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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 2

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

We return to the fantastic and unforgettable Land of the Lost.
Our chat with the actor and the actress continues.

Voltamos ao fantástico e inesquecível O Elo Perdido.
Nosso bate-papo com o ator e a atriz continua.

 

Land of the Lost. Will, Uncle Jack Marshall, Cha-Ka and Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg,
Paulista / Brazil.

 

IZAN SANT: Fans and autographs!
WESLEY EURE: They mean the world to me.  It is amazing that 45 years later that people still remember our show.  We are greatly touched when fans come up to us and tell us specific events that happened in their lives that they relate to “Land of The Lost”.

KATHY COLEMAN: We have the most loyal fans you could ever wish for. They have brought us many wonderful stories of the impact the show had on them growing up. We look forward to these autograph shows and the fun stories that people share.

IS: Fãs e autógrafos!
WESLEY: Eles significam o mundo para mim. É incrível que, 45 anos depois, as pessoas ainda se lembrem da nossa série. Ficamos muito emocionados quando os fãs nos procuram e nos contam casos específicos que aconteceram em suas vidas e que eles relacionam a “O Elo Perdido”.

KATHY: Temos os fãs mais leais que você poderia desejar. Eles nos trouxeram muitas histórias maravilhosas do impacto que a série teve sobre eles, crescendo. Estamos ansiosos para esses shows de autógrafos e as histórias divertidas que as pessoas compartilham.

Kathy Coleman.

IS: Kathy… do you have a favorite episode?
KATHY: “Elsewhen”.  The woman who portrayed me as my future self. Erica Hagen became a wonderful friend and mentor for the rest of my life.  She wrote the forward to my book.  

IS: Wesley, what was your favorite dinosaur?
WESLEY: My favorite dinosaur was Grumpy because he was mean and nasty and so much fun to run from.

IS: Kathy… você tem um episódio favorito?
KATHY: “Depois disso”. A mulher que me retratou como meu futuro eu. Erica Hagen tornou-se uma amiga maravilhosa e mentora para o resto da minha vida. Ela escreveu o prefácio para meu livro.

IS: Wesley, qual era seu dinossauro favorito?
WESLEY: Meu dinossauro favorito era o Enfezado porque ele era malvado e desagradável e muito divertido de fugir dele.

Wesley Eure.

IS: How were dinosaurs made?
WESLEY: The dinosaurs were stop motion and made of rubber. It took 8 hours to create 1 minute of movement of the dinosaurs. 

IS: What were the sets like?
KATHY: Crazy fun!!  Two sound stages that literally were a “jungle gym” and we had many amazing surprise guests come to our stages, such as Elton John, Charo, Sylvester Stallone.

IS: Como foram feitos os dinossauros?
WESLEY: Os dinossauros foram stop motion e feitos de borracha. Demorou 8 horas para criar 1 minuto de movimento dos dinossauros.

IS: Como eram os sets?
KATHY: Uma diversão louca!! Dois palcos de som que literalmente foram um “trepa-trepa” e tivemos muitos convidados surpresa extraordinários em nossos palcos, como Elton John, Charo e Sylvester Stallone.

Cha-ka: Phillip Palen.

IS: If you could give other artists advice about money or getting started in their career, what would you say…
WESLEY? If you are in it for the money, you are in the wrong career.  Do it for the love of acting and, if you are successful, money will follow.

KATHY? Like with any other job, you have to go into it with the right expectations and intentions,  really love it from your heart.

IS: Se você pudesse dar conselhos a outros artistas sobre dinheiro ou começar sua carreira, o que você diria…
WESLEY?Se você está nisso pelo dinheiro, você está na carreira errada. Faça isso pelo amor de atuar e, se você for bem sucedido, o dinheiro irá segui-lo.

KATHY?Como em qualquer outro trabalho, você tem que entrar nisso com as expectativas e intenções certas, realmente amá-lo do seu coração.

Land of the Lost. Enik.

IS: I loved watching episodes, I fell in love with “Land of the Lost”. Could you two send a message to our readers and your fans? I am a huge fan of Kathy Coleman and Wesley Eure!
WESLEY: Thank you for remembering our little show 45 years later.  It means the world to us. Just a side note: I love Brazil! We have so many wonderful fans who contact us through Facebook. I really hope Kathy and I can come to an autograph show in Brazil soon! We have never done a show there before!

KATHY: I am forever grateful for the exchange of joy between the fans and myself.

IS: Adorei assistir aos episódios, eu me apaixonei por “O Elo Perdido”. Vocês poderiam mandar uma mensagem para nossos leitores e seus fãs? Eu sou um grande fã de Kathy Coleman e Wesley Eure!
WESLEY: Obrigado por se lembrar de nossa pequena série 45 anos depois. Isso significa o mundo para nós. Apenas uma nota: amo o Brasil! Nós temos muitos fãs maravilhosos que nos contatam através do Facebook. Eu realmente espero que Kathy e eu possamos participar de um show de autógrafos no Brasil em breve! Nós nunca fizemos um show lá antes!

KATHY: Sou eternamente grata pela troca de alegria entre os fãs e eu.

Land of the Lost. Moments.

How wonderful!
And congratulations on your excellent book, Kathy!
Congratulations for this great achievement
:Run, Holly, Run!”. 

Que maravilha!
E parabéns pelo seu excelente livro, Kathy!
Parabéns por essa grande conquista:
Corra, Holly, Corra!.

Wesley Eure: Will.


Website: Wesley Eure.
Wesley Eure and Kathy Coleman.
Site: Wesley Eure.


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Photos:

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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 1

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

Land of the Lost. Will, Rick e Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg - Brazil.

They are internationally known. Wesley Eure and Kathy Coleman are the great actors who have played Will and Holly (brother and sister) in the original series Land of the Lost. Everyone remembers the Marshalls!
Land of the Lost is a famous children's adventure television series of 1970's. The series ran for three years. It was so popular that even today the adventures of the Marshall family  (father Rick, and his children Will and Holly, trapped in an alternate universe inhabited by dinosaurs, primates and Sleestaks) take Wesley, Kathy and Phillip Paley (Cha-Ka) to many American cities for autograph shows. Cha-Ka was a human-like primate called Pakuni.
Due to great success, I decided to talk to the actors about their wonderful lost world. You will love it.


Eles são conhecidos internacionalmente. Wesley Eure e Kathy Coleman são os grandes atores que interpretaram Will e Holly (irmãos) na série original O Elo Perdido. Todos se lembram dos Marshalls!
The cast of Land of the Lost. A Sleestak, Will, Holly and Cha-Ka.
O Elo Perdido é uma famosa série de TV de aventura para crianças dos anos 70. A série durou três anos. Era tão popular que ainda hoje as aventuras da família Marshall (o pai Rick e seus filhos Will e Holly, presos num universo alternativo habitado por dinossauros, primatas e os lagartos Sleestaks) levam Wesley, Kathy e Phillip Paley (Cha-Ka) a muitas cidades americanas para shows de autógrafos. Cha-Ka era um primata meio gente, chamado Pakuni.
Devido ao grande sucesso, decidi falar com os atores sobre o maravilhoso mundo perdido deles. Você vai adorar.


SPECIAL INTERVIEW
(ENTREVISTA ESPECIAL).

IZAN SANT: What do you like about your character Will Marshall?
WESLEY EURE: I like my character, Will, because he’s strong and he loves his family so much.  He’s adventurous, and on occasion he listens to his sister, Holly, which is always good to do. Especially if the sister is someone as competent as Holly.  (I’m saying this because Kathy Coleman, who played Holly, is sitting in the room with me while I’m doing this interview. HaHa) All kidding aside, one of the greatest joys in my life has been my friendship after the show with Kathy Coleman.  We truly are like brother and sister.  I’ve Always told Sid and Marty Krofft, the creators of “Land of the Lost”, that not only did they cast my TV Family, they also cast my Family in real life.  Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) and Spencer Milligan (Rick Marshall) are like my sister, my brother and my dad in the real world.

IZAN SANT: Do que gosta no seu personagem Will Marshall?
WESLEY EURE: Gosto do meu personagem, Will, porque ele é forte e ama tanto sua família. Ele é aventureiro e ocasionalmente ouve sua irmã, Holly, o que é sempre bom de se fazer. Especialmente se a irmã é alguém tão competente quanto Holly. (Estou dizendo isso porque Kathy Coleman, que interpretou Holly, está sentada na sala comigo enquanto estou fazendo esta entrevista. HaHa) Todos brincando ao lado, uma das maiores alegrias da minha vida tem sido minha amizade após a série com Kathy Coleman. Realmente somos como irmão e irmã. Eu sempre disse a Sid e Marty Krofft, os criadores de "O Elo Perdido", que eles não formaram apenas minha família de TV, mas também formaram minha família na vida real. Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) e Spencer Milligan (Rick Marshall) são como minha irmã, meu irmão e meu pai no mundo real.

Land of the Lost. Cast BLK.

IZAN SANT: And you, Kathy? What is the highest quality of your character?
KATHY COLEMAN: Her vulnernability.  Although Holly comes across as a tom-boy and problem solver, she also has an innocence and a vulnerable quality that softens her.  Unknown to me at the time, the strength of my character empowered a lot of young girls at a time when there were not many positive role models for girls on television. And as my TV brother said, I am in the room with him and he’s giving me, at the moment, the warmest smile you can imagine.  At the autograph shows and conventions, fans Always remark on the genuine relationship between the two of us… just like a brother and sister.

IZAN SANT: E você, Kathy? Qual é maior qualidade do seu personagem?
KATHY COLEMAN: Sua vulnerabilidade. Embora Holly pareça uma menina-moleque e seja uma solucionadora de problemas, ela também tem uma inocência e uma qualidade vulnerável que a suaviza. Desconhecida para mim na época, a força da minha personagem empoderou muitas garotas num momento em que não havia muitos modelos positivos para meninas na televisão. E como meu irmão da TV disse, estou na sala com ele e ele está me dando, no momento, o sorriso mais caloroso que você pode imaginar. Nos shows e convenções de autógrafos, os fãs sempre comentam sobre o relacionamento genuíno entre nós dois… assim como um irmão e uma irmã.

Actor Wesley Eure.

IS: How did you get the role of Will on “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: I had just started on a TV soap opera called “Days of Our Lives” and I met Sid Krofft.  Sid told me about his new show and asked me if I’d please audition. I did and the rest is history. I spoke with Sid for an hour last week.  Sid, who is 90 years old, told me that I was the only person they consedered.

IS: Como conseguiu o papel de Will em “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: Eu tinha acabado de começar uma novela chamada “Dias das Nossas Vidas” e conheci Sid Krofft. Sid me contou sobre sua nova série e me perguntou se eu gostaria de fazer um teste. Fiz e o resto é história. Falei com Sid durante uma hora na semana passada. Sid, que tem 90 anos, me disse que eu era a única pessoa que eles consideravam (para viver o Will da série).

IS: Kathy, how did you get role of Holly Marshall?
KATHY: After 7 auditions (call-backs) I landed the role.  Funny side-story… My mother picked out an outfit for these auditions that became the iconic “Holly” costume of a plaid shirt and pigtails.

IS: Kathy, como conseguiu o papel de Holly?
KATHY: Após 7 audições (callbacks) consegui o papel. Lado engraçado da históriaMinha mãe escolheu uma roupa para essas audições que virou o icônico traje "Holly": uma camisa xadrez e tranças.

Holly. Kathy Coleman.

IS: What was the biggest challenge in taking on these roles?
WESLEY: I was 20 at the time I got the job and I was playing a character that was 16 years old.  At first, I was concerned about playing such a young character, but I am so glad I accepted the role!  It was one of the greatest joys of my life.

KATHY: My mother had promised me a pony if I ever landed a TV series, which she honored.  Because of my beloved horse, Camanche, I needed to live in an area zoned for horses which was a two hour distance from the studio.  The biggest challenge was the very long days this created. Being outside of Hollywood and the only child actor in this small community, I was the target of bullying.  Because I was on TV I was like a “freak” to them.

IS: Qual o maior desafio ao assumir esses papéis?
WESLEY: Eu tinha 20 anos na época em que consegui o emprego e estava interpretando um personagem de 16 anos de idade. No começo, eu estava preocupado em interpretar um personagem tão jovem, mas estou muito feliz por ter aceito o papel! Foi uma das maiores alegrias da minha vida.

KATHY: Minha mãe me prometeu um pônei se eu tivesse uma série de TV, que ela honrava. Por causa do meu amado cavalo, Camanche, eu precisava morar numa área destinada a cavalos, que ficava a duas horas de distância do estúdio. O maior desafio foram os longos dias que isso gerou. Estando fora de Hollywood e a única atriz infantil nessa pequena comunidade, eu era o alvo do bullying. Porque eu estava na TV eu era como uma “aberração” para eles.

Will. Wesley Eure.

IS: What was the most challenging moment on set?
WESLEY: The most challenging thing was that we shot two episodes per week.  This means we had to film an episode every two and a half days which was unheard of in Hollywood.  All this while filming daily for “Days of our Lives”!

KATHY: My biggest challenge was memorizing my lines.  Being one of three main characters I had a lot of dialog and learning the Pakuni language was, at times, very  challenging.

IS: Qual foi o momento mais desafiador no set?
WESLEY: O mais desafiador foi que gravávamos dois episódios por semana. Isso significa que tínhamos que filmar um episódio a cada dois dias e meio, que era inédito em Hollywood. Tudo isso enquanto eu filmava diariamente para “Dias das Nossas Vidas”!

KATHY: Meu maior desafio foi memorizar minhas falas. Sendo um dos três personagens principais, eu tive muito diálogo e aprendi que a linguagem Pakuni era, às vezes, muito desafiadora.

Will and Spike.

IS: What was it like to work with the rest of the cast?
WESLEY: I know this is sounding very “sugary”, but we really, really liked each other.  Unfortunately, other TV casts don’t always have this.  We were extremely lucky in this regard.

KATHY:  There were many playfull and humerous moments between us all which made coming to work a joy.  Prior to “Land of the Lost”, Phil Paley (Cha-Ka) and I had starred in a comercial for Cheez-It Crackers.  He and I were also close in age which gave me a partner in crime in all the mischievious adventures we found ourselves in.

IS: Como foi trabalhar com o resto do elenco?
WESLEY: Eu sei que isso soa muito “açucarado”, mas nós realmente gostamos um do outro. Infelizmente, outros elencos de TV nem sempre têm isso. Tivemos muita sorte nesse aspecto.

KATHY: Houve muitos momentos lúdicos e humildes entre todos nós, que fizeram com que o trabalho fosse uma alegria. Antes de “O Elo Perdido”, Phil Paley (Cha-Ka) e eu estrelamos um comercial para o Cheez-It Crackers. Ele e eu também éramos próximos na idade, o que me deu um colaborador em todas as aventuras travessas que nós nos destinávamos.

Will. Wesley Eure. Land of the Lost.

IS: Wesley, what are you doing today for relaxation?
WESLEY: I love to travel.  I’m fortunate to have traveled the world and one of my favorite places on the planet is Rio.  I’m also finding a lot of tranquility in my new home in Puerto Vallarta, Mexico.

IS: Wesley, o que está fazendo hoje para relaxar?
WESLEY: Eu adoro viajar. Tenho a sorte de ter viajado pelo mundo e um dos meus lugares favoritos no planeta é o Rio. Eu também estou encontrando muita tranquilidade em minha nova casa em Puerto Vallarta, no México. 

The book "Run, Holly, Run!"
IS: Could you tell us about an average day in your life, Kathy?
KATHY: I love to write!  Recently, I finished writing my memoir titled “Run, Holly, Run!” which just won the 2018 National Indie Excellence Award. I am currently promoting and touring with my book.

IS: Poderia nos contar sobre um dia normal em sua vida, Kathy?
KATHY: Amo escrever! Recentemente, terminei de escrever meu livro de memórias intitulado “Corra, Holly, Corra!”, que acaba de ganhar o Prêmio Nacional de Excelência Indie 2018. Atualmente estou promovendo e fazendo turnês com meu livro.

 

The Wesley Eure Website?
You can visit by
 CLICKING.
O website do Wesley Eure?
Você pode visitar
 CLICANDO.

The book “Run, Holly, Run!” you can find it HERE.
O livro Corra, Holly, Corra! você pode encontrar AQUI.
 

Part 2 coming soon: we'll talk about

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Bate-bola com o ator Daniel Ávila

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Ator Daniel Ávila.
Carioca com orgulho, o Dudu Jordão de A Viagem , de Ivani Ribeiro, e o Tony de O Profeta, de Duca Rachid e Thelma Guedes, tem se dedicado ao teatro e às suas dublagens ultimamente.

O moço também viveu, entre outros personagens, o Bruno Vilela, da intrigante minissérie Cinquentinha, de Aguinaldo Silva, e olhem que estar em textos desses Mestres não é pouco, não!

Esteve também em tramas de mais novelistas da TV Globo. São diversos os trabalhos em sua carreira, porém, neste momento, confira o Jogo Rápido com este artista tão nosso, que atendeu ao meu convite, como sempre, com muito carisma.

Abrindo agosto.

 

BATE-BOLA
 

IZAN SANT – Se você pudesse escolher um único sinônimo para a vida, qual escolheria?

DANIEL ÁVILA – Experiência.
 

IS – Sua música do momento?

DAAndo ouvindo o CD do Ney Matogrosso com o Pedro Luiz.
 

IS – Um lugar do mundo para viver o resto dos seus dias?

DASou da floresta.
 

IS – Primeiríssima coisa que faz ao acordar?

DAVejo a hora.
 

IS – É do tipo que canta sob o chuveiro?

DACanto muito no carro. Chuveiro é pra relaxar ou dar aquela acordada.
 

IS – Academia ou esporte?

DATeatro.

Legal! Acho até que o teatro não deixa de ser um esporte, pois movimenta nosso corpo. Uma forma de esporte artístico.

Daniel Ávila. Cheio de descontração

IS – Caso fosse possível, que supercelebridade convidaria para uma boa conversa?

DAShakespeare.
 

IS – Algum prato que cozinhe muito bem?

DATô sempre inventando moda. Adoro inventar mistura de tempero. Mas sou bom mesmo em fazer uma bela salada.
 

IS – Palavra favorita?

DAAmor.
 

IS – É desses que curte ficar no WhatsApp?

DAUso muito. Superútil. Mas curtir acho que não. Não tenho paciência. Só o essencial, que já é o bastante.
 

IS – Novela de todos os tempos?

DARenascer. (Do Benedito Ruy Barbosa, de 1993.)
 

IS – O maior sabor de ser pai?

DASe aproximar da sua criança.

Daniel Ávila. Duas temporadas de "Malhação".

IS – Lugar marcante?

DACuba.
 

IS – O que mantém sempre em sua mesinha de cabeceira?

DAFoto da minha filha.
 

IS – Duas coisas mais que importantes para o ser humano?

DAHonestidade e serviço.
 

IS – Um diretor global admirável? Ou mais de um?

DAGuel Arraes, Luiz Fernando Carvalho e o saudoso Roberto Talma!
 

IS – Paz?

DAÉ o sentimento mais nobre do ser. Habita moradas sagradas e está sempre relacionado ao bem-estar coletivo.

 

Obrigado pelo bate-bola, Daniel.

 

Veja uma retrospectiva sobre o ator em

Daniel Ávila de corpo e alma.

 

Fotos (de cima para baixo):

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Ortigueira/PR recebe o cantor Tofalini


Tofalini. Gravando mais uma canção.

Isso aí, lindo povo paranaense.

No dia 28 de julho, às 22 horas, a

Petiscaria Tex Bar

presenteia vocês, de Ortigueira e cidades vizinhas, com o

 

Festival
Sertanejo
.

 

ESPECIAL
ENTREVISTA.

(Clique nas imagens se desejar ampliá-las.)

  

Cantar é uma forma de ser feliz, ser feliz é viver. Por isto

entre os demais queridos Alex & Cameli, Neto Prado & Fernandes, DJ Yanne e Day Oliveira, Tofalini estará agitando essa superfesta music altoastral.

Tex Bar - Festival Sertanejo.


Procurei saber do cantor como ele se sentia ao retornar ao palco após um recente transplante de córnea, e a resposta foi taxativa   

TOFALINIEstou muito ansioso, animado, pois estou voltando mesmo aos palcos, graças a Deus, depois de um tempinho parado devido à cirurgia. Sem dúvidas, será um show maravilhoso e inesquecível para a cidade de Ortigueira, e estou melhor do que nunca! (Risos gostosos.)
 

Tofalini. Em estúdio gravando. P&B
IZAN SANT – O que pode nos dizer sobre o belo município de Ortigueira?

TSinceramente, é a primeira vez que vou me apresentar lá, mas, pelo contato que tive com alguns moradores, já deu para perceber que é um lugar bem receptivo e vibrante. Parabéns, ortigueirenses!
 

Autor de músicas tops, como Garçom, Investindo Errado, entre outras bastante curtidas pelos jovens, Tofalini confessa estar honradíssimo por participar de um evento tão pra cima — como costuma dizer — promovido pelo Tex Bar.

Aliás, Fernando Machado, o proprietário do estabelecimento, é mais um convidado nosso neste papo de bem.
 

IS – O Tex Bar é renomado e superbem frequentado. Mas eis a pergunta que não quer calar: por que um Festival Sertanejo nele? Arrisco um palpite: porque a clientela ama o gênero. Acertei?

FERNANDO MACHADOEscolhemos criar um evento deste porte, pois nossos clientes são mesmo apaixonados por sertanejo, então por quê, em vez de uma apresentação, não fazer 5 em uma só noite?
 

IS – Embora sendo suspeito para falar, mesmo assim, em sua opinião, qual o melhor prato servido pelo Tex, aquele que os clientes adoram?

FMA queridinha do Tex Bar é a Torre de batata.
 

Então não deixe de reservar um tempinho para ir à Petiscaria, a fim de provar dessa torre, com certeza, deliciosa. E, dia 28, o Festival Sertanejo Tex Bar também espera por você!
 

Siga o Instagram Tofalini com este CLIQUE.
 

A 1ª. entrevista do site com o cantor, veja

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Teatro — Comédia “Heróis às Avessas” (Reestreia)

Com Alexandre Contini & Carina Sacchelli
(Clique nas imagens para ampiá-las)
 

Você, do Sul do Brasil, vai perder o retorno desta supercomédia?
Não deve! Olha o que diz sobre ela o Alexandre Contini…
 

É sempre um prazer gigante fazer uma temporada de teatro, mas esta tem sabor especial. Além de atuar, também divido a Autoria do texto e a Produção do espetáculo.
Teatro. Alexandre Contini.

Produzir no Brasil está cada vez mais épico: é como se tivéssemos que enfrentar uma série de batalhas, como na Grécia Antiga, para tirarmos nossas ideias do papel.

Os 3 últimos espetáculos que dirigi foram produzidos sem patrocínio, onde os atores investiram suas economias para a realização, assim como fizemos em “Heróis às Avessas”, por isso a participação do público é imprescindível para que o teatro siga forte.
Teatro. Carina Sacchelli.

Carina Sacchelli substituiu Adriana Birolli devido à atriz estar gravando a novela Jesus.


Fazer uma turnê com 12 apresentações pelo Sul brasileiro, com parceria do SESI, é realmente gratificante.

Escrevemos este espetáculo para poder divulgar o Instituto Vidas Raras, nossos parceiros, quebramos a cabeça para fazer uma comédia divertida, na qual a mensagem não fosse panfletária, foi tudo feito com muito carinho.
Teatro. Contini e Carina Sacchelli

Por isso, é tão especial. É a materialização de nossos ideais em forma de Teatro. Afinal todo mundo, pra viver nos dias de hoje, tem que ser um pouco Super-Herói.
 

Não é que é uma verdade, de fato?
 

DIAS, HORÁRIOS E SESIS:
 

Julho

19 e 20, às 20h: Sesi Portão, Curitiba | 21, às 20h, e 22, às 19h: Sesi São José dos Pinhais | 26, 20h: Sesi Guarapuava | 27 e 28, 20h: Sesi Pato Branco.
 

Agosto

01, às 20h: Sesi Santo Antônio da Platina | 02 e 03, 20h: Arena Sesi Arte e Cultura, em Arapongas | 04 e 05, às 19:30: Centro Cultural Sesi, em Londrina.
Romance. Na comédia Sequestro121 - Heróis às Avessas.


Nossa 1ª. matéria sobre esta peça em…

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De papo com Zaira Zambelli


Ela é uma das atrizes brasileiras mais disciplinadas que existem. Por isto o seu curso de Teatro seja um dos mais procurados na Cidade Maravilhosa.

É dona de personagens fascinantes, a exemplo da Maria, de Marina, novela global das 6; da Selma, de O Amor É Nosso!, das 7, também da Rede Globo, entre outras mais. Já no longa-metragem Bye bye Brasil, fez par romântico com o Fábio Júnior, casal revivido na história de O Amor É Nosso!.

Atriz Zaira Zambelli.

Ao lhe perguntar de onde vem tanta disciplina para estar em cena, Zaira admitiu categórica: Sim, sou bastante disciplinada, pois entendi que, com disciplina e determinação, a vida fica mais fácil, tudo flui melhor. A energia é outra. Colocar amor, dedicação e disciplina no dia-a-dia é sabedoria.
 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Você atuou no original da novela Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa, contracenando com Kadu Moliterno, Cristina Mullins, Roberto Bonfim, entre outros. De que forma compôs a caipira Rosinha, desse grande sucesso da Globo?

ZAIRA ZAMBELLI A Rosinha foi feita com muito amor e responsabilidade, pois interpretar a ponta de um triângulo amoroso em uma novela do Benedito Ruy Barbosa é uma grande oportunidade. Observei muito as meninas do interior, e fora que, na minha adolescência, eu ia muito para a fazenda da minha madrinha e convivia com essa realidade naturalmente.

Turma de Leitura Dramatizada.                                                                                                                   

IS – Agora nos fala sobre sua Manoela Palhares, do remake de Irmãos Coragem, de Janete Clair, na mesma emissora.

ZZ A Manoela não tinha muita importância na trama, mas me proporcionou conviver com um elenco, direção e equipe de primeira linha.
Zaira Zambeli. Visita de Recife no curso.                                                                      

IS – Achei divertidíssima sua Participação Especial em Ti-ti-ti (2010-2011), de Maria Adelaide Amaral, baseada em Ti-ti-ti e Plumas & Paetês, do Mestre Cassiano Gabus Mendes. A Madame Carneiro foi uma perua, de fato, deliciosa de interpretar? Por quê?

ZZ – (Risos gostosos.) Realmente foi muito divertida a participação, um convite da produção de elenco, que homenageou as atrizes que haviam participado da primeira versão.
                                                                                                                  

IS- A personagem, seja do teatro, do cinema ou da televisão, mais intensa que já viveu?

ZZDasdô, “Bye bye Brasil”.
Zaira Zambelli. Curso de Teatro.                                                                                                       

IS – De onde partiu o desejo de criar o conceituado Curso de Teatro Zaira Zambelli?

ZZDa minha paixão pelo Teatro e seu potencial transformador, da vontade de trabalhar ligada às artes cênicas e passar minha experiência adiante e ajudar às pessoas. O Teatro, realmente, transforma, liberta! No meu entendimento, depois de já ter tido muitos e muitos alunos, eu posso garantir: “Faça Teatro e entre em Cena”. Todas as pessoas deveriam fazer um curso de Teatro.
A sobrinha-neta Maia.                                                                                                                        

IS – Você também atuou em Pantanal, do Benedito (Ruy Barbosa). Mas, de qual das novelas que fez mais gosta, mesmo?

ZZMarina, tenho um carinho especial por ter sido a primeira.
                                                                                                                      

IS – E peça, alguma lhe é mais amada?

ZZ – “O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, direção.
 

Zaira Zambelli. Passeio de bike na orla do Rio de Janeiro.
IS – Zaira Zambelli por Zaira Zambelli?

ZZEu sou amiga, leal, responsável, amorosa, sensível. Uma pessoa do bem!!!
 

IS – Falando em ser do bem, uma mensagem super nesta vibe aos alunos, ex-alunos e admiradores da Zaira!

ZZ Viva o AGORA! Seja feliz e partilhe com os outros a sua felicidade. Só por hoje não reclame de nada! Venha fazer Teatro e transforme sua vida!
 

Busque um curso sério de interpretação.

O Curso de Teatro Zaira Zambelli está AQUI.
 

Minha primeira entrevista com a Zaira?

Encontre neste clique

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Amor com Champagne


Amor. Talento. Sylvia Bandeira.Há alguns dias,
Champagne & Confusão deixava um mar imenso
de saudades e uma lição: a de um certo amor.

(Clique nas imagens para ampliá-las)
 

Você já se imaginou vivendo um amor-comédia, de verdade?

Se sim ou se não, falo daquele amor que não te dá apenas instantes felizes, mas que te proporciona, nessas horas, um bom-humor além do comum.

Vale um sorriso após o outro, uma gargalhada vinda depois de uma boa anedota, uma explosão de alegria em um passeio, mesmo que seja pelo mais simples lugar do planeta.

O mundo fica muito mais belo quando um amor desses bate à nossa porta, é como viver um love tomando o melhor espumante existente na face da Terra.

É como ter assistido pela milésima vez ao divertidíssimo Champagne & Confusão, estrelado por Sylvia Bandeira, a Cecília no espetáculo encenado no Teatro Maison de France, no Rio de Janeiro.

Estar vivendo um amor-comédia é não ter que passar pelo que passou a personagem Gabriela, da Erika Riba, na mesma peça teatral. Para driblar o vazio, imagine você, solitário ou solitária, numa sala à meia-luz, com uma miniatura da Torre Eiffel nas mãos, iluminada e piscando em tons de azul, enquanto dança La Vie Em Rose, da inesquecível Edith Piaf. Esta é a chamada solidão poética. Linda, porém triste.

Então curta a raridade do amor-comédia quando o encontrar, viva a energia dele com todo o poder do seu coração!

Aproveitar esse amor é, ainda, estar sendo mais que carismático, como é o personagem Erik, do Rafael Canedo; é aproveitar a vida ao estilo Sara, da Thais Belchior; é ser gente boa como o é o Ministro da Educação Luís, do Joelson Medeiros.

Teatro. O elenco de Champagne e Confusão, Uma Comédia Impoliticamente Correta.


Champagne & Confusão me fez sentir esse quê do amor-comédia, por tudo já dito, mas também pelo bom-gosto do texto, as esplêndidas atuações, a adaptação, direção e produção impecáveis. Parabéns ao idealizador e tradutor Cédric Gottesmann.

Quanto a você, curtidor(a) amigo(a), se ainda não está, tomara que se apaixone por uma pessoa que te abrace com a doçura de um champagne; te beije com a força de uma quente confusão; te ame com o altoastral de uma comédia do novelista Sílvio de Abreu. Você merece, acredite!

Foto: Lu Valiatti. Sylvia Bandeira a cantar.


Concluindo, em minha opinião, sabe o que é viver?

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Solidariedade: Ainda mais unidos pela CACCST


No dia 9 de junho realizou-se, na Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, no Rio de Janeiro, um evento em prol dos seus menores, com muita música, contagem de histórias, brincadeiras e até o aniversário de uma das crianças.

Ainda mais unidos nesta causa, os generosos XANDE VALOIS (ator global) e CHRISTIANE MATTOS — aliados à presidente-fundadora do local, SANDRA NÓBREGA — estiveram presentes, como sempre se encontram em obras solidárias, levando um pouco de calor humano do qual a criançada da CACCST tanto necessita.

Solidariedade. Evento Beneficente da CACCST.

Como você já percebeu, é com este trio maravilhoso o nosso bate-papo da vez, iniciando pela atriz e dançarina carioca (no centro da foto acima).
 

EXCLUSIVA
ENTREVISTA
.
 

IZAN SANT – A sua descoberta desta Casa de Apoio ocorreu como, Christiane?

CHRISTIANE MATTOSConhecemos a CACCST, eu e Xande Valois, em 2012, quando ele fazia “Malhação”, e, através do Rodrigo Simas (toda a família Simas também é voluntária na Casa), tivemos nosso primeiro contato com a Marília Santana, grande administradora e que promove os eventos que ajudam a manter e ajudar famílias que necessitam de assistência para tratar seus filhos. A Casa abriga essas famílias, faz o transporte e cuida dessas crianças durante o tratamento e depois que voltam às suas casas, fornecendo remédios, cestas de alimentos, roupas e o principal: AMOR! Qualquer um pode contribuir, porém, acima de doações materiais, estão o carinho e a atenção.

Solidariedade. Christiane Mattos e Xande Valois mais unidos ainda por uma causa nobre.


IS – Você, Xande, pode nos descrever sua visão sobre a CACCST?

XANDE VALOIS Aprendo muito com todos da Casa, sou voluntário desde os meus 7 anos e hoje, como embaixador mirim da causa, tento mostrar para as pessoas como é importante conhecer e fazer alguma coisa pelas crianças que precisam de ajuda e força na sua luta.

Solidariedade. Um Tudo bem dos atores Xande Valois e Christiane Mattos a vocês.


IS – Sandra, como é dirigir esta tão nobre Casa e qual o maior objetivo dela?

SANDRA NÓBREGA – No início foi muito despretensioso e sem nenhum pensamento profissional, era só por Amor, com A maiúsculo mesmo, às pessoas que passavam por problemas quando vinham trazer seus filhos para tratamento. Depois fomos verificando as necessidades das famílias e entendendo como poderíamos apoiar. Até hoje me sinto muito gratificada, apesar das dificuldades que enfrentamos, de poder estar ajudando minhas Crianças, minhas Mães e as famílias dessas mulheres fortes. Como bem falou a Christiane, e, reforçando, o objetivo é dar a possibilidade a essas crianças que se encontram em tratamento a chance de o mesmo dar certo, porque não basta só tratar a doença. Existem outras situações envolvidas, como Alimentação, Higiene, etc.. Temos muito cuidado com elas, damos muito Carinho e, claro, o Amor, pois acredito que esses dois sentimentos também curam.

Amor. Sandra Nóbrega, Christiane Mattos, Xande Valois e uma assistenciada da Casa de Apoio.


IS – Para quem quiser doar algum valor, visando a colaborar com o tratamento das crianças, como proceder, então?

SNPara quem desejar doar vindo aqui, nosso endereço é Rua Santos Rodrigues, 60, bairro do Estácio, cidade do Rio de Janeiro. Nossos telefones, como também podem visualizar no banner da foto, são 21-2293-2210 e 21-2502-8343. Para quem quer realizar a doação através de uma conta: Banco Itaú, agência: 8159, Conta Corrente: 11043-9; ou Banco Bradesco, agência: 0445, Conta Corrente: 0142134-4. Obrigado, querido, pela oportunidade.
Criança. Sala de entretenimento da CACCST.


Imagina, nós é que agradecemos por estar divulgando essa Instituição (que não recebe auxílio algum do governo), a fim de fazer o Bem aos próximos, principalmente quando estes são crianças com um tão delicado problema de saúde.

Mas com você, friend, neste momento, o bolo da criança aniversariante

A criança aniversariante daquele dia.
 

E você, nosso(a) leitor(a)?
Visite a CACCSTrealize agora
a sua doação
.

O site da Casa é ESTE.

 

Doe de coração aberto.

Faça algo de bom ao semelhante e, assim, estará fazendo a você mesmo.

Estará atraindo o Bem até você!

Amor nos traz Amor.

 

Deixamos você com um pensamento do poeta, escritor, dramaturgo e ator William Shakespeare.

A máxima envolve criança e
um dos sentimentos que ela nos inspira

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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Teatro: “Champagne & Confusão”…


Uma Comédia Impoliticamente Correta” traz de volta aos palcos a estrela SYLVIA BANDEIRA e um extraordinário elenco.

Tendo sido um sucesso total na França, esta adaptação da comédia francesa “Panique au Ministère”, de Jean Franco e Guillaume Mélanie, no Rio de Janeiro dirigida por FERNANDO PHIBERT, é inédita aqui no Brasil. A adaptação é de JACQUELINE LAURENCE.

Sylvia vive a seguinte personagem

Champagne & Confusão. Sylvia Bandeira


Qual a história deste superespetáculo que é um brinde à alegria e ao humor?

Bom, o Ministro Luis (JOELSON MEDEIROS), no gabinete de um Ministério da Educação, é levado a aprovar um padrão para o tamanho dos uniformes das alunas do país. Devido a esta estranha obrigação, ele se encontra estabanado em suas confusões amorosas com Sara (THAIS BELCHIOR), com a qual mantém um sigiloso caso.

Elenco de Champagne & Confusão.

Elenco em momentos de cenas
Fotos: Reprodução da Fan page


Sara é filha da sua chefe de gabinete, a rígida Gabriela (ERIKA RIBA). Esta se apaixona por um garotão bonito, sensual e auxiliar de serviços gerais no mesmo local de trabalho dela. Ele é Erik (RAFAEL CANEDO).

Nisso, a mãe de Gabriela, Cecília (SYLVIA BANDEIRA), libertária, ex-atriz e um pouco desvairada, cujos tempos no palco foram gloriosos, deseja retornar ao showbizz!

Champagne & Confusão. Sylvia e Rafael Canedo.Sylvia e Rafael Canedo
Foto: Lu Valiatti
 

Cecília, diariamente, faz uma visitinha a Gabriela no gabinete, aproveitando para ensaiar o seu novo show que quer estrear em um bar gay.

Champagne - Sylvia Bandeira - Foto de Chico Lima
Sylvia em uma de suas memoráveis cenas
Foto: Chico Lima

 

- Saiba os horários e valores:

Sexta, às 19:30 – R$ 70,00 (Valor inteira)
Sábado, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)
Domingo, às 19:30 – R$ 70,00 (Inteira)

A TEMPORADA: De 23-03-2018 a 10-06-2018.
 

Os ingressos estão à venda clicando AQUI.

Teatro. Champagne & Confusão.

Portanto, friend, vai um superrecado pra você

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Rapha Targino - Msg do Mês de agosto

Aniversariantes

  • Alessandra Negrini (atriz)
  • Almir Rouche (cantor e compositor)
  • Amandinha Sousa (estudante – Pres. Epitácio/SP)
  • Ana Carla Andrade (fot., profra./Geografia, Paulista)
  • André Garrel (ator – Recife/PE)
  • Anie Mello (monitora/Fisiologia – Itapissuma/PE)
  • Augusto Mendonça (ator e arquiteto – Recife)
  • Bruna Lombardi (atriz e escritora)
  • Cássio Gabus Mendes (ator)
  • Chico Lins (consultor – Recife)
  • Claudio Simões (ator, dramaturgo e roteirista)
  • Danielle Monteiro (apresentadora de TV – Recife)
  • Edimilson José Gomes (Recife)
  • Edione Menezes (adva./educadora, Petrolina/PE)
  • Fafá de Belém (cantora e atriz)
  • Fernanda Mello (estudante – Igarassu/PE)
  • George Baiá (vice-Prefeito – Ilha de Itamaracá/PE)
  • Hemerson Moura (ator – Jaboatão dos Guararapes)
  • Igor Frankly (cantor/func. público – Recife)
  • Irene Melo (profa./Português – Cruz de Rebouças)
  • Jeff Rozzendo (ator e analista contábil – Recife)
  • João Mesquita (ator e diretor – São Paulo/SP)
  • Leidson Ferraz (ator/professor de teatro – Recife)
  • Lucimar Santos (educadora – Igarassu)
  • Marcelo Vaz (hairdesigner e dançarino – Recife)
  • Maria Conceição Lacerda (educadora – Paulista)
  • Maria Luiza (pedagoga – Recife)
  • Maria Tereza Braz (artista plástica – Carnaxide/PT)
  • Mariana Santos (atriz e Youtuber – Carpina/PE)
  • Marjory Porto (cantora – Florianópolis)
  • Messinho Marra (cantor e policial – Recife)
  • Murilo Vasconcellos (cirurgião plástico – Recife)
  • Ny Liima (tecn./Administração, Itapissuma)
  • Paulo Fernando (empresário: Flash Artes – Paulista)
  • Pedro Santana (escritor e compositor – Recife)
  • Pricila Barbosa (univ., Jaboatão dos Guararapes)
  • Rodrigo Raposo (jornalista e cantor – Recife)
  • Rosângela Tavares (profa./Português – Paulista)
  • Saile Campos (comunicadora social, Abreu e Lima)
  • Sharley Santos (cinematographer – Rio de Janeiro)
  • Silvana Lima (sócio-prop. Zero81 Comunic., Olinda)
  • Simone Figueiredo (atriz, gestora, arte-educadora)
  • Suzana Vieira (atriz)
  • Sylvia Massari (atriz e cantora de musicais)
  • Tássio Rennalli (advogado/JFPE – Recife)
  • Vitor Areias (Chef, Estória Restaurante – Oeiras/PT)
  • Walter Gabriel (aposentado – Ilha de Itamaracá)
  • Wesley Eure (actor/singer/author/producer/director)
  • Zaira Zambelli (atriz, produtora e diretora teatral)

Eventos

  • 01. Em SANTO ANTÔNIO DA PLATINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Santo Antônio da Platina
  • 02. Em LONDRINA/PR: entrevista com o cantor TOFALINI – 19h – Rádio Brasil Sul
  • 04. Em LONDRINA/PR: show com o cantor TOFALINI – a partir da 1:00h AM – CooL Eventos / Rua José Roque Salton, 33
  • 05. Dias 4 e 5, em LONDRINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”: ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 19:30h – Centro Cult. Sesi
  • 17. Em CAMBÉ/PR, show: cantor TOFALINI, 19:30, Noruega Espetinhos, Rua Noruega, 214, Centro
  • 18. Em APUCARANA/PR: Show “Quem Não Bebe Beija”, com TOFALINI e GIOVANI FELIX, 21h – BISTRÔ PUB HOUSE / Av. Carlos Schmidt, 112 – Reservas: 43-98806-6705, Inf.: 43-99104-8889
  • 25. OLINDA: LAURA PAUSINI – Cadeira: R$ 300, R$ 150 (meia); Cadeira VIP: R$ 400 – Vendas: bilheteria do Teatro Guararapes, lojas TicketFolia (Shoppings Recife, Guararapes, RioMar, Tacaruna e Boa Vista) e site www.evemtim.com.br / Classic Hall

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