Livros

Falando sobre crianças…

Denise Vieira Doro. Foto: Arquivo da poetisa.
Crianças

Denise Vieira Doro

Como me sinto feliz 
Ao conversar com crianças! 
Me trazem sempre lembranças 
De uma infância feliz.

Toda criança é bela, 
Nos dá lições incontáveis. 
É meiga e tão sincera, 
Que aos adultos supera.

No meio dos pequeninos, 
A felicidade reina. 
Com chamegos e carinhos, 
Chego até a ver estrelas.

Toda criança é Divina; 
Pobre, rica, gorda ou franzina, 
De qualquer raça ou cor, 
Enfeitam o jardim da vida.
 

(Este tocante poema da Denise está em seu livro
Soltando as Amarras.)
 

CRIADORA E CRIAÇÃO:

A poetisa, como ela mesma se define, é “uma mulher destemida diante dos maiores obstáculos, alegre e otimista. Soube tirar das adversidades grandes lições de vida. Nunca deixou de escrever e diante da diversidade de sentimentos vividos, colheu o melhor e escreveu.”

Mas, pessoa linda… e como definir o livro?

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Banff – Turismo no Canadá


Um texto do meu livro que fala sobre essa cidade-paraíso, ótima investida para quem gosta de passar o inverno,
que está se aproximando, fora do Brasil. Fica a dica. (Izan Sant)

 
  Éden canadense

 

No Canadá, país dos idiomas inglês e francês, um dos melhores lugares para se viver do mundo, você encontra a cidade mais turística das Montanhas Rochosas. Fica na província de Alberta, dentro do cênico Parque Nacional de Banff, área de preservação ambiental onde a civilização se desenvolveu em harmonia com a natureza.

Extremamente receptiva aos seus visitantes, Banff é rústica e requintada, um típico cartão-postal de sonho. Oferece boa quantidade de hotéis, sua beleza pitoresca estende-se às largas ruas, ao centro comercial bem organizado, às casas em estilo alpino, à floresta de coníferas… Suas gigantescas montanhas podem ser admiradas da rua principal.

Devido à perfeita integração entre a cidade e suas áreas verdes, facilmente é possível vermos alces, veados e caribus pastando nos jardins das residências e nos canteiros das ruas.
Canadá. Arte. Uma tela de Dini (ou Geneci) Martelli.

Bares, lojas, restaurantes, passeios de charrete, dentre outras atrações, completam o glamour desse oásis cortado por um rio esplendíssimo, o qual nos lembra logo de um dos cenários do longa-metragem Pocahontas.

Localizam-se no Parque Nacional de Banff as mais bem frequentadas estações de esqui do país: Lake Louise, Mount Norquay e Sunshine Village, todas de fácil acesso.

Banff, indiscutivelmente, é um município visitado por turistas de todo o planeta. No verão, pelas paisagens, a vida selvagem e os esportes de aventura; no inverno, pelos esportes de neve e as águas termais.

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Mamãe costura… Você presenteia!


Relembrando o que é bom, gente! Só coisas boas!

Seguem umas dicas de com o que você pode presentear, num momento especial, alguém que você ame. Sugiro um livro bacana ou uma obra de arte de bom-gosto. Um desses presentes, o Mamãe costura e esta noite vou te ver.
Sylvia Bandeira. Mamãe costura e esta noite vou te ver.

Um livro com as incríveis memórias da atriz Sylvia Bandeira. Ilustrado, tocante, que nos remete à vida de amor, das viagens, dos filhos, dos holofotes do teatro e muito mais.

Conheça mais detalhes dele e compre AQUI. Você também encontrará o livro no EDITORAS.COM.

 

Outra dica de livro já recomendada é a do Toda mulher tem 7 homens.

Será que tem mesmo?

… a Branca de Neve já tinha" — me disse a bem-humorada autora deste romance, Vera Lucas.
Vera Lucas. Toda mulher tem 7 homens.

A personagem, cômica de viver, é a jovem Patrícia; os 7 homens… Quais serão?

Adquira o livro impresso pra poder identificar cada um num simples CLIQUE. Em formato e-book, nesta PÁGINA.
 

 

Uma obra de arte Geneci Martelli.
Se você prefere uma peça como esta, é só contactar aquela que produz as melhores. Geneci Martelli (ou Dini) é o nome, artista plástica premiada, viu? De quem já mostrei outros trabalhos aqui.

Você a encontra clicando nesta sua FANPAGE.
 

Presenteie, cuide com esse carinho o alguém tudo-de-bom pra você!

Hum, e a respeito do ato de presentear, Jader Amadi poetizou singularmente:

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Toda mulher tem 7 homens?


Segundo a escritora carioca VERA LUCAS, sim.Escritora Vera Lucas.

Mas, como será isto?!

Antes de ela saciar nossa curiosidade na ENTREVISTA do momento, é bom lembrar que Vera, formada pela UFRJ, possui um currículo invejável: é jornalista, redatora, cronista, editora e roteirista de televisão, bem como palestrante em Jornalismo. Já teve como empregadores O Globo, a Editora Bloch, a CNT, a TV Educativa, entre outros veículos renomados.

Aqui, teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais desta profissional multi que se diz mais escritora do que tudo!

Será que ela vai nos revelar o porquê de toda mulher ter 7 homens?…  
 

ENTREVISTA
ESPECIAL.

 

IZAN SANT – Você é jornalista e etc., mas quando soube que queria ser escritora?

VERA LUCAS – Estava ali, bem na minha frente, só que eu não percebia — talvez porque era míope. Eu me alfabetizei sozinha, de tanto que folheava as antigas revistas em quadrinhos. Luluzinha, Tio Patinhas, Pimentinha… Não sei como aconteceu, mas de repente eu estava lendo. Do Jardim de Infância fui direto para o segundo ano do antigo curso primário. Vou confessar uma coisa, sempre detestei as regras gramaticais. Orações coordenadas, sujeitos indeterminados, verbos transitivos… Mas eu lia muito, muito mesmo e isso me salvava nas provas escolares. Na época, elas eram divididas em perguntas decorebas sobre a língua portuguesa, valiam 50; e, na redação, também 50. Na primeira parte eu me saía mais do que péssima, tirava no máximo 20. Já na redação, eu quase sempre recebia o número máximo de pontos. Eu escrevia, conectava as ideias, conjugava corretamente — embora não soubesse nem o nome do tempo do verbo que estava usando. Era o enigma dos professores… Uma dona Aíxe chegou a me dizer que eu não teria futuro. Assim, cheguei ao ano do vestibular. Faltando quatro dias para as inscrições se encerrarem, eu ainda estava em dúvida entre Psicologia, Arquitetura e Belas Artes. Aí, das trevas fez-se a luz. O que eu mais gostava de fazer? Escrever. E lá fui eu para o jornalismo. A universidade e a posterior experiência nos veículos de comunicação me lapidaram. Na UFRJ fui aluna do mito Nilson Lage e, no trabalho, tive alguns chefes que eram feras no bom sentido. Outros eram feras no mau mesmo.
 

IS – Quais escritores lhe serviram como inspiração?

Toda mulher tem 7 homens.VLBem, no Instituto de Educação, um colégio tradicional aqui do Rio, onde cursei o antigo ginásio e normal, tinha que ler, para as provas mensais, um livro indicado pelos professores de Português e Literatura. Estudei lá por sete anos e li todos os clássicos. Até hoje tenho as minhas dúvidas se Capitu traiu ou não… Fora isso, também frequentava sempre a biblioteca, onde descobri Monteiro Lobato, Clarice Lispector e Jorge Amado, por exemplo. Mas o meu gênero preferido sempre foi o humor. E aí entram Chico Anysio, Millôr, Wood Allen, Helen Fielding… Não tem espaço para falar de todos.
 

IS – Sem entregar todo o jogo aos nossos leitores, me fala:

por que Toda mulher tem 7 homens?

VLPorque a Branca de Neve já tinha. (Risos.)
 

IS – Este livro foi, mesmo, o que você sempre quis escrever?

VLSim, esse era o tema do primeiro romance que eu queria escrever. Foi planejado quando eu tinha uns 17 anos.
 

IS – Você lançou três livros voltados à área jornalística; por que essa virada agora, focando no romance?

VLApesar dos meus livros jornalísticos terem o meu estilo de humor, eles são técnicos, sobre uma área que eu domino. Passei anos amadurecendo o romance e, quanto mais eu pensava nele, mais me achava incapaz de escrevê-lo. Era muita pretensão, a crítica ia cair de pau, acabaria com o meu nome no jornalismo, essas inseguranças. Aí entrei em uma fase de angústia por não conseguir realizar o meu sonho, tomei coragem, sentei em frente ao computador e o livro saiu.
 

IS – A Patrícia é seu personagem favorito em Toda mulher tem 7 homens, ou será outro, e, se for, por qual razão o é?

VLEu gosto muito dela, é a minha protagonista. A Patrícia tem um pouco de tudo o que as mulheres têm: graça, tristeza, amor, raiva, é romântica, sensível, não leva desaforo para casa, sensata, perde o senso, afoga as lágrimas em um pote de sorvete e, principalmente, corre atrás do que deseja. Está certo que às vezes de uma forma bem atrapalhada, mas ela chega lá.

Vera Lucas - 1 ano.

IS – O que acha mais complicado no momento de escrever um romance?

VLPrimeiro você tem que ter uma boa ideia. Uma coisa que me ajudou muito foi dividir, com caneta e papel, o livro em capítulos: escrevendo, por alto, o que cada um teria. Depois foi só seguir esse roteiro. Eu não podia deixar um fio solto, uma pergunta sem resposta, uma situação não resolvida, abandonar um personagem. Tudo tinha que estar bem arrumadinho ou, no final, o leitor jogaria o livro na lata de lixo. E a mim também.
 

IS – Como você considera seu estilo de literatura?

VLEu adoro escrever humor, mas não aquele tipo pastelão. Sou irônica, sarcástica, nas entrelinhas. Acho que a vida já é bem barra, os jornalistas, onde me incluo, dão muitas notícias tenebrosas e quero que os meus livros sejam divertidos, façam as pessoas se sentirem leves.
 

CONSELHO…

IS – Para quem deseja “mergulhar” no mundo literário!

(Como fazer?)

VLTrabalhe por amor, por realização pessoal, porque dinheiro você não vai ganhar. A menos que você tenha a capacidade para escrever um best-seller. Eu, por exemplo, ainda não recebi nada dos meus direitos autorais. A Editora há um ano adia essa prestação de contas. Calote mesmo. Assim, é fundamental você ter outra fonte de renda, outro trabalho. Infelizmente, as contas chegam também para os escritores.

 

LITERATURA,
AH, MAIS DA SANTA LITERATURA…  

 

IS – O escritor é um solitário, como disse, certa vez, um poeta?

VLÉ e não é. Passo muitas horas sozinha quando escrevo, não tem aquele tumulto das Redações, Vera Lucas - escritora.dos trabalhos convencionais, não dá para bater um papinho com o colega. Mas, ao mesmo tempo, a solidão na hora da criatividade me faz bem porque preciso ter a companhia dos personagens.
 

IS – Filosofia de vida, tem?

VLNão sei se é filosofia… Agora me lembrei de um professor de Filosofia que discutia por que o ovo é oval. Bem, voltando à pergunta, eu quero me sentir feliz. Quando algo ou alguém não me permite isso, mando passear ou jogo para o alto. Claro que, muitas vezes, quebro a cara, mas não sei engolir sapos (Risos.). Essa, só quem leu ou ler o livro vai entender. 
 

IS – Como a escritora Vera Lucas se define e quais os seus hobbies?

VLEu sou uma mulher comum, simples, cheia de defeitos e qualidades. Tenho bom-humor, procuro não levar a vida muito a sério porque não sei até quando vou estar por aqui, às vezes me acho a dona da verdade, falo mais do que deveria e sei pedir perdão. Ah, a injustiça me tira do prumo: desço o morro com comissão de frente e tudo. Sobre os hobbies, coleciono postais, faço palavras cruzadas, sou noveleira e sempre bato ponto na praia. Os meus pratos preferidos são pizza, sonhos de camarão e, de sobremesa, chocolate. Tudo muito saudável, natureba, diet (Risos.). E a minha irmã, Eliane Quintela Lucas, é nutricionista!
 

IS – Qual mensagem super do Bem você direciona a seus leitores e amantes da literatura?

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Depressão não


Depressão. Cuide-se bem.(Extraído do romance O beijo da lua boreal)
 

Tobey revolvia-se na cama, o sono não lhe vinha. Com os olhos fitos no negror do quarto, recordou-se das palavras do médico alusivas à sua doença, quando no leito hospitalar:

— Você está com depressão. Seus sintomas psicológicos são os dela. — Mostrava-os, anotados num bloco: — Culpa, angústia, tristeza, estresse, ansiedade, desesperança, ideação suicida… E os físicos, também: a baixa energia, a dor de cabeça, a dor no estômago, a alteração no sono, as alterações no apetite… Está com uma depressão fortíssima! Mas você ficará bem, basta se ajudar e nos ajudar a ajudá-lo. (…)

No quarto do hospital mesmo, o abúlico Walker lera sobre a enfermidade. O texto da revista sobre saúde fora-lhe um alerta!


De qual delas você sofre?
 

A depressão pode levar o indivíduo a se sentir frágil. Ele fica sem interesse, sem ânimo para cumprir as atividades rotineiras. Já não consegue se concentrar como antes, perde o apetite e a fadiga o pega facilmente. Insônia ou sono excessivo também poderá atacá-lo.

Quanto à tristeza, trata-se de um sentimento advindo de uma perda: a pessoa perdeu algo que lhe era querido. Vai de bens materiais a pessoas — aqui, no sentido amoroso ou não.

A tristeza poderá evoluir para a depressão. Cuidado!

Assim como a depressão, a tristeza é universal e não poupa ninguém, o que se pode fazer contra elas está no como a pessoa vai agir diante de ambas.

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“Portão” paradidático

Capa de "No Portão do Mundo".


Um mundo paradidático, aliás. Este é No Portão do Mundo, uma obra atual e dinâmica, destinada à reflexão de crianças, jovens e adultos.

O livro, do autor pernambucano Pedro Santana, atende aos requisitos da Educação Infantil quando dá as diretrizes de incentivo a atitudes solidárias e cooperativas, valorização da diversidade, ensejo à função social e pessoal, bem como conhecimento de mundo.

Foi abordado um tema adulto num "corpo" de criança e inserido no universo infantil.
 

Segue um trecho do romance

Minutos depois, Senhor Justiça anunciou em alto e bom som:

─ Atenção todos: Dona Fé, a anfitriã!

Os convidados ficaram admirados, os olhos esbugalhados. Pela primeira vez, todos viram aquela que emanava a luz e a força.

Descendo as escadas, Dona Fé, aos seus admiradores, falou pouco, mas bonito e certo:

─ Quero que esta luz e esta força entrem em todos os corações presentes neste mundo incerto! Que vivamos todos felizes, corretos na vida e crentes no que for justo e belo!

E abraçou cada um dos convidados, preenchendo o vazio nos corações. Um momento digno de ser eterno!

Ao fim, todos a aplaudiram de pé. E não a esqueceram, jamais! Ninguém pode viver sem a Fé.
 

Eu vejo como um ícone bem expressivo. Esse pensamento que vem no livro:

O homem se esquece da saúde, educação, trabalho e cultura. Hoje, temos a fé acomodada, a esperança abalada e a paz ameaçada!

 

A 1º Edição é de 2013. 
Índice para Catálogo Sistemático:
Brasil – Literatura – Literatura Infanto-Juvenil
 

O livro vem sendo comercializado pelo portal

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Flashback: vitória de “O beijo…”


de quando este meu livro, antes de sua recriação, chamava-se Suzan amor e, entre outras obras, ganhou o Concurso Literário da Secretaria de Educação de Pernambuco, em 2011.

A matéria abaixo é do Caderno C do Jornal do Commercio – PE, de 14 de agosto do mesmo ano — dois meses antes de a obra ir parar na Bienal Internacional do Livro de Recife, por conta do concurso.

Foi tudo de bom tê-la recriado para O beijo da lua boreal, friend. Por isso, (re)veja
 

"O beijo da lua boreal".


Grato por sua leitura, e abraços de apreço nesse coração do Bem aí, valeu?
 

Foto do original do JC: por IZAN SANT               O Facebook do Papo? CLICA!

Um dos mais fascinantes livros já lançados!

Os 7 homens de toda mulher!
Toda mulher tem 7 homens.
Não! O título certo é este, à sua esquerda. O romance é da escritora VERA LUCAS, e está, agora, à venda em uma das maiores lojas virtuais do mundo! Peça o seu, porque a trama é da melhor qualidade: envolvente, bem bolada, divertida, pois conta a história de Patrícia, a tal dos 7 homens.

É o seguinte, mulheres:

“Vocês sabem quem são os sete homens da sua vida?

Alguns relacionamentos foram ótimos, outros, meia boca. Só que os anos passam, as pessoas mudam, e aquele cara que era um chato pode ter virado um ótimo partido.”

Por isso, “enquanto devora um pote de sorvete, misturado com lágrimas que pingam no chocolate, Patrícia analisa a situação. A jornalista acabou de se demitir por não ser capaz de engolir sapos, está acima do peso e há muito, muito, tempo sozinha — desde que o marido a trocou pela estagiária. No auge da crise, ela resolve dar a volta por cima. Sairá em busca dos homens que foram os mais importantes em sua vida. Elabora a lista com sete nomes, número cabalístico, talvez um sinal de sorte. Será que ela agiu bem ao terminar com alguns? O fora levado por outros foi uma bênção? Quem sabe, descobre um príncipe não notado antes, o salvador da sua Pátria?

Para bater na porta de um por um, Patrícia se envolve em”
 

Ficou morrendo de curiosidade pra saber EM QUE ELA SE ENVOLVE?

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O Beijo da Lua…

Por Izan Sant
Beijo. Em foco, a vilã.

No início do primeiro semestre de 2008, eu, por ser mais um apaixonado por tramas sobre vampiros, decidi escrever este romance. Mas ficou apenas na estrutura, que só transformei em capítulos a partir de fevereiro de 2010.

Resolvi ambientar "O Beijo da Lua Boreal" em BANFF, na província de ALBERTA, no CANADÁ, por ser um deslumbrante município, pitoresco, muito cinzento no inverno (o ideal para os meus “vampiros”) e turístico.

Banff é para o leitor um mundo de sonhos, capaz de proporcionar, através da descrição de suas paisagens geladas, tanto da cidade quanto das florestas de coníferas, um encanto cinematográfico aos olhos — modéstia à parte, tenho, um dia, a esperança de que o romance seja adaptado para o cinema, pois ele possui, mesmo, um quê de produção americana.
 

NO ENTANTO, O QUE É, EXATAMENTE, ESSE ROMANCE VAMPÍRICO?

Uma história visceral, desesperada, que, por meio de seus protagonistas e antagonistas, aborda temas como depressão, tolerância, rejeição, perseverança.

Existem quatro personagens centrais: quatro jovens chamas, quatro solidões em busca da felicidade: Susan, Tobey, Ralph e, na foto à direita, Demi (Modelo: Viviane Xavier).

Tobey, o escritor da trama, é um nova-iorquino em cujas veias corre o sangue português. Curioso, não é?

Outra intenção minha, por ter ambientado a trama em Banff, era que meus conterrâneos se sentissem lendo um romance estrangeiro traduzido para o idioma português, para valorizarmos nossa língua, vítima de tantos preconceitos, como sabemos. Nem sei se consegui tal façanha! Talvez após ler o livro, eles fiquem aptos a avaliar a eficácia deste meu desejo.

Através das páginas da obra, os leitores vão poder viajar pela história e pela linda geografia de Banff, situado no Parque Nacional de Banff — lugar paradisíaco — com as quatro estações bem definidas, onde a vida racional e a irracional vivem em perfeita harmonia com o centro urbano e as diversas áreas verdes do município.

Enfim, o que o leitor terá a mais nas mãos, mesmo?

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Um papo com Arilena Soares

Artista. Arilena Soares.
Na verdade, Maria Arilena Borba Soares Coutinho, valorosa artista plástica e escritora pernambucana.

Nascida na cidade de Catende, aos 19 de novembro, ARILENA SOARES já veio com a arte nas veias: é filha do dramaturgo Aristóteles Soares e de Joaquina Helena Borba Soares. Sobrinha do contista e acadêmico da APL, Pelópidas Soares. Prima da poeta, contista e acadêmica da APL, Bartyra Soares e mãe do professor, gestor público estadual e músico, Fernando Augusto Soares Coutinho.

Como vemos, ela pertence a uma família de escritores destacados em Pernambuco. No dizer do grande escritor/acadêmico da APL, Mauro Mota, quando o mesmo afirmou: “A DINASTIA DOS SOARES!”.

Uma feliz Dinastia, por sinal! Por isso, a atual Matriarca dos Soares vai nos doar um pouco de sua sabedoria, pois sou muito curioso

 

ENTREVISTA
ESPECIAL

 

IZAN SANT – Vamos iniciar por suas diversas modalidades de arte. Primeiro, a Pintura!

ARILENA SOARESBom, sou pintora por intuição nata. Desenvolvi o dom de pintar, aprimorando as técnicas pictóricas aos vintes anos de idade, com formação na Escola de Artes do Recife, sob orientação da professora e artista plástica Elba Siqueira Campos e supervisão do artista Gil Vicente. Seguindo o Academicismo, método de ensino artístico iniciado na Europa e estendido pelas civilizações ocidentais, pode-se observar em minha pintura um cunho ortodoxo que identifica o meu estilo de pintar. São telas que retratam naturezas-mortas, florais, paisagens, nus artísticos, casarios, igrejas, marinhas… sempre com gamas de cores fortes e mescladas. Com mais de quatrocentos trabalhos, vários vendidos, já apresentei uma vernissage na FACOTUR-Olinda, na turma de Turismo de 2009.
Pintura. Telas de Arilena.


IS – Como ilustradora, quais os trabalhos desenvolvidos por você?

AS – Primeiramente, como ilustradora de livros, tive a honra de ilustrar a capa e o miolo do livro-romance “Outro Sol se Levanta”, última obra do imortal acadêmico da APL, a Academia Pernambucana de Letras, Cadeira 27, escritor, poeta e contista consagrado, Pelópidas Soares. Igualmente, tive o imenso contentamento de ilustrar a capa do livro de poesias “Ciclo das Oferendas”, da consagrada poeta, contista e acadêmica da APL, recentemente eleita para assumir a cadeira de número 37, pertencente à escritora Deborah Brennand, falecida. Também, no livro “O Teatro de Aristóteles Soares”, consta uma ilustração de minha autoria, uma retratação do famoso dramaturgo Aristóteles Soares.
Arilena Soares - Ilustrações de capas de livros.


IS – Chegamos a uma área que eu gosto demais, a literatura. Sobre sua contribuição nesse campo riquíssimo, o que pode nos contar?

ASNa Literatura, participei de depoimentos no livro “O Teatro de Aristóteles Soares”, de autoria da escritora, atriz, produtora cultural, diretora teatral Lúcia Machado e do ator de teatro e cinema nacional, Jones Melo, já falecido. Livro de grande valia pelo conteúdo cultural, por se tratar de um extraordinário resgate das obras do dramaturgo Aristóteles Soares, lançado durante as festividades do XIII Festival Recife do Teatro Nacional, em novembro de 2010, quando o renomado teatrólogo foi um dos homenageados pela Secretaria de Cultura da Cidade do Recife, onde participei da Noite de Autógrafos, junto à Secretária de Cultura Leda Alves, do ator Jones Melo, da atriz Xuruca Paxeco, da escritora Leda Rivas e da escritora Lúcia Machado. Uma noite inesquecível! Outrossim, como escritora, participei da antologia “Lendas do Nordeste”, de organização das escritoras Bartyra Soares, Lourdes Nicácio Silva e Raphaela Nicácio, onde consta a lenda de minha autoria: “O Fogo Azul ou o Fogo que Corre”, junto a quarenta e cinco escritores de todo o Nordeste. Participei do colendo grupo de contistas, poetas, escritores na 13ª edição da Revista de Literatura Novo Horizonte, da editora e escritora Lourdes Nicácio e Silva, com o depoimento “O Dramaturgo de Catende”, em homenagem aos 105 Anos de Nascimento do renomado dramaturgo pernambucano, Aristóteles Soares.
Arilena. O amor pelos livros e os filhos.A convite do SESC-Santa Rita, fui palestrante no evento Roda de Conversa — A Barca dos Encantados, junto à escritora Lúcia Machado e ao poeta e mediador Raimundo de Moraes, no CAC da UFPE, dia 8 de abril do corrente ano, onde discorremos sobre a vida e a obra do dramaturgo Aristóteles Soares, quando o mesmo foi homenageado. Na rede social Facebook, no perfil Laboratório Ascenso Ferreira, pode-se apreciar a leitura da revista virtual Ascenso, Minha Língua, páginas 40 à 53, onde consta um texto de minha autoria, intitulado: A Convivência com Aristóteles Soares, mais vídeo com imagens onde aparece minha palestra sobre o referido autor.
Conto. Arilena tambem é contista.

 

IS – Você foi agraciada com dedicatórias de autores em seus livros, não foi mesmo? Cite alguns pra gente.

AS – Como é exemplo, o livro de contos “A Outra e Outros”, com o conto "A Menina e a Boneca", do contista Pelópidas Soares. O livro de contos “Caminhadas”, com o conto “O Dramaturgo”, do poeta e contista Josinaldo Maria da Costa. O livro de contos “Inexatidão do Tempo”, com o conto “Trovoada”, da poeta e contista Bartyra Soares.
Arilena Soares em evento.Todos a mim dedicados, que me enchem de orgulho, pela posição que seus referidos escritores ocupam na Literatura de Pernambuco, contribuindo para a historiografia da cultura nordestina.
Dedicatória. A Arilena Soares.


IS – Depois deste papo gostoso e inteligente, um mérito seu, conceitue, por favor, Educação, com uma palavra, ou uma frase.

ASO bem maior da sociedade.
A Barca dos Encantados.


IS – E arte?

ASA Arte é a manifestação das emoções e ideias.
Arte. A dos anjos.


IS – Se não fosse a escritora, ilustradora e artista plástica que é, o que poderia ter sido? Faz ideia?

ASPedagoga. Já o sou por formação. Amo fazer cidadãos de bem para o mundo e para Deus!
Olinda. Bailarina. Artes de Arilena.


IS – Qual a sua mensagem super do Bem para os leitores brasileiros — principalmente os pernambucanos, como nós?

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Jebson Moraes - MSG DO MÊS

Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 28. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22 e 28 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

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