felicidade

Amor & Amor — pensamentos


Quantos sábios e filósofos falaram de amor! Que a gente aprenda mais com eles.

Famosos.

 

"Tentei lhe dizer muitas coisas, mas acabei descobrindo que amar é muito mais sentir do que dizer. E milhões de frases bonitas jamais alcançariam o que eu sinto por você."
(José de Alencar)

"Amar talvez seja isso… Descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz." 
(Padre Fábio de Melo)

"Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente." (Dalai Lama)

"Felicidade é ter algo o que fazer, ter algo que amar e algo que esperar." (Aristóteles)

"Os que se amam profundamente jamais envelhecem; podem morrer de velhice, mas morrem jovens." (Martinho Lutero)

"Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!" (Sigmund Freud)

"O amor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser." (Mário Quintana)

"Amar é descobrirmos a nossa riqueza fora de nós." (Émile-Auguste Chartier)

"A consciência de amar e ser amado traz um conforto e riqueza à vida que nada mais consegue trazer." (Oscar Wilde)

Fechando com chave de ouro nosso post, ele: o amor da semente do amanhã

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O Maior Amor

Um Ano de Amores.


Abraçar alguém é bom. Beijar alguém faz bem. Andar de mãos dadas com alguém, nem se fala!

Abraçar, beijar, andar “de mãos dadas” com a gente mesmo, isto não tem parelha, concorda?

É o segundo maior amor de todos: o amor de nós por nós mesmos — já diz a letra de Greatest love of all, gravada pela saudosa Whitney Houston e composta por Linda Creed e Michael Masser.

A letra dessa música nos faz compreender que a pureza de espírito, como a das crianças, associada à razão, deve nos encaminhar às decisões finais de nossas vidas.

A letra também leva a gente a descobrir que precisamos nos amar mais, acreditarmos em nós, em nosso potencial e no ato de amar.

O primeiro amor… aliás, o Primeiro Amor, ora… este é o de Deus.

E como podemos chamar esses Amores, você aí arrisca um palpite, unzinho só?

Não?

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Um beijo muito especial…

Beijo.
E o que é que um beijo de Deus pode nos proporcionar?

Ora, uma imensa paz no coração e com quem está ao nosso redor.

Um sorriso mais ensolarado a cada dia, como alívio dos estresses

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Mensagem de superação…

Msg da Semana
Pra você poder superar uma depressão causada pelo fim de um relacionamento amoroso, não dê mais lugar a ela, bote o pé na estrada, distraia-se, divirta-se.

Porque ficar pensando na perda não é nada legal.

É preciso cultivar a paciência e procurar novas atividades, a fim de preencher positivamente os dias, my friend.

Só você pode chegar à superação, dando aquele baita sentido à sua existência, lembre-se sempre disso, combinado?

 

Humor!

Lembra do FÉLIX de Amor à Vida ?
Sobre este conselho básico talvez ele dissesse:

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Lembranças de…


Quem nunca teve?Lembranças.
Nunca teve, não, todo mundo teve
e na janela do sonho esteve.

Eu estive, há pouco, nas minhas,
tão confusas, misturadas, sozinhas;
das preocupações, as más vizinhas.

Lembranças, saudades; saudade
de tudo: da distante ingenuidade,
do sol saudável… da felicidade.

Felicidade de quando criança,
quando a vida era só esperança
e as brincadeiras viviam na dança

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Títulos da vida


Olá, pessoa totalmente demais!

Pra melhorar seus próximos dias começando pelo visual, presenteio você com esta imagem poética da Cidade Maravilhosa! Não é demais? (A foto é minha, eu ainda fico craque nisso – rs.)
Os títulos da vida são a nossa vida.O assunto deste post, porém, nasceu de uma coisa em que eu pensei bastante semanas atrás. Estive pensando em como te fazer um bem daqueles citando, numa destas nossas conversas, alguns títulos de obras, sejam de livros, músicas, novelas, o escambau

Confiança em Papai do Céu, dicas e alto astral são tudo de bom, dependendo da força de vontade de cada ser humano.

Eu disse uma vez, num post, que cada um tem na mente um poder único, um poder superior. Este pode erguê-lo ou derrubá-lo. É escolha, não temos como fugir disso!

Como agir, então?

Elementar, geração Brasil!

Se o seu dia está difícil, por exemplo, creia sempre que dias melhores virão.

Se você anda num vazio interior por ter sofrido uma desilusão amorosa, é necessário ter esperança, já que nenhum de nós tem sete vidas: você ainda poderá viver uma válida história de amor. Tenha amor à vida, e a vida vai te amar, vale esse clichê!

O cansaço do cotidiano nos pede paz nos braços dos nossos entes queridos, nossos laços de família Por que não se entregar a eles?

Pra quebrar algum eventual “gelo” que você tenha com seus familiares, que tal ir brincando com eles, contando uma anedota, criando um momento à esportiva? Quando você se der conta, sangue bom, já foi, estarão uns nos abraços dos outros.

Ponha na gaveta, por um instante, o Riacho Doce, o 50 tons de cinza, O mundo de Sofia ou seja qual for o outro ótimo livro que você estiver lendo; esqueça o ti-ti-ti de quem não tem coisas boas a lhe dar; derrube a muralha do comodismo, acorde cedo, espere o amanhecer acender o céu. Parece banal, mas esse é um espetáculo paradisíaco para a vista e a alma.

No relacionamento a dois, não brigue como o cravo e a rosa fazem, dê férias à guerra dos sexos do dia-a-dia. O negócio é amar, e amor com amor se paga!

Se aconchegando em um corpo que te deseje, abuse do sorriso, das caras e bocas, curta um feriado numa cabana, ouça repetidas vezes a sua música favorita. Isso acalenta…

Nas relações humanas, busque amizades cheias de charme, ou não, gente beleza pura por dentro e um auxílio joia rara: o tão gostoso ombro amigo, que vem lotado do império do afeto.

Por amor à nossa saúde mental e com Deus no coração, se a gente tentar escantear a ciranda de pedra dos problemas e viver a vida seguindo esses conselhos, não dará outra: a vida da gente vai ficar lado a lado com o paraíso que é a felicidade. Vai estar muito além do horizonte

Imagine vagalumes no seu mundo, idealizando o final feliz que quer. Diga ao seu eu sabe o quê?

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Um Recado do Coração

Fábio Bianchini em Foto Ensaio.Por: ator Fábio Bianchini
 

Venho desejar, a todos do Papo de Bem, uma caminhada de ano maravilhosa ao lado das pessoas que vocês amam, porque isso, pra mim, é o que importa.

Independente do lugar, o importante é estar cercado de pessoas queridas que nos amem.

E um 2016 próspero, com saúde, força de vontade e sonhos, porque sem eles não temos motivos para continuar.

Os sonhos, as vontades movem nosso destino.

Assim, temos motivos para prosseguir com o nosso desenvolvimento, nosso crescimento pessoal e espiritual!

Que neste Ano Novo nossos sonhos se realizem e possamos desfrutar de todo o melhor que a vida possa oferecer.

Deus não nos fez para sofrer, Ele nos fez para sermos felizes, e o mundo tem muito mais a oferecer de bom do que coisas ruins; afinal de contas, o que é ruim, geralmente, são coisas criadas por nós mesmos.

Então, que possamos fazer mais o bem e amar mais nosso próximo, a fim de transformar nossa realidade no Bem!

Feliz 2016 a todos vocês e seus familiares!

Beijos do Fábio!

 

Não viu nossa primeira ENTREVISTA com o
FÁBIO BIANCHINI, de Ou Tudo ou NadaFábio Bianchini vivendo Álvaro Assunção.

Ora, para ver, é só clicar

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O multiartista Victor Maia

O ator Victor Maia.
"Sou um cara hiperativo, muito exigente, metódico com o meu trabalho e bagunceiro dentro de casa. Canceriano; logo, apaixonado. 3D, como me chamam alguns amigos, e extremamente fiel a todos eles", assim se define, em parte, o jovem VICTOR MAIA. Ator formado pela UniRio, bailarino, cantor e coreógrafo nascido num 17 de julho.

Dono do personagem Ethan em Ou Tudo ou Nada, profissional respeitado pelos musicais dos quais participou, ora atuando, ora co-dirigindo ou coreografando, seu principal lema é: “Eu preciso levar alegria e prazer às pessoas”.

Quanto a você, quer receber esses manjares?

Ganhe um pouco dessa alegria e desse prazer, pois, com o Victor, na

ESPECIAL ENTREVISTA.  

 

IZAN SANT – Como é o seu dia, com tantas boas tarefas assim a desempenhar, e qual delas o satisfaz mais, ou todas?

VICTOR MAIAMeu dia é muito corrido. Acordo e vou correndo pra academia para malhar e correr. Pro meu dia-a-dia eu preciso estar fisicamente preparado e pro meu trabalho mais ainda. Saio da academia e ou vou para o Projac ensaiar as coreografias que monto para o Caldeirão do Huck, ou para as gravações do mesmo programa. Depois corro para o CEFTEM, Escola de Formação para Atores em Teatro Musical, onde dou aula de dança e cumpro minha função como professor. De quinta a domingo, tenho peça. Duas sessões no sábado. E ainda preciso conciliar com as aulas de canto e estudos paralelos. De verdade… eu amo fazer tudo isso. Tenho muito prazer em realizar todas essas atividades, mas, de fato, o palco é o gozo! É lá que eu respiro feliz e aliviado por estar basicamente realizando aquilo que venho me preparando há anos para fazer.
 

IS – O convite para Ou Tudo ou Nada. Deu-se…?

VM – O convite apareceu através dos produtores Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar, que também dirige o espetáculo. Eu já havia trabalhado com eles em outros musicais e eles acharam que o Ethan, personagem que eu faço, seria bem defendido por mim, porque além de ser um personagem comigo, exige um trabalho de corpo muito forte. Não à toa eu me taco no chão 7 vezes por sessão e não posso me machucar.
 

IS – Você é um dos protagonistas do musical. Conceitue o Ethan, portanto, mas do seu ponto de vista exato.

VM – Ethan não sabe exatamente como, mas ele quer participar daquilo de alguma forma. Ele é um cara que ficou desempregado e realiza pequenas atividades para se manter com algum dinheiro, como encanador, pintor… mas depois que assiste o “Cantando na Chuva”, onde vê o ator Donald O'conner realizar um salto mortal coreografado pelas paredes, decide que quer fazer igual. Sempre quis ser um bailarino mas não tem o menor jeito pra dança. Quando fica sabendo do show de strip-tease, decide ir até lá e se voluntariar para participar, e, por mais que não tenha dotes artísticos, possui um dote essencial para a nova atividade: um imenso pênis. Assim sendo, ele vai, ao longo da peça, descobrindo suas novas habilidades e uma paixão improvável dentro daquele sexteto. Ele é um cara que tá pra jogo. E não vê a hora de se despir literalmente e metaforicamente.
Victor Maia. O policial de fantasia.


IS – O Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do 4o. Botequim Cultural de Teatro pelo desempenho como esse personagem. Muita emoção?

VM – Realmente eu não esperava. O Ethan, dos 6 protagonistas, é o que tem a menor participação. Então a indicação e, sucessivamente, o prêmio, vêm como uma prova de que, mesmo sendo menor a participação, eu realizei um grande trabalho. Fiquei muito feliz.
Mais que sensual.


IS – A nudez de 50 segundos lá pelo meio da peça e a nudez do final. Tirou de letra?

VM – Não foi fácil. Nenhuma delas. Ficar pelado requer coragem. É um desafio à vaidade. Mostrar tudo para a plateia e para os colegas de cena foi algo que eu precisei ir me preparando psicologicamente durante o processo de ensaio. A coragem veio vindo. Não que eu tenha problema com meu corpo ou coisa parecida. Pelo contrário. Sou superbem resolvido e satisfeito. Mas ainda assim é preciso encontrar uma motivação para ficar peladão e assumir-se ali, na frente das pessoas, como viemos ao mundo. E, de todo o caso, a obra é muito bem escrita, então a nudez não é gratuita. Faz parte do contexto. Desse modo eu me sinto protegido para fazer as cenas. Hoje, confesso que adoro e, se pudesse, faria a peça toda pelado.
Victor. Um momento de nudez.


IS – Qual a cena mais feliz de Ou Tudo ou Nada? Na verdade, a ou as?

VM – Eu amo muito 4 cenas: a primeira, onde eu me apresento aos personagens e à plateia, me taco nas paredes, tiro a calça e saio contratado pelo grupo; a cena em que todos os protagonistas fazem o primeiro ensaio sem roupa, uns na frente dos outros e é um constrangimento só; a cena que canto um dueto com o André Dias, no momento em que estamos enterrando a mãe do personagem dele, que acabara de falecer; e, por fim a última cena, onde fazemos o grande show, momento mais esperado do espetáculo.
Mais uma do Ensaio Fotográfico.


IS – Trabalhos que mais adorou ter feito! Por quê?

VM – Antes do “Ou Tudo Ou Nada”, três trabalhos ficaram marcados na minha vida: “Quase Normal” (“Next to Normal”), musical americano montado no Brasil, também pelo Tadeu Aguiar, que me rendeu duas indicações a prêmio de melhor ator coadjuvante; “The Book of Mormon”, montado pela UNIRIO, que tive a sorte de coreografar e protagonizar nas últimas temporadas e era um deleite fazer mil e duzentas pessoas rirem todos os dias; e “O Meu Sangue Ferve Por Você”, musical que produzi e atuei ao lado de quatro amigos-atores-cantores maravilhosos, que começou despretensiosamente e teve uma carreira longa de quatro anos e meio!
Victor Maia. No ar.


IS – Tadeu Aguiar como diretor, uma nota e uma justificativa.

VM - Não dá pra dar uma nota para o Tadeu porque cada dia ele merece uma. Ele é um diretor generoso, ansioso, franco, bem-humorado e prático. Eu já trabalho com ele há cinco anos e posso dizer que cada vez que o encontro num projeto, ele está diferente. E é sempre uma deliciosa aventura trabalhar com ele. Ele esbanja amor por teatro e isso é contagiante. Conheço poucos homens tão guerreiros e corajosos quanto ele no ofício. Tadeu não deixa que a dificuldade do país destrua seu sonho e seu objetivo. Ele vai lá e faz. Ele, magicamente, dá um jeito e o espetáculo sai. É uma inspiração. Um verdadeiro empreendedor apaixonado e, ouso dizer, bem-sucedido.
Ethan em um dos seus pulos em cena.


IS – Beleza, para você, simboliza…?

Victor em mais um momento de Ethan.VM – Beleza pra mim é sinceridade, honestidade e essência. Tudo aquilo que é essencial e verdadeiro é belo.
 

IS – Paz de espírito é…?

VM – Consciência limpa e tranquila.
 

IS – Melhor novela e seu/s (sua/s) novelista(s) favorito(a/s)

VM – “Tieta” e “Avenida Brasil”. Atualmente, Joao Emanuel Carneiro.
 

IS – Seu livro de cabeceira e o seu passatempo predileto?

VM –Wicked”. O livro mesmo. Cantar é meu passatempo. Canto o dia todo. No estúdio que tenho em casa ou no chuveiro tomando banho ou no carro indo pra algum lugar. E namorar. Também tem sido meu passatempo predileto. Casei há três meses e, quando não tô trabalhando, estou abraçado no sofá, vendo filme de terror, comendo pipoca e bebendo um vinho.
 

IS – Os colegas de trabalho, nessa comédia musical…?

VM – Excelentes. O que a plateia assiste no palco é um reflexo dos bastidores. Somos muito parceiros fora de cena, bem-humorados, brincalhões e nos damos muito suporte. Viramos uma família. Aliás, a gente fica mais pelado na frente uns dos outros do que nas nossas casas para nossas famílias. Isso denota um grau de intimidade assustador.
 

IS – Em uma cena, na casa do Harold (Carlos Arruza), o Ethan se entusiasma ao mais alto grau, dizendo “Ai, meu Deus, quanta parede!…”. Um dos fracos dele, como sabemos, é se jogar em paredes, acho isso muito show. Muito treino, a fim de fazer o que você faz em cena que impressiona tanto o público?

VM – Na infância e adolescência eu fazia muita luta. Fiz anos de judô e capoeira, o que me ensinou a cair no chão sem me machucar. O ballet me trouxe uma outra consciência corporal. Para interpretar o Ethan, eu precisei juntar toda essa experiência, me preparar fisicamente com uma personal trainer na academia e conversei com dubles na TV Globo, pra descobrir algumas técnicas.
 

IS – Mas, quanto às “paredes” da vida real, hoje, no Brasil moderno?

VM – As paredes do mundo moderno são infinitamente mais complicadas… Damos com a cara na parede várias vezes, entramos em caminhos que achamos que é o seguro e pimba!, lá está a parede no final desse caminho numa via sem saída. Precisamos voltar e começar tudo do zero. Mas são essas experiências que nos definem como homens, formam nosso caráter e nos fazem lutar por paredes menos rígidas. O lance é não encostar nelas e cochilar.
 

IS – Victor Maia por Victor Maia?

VM – Além do que já falei na introdução da entrevista, sou louco pela minha família e já desejo ampliá-la. Pavio curto quando testam a minha paciência e me faltam com o respeito, principalmente dentro do meio profissional. Ético até o último segundo. Gosto de fazer todo mundo rir o tempo todo e preciso de alguém que me peça para parar, senão sou capaz de não desligar nunca mais. Rezo diariamente para que o dia tenha 36 horas para eu conseguir dar conta de realizar todos os meus sonhos.
 

IS – Já que é de praxe da gente ao final das entrevistas, mande a sua mensagem super do Bem ao público admirador do seu trabalho.

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Amigas-irmãs

Iralvânia Nóbrega e Glória Valcácer.

Essas moças, nobres moças, quando se abraçam, a Terra se irradia.
Enroscam o coração na alma gêmea da canção, num beijo amigo…
descobrem, assim, o segredo do não-se-reprima: olhos de amor, ar-sorriso.
 

Série "Resgatando Boas Matérias"

É, e neste resgate de uma de minhas matérias mais lidas para um outro veículo, duas belas e hipercultas mulheres que têm tudo a ver com Educação: GLÓRIA VALCÁCER, bibliotecária, mãe da pequena e linda Sofia, e IRALVÂNIA NÓBREGA, pedagoga. Pernambucanas de dar gosto!

Um pedido meu, há algum tempo, associado à emoção de Glória, fez com que esta me contasse o quase início (fascinante) de uma inquebrável amizade com a pedagoga:Glória Valcácer.

“Não lembro, exatamente, como minha amizade com Iralvânia começou, mas sei que fomos estudar juntas na 6ª série ginasial e eu a admirava porque ela sempre foi muito bonita e estudiosa, a queridinha dos professores. Fomos conversando e a amizade foi crescendo; fazíamos tudo juntas, chegamos até a nos apaixonar pelo mesmo garoto, mas nossa amizade era tão grande, tão verdadeira, que uma abria mão do garoto para a outra.”

Valcácer revelou se lembrar das cartas que elas se escreviam chorando, dizendo o quanto o amor que uma sentia pela outra era maior que o que sentiam pelo garoto. Em se tratando de seus ídolos na época, externou:

“Quando viramos fãs do Menudo, eu amava Robby e Iralvânia, Charles, então nunca brigamos por isso. Aliás, cheguei a dar um tapa nela em um show do grupo quando ela disse que Robby tinha olhado para ela e dado tchau. Fiquei possessa, bati nela mesmo, mas, depois, ela entendeu, e a raiva das duas passou rapidinho.”

Certa vez, numa ida ao cinema com a mãe e as irmãs de Iralvânia, estas subiram no ônibus, mas Glória acabou ficando na parada, e o ônibus deu partida; Iralvânia gritou como louca para o motorista parar, pois a amiga dela não havia subido.

“O motorista foi embora, e, para minha grata surpresa, uma parada depois estavam ela, a mãe e as irmãs a me esperar, ela fez a maior festa quando me viu sã e salva. Durante toda nossa amizade, se tivemos brigas, foram insignificantes e banais. Apenas uma demorou quase um ano, foi o pior ano da minha vida: eu chorava dia e noite porque a gente não se falava. Até hoje acredito que nem eu nem ela sabemos, exatamente, o motivo dessa briga, o importante é que voltamos a ser amigas, e com mais intensidade ainda.”Iralvânia Nóbrega.

Trilharam caminhos diferentes — Glória fez o Ensino Médio em Recife, Iralvânia continuou estudando em Igarassu —, mas nunca deixaram de se falar.

“Fui madrinha do casamento dela”, continuou Valcácer, “e, em meu casamento, ela estava passando por momentos muito difíceis, mas nem por isso deixou de comparecer, muito pelo contrário: estava lá, feliz com minha felicidade. Ah, são muitas histórias juntas, daria para escrever um livro…”

IZAN SANT - Sendo assim, vamos abreviar, amigas-irmãs! Do que uma mais gosta na outra?

GLÓRIA VALCÁCER - Gosto de tudo nela, mas o que mais admiro é a sua inteligência e a perseverança, ela não se abate por nada, é uma Mulher com M maiúsculo mesmo, está sempre caindo e levantando, enfrenta qualquer obstáculo, porque sua meta é ser feliz, e ela foca sua vida nisso, sempre.

IRALVÂNIA NÓBREGADo que mais gosto na personalidade da minha amiga é a capacidade de saber ouvir e de respeitar a individualidade das pessoas.

IS - Amizade, com uma só palavra?

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De azul com a vida

(Uma recriação do meu poema À mulher que se ama)
Saúde. De azul com a vida.

 

De uma matinal refeição, 
algo mágico: sanduíches de coração. 
Beijos loucos sob o chuveiro, 
energia a preencher o dia inteiro!

Uma dança à hora da faxina 
e tudo flui melhor, alegria é vida! 
Filhos e amor, amor sem filhos, 
almoço-lazer, faculdade, brilhos…

Brilhos, sim, de dinamismo e paixão. 
Sorrisos de sabedoria, vigor, emoção… 
E cai a noite, cai-se na balada vital.

Corpos colados, bocas, amor natural 
e, no retorno, cama azul à espera. 
A mulher e o amor, a bela e a fera.

 

Pra ter uma vida azul, faça tudo com amor e alegria! 
Pois bem nos disse
a Madre Teresa de Calcutá:

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msg do mês

Rapha Targino - Msg do Mês de agosto

Aniversariantes

  • Alessandra Negrini (atriz)
  • Almir Rouche (cantor e compositor)
  • Amandinha Sousa (estudante – Pres. Epitácio/SP)
  • Ana Carla Andrade (fot., profra./Geografia, Paulista)
  • André Garrel (ator – Recife/PE)
  • Anie Mello (monitora/Fisiologia – Itapissuma/PE)
  • Augusto Mendonça (ator e arquiteto – Recife)
  • Bruna Lombardi (atriz e escritora)
  • Cássio Gabus Mendes (ator)
  • Chico Lins (consultor – Recife)
  • Claudio Simões (ator, dramaturgo e roteirista)
  • Danielle Monteiro (apresentadora de TV – Recife)
  • Edimilson José Gomes (Recife)
  • Edione Menezes (adva./educadora, Petrolina/PE)
  • Fafá de Belém (cantora e atriz)
  • Fernanda Mello (estudante – Igarassu/PE)
  • George Baiá (vice-Prefeito – Ilha de Itamaracá/PE)
  • Hemerson Moura (ator – Jaboatão dos Guararapes)
  • Igor Frankly (cantor/func. público – Recife)
  • Irene Melo (profa./Português – Cruz de Rebouças)
  • Jeff Rozzendo (ator e analista contábil – Recife)
  • João Mesquita (ator e diretor – São Paulo/SP)
  • Leidson Ferraz (ator/professor de teatro – Recife)
  • Lucimar Santos (educadora – Igarassu)
  • Marcelo Vaz (hairdesigner e dançarino – Recife)
  • Maria Conceição Lacerda (educadora – Paulista)
  • Maria Luiza (pedagoga – Recife)
  • Maria Tereza Braz (artista plástica – Carnaxide/PT)
  • Mariana Santos (atriz e Youtuber – Carpina/PE)
  • Marjory Porto (cantora – Florianópolis)
  • Messinho Marra (cantor e policial – Recife)
  • Murilo Vasconcellos (cirurgião plástico – Recife)
  • Ny Liima (tecn./Administração, Itapissuma)
  • Paulo Fernando (empresário: Flash Artes – Paulista)
  • Pedro Santana (escritor e compositor – Recife)
  • Pricila Barbosa (univ., Jaboatão dos Guararapes)
  • Rodrigo Raposo (jornalista e cantor – Recife)
  • Rosângela Tavares (profa./Português – Paulista)
  • Saile Campos (comunicadora social, Abreu e Lima)
  • Sharley Santos (cinematographer – Rio de Janeiro)
  • Silvana Lima (sócio-prop. Zero81 Comunic., Olinda)
  • Simone Figueiredo (atriz, gestora, arte-educadora)
  • Suzana Vieira (atriz)
  • Sylvia Massari (atriz e cantora de musicais)
  • Tássio Rennalli (advogado/JFPE – Recife)
  • Vitor Areias (Chef, Estória Restaurante – Oeiras/PT)
  • Walter Gabriel (aposentado – Ilha de Itamaracá)
  • Zaira Zambelli (atriz, produtora e diretora teatral)

Eventos

  • 01. Em SANTO ANTÔNIO DA PLATINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Santo Antônio da Platina
  • 02. Em LONDRINA/PR: entrevista com o cantor TOFALINI – 19h – Rádio Brasil Sul
  • 04. Em LONDRINA/PR: show com o cantor TOFALINI – a partir da 1:00h AM – CooL Eventos / Rua José Roque Salton, 33
  • 05. Dias 4 e 5, em LONDRINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”: ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 19:30h – Centro Cult. Sesi
  • 17. Em CAMBÉ/PR, show: cantor TOFALINI, 19:30, Noruega Espetinhos, Rua Noruega, 214, Centro
  • 25. OLINDA: Laura Pausini – Cadeira: R$ 300, R$ 150 (meia); Cadeira VIP: R$ 400 – Vendas: bilheteria do Teatro Guararapes, lojas TicketFolia (Shoppings Recife, Guararapes, RioMar, Tacaruna e Boa Vista) e site www.evemtim.com.br / Classic Hall

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Marina Amorim - Foto de Bem de agosto

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