Alexandre Contini

Teatro — Comédia “Heróis às Avessas” (Reestreia)

Com Alexandre Contini & Carina Sacchelli
(Clique nas imagens para ampiá-las)
 

Você, do Sul do Brasil, vai perder o retorno desta supercomédia?
Não deve! Olha o que diz sobre ela o Alexandre Contini…
 

É sempre um prazer gigante fazer uma temporada de teatro, mas esta tem sabor especial. Além de atuar, também divido a Autoria do texto e a Produção do espetáculo.
Teatro. Alexandre Contini.

Produzir no Brasil está cada vez mais épico: é como se tivéssemos que enfrentar uma série de batalhas, como na Grécia Antiga, para tirarmos nossas ideias do papel.

Os 3 últimos espetáculos que dirigi foram produzidos sem patrocínio, onde os atores investiram suas economias para a realização, assim como fizemos em “Heróis às Avessas”, por isso a participação do público é imprescindível para que o teatro siga forte.
Teatro. Carina Sacchelli.

Carina Sacchelli substituiu Adriana Birolli devido à atriz estar gravando a novela Jesus.


Fazer uma turnê com 12 apresentações pelo Sul brasileiro, com parceria do SESI, é realmente gratificante.

Escrevemos este espetáculo para poder divulgar o Instituto Vidas Raras, nossos parceiros, quebramos a cabeça para fazer uma comédia divertida, na qual a mensagem não fosse panfletária, foi tudo feito com muito carinho.
Teatro. Contini e Carina Sacchelli

Por isso, é tão especial. É a materialização de nossos ideais em forma de Teatro. Afinal todo mundo, pra viver nos dias de hoje, tem que ser um pouco Super-Herói.
 

Não é que é uma verdade, de fato?
 

DIAS, HORÁRIOS E SESIS:
 

Julho

19 e 20, às 20h: Sesi Portão, Curitiba | 21, às 20h, e 22, às 19h: Sesi São José dos Pinhais | 26, 20h: Sesi Guarapuava | 27 e 28, 20h: Sesi Pato Branco.
 

Agosto

01, às 20h: Sesi Santo Antônio da Platina | 02 e 03, 20h: Arena Sesi Arte e Cultura, em Arapongas | 04 e 05, às 19:30: Centro Cultural Sesi, em Londrina.
Romance. Na comédia Sequestro121 - Heróis às Avessas.


Nossa 1ª. matéria sobre esta peça em…

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Um sequestro imperdível!


Um sequestro imperdível!
 

Mas imperdível mesmo, pois se trata da nova peça onde você poderá ver, novamente no palco, ADRIANA BIROLLI e ALEXANDRE CONTINI: #SEQUESTRO121. O primeiro e último trabalho com essa dupla star foi a comédia Manual Prático da Mulher Desesperada, e, desde então, o público já começou a sentir a falta dos atores juntos em cena. Desejo realizado!
Comédia. A Stripper e o Hacker.


Pra tirar suas dúvidas sobre este grande sucesso teatral — porque não tem como ser diferente —, Contini ressurge aqui, numa
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – De onde partiu a ideia mesmo da montagem desta peça, de ambos?

ALEXANDRE CONTINI - Sim. O texto é dos dois. Eu sou um apaixonado pelo universo HQ e sempre quis fazer uma comédia nesse gênero. A Adriana teve ideia de fazer um projeto em prol do Instituto Vidas Raras. Daí juntamos algumas ideias e desenvolvemos. Convidamos o Diogo Camargos pra dirigir e ele deu a estética perfeita ao espetáculo. Além da peça, em breve lançaremos um spin-off em forma de livro.
Alexandre Contini.


IS – De que modo estudou para compor o seu hacker?

AC - Investi nos filmes e séries do gênero, e num estudo sobre tecnologia.
 

IS – A personagem da Adriana, a stripper, com uma palavra…?

AC- Hilária.
Adriana Birolli.


IS – O seu personagem, com uma também…?

AC – Tagarela.
 

IS – No fundo, o que vocês desejam passar ao público?

AC - Além de muita diversão, humor e aventura, temos o intuito de divulgar o Instituto Vidas Raras que trabalha em prol da divulgação, orientação e apoio aos familiares, amigos e pacientes de MPSs.

Comédia. #Sequestro121.


IS – Como imagina que os Nerds veem o seu Nerd?

AC - Com muito carinho, o Nerd é o cara que sofreu bullying na escola e hoje é o cara bem-sucedido que escreve os melhores livros, inventa os melhores aparelhos, desenvolvem teorias quânticas, etc… Os Nerds são os verdadeiros heróis dos tempos modernos, e eu procurei tomar todos esses cuidados na hora de escrevê-lo e compor o papel.
 

IS – Alta descontração durante os ensaios?, nos conta.

AC - É incrível, somos uma equipe, nos conhecemos há anos, temos muita intimidade e foi a primeira vez que conseguimos juntar todos no mesmo projeto. Tivemos imersão de dias ensaiando e morando juntos!
Teatro. Equipe reunida.

Da esquerda para a direita, Ivan Vellame, Lorena Lima e Diogo Camargos.


IS – Um momento especial desta comédia — especialmente pra você?

AC - Tem uma cena que não posso dar detalhes, mas Adriana aparece de um jeito que nunca ninguém imaginou vê-la, é realmente muito engraçado e o mergulho na proposta e na caracterização quase me faz rir em cena todos os dias.

 

O que será que é, hein? Segue uma sugestão

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Realizados


Famosos. Alexandre Contini.
Que legal se assim se sentissem todos os artistas brasileiros, não é verdade?

O sucesso no universo da arte é uma incógnita, mas ALEXANDRE CONTINI, sempre uma erupção de criatividade e competência, é uma das exceções.

Hoje, o ator se encontra num dos melhores momentos de sua vida profissional. Como diretor, mais uma peça estreando, outra em turnê, e, como ator e dramaturgo, mais uma tomando forma.

Aqui ele também se emociona ao falar sobre seus colegas de trabalho.

Hora de uma nova
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Estreando, agora no dia 3, Solteira, casada, Viúva, Divorciada. Fala pra gente da curtição de dirigir esse trabalho?

ALEXANDRE CONTINI – É muito gratificante dirigir essa grande atriz em uma comédia sobre quatro mulheres completamente diferentes num mundo contemporâneo. A encenação busca transcender os rótulos que intitulam o espetáculo conseguindo a libertação dessas figuras representadas ali. As personagens transbordam nuances, não se limitando a seu estado civil atual, a partir delas podemos mergulhar em questões que assolam o ser humano, como a solidão, a lealdade, a aceitação, o empoderamento feminino, a liberdade sexual ou até a falta dela. A proposta da direção foi entrelaçar essas quatro histórias, contá-las ao mesmo tempo construindo um final apoteótico. Dessa forma elas se complementam e se unificam tratando sobre os dilemas apresentados de forma bem-humorada e delicada.
 

IS – Sua química com a Stella, uma nota e por quê!

AC – Stella é uma das maiores atrizes deste país. Ela transmuta do Trágico para o Cômico em segundos. Tem um domínio do ofício que é um presente para qualquer diretor, você sugere e ela faz, dessa forma qualquer ideia se torna uma possibilidade viável. Fora que é uma amiga divertida, carinhosa, inteligente… Se ela quiser, eu a dirijo a vida toda!!!
Teatro. Vá se divertir!


IS – O que há de mais especial nesse texto, na visão do Alexandre Contini?

AC – O texto se divide em quatro tramas, escrito por quatro autores: Noemi Marinho, Reggiana Antonini, Luis Arthur Nunes e Maria Adelaide Amaral. Foi escrito nos anos 90 e continua atual, com um humor contemporâneo e cheio de possibilidades para verticalizar em questões humanas, e a Stella faz com tanta verdade que você consegue rir e chorar ao mesmo tempo.
Alexandre Contini. O ator em performance.

IS – Outra recente peça dirigida por você, Dedo Podre, está em turnê. Por que recomenda que não percamos de assistir a esse espetáculo?

AC – A historia é maravilhosa. Nivea pegou os relacionamentos mal sucedidos e transformou em uma comédia hilária, transformou um limão em uma limonada, mousse e caipirinha. Sempre que assisto morro de rir com eles.
Cena de Dedo Podre.


IS – Guilherme e Nívea estão mandando, realmente, bem? Brincadeira… Claro que estão, então que momento de seus personagens o empolga mais?

AC – Eu chamo a Nivea de primeira aluna da turma. Dedicada, bem-humorada, não tem dia ruim. Sempre com aquele sorriso lindo no rosto. E me surpreendi porque não sabia que Nivea era comediante. Falo com propriedade, ela tem um tempo de humor excelente, mergulha na proposta, encanta a plateia, foi realmente um presente. A parte que mais gosto é quando ela conta sobre um relacionamento com um cantor sertanejo. O Gui é um grande ator; apesar de jovem, tem um domínio de plateia invejável. Ele sabe o que a plateia quer ver e, na sua primeira fala, já arranca gargalhadas. Adoro quando ele faz o Otávio, um cara gordo que precisa emagrecer, é de um carisma encantador.
Famoso. Em instante relax.


IS – Para quais capitais está viajando Dedo Podre? (Vamos antenar nossos leitores, eventuais espectadores!)

AC – Dias 10 e 11 de junho, Petrolina. Dia 17 de junho, Limeira. Dia 23 de junho, Sertãozinho, e dias 24 e 25 de junho Ribeirão Preto.
Alexandre Contini. Sucesso. Comemoração.


IS – Em que grau anda a saudade do Manual Prático da Mulher Desesperada?

AC – Grau máximo. Fiz a peça durante 1 ano, uma turnê longa de viagens e apenas uma temporada em São Paulo, tenho a sensação de que quando aprendi a fazer, o espetáculo parou. Mas a vida é assim.
Manual Prático da Mulher Desesperada.


IS – Tem novo trabalho seu pra agosto, onde você se coloca como ator. Adianta alguma coisa pro Papo!

AC – Esse é um desafio que tá me mantendo eufórico. Será meu primeiro texto encenado. Escrito junto com minha parceira de cena e noiva Adriana Birolli. Se trata de um espetáculo baseado no universo HQ, onde faço Hacker que se apaixona por uma Stripper (Adriana) e, juntos, entram pro mundo do crime. A direção é do Diogo Camargos, que vem fazendo um trabalho brilhante nos ensaios e realizando meu sonho de infância. Sempre quis fazer um super-herói ou um supervilão. E, paralelamente, estamos num livro spin-off da peça. A ideia do livro surgiu com a vontade da Adriana em fazer algo para divulgar e ajudar o INSTITUTO VIDAS RARAS, que foi criado em 2001 por pais de pacientes com mucopolissacaridoses. Parte da renda do livro será revertida em prol da causa.
Famosos. Adriana Birolli e Alexandre Contini.


IS – Como vê esse drama que o nosso país está enfrentando hoje, na política?

AC – Nos dias de polarizações em que estamos vivendo, tenho até medo de responder (Risos.). Mas a resposta é bem triste: Enojado e sem esperanças. É muita corrupção, a Fama. Quem sabe faz a hora.economia reflete negativamente na realidade de todo mundo, o que deixa muita gente à flor da pele, os juros nos engolem e eu, na minha "ignorância", não vejo uma solução. Enquanto não tiver uma verdadeira reforma política e o povo não parar de brigar como torcedores de futebol, só vai mudar as figuras, mas a história continuará a mesma. Rezemos.
 

IS – Atualmente, Alexandre Contini por Alexandre Contini…?

AC – Feliz, realizado, apaixonado pela vida e louco pra contar mais e mais histórias.

 

Ingressos para

Solteira, Casada, Viúva, Divorciada?

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Convite Especial: “Manual Prático da Mulher Desesperada”


Friend, infelizmente está chegando ao fim a última temporada desta comédia de estrondoso sucesso, portanto de casa lotada!

Mas ainda dá tempo de ver, olha o Convite da Adriana e do Alexandre especialmente pra você

As fanpages deles são

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São Paulo rindo com o “desespero” feminino

 

Está de volta ao teatro, para os paulistas, o Manual Prático da Mulher Desesperada.

Mas o que, realmente, pode fazer uma mulher em desespero por amor?
Amor. Manual Prático da Mulher Desesperada. Vá rir!


No meu ponto de vista, umas coisinhas básicas, típicas de seu estado interior

. Ligar muitas vezes pra o homem, que se dane a conta do celular!

. Não dormir à noite sem ele, ah!, quantas olheiras

. Vestir-se pra matar. Matar o cara de ciúmes na frente dos amigos.

. Descobrir onde ele “se esconde”, vira detetive mesmo!

. Tomar um banho de rosas — uma simpatia é a responsável por isso.

. Ficar, a todo instante, com vontade de estrangular o parceiro.
 

Mas nada de estrangular, hein?

Uma mulher não deve se desesperar num relacionamento, seja por insegurança ou não. Sabe como ela deve agir?

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À galera de Santo André – SP: “Manual…” chegando…


É o Manual Prático da Mulher Desesperada, com Adriana Birolli e Alexandre Contini

Uma supercomédia que conta "as aventuras emocionais de uma jovem num sábado à noite, onde Alexandre interpreta um eventual ficante e o melhor amigo gay da personagem de Adriana". Como nos disse uma vez a atriz numa entrevista, "o espetáculo tem sabor de tutti-frutti, nele tem de tudo um pouco, é maravilhoso".

Fica a dica e o delicioso convite da própria Birolli a vocês de Santo André e aos turistas do local, para este dia 16 de outubro, vejam


Façam-se felizes, assistam a esse Manual Prático,
mulheres e homens! Assisti e recomendo.
 

Vídeo gentilmente cedido por: Alexandre Contini
 

A fanpage da atriz é

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Galeria Festa Mito


Aconteceu na madrugada desse dia 6 a Festa Mito de ADRIANA BIROLLI. Num vestido exclusivo de Patrícia Bonaldi, a própria atriz atuou maravilhosamente como DJ. Sua playlist, selecionada a dedo, fez sucesso na pista de dança!
Festa Mito. A anfitriã-mor, Adriana Birolli.


Ela se divertiu horrores no evento, realizado em São Caetano do Sul – SP (como dissemos no outro post sobre a Festa), na terra natal de seu namorado, ALEXANDRE CONTINI, anfitrião e estimado ator, diretor e produtor teatral dos nossos tempos modernos.
Festa Mito. Mais um anfitrião, Alexandre Contini.


JOAQUIM LOPES, outro anfitrião, esteve no som com a intérprete da Lorena Domingos, de Totalmente Demais, e mandou bem junto com ela.
Festa Mito. Outro anfitrião, Joaquim Lopes.


Segue um pouco da galera bonita e tudo de bom que compareceu à Mito
Festa Mito. Quarteto animado, lindos convidados.
Festa Mito. Turma de bem com a vida.


Encerrando com mérito, vai para Adriana e Alexandre agora, em ritmo de festa, este verdadeiro pensamento de Augusto Branco

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Atores & Mitos

Adriana, a Lorena, e a Festa Mito.
A diretora do site sobre moda e fofocas NeoTop tem beijos sarcásticos, falsos sorrisos e adora alfinetar a rival Carol em Totalmente Demais. Eu me refiro à Lorena Domingos de ADRIANA BIROLLI que, em novo look, chegou para causar no horário das 19 horas. A atriz, ao lado dos atores ALEXANDRE CONTINI, seu namorado, e JOAQUIM LOPES, está, ainda, à frente da Festa Mito, evento imperdível e um divisor de águas em São Caetano do Sul – SP, terra natal de Contini.

Quer ficar por dentro de mais?

Os próprios Adriana e Alexandre nos contarão.

 

ENTREVISTA ESPECIAL.

 

IZAN SANT – Você é uma das atrizes mais queridas e super-respeitadas hoje. Como lida com a fama?

ADRIANA BIROLLI – O carinho do público é maravilhoso, é pra eles que fazemos o nosso trabalho, se eles têm carinho é sinal de que o trabalho mexe com eles, é incrível!
 

IS – Quando você decidiu que seria atriz, sempre quis?

AB – Faço teatro desde os oito, mas aos 15 decidi seguir como profissão.
 

IS – Instagram, Twitter, Facebook… De que modo é seu relacionamento com as redes sociais?

AB – O maior é o Insta, mas adoro Snapchat.

ALEXANDRE CONTINI – Gosto bastante, divulgo meus trabalhos e me mantenho perto dos amigos hoje distantes. 
 

IS – Sua nova personagem, a jornalista Lorena de Totalmente Demais, é bem moderna, um tanto ao estilo da Amanda de Império. Ambas têm algo mais em comum?

AB – Na verdade, são mulheres apimentadas mas diferentes, com objetivos diferentes, com jogos diferentes.
 

IS – Você me falou que um texto seu, provavelmente, estará no teatro em 2016, Alexandre. Pode nos adiantar algo sobre o que vem a ser?

AC – Sim, é uma comédia romântica onde um casal moderno sofre com os acasos do destino. Ele cuida da casa e sonha ser pai e ela arrisca a vida no mundo dos negócios. Superatual com o mercado atual. Cada vez mais as mulheres sustentam a família enquanto os homens cuidam dos filhos.
Adriana Birolli e Alexandre Contini. Atores, Mitos.


IS – Você poderá atuar nesta peça também?

AC – Está tudo encaminhado. Posso garantir que a protagonista será Carina Sacchelli, e tenho muita vontade de dividir o tablado com ela novamente. Então creio que dará certo.
 

IS – Tem sentido o assédio do público, como é lidar com isso, Adriana?

AB – É maravilhoso ver que o público tem carinho pela Lorena, eles também adoram ver o circo pegar fogo.
Joaquim Lopes também está na Festa Mito.


IS – Vamos a essa primeira Festa Mito! Abram pra gente, com suas próprias palavras, um pouco desse evento tão comentado.

AB – A festa se inspira em todo tipo de mitos, começando com o red carpet que mexe com o imaginário, teremos fotógrafos na porta registrando tudo e tudo será colocado on-line como num red carpet real, claro que não será de gala, as pessoas vão se vestir como sempre vai às suas festas, mas teremos sessão de melhores looks no site Garotas!

AC – Nasci no ABC e sempre senti falta desse tipo de evento. Meus amigos e eu sempre saímos do ABC e fomos a festas em São Paulo, Maresias e até Rio de Janeiro, daí pensei: “Tá na hora de trazer pra minha cidade um evento desse porte.” Estamos trabalhando em parceria com o Full House Studios, que vai trazer todo um layout 3D para a festa, aparelhos de ponta inovadores para o Brasil. Vai ficar incrível.
Adriana Birolli. Numa festa que promete!


IS – Enfim, uma nova mensagem híper do Bem de vocês aos amigos e fãs!

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Amor pelas “Terças”

Às Terças. Nova atriz no elenco.
Está em temporada, no Teatro Leblon – RJ, terças e quartas, até 25 de novembro, a comédia Às Terças, da atriz e dramaturga MARCÉLLI OLIVEIRA, dirigida por ALEXANDRE CONTINI, com um elenco superafiado. Um grande achado da peça foi a presença da atriz MARCELLA MUNIZ, uma veterana que abrilhanta ainda mais as exibições. 

A razão de Às Terças agradar tanto o público em todas as suas apresentações?

Ora, como diz a própria autora, devido à história ser “muito humana. O público tem chegado pra mim e dito que estão refletindo sobre a dramatização dos seus problemas e como podem levar tudo com mais leveza. As pessoas se emocionam de ver que tratamos os problemas com leveza e que não julgamos porque somos todos maravilhosamente estranhos e loucos.”

Mas que problemas são esses?

Bom, saberemos de uma vez em nossa

 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
Com o diretor e as atrizes do espetáculo.  

 

IZAN SANT – Alexandre, ocorreu mais uma reestreia da peça. Entusiasmo em alta mesmo, de todos?

ALEXANDRE CONTINI – É sempre uma delícia recontar essa história, a cada reestreia sempre surgem coisas novas. Me divirto muito com elas.
 

IS – Escrever sobre e atuar no espetáculo, Marcélli, representa…?

MARCÉLLI OLIVEIRA – Trabalho duplo, mas satisfação dupla também… (Risos gostosos.) É lindo você escrever algo que parece pequeno na sua cabeça e vê-lo tornar-se gigante no palco e sendo aplaudido por tanta gente. E o fato de você estar ali, junto, contando aquela história, emociona ainda mais.
 

IS – Carina, o que é mais gostoso de fazer na pele da sua personagem?

CARINA SACCHELLI – O que é mais gostoso de fazer na pele da minha personagem é viver essa neurose tão atual que é a ditadura da magreza! Berenice, minha personagem, faz o que for preciso: passa dias sem comer, vomita e não se considera doente, acha isso normal. Acho maravilhoso viver uma personagem vaidosa a esse ponto, algo que é bem distante de mim.
 

IS – E na pele de sua personagem, Marcella?

MARCELLA MUNIZ – Laura foi um presente, um personagem engraçado que conta a história da peça e tem todo um lado dramático também.
 

IS – O que foi mais difícil na composição da sua Jandra, Stela? Se é que houve alguma dificuldade.

STELA MARIA RODRYGUES – Tornar a Jandra crível. Fazer com que uma personagem com tudo para se tornar uma caricatura pudesse se tornar real para o público. Que as pessoas pudessem acreditar nela, rirem com ela, chorarem com ela.
Emoção. Só em "Às Terças"!


IS – Como se deu sua preparação para encarar essa montagem com uma nova atriz, Alexandre?

AC – Gotsha não pôde seguir no espetáculo por causa da agenda, e em seu lugar entrou a Marcella Muniz, uma grande atriz. A montagem muda um pouco, a Laura dela é um pouco diferente da Laura da Gotsha, então a minha preparação foi conhecer a fundo a personalidade da Marcella e a partir daí traçar as alterações, coletivamente com o elenco. Como a base do texto é a relação das quatro, uma temperatura diferente altera o todo.
Uma comédia sobre nossos problemas.


IS – O quanto é prazeroso trabalhar com um diretor feito o Alexandre Contini, Marcélli?

MO – Eu e o Alê já nos conhecemos há 8 anos, estudamos muito teatro juntos antes de trabalharmos profissionalmente juntos. Um já admirava a garra do outro de fazer acontecer, de ser empreendedor, de querer estar trabalhando. Ele assistiu muita coisa que fiz então conhece minhas qualidades e meus defeitos a fundo para poder explorar o que é bom e me dar toques onde peco. E o mais legal é que ele me incentiva a fazer personagens que ainda não fiz, a sair da zona de conforto. Fizemos duas peças lindas juntos, meu início na dramaturgia e dele na direção solo começaram nesses trabalhos, então sempre estaremos marcados na vida um do outro pra sempre. 
 

IS – Em que instante da comédia vocês se consideram o ápice da emoção do público, Marcélli, Carina, Marcella e Stela?

MARCÉLLI – Posso dizer que o ápice da minha emoção é quando alguém sai do teatro e vai pra casa mexido em maior ou menor grau com o que mostramos ali. 

CARINA – Acho que o ápice da emoção do público é do meio para o final, quando já se estabeleceu a relação de amizade e parceria das quatro mulheres. Elas se tornam amigas de verdade após anos de terapia em grupo e têm carinho e preocupação umas com as outras. O problema de uma se torna o problema de todas! Todos na plateia têm uma relação dessas na vida e acho que as pessoas se identificam e se emocionam com isso.

MARCELLA – Na cena que meu personagem Laura leva maconha para elas fumarem, acho que é a parte mais engraçada.

STELA – A cena-bônus escrita especialmente para a Jandra. É uma surpresa, não posso contar! Mas sempre que a cena começa, eu sinto que a plateia vem junto e vibra!
Às Terças. Personagens em troca de ideias.


IS – Uma das mensagens do texto que você acha mais importante, Alexandre, qual é?

AC – Num certo momento abre uma discussão interessante, uma das personagens descobre que tem uma doença terminal, e, ao invés de se deprimir, ela passa a viver intensamente cada segundo de sua vida. E me pergunto, precisamos estar com uma arma na cabeça ou por um fio pra dar valor ao que realmente importa?
 

IS – Uma mensagem super do Bem ao público de “Às Terças”, Marcélli?

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Aniversariantes

  • Alex Marssylonne – Leco (segurança – Recife/PE)
  • Alexandre Sampaio (ator/produtor cultural – Recife)
  • Alexandre Teixeira (roteirista)
  • Ana Carolina (cantora)
  • Ana Farache (da Farache Comunicação – Recife)
  • Bianca Bin (atriz)
  • Bruna Fittipaldi (atriz e jornalista – Recife)
  • Carlinhos Duarte (ator e modelo – Recife)
  • Charlie Sheen (ator, dublador, roteirista, produtor)
  • Christiane Mattos (atriz, dançarina – Rio de Janeiro)
  • Cinthia de Oliveira (atriz e fisioterapeuta – Recife)
  • Cléo Farias (emp./Detox Flow – EUA)
  • Daniel (cantor)
  • Diogo Lôpo G. Ogando (Letras e Direito, Salvador)
  • Edi Cordeiro de Sá Leitão (advogado – Recife)
  • Edilza Santos (artesã – Olinda/PE)
  • Eduardo Godoy (ator – Recife)
  • Érica Seiça (assist. tecn. administrativo – Portugal)
  • Eurides Nóbrega (secretária executiva – Igarassu)
  • Fátima Bernardes (jornalista e apresentadora-TV)
  • Genilse Ma. Cândido Gonçalves (bióloga- Igarassu)
  • Genivalda Lopes (Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Gessika Helena (da Gessika Nails – Itapissuma)
  • Glória Perez (novelista)
  • Gugga Siqueira (ator – Rio de Janeiro)
  • Jackeline Villarim (atriz/psicóloga clínica – Londres)
  • Jairo Oliveira (gestor – Vitória/ES)
  • Joaquim Diniz Neto (supervisor/Correios – Recife)
  • Jorge Tavares Ferreira Júnior (Record – RJ)
  • Leandra Leal (atriz)
  • Lucas Augusto (ator, soldado – Vitória de Sto Antão)
  • Luciano Huck (apresentador de TV)
  • Luiz Eugênio (administrador – Recife)
  • Malu Mader (atriz)
  • Marcello Trigo (ator, locutor, dublador – Recife)
  • Marcelo Henrique Andrade (jorn./repórter – RJ)
  • Marcos Frota (ator e artista circense)
  • Marina Amorim (arquiteta, modelo, atriz – Recife)
  • Marisa Galvão (profa. de Português – Olinda)
  • Marise Dias (empresa Goianá – Goianá/MG)
  • Marquinhos Moura, o Kzu Bala (Mc-compositor)
  • Max Fercondini (ator)
  • May Aquino (atriz/Relações Públicas – Estugarda)
  • Miriã Oliveira (concluinte/Ensino Médio – Paulista)
  • Neto Nunes (ator – Recife)
  • Nonato Seabra (aux.-cabeleireiro – Manaus/AM)
  • Patrícia França (atriz e cantora)
  • Renata Iris (engenheira civil – Olinda)
  • Ruanita Barbosa (atriz e corretora – Recife)
  • Severina Bandeira (educ. aposentada – Palmas/TO)
  • Soira Celestino (escritora – São Paulo)
  • Suely Nunes (educadora – Paulista)
  • Thaisi Melo (coreógrafa – Recife)
  • Thaymara Rafaellen (produtora/TV-cinema, PB)
  • Thayná França (atriz/universitária – Arcoverde/PE)
  • Tyago Lucas Lima (ator e recreador – Recife)
  • Victor Kreutz (cantor e compositor – SP)
  • Xande Valois (ator)
  • Xororó (cantor)

Eventos

  • 01. Em RECIFE: “Palco Brasil” com FERNANDA TAKAI – 17h e 20h – R$ 30 e R$ 15 (meia) – Caixa Cultural Recife / Av. Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero, Bairro do Recife
  • 07. Em SERRA TALHADA/PE: o cantor ALMIR ROUCHE no Encontro Pernambucano de Forró – 22h – Praça Sérgio Magalhães
  • 14. Em OLINDA/PE: Bandas BIQUÍNI CAVADÃO e CAPITAL INICIAL – 21h – Pista: R$ 100 e R$ 50 (meia), Mesa Premium: R$ 300, Mesa VIP: R$ 200, Frontstage: R$ 200 e R$ 100 (meia) – Classic Hall / Av. Gov Agamenon Magalhães, s/n
  • 21. CHITÃOZINHO & XORORÓ, BRUNO & MARRONE: 21h, R$ 140; R$ 70 (meia) Classic Hall
  • 29. Show Valencianas, com ALCEU VALENÇA – 21h – Plateia: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia) e Balcão: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia); Vendas: Bilheteria do teatro (segunda a sábado, 9h às 17h), lojas Ticketfolia e www.eventim.com.br – Teatro Guararapes / Av. Prof. Andrade Bezerra, S/N – Salgadinho – Telefone: 3182.8020

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Mariana Belmont - Foto de Bem de setembro

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