cultura

“Portão” paradidático

Capa de "No Portão do Mundo".


Um mundo paradidático, aliás. Este é No Portão do Mundo, uma obra atual e dinâmica, destinada à reflexão de crianças, jovens e adultos.

O livro, do autor pernambucano Pedro Santana, atende aos requisitos da Educação Infantil quando dá as diretrizes de incentivo a atitudes solidárias e cooperativas, valorização da diversidade, ensejo à função social e pessoal, bem como conhecimento de mundo.

Foi abordado um tema adulto num "corpo" de criança e inserido no universo infantil.
 

Segue um trecho do romance

Minutos depois, Senhor Justiça anunciou em alto e bom som:

─ Atenção todos: Dona Fé, a anfitriã!

Os convidados ficaram admirados, os olhos esbugalhados. Pela primeira vez, todos viram aquela que emanava a luz e a força.

Descendo as escadas, Dona Fé, aos seus admiradores, falou pouco, mas bonito e certo:

─ Quero que esta luz e esta força entrem em todos os corações presentes neste mundo incerto! Que vivamos todos felizes, corretos na vida e crentes no que for justo e belo!

E abraçou cada um dos convidados, preenchendo o vazio nos corações. Um momento digno de ser eterno!

Ao fim, todos a aplaudiram de pé. E não a esqueceram, jamais! Ninguém pode viver sem a Fé.
 

Eu vejo como um ícone bem expressivo. Esse pensamento que vem no livro:

O homem se esquece da saúde, educação, trabalho e cultura. Hoje, temos a fé acomodada, a esperança abalada e a paz ameaçada!

 

A 1º Edição é de 2013. 
Índice para Catálogo Sistemático:
Brasil – Literatura – Literatura Infanto-Juvenil
 

O livro vem sendo comercializado pelo portal

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Em busca da evolução — Christiane Mattos


No momento, estou estudando e fazendo cursos de interpretação e fiz uma participação na série ‘Toque-me’, de Mariana Godois.

Palavras da atriz CHRISTIANE MATTOS, que iniciou aulas de ballet aos quatro anos e, aos onze, já sonhava ser bailarina. Entrou para o jazz, o sapateado Conforme foi crescendo, o sonho de se tornar artista aumentava cada dia mais. “Conciliei meu talento para a dança com os cursos de interpretação para TV e teatro, mas, infelizmente, nunca obtive apoio dos meus avós, que me criaram de forma conservadora”, conta a atriz.
Atriz. Christiane no Theatro Net Rio.


Christiane, que integrou o elenco de Ou Tudo ou Nada e é mãe do também ator Xande Valois, o paraplégico Claudinho, de Êta Mundo Bom!, teve a gentileza de me conceder esta
 

Teatro. Christiane como a velhinha do asilo.
EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

Você, com toda a certeza, irá amar. Acompanhe
 

IZAN SANT – Foi encerrado na capital paulista há um pequeno tempo, e com chave de ouro, o musical Ou Tudo ou Nada. O convite para você entrar no espetáculo aconteceu de que forma?

CHRISTIANE MATTOSA cena das velhinhas precisava de um número maior de pessoas, e a maioria dos atores já faziam outras trocas, foi quando o próprio Xande (Valois) sugeriu ao Tadeu que me colocasse fazendo a velhinha.
 

IS – Qual a sensação de ser mãe do precocemente talentoso Xande Valois? Ele está divino em Êta Mundo Bom!.

CMPor esse gênio do Xande, percebe-se o quanto ele me incentiva e apoia, e a sensação de ser mãe dele é de um eterno aprendizado a seu lado. Estou adorando o "Claudinho" de "Êta Mundo Bom!". Há muita verdade em suas cenas.
 

IS – Teatro, cinema ou televisão, o que você prefere mais?

CMAmo teatro, e foi maravilhoso estar no palco, mesmo que em uma pequena participação.
 

IS – Nosso tradicional bate-bola! Melhor(es) escritor(s) e livro(s) de nossa literatura?

CMJorge Amado. O melhor livro, “Gabriela, cravo e canela”.
 

IS – Um novelista e uma novela inesquecível!

CMWalcyr Carrasco e Glória Perez.
 

IS – Programa de TV predileto atual?

CM – “Êta Mundo Bom!”.
 

IS – Ator(es) e/ou atriz(es) favorito(s)…?

CMReginaldo Faria e Regina Duarte.
 

IS – Filme que mexeu profundamente com você!

CMCoração Valente.
Teatro. Em Ou Tudo ou Nada mais uma vez.


IS – O que não come de modo algum?  

CM Bacon.
Amizade. Christiane com os amigos. Relax.


IS – Hobby e mania!

CMAndar de patins na orla.
Cinema. Filmagens de "Através da sombra" e com Walter Lima Júnior.


IS – Cantor(es) e música(s)?

CMLulu Santos, “Tudo bem”.
 

Atriz. Christiane Mattos - Perfil.
IS – A melhor coisa do mundo é…? E tem pior, pra você?

CMA melhor coisa do mundo é estar perto de quem amamos e quem nos ama. Pior é a violência do ser humano contra seu semelhante.
 

IS – Christiane Mattos por Christiane Matos, defina-se.  

CMUma pessoa que aprendeu muito com seus erros e vive em constante processo de busca e evolução!
 

IS – Qual a sua mensagem super do Bem a quem está nos lendo agora e aos seus admiradores de plantão, querida?

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Como estudar eficientemente, brother?

Como estudar eficientemente.
Eu acho que sei como.

Nos meus tempos como professor, aprendi umas ações básicas que podem ajudá-lo(a) a estudar melhor, e eficientemente. Vambora, que as explicações são relâmpagos, mas vão ajudar você na volta às aulas!

. Mesmo que você não curta estudar, mas sabe que precisa disso, faça o seguinte: mentalize os benefícios que, no futuro, os estudos poderão lhe trazer, e assuma o Eu quero estudar com vontade!

. Durma 8 horas por dia, pois todo mundo sabe que é o tempo ideal pra que a gente esteja bem física e psicologicamente.

. Estipule um tempo pra estudar. Deixando tudo de lado que possa atrapalhar você (som, revistas, televisão, computador, etc.), duas matérias por dia, com uma hora pra cada, já está bem legal. Faça um intervalo de 10 ou 15 minutos entre uma hora e outra.

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Tudo para o Sérgio

Sérgio Menezes. Ator.
Em Força de Um Desejo, novela das 18 horas escrita por Gilberto Braga, SÉRGIO MENEZES estreou contracenando com ninguém menos que Malu Mader, sua amiga até hoje. Ele viveu o Jesus, fiel escudeiro da personagem de Mader na trama de época. Em seguida, o ator ganhou papéis variados: de escritor, médico, pescador, fotógrafo, sempre se mantendo impecável nas atuações.

No espetáculo musical Ou Tudo ou Nada, que reestreia nesse dia 12 de janeiro, às terças, quartas e quintas, sempre às 20:30 horas, ele não faz diferente.

Onde, essa nova temporada? No Theatro Net Rio, em Copacabana.

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.

 

IZAN SANT – O musical: sucesso, indiscutivelmente. A que você imagina que se deve isso?

SÉRGIO MENEZES – Talento de toda equipe.
 

IS – Revela à gente como o Sérgio Menezes foi parar no elenco.

SM – Tadeu Aguiar, diretor da peça e um grande amigo talentoso, me convidou no final de 2014 pra fazer parte do elenco.
 

IS – O seu personagem no musical é uma mistura de determinação e receio. A determinação prevalece. E você, de que maneira a vê na vida do Jegue e na sua própria vida?

SM – Talvez a determinação seja algo em comum. Mas não me identifico tanto com esse personagem, embora tenha admiração profunda por ele. Somos muito diferentes! Em geral, sinto atração por viver pessoas diferentes de mim.
 

IS – Todos merecem uma boa rasgação de seda por causa da atuação. Mas, quem tem mais este mérito, ao seu ver? O Xande Valois, pela idade e o talento monstruoso?

SM – Xande é um supertalento, além de ser um cara bem maduro, apesar dos onze anos. Isso o torna mais notável ainda. 
 

IS – O que o seduz mais na personalidade do Jegue?

SM – O bom-gosto musical que ele tem.  Pra fazer bem o número que ele se apresenta, o “Jegue” deve ter ouvido muito Stevie Wonder, Michael Jackson, James Brown, Ed Motta, Martha Wash, Zelma Davis, Banda Black Rio, Ray Charles, Tony Momrelle, Incognito, Prince… enfim, todos essas joias do R&B, Soul e Jazz.
Sergio Menezes na pele de seu personagem, Jegue.


IS – Texto e direção do espetáculo! Conceitue-as.

SM – Refinados.
 

IS – Mudando um pouco de assunto, qual o seu melhor trabalho na TV? Seria o Jesus, da novela com a Malu Mader?

SM – Não sei se “Força de um desejo” foi o melhor trabalho, mas, definitivamente, inesquecível. Principalmente pelo fato de ter Malu como referência e grande companhia. 
 

IS – Um ator/ou atriz novelista admirável?

SM – Malu Mader.
Sérgio Menezes. À vontade no teatro.


IS – Filme marcante!

SM –Matrix”.
 

IS – Um livro que leu, ou está lendo, e recomenda?

SM –Universo numa casca de noz”, por Stephen Hawking.
 

IS – Escritor brasileiro!

SM – Clarice Lispector.
 

Momento de Ensaio.IS – Melhores comidas e bebidas?

SM – Comida Thailandesa, com um bom chardonay bem gelado!
 

IS – Qual o seu hobby, Sérgio?

SM – Playstation, Xbox… quase viciado. (Risos gostosos.)
 

IS – A melhor e a pior invenção do mundo são…?

SM – Muitas grandes invenções, mas vou citar uma paixão: carro. Pior invenção: política e suas vertentes. 
 

IS – Sobre a eventual ida do espetáculo para São Paulo, a terra da garoa, qual a sua expectativa em relação?

SM – Acho que vai funcionar bastante em SP.
 

IS – Você por você mesmo…?

SM – Sempre descobrindo coisas a meu respeito, me surpreendendo às vezes. 
 

IS – Concluindo, uma mensagem super do Bem do Sérgio Menezes aos fãs. Mande.

SM - Nem tudo é o que parece ser. Confiem na intuição.

 

Fotos: Eduardo Bakr/Divulgação

 

Veja nossa 4ª. entrevista desta série:

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Carlos Arruza — um Tudo por amor

Carlos Arruza e a amiga Patricia França.
Em Ou Tudo ou Nada, CARLOS ARRUZA, ator, cantor lírico e psicólogo, é outro integrante do musical que acaba conquistando o afeto dos espectadores. Seu personagem, Harold, à primeira impressão um empresário (falido) rígido ao extremo e sem sentimentos, revela-se, em nome do amor e da necessidade de não perder este amor, um cara de bom coração. Ele é o esposo de Vicki, bela e consumista mulher interpretada pela ótima PATRÍCIA FRANÇA, sobre quem Arruza se expressa com muito carinho adiante.

O ator estudou n’O Tablado, de Maria Clara Machado, e se formou por um dos melhores cursos de teatro do Brasil, a CAL, Casa das Artes de Laranjeiras.

Vinculado à Associação de Artistas Líricos, atuou, antes da formação profissional, em grandes produções, como Os Três Mosqueteiros, de Carlos Wilson, e trabalhos em óperas do quilate textual de Aída e Otello.

Eis então Arruza, mais um dos nossos entrevistados de Ou Tudo ou Nada.

 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.

  

IZAN SANT – O teatro chegou na sua vida aos 11 anos, em grupos amadores. Foi paixão mesmo por ele, a partir daquela idade?

CARLOS ARRUZAFoi um trabalho realizado na escola, onde resolvi apresentar um texto de forma dramatizada. Reuni os colegas do grupo e fiz com que cada um providenciasse seus figurinos. Dirigi e também atuei. Foi péssimo, mas, mesmo assim, ficou a vontade de fazer mais… (Risos gostosos.)
 

IS – Como se jogou na Oficina de Atores da Rede Globo? E no canto lírico?

CAEstava em cartaz no Rio com Cacá Carvalho com a peça “25 Homens”, do Plínio Marcos. Emílio di Biase nos assistiu e me fez o convite. Quanto ao canto, é uma paixão. Ney Ayalla foi meu primeiro professor. Procurei o canto muito jovem porque era apaixonado por Gal Costa e queria uma forma de me aproximar dela… (Risos.) Nunca soube se era bom ou se poderia fazer bem, mas cantar é um prazer inigualável.
 

IS – Agora passamos ao Harold. Prazer em fazê-lo, sem dúvida. Qual a razão?

CAHarold, como todos os personagens que fiz, é como eu em algum aspecto. É ótimo encontrar aquele ponto-chave do personagem que casa exatamente com você. Estar em cena defendendo alguém que faria qualquer coisa para não perder o amor da sua vida é muito emocionante.
Carlos Arruza  em "Ou Tudo ou Nada".


IS – Do que mais gosta nesse personagem?

CAAcho que o contraste de querer aparentar uma fortaleza e ser vulnerável como qualquer um dos outros.
 

IS – Contracenar como marido da minha conterrânea querida Patrícia França. Significa…?

CAPatrícia eu vi em cena cantando muito antes dos musicais virarem moda. Ela é encantadora. Voz linda e pessoa generosa. Uma sorte enorme dividir o palco com ela.
Carlos Arruza e Patrícia França. O canto.


IS – O clima no camarim, qual é?

CAMuita união. Mesmo nas diferenças, percebemos que podemos contar uns com os outros de verdade. Isso é raro.
 

IS – Foi difícil tirar a roupa no primeiro ensaio? Ou não tiraram, simularam, e ficou apenas para a estreia?

CADifícil, sim. Muitas tentativas e um passo de cada vez. Tadeu Aguiar é um excelente condutor e soube fazer tudo a seu tempo.
Carlos Arruza no camarim.


IS – Todos no espetáculo são grandes atores. Mas o Xande Valois, até mesmo pela idade, você classificaria…?

CAEle me assusta com tamanha inteligência. Sempre que posso, faço perguntas para ver se aprendo alguma coisa com esse menino. Ótimo caráter, astral e generosidade.
 

IS – Conceitue o ser dirigido pelo Tadeu Aguiar.

CATadeu Aguiar me fez sentir inveja quando assisti “Quase Normal”. Queria estar em cena com o personagem do meu amigo Cristiano Guarda, que fazia lindamente. É raro, pra mim, querer estar em cena quando vejo algo mesmo que goste. Ali entendi que Tadeu era o artista que estava faltando conhecer e, por sorte, estou agora neste trabalho confirmando. Ele é exatamente o que se vê. Um espetáculo.
Carlos Arruza. Um toque de sensualidade.

IS – Qual o ponto de maior emoção do musical?

CAOuvir Patrícia França cantar pra mim já me fez desabar de emoção algumas vezes. Tenho muita sorte.
 

IS – Você acabou de fazer um ensaio fotográfico sensual. Como é manter essa super boa forma aos 46 anos?

CA - Manter a forma é questão de saúde. Comer bem e fazer exercícios está ao alcance de todos. Isso é disciplina. Claro que isso reflete na boa aparência, que também ajuda no mercado de trabalho. Mas, antes de tudo, é fazer por qualidade de vida.
Arruza. Um maior toque de sensualidade.


IS – Nos fale acerca de seus trabalhos anteriores a Ou Tudo ou Nada.

CAAnterior a “Ou tudo ou Nada”, fiz “Mamma Mia!”, em São Paulo. Também fiz o musical “Império”, do Miguel Falabella, e “Cristal Bacharach”, da dupla Möeller e Botelho. Meu primeiro musical foi “Francisco de Assis”, com Ciro Barcelos, e, em seguida, fiz “Comunità”, o musical italiano de Cláudio Magnavitta.
 

IS – Escritor e livro?

CATodos do Deleuse.
Arruza em um dos seus bons trabalhos.


IS – Perfume e hobby?

CATom Ford e Teatro. Também sou psicólogo. Mesmo sendo profissão, é uma atividade que amo fazer.
 

O ator Carlos Arruza.IS – Filme antológico!

CA – “Ligações perigosas”.
 

IS – Comida de sua preferência?

CAFeijão, arroz, batata frita, carne e ovo.
 

IS – A sua mensagem mega do bem aos que apreciam o seu trabalho como ator e cantor?

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“Ou Tudo ou Nada” com Fábio Bianchini


Notoriedade não é para qualquer um, não. FÁBIO BIANCHINNI, que esteve nas novelas de sucesso TititiCaras & Bocas e Guerra dos Sexos, além do curta-metragem Sinal, com Bianca Rinaldi, entre outros curtas, e dos longas FlordelisAs aventuras do Tio João, perdidos na floresta, está agora, arrasando, no elenco da montagem brasileira de Ou Tudo ou Nada, musical criado a partir de um êxito de bilheteria do cinema nos anos 90, The Full Monty. Fábio, dirigido por TADEU AGUIAR (o Xavier de Babilônia), dá vida a Bobby/Keno, um stripper colecionador de admiradoras nessa produção suntuosa e de elenco afiado. Ele vem sendo, nada menos, que um colírio para o público, principalmente o feminino, claro, e um acerto aos olhos de críticos, o que o faz realizado desde que abraçou com toda a sua força e talento este presente de personagem.
Fábio Bianchinni, Bobby.

Um dos momentos mais felizes de Bianchini, na televisão, ocorreu ao viver o Álvaro Assunção, amigo de Dercy Gonçalves (Heloísa Périssé) em Dercy de Verdade — dirigida por Jorge Fernando. Por ser um personagem sincero e positivista, acabou chamando a atenção dos telespectadores.

Positivamente com este querido ator, neste instante, mais uma
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Como pintou o convite para estar no musical?

FÁBIO BIANCHINIRecebi o convite três anos atrás, na época em que fazia a Peça “O dia em que raptaram o Papa”. Também dirigida por Tadeu Aguiar. Neste tempo ele já falou sobre o musical e sobre este mesmo personagem e se eu toparia fazer. (Na foto abaixo, com o ator Cláudio Mendes, no espetáculo.)
Bianchini em cena com Cláudio Mendes.


IS – O Bobby é o instigador para que o Jerry decida que irá conseguir dinheiro, através do strip-tease, para pagar a pensão do filho. Como você conceitua esse seu personagem, então, a partir dessa situação?

FBEle é um sobrevivente de toda a crise que acontece ali. É um cara que saiu do conforto da cidade a qual não mais oferta tal conforto e foi usar o que tinha de melhor, seu físico seu lado sexy e ganhar dinheiro desta forma, sendo um stripper. Dos motivos que leva Jerry a querer fazer o mesmo, a princípio é o preconceito em saber que um homem homossexual ganha dinheiro se apresentando para as mulheres, e ele, que se considera um homem de verdade, por ser heterossexual, não! Fica indignado com isso e resolve fazer o mesmo para espantar a crise. Depois acabam até mesmo virando colegas e até aprende uns truques com o stripper! (Aqui, ao lado do amigo Mouhamed Harfouch.)
Fábio Bianchini com os amigos Cláudio e Mouhamed.


IS – Grande parte das mulheres da plateia vai ao delírio quando você surge logo na primeira cena. Isso o envolve?  

FBTento não me envolver muito na emoção delas para não perder o foco da cena! Mas é inevitável não participar desta energia, o que faço é transformar a euforia, os gritinhos, os comentários que algumas vezes dá pra ouvir em incentivo para fazer uma boa apresentação. Me sinto bem! (Risos gostosos.)
Fábio Bianchini. Ensaio.


IS – E quanto ao reconhecimento desse personagem pelo público? O que tem ouvido de mulheres e homens no teatro ou nas ruas?

FBAs mulheres são mais tímidas, pedem uma foto, dão os parabéns, algumas falam que tenho uma bundinha bonitinha! (Risos.) O assédio maior são das senhorinhas, elas adoram. Já o assédio masculino é mais direto, dão os parabéns, falam do corpo, chamam de gostoso e até mandam umas cantadas. Levo numa boa. Acho engraçado.
Fábio Bianchini em Sinal.


IS – Qual o momento mais emocionante do espetáculo, ao seu ver?

FBSou suspeito pra falar de um momento emocionante porque gosto muito do espetáculo no todo. Mas destaco o número musical do Jegue, Sérgio Menezes, que é muito bem executado e divertidíssimo. Também a abertura do segundo ato feito com número musical da Janette, realizado lindamente pela Sylvia Massari junto aos seis rapazes! Gosto bastante. E o número final onde executam o strip-tease que todos esperam e, realmente, é emocionante, engraçado e a plateia vai ao delírio. Olha, sinceramente, gosto de tudo.
Fábio e seu Bobby em mais um momento de sensualidade.


IS – Do teatro para a TV. Que trabalho lhe deu mais prazer na Rede Globo? Arrisco um palpite, mas não sei: o Álvaro Assunção, de Dercy de Verdade.

FBSeu palpite está Certo. Foi, sim, a série “Dercy de verdade”, com o personagem Álvaro Assunção, amigo de Dercy em vida. Foi ótimo fazer parte da equipe, trabalhar com Heloísa Périssé e Jorginho Fernando. E todo elenco, que é maravilhoso. Uma equipe que já conhecia desde a novela “Tititi”, que também foi escrita por Maria Adelaide Amaral.
Álvaro Assunção.

 

IS – Você é um homem vaidoso?

FBNão sou muito vaidoso no sentido cosméticos e produtos para beleza. Mas me cuido no sentido de manter a forma, exercícios físicos, boa alimentação. Isso já dá um trabalho danado! (Risos.) Mas gosto e faço com prazer!
Fábio Bianchini. Ensaio Fotográfico.

 

IS – A leitura atual do Fábio Bianchini é…?

FBLeio muitas coisas num mesmo período. No momento tô lendo Voltaire, "Candido"; também gosto muito de artigos sobre o cérebro, então compro revistas como a que estou lendo agora, “O mundo secreto do cérebro”, e ainda “Segredos da mente”. Este assunto me fascina.
Na Mira do Crime.


IS – O Brasil, hoje, encontra-se…? E precisaria de…?

FBDesculpe a sinceridade para a resposta, mas nosso país se encontra totalmente perdido e precisaria de grandes atitudes, atitudes nobres e de bons administradores, para se encontrar. Educação, saúde, segurança, política, economia. Assunto para se debater por horas! E estamos defasados em todos os aspectos. Precisaria de que nós tivéssemos mais atitude em cobrar nossos direitos, fazer valer nossas vontades e necessidades básicas, que não existem, mas não fomos educados para isso, fomos educados para aceitar e nós virarmos com o que temos. Precisamos reverter esta condição o mais rápido possível. Sei que uma pequena parte já faz. Temos que nos unir a esta parte e nos tornarmos grandes.
Sobre Desejos e Monstros.

 

IS – Na foto acima o vemos na adaptação para o teatro de Um Bonde Chamado Desejo, versão batizada de Sobre Desejos e Monstros. Mas agora, Fábio, qual a sua mensagem super do Bem aos admiradores do ator repleto de carisma que você é?

A Campanha Dreher.
FB – Muito obrigado pelo ator carismático! Quero desejar muitas felicidades e realizações a todos que gostam do meu trabalho. Que Deus os abençoe e que continuem mandando está energia positiva, pois só assim podemos colaborar para um mundo melhor. Fazendo o bem e desejando o bem ao próximo. Beijos, e obrigado de coração!
 

A peça está em cartaz no Theatro Net Rio às quintas e sextas às 21 horas; aos sábados, às 18 e às 21:30, e, aos domingos, às 19 horas, até 20 de dezembro.

 

O ator como o
Garoto-propaganda Manda Dreher.

 

Fotos:
Graça Paes/Divulgação
Gabriel Menezes
João Pedro Durão
Rodrigo Mesquita
ARQUIVO PESSOAL FB

 

Mais sobre os trabalhos
de Fábio Bianchini?
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Tudo para “Ou Tudo ou Nada”


Broadway no Brasil, é isso que você verá ao ir assistir OU TUDO OU NADA, comédia musical inspirada no filme homônimo.
Ou Tudo ou Nada. Mesmo!

Jerry, na peça, vivido por MOUHAMED HARFOUCH, deve a pensão do filho (XANDE VALOIS — um dos excelentes atores em cena). A saída de Jerry para resolver o problema?  Convidar os amigos Dave (CLÁUDIO MENDES), Malcolm (ANDRÉ DIAS), Ethan (VICTOR MAIA), Harold (CARLOS ARRUZA) e Jegue (SÉRGIO MENEZES) para montar um show de strip-tease, devido ao sucesso que esse tipo de show faz com as mulheres. Os seis estão desempregados e com problemas na vida pessoal. Harold, na fantástica interpretação de Arruza, não contou do desemprego à esposa viciada em compras, Vicki (o furacão PATRÍCIA FRANÇA), e continua se endividando. O obeso Dave não consegue mais ter relações com a mulher, Geórgia (KACAU GOMES).
Ou Tudo ou Nada. A crise os impulsiona!

Assim, num sobe e desce de instantes pra lá de cômicos, músicas, emoções, reflexões e trocas rápidas de cenários, a adaptação de ARTUR XEXÉO para o texto TERRENCE McNALLY arrasta o coração da plateia para o palco. A comédia — em cartaz de quinta a domingo, no Theatro NET Rio, em Copacabana, até 20 de dezembro — traz, ainda, outros extraordinários atores e atrizes e a participação especial de SYLVIA MASSARI, uma pianista levemente severa e sem papas na língua. Às quintas e sextas, as sessões são às 21 horas; aos sábados, são duas: uma às 18 horas, outra às 21:30; aos domingos, você assiste às 19 horas.
Sylvia Massari, um dos bons nomes da peça.

Os atores ficam completamente nus no palco, levando a galera ao delírio, porém não agressivamente; é ligeiro, de modo bem-humorado e com um certo toque de classe, na eficiente direção do ator, produtor teatral e diretor TADEU AGUIAR.
Ou Tudo ou Nada: Tadeu, Mouhamed e Patrícia.

É com Tadeu, aliás, e Mouhamed Harfouch (ambos falando em nome do elenco e da Técnica) esta 

 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Tadeu, de onde partiu essa brilhante ideia de fazer a adaptação dessa comédia que deu origem também ao filme britânico The Full Monty

TADEU AGUIARNós compramos os direitos para produzir no Brasil. A peça já veio pronta dos Estados Unidos em termos de música e texto, nós traduzimos e fizemos a nossa produção aqui no país.
Mulheres unidas contra o tédio.


IS – Você, como diretor, como se sente diante de um projeto tão grandioso? Diante do que eu vi, é uma coisa surpreendente. É Broadway no Brasil, o que a gente está precisando. E aí?

TA Bom, me sinto muito bem porque, na verdade, eu tentei desenvolver uma forma brasileira de mostrar um espetáculo da Broadway. E o espetáculo, realmente, é muito grande, com uma orquestra imensa, possui vinte atores… Então nos dá um trabalho danado, né? Com inúmeras mudanças de cenografia… Mas me sinto realizado com este projeto aqui no Rio de Janeiro.
Patrícia França e Arruza em cena.


IS – Quanto tempo houve de ensaio? Muito trabalho, preparação vocal… Como é que foi essa loucura toda?

TA – A gente não tinha muito patrocínio, eu não tive muito tempo para ensaiar, porque eu não tinha como pagar muitos atores, e é uma produção muito cara. Então nós ensaiamos em cinco semanas, aproximadamente dez horas de ensaio por dia.
Eles vão atacar com a sensualidade.


IS – Teatro, televisão, cinema. Qual a sua maior paixão?

TA – Acho que todas, porque, na verdade, cada forma de representar é de uma maneira diferente e apaixonante. Então gosto de tudo. Mas teatro é de onde eu vim, daí estou fazendo mais teatro que qualquer outra mídia.
Patrícia e Tadeu em mais uma foto de Guga Melgar.


IS – Um retrocesso. Na realidade, algo que eu sempre quis lhe perguntar: e O Dono do Mundo, aquele seu personagem polêmico, o Walter, que morre, e a sua esposa, vivida pela Malu Mader, é seduzida pelo patrão dele, o Fagundes, passando a lua de mel com ele… Como foi essa coisa frenética que o Gilberto Braga criou e como você encarou isso? A partir de então o Tadeu Aguiar ficou conhecido!

Ou Tudo ou Nada. Tadeu e Xande Valois.
TA Na realidade, foi um papel muito importante na minha vida, um papel de seis capítulos e que me tornou conhecido no Brasil inteiro. Era um papel com uma densidade dramática muito grande, acho que isso fez com que o Walter aparecesse. E trabalhar com o Fagundes e com a Malu, isso me deu um prestígio muito grande. Inclusive, a Malu veio assistir à peça aqui recentemente, nós tivemos juntos aqui. Então foi uma grande chance que o Gilberto e o Dennis Carvalho me deram, que eu soube agarrar e, graças a Deus, isso tem me ajudado muito em todos os meus trabalhos.
 

IS – Você tem aqui um grande fã, ouviu? Enfim, uma mensagem super do Bem do Tadeu Aguiar para o seu público?

TS Bom, minha mensagem de Bem é: faça o Bem, seja ético, que tudo se resolve na vida.
 

IS – Momento agora com o ator Mouhamed Harfouch! Mouhamed, discursa pra gente sobre alguns dos bons adjetivos do Jerry, seu personagem no musical.

MOUHAMED HARFOUCH – Ah, ele é um cara com um coração muito grande, tem uma irresponsabilidade que é gostosa… Ao mesmo tempo, ele é irreverente. Ele tem um senso de maturidade que vai crescendo ao longo do espetáculo e tem uma capacidade de superação que eu acho que isso é o que transforma esse cara: de um adolescente, de um cara imaturo pra um homem, que é quando ele resolve que não vai perder o filho. Então o coração dele é o que tem de melhor nele. Ele está derrotado, passando por um mau momento, mas o amor faz ele superar tudo isso.
 

IS – Há dois personagens seus: o ginecologista Everaldo, de Verdades Secretas, que eu acompanhei, e O Jerry da peça. Vamos falar sobre ética. O que acha em relação à ética se referindo aos dois personagens?

MH – No caso do Everaldo de “Verdades Secretas”, ele cometia um ato ilegal. Quando você fala de ética, você tem moral, tem legalidade, você tem um monte de coisas envolvidas na palavra “ética, não é só uma terminologia simples. É ampla, mas ali, na novela, ele cometeu um ato ilegal. O Jerry comete atos amorais, assim: que não são ilegais, na verdade. Claro que se deixar de pagar pensão, é um ato ilegal, mas ele está prejudicando a si próprio, muito mais; a si, ao filho e ao amor entre eles do que aos outros. O Everaldo prejudicava os outros, tirava a vida de seres humanos, realizando o aborto, e pagou por isso; já o Jerry, através da amoralidade e da inconsequência dele, ele toma juízo por meio do amor. Enfim, tem uma diferença entre os dois por aí.
 

IS – Qual a sua mensagem super do Bem para nosso site papodebem.com?

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Um papo com Arilena Soares

Artista. Arilena Soares.
Na verdade, Maria Arilena Borba Soares Coutinho, valorosa artista plástica e escritora pernambucana.

Nascida na cidade de Catende, aos 19 de novembro, ARILENA SOARES já veio com a arte nas veias: é filha do dramaturgo Aristóteles Soares e de Joaquina Helena Borba Soares. Sobrinha do contista e acadêmico da APL, Pelópidas Soares. Prima da poeta, contista e acadêmica da APL, Bartyra Soares e mãe do professor, gestor público estadual e músico, Fernando Augusto Soares Coutinho.

Como vemos, ela pertence a uma família de escritores destacados em Pernambuco. No dizer do grande escritor/acadêmico da APL, Mauro Mota, quando o mesmo afirmou: “A DINASTIA DOS SOARES!”.

Uma feliz Dinastia, por sinal! Por isso, a atual Matriarca dos Soares vai nos doar um pouco de sua sabedoria, pois sou muito curioso

 

ENTREVISTA
ESPECIAL

 

IZAN SANT – Vamos iniciar por suas diversas modalidades de arte. Primeiro, a Pintura!

ARILENA SOARESBom, sou pintora por intuição nata. Desenvolvi o dom de pintar, aprimorando as técnicas pictóricas aos vintes anos de idade, com formação na Escola de Artes do Recife, sob orientação da professora e artista plástica Elba Siqueira Campos e supervisão do artista Gil Vicente. Seguindo o Academicismo, método de ensino artístico iniciado na Europa e estendido pelas civilizações ocidentais, pode-se observar em minha pintura um cunho ortodoxo que identifica o meu estilo de pintar. São telas que retratam naturezas-mortas, florais, paisagens, nus artísticos, casarios, igrejas, marinhas… sempre com gamas de cores fortes e mescladas. Com mais de quatrocentos trabalhos, vários vendidos, já apresentei uma vernissage na FACOTUR-Olinda, na turma de Turismo de 2009.
Pintura. Telas de Arilena.


IS – Como ilustradora, quais os trabalhos desenvolvidos por você?

AS – Primeiramente, como ilustradora de livros, tive a honra de ilustrar a capa e o miolo do livro-romance “Outro Sol se Levanta”, última obra do imortal acadêmico da APL, a Academia Pernambucana de Letras, Cadeira 27, escritor, poeta e contista consagrado, Pelópidas Soares. Igualmente, tive o imenso contentamento de ilustrar a capa do livro de poesias “Ciclo das Oferendas”, da consagrada poeta, contista e acadêmica da APL, recentemente eleita para assumir a cadeira de número 37, pertencente à escritora Deborah Brennand, falecida. Também, no livro “O Teatro de Aristóteles Soares”, consta uma ilustração de minha autoria, uma retratação do famoso dramaturgo Aristóteles Soares.
Arilena Soares - Ilustrações de capas de livros.


IS – Chegamos a uma área que eu gosto demais, a literatura. Sobre sua contribuição nesse campo riquíssimo, o que pode nos contar?

ASNa Literatura, participei de depoimentos no livro “O Teatro de Aristóteles Soares”, de autoria da escritora, atriz, produtora cultural, diretora teatral Lúcia Machado e do ator de teatro e cinema nacional, Jones Melo, já falecido. Livro de grande valia pelo conteúdo cultural, por se tratar de um extraordinário resgate das obras do dramaturgo Aristóteles Soares, lançado durante as festividades do XIII Festival Recife do Teatro Nacional, em novembro de 2010, quando o renomado teatrólogo foi um dos homenageados pela Secretaria de Cultura da Cidade do Recife, onde participei da Noite de Autógrafos, junto à Secretária de Cultura Leda Alves, do ator Jones Melo, da atriz Xuruca Paxeco, da escritora Leda Rivas e da escritora Lúcia Machado. Uma noite inesquecível! Outrossim, como escritora, participei da antologia “Lendas do Nordeste”, de organização das escritoras Bartyra Soares, Lourdes Nicácio Silva e Raphaela Nicácio, onde consta a lenda de minha autoria: “O Fogo Azul ou o Fogo que Corre”, junto a quarenta e cinco escritores de todo o Nordeste. Participei do colendo grupo de contistas, poetas, escritores na 13ª edição da Revista de Literatura Novo Horizonte, da editora e escritora Lourdes Nicácio e Silva, com o depoimento “O Dramaturgo de Catende”, em homenagem aos 105 Anos de Nascimento do renomado dramaturgo pernambucano, Aristóteles Soares.
Arilena. O amor pelos livros e os filhos.A convite do SESC-Santa Rita, fui palestrante no evento Roda de Conversa — A Barca dos Encantados, junto à escritora Lúcia Machado e ao poeta e mediador Raimundo de Moraes, no CAC da UFPE, dia 8 de abril do corrente ano, onde discorremos sobre a vida e a obra do dramaturgo Aristóteles Soares, quando o mesmo foi homenageado. Na rede social Facebook, no perfil Laboratório Ascenso Ferreira, pode-se apreciar a leitura da revista virtual Ascenso, Minha Língua, páginas 40 à 53, onde consta um texto de minha autoria, intitulado: A Convivência com Aristóteles Soares, mais vídeo com imagens onde aparece minha palestra sobre o referido autor.
Conto. Arilena tambem é contista.

 

IS – Você foi agraciada com dedicatórias de autores em seus livros, não foi mesmo? Cite alguns pra gente.

AS – Como é exemplo, o livro de contos “A Outra e Outros”, com o conto "A Menina e a Boneca", do contista Pelópidas Soares. O livro de contos “Caminhadas”, com o conto “O Dramaturgo”, do poeta e contista Josinaldo Maria da Costa. O livro de contos “Inexatidão do Tempo”, com o conto “Trovoada”, da poeta e contista Bartyra Soares.
Arilena Soares em evento.Todos a mim dedicados, que me enchem de orgulho, pela posição que seus referidos escritores ocupam na Literatura de Pernambuco, contribuindo para a historiografia da cultura nordestina.
Dedicatória. A Arilena Soares.


IS – Depois deste papo gostoso e inteligente, um mérito seu, conceitue, por favor, Educação, com uma palavra, ou uma frase.

ASO bem maior da sociedade.
A Barca dos Encantados.


IS – E arte?

ASA Arte é a manifestação das emoções e ideias.
Arte. A dos anjos.


IS – Se não fosse a escritora, ilustradora e artista plástica que é, o que poderia ter sido? Faz ideia?

ASPedagoga. Já o sou por formação. Amo fazer cidadãos de bem para o mundo e para Deus!
Olinda. Bailarina. Artes de Arilena.


IS – Qual a sua mensagem super do Bem para os leitores brasileiros — principalmente os pernambucanos, como nós?

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Estrela e Astro num show de cores


Oscar Alejandro, que vem despontando cada dia mais no mundo da música universal, esteve ao lado de Wanessa nesse 6 de setembro.
Ele abriu o show da estrela em Florianópolis, com energia — como sempre — pra dar e vender.

Oscar Alejandro e a cantora Wanessa.

 

O boliviano envolveu e agitou a galera, não teve como alguém ficar parado.

Oscar agitando a galera, sucesso puro.

 

Porque Oscar, que entrou no palco montado por volta das 7 horas da noite, traz um desassossego do Bem nas veias, por ser, sem dúvida, um dos grandes cantores da nova geração.

Oscar Alejandro. Carisma total!

 

Bailarinas a postos, sedutoras, sucessos em forma de canção saindo da boca de Alejandro, sensualidade na dança do cantor, alegria nos corações diversos que ao show assistiam

Florianópolis. Todos cantando com ele.

 

e estes cantavam junto com o jovem Astro. Dançavam, sorriam, aplaudiam
Sabiam que estavam diante de mais um nome de peso da Música Mundial.

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Curiosidades dos bastidores da peça “Obsessão”

Pela atriz Simone Figueiredo, a convite de Izan Sant 
 

Simone Fiqueiredo. Na vida real e no teatro.
Voltar depois de 15 anos provoca uma sensação diferente. Acredito que a maturidade pese nessas horas.

Quando recebemos o texto de Carla Faour, a autora, sabíamos que o diretor Henrique Tavares, que delicadamente topou embarcar nesse nosso sonho, tornando-o realidade, definiria as personagens. Pelo fato de ser um pouco mais nova que a outra atriz (Nilza Lisboa) e não ser mãe, acreditava que iria fazer o papel da intelectual Lívia. Ledo engano: na primeira leitura, o diretor pediu para eu ler Marina e determinou que eu faria esse personagem (Risos gostosos.).

Outra curiosidade é que, como sendo também produtora do espetáculo, sempre nos ensaios pensava em tudo que uma produção precisa. Mesmo dando as intenções das falas, não largava o texto, pois sempre estava ligada em questões de produção. Chegou uma hora que todos me olhavam e diziam: “Larga o texto”. E eu falava: “Não se preocupem, que na estreia estarei sem o texto na mão”. “Ufa!”, respiraram, aliviados, os atores quando larguei finalmente o danado. Será que 15 anos sem pisar no palco provoca esse estresse?

Falando em texto, desapareceram vários ao longo do processo; para ser mais exata, quatro. Quando eu o deixava de lado nos ensaios e voltava para acompanhar as cenas, me deparava com a desagradável surpresa “Cadê o meu texto?”. No final, os atores falavam: “De novo?” (Risos.) Acredito que esse tenha sido também o motivo de não querer largá-lo. O último, finalmente, está guardado a sete chaves, pois tem registrado o carinho da autora e do diretor.

Pensamos eu, Henrique Tavares e o músico Ricardo Monteiro Valença numa trilha de espera com músicas de origem latina (só tem uma música em inglês, mas trata-se de uma versão de um clássico) que falassem de amor. Chego um dia no teatro para apresentação e o operador de som, na correria, esqueceu a trilha. Eu na coxia, pronta para entrar em cena, ouvindo uma trilha qualquer. Eu, contrariada, falava: “Que música é essa?”, e os atores respondiam: “Relaxa. É apenas uma trilha de espera”; eu, danada da vida, dizia: “Pra vocês, que não sabem o cuidado que tivemos para construir.” Nesse dia, o músico foi assistir ao espetáculo, mas, felizmente, chegou no terceiro toque e não teve o dissabor de não ouvir a música usada para receber o público.

Um ex-presidiário foi assistir com um grupo de professores o espetáculo como forma de sociabilização. Era a primeira vez que ele ia a um teatro. Depois de rir bastante, ele larga essa: “Essa família é B.O (boletim de ocorrência) e essa coroa se garante (com a minha personagem, Marina)”. Saiu encantado prometendo voltar. Comprovamos que a Arte tem essa possibilidade de resgatar vidas.

Outra emoção ímpar foi subir no palco do Teatro de Santa Isabel, nosso templo maior, depois de tanto tempo. Principalmente por ter sido diretora desse patrimônio Cultural e arquitetônico.

Voltar como atriz e ser recebida com tanto carinho pela equipe que faz a família Santa Isabel foi uma emoção singular mesmo. Principalmente porque eles ficaram para assistir ao espetáculo, pois a grande maioria nunca tinha me visto em cena.
Obsessão. Temporada no Eva Herz.


Veja agora que diamante de frase disse Demi Lovato se referindo a ciúmes e obsessão:

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Fillipe Ramos

Aniversariantes

  • Adriana Souto M. Sales (secretária – Paulista/PE)
  • Adriano Athayde (cantor, compos. e prod. musical)
  • Alexandre Contini (ator, diretor e produtor teatral)
  • Alexandre Melo (jornalista – Recife/PE)
  • Alexsandro Alberto (ator – Recife)
  • Ana Maria Braga (apresentadora de TV)
  • Antônia N. Santana (dona de casa – Igarassu/PE)
  • Antônio Fagundes (ator)
  • Ayrlon Douglas (universitário/Medicina – Igarassu)
  • Benedito Ruy Barbosa (novelista)
  • Bruno Gagliasso (ator)
  • Carmita Galvão (mestra em Inglês – Recife)
  • Cindy Fragoso (atriz e iluminadora – Recife)
  • Cissa Guimarães (atriz e apresentadora de TV)
  • Dagmar Maria (ass. administrativo – Itapissuma/PE)
  • Diego Henrique Duarte (instrutor/make – Paulista)
  • Drico Alves (ator)
  • Edenize Gomes (profa. de Português – Olinda)
  • Edineide Wanderley (assist administrativo, Paulista)
  • Elias da Silva Nascimento (Itapissuma)
  • Fernando Augustus (gestor/Educ., músico, Olinda)
  • Flávia Albuquerque (pedagoga – Paulista)
  • Flávia Azevedo Madureira (dira. adm. – Recife)
  • Flávia Lacerda (diretora de televisão)
  • Gabriela Duarte (atriz)
  • Gerson Santos (editor/designer – Recife)
  • Gugga Macel (roteirista e produtor – Recife)
  • Haroldo Botta (ator, diretor e cons. de Feng Shui)
  • Humberto Martins (ator)
  • Isabelle Drummond (atriz)
  • Ítalo Lima (ator, diretor, DJ, Youtuber – Recife)
  • Jhonny Oliveira (prof. de Inglês/cineasta – Paulista)
  • João Gonçalves (fotógrafo e músico – Paulista)
  • Júnior Lima (cantor e músico/baterista)
  • Kaká (jogador de futebol)
  • Kayky Buonarroti – ator – Rio de Janeiro/RJ)
  • Kristen Stewart (atriz)
  • Laura Maria Carvalho (educadora – Paulista)
  • Lorrayne Couto (secretária, Nova Friburgo, RJ)
  • Louise Cardoso (atriz)
  • Maria Thereza Carneiro (psicóloga – Recife)
  • Mariana Ximenes (atriz)
  • Miguel Vita (ator)
  • Rick Di Castro (apres.: Transamérica – Recife)
  • Roberto Carlos (cantor, compositor e Rei da MB)
  • Sofia, 8 anos (filha do ilustre casal Uchôa Filho e Glória Valcácer – Igarassu)
  • Thaís Fersoza (atriz)
  • Tiago Santiago (ator, novelista e dramaturgo)
  • Valeska de Gracia (psicot. holística, São Pedro/SP)

Eventos

  • 12. No RIO DE JANEIRO: “Champagne e Confusão”, comédia com SYLVIA BANDEIRA e ótimo elenco – De sexta a domingo – 19:30 – até dia 10 de junho, Teatro Maison de France / Avenida Presidente Antônio Carlos, 58
  • 13. Em PERNAMBUCO: Oswaldo Montenegro apresenta Serenata – 21h30 – Balcão: R$ 114, R$ 57 (meia); Plateia: R$ 164, R$ 82 (meia) – Vendas: bilheteria do teatro, lojas Ticket Folia e site Eventim – Teatro Guararapes / Centro de Convenções, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 14. The Fevers, Pholhas e Fernando Mendes – 21h – Pista: R$ 80, R$ 40 (meia), R$ 50 (social); Mesa VIP: R$ 75; Mesa Premium: R$ 100 (quatro assentos) – Vendas: bilheteria, lojas Ticket Folia e site do Classic Hall. Classic Hall / Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 17. Demi Lovato – Pista: R$ 180, R$ 90 (meia); Pista Premium: R$ 480, R$ 240 (meia) – Vendas a partir do dia 22/02 – Classic Hall / Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 20. Maria Rita: “Amor e música” – 21h – Plateia baixa: R$ 204, R$ 102 (meia); Plateia alta e balcão: R$ 164, R$ 82 (meia) – Vendas: bilheteria do teatro e site www.eventim.com.br – Teatro Guararapes

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