emoção

Conto: “Tempo de amor”

(Recriado do meu conto original de 09/06/2007 -  Izan Sant)
 

— Carol! — gritou do terraço o pai quarentão, chamando-a. — Tá na hora do seu encontro, filha! Ele já deve estar te esperando no coqueiral do Forte Orange!
Praia de Itamaracá. Foto - IS.Sem resposta, seu Agenor deu-se ao trabalho de ir ao quarto rosa da mocinha. Enquanto se arrumava, Carol ouvia, da Rádio Recife FM, Deusa de Itamaracá, por Almir Rouche.

Entrando, o pai sorriu, feliz, ao vê-la metida em seu claro e alegre vestido de manhã de sol. Uma rosa branca nos cabelos encaracolados, os lábios em rosa acentuados pelo brilho, o sorriso angelical a colorir o rosto de criança num belo corpo de mulher, aos 15 anos. Ela abandonou o espelho, virando-se.

— Tô bonita, pai?…

— Um encanto, meu anjinho!…

Aproximou-se dela e a beijou no rosto. Emocionado, sussurrou:

— Vai com Deus, minha filha… Vai ao encontro da tua nova vida, vai… — e afastou-se, indo ao seu quarto, não queria que ela o visse chorar. Carol havia assistido demais a esse espetáculo havia 7 anos, quando no terrível momento do divórcio. Ela merecia trégua eternamente.

O antigo relógio-cuco da sala cantou 8 horas e, por um instante, Carol quase caiu em lágrimas, porém se conteve. Fitou a porta do quarto e leu, para seu consolo, a máxima de Amado Nervo, pregada num camurça em formato de coração:

“Sempre que houver um espaço em tua vida, enche-o de amor.”

Ela respirou fundo, munida de força, sorriu e se foi sem olhar para trás, linda…

Pela beira das paradisíacas praias da Ilha de Itamaracá, as delicadas mãos na saia do vestido, sob um sol magnânimo, aquela garota que, um dia, sonhara em ser tão brilhante atriz quanto a Sylvia Bandeira e a Alcione Mazzeo, corria cinematograficamente… um deslumbre!

O coração palpitava no peito, ansioso, a respiração ofegante quase a sufocava, mas a esperança lhe abria um sorriso amigo. “Estou aqui”, era como se esse sentimento “verde” se pronunciasse com suavidade.

Cansada de correr — uns minutos do percurso já haviam se passado —, Carol estacionou: finalmente chegara ao coqueiral! O coração, então, prestes a explodir de tamanha ânsia; o vento fazia os seus cabelos dançarem, frenéticos…

— Ai, meu Deus, cadê ele?… — perguntou-se ela, atirando olhares em todas as direções. Ali, só o Forte, barracas, turistas e lanchas que atravessavam o mar no sentido da ilhota Coroa do Avião.

Nada! Tempo de espera… Angústia… Ex-entusiasmo… Decepção?!

— Ôxe… — murmurou, com desânimo.

Eram já 11 horas quando Carol não quis mais ficar. Deu uma rabanada para um pardal que tinha pousado na grama à sua frente, esmagou, sem ver, uma esperança que ali apareceu, largou a rosa branca no chão e se pôs a andar de volta para casa. Triste. Bom, na verdade, até mais do que triste: infeliz.

— Ei, Ana Carolina, aqui! — uma voz de homem a chamou.

Inundada de vida, ela se voltou na direção daquela voz tanto esperada!

Continue lendo

Um Jogador de Primeira

Grandes Clubes Esportivos,
fiquem de olho neste rapaz!

Futebol. Marlon solo.

Ele é um coringa que, joga como 1° Volante, aquele que protege a zaga marcando, ou como 2° Volante, que desarma e apoia. Um especialista da bola parada, do BNH, time da Zona Sul de São Paulo, bairro Grajaú, comunidade BNH.

No jogo do dia 3 de junho, MARLON fez bonito ao lado dos amigos guerreiros, defendendo seu time, tendo como adversário o Colorado. Como bem disse o Blog Futebol da Quebrada, “Marlon bateu falta na cabeça do Marcelinho que subiu sozinho e com estilo cabeceou forte (…), empatando a partida: BNH 1 a 1 Colorado”. Em seguida, “Marlon bateu falta perto da linha de fundo e o zagueiro Mosquito subiu no bolo e desviou de cabeça fazendo o gol da virada”, ou seja, 2 para o BNH, que acabou se classificando para as oitavas da 10ª. Copa da Paz.

Nascido em Paulista, cidade do craque Rivaldo e do saudoso jogador chapecoense Cléber Santana, Marlon, criado entre Igarassu/PE e São Paulo, abre o coração acerca do jogo da vitória. A convite do Papo de Bem, logicamente.
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.  
 

IZAN SANT – Há quanto tempo você joga pelo BNH e como surgiu a paixão pelo futebol?

MARLON – Bom, estou no elenco da Família BNH, aproximadamente, há uns 4 meses, tenho 13 partidas e 2 gols atuando como 2° Volante. A minha paixão pelo futebol é desde pequeno, sempre gostei de ficar na rua com amigos de infância batendo aquela velha pelada e, graças a Deus, aos poucos fui descobrindo que levava jeito através de familiares e amigos que gostavam do meu jeito de jogar o futebol, com muita garra, determinação e amor.
 

IS – Foi legal ter lido no Futebol da Quebrada a manchete "Marcelinho e Marlon saem do banco de reservas e mudam a história do jogo para o BNH"?

M - Com certeza, uma sensação maravilhosa, só tenho a agradecer a Deus por ter me iluminado e feito com que eu ajudasse meus companheiros a mudar a partida e sair com a classificação, ainda mais por ser um campeonato varzeano de alto nível aqui em São Paulo, onde atuam atuais e ex-profissionais do esporte futebolístico! Mas ainda temos mais 4 partidas para que, enfim, a gente possa sair com a conquista da competição.
Futebol. O coringa Marlon em ação.


IS – O que foi mais especial nesse jogo, os gols feitos por você e o seu colega de trabalho?

M - Diria que foi especial tanto para mim quanto para o Marcelinho Bigode. Porém o mais importante pra mim é que ficou claro a todos que estavam assistindo à partida que o jogo só acaba no apitar final, que o nosso time tem elenco, e tanto quem sair jogando como quem fica na suplência tem que estar atento, pois quando for acionado pode mudar a partida, como aconteceu na última rodada comigo e com o Marcelinho Bigode.
Futebol. BNH. Rumo às oitavas.


IS – Como vê o Colorado hoje? E como sempre o viu?

M - Como sempre eu, desde pequeno, fui instruído pelos meus professores e minha família a nunca subestimar e nem fazer pouco de ninguém; e não foi diferente com a equipe do Colorado, que é uma equipe muito bem montada taticamente e tecnicamente, com jogadores de muita qualidade, alguns são até amigos meus, da mesma região onde resido atualmente. É isso: todo adversário, pra mim, deve ser respeitado dentro e fora de campo.
Futebol. BNH reunido em campo.


IS – Ouve-se falar que você sempre jogou e joga realmente bem. O que acha disso?

M – Fico muito lisonjeado e devo isso, primeiramente, ao nosso Pai Celeste e a meus familiares, que sempre me apoiaram e me educaram muito bem e me ensinaram que a humildade, a honestidade e o respeito são primordiais. Procuro levar isso pra dentro de campo e misturo com a minha força física, que não convém do meu porte físico, mas, sim, dá minha força de vontade indomável. E, claro, que fico muito feliz e orgulhoso pelo carinho de quem gosta do meu Futebol.
Amor. Lazer com a esposa Vitória.


IS – Uma pergunta à Vitória, sua mulher, que já tem este nome que significa, Marlon, o que você representa para o futebol brasileiro. Você, Vitória, o que sente ao ver as vitórias de seu esposo no campo?

VITÓRIA FERNANDES – (Risos gostosos.) Me sinto feliz pelas conquistas dele!
Amor. Vitória.


IS – Ambos os times, o BNH e o Colorado, são bons e inteligentes diante da bola, isto é um fato. Se jogasse pelo Colorado, certamente você teria o mesmo empenho, cremos nós, do site.

M - Sou feliz por defender o BNH, uma verdadeira família e que me recebeu de braços abertos, tanto o Presidente como a Diretoria e os companheiros de time e a torcida. Mas, com certeza que sim; independentemente da camisa que eu vestir e do adversário, sempre serei o Marlon, pernambucano de raízes fortes e família batalhadora, que nunca desiste, se entregando à luta até o fim, correndo, vibrando, e por aí vai.
Futebol. #go!bnh


IS – Finalmente, uma mensagem super do Bem a nossos curtidores e a quem acompanha o seu belo trabalho como jogador de futebol.

M - Que se vocês têm um sonho ou objetivo, independente da profissão que escolherem, lutem por isso até o fim, com muita fé em Deus e fazendo sempre tudo com muito amor, pois, um dia, vocês chegarão lá. E que sou grato aos Céus por todo esse carinho e atenção de todos os adeptos, os admiradores do meu Futebol.
Marlon. Em dose dupla.


O post sobre esse jogo da virada? CLIQUE. / O vídeo dos gols do jogo? AQUI.
Igarassu. Marlon à esquerda. Pelada com amigos profissionais.


Vá lá na nossa fan page. CURTA. Registre-se no site.
 

Aos amantes do futebol, um brilhante pensamento

Continue lendo

Sempre é Dia das Mães


Com um emocionante texto de um filho, apaixonado, à sua mãe — de JOÃO VICTOR à professora e psicopedagoga ELIETE ARAÚJO


FLASHBACK ESPECIAL

Ela é mãe… Ou seria pai?
Mãe.

Prefiro não me referir a você com nenhum desses substantivos: para mim você é meu anjo, meu porto seguro, e pronto. Creio que essa seja a melhor referência que eu possa fazer quando o assunto é você.

Hoje chegou mais um dos seus dias, a quem mais eu poderia dedicar esse dia, a não ser a você? Faço isso com a maior certeza e gratidão do mundo, pois você sabe ser mãe como ninguém, mas, quando necessitou fazer os dois papéis ao mesmo tempo, não hesitou, e lhe garanto: fez e ainda faz isso com a maior aptidão do mundo.

Sei que não é fácil, mas você sempre foi forte e nunca desistiu, sempre lutou por nós, nunca se arrependeu ou pensou em voltar atrás nas decisões que tomou.

Obrigado por dedicar parte da sua vida para cuidar desses dois aperreios que somos eu e Lucas

Isso é meio clichê, eu sei, mas não tem como eu expressar — pelo menos não em palavras — tudo o que sinto por você ser quem é, por ter feito o que fez; só tenho a agradecer a Deus por ter escolhido você para cuidar de mim, eu não poderia ter pedido coisa melhor, pai nenhum neste mundo substitui o sentimento que tenho por você.

Pode ter certeza, mainha, de que você agiu corretamente no seu papel de pai-mãe, e hoje sei que fui criado da maneira mais correta deste mundo.

O que aprendi?
Mãe.

Aprendi, e continuo aprendendo, muito com você, me inspiro muito na sua pessoa, e sei que coisa mais certa não há, pois você é única, especial, e ninguém vai mudar meu conceito em relação a isso, ninguém!

Muitos filhos se espelham no pai, almejam ser a pessoa que ele é, desfrutam da sua presença para fazer atividades quaisquer, como jogar bola, paquerar meninas, mas não precisei de nada disso, pois você sempre esteve presente nos momentos mais tristes e felizes da minha vida, me apoiando, me aconselhando, sempre preenchendo parte do meu coração que outrora pertencia a outra pessoa, mas que agora bate por inteiro em função de você; não tem coisa melhor do que a sua companhia, minha vida!

Quero que saiba que sou eternamente grato por tudo, não sei o que seria de mim sem a sua presença, e pode acreditar que, enquanto vida eu tiver, seguirei sempre seus exemplos, pois você soube criar um Homem, como nenhum “outro” seria capaz de fazê-lo.

Continue lendo

Na Páscoa, uma heroína


Janete desceu as escadas da paupérrima pensão correndo, morta de medo da mãe, que chamava por ela bravíssima, lá de baixo. Pôs-se diante daquela mulher azeda e sem amor, de olhos grandes e cruéis. Sempre vestida de negro, a cascavel: luto pelo esposo havia um mês.

Ovos de Páscoa.— Não me ouviu te chamar, não, foi, peste?! — indagou, dando-lhe um puxão de orelha que quase fez a linda garotinha de 8 anos chorar. — Agora deixa de preguiça, demônio, e vá comprar os pães e os ovos de Páscoa pra nossa ceia! Ovos menorzinhos, que tão pela hora da morte, né?

Eram 18 horas.

Vermelha e com os azuis olhinhos numa enxurrada, Janete pegou a mochila de pão das mãos da bruxa e disparou para o mercado, a uma considerável distância. A mãe lhe dera só 5 minutos, e ai da filha se ultrapassasse um segundo sequer! A cinta iria cantar!

Mas, criança, acabou se distraindo, esquecendo a vilania da genitora. Para as crianças a vida é mesmo bela, bastou ouvir um trecho de uma bobinha música infantil tocando num rádio de um boteco, que parou e começou a dançar e a cantar junto com a voz do intérprete:
 

Carneirinho, carneirão, neirão, neirão,
Olhai pro céu, olhai pro chão, pro chão, pro chão!
Peço a Deus, Nosso Senhor, Senhor, Senhor,
Para nos abençoar!
 

Ela, cantando o bis, deu adeus aos problemas, a mochila bailando na mãozinha. Os pisca-piscas das estátuas de coelhinhos, em poucos pontos da rua, ajudavam a adornar o seu mundo colorido de momento.

O pai de Janete morrera assassinado em um assalto, no centro de Porto Alegre. A mãe tocava a pensão, no subúrbio de Gramado, cada vez mais sem paciência, para a crucificação da garota, vítima diariamente de pequenas ou grandes agressões que revoltavam alguns hóspedes, mas que nada podiam fazer — achavam eles. A última rendeu à criança um olho roxo, pelo banal motivo de ter caído no sono, à tardinha, e esquecido a hora de ir comprar manteiga. E não só fazia isto, era a escrava da casa. Um caos, o relacionamento mãe/filha na "Pensão do Amor".

Mas teria a cobra, alguma vez, deixado o amor entrar ali? Alguns duvidam até hoje.

Janete ia caminhando felicíssima pela ruela de simpáticas casinhas quando, de repente, sentiu-a erma. Não viu mais ninguém depois que uma senhora entrou às pressas em sua casa, com uma criancinha de colo. A garota só registrou o olhar da mulher dirigido a um beco próximo. Miados e miados, que eram ouvidos, saíam dele. Corajosa, Janete foi até lá e espiou. Dentro, numa penumbra, um tipo malandro de homenzarrão, asqueroso, troglodita, talvez presidiário em fuga, começava o estrangulamento de um gato malhado, provavelmente de rua, que se debatia, tentando se libertar.

— Larga ele, moço! — bradou Janete, avançando para o estranho, em defesa do animal. — Não vou deixar você matar o bichinho, larga ele!

Continue lendo

Amor aos animais. Amigos heróis

Emoções reais pela atriz 
Sylvia Massari
 

Sylvia Massari. Amor aos animais.


Patrícia França, um dia, levou um gambá ferido a um atendimento PET de emergência! Não conseguiu atendimento!

Miguel de Sousa-Aguiar salvou um gato, que era torturado por um bando de adolescentes!

Meu irmão Francisco De Souza Barbosa recolhe animais feridos que encontra na rua e paga cirurgias com dinheiro de alguma conta a pagar!

Tadeu Aguiar tenta ir ao outro lado da cidade, recolher e dar abrigo a uma cachorrinha que viu ferida na publicação de alguém!

Dezenas de amigos sofrem e se emocionam com a impotência de animaizinhos, diante da covardia e da crueldade gratuitas de almas insensíveis

Acho que o dia nasceu
 

Que isto sirva à gente como uma profunda reflexão, a fim de que possamos facilitar a vida também para esses seres irracionais, vítimas, realmente, de tantos maus tratos.
 

Nossa 1ª. matéria com a
Sylvia Massari
encontra-se neste
CLIQUE.

Nossa fan page é
ESTA.

Curta, compartilhe.
 

Por falar em animais nesse post,
lembrei que George Eliot disse lindamente sobre eles

Continue lendo

Acróstico ao Domingos

Domingos Montagner. Artista de fibra.
Homenagem
do Papo de Bem
ao incrível
Domingos Montagner.
Que, onde estiver,
você faça o
mesmo sucesso
que fez aqui,
Domingos.

 

De Izan Sant
(Escritor, colunista, roteirista - Recife)

 

Com carinho, segue o acróstico…
 

Da tarde chocante no São Francisco,
Orações passaram a reinar,
Mais frequentes, sem avisos
Iscas para uma grande alma acalentar.
No Velho Chico, o espírito do homem de brilhos,
Generoso, sagrado no seu interpretar:
O Domingos do Santo, da Tereza, dos Anjos…
Salve Jorge também o de fé, o de lutar.

Montagner das Sete Vidas.
O do Cordel Encantado,
Notável defensor na Joia Rara,
Tramas de Duca e Thelma, que,
Amigas, lamentam com todos a cena inesperada.
Guerreiros sempre hão de se lembrar,
Naturalmente, do Montagner sorriso.
E refletir sobre esse artista — de vida
Risonha, exemplar, poderosa de admirar.
 

Texto escrito exclusivamente para este site.

Um pouco dos anos 80


Anos 80 - Genius.As palavras

são:

SAUDADES…

MUITAS SAUDADES

DESSA DÉCADA…


Quem hoje, com mais de 40 anos, não lembra do desejado Genius,

da Fábrica Estrela?

Ele encantava crianças e até adultos!

Pra os que não viveram essa época de beleza e tranquilidade, vamos lembrar!

Ele era um brinquedo parecido com um OVNI.

Tinha botões coloridos que imitavam sons harmônicos e se iluminavam em sequência.

Objetivo:

estimulava a memorização de sons e cores.

Fazia bem aos olhos!

Quanta saudade! (Foto: Google – Marcada para Utilização)
 

 

Em 1981 ela foi demolida para a construção do Edifício Vânia: a Casa do Navio, construída em 1940 pelo empresário Ademar da Costa Carvalho, na Avenida Boa Viagem, número 4.000, em Recife. E se assemelhava ao navio Queen Elizabeth. (Olha que linda era a Avenida Boa Viagem sem os arranha-céus!)
Anos 80 - Casa do Navio.

Dentro você podia encontrar sala de reuniões, quartos, suítes, salão de jogos, cinema, cabine de comando e um restaurante. Nela ficou hospedado o presidente Juscelino Kubistchek, entre outros grandes nomes do mundo político.

A Metro Golden Meyer — de Hollywood — chegou a filmar a Casa do Navio, é!

Ela foi um dos mais admirados cartões postais recifenses por 41 anos. (Fotos: Wilton Carvalho)
 


Anos 80 - Máquina de escrever
Ah, mas agora me bateu uma saudade da

máquina de escrever

As provas eram datilografadas, depois iam pro mimeógrafo!

Os escritores datilografam seus livros, caprichados, antes de enviar pras editoras.

Cartas comerciais eram datilografadas.

Todo escritório que se prezasse, por menor que fosse, teria que ter uma dessas. Ou várias.

Quem não tivesse o curso de Datilografia poderia ficar fora do mercado de trabalho, hein!

(Foto: Google – Marcada para Utilização)

 

Enfim, se delicie com um vídeo 1.000 dos apaixonantes anos 80!

Quer saber logo qual é, friend?

Continue lendo

“O Velho” e Bom “Diário da Insônia”

Esta tocante produção teatral traz memórias e causos reais da família do
ator/autor e, ainda, solidariedade: 
arrecadará alimentos e fraldas para um asilo.
 

Com Supervisão Cênica da renomada Márcia Cruz e Teaser perfeito da Aratu Produções, do jovem diretor Benedito Serafim, O Velho Diário da Insônia, espetáculo solo estrelado pelo ator/autor ALESSANDRO MOURA, tem sua estreia marcada para este 06 de agosto, no conhecido Espaço O Poste Soluções Luminosas, do mui querido Samuel Santos, no Recife.
Alessando Moura em cartaz novamente.

Esta tragicomédia costura poesias e canções, levando à plateia histórias vividas na infância, bem como na adolescência de Alessandro.

A partir de fragmentos de lembranças contidas em um diário, a peça remonta uma noite de insônia de um homem à beira da loucura. Repleto de suspense e drama, o roteiro propõe reflexões sobre o tempo, o arrependimento e a saudade.
Amor. Velhas lembranças na mão e na mente.

O ator, aqui, nos entrega um pouco mais deste interessante Diário: “Esse espetáculo é uma homenagem que faço ao meu avô Sebastião. A ideia é compartilhar causos dos meus familiares, conselhos que já tive oportunidade de ouvir do meu avô, tios, e os vários ensinamentos que aprendi com eles. É uma colcha de retalhos com momentos únicos, que vão fazer o público sorrir e se emocionar, com certeza”.

O pano de fundo da encenação é o abandono, a velhice e o tempo que escorrega por entre as mãos, tanto que Moura nos pergunta: “Você já dedicou um tempo para ouvir seus avós hoje? Prestou atenção no que eles tinham para dizer? E quando isso não for mais possível? Quando o silêncio calar a boca e silenciar os ouvidos?”.
O velho diário da insônia nos faz refletir.

A montagem estará em apresentação, às 20 horas, nas quintas-feiras de agosto. As entradas custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada), no entanto o espectador poderá adquirir o ingresso social por R$ 10, bastará levar um quilo de alimento ou fraldas, os quais serão doados a um asilo da cidade.

Sinopse
As memórias familiares, lembranças de infância e os sonhos de um jovem casal. Tantos planos, tanto amor, tanta solidão… Teriam feito eles as melhores escolhas? Estariam eternizados apenas em uma foto em preto e branco ou fazem parte da memória das gerações que hão de vir? Seus três filhos. Seus cinco netos. O que resta daquele jovem casal depois do “sim”? Um homem à beira da loucura, uma noite sem sono e um diário podem ser reveladores para contar essa história.
Márcia Cruz. Ela supervisiona o espetáculo.

Ator, locutor, apresentador e jornalista, Alessandro possui graduação em Comunicação Social pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha) e formação em Artes Cênicas. Atuou como ator sob a direção de grandes nomes do cenário brasileiro, como Amir Haddad, Fernando Bicudo, Ilva Ninõ, Sady Bianchini, Tavares, Dennis Carvalho, André Heller e Guto Franco.
 

Ficha Técnica:
Encenação, texto e interpretação: Alessandro Moura / Supervisão Cênica: Márcia CruzCenografia e Figurino: Toninho Miranda / Produção executiva: Raoni Velozo / Projeto Gráfico: Nathan Lucas / Desenho de luz: Fábio Calamy / Fotos de divulgação: Mylena Freitas e Richard Matias - Teaser: Aratu Produções / Assessoria de imprensa: Cínthia Carvalho / Apoio: Duo Designer, Aratu Produções, Cia Maravilhas, Mel de Engenho Produções, DouxBike, Os Caras de Pau do Vestibular / Realização: Alessandro Moura
Teatro. Este espetáculo é imperdível!

Informações
e reservas: 

ovelhodiariodainsonia@gmail.com

 

Velhice?
Assim refletiu a respeito dela,
aliando-a à cultura,
o grande filósofo Aristóteles:

“A cultura é o melhor conforto para a velhice.”

 

Conheço
Alessandro Moura

há dois anos
e posso afirmar:

Continue lendo

Um Ator ConSagrado: Paulo Goulart

Pelo Fã Jânio José Siqueira

 

Caro PAULO GOULARTsou do Estado de Minas Gerais, estou no 5º. Período do curso de Serviço Social.

Pra mim, é como se você — Grandioso que é — ainda estivesse entre nós, por isso vou me dirigir a você na 1ª. pessoa, pois você é um Mestre-Ator Imortal em todos os corações brasileiros, e também do mundo. Principalmente no meu.
Paulo Goulart, um profissional antológico da Arte!

Onde quer que você esteja, venho lhe dizer que sou muito seu fã, de carteirinha, admiro demais os seus trabalhos e, também, você como pessoa.

Sua carreira é fantástica; seus personagens, maravilhosos.

Sigo sua trajetória desde 1997, na novela ZAZÁ, em que você interpretava ULISSES, um aviador; desde essa novela que comecei a me apaixonar pelos seus personagens, daí toda novela que você fazia eu assistia para vê-lo atuando.

Quando fiquei sabendo de sua “viagem”, sabe como eu me senti?

Continue lendo

Cantor-compositor itapissumense, sim senhor!


Um artista gospel com competência de sobra
para ser contratado por sua Igreja. Conheça-o!   
Um jovem cantor que domina a canção gospel.

O nome dele é Inael Barbosa, mas prefere ser chamado de INAEL HONORATO, uma forma de homenagear a mãe, já que Honorato é o sobrenome dela e não consta na certidão de batismo dele. 

“Bom, quando criança descobri que tinha uma certa habilidade com a escrita”, nos revela o cantor-compositor. “Não tanto na parte ortográfica, e, sim, na parte criativa, segundo alguns professores. Já na adolescência, passei a ouvir nomes da música brasileira, como Gabriel, o Pensador, Charlie Brown Jr, Legião Urbana, Pregador Luo, entre outros. E isso me levou a começar a pensar sobre quem eu era, e o que queria da vida.”

Ele, então, conheceu a Comunidade da Graça, de Itapissuma – PE, Igreja que o fez compreender melhor a vida. Após isso, dedicou-se a escrever mais frequentemente, pegando, assim, o gosto pela coisa, e hoje tenta profissionalizar a sua arte.

Inael usa esse lado artístico — com suas mensagens positivas — para levar esperança, paz e amor às pessoas, além de buscar conduzi-las a Deus.
 

NOSSA
EXCLUSIVA
ENTREVISTA

 

IZAN SANT – Cantar faz parte de sua vida por quê?

INAEL HONORATO - A música é uma conversa que consegue ir além das palavras. Assim, mesmo que o receptor não concorde com as ideias cantadas, ele será levado a refletir. O que já considero bastante construtivo.
 

IS – Fazer e cantar música gospel: mais desafio ou mais responsabilidade?

IH - Mais responsabilidade, pois esse público sempre leva para o coração aquilo que é ouvido.
No palco, louvando entre jovens elétricos por Deus.


IS – Como brotou uma sua canção por demais cativante, a Renascimento?

IH - Através das minhas próprias lutas diárias, tentei passar para as pessoas palavras que me ajudariam, pois todos nós somos parecidos em alguns aspectos internos.
 

IS – Cantor/ou cantora gospel de sua preferência?

IH – Pregador Luo.
Inael em momento de reflexão.


IS – Melhor(es) música(s)?

IH –Já posso suportar”, Pregador Luo.          
 

IS – Seu objetivo de vida é…?

IH - Ajudar pessoas através da música, fazendo-as ver o mundo por uma perspectiva melhor.
Bela. Um dos lançamentos.


IS – Amigos, família, amor são…?

IH – Tudo aquilo de que precisamos para que nossa vida ganhe sentido.
 

O rapper em mais um show.
IS – Um pensamento marcante!

IH - Podemos ser tudo aquilo que sonhamos, desde que estejamos dispostos a isso, e lutarmos sempre com foco, força e fé.
 

O rapper lançará o clipe da música Eu ainda vejo esperança na terceira semana de março, e lançará seu primeiro projeto musical em de abril, que será um CD com oito faixas, das quais cinco são inéditas. O lançamento do CD contará com a participação de atrações especiais, ainda não reveladas pelo artista, que promete promover uma grande noite de louvor.
 

Conheça a eletrizante canção Bela, com Inael Honorato:

Continue lendo

Entrar

presente de artista

Bem-kete

O que gostaria de ganhar como presente de Natal? (Pode votar em até 2 alternativas)

Ver Resultados

Carregando ... Carregando ...

msg do mês

Jebson Moraes - MSG DO MÊS

Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 28. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22 e 28 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

FOTO DE BEM

Foto de Bem - Maria Clara Nóbrega

Facebook

Entrevista

Arquivos

VÊ, GALERA – Clica