felicidade

Mensagem de superação…

Msg da Semana
Pra você poder superar uma depressão causada pelo fim de um relacionamento amoroso, não dê mais lugar a ela, bote o pé na estrada, distraia-se, divirta-se.

Porque ficar pensando na perda não é nada legal.

É preciso cultivar a paciência e procurar novas atividades, a fim de preencher positivamente os dias, my friend.

Só você pode chegar à superação, dando aquele baita sentido à sua existência, lembre-se sempre disso, combinado?

 

Humor!

Lembra do FÉLIX de Amor à Vida ?
Sobre este conselho básico talvez ele dissesse:

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Lembranças de…


Quem nunca teve?Lembranças.
Nunca teve, não, todo mundo teve
e na janela do sonho esteve.

Eu estive, há pouco, nas minhas,
tão confusas, misturadas, sozinhas;
das preocupações, as más vizinhas.

Lembranças, saudades; saudade
de tudo: da distante ingenuidade,
do sol saudável… da felicidade.

Felicidade de quando criança,
quando a vida era só esperança
e as brincadeiras viviam na dança

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Títulos da vida


Olá, pessoa totalmente demais!

Pra melhorar seus próximos dias começando pelo visual, presenteio você com esta imagem poética da Cidade Maravilhosa! Não é demais? (A foto é minha, eu ainda fico craque nisso – rs.)
Os títulos da vida são a nossa vida.O assunto deste post, porém, nasceu de uma coisa em que eu pensei bastante semanas atrás. Estive pensando em como te fazer um bem daqueles citando, numa destas nossas conversas, alguns títulos de obras, sejam de livros, músicas, novelas, o escambau

Confiança em Papai do Céu, dicas e alto astral são tudo de bom, dependendo da força de vontade de cada ser humano.

Eu disse uma vez, num post, que cada um tem na mente um poder único, um poder superior. Este pode erguê-lo ou derrubá-lo. É escolha, não temos como fugir disso!

Como agir, então?

Elementar, geração Brasil!

Se o seu dia está difícil, por exemplo, creia sempre que dias melhores virão.

Se você anda num vazio interior por ter sofrido uma desilusão amorosa, é necessário ter esperança, já que nenhum de nós tem sete vidas: você ainda poderá viver uma válida história de amor. Tenha amor à vida, e a vida vai te amar, vale esse clichê!

O cansaço do cotidiano nos pede paz nos braços dos nossos entes queridos, nossos laços de família Por que não se entregar a eles?

Pra quebrar algum eventual “gelo” que você tenha com seus familiares, que tal ir brincando com eles, contando uma anedota, criando um momento à esportiva? Quando você se der conta, sangue bom, já foi, estarão uns nos abraços dos outros.

Ponha na gaveta, por um instante, o Riacho Doce, o 50 tons de cinza, O mundo de Sofia ou seja qual for o outro ótimo livro que você estiver lendo; esqueça o ti-ti-ti de quem não tem coisas boas a lhe dar; derrube a muralha do comodismo, acorde cedo, espere o amanhecer acender o céu. Parece banal, mas esse é um espetáculo paradisíaco para a vista e a alma.

No relacionamento a dois, não brigue como o cravo e a rosa fazem, dê férias à guerra dos sexos do dia-a-dia. O negócio é amar, e amor com amor se paga!

Se aconchegando em um corpo que te deseje, abuse do sorriso, das caras e bocas, curta um feriado numa cabana, ouça repetidas vezes a sua música favorita. Isso acalenta…

Nas relações humanas, busque amizades cheias de charme, ou não, gente beleza pura por dentro e um auxílio joia rara: o tão gostoso ombro amigo, que vem lotado do império do afeto.

Por amor à nossa saúde mental e com Deus no coração, se a gente tentar escantear a ciranda de pedra dos problemas e viver a vida seguindo esses conselhos, não dará outra: a vida da gente vai ficar lado a lado com o paraíso que é a felicidade. Vai estar muito além do horizonte

Imagine vagalumes no seu mundo, idealizando o final feliz que quer. Diga ao seu eu sabe o quê?

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Um Recado do Coração

Fábio Bianchini em Foto Ensaio.Por: ator Fábio Bianchini
 

Venho desejar, a todos do Papo de Bem, uma caminhada de ano maravilhosa ao lado das pessoas que vocês amam, porque isso, pra mim, é o que importa.

Independente do lugar, o importante é estar cercado de pessoas queridas que nos amem.

E um 2016 próspero, com saúde, força de vontade e sonhos, porque sem eles não temos motivos para continuar.

Os sonhos, as vontades movem nosso destino.

Assim, temos motivos para prosseguir com o nosso desenvolvimento, nosso crescimento pessoal e espiritual!

Que neste Ano Novo nossos sonhos se realizem e possamos desfrutar de todo o melhor que a vida possa oferecer.

Deus não nos fez para sofrer, Ele nos fez para sermos felizes, e o mundo tem muito mais a oferecer de bom do que coisas ruins; afinal de contas, o que é ruim, geralmente, são coisas criadas por nós mesmos.

Então, que possamos fazer mais o bem e amar mais nosso próximo, a fim de transformar nossa realidade no Bem!

Feliz 2016 a todos vocês e seus familiares!

Beijos do Fábio!

 

Não viu nossa primeira ENTREVISTA com o
FÁBIO BIANCHINI, de Ou Tudo ou NadaFábio Bianchini vivendo Álvaro Assunção.

Ora, para ver, é só clicar

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O multiartista Victor Maia

O ator Victor Maia.
"Sou um cara hiperativo, muito exigente, metódico com o meu trabalho e bagunceiro dentro de casa. Canceriano; logo, apaixonado. 3D, como me chamam alguns amigos, e extremamente fiel a todos eles", assim se define, em parte, o jovem VICTOR MAIA. Ator formado pela UniRio, bailarino, cantor e coreógrafo nascido num 17 de julho.

Dono do personagem Ethan em Ou Tudo ou Nada, profissional respeitado pelos musicais dos quais participou, ora atuando, ora co-dirigindo ou coreografando, seu principal lema é: “Eu preciso levar alegria e prazer às pessoas”.

Quanto a você, quer receber esses manjares?

Ganhe um pouco dessa alegria e desse prazer, pois, com o Victor, na

ESPECIAL ENTREVISTA.  

 

IZAN SANT – Como é o seu dia, com tantas boas tarefas assim a desempenhar, e qual delas o satisfaz mais, ou todas?

VICTOR MAIAMeu dia é muito corrido. Acordo e vou correndo pra academia para malhar e correr. Pro meu dia-a-dia eu preciso estar fisicamente preparado e pro meu trabalho mais ainda. Saio da academia e ou vou para o Projac ensaiar as coreografias que monto para o Caldeirão do Huck, ou para as gravações do mesmo programa. Depois corro para o CEFTEM, Escola de Formação para Atores em Teatro Musical, onde dou aula de dança e cumpro minha função como professor. De quinta a domingo, tenho peça. Duas sessões no sábado. E ainda preciso conciliar com as aulas de canto e estudos paralelos. De verdade… eu amo fazer tudo isso. Tenho muito prazer em realizar todas essas atividades, mas, de fato, o palco é o gozo! É lá que eu respiro feliz e aliviado por estar basicamente realizando aquilo que venho me preparando há anos para fazer.
 

IS – O convite para Ou Tudo ou Nada. Deu-se…?

VM – O convite apareceu através dos produtores Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar, que também dirige o espetáculo. Eu já havia trabalhado com eles em outros musicais e eles acharam que o Ethan, personagem que eu faço, seria bem defendido por mim, porque além de ser um personagem comigo, exige um trabalho de corpo muito forte. Não à toa eu me taco no chão 7 vezes por sessão e não posso me machucar.
 

IS – Você é um dos protagonistas do musical. Conceitue o Ethan, portanto, mas do seu ponto de vista exato.

VM – Ethan não sabe exatamente como, mas ele quer participar daquilo de alguma forma. Ele é um cara que ficou desempregado e realiza pequenas atividades para se manter com algum dinheiro, como encanador, pintor… mas depois que assiste o “Cantando na Chuva”, onde vê o ator Donald O'conner realizar um salto mortal coreografado pelas paredes, decide que quer fazer igual. Sempre quis ser um bailarino mas não tem o menor jeito pra dança. Quando fica sabendo do show de strip-tease, decide ir até lá e se voluntariar para participar, e, por mais que não tenha dotes artísticos, possui um dote essencial para a nova atividade: um imenso pênis. Assim sendo, ele vai, ao longo da peça, descobrindo suas novas habilidades e uma paixão improvável dentro daquele sexteto. Ele é um cara que tá pra jogo. E não vê a hora de se despir literalmente e metaforicamente.
Victor Maia. O policial de fantasia.


IS – O Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do 4o. Botequim Cultural de Teatro pelo desempenho como esse personagem. Muita emoção?

VM – Realmente eu não esperava. O Ethan, dos 6 protagonistas, é o que tem a menor participação. Então a indicação e, sucessivamente, o prêmio, vêm como uma prova de que, mesmo sendo menor a participação, eu realizei um grande trabalho. Fiquei muito feliz.
Mais que sensual.


IS – A nudez de 50 segundos lá pelo meio da peça e a nudez do final. Tirou de letra?

VM – Não foi fácil. Nenhuma delas. Ficar pelado requer coragem. É um desafio à vaidade. Mostrar tudo para a plateia e para os colegas de cena foi algo que eu precisei ir me preparando psicologicamente durante o processo de ensaio. A coragem veio vindo. Não que eu tenha problema com meu corpo ou coisa parecida. Pelo contrário. Sou superbem resolvido e satisfeito. Mas ainda assim é preciso encontrar uma motivação para ficar peladão e assumir-se ali, na frente das pessoas, como viemos ao mundo. E, de todo o caso, a obra é muito bem escrita, então a nudez não é gratuita. Faz parte do contexto. Desse modo eu me sinto protegido para fazer as cenas. Hoje, confesso que adoro e, se pudesse, faria a peça toda pelado.
Victor. Um momento de nudez.


IS – Qual a cena mais feliz de Ou Tudo ou Nada? Na verdade, a ou as?

VM – Eu amo muito 4 cenas: a primeira, onde eu me apresento aos personagens e à plateia, me taco nas paredes, tiro a calça e saio contratado pelo grupo; a cena em que todos os protagonistas fazem o primeiro ensaio sem roupa, uns na frente dos outros e é um constrangimento só; a cena que canto um dueto com o André Dias, no momento em que estamos enterrando a mãe do personagem dele, que acabara de falecer; e, por fim a última cena, onde fazemos o grande show, momento mais esperado do espetáculo.
Mais uma do Ensaio Fotográfico.


IS – Trabalhos que mais adorou ter feito! Por quê?

VM – Antes do “Ou Tudo Ou Nada”, três trabalhos ficaram marcados na minha vida: “Quase Normal” (“Next to Normal”), musical americano montado no Brasil, também pelo Tadeu Aguiar, que me rendeu duas indicações a prêmio de melhor ator coadjuvante; “The Book of Mormon”, montado pela UNIRIO, que tive a sorte de coreografar e protagonizar nas últimas temporadas e era um deleite fazer mil e duzentas pessoas rirem todos os dias; e “O Meu Sangue Ferve Por Você”, musical que produzi e atuei ao lado de quatro amigos-atores-cantores maravilhosos, que começou despretensiosamente e teve uma carreira longa de quatro anos e meio!
Victor Maia. No ar.


IS – Tadeu Aguiar como diretor, uma nota e uma justificativa.

VM - Não dá pra dar uma nota para o Tadeu porque cada dia ele merece uma. Ele é um diretor generoso, ansioso, franco, bem-humorado e prático. Eu já trabalho com ele há cinco anos e posso dizer que cada vez que o encontro num projeto, ele está diferente. E é sempre uma deliciosa aventura trabalhar com ele. Ele esbanja amor por teatro e isso é contagiante. Conheço poucos homens tão guerreiros e corajosos quanto ele no ofício. Tadeu não deixa que a dificuldade do país destrua seu sonho e seu objetivo. Ele vai lá e faz. Ele, magicamente, dá um jeito e o espetáculo sai. É uma inspiração. Um verdadeiro empreendedor apaixonado e, ouso dizer, bem-sucedido.
Ethan em um dos seus pulos em cena.


IS – Beleza, para você, simboliza…?

Victor em mais um momento de Ethan.VM – Beleza pra mim é sinceridade, honestidade e essência. Tudo aquilo que é essencial e verdadeiro é belo.
 

IS – Paz de espírito é…?

VM – Consciência limpa e tranquila.
 

IS – Melhor novela e seu/s (sua/s) novelista(s) favorito(a/s)

VM – “Tieta” e “Avenida Brasil”. Atualmente, Joao Emanuel Carneiro.
 

IS – Seu livro de cabeceira e o seu passatempo predileto?

VM –Wicked”. O livro mesmo. Cantar é meu passatempo. Canto o dia todo. No estúdio que tenho em casa ou no chuveiro tomando banho ou no carro indo pra algum lugar. E namorar. Também tem sido meu passatempo predileto. Casei há três meses e, quando não tô trabalhando, estou abraçado no sofá, vendo filme de terror, comendo pipoca e bebendo um vinho.
 

IS – Os colegas de trabalho, nessa comédia musical…?

VM – Excelentes. O que a plateia assiste no palco é um reflexo dos bastidores. Somos muito parceiros fora de cena, bem-humorados, brincalhões e nos damos muito suporte. Viramos uma família. Aliás, a gente fica mais pelado na frente uns dos outros do que nas nossas casas para nossas famílias. Isso denota um grau de intimidade assustador.
 

IS – Em uma cena, na casa do Harold (Carlos Arruza), o Ethan se entusiasma ao mais alto grau, dizendo “Ai, meu Deus, quanta parede!…”. Um dos fracos dele, como sabemos, é se jogar em paredes, acho isso muito show. Muito treino, a fim de fazer o que você faz em cena que impressiona tanto o público?

VM – Na infância e adolescência eu fazia muita luta. Fiz anos de judô e capoeira, o que me ensinou a cair no chão sem me machucar. O ballet me trouxe uma outra consciência corporal. Para interpretar o Ethan, eu precisei juntar toda essa experiência, me preparar fisicamente com uma personal trainer na academia e conversei com dubles na TV Globo, pra descobrir algumas técnicas.
 

IS – Mas, quanto às “paredes” da vida real, hoje, no Brasil moderno?

VM – As paredes do mundo moderno são infinitamente mais complicadas… Damos com a cara na parede várias vezes, entramos em caminhos que achamos que é o seguro e pimba!, lá está a parede no final desse caminho numa via sem saída. Precisamos voltar e começar tudo do zero. Mas são essas experiências que nos definem como homens, formam nosso caráter e nos fazem lutar por paredes menos rígidas. O lance é não encostar nelas e cochilar.
 

IS – Victor Maia por Victor Maia?

VM – Além do que já falei na introdução da entrevista, sou louco pela minha família e já desejo ampliá-la. Pavio curto quando testam a minha paciência e me faltam com o respeito, principalmente dentro do meio profissional. Ético até o último segundo. Gosto de fazer todo mundo rir o tempo todo e preciso de alguém que me peça para parar, senão sou capaz de não desligar nunca mais. Rezo diariamente para que o dia tenha 36 horas para eu conseguir dar conta de realizar todos os meus sonhos.
 

IS – Já que é de praxe da gente ao final das entrevistas, mande a sua mensagem super do Bem ao público admirador do seu trabalho.

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Amigas-irmãs

Iralvânia Nóbrega e Glória Valcácer.

Essas moças, nobres moças, quando se abraçam, a Terra se irradia.
Enroscam o coração na alma gêmea da canção, num beijo amigo…
descobrem, assim, o segredo do não-se-reprima: olhos de amor, ar-sorriso.
 

Série "Resgatando Boas Matérias"

É, e neste resgate de uma de minhas matérias mais lidas para um outro veículo, duas belas e hipercultas mulheres que têm tudo a ver com Educação: GLÓRIA VALCÁCER, bibliotecária, mãe da pequena e linda Sofia, e IRALVÂNIA NÓBREGA, pedagoga. Pernambucanas de dar gosto!

Um pedido meu, há algum tempo, associado à emoção de Glória, fez com que esta me contasse o quase início (fascinante) de uma inquebrável amizade com a pedagoga:Glória Valcácer.

“Não lembro, exatamente, como minha amizade com Iralvânia começou, mas sei que fomos estudar juntas na 6ª série ginasial e eu a admirava porque ela sempre foi muito bonita e estudiosa, a queridinha dos professores. Fomos conversando e a amizade foi crescendo; fazíamos tudo juntas, chegamos até a nos apaixonar pelo mesmo garoto, mas nossa amizade era tão grande, tão verdadeira, que uma abria mão do garoto para a outra.”

Valcácer revelou se lembrar das cartas que elas se escreviam chorando, dizendo o quanto o amor que uma sentia pela outra era maior que o que sentiam pelo garoto. Em se tratando de seus ídolos na época, externou:

“Quando viramos fãs do Menudo, eu amava Robby e Iralvânia, Charles, então nunca brigamos por isso. Aliás, cheguei a dar um tapa nela em um show do grupo quando ela disse que Robby tinha olhado para ela e dado tchau. Fiquei possessa, bati nela mesmo, mas, depois, ela entendeu, e a raiva das duas passou rapidinho.”

Certa vez, numa ida ao cinema com a mãe e as irmãs de Iralvânia, estas subiram no ônibus, mas Glória acabou ficando na parada, e o ônibus deu partida; Iralvânia gritou como louca para o motorista parar, pois a amiga dela não havia subido.

“O motorista foi embora, e, para minha grata surpresa, uma parada depois estavam ela, a mãe e as irmãs a me esperar, ela fez a maior festa quando me viu sã e salva. Durante toda nossa amizade, se tivemos brigas, foram insignificantes e banais. Apenas uma demorou quase um ano, foi o pior ano da minha vida: eu chorava dia e noite porque a gente não se falava. Até hoje acredito que nem eu nem ela sabemos, exatamente, o motivo dessa briga, o importante é que voltamos a ser amigas, e com mais intensidade ainda.”Iralvânia Nóbrega.

Trilharam caminhos diferentes — Glória fez o Ensino Médio em Recife, Iralvânia continuou estudando em Igarassu —, mas nunca deixaram de se falar.

“Fui madrinha do casamento dela”, continuou Valcácer, “e, em meu casamento, ela estava passando por momentos muito difíceis, mas nem por isso deixou de comparecer, muito pelo contrário: estava lá, feliz com minha felicidade. Ah, são muitas histórias juntas, daria para escrever um livro…”

IZAN SANT - Sendo assim, vamos abreviar, amigas-irmãs! Do que uma mais gosta na outra?

GLÓRIA VALCÁCER - Gosto de tudo nela, mas o que mais admiro é a sua inteligência e a perseverança, ela não se abate por nada, é uma Mulher com M maiúsculo mesmo, está sempre caindo e levantando, enfrenta qualquer obstáculo, porque sua meta é ser feliz, e ela foca sua vida nisso, sempre.

IRALVÂNIA NÓBREGADo que mais gosto na personalidade da minha amiga é a capacidade de saber ouvir e de respeitar a individualidade das pessoas.

IS - Amizade, com uma só palavra?

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Generosidade — um bebê


Fiquei com vontade, desta vez, de falar sobre uma coisa que se perde — cada dia mais — no nosso cotidiano: ela, sim, a do título acima, a generosidade.

Eu sei que, pra muitos, praticá-la pode até parecer careta no mundo atual, que preza absurdamente pelo ego. Um mundo que fala de temas por demais dolorosos de forma tão Generosidade.fácil, quando deveria FALAR MAIS DE AMOR. Mas essa é uma questão em que não vou me aprofundar.

Meu lema, hoje, é generosidade. Algo que nos faz mover pra frente e nos leva a chegar um pouco mais perto de Deus. Se as pessoas não veem, Ele vê (e recompensa!) a quem atua com tal sentimento. Não é preciso alardear pra ninguém, pois atos generosos devem ser espontâneos e nada de notícia. Não é verdade? Se vira manchete, não é o legítimo ato.

Agir com generosidade não se resume simplesmente em dar um PEDAÇO DE PÃO a quem tem fome. Não!

Significa muito mais: sorrir na hora certa para o próximo, abraçar o outro com o desejo de realmente lhe fazer bem e diminuir sua solidão, doar-se ao Bem sem limites, compartilhar o pão, levar donativos (com o coração e aqueles que pudermos) aos menos favorecidos pela sorte… Muitos o fazem se doando aos asilos, aos orfanatos, ao querido LAR DO NENÉM, que você precisa conhecer… Outros, aos seus parentes menos afortunados. O que também tem plena validade.

Todos tão carentes, tão necessitados de nós!

Ser generoso é ser bom sem ser bobo. É ficar bem depois de se doar. É ser feliz.

Doe-se um pouquinho a cada dia. Você vai se sentir muito melhor.
 

Há um divino Provérbio Chinês sobre generosidade, que diz:

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De azul com a vida

(Uma recriação do meu poema À mulher que se ama)
Saúde. De azul com a vida.

 

De uma matinal refeição, 
algo mágico: sanduíches de coração. 
Beijos loucos sob o chuveiro, 
energia a preencher o dia inteiro!

Uma dança à hora da faxina 
e tudo flui melhor, alegria é vida! 
Filhos e amor, amor sem filhos, 
almoço-lazer, faculdade, brilhos…

Brilhos, sim, de dinamismo e paixão. 
Sorrisos de sabedoria, vigor, emoção… 
E cai a noite, cai-se na balada vital.

Corpos colados, bocas, amor natural 
e, no retorno, cama azul à espera. 
A mulher e o amor, a bela e a fera.

 

Pra ter uma vida azul, faça tudo com amor e alegria! 
Pois bem nos disse
a Madre Teresa de Calcutá:

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Ter Amigo é bom!…


Você também não acha, friend?

Edione e os tesouros da sua vida, os filhos.
Claro que sim, a afirmação é unânime, perguntei por perguntar

Como diria Aristóteles, aquele grande filósofo, “O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos.”

Bem, reencontrei há pouco não um amigo, mas uma Amiga (mesmo que por um reencontro virtual). Uma Amiga que é assim como diz o filósofo — tanto ela pra comigo quanto eu pra com ela.

EDIONE MENEZES, eis o nome dela (na foto, entre os lindos filhos Laís e Gil). É uma mulher bonita, professora das Línguas Portuguesa e Inglesa e capacitadora de educadores que, agora, está concluindo Direito. Uma habitante de Petrolina, Pernambuco, e ex-Secretária de Educação do município de Itapissuma, no mesmo Estado.

Eu não a via faz anos, daí esse reencontro acendeu em mim a chama da felicidade. Foi um momento pra lá de especial.

Quanto a você, friend, já pensou quais os Amigos e os momentos realmente especiais seus?

Se não pensou, faça isso. Aja de modo que esses momentos e esses Amigos sempre estejam presentes na sua vida; multiplique esses troféus também, encha a “estante” do seu coração com eles. Decore com carinho, usufrua intensamente de todos.

A vida é feita desses açúcares, todo mundo sabe: amizade, amor e instantes de alegria

Só tenha cautela numa coisa — nos avisou Khalil Gibran:

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Feli… criança

Sofia entre Uchôa e Glória.
Felicidade, realmente, não tem preço; ela tem, sim, urgência e simplicidade.

A felicidade está nas mãos dadas do amor com o amor.

Este profundo sentimento povoa um lindo sorriso de criança — como o da encantadora SOFIA, filha do casal pernambucano UCHÔA FILHO e GLÓRIA VALCÁCER, da histórica cidade de Igarassu – PE, a 40 Km do Recife.

Felicidade também se encontra num sorvete na praça, ao lado de um amor, ou numa boa caminhada na praia, com os pés na água do mar, que coroa a saúde.

Está em você admirar o azul do céu, vive no canto de um pássaro, num legítimo beijo de amizadenas mãos estendidas, procurando auxiliar o próximo.

Segundo um conhecido poeta nosso, em um coração pulsando de paixão, ou nos banhos de mar pela manhã.

Ela é parte de cada um de nós, como os sonhos, desejos, a luz que acorda a gente cedinho… e como aquela força leonina pra se lutar pelo lugar ao sol de cada dia.

Pode-se achar a felicidade num longo abraço de boas-vindas, pois ele passa uma energia sem tamanho, que só pode ser dos Céus.

Ser feliz é tudo isso e muito mais, um monte de coisas simples, mas a gente só acha que ela custa muito caro, que o dinheiro pode comprar.

O dinheiro até ajuda alguém a ser feliz, só que não é a simbologia do sentimento em questão.

O símbolo da felicidade é a pureza de alma e a riqueza de amor no coração.

Resumindo e acrescentando, ser feliz é a gente ter

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Jebson Moraes - MSG DO MÊS

Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 29. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22, 28 e 29 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

FOTO DE BEM

Foto de Bem - Maria Clara Nóbrega

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