antigo cartão da década de 50, que exibe a AVENIDA GUARARAPES e a PONTE DUARTE COELHO!

(Fonte: Coleções de cartões postais do Museu da Cidade do Recife)
 

Ponte da Boa Vista.

Com a decoração na PONTE DA BOA VISTA, deixando a cidade em clima de Papai Noel!

(Fonte: Coleção de cartões postais do Museu da Cidade do Recife)
 

Outra vez a Avenida Guararapes.

E também com a decoração — novamente na década de 50 — mostrando o canteiro central da AVENIDA GUARARAPES enfeitado com árvores natalinas!

(Fonte: Arquivo DP)

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Quatro em um


Alessandro Moura em foto de Junior Moritz.
Ou vários até, pois eu estou me referindo ao ator, cantor,
jornalista e, também, apresentador de TV
 ALESSANDRO MOURA


Um jovem que, segundo ele mesmo afirma, supera os desafios do cotidiano e da carreira em nome da realização profissional.

No Teatro Vanucci, no Rio, Alessandro atuou, com brilhantismo, no frenético musical Alice no País das Maravilhas, e o rapaz já anda envolto em mais um espetáculo, para a felicidade geral dos espectadores.

Que tal sabermos com ele qual é?

Há muita poesia nas suas palavras.
 

EXCLUSIVA
ENTREVISTA

 

IZAN SANT – Ator por quê, com exatidão?

ALESSANDRO MOURASeria de fato muito mais simples ter seguido uma outra carreira ou lutado por outros objetivos. Ninguém na minha família teve nenhuma vontade de seguir a carreira artística ou até mesmo a comunicação, mas esse desejo começou logo cedo, ainda quando tinha 11 anos. Trabalhar com as pessoas, as palavras, perceber a mudança da vida do outro com o papel transformador que a arte faz é gratificante. Como ator investigador, poder compor personagens é estar atento ao outro livre de preconceitos ou despido da minha própria história. Desde que assumi para mim mesmo que sou ator, percebi o quanto melhorei também como ser humano. Um olhar mais sensível, mais minucioso sobre o outro. Isso vai desde o botequim na Lapa, até o ponto de ônibus. Tudo é motivo de observação para quem lida com arte. Quando não se é possível fazer uma outra coisa, quando a arte está viva de tal maneira que sua ausência lhe causa o mal, pode ter certeza de que não é depressão. Para mim é só falta de coxia, camarim, palco e plateia. É poder viver mil vidas em apenas uma.
 

IS – E o amor pela reportagem, como aconteceu?

AMAinda criança, fui apresentador de um programa de rádio, isso na Rádio Difusora de Goiânia,Alessandro na TV Petros. depois comecei a colaborar para um jornal de bairro com entrevistas e reportagens. É claro que eu lia muito impresso na época, até para poder saber qual o formato tinha que escrever, eu já pensava assim com 11 anos… (Risos.) Essa experiência me despertou a vontade de fazer faculdade de Jornalismo. Logo comecei a fazer uma série de comerciais publicitários em Goiânia. Eu sempre fui muito elogiado pela voz. Diziam que era uma voz forte, marcante. Assim, entrei para trabalhar em um programa de TV, o “Conexão Moda e Beleza”. Ali conheci uma jornalista que me deu a referência de tudo que sou hoje, Francesca Oliveira me ensinou tudo. Ela é uma pioneira do telejornalismo de Goiás. Ali aprendi a reportagem e a apresentação de TV com quem mais sabe. Foram dois anos de sucesso na TV Bandeirantes. Nunca mais parei… Consegui ser bolsista na FACHA, a Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio, e aqui estou eu.
 

IS – Dos seus trabalhos como ator, quais os que mais o levaram a se sentir realizado por ter feito?

AMSão muitos trabalhos que me deram muita alegria, tanto no teatro quanto na TV e uma série de curtas-metragens. Vamos lembrar? “Santa Joana dos Matadouros”, Brecht. A direção era do saudoso José Renato Pécora. Foi uma experiência incrível que tive oportunidade de ter na cidade de São Paulo e o último espetáculo dirigido pelo Zé. Uma peça musicada que lotou o teatro em todos os dias e que proporcionava ao público uma reflexão social e política. Outra boa experiência foi o circuito SESC de Contação de histórias, onde atuei com “Negrinho do Pastoreio conta: O Sumiço do Saci”, uma linda aventura pelo imaginário infantil em todo interior de São Paulo e no SESC da Paulista. Em novelas, algumas participações, mas em “Três irmãs” pude dividir a cena com Vera Holtz. Foi maravilhoso. Gravei um piloto de uma série musical para TV, “Abaixo a Cinderela”. Outro momento de saudade.

Alessandro Moura.
IS – Já as duas reportagens mais legais, quais foram?

AMNo jornalismo, atuo desde 2003 e tive a chance de entrevistar grandes personalidades do esporte, política, arte e entretenimento. Reportagem, eu fiz uma tocante com a treinadora de ginástica olímpica Georgete Vidor, que me marcou; a outra foi um trabalho que fiz em Rio Verde, no interior goiano, que mostrava a pobreza da população, suas dificuldades de emprego, saneamento básico e acesso à saúde.
 

IS – Fala um pouco pra gente sobre o Chá com Nozes.

AMUm momento muito bom da minha vida. A Chá Com Nozes é uma produtora que atende grandes empresas do Brasil. Lá fui contratado para atender duas, em especial: A Petros, a Fundação de Seguridade da Petrobrás, e o Banco do Brasil. Eu atuava como apresentador e repórter dos programas dessas duas instituições. Entrevistas, matérias exclusivas e programas de estúdio. Viajei bastante por conta das gravações. Também tive oportunidade de gravar para a Defensoria Pública da União. Muito feliz por ter passado por essas instituições e ter meu trabalho solicitado por elas.
 

QUANTO

AO UNIVERSO

DO TEATRO…

 

IS – E o Rio no Teatro?

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Especial: Estudante de coração

Miriã Oliveira.
Esta pertence a uma das 
Escolas de Referência em Ensino Médio,
as EREMs

 

É MIRIÃ OLIVEIRA, aplicada aluna da EREM José Manuel de Queiroz (EJOMAQ), localizada na pernambucana Cidade do Paulista, a terra do jogador Rivaldo.

Nossa entrevistada, Miriã se caracteriza como: “Uma garota que ama bastante a sua família, é estudiosa e se interessa muito por leitura; gosta demais de escrever” — o que, no seu caso, é um hobby. Outros hobbies da estudante são dançar, cantar e desenhar.

Antes de iniciarmos a ENTREVISTA e após nos revelar que está escrevendo um romance, ela complementou: “Sou gentil, delicada, simpática, determinada, evangélica e quero mudar o mundo em que vivo para melhor. Prazer, esta sou eu!”

 

E, agora, é conosco…

 

IZAN SANT – Em sua opinião, quem valoriza mais os estudos: os alunos oriundos de escolas públicas ou particulares?

MIRIÃ OLIVEIRA - No meu ponto de vista, muitas vezes são os alunos das escolas públicas, porque querem uma melhoria de vida para eles mesmos e para sua família.
 

IS – O ensino oferecido por sua escola realmente capacita você para o acesso ao ensino superior?

MO Claro, por causa da metodologia: os professores nos passam muitas pesquisas.
 

IS – Você considera que faz tudo o que pode com o objetivo de assimilar o máximo possível das aulas?

MO Sim, sem dúvida alguma.Estudante Miriã Oliveira.
 

IS – Qual sua disciplina preferida? Por quê?

MO Biologia, porque futuramente serei veterinária e vou ter que entender sobre a disciplina.
 

IS – E qual é a disciplina em que você sente mais dificuldade de compreensão?

MO Fisíca, pois envolve matemática.
 

IS – Que livro leu que a fez se sentir feliz por ter lido?

MO A Bíblia Sagrada.
 

IS – Tem alguns autores prediletos? Ou apenas um?

MO Lúcio Barreto.
 

IS – O que mais a cativa em sua escola? E o que mais a deixa insatisfeita?

MO A dedicação dos professores me cativa mais. O que me insatisfaz é a falta de respeito e de verbas para que os alunos possam produzir um projeto bem feito.
 

IS – Há algum programa de televisão que você julgue politicamente correto, hoje em dia, para os estudantes, de um modo geral?

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Preciosas pratas


Por Dayse Figueiredo
Rubi que te quero.

 

Nesta edição,
preparei um especial da linha de prata, com três peças, da
Lulu Bijoux.

Algumas peças que estão fazendo a cabeça das famosas que estão de olho no brilho das pedras e na beleza de um designer exclusivo.

 

Rubi
que te quero

 

O charme e a sofisticação são palavras que andam juntas com este anel que é trabalhado em prata 925,
com ouro envelhecido.

Rubis e esmeraldas para fazer a produção ficar puro luxo.

Deslumbrante,
não é mesmo?
 

 

 

Brincos Preciosidade.

 

Brincos 
Preciosidade

 

As preciosas esmeraldas vão deixar o look ainda mais belo.

Um par de brincos de esmeraldas brilham nos salões de festas.

Eles são perfeitos para ocasiões especiais.

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Saudosa Basílica

Por Wilton Carvalho

Com mais de duzentos anos de existência, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Recife, assistiu a mudanças radicais pelas quais aquela localidade passou. Construída pelos Carmelitas, em meio a sobrados e ruas estreitas, hoje possui um pátio ou praça com o mesmo nome.
Basílica e Convento Nossa Senhora do Carmo - Recife.

BASÍLICA E CONVENTO NOSSA SENHORA DO CARMO (DÉCADA DE 70)

Viu a derrubada de sobrados, extinção de ruas e abertura da Avenida Dantas Barreto, que muitos apontam como um erro a sua construção. Com tantas mudanças, se manteve firme, com seu templo imponente e importante patrimônio histórico para a cidade do Recife.

(Wilton Carvalho)

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presente de artista

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Msg do Mês - Setembro - 2018

Aniversariantes

  • Alex Marssylonne – Leco (segurança – Recife/PE)
  • Alexandre Sampaio (ator/produtor cultural – Recife)
  • Alexandre Teixeira (roteirista)
  • Ana Carolina (cantora)
  • Ana Farache (da Farache Comunicação – Recife)
  • Bianca Bin (atriz)
  • Bruna Fittipaldi (atriz e jornalista – Recife)
  • Carlinhos Duarte (ator e modelo – Recife)
  • Charlie Sheen (ator, dublador, roteirista, produtor)
  • Christiane Mattos (atriz, dançarina – Rio de Janeiro)
  • Cinthia de Oliveira (atriz e fisioterapeuta – Recife)
  • Cléo Farias (emp./Detox Flow – EUA)
  • Daniel (cantor)
  • Diogo Lôpo G. Ogando (Letras e Direito, Salvador)
  • Edi Cordeiro de Sá Leitão (advogado – Recife)
  • Edilza Santos (artesã – Olinda/PE)
  • Eduardo Godoy (ator – Recife)
  • Érica Seiça (assist. tecn. administrativo – Portugal)
  • Eurides Nóbrega (secretária executiva – Igarassu)
  • Fátima Bernardes (jornalista e apresentadora-TV)
  • Genilse Ma. Cândido Gonçalves (bióloga- Igarassu)
  • Genivalda Lopes (Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Gessika Helena (da Gessika Nails – Itapissuma)
  • Glória Perez (novelista)
  • Gugga Siqueira (ator – Rio de Janeiro)
  • Jackeline Villarim (atriz/psicóloga clínica – Londres)
  • Jairo Oliveira (gestor – Vitória/ES)
  • Joaquim Diniz Neto (supervisor/Correios – Recife)
  • Jorge Tavares Ferreira Júnior (Record – RJ)
  • Leandra Leal (atriz)
  • Lucas Augusto (ator, soldado – Vitória de Sto Antão)
  • Luciano Huck (apresentador de TV)
  • Luiz Eugênio (administrador – Recife)
  • Malu Mader (atriz)
  • Marcello Trigo (ator, locutor, dublador – Recife)
  • Marcelo Henrique Andrade (jorn./repórter – RJ)
  • Marcos Frota (ator e artista circense)
  • Marina Amorim (arquiteta, modelo, atriz – Recife)
  • Marisa Galvão (profa. de Português – Olinda)
  • Marise Dias (empresa Goianá – Goianá/MG)
  • Marquinhos Moura, o Kzu Bala (Mc-compositor)
  • Max Fercondini (ator)
  • May Aquino (atriz/Relações Públicas – Estugarda)
  • Miriã Oliveira (concluinte/Ensino Médio – Paulista)
  • Neto Nunes (ator – Recife)
  • Nonato Seabra (aux.-cabeleireiro – Manaus/AM)
  • Patrícia França (atriz e cantora)
  • Renata Iris (engenheira civil – Olinda)
  • Ruanita Barbosa (atriz e corretora – Recife)
  • Severina Bandeira (educ. aposentada – Palmas/TO)
  • Soira Celestino (escritora – São Paulo)
  • Suely Nunes (educadora – Paulista)
  • Thaisi Melo (coreógrafa – Recife)
  • Thaymara Rafaellen (produtora/TV-cinema, PB)
  • Thayná França (atriz/universitária – Arcoverde/PE)
  • Tyago Lucas Lima (ator e recreador – Recife)
  • Victor Kreutz (cantor e compositor – SP)
  • Xande Valois (ator)
  • Xororó (cantor)

Eventos

  • 01. Em RECIFE: “Palco Brasil” com FERNANDA TAKAI – 17h e 20h – R$ 30 e R$ 15 (meia) – Caixa Cultural Recife / Av. Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife
  • 07. Em SERRA TALHADA/PE: o cantor ALMIR ROUCHE no Encontro Pernambucano de Forró – 22h – Praça Sérgio Magalhães
  • 14. Em OLINDA/PE: Bandas BIQUÍNI CAVADÃO e CAPITAL INICIAL – 21h – Pista: R$ 100 e R$ 50 (meia), Mesa Premium: R$ 300, Mesa VIP: R$ 200, Frontstage: R$ 200 e R$ 100 (meia) – Classic Hall / Av. Gov Agamenon Magalhães, s/n
  • 21. CHITÃOZINHO & XORORÓ, BRUNO & MARRONE: 21h, R$ 140; R$ 70 (meia) Classic Hall
  • 29. Show Valencianas, com ALCEU VALENÇA – 21h – Plateia: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia) e Balcão: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia); Vendas: Bilheteria do teatro (segunda a sábado, 9h às 17h), lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br – Teatro Guararapes / Av. Prof. Andrade Bezerra, S/N – Salgadinho – Telefone: 3182.8020

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