amor

Amor & Amor — pensamentos


Quantos sábios e filósofos falaram de amor! Que a gente aprenda mais com eles.

Famosos.

 

"Tentei lhe dizer muitas coisas, mas acabei descobrindo que amar é muito mais sentir do que dizer. E milhões de frases bonitas jamais alcançariam o que eu sinto por você."
(José de Alencar)

"Amar talvez seja isso… Descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz." 
(Padre Fábio de Melo)

"Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente." (Dalai Lama)

"Felicidade é ter algo o que fazer, ter algo que amar e algo que esperar." (Aristóteles)

"Os que se amam profundamente jamais envelhecem; podem morrer de velhice, mas morrem jovens." (Martinho Lutero)

"Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!" (Sigmund Freud)

"O amor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser." (Mário Quintana)

"Amar é descobrirmos a nossa riqueza fora de nós." (Émile-Auguste Chartier)

"A consciência de amar e ser amado traz um conforto e riqueza à vida que nada mais consegue trazer." (Oscar Wilde)

Fechando com chave de ouro nosso post, ele: o amor da semente do amanhã

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Na Páscoa, uma heroína


Janete desceu as escadas da paupérrima pensão correndo, morta de medo da mãe, que chamava por ela bravíssima, lá de baixo. Pôs-se diante daquela mulher azeda e sem amor, de olhos grandes e cruéis. Sempre vestida de negro, a cascavel: luto pelo esposo havia um mês.

Ovos de Páscoa.— Não me ouviu te chamar, não, foi, peste?! — indagou, dando-lhe um puxão de orelha que quase fez a linda garotinha de 8 anos chorar. — Agora deixa de preguiça, demônio, e vá comprar os pães e os ovos de Páscoa pra nossa ceia! Ovos menorzinhos, que tão pela hora da morte, né?

Eram 18 horas.

Vermelha e com os azuis olhinhos numa enxurrada, Janete pegou a mochila de pão das mãos da bruxa e disparou para o mercado, a uma considerável distância. A mãe lhe dera só 5 minutos, e ai da filha se ultrapassasse um segundo sequer! A cinta iria cantar!

Mas, criança, acabou se distraindo, esquecendo a vilania da genitora. Para as crianças a vida é mesmo bela, bastou ouvir um trecho de uma bobinha música infantil tocando num rádio de um boteco, que parou e começou a dançar e a cantar junto com a voz do intérprete:
 

Carneirinho, carneirão, neirão, neirão,
Olhai pro céu, olhai pro chão, pro chão, pro chão!
Peço a Deus, Nosso Senhor, Senhor, Senhor,
Para nos abençoar!
 

Ela, cantando o bis, deu adeus aos problemas, a mochila bailando na mãozinha. Os pisca-piscas das estátuas de coelhinhos, em poucos pontos da rua, ajudavam a adornar o seu mundo colorido de momento.

O pai de Janete morrera assassinado em um assalto, no centro de Porto Alegre. A mãe tocava a pensão, no subúrbio de Gramado, cada vez mais sem paciência, para a crucificação da garota, vítima diariamente de pequenas ou grandes agressões que revoltavam alguns hóspedes, mas que nada podiam fazer — achavam eles. A última rendeu à criança um olho roxo, pelo banal motivo de ter caído no sono, à tardinha, e esquecido a hora de ir comprar manteiga. E não só fazia isto, era a escrava da casa. Um caos, o relacionamento mãe/filha na "Pensão do Amor".

Mas teria a cobra, alguma vez, deixado o amor entrar ali? Alguns duvidam até hoje.

Janete ia caminhando felicíssima pela ruela de simpáticas casinhas quando, de repente, sentiu-a erma. Não viu mais ninguém depois que uma senhora entrou às pressas em sua casa, com uma criancinha de colo. A garota só registrou o olhar da mulher dirigido a um beco próximo. Miados e miados, que eram ouvidos, saíam dele. Corajosa, Janete foi até lá e espiou. Dentro, numa penumbra, um tipo malandro de homenzarrão, asqueroso, troglodita, talvez presidiário em fuga, começava o estrangulamento de um gato malhado, provavelmente de rua, que se debatia, tentando se libertar.

— Larga ele, moço! — bradou Janete, avançando para o estranho, em defesa do animal. — Não vou deixar você matar o bichinho, larga ele!

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O Maior Amor

Um Ano de Amores.


Abraçar alguém é bom. Beijar alguém faz bem. Andar de mãos dadas com alguém, nem se fala!

Abraçar, beijar, andar “de mãos dadas” com a gente mesmo, isto não tem parelha, concorda?

É o segundo maior amor de todos: o amor de nós por nós mesmos — já diz a letra de Greatest love of all, gravada pela saudosa Whitney Houston e composta por Linda Creed e Michael Masser.

A letra dessa música nos faz compreender que a pureza de espírito, como a das crianças, associada à razão, deve nos encaminhar às decisões finais de nossas vidas.

A letra também leva a gente a descobrir que precisamos nos amar mais, acreditarmos em nós, em nosso potencial e no ato de amar.

O primeiro amor… aliás, o Primeiro Amor, ora… este é o de Deus.

E como podemos chamar esses Amores, você aí arrisca um palpite, unzinho só?

Não?

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Amor aos animais. Amigos heróis

Emoções reais pela atriz 
Sylvia Massari
 

Sylvia Massari. Amor aos animais.


Patrícia França, um dia, levou um gambá ferido a um atendimento PET de emergência! Não conseguiu atendimento!

Miguel de Sousa-Aguiar salvou um gato, que era torturado por um bando de adolescentes!

Meu irmão Francisco De Souza Barbosa recolhe animais feridos que encontra na rua e paga cirurgias com dinheiro de alguma conta a pagar!

Tadeu Aguiar tenta ir ao outro lado da cidade, recolher e dar abrigo a uma cachorrinha que viu ferida na publicação de alguém!

Dezenas de amigos sofrem e se emocionam com a impotência de animaizinhos, diante da covardia e da crueldade gratuitas de almas insensíveis

Acho que o dia nasceu
 

Que isto sirva à gente como uma profunda reflexão, a fim de que possamos facilitar a vida também para esses seres irracionais, vítimas, realmente, de tantos maus tratos.
 

Nossa 1ª. matéria com a
Sylvia Massari
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Por falar em animais nesse post,
lembrei que George Eliot disse lindamente sobre eles

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São Paulo rindo com o “desespero” feminino

 

Está de volta ao teatro, para os paulistas, o Manual Prático da Mulher Desesperada.

Mas o que, realmente, pode fazer uma mulher em desespero por amor?
Amor. Manual Prático da Mulher Desesperada. Vá rir!


No meu ponto de vista, umas coisinhas básicas, típicas de seu estado interior

. Ligar muitas vezes pra o homem, que se dane a conta do celular!

. Não dormir à noite sem ele, ah!, quantas olheiras

. Vestir-se pra matar. Matar o cara de ciúmes na frente dos amigos.

. Descobrir onde ele “se esconde”, vira detetive mesmo!

. Tomar um banho de rosas — uma simpatia é a responsável por isso.

. Ficar, a todo instante, com vontade de estrangular o parceiro.
 

Mas nada de estrangular, hein?

Uma mulher não deve se desesperar num relacionamento, seja por insegurança ou não. Sabe como ela deve agir?

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Amor. Goste mais de você


TEXTOS DO CORAÇÃO

 

Por Izan Sant

Amor. Acima de tudo, goste de você.

Você é importante pra você mesmo(a), é o 10 de nota.

A pedra fundamental da sua vida é o seu coração, que você deve amar.

“Ah, mas eu não consigo viver sem a outra pessoa! Ela é tudo pra mim, me faz falta. O corpo, o cheiro, as conversas, a companhia… tudo!”.

“Tudo” pode ser uma palavra muito forte, além de definitiva, quando a gente fala em relacionamento a dois.

Vai que esse “tudo” faz rolar uma dependência doentia pelo outro, provocando em você uma infinita sensação de tristeza?

Isso é ruim, stand by quase eterna, sem falar que ficar triste demais causa depressão, né?

É essencial se perguntar, em uma relação amorosa, se a outra pessoa vale

o seu desgaste emocional,
seu esforço pra estar com ela,
sua dedicação extrema,
sua falta de, a bem da verdade, amor próprio.

Porque viver amando significa viver pesquisando o outro, entende? Pescando nele(a) razões que deem prazer a ambos, aquela vontade, com moderação, claro, de estar junto.

Um — todo mundo sabe — deve fazer bem ao outro.

Por isso, pra não cair na armadilha do falso amor, desconfie sempre

do pensamento longe exagerado do seu amor,
da distância mesmo estando perto,
do olhar de lado dele(a),
do “Hoje cansei” com frequência.

Ao notar esses indícios de possível desinteresse por você, caia na real e se liberte desse “amor”.

Se não é saudável, ou não está sendo mais, não é amor. Deixou de ser há um certo tempo.

O próximo passo?

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Julho com amor em poesia

Amor em poesia pra você.


Poemamor

Izan Sant
 

Vejo na areia da praia uma estrela 
suave, de luz, sorrindo.

Respiro a brisa que desliza sobre o mar 
azul, com sol, luzindo.

Beijo as águas que fogem dos seus cabelos 
ouro, de amor, e me inspiro.

Escrevo versos algas, coqueiros, ventos
espumas, dunas brancas, e, assim, revivo…

 

(Do meu poemeto homônimo de 2007)

 

Quanto ao ato de reviver, sabe o que falou a respeito dele — e bem falado — o Willian Lennon?

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Um dos mais fascinantes livros já lançados!

Os 7 homens de toda mulher!
Toda mulher tem 7 homens.
Não! O título certo é este, à sua esquerda. O romance é da escritora VERA LUCAS, e está, agora, à venda em uma das maiores lojas virtuais do mundo! Peça o seu, porque a trama é da melhor qualidade: envolvente, bem bolada, divertida, pois conta a história de Patrícia, a tal dos 7 homens.

É o seguinte, mulheres:

“Vocês sabem quem são os sete homens da sua vida?

Alguns relacionamentos foram ótimos, outros, meia boca. Só que os anos passam, as pessoas mudam, e aquele cara que era um chato pode ter virado um ótimo partido.”

Por isso, “enquanto devora um pote de sorvete, misturado com lágrimas que pingam no chocolate, Patrícia analisa a situação. A jornalista acabou de se demitir por não ser capaz de engolir sapos, está acima do peso e há muito, muito, tempo sozinha — desde que o marido a trocou pela estagiária. No auge da crise, ela resolve dar a volta por cima. Sairá em busca dos homens que foram os mais importantes em sua vida. Elabora a lista com sete nomes, número cabalístico, talvez um sinal de sorte. Será que ela agiu bem ao terminar com alguns? O fora levado por outros foi uma bênção? Quem sabe, descobre um príncipe não notado antes, o salvador da sua Pátria?

Para bater na porta de um por um, Patrícia se envolve em”
 

Ficou morrendo de curiosidade pra saber EM QUE ELA SE ENVOLVE?

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Amor pelas “Terças”

Às Terças. Nova atriz no elenco.
Está em temporada, no Teatro Leblon – RJ, terças e quartas, até 25 de novembro, a comédia Às Terças, da atriz e dramaturga MARCÉLLI OLIVEIRA, dirigida por ALEXANDRE CONTINI, com um elenco superafiado. Um grande achado da peça foi a presença da atriz MARCELLA MUNIZ, uma veterana que abrilhanta ainda mais as exibições. 

A razão de Às Terças agradar tanto o público em todas as suas apresentações?

Ora, como diz a própria autora, devido à história ser “muito humana. O público tem chegado pra mim e dito que estão refletindo sobre a dramatização dos seus problemas e como podem levar tudo com mais leveza. As pessoas se emocionam de ver que tratamos os problemas com leveza e que não julgamos porque somos todos maravilhosamente estranhos e loucos.”

Mas que problemas são esses?

Bom, saberemos de uma vez em nossa

 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
Com o diretor e as atrizes do espetáculo.  

 

IZAN SANT – Alexandre, ocorreu mais uma reestreia da peça. Entusiasmo em alta mesmo, de todos?

ALEXANDRE CONTINI – É sempre uma delícia recontar essa história, a cada reestreia sempre surgem coisas novas. Me divirto muito com elas.
 

IS – Escrever sobre e atuar no espetáculo, Marcélli, representa…?

MARCÉLLI OLIVEIRA – Trabalho duplo, mas satisfação dupla também… (Risos gostosos.) É lindo você escrever algo que parece pequeno na sua cabeça e vê-lo tornar-se gigante no palco e sendo aplaudido por tanta gente. E o fato de você estar ali, junto, contando aquela história, emociona ainda mais.
 

IS – Carina, o que é mais gostoso de fazer na pele da sua personagem?

CARINA SACCHELLI – O que é mais gostoso de fazer na pele da minha personagem é viver essa neurose tão atual que é a ditadura da magreza! Berenice, minha personagem, faz o que for preciso: passa dias sem comer, vomita e não se considera doente, acha isso normal. Acho maravilhoso viver uma personagem vaidosa a esse ponto, algo que é bem distante de mim.
 

IS – E na pele de sua personagem, Marcella?

MARCELLA MUNIZ – Laura foi um presente, um personagem engraçado que conta a história da peça e tem todo um lado dramático também.
 

IS – O que foi mais difícil na composição da sua Jandra, Stela? Se é que houve alguma dificuldade.

STELA MARIA RODRYGUES – Tornar a Jandra crível. Fazer com que uma personagem com tudo para se tornar uma caricatura pudesse se tornar real para o público. Que as pessoas pudessem acreditar nela, rirem com ela, chorarem com ela.
Emoção. Só em "Às Terças"!


IS – Como se deu sua preparação para encarar essa montagem com uma nova atriz, Alexandre?

AC – Gotsha não pôde seguir no espetáculo por causa da agenda, e em seu lugar entrou a Marcella Muniz, uma grande atriz. A montagem muda um pouco, a Laura dela é um pouco diferente da Laura da Gotsha, então a minha preparação foi conhecer a fundo a personalidade da Marcella e a partir daí traçar as alterações, coletivamente com o elenco. Como a base do texto é a relação das quatro, uma temperatura diferente altera o todo.
Uma comédia sobre nossos problemas.


IS – O quanto é prazeroso trabalhar com um diretor feito o Alexandre Contini, Marcélli?

MO – Eu e o Alê já nos conhecemos há 8 anos, estudamos muito teatro juntos antes de trabalharmos profissionalmente juntos. Um já admirava a garra do outro de fazer acontecer, de ser empreendedor, de querer estar trabalhando. Ele assistiu muita coisa que fiz então conhece minhas qualidades e meus defeitos a fundo para poder explorar o que é bom e me dar toques onde peco. E o mais legal é que ele me incentiva a fazer personagens que ainda não fiz, a sair da zona de conforto. Fizemos duas peças lindas juntos, meu início na dramaturgia e dele na direção solo começaram nesses trabalhos, então sempre estaremos marcados na vida um do outro pra sempre. 
 

IS – Em que instante da comédia vocês se consideram o ápice da emoção do público, Marcélli, Carina, Marcella e Stela?

MARCÉLLI – Posso dizer que o ápice da minha emoção é quando alguém sai do teatro e vai pra casa mexido em maior ou menor grau com o que mostramos ali. 

CARINA – Acho que o ápice da emoção do público é do meio para o final, quando já se estabeleceu a relação de amizade e parceria das quatro mulheres. Elas se tornam amigas de verdade após anos de terapia em grupo e têm carinho e preocupação umas com as outras. O problema de uma se torna o problema de todas! Todos na plateia têm uma relação dessas na vida e acho que as pessoas se identificam e se emocionam com isso.

MARCELLA – Na cena que meu personagem Laura leva maconha para elas fumarem, acho que é a parte mais engraçada.

STELA – A cena-bônus escrita especialmente para a Jandra. É uma surpresa, não posso contar! Mas sempre que a cena começa, eu sinto que a plateia vem junto e vibra!
Às Terças. Personagens em troca de ideias.


IS – Uma das mensagens do texto que você acha mais importante, Alexandre, qual é?

AC – Num certo momento abre uma discussão interessante, uma das personagens descobre que tem uma doença terminal, e, ao invés de se deprimir, ela passa a viver intensamente cada segundo de sua vida. E me pergunto, precisamos estar com uma arma na cabeça ou por um fio pra dar valor ao que realmente importa?
 

IS – Uma mensagem super do Bem ao público de “Às Terças”, Marcélli?

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Sedução: o forte dos Três na Pista

Entre as fotos abaixo, a agenda desta comédia na pista!
 

Três sedutores olhares: um fixo na reflexão; um estático na plateia-coração; um na amizade de plantão.
Três na Pista. Olhares diversos.
 

Vitor, uma razão para o desapego amoroso… Bruno, o romantismo que falta hoje Lucas, a liberdade de amor e afeição.
Três na Pista. Quem são eles?
 

Se você faltar a este espetáculo na sua cidade, pessoa linda, Nossa… vai ser uma perda de alegria, emoção, bem-estar, aprendizagem sobre o amor. É perder, na noite, um pouco de cor.
Agende e vá ver "Três na Pista"!
 

O público vibra nessa pista, se fascina com as surpresas, saindo energizado, feliz da vida
Três na Pista. Sempre teatro cheio!
 

De Ingrid Zavarezzi, a autora de Malhação Conectados, com os lindos Letícia Spiller e Danton Mello, você pode ser um dos atores no palco. Tem interatividade no espetáculo, sim senhor! Basta estar presente ali, no ato! Muitos comprovaram.
Ingrid Zavarezzi. Uma Bela Autora entre amigos.


Olha que mensagem gostosa do texto de "Três na Pista"…

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As Dez Mais ( II ) — Qual a sua melhor novela? ******** What is your best soap opera? ******** Com as suas versões americanas.

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Rapha Targino - Msg do Mês de agosto

Aniversariantes

  • Alessandra Negrini (atriz)
  • Almir Rouche (cantor e compositor)
  • Amandinha Sousa (estudante – Pres. Epitácio/SP)
  • Ana Carla Andrade (fot., profra./Geografia, Paulista)
  • André Garrel (ator – Recife/PE)
  • Anie Mello (monitora/Fisiologia – Itapissuma/PE)
  • Augusto Mendonça (ator e arquiteto – Recife)
  • Bruna Lombardi (atriz e escritora)
  • Cássio Gabus Mendes (ator)
  • Chico Lins (consultor – Recife)
  • Claudio Simões (ator, dramaturgo e roteirista)
  • Danielle Monteiro (apresentadora de TV – Recife)
  • Edimilson José Gomes (Recife)
  • Edione Menezes (adva./educadora, Petrolina/PE)
  • Fafá de Belém (cantora e atriz)
  • Fernanda Mello (estudante – Igarassu/PE)
  • George Baiá (vice-Prefeito – Ilha de Itamaracá/PE)
  • Hemerson Moura (ator – Jaboatão dos Guararapes)
  • Igor Frankly (cantor/func. público – Recife)
  • Irene Melo (profa./Português – Cruz de Rebouças)
  • Jeff Rozzendo (ator e analista contábil – Recife)
  • João Mesquita (ator e diretor – São Paulo/SP)
  • Leidson Ferraz (ator/professor de teatro – Recife)
  • Lucimar Santos (educadora – Igarassu)
  • Marcelo Vaz (hairdesigner e dançarino – Recife)
  • Maria Conceição Lacerda (educadora – Paulista)
  • Maria Luiza (pedagoga – Recife)
  • Maria Tereza Braz (artista plástica – Carnaxide/PT)
  • Mariana Santos (atriz e Youtuber – Carpina/PE)
  • Marjory Porto (cantora – Florianópolis)
  • Messinho Marra (cantor e policial – Recife)
  • Murilo Vasconcellos (cirurgião plástico – Recife)
  • Ny Liima (tecn./Administração, Itapissuma)
  • Paulo Fernando (empresário: Flash Artes – Paulista)
  • Pedro Santana (escritor e compositor – Recife)
  • Pricila Barbosa (univ., Jaboatão dos Guararapes)
  • Rodrigo Raposo (jornalista e cantor – Recife)
  • Rosângela Tavares (profa./Português – Paulista)
  • Saile Campos (comunicadora social, Abreu e Lima)
  • Sharley Santos (cinematographer – Rio de Janeiro)
  • Silvana Lima (sócio-prop. Zero81 Comunic., Olinda)
  • Simone Figueiredo (atriz, gestora, arte-educadora)
  • Suzana Vieira (atriz)
  • Sylvia Massari (atriz e cantora de musicais)
  • Tássio Rennalli (advogado/JFPE – Recife)
  • Vitor Areias (Chef, Estória Restaurante – Oeiras/PT)
  • Walter Gabriel (aposentado – Ilha de Itamaracá)
  • Zaira Zambelli (atriz, produtora e diretora teatral)

Eventos

  • 01. Em SANTO ANTÔNIO DA PLATINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Santo Antônio da Platina
  • 02. Em LONDRINA/PR: entrevista com o cantor TOFALINI – 19h – Rádio Brasil Sul
  • 04. Em LONDRINA/PR: show com o cantor TOFALINI – a partir da 1:00h AM – CooL Eventos / Rua José Roque Salton, 33
  • 05. Dias 4 e 5, em LONDRINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”: ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 19:30h – Centro Cult. Sesi
  • 17. Em CAMBÉ/PR, show: cantor TOFALINI, 19:30, Noruega Espetinhos, Rua Noruega, 214, Centro
  • 25. OLINDA: Laura Pausini – Cadeira: R$ 300, R$ 150 (meia); Cadeira VIP: R$ 400 – Vendas: bilheteria do Teatro Guararapes, lojas TicketFolia (Shoppings Recife, Guararapes, RioMar, Tacaruna e Boa Vista) e site www.evemtim.com.br / Classic Hall

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