ficção

Conto: “Tempo de amor”

(Recriado do meu conto original de 09/06/2007 -  Izan Sant)
 

— Carol! — gritou do terraço o pai quarentão, chamando-a. — Tá na hora do seu encontro, filha! Ele já deve estar te esperando no coqueiral do Forte Orange!
Praia de Itamaracá. Foto - IS.Sem resposta, seu Agenor deu-se ao trabalho de ir ao quarto rosa da mocinha. Enquanto se arrumava, Carol ouvia, da Rádio Recife FM, Deusa de Itamaracá, por Almir Rouche.

Entrando, o pai sorriu, feliz, ao vê-la metida em seu claro e alegre vestido de manhã de sol. Uma rosa branca nos cabelos encaracolados, os lábios em rosa acentuados pelo brilho, o sorriso angelical a colorir o rosto de criança num belo corpo de mulher, aos 15 anos. Ela abandonou o espelho, virando-se.

— Tô bonita, pai?…

— Um encanto, meu anjinho!…

Aproximou-se dela e a beijou no rosto. Emocionado, sussurrou:

— Vai com Deus, minha filha… Vai ao encontro da tua nova vida, vai… — e afastou-se, indo ao seu quarto, não queria que ela o visse chorar. Carol havia assistido demais a esse espetáculo havia 7 anos, quando no terrível momento do divórcio. Ela merecia trégua eternamente.

O antigo relógio-cuco da sala cantou 8 horas e, por um instante, Carol quase caiu em lágrimas, porém se conteve. Fitou a porta do quarto e leu, para seu consolo, a máxima de Amado Nervo, pregada num camurça em formato de coração:

“Sempre que houver um espaço em tua vida, enche-o de amor.”

Ela respirou fundo, munida de força, sorriu e se foi sem olhar para trás, linda…

Pela beira das paradisíacas praias da Ilha de Itamaracá, as delicadas mãos na saia do vestido, sob um sol magnânimo, aquela garota que, um dia, sonhara em ser tão brilhante atriz quanto a Sylvia Bandeira e a Alcione Mazzeo, corria cinematograficamente… um deslumbre!

O coração palpitava no peito, ansioso, a respiração ofegante quase a sufocava, mas a esperança lhe abria um sorriso amigo. “Estou aqui”, era como se esse sentimento “verde” se pronunciasse com suavidade.

Cansada de correr — uns minutos do percurso já haviam se passado —, Carol estacionou: finalmente chegara ao coqueiral! O coração, então, prestes a explodir de tamanha ânsia; o vento fazia os seus cabelos dançarem, frenéticos…

— Ai, meu Deus, cadê ele?… — perguntou-se ela, atirando olhares em todas as direções. Ali, só o Forte, barracas, turistas e lanchas que atravessavam o mar no sentido da ilhota Coroa do Avião.

Nada! Tempo de espera… Angústia… Ex-entusiasmo… Decepção?!

— Ôxe… — murmurou, com desânimo.

Eram já 11 horas quando Carol não quis mais ficar. Deu uma rabanada para um pardal que tinha pousado na grama à sua frente, esmagou, sem ver, uma esperança que ali apareceu, largou a rosa branca no chão e se pôs a andar de volta para casa. Triste. Bom, na verdade, até mais do que triste: infeliz.

— Ei, Ana Carolina, aqui! — uma voz de homem a chamou.

Inundada de vida, ela se voltou na direção daquela voz tanto esperada!

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Três bons filmes pra você!

Nossas breves dicas de telão in house

Cinema. Escolha entre esses três bons filmes.


Um momento em casa, sem querer ficar nas redes sociais, ansiando por um filme, pede um que seja realmente bom.

Eu, particularmente, acho esse momento ideal pra assistir à ótima comédia Maria 38, chanchada em preto e branco de 1959, encabeçada por Eliana Macedo, John Herbert e Zilka Salaberry. Maria (Eliana), é chamada assim, 38, por andar com um revólver escondido. Lado bom: a vigarista se regenera graças à afeição que passa a ter por um garoto rico e rebelde, de 7 anos, de quem se torna a babá.
 

Prefere um filme de dinossauros?

Os efeitos visuais deste, por causa da época de gravação, claro que não são lá essas coisas É, mas A Terra Que o Mundo Esqueceu (aventura/ficção) é gostosinho de ver. Isto pela trama, a fotografia e as atuações impecáveis de Doug McClure, Susan Penhaligon, John McEnery, entre outros. A produção é de 1975.
 

Mas você está à procura é de emoção acentuada?

Recomendo um drama de Natal mesmo a gente estando fora da época, porque ele vai tocar fundo no seu coração: Anjo de Vidro, de 2004, com Penélope Cruz, Susan Sarandon e os saudosos Paul Walker e Robin Williams. Mágico, profundo, comovente. Muita neve nas ruas de Nova Iorque e corações solitários em busca de uma razão pra viver.
 

Quer assistir agora a um desses filmes?

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Com a arte nas veias


Christiane Mattos e Xande Valois.
Superligados ao universo do teatro, do cinema e da televisão, eles formam uma dupla perfeita no fazer arte, pois a têm no sangue.

Mãe e filho, como todos sabemos, CHRISTIANE MATTOS e XANDE VALOIS abrem o mês de fevereiro trazendo pra nós as novidades na carreira, além de gostosas palavras sobre a vitória do ator na Dancinha dos Famosos.

Vamos embarcar nesta
 

ESPECIAL ENTREVISTA?


IZAN SANT – Christiane, conta à gente como ocorreu o processo para a participação do Xande na Dancinha dos Famosos.

CHRISTIANE MATTOSO Xande foi chamado pra fazer a Dancinha já na outra edição, a de 2015, mas como ele estava em cartaz no musical “Ou Tudo ou Nada” e ele não tinha standing, ele não teve como ensaiar e participar. No final de 2016, foi chamado novamente, então pôde fazer e foi maravilhoso. Foi uma experiência muito legal pra ele e, principalmente, pra mim também.
 

IS – Qual o estilo de dança mais complicado que você encarou para aprender, Xande?

XANDE VALOISO ritmo que eu tive mais dificuldade de aprender foi a valsa, porque eu nunca tinha encarado, não tinha dançado, eu não tinha a menor ideia de como eram os passos, então foi o ritmo mais difícil.
 

IS – Cada domingo era uma nova batalha do Xande na Dancinha. E o coração, Christiane, reagia de formas diferentes?

CMSim, a cada domingo era uma emoção diferente, porque o que eu mais admirava nas apresentações do Xande é que, além de ele ter jeito pra dança, além de ele dançar, fazer os passos, os movimentos assim, firmes, ele interpretava. A cada domingo era um personagem diferente que ele levava pro palco.
Xande Valois. Dancinha dos Famosos.


IS – Uma curiosidade dos bastidores, pode-se falar?

CM – Um dia eu tava assistindo ao ensaio pelo vidro, porque é tipo a casa do Big Brother a casa de ensaios;  é a mesma casa onde os adultos também ensaiam pra Dança dos Famosos. E eles ensaiam em salas espelhadas, com as câmeras que ficam por trás, filmando os ensaios. Daí, um dia, foi permitido que os responsáveis ficassem nessa parte que eles não veem, quem está dentro da sala não vê; é espelhado, tipo o Big Brother mesmo. Os responsáveis puderam ir ver, cada um, os seus filhos ensaiando. Vi, então, o diretor Henrique Farias, na última semana de ensaios, falando pro Xande: “Xande, eu quero que você incorpore o malandro da Lapa”, e eu achei isso interessante porque ele viveu realmente o malandro: pelo jeito, pelas caras, pela interpretação dele na coreografia. Achei muito legal.
Xande Valois. Dançando no Domingão do Faustão.


IS – Sair como vitorioso significou…?

XVSair vitorioso significou o quanto eu devo continuar dançando, o quanto isso vai, cada vez mais, me ajudar na minha profissão de ator e me deu essa certeza: que a dança tem que continuar presente na minha vida. (Na foto a seguir, Valois em cena do filme "Através da Sombra".)Xande Valois. Longa-metragem "Através da Sombra".


IS – Vocês visitaram a quadra da Imperatriz, escola de samba pela qual Xande irá desfilar no carnaval. Qual a emoção aí?

CM – O samba, pra nós, representa as nossas raízes, a festa cultural, aquela emoção de estar na avenida. O Xande já desfilou por duas escolas mirins, que foram a Pimpolhos da Grande Rio e a Golfinhos do Rio de Janeiro. No ano passado nós desfilamos na Inocentes de Belfort Roxo, que fez uma homenagem ao Cacá Diegues; nós saímos na Ala dos Amigos e Familiares do Cacá. Este ano, estar no desfile das escolas do grupo Especial é uma emoção que não tem como descrever, porque na hora em que a bateria começa a tocar e vem aquela multidão, aquele povo cantando, remete muito às nossas raízes, à nossa cultura. E uma emoção muito forte, é muito lindo.
Xande Valois. Na quadra da Escola de Samba Imperatriz.

Com a rainha Cris Vianna, o ator Sérgio Marone, Simone Drumond (diretora e primeiro destaque da Imperatriz)
e os amigos do elenco mirim de "Vamp": Mari Cardoso, que participou do "The Voice", e Rafa Mezadri.
 

Aqui, em nova cena e nos bastidores de "Através da Sombra".

Xande Valois e Christiane Mattos em 'Através da Sombra".


IS – Sobre o recente e intrigante longa-metragem Através da Sombra, o que vocês podem nos dizer?

CMO longa “Através da Sombra” foi uma experiência também muito incrível, de um aprendizado enorme. Na época que o longa foi filmado, o Xande tinha 9 anos e era muito pequeno, e ver o Xande tendo uma troca perfeita de sintonia com o Walther, um grande e renomado diretor de cinema, foi uma emoção também muito grande pra mim, e pra ele, então, um aprendizado sem fim. Inclusive ele, hoje, diz querer fazer faculdade de cinema futuramente. Ele pretende aprender esse lado da direção, e isso se deve muito ao fato de ter tido esse contato com o Walther Lima Jr., que foi um aprendizado, como eu já disse, ilimitado pra ele, uma coisa muito emocionante e de aprendizado que ele vai levar pra vida toda.
Christiane Mattos e Xande Valois. Através da Sombra.


IS – O Vamp vem chegando. Qual o sentimento em relação a esse musical?

CM - O Xande, primeiramente, está se sentindo muito honrado por ter sido convidado pelo diretor Jorge Fernando na época em que ele estava fazendo “Êta Mundo Bom!”, para integrar o elenco do “Vamp”. Ele já teve duas experiências com o Jorginho: na “Êta Mundo Bom!”, em que ele interpretou o Cláudio, e, anteriormente, na “Alto Astral”, em que ele fez a primeira fase dessa novela, na qual ele era o personagem do Sérgio Guizé — que era o protagonista — na infância. E também há muito aprendizado: o Jorginho é um diretor que inspira muito o Xande, eles têm uma química boa… E, agora, é aguardar essa estreia superesperada, e vai ser um grande sucesso, com certeza. 
Christiane Mattos e Xande Valois. Momento bastidores de Através da Sombra.

 

IS – Projetos futuros! Quais são?

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Indo nas ondas da paixão

Rosario Boyer.
Quando um rumo profissional de futuro certo está praticamente definido, mas migramos para outro é porque estamos errados, não é mesmo?

Nem sempre.

O acerto aconteceu com Rosario Boyer, ao descobrir que, na verdade, era apaixonada por cinema logo após cursar Direito.

Quando me formei, não estava muito satisfeita com a profissão escolhida e comecei a pensar que, se pudesse voltar no tempo, queria ser diretora de cinema. Um dia vi um anúncio do curso de Cinema da Universidade Estácio de Sá e fui correndo fazer minha inscrição”, diz Rosario, um dos prestigiados nomes no mundo cinematográfico nacional e internacional.

Diretora, roteirista e produtora. Na nossa berlinda do Bem, portanto, ela, que acumula prêmios sem cessar no campo onde atua. Que venham mais!
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Do cinema nacional, qual a sua maior referência em roteiro?

ROSARIO BOYER – Gosto muito de Júlio Meloni.

 

IS – Premiação atrás de premiação! Ao seu ver, o que de mais notável possui Os Tubarões de Copacabana, pra conquistar tantos prêmios?

RBA temática do roteiro fala de valores que interessam a todos: amor, amizade, família, mas, sem dúvida, o fator determinante foram os atores, que fizeram um excelente trabalho.
Rosario Boyer na Calçada da Fama.


IS - Uma frase que mais traduz o longa?

RBA frase que consta no cartaz, acima da foto dos surfistas: “As mais perigosas são as ondas da paixão”.
As paixões fazem parte deles.


IS – Raul Gazolla, Rayanne Morais, Alcione Mazzeo, Ricardo Macchi, Marcos Veras são alguns nomes — dentre outros, extraordinários — do longa-metragem. Você pode nos contar o segredo de escolher tão acertadamente um elenco?  

RBFoi difícil conseguir o protagonista masculino, que tinha que ter 50 anos, saber surfar muito bem e ser muito atraente. O primeiro nome que veio à minha cabeça foi o de Evandro Mesquita, que adorou o roteiro, mas estava sem tempo, com muitos compromissos com a banda. Foi quando um amigo falou que Raul Gazolla surfava e adorei a ideia. Enviei o roteiro para Raul, que aceitou na hora. Para o papel de Nicole, necessitávamos de uma garota que tivesse olhos azuis, de muita beleza. O diretor de Fotografia, Neto Favaron, conheceu a Rayanne na praia de Copacabana, quando estava fazendo um teste com câmera subaquática. Rayanne, que era Miss Minas Gerais e depois foi Miss Rio de Janeiro, disse que estava cursando teatro na Cal e ele a convidou para fazer o teste de elenco. Com Alcione Mazzeo eu já tinha falado em relação a outro filme, e vi que ela era bastante parecida com Rayanne Morais, ideal para fazer o papel de mãe da protagonista. Ricardo Macchi fez teste para o papel de professor da escolinha de Surf e foi tão bem que pareceu que a personagem tinha sido criada para ele. A parte cômica do filme, ficou a cargo de Marcos Veras por sugestão de Raul Gazolla. Conseguir os atores certos foi uma mistura de boas relações e muita sorte.
Produção e parte do elenco de "Os Tubarões de Copacabana".


IS – A Rayanne recebeu o prêmio de melhor atriz no 5º. Dada Saheb Phalke Film Festival, em Nova Deli, na Índia. Ao receber a notícia, a Rosario reagiu…?  

RBFiquei feliz, mas não me surpreendi. Eu sempre incentivava os atores dizendo que ganhariam prêmios pelo filme. Alcione Mazzeo, Guil Silveira e  outros também mereceriam ganhar, mas, infelizmente, tem poucos festivais que premiam os atores coadjuvantes.
Esses "Tubarões" são demais.


IS – Embora já tenha colocado isso em alguma outra entrevista, o que é cinema pra você?

RBMinha paixão.
Rosario World Premiere.


IS – Quais os diretores atuais que você mais admira? Ou, pelo menos, um.

RBComo Diretora do Festival Brasil de Cinema Internacional, acabei de assistir os 1066 filmes que se inscreveram este ano para a 3ª. edição e fiquei surpresa com os trabalhos apresentados por novos diretores, do Brasil e do mundo. Porém minha preferência continua por Woddy Allen, Almodóvar, o argentino Juan José Campanella, e, do Brasil, o diretor Edu Felistoque.
Todos da Escolinha de Surf.


IS – Quanto aos novos projetos? Vai pintar um novo filme?

RBPlanejo realizar um longa em co-produção com o produtor argentino Fernando Leanza. É a história de um brasileiro que viaja para Buenos Aires para buscar a sua mulher, que foi embora com um argentino e, chegando ao país vizinho, tem que ganhar a vida dançando tango. Se chama “Vinho, Mulheres e Dor de Cotovelo”. A ideia é ter novamente Gazolla como protagonista.
Alcione Mazzeo, Raul Gazolla e Rosario.


IS – Falamos bastante em longa. Agora, trabalhar em um curta-metragem, como cineasta, é exercitar a liberdade criativa e artística?

RB – Sim, já fiz alguns curtas, mas reconheço que não tenho muita habilidade para histórias de pouca duração. Gosto de trabalhar profundamente o lado psicológico das personagens e isso requer tempo. Admiro os realizadores que apresentam histórias maravilhosas em poucos minutos, infelizmente eu não consigo.
Rosario em Encontro importante.


IS – Por qual razão escolheu o Brasil como sua casa de atuação profissional?

RBEu escolhi o Brasil para morar, vim passar férias, achei o Rio de Janeiro uma cidade incrível e fiquei aqui. Se fosse pela profissão, jamais tivesse escolhido Brasil; aqui, fazer cinema independente é muito sacrificado.
Rosario reunida em premiação.


IS – Rosario Boyer, hoje, é que tipo de cineasta? Mudou um pouco, desde nossa entrevista a outro veículo pra cá?  

Rosario Boyer, uma paixão de Cineasta.
RBSempre fiz cinema autoral e, Deus mediante, vou continuar fazendo.
 

IS – Pra finalizar, como sempre fazemos, uma mensagem super do Bem aos cinéfilos daqui do site!

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Literatura: Capítulo 1 de “O beijo da lua boreal”

Uma história apaixonante (Clique na palavra e nas expressões em lilás)
O beijo da lua boreal(Você, que gosta de literatura, esse capítulo vai pra você!)
 

APERTOS – DE SUSAN WEST
 

21 de novembro – 18: 15.

Ainda não sei se Ralph telefonou aqui para casa hoje.

Espero que não tenha telefonado! Acertei em ter trocado meu número de celular, assim ele não me liga diretamente, com tanta frequência.

O pior é que há meses mamãe tenta me comprometer com esse vampiro, e o que mais me irrita é que ele aceita essa situação. Vem “filar” o sangue das refeições, aparece de repente… Até serenata, uma vez, já fez para mim, o que não é seu estilo!

É um caçador incansável, inconveniente! Tudo bem que ele não é feio, é culto, educado… mas de que adianta, se é cruel e arrogante?

Prefiro mil cruzes a ele, pois tenho, como você sabe, um grave motivo para a rejeição.

O dia de hoje, ah… foi chato, como os outros.

Venho pressentindo que minha existência não só vai dar uma guinada, não. Vai ser soterrada por uma avalanche arrasadora.

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Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 28. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22 e 28 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

FOTO DE BEM

Foto de Bem - Maria Clara Nóbrega

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