Quatro em um


Alessandro Moura em foto de Junior Moritz.
Ou vários até, pois eu estou
me referindo ao ator, cantor,
jornalista e apresentador de TV
 
ALESSANDRO MOURA


Um jovem que, segundo ele mesmo afirma, supera os desafios do cotidiano e da carreira em nome da realização profissional.

No Teatro Vanucci, no Rio, Alessandro atuou, com brilhantismo, no frenético musical Alice no País das Maravilhas, e o rapaz já anda envolto em mais um espetáculo, para a felicidade geral dos espectadores.

Que tal sabermos com ele qual é?

Há muita poesia nas suas palavras.
 

EXCLUSIVA
ENTREVISTA

 

IZAN SANT – Ator por quê, com exatidão?

ALESSANDRO MOURASeria de fato muito mais simples ter seguido uma outra carreira ou lutado por outros objetivos. Ninguém na minha família teve nenhuma vontade de seguir a carreira artística ou até mesmo a comunicação, mas esse desejo começou logo cedo, ainda quando tinha 11 anos. Trabalhar com as pessoas, as palavras, perceber a mudança da vida do outro com o papel transformador que a arte faz é gratificante. Como ator investigador, poder compor personagens é estar atento ao outro livre de preconceitos ou despido da minha própria história. Desde que assumi para mim mesmo que sou ator, percebi o quanto melhorei também como ser humano. Um olhar mais sensível, mais minucioso sobre o outro. Isso vai desde o botequim na Lapa, até o ponto de ônibus. Tudo é motivo de observação para quem lida com arte. Quando não se é possível fazer uma outra coisa, quando a arte está viva de tal maneira que sua ausência lhe causa o mal, pode ter certeza de que não é depressão. Para mim é só falta de coxia, camarim, palco e plateia. É poder viver mil vidas em apenas uma.
 

IS – E o amor pela reportagem, como aconteceu?

AMAinda criança, fui apresentador de um programa de rádio, isso na Rádio Difusora de Goiânia,Alessandro na TV Petros. depois comecei a colaborar para um jornal de bairro com entrevistas e reportagens. É claro que eu lia muito impresso na época, até para poder saber qual o formato tinha que escrever, eu já pensava assim com 11 anos… (Risos.) Essa experiência me despertou a vontade de fazer faculdade de Jornalismo. Logo comecei a fazer uma série de comerciais publicitários em Goiânia. Eu sempre fui muito elogiado pela voz. Diziam que era uma voz forte, marcante. Assim, entrei para trabalhar em um programa de TV, o “Conexão Moda e Beleza”. Ali conheci uma jornalista que me deu a referência de tudo que sou hoje, Francesca Oliveira me ensinou tudo. Ela é uma pioneira do telejornalismo de Goiás. Ali aprendi a reportagem e a apresentação de TV com quem mais sabe. Foram dois anos de sucesso na TV Bandeirantes. Nunca mais parei… Consegui ser bolsista na FACHA, a Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio, e aqui estou eu.
 

IS – Dos seus trabalhos como ator, quais os que mais o levaram a se sentir realizado por ter feito?

AMSão muitos trabalhos que me deram muita alegria, tanto no teatro quanto na TV e uma série de curtas-metragens. Vamos lembrar? “Santa Joana dos Matadouros”, Brecht. A direção era do saudoso José Renato Pécora. Foi uma experiência incrível que tive oportunidade de ter na cidade de São Paulo e o último espetáculo dirigido pelo Zé. Uma peça musicada que lotou o teatro em todos os dias e que proporcionava ao público uma reflexão social e política. Outra boa experiência foi o circuito SESC de Contação de histórias, onde atuei com “Negrinho do Pastoreio conta: O Sumiço do Saci”, uma linda aventura pelo imaginário infantil em todo interior de São Paulo e no SESC da Paulista. Em novelas, algumas participações, mas em “Três irmãs” pude dividir a cena com Vera Holtz. Foi maravilhoso. Gravei um piloto de uma série musical para TV, “Abaixo a Cinderela”. Outro momento de saudade.


IS – Jás duas reportagens mais legais…

Alessandro Moura.
… quais foram?

AMNo jornalismo, atuo desde 2003 e tive a chance de entrevistar grandes personalidades do esporte, política, arte e entretenimento. Reportagem, eu fiz uma tocante com a treinadora de ginástica olímpica Georgete Vidor, que me marcou; a outra foi um trabalho que fiz em Rio Verde, no interior goiano, que mostrava a pobreza da população, suas dificuldades de emprego, saneamento básico e acesso à saúde.
 

IS – Fala um pouco pra gente sobre o Chá com Nozes.

AMUm momento muito bom da minha vida. A Chá Com Nozes é uma produtora que atende grandes empresas do Brasil. Lá fui contratado para atender duas, em especial: A Petros, a Fundação de Seguridade da Petrobrás, e o Banco do Brasil. Eu atuava como apresentador e repórter dos programas dessas duas instituições. Entrevistas, matérias exclusivas e programas de estúdio. Viajei bastante por conta das gravações. Também tive oportunidade de gravar para a Defensoria Pública da União. Muito feliz por ter passado por essas instituições e ter meu trabalho solicitado por elas.
 

QUANTO

AO UNIVERSO

DO TEATRO…

 

IS – E o Rio no Teatro?

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Especial: Estudante de coração

Miriã Oliveira.
Esta pertence a uma das 
Escolas de Referência em Ensino Médio,
as EREMs

 

É MIRIÃ OLIVEIRA, aplicada aluna da EREM José Manuel de Queiroz (EJOMAQ), localizada na pernambucana Cidade do Paulista, a terra do jogador Rivaldo.

Nossa entrevistada, Miriã se caracteriza como: “Uma garota que ama bastante a sua família, é estudiosa e se interessa muito por leitura; gosta demais de escrever” — o que, no seu caso, é um hobby. Outros hobbies da estudante são dançar, cantar e desenhar.

Antes de iniciarmos a ENTREVISTA e após nos revelar que está escrevendo um romance, ela complementou: “Sou gentil, delicada, simpática, determinada, evangélica e quero mudar o mundo em que vivo para melhor. Prazer, esta sou eu!”

 

E, agora, é conosco…

 

IZAN SANT – Em sua opinião, quem valoriza mais os estudos: os alunos oriundos de escolas públicas ou particulares?

MIRIÃ OLIVEIRA - No meu ponto de vista, muitas vezes são os alunos das escolas públicas, porque querem uma melhoria de vida para eles mesmos e para sua família.
 

IS – O ensino oferecido por sua escola realmente capacita você para o acesso ao ensino superior?

MO Claro, por causa da metodologia: os professores nos passam muitas pesquisas.
 

IS – Você considera que faz tudo o que pode com o objetivo de assimilar o máximo possível das aulas?

MO Sim, sem dúvida alguma.Estudante Miriã Oliveira.
 

IS – Qual sua disciplina preferida? Por quê?

MO Biologia, porque futuramente serei veterinária e vou ter que entender sobre a disciplina.
 

IS – E qual é a disciplina em que você sente mais dificuldade de compreensão?

MO Fisíca, pois envolve matemática.
 

IS – Que livro leu que a fez se sentir feliz por ter lido?

MO A Bíblia Sagrada.
 

IS – Tem alguns autores prediletos? Ou apenas um?

MO Lúcio Barreto.
 

IS – O que mais a cativa em sua escola? E o que mais a deixa insatisfeita?

MO A dedicação dos professores me cativa mais. O que me insatisfaz é a falta de respeito e de verbas para que os alunos possam produzir um projeto bem feito.
 

IS – Há algum programa de televisão que você julgue politicamente correto, hoje em dia, para os estudantes, de um modo geral?

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Preciosas pratas


Por Dayse Figueiredo
Rubi que te quero.

 

Nesta edição,
preparei um especial da linha de prata, com três peças, da
Lulu Bijoux.

Algumas peças que estão fazendo a cabeça das famosas que estão de olho no brilho das pedras e na beleza de um designer exclusivo.

 

Rubi
que te quero

 

O charme e a sofisticação são palavras que andam juntas com este anel que é trabalhado em prata 925,
com ouro envelhecido.

Rubis e esmeraldas para fazer a produção ficar puro luxo.

Deslumbrante,
não é mesmo?
 

 

 

Brincos Preciosidade.

 

Brincos 
Preciosidade

 

As preciosas esmeraldas vão deixar o look ainda mais belo.

Um par de brincos de esmeraldas brilham nos salões de festas.

Eles são perfeitos para ocasiões especiais.

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Saudosa Basílica

Por Wilton Carvalho

Com mais de duzentos anos de existência, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Recife, assistiu a mudanças radicais pelas quais aquela localidade passou. Construída pelos Carmelitas, em meio a sobrados e ruas estreitas, hoje possui um pátio ou praça com o mesmo nome.
Basílica e Convento Nossa Senhora do Carmo - Recife.

BASÍLICA E CONVENTO NOSSA SENHORA DO CARMO (DÉCADA DE 70)

Viu a derrubada de sobrados, extinção de ruas e abertura da Avenida Dantas Barreto, que muitos apontam como um erro a sua construção. Com tantas mudanças, se manteve firme, com seu templo imponente e importante patrimônio histórico para a cidade do Recife.

(Wilton Carvalho)

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Ensolarando os palcos


Um dos atores mais queridos do mundo teatral aqui no Brasil,
o ensolaradoAtor Alexandre Contini.

ALEXANDRE CONTINI,

que também dirige e escreve, como já falamos em outro bate-papo com ele,
está a todo vapor no campo profissional — o que é uma constante em sua vida.

Tão bonito quanto simpático, Contini encara, de 23 de novembro a 8 de dezembro, no
Espaço Furnas Cultural
, no Rio de Janeiro,
mais uma temporada de R&J de Shakespeare.
Aos sábados, às 20 horas; aos domingos, às 19.

Sobre sua parceria como diretor, com a atriz e dramaturga Marcélli Oliveira, a autora da peça Casório, ele nos adiantou:

“Deu tão certo que dirigirei, no primeiro semestre de 2014, outro texto dela. Chama-se ‘Às Terças’”.

Fã de carteirinha do ator, por seu crescente profissionalismo,
o Papo de Bem o convidou para esta

ENTREVISTA
EXCLUSIVA
,

que você acompanha neste instante.

 

IZAN SANT – Você está reestreando R&J de Shakespeare, então o que, literalmente, significou a primeira temporada desse espetáculo para você?

ALEXANDRE CONTINIÉ um espetáculo que obteve um sucesso de público e crítica. Existe um fã clube, e o Felipe Lima é aclamado pelas fãs da peça. Morria de medo da rejeição, mas, aos poucos, fui encontrando meu espaço e fiquei muito feliz com resultado no final. 
R&J de Shakespeare.

IS – No palco, você substitui dois atores: Felipe Lima e Pablo Sanabio…
Como anda a cabeça do Alexandre tendo que encarar esses dois personagens a mais?

ACÉ muito divertido fazer esse espetáculo. O papel do Felipe eu já estou seguro, já fiz diversas vezes. Agora estou consumido em uma ansiedade, pois nunca fiz o personagem do Pablo. Tem muito texto. Creio que pelo pouco tempo de preparo e volume de trabalho pelos diversos personagens, esta temporada está entre os maiores desafios que já encarei! 
 

IS – Dá um frio na barriga sabendo que está com mais responsabilidade em R&J?

AC – Sim, muito. Mas, ao mesmo tempo, uma felicidade extrema por conta da confiança depositada em mim. Olho pra trás e vejo a jornada percorrida nesse espetáculo: a cada temporada, tive um desafio novo. 
 

INDO PARA
CASÓRIO…


IS – Como foi dirigir esta peça, que está entrando em turnê pelo Sul?Casório.

AC – Foi uma delícia. O texto da Marcélli Oliveira permite uma brincadeira com o tempo presente e o passado e revela muito da alma feminina. Sem dúvida nenhuma, hoje em dia eu entendo muito mais as mulheres do que antes do texto da Marcélli. 
 

SOBRE AS ESTREIAS
E MAIS ESTREIAS,
QUE SÃO UMA ROTINA
EM SUA VIDA… 


IS – Você é supersticioso em relação ao primeiro dia de cada uma, fazendo algum tipo de ritual, em seu camarim, bem antes entrar em cena?

AC – Só este mês foram três estreias: “Escravas do Amor”, “Casório” e “R&J de Shakespeare”. Tem um ritual cheio de energia que faço antes de todas as apresentações com todo elenco. Chamamos de Evoé!!! Mas não inventei, é um ritual que aprendi com o João Fonseca, meu mestre, que, provavelmente, aprendeu com o Antônio Abujamra. É como se o ritual e o conhecimento fossem passados de geração para geração. 
 

UMA SAIA JUSTA!


IS – Como é conciliar o furacão profissional do teatro com o amor da vida pessoal?

AC – Uma loucura, chego a dormir 3 horas por dia, pra dar conta de trabalhar, estudar e namorar. Fora que a saudade é enorme. Nos últimos meses, fiquei três semanas viajando e a Adriana (Birolli), uns vinte dias. Então estamos sempre fazendo de tudo pra ficar, nem que seja, por cinco minutos juntos. Gastamos com passagens aéreas, dirigimos de madrugada, organizamos as agendas, mas todo esforço vale a pena. 
 

IS – Indo aos acontecimentos sociais de hoje em dia, apesar de tantos protestos pelo país, o Rio — a Cidade Maravilhosa — continua lindo?

AC – O Rio é a cidade mais Maravilhosa que conheço. No meio do dia, você para pra almoçar e vê uma linda paisagem que te renova. Mas morar no Rio também tem seus problemas. Você pode ficar preso em um congestionamento de três horas. E paga uma fortuna por coisas simples como um Misto Quente. É como ser um turista na cidade em que mora.

Alexandre Contini e Adriana Birolli.

 
IS – Dois ou três trabalhos que lhe deram um total prazer desde que você iniciou a carreira!

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Naquela velha estação…

Por Wilton Carvalho

Recentemente o Recife recebeu um grande golpe em seu patrimônio histórico. Um carro desgovernado atingiu em cheio a antiga e nostálgica estação, destruindo-a quase que totalmente, ficando de pé apenas parte da estrutura metálica construída em 1865.
Estação Ponte D'Uchoa.
ESTAÇÃO PONTE D'UCHÔA

A estação era parada do trem chamado Maxambomba, expressão que veio de “Machine Pump”, do inglês e que se popularizou aqui no Recife em meados do Século XIX até início do Século XX.

Após servir de estação para o Maxambomba, foi a vez dos bondes, que substituíram o trenzinho e que passaram também a utilizar a estação. Foram-se os bondes, chegaram os ônibus, que até hoje utilizam a estação como parada e que servem a milhares de passageiros.

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Felipe Lima por inteiro

Felipe Lima em foto de Robert Schwenck.
ESPECIAL
ENTREVISTA

 

Antenado com a Arte,
ele busca sempre bons horizontes
no Universo da Interpretação,

e não se limita!


Sangue bom exibiu seu último capítulo no início de novembro, mas a atuação deste rapaz ficou marcada na memória dos telespectadores.

Considerado um dos jovens galãs da novela, o evidentemente belo 

FELIPE LIMA

viveu um mau-caráter na trama, o Xande, que, em seguida, se transformou num bom moço.

Bem, as qualidades desse novo moço o ator tem de sobra!

Comprove com o 

Felipe por inteiro.


Trata-se de mais uma entrevista gostosa e inteligente que tive o prazer de fazer. Rumo a ela, então? 
 

COMEÇAMOS
PELO
PERSONAGEM…


IZAN SANT – Você fez laboratório pra o Xande, observando as pessoas, ou lendo sobre as personalidades ou assistindo a vídeos?

Sim, pois foram dois perfis completamente diferentes num mesmo universo. 

FELIPE LIMANão fiz laboratório… não para isso, pelo menos. Quando recebi a sinopse do Xande, dizia-se que ele era Filho de Brenda — Letícia Isnard —, 19 anos, um típico 'machinho alfa', bonitão e simpático que começa a trama trabalhando de 'amigo de aluguel'", e a primeira coisa em que pensei foi “amigo de aluguel???”, a segunda foi “19 anos???”. (Risos.) A partir daí comecei a pesquisar sobre a profissão dele, pessoas que “alugam amizade”, e, como já disse em algumas entrevistas, cheguei, inclusive, a pensar em “me alugar” como amigo na vida real para ter essa experiência… para saber “como seria”… mas acabei desistindo… conversei com algumas pessoas que tinham sido “amigos de aluguel” e, a partir do relato das experiências delas, comecei a pensar em construir esse personagem. Depois disso, como o personagem era relativamente mais novo que eu, parei de malhar e comecei a fazer a barba todos os dias, para aparentar mais “moleque”, ficar com menos cara de homem e mais de menino. Em relação à trajetória do Xande no decorrer da novela, não pensei em observar ninguém, pois acho que todos nós temos um pouco de “tudo” dentro da gente… ninguém é uma coisa só… “só gente boa, só tímido, só mau-caráter, só amoroso… temos tudo isso junto e misturado”. Ao contrário de muita gente, eu nunca vi o Xande como mau-caráter. Acho que ele é um típico garotão de 19 anos, que cresceu numa casa com valores éticos e morais um tanto distorcidos. Como foi dito na própria trama, ele largou a escola antes de se formar no segundo grau por sofrer bullying por ser pobre, a mãe dele nunca o deixou seguir o sonho de ser mecânico, pois não dava dinheiro nem status… e o incentivou a se tornar amigo de aluguel para “faturar em cima dos trouxas”, enquanto ela obrigava o marido a copiar as obras de arte da mãe dele para que ela pudesse revender os originais e ficar com o dinheiro. Então acho as atitudes e escolhas dele totalmente justificáveis… elas não caíram do céu… pelo contrário… e acho que ele começou a se perceber, a tomar consciência de que a trajetória que ele vinha trilhando não era bacana quando ele se aproximou do Filipinho e da Rosemere — Josafá filho e Malu Mader. Quando ele começou a ter bons exemplos dentro de casa, quando ele viu o que era uma relação de amor entre “mãe e filho”, o que era ter um amigo de verdade… o que era uma pessoa que corre atrás dos próprios sonhos… tudo isso foi acontecendo ao longo da trama, não foi uma coisa abrupta, “capítulo 19 de um jeito, 21 de outro”. Foi sendo construído…
 

Felipe Lima - Foto de Sergio Santoian. 

IS – Bullying, uma triste situação muito presente nos dias de hoje! O Xande praticou bullying, e agressivo, no início da trama. Como você enxerga essa questão que aflige muito mais as escolas e a humanidade? 

FLAcho que esse tema vem sendo muito discutido nos dias de hoje e acho essa discussão de extrema importância. No meu tempo de colégio as coisas eram diferentes. Existia o “bullying”, mas as coisas eram tratadas de uma forma diferente… parece que ninguém tomava partido. As coisas eram tratadas como “zoação de moleques”, “brincadeira de criança”, e ficava por isso mesmo. Estamos vivendo um momento — e essa mudança de pensamento vem acontecendo aos poucos — onde não é mais aceitável a discriminação, seja ela qual for. Não é “politicamente correto” o preconceito de cunho social, racial, físico ou sexual. Os responsáveis pela educação, sejam os pais ou os professores, precisam intervir sempre que necessário. As diferenças existem. Ninguém é igual a ninguém e ninguém precisa ser igual a ninguém para ser respeitado, para ter sua dignidade no ambiente escolar, no ambiente social ou de trabalho. É uma questão de educação, de princípios… e, infelizmente, nem sempre temos bons exemplos em casa, como no caso do Xande.FL - Foto de Robert Schwenck.


IS – Conta a verdade pra galera, que quer saber. A relação final do Xande com o Filipinho chegou a surpreender você ou não? 

FLNão. Desde o início da novela eu já sabia que a trama poderia enveredar por esse caminho. Particularmente, acho a relação deles muito bonita, singular, é totalmente baseada em um tipo de afeto muito raro nos dias de hoje: verdadeiro, puro, desinteressado. Eles são mais do que amigos, são quase como "irmãos", apesar de não serem da mesma família. E acho que esse tipo de afeto cativa, conquista. Então, apesar do Xande não ser gay, nunca ter se interessado por homens, a relação que ele construiu com o Filipinho ao longo da trama poderia passar por esse viés… Sem dúvida, estamos falando de uma relação de amor… sem rótulos.
 

IS – Do seu ponto de vista, com exatidão, o texto da autora Maria Adelaide Amaral, bem como o do Vincent Villari é…? 

FLÁgil, divertido, irônico, cheio de camadas… enfim, sensacional. Eu ficava ansioso para chegarem os capítulos novos para poder ler, acompanhar não só o meu personagem, mas os outros também… me divertia muito. Li os 160 capítulos, sabia da trama de todos os personagens. Ficava conversando com eles na minha cabeça. Foi um prazer enorme fazer parte dessa novela, poder contar essa história.
 

IS – A galera quer saber, Felipe.

Qual era o clima nas gravações de Sangue bom

FLO clima era excelente. O Dennis Carvalho, nosso diretor de núcleo, tem esse talento. De conseguir reunir em uma produção não só bons atores, bons profissionais, mas também pessoas “do bem”, gente divertida, altoastral… É um privilégio trabalhar nesse clima. Todos, sem exceção, desde os câmeras aos figurinistas, aos camareiros,  aos assistentes de produção, à direção,aos atores, aos diretores. Era tudo muito divertido.


CONTINUAMOS,
AGORA,
COM O
MULTIARTISTA…

 

Felipe Lima - Foto de Mário Canivello. 
IS – Você se formou em Publicidade e Propaganda pela PUC carioca, estudou canto e dança contemporânea, fala três idiomas… No entanto, atuar é mesmo a sua praia? Apenas atuar?

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Lulu Bijoux: Quiosque show

Por Dayse Figueiredo
 

Famosos marcam presença no lançamento do quiosque da Lulu Bijoux

Eva Tudor fez questão de prestigiar o “Cantinho das Estrelas”

O mês de novembro chega com novidades na LULU BIJOUX, que acaba de lançar uma linha de joias em prata. São peças exclusivas que prometem causar sensação nesta e em muitas outras estações.
Quiosque Lulu Bijoux.Pulseiras, gargantilhas, brincos, anéis, pingentes… Ufa! Um mundo de variedades que deixa cada um dos passantes com desejo de levar tudo para casa. Na nossa próxima coluna vamos fazer um especial apenas com essa linha que já tem atraído olhares de todos os cantos.

Quem marcou presença — e é apaixonada por pedras preciosas — foi a atriz global EVA TUDOR, a dona Josefa de O cravo e a rosa. Simpática e assídua frequentadora da Lulu Bijoux, Eva fez questão de conhecer o quiosque e levou lindas peças. A atriz, sempre muito sorridente, ainda tirou uma foto com a equipe da Lulu.
Eva Tudor na Lulu Bijoux.
Famosa por conta de seus textos, REGIANA ANTONINI, que brilha nos palcos e na telinha da TV Globo, também marcou presença. A autora, diretora e atriz (que tem arrasado em Adorável Psicose — Multishow) também conferiu as belezas do universo das joias da Lulu.
Regiana Antonini na Lulu Bijoux.
A cantora ÁUREA MARTINS, que, por sua vez, dá shows nos palcos com peças exclusivas da Lulu Bijoux, passou para ver de perto a estrutura do quiosque da Lulu.

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Super de bem com a vida

No Caminito - Buenos Aires.
Desta vez, no ENTREVISTA, fizemos laços com a língua inglesa. Conversamos com CLAY YURI ROSENBERG, professor de Inglês e tradutor, natural de Vitória do Espírito Santo, mas residente na pernambucana Paulista. 

De um modo geral, como diz o próprio docente, ele ama a vida, a existência: “Adoro fazer amigos, e facilmente me proporciono viver e não ter a vergonha de ser feliz!”
Clay Yuri.
Nesse bate-papo que promete, dicas do aprendizado do idioma, intercâmbio cultural, inglês com tecnologia… É ler e constatar um senhor aprendizado!

 

IZAN SANT – O que o levou a enveredar por esta profissão? 

CLAY YURI ROSENBERG – Sempre quis ser professor, brincava de escolinha com meus irmãos, primos e primas, onde dava aulas, passava exercícios, enfim, sinto que é por vocação.
 

IS – Qual sua opinião sobre o intercâmbio cultural feito com mais intensidade aqui em Pernambuco? O programa Ganhe o mundo vale, mesmo, a pena? 

CYR – O intercâmbio cultural é algo importante para quem quer ter fluência numa língua estrangeira, pois a vivência daquela língua no dia-a-dia faz com que a pessoa a fale com mais naturalidade. E quanto ao programa “Ganhe o mundo”, acho superválido e interessante que o governo do Estado dê essa oportunidade àqueles que querem aprender e falar uma língua estrangeira.
 

IS – A língua inglesa, verdadeiramente, abre as portas para um futuro melhor? Como vê isso?CCAA - Local de trabalho de CYR. 

CYR – Sem dúvida, ter o inglês fluente em muitas empresas aumenta em mais de 50% suas chances de melhorar de salário e de um bom emprego. Eu vejo que o mundo globalizado e o inglês como a língua dos negócios fazem com que pessoas que falam esse idioma tenham mais chances em muitas profissões.
 

IS – Uma dica — ou umas — aos jovens estudantes do inglês, visando a facilitar o aprendizado do idioma! 

CYR – Ver muitos filmes de língua inglesa no idioma original, escutar muita música, estar ao máximo em contato com a língua inglesa e tentar participar de um grupo onde só se fale em inglês para manter a prática, já que aqui no Brasil não temos o inglês como segunda língua.
 

IS – Você tem preferência por algum método ou abordagem?

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Look: Sua casa no Natal


Já que o Natal, essa festa de paz, está chegando, nada melhor que um olhar natalino todo especial pra dentro da sua casa: os círios, arranjos e presépios criados por Geneci Martelli vão encher o seu lar de luxo e beleza! Então, momento de ver, curtir e adornar, pessoa linda! Clicando nas peças, você poderá vê-las melhor, vambora
Círio de Natal. Círios natalinos.
Presépio.
Olha só outros deslumbres de arranjos

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Glória Valcácer - Msg do Mês de outrubro - 2018

VOCÊ AQUI

Camila Duarte - Foto de Bem de outubro - 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Calcanhotto (cantora)
  • Adrielly Henry (atriz – Recife/PE)
  • Alcina Nascimento (educadora – Igarassu/PE)
  • Ângelo Santoro (coreóg., superv./vendas – Recife)
  • César Santos (chef de cozinha – Olinda)
  • Cláudia Abreu (atriz)
  • Cléo Pires (atriz)
  • Cynthia Nunes (estudante – Recife)
  • Danilo Rojas (bailarino – Recife)
  • Dayse Figueiredo (empresária, Lulu Bijoux – RJ)
  • Eletana Targino (coord. da LFG – Alta Floresta/MT)
  • Fabinho Seven (prop. Infohouse – Recife)
  • Fagner (cantor)
  • Fellipe Maia (Cofundador Berlim Digital – Recife)
  • Fernanda Montenegro (atriz)
  • Fiuk (ator e cantor)
  • Flávio Leimig (modelo e ator – Recife)
  • Gabriela Castello Buarque (universitária – Recife)
  • Gil Ayres (universitário, UFPE – Recife)
  • Glória Menezes (atriz)
  • Ilka Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Izabella Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Josy Ventura (administradora, atriz – Recife)
  • Kayky Brito (ator)
  • Manuela Sena (administradora – Recife)
  • Marcella Muniz (atriz)
  • Marcello Picchi (ator)
  • Marisa Orth (atriz)
  • Miguel Falabella (ator)
  • Miguel Teixeira (produtor cultural – Recife)
  • Najla Rocha Leite (gestora adjunta – Olinda)
  • Nasaré Azevedo (profa.: Filosofia – Bezerros/PE)
  • Pascoal Filizola (ator e arte-educador – Recife)
  • Pelé (ex-jogador / Rei do Futebol)
  • Pitty (cantora)
  • Priscila Camargo (atriz e contadora de histórias)
  • Rafael Cabral (jornalista e sanitarista – Olinda)
  • Rodrigo Faro (ator, cantor e apresentador/TV)
  • Sérgio Xavier (emp. Grupo inovsi – Recife)
  • Sinho Mello (cantor/educador físico – Recife)
  • Tássio Rennalli (advogado – Recife)
  • Thais Caseli (oper.: Direirto/concurseira – Recife)
  • Tofalini (cantor/compositor – Cambé/PR)
  • Vicktor Lira (booker/modelo/ator – Banguecoque)

Eventos

  • 19. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 20. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 21. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 18h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 26. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 27. Em Recife/PE: Happy Holi – 14h – R$ 55 (pista) / R$ 85 (backstage) à venda site e app Bilheteria Digital – Área externa Centro de Convenções de Pernambuco / Complexo Salgadinho, S/N
  • 27. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana

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