Livros

O Beijo da Lua…

Por Izan Sant
Beijo. Em foco, a vilã.

No início do primeiro semestre de 2008, eu, por ser mais um apaixonado por tramas sobre vampiros, decidi escrever este romance. Mas ficou apenas na estrutura, que só transformei em capítulos a partir de fevereiro de 2010.

Resolvi ambientar "O Beijo da Lua Boreal" em BANFF, na província de ALBERTA, no CANADÁ, por ser um deslumbrante município, pitoresco, muito cinzento no inverno (o ideal para os meus “vampiros”) e turístico.

Banff é para o leitor um mundo de sonhos, capaz de proporcionar, através da descrição de suas paisagens geladas, tanto da cidade quanto das florestas de coníferas, um encanto cinematográfico aos olhos — modéstia à parte, tenho, um dia, a esperança de que o romance seja adaptado para o cinema, pois ele possui, mesmo, um quê de produção americana.
 

NO ENTANTO, O QUE É, EXATAMENTE, ESSE ROMANCE VAMPÍRICO?

Uma história visceral, desesperada, que, por meio de seus protagonistas e antagonistas, aborda temas como depressão, tolerância, rejeição, perseverança.

Existem quatro personagens centrais: quatro jovens chamas, quatro solidões em busca da felicidade: Susan, Tobey, Ralph e, na foto à direita, Demi (Modelo: Viviane Xavier).

Tobey, o escritor da trama, é um nova-iorquino em cujas veias corre o sangue português. Curioso, não é?

Outra intenção minha, por ter ambientado a trama em Banff, era que meus conterrâneos se sentissem lendo um romance estrangeiro traduzido para o idioma português, para valorizarmos nossa língua, vítima de tantos preconceitos, como sabemos. Nem sei se consegui tal façanha! Talvez após ler o livro, eles fiquem aptos a avaliar a eficácia deste meu desejo.

Através das páginas da obra, os leitores vão poder viajar pela história e pela linda geografia de Banff, situado no Parque Nacional de Banff — lugar paradisíaco — com as quatro estações bem definidas, onde a vida racional e a irracional vivem em perfeita harmonia com o centro urbano e as diversas áreas verdes do município.

Enfim, o que o leitor terá a mais nas mãos, mesmo?

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Um papo com Arilena Soares

Artista. Arilena Soares.
Na verdade, Maria Arilena Borba Soares Coutinho, valorosa artista plástica e escritora pernambucana.

Nascida na cidade de Catende, aos 19 de novembro, ARILENA SOARES já veio com a arte nas veias: é filha do dramaturgo Aristóteles Soares e de Joaquina Helena Borba Soares. Sobrinha do contista e acadêmico da APL, Pelópidas Soares. Prima da poeta, contista e acadêmica da APL, Bartyra Soares e mãe do professor, gestor público estadual e músico, Fernando Augusto Soares Coutinho.

Como vemos, ela pertence a uma família de escritores destacados em Pernambuco. No dizer do grande escritor/acadêmico da APL, Mauro Mota, quando o mesmo afirmou: “A DINASTIA DOS SOARES!”.

Uma feliz Dinastia, por sinal! Por isso, a atual Matriarca dos Soares vai nos doar um pouco de sua sabedoria, pois sou muito curioso

 

ENTREVISTA
ESPECIAL

 

IZAN SANT – Vamos iniciar por suas diversas modalidades de arte. Primeiro, a Pintura!

ARILENA SOARESBom, sou pintora por intuição nata. Desenvolvi o dom de pintar, aprimorando as técnicas pictóricas aos vintes anos de idade, com formação na Escola de Artes do Recife, sob orientação da professora e artista plástica Elba Siqueira Campos e supervisão do artista Gil Vicente. Seguindo o Academicismo, método de ensino artístico iniciado na Europa e estendido pelas civilizações ocidentais, pode-se observar em minha pintura um cunho ortodoxo que identifica o meu estilo de pintar. São telas que retratam naturezas-mortas, florais, paisagens, nus artísticos, casarios, igrejas, marinhas… sempre com gamas de cores fortes e mescladas. Com mais de quatrocentos trabalhos, vários vendidos, já apresentei uma vernissage na FACOTUR-Olinda, na turma de Turismo de 2009.
Pintura. Telas de Arilena.


IS – Como ilustradora, quais os trabalhos desenvolvidos por você?

AS – Primeiramente, como ilustradora de livros, tive a honra de ilustrar a capa e o miolo do livro-romance “Outro Sol se Levanta”, última obra do imortal acadêmico da APL, a Academia Pernambucana de Letras, Cadeira 27, escritor, poeta e contista consagrado, Pelópidas Soares. Igualmente, tive o imenso contentamento de ilustrar a capa do livro de poesias “Ciclo das Oferendas”, da consagrada poeta, contista e acadêmica da APL, recentemente eleita para assumir a cadeira de número 37, pertencente à escritora Deborah Brennand, falecida. Também, no livro “O Teatro de Aristóteles Soares”, consta uma ilustração de minha autoria, uma retratação do famoso dramaturgo Aristóteles Soares.
Arilena Soares - Ilustrações de capas de livros.


IS – Chegamos a uma área que eu gosto demais, a literatura. Sobre sua contribuição nesse campo riquíssimo, o que pode nos contar?

ASNa Literatura, participei de depoimentos no livro “O Teatro de Aristóteles Soares”, de autoria da escritora, atriz, produtora cultural, diretora teatral Lúcia Machado e do ator de teatro e cinema nacional, Jones Melo, já falecido. Livro de grande valia pelo conteúdo cultural, por se tratar de um extraordinário resgate das obras do dramaturgo Aristóteles Soares, lançado durante as festividades do XIII Festival Recife do Teatro Nacional, em novembro de 2010, quando o renomado teatrólogo foi um dos homenageados pela Secretaria de Cultura da Cidade do Recife, onde participei da Noite de Autógrafos, junto à Secretária de Cultura Leda Alves, do ator Jones Melo, da atriz Xuruca Paxeco, da escritora Leda Rivas e da escritora Lúcia Machado. Uma noite inesquecível! Outrossim, como escritora, participei da antologia “Lendas do Nordeste”, de organização das escritoras Bartyra Soares, Lourdes Nicácio Silva e Raphaela Nicácio, onde consta a lenda de minha autoria: “O Fogo Azul ou o Fogo que Corre”, junto a quarenta e cinco escritores de todo o Nordeste. Participei do colendo grupo de contistas, poetas, escritores na 13ª edição da Revista de Literatura Novo Horizonte, da editora e escritora Lourdes Nicácio e Silva, com o depoimento “O Dramaturgo de Catende”, em homenagem aos 105 Anos de Nascimento do renomado dramaturgo pernambucano, Aristóteles Soares.
Arilena. O amor pelos livros e os filhos.A convite do SESC-Santa Rita, fui palestrante no evento Roda de Conversa — A Barca dos Encantados, junto à escritora Lúcia Machado e ao poeta e mediador Raimundo de Moraes, no CAC da UFPE, dia 8 de abril do corrente ano, onde discorremos sobre a vida e a obra do dramaturgo Aristóteles Soares, quando o mesmo foi homenageado. Na rede social Facebook, no perfil Laboratório Ascenso Ferreira, pode-se apreciar a leitura da revista virtual Ascenso, Minha Língua, páginas 40 à 53, onde consta um texto de minha autoria, intitulado: A Convivência com Aristóteles Soares, mais vídeo com imagens onde aparece minha palestra sobre o referido autor.
Conto. Arilena tambem é contista.

 

IS – Você foi agraciada com dedicatórias de autores em seus livros, não foi mesmo? Cite alguns pra gente.

AS – Como é exemplo, o livro de contos “A Outra e Outros”, com o conto "A Menina e a Boneca", do contista Pelópidas Soares. O livro de contos “Caminhadas”, com o conto “O Dramaturgo”, do poeta e contista Josinaldo Maria da Costa. O livro de contos “Inexatidão do Tempo”, com o conto “Trovoada”, da poeta e contista Bartyra Soares.
Arilena Soares em evento.Todos a mim dedicados, que me enchem de orgulho, pela posição que seus referidos escritores ocupam na Literatura de Pernambuco, contribuindo para a historiografia da cultura nordestina.
Dedicatória. A Arilena Soares.


IS – Depois deste papo gostoso e inteligente, um mérito seu, conceitue, por favor, Educação, com uma palavra, ou uma frase.

ASO bem maior da sociedade.
A Barca dos Encantados.


IS – E arte?

ASA Arte é a manifestação das emoções e ideias.
Arte. A dos anjos.


IS – Se não fosse a escritora, ilustradora e artista plástica que é, o que poderia ter sido? Faz ideia?

ASPedagoga. Já o sou por formação. Amo fazer cidadãos de bem para o mundo e para Deus!
Olinda. Bailarina. Artes de Arilena.


IS – Qual a sua mensagem super do Bem para os leitores brasileiros — principalmente os pernambucanos, como nós?

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Os “ingredientes” de um bom livro

Através de um fragmento de meu romance O beijo da lua boreal: A garota vampiro e o escritor
 

O beijo da lua boreal

 

No supertransado bar para jovens, eles haviam reservado a melhor mesa. Tobey pediu a melhor carne da casa e um chope — sinal verde para ele, Susan assumiria o volante.

Tomado o primeiro gole, ao som de uma música eletrônica, Walker perguntou, com receio:

— Está gostando do livro?

— Não. — Fez uma cara entediada, para aflição do autor. Sorrindo, malandra: — Amei!… Terminei na madrugada!

Relaxando, ele suspirou; ela concluiu:

— Agora entendo por que ele virou um best-seller: apesar de ser uma história triste, você soube usar com genialidade a matéria-prima dos grandes romances que marcaram época: a emoção. Você captou que a ira, a dor, o amor, a culpa, a perda e a solidão mexem com as emoções dos leitores e os seduzem. Parabéns, meu grande romancista!

— Oh, meu amor… a sua avaliação é tudo para mim! Aquele exemplar é seu. É um dos muitos presentes que vou lhe dar por você ter feito renascer em mim a esperança, a felicidade… Obrigado! — Beijou-lhe a mão. Indo à boca, prolongaram-se.  ()


Veja agora uma das muitas frases máximas de Augusto Cury sobre emoção:

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Surpresas: brasileiros na canadense cidade de Banff

DICAS SOBRE CABELOS e COMO CUIDAR DOS SEUS ÓCULOS - com ANTÔNIA GUEDES e JEBSON MORAES 
(Especialmente pra você, um capítulo instrutivo de um de meus romances)


Quase às 22: 30, a pousada recebia o pernambucano Jebson Moraes, criador e fundador do Kbeça’s Hair Designers, salão de beleza conceituadíssimo do Janga, na Cidade doOrdem e progresso em nós também. Paulista.

— Você mora no bairro onde vivem nossos amigos Laura Carvalho e Joaquim Zattara, que estão aqui?

— Moro, somos amigos, Sra. Cavalcanti! — respondeu Jebson. — Eles me disseram que viriam.

— Jebson, querido, nos fale sobre você! Como você está? — perguntou Leni.

— Estou melhor do que mereço! Tanto que vim administrar um curso aqui, em Banff.

O rapaz alto, forte, risonho e carismático de trinta e poucos anos era hair designer, técnico em estrutura capilar, além de palestrante e ministrador de cursos nas áreas de mecha, designer de cores e prática de vendas.

— Com quanta coisa você mexe!… — admirou-se Irene.

— Bom para nós! — maquinava Leni. — Jebson, eu queria uma dica para quem pinta os cabelos em casa.

— Olha, se a mulher decide pintar os cabelos em casa, ela não deve deixar de fazer a prova do toque — respondia ele. — Vai que ela tem alergia ao produto, acaba comprometendo os cabelos e a saúde… Mais uma coisa: tendo cabelos compridos, providencie duas caixas de tintura. Não se deve arriscar fazer com uma só, e se a tinta acabar bem no meio do ato da tintura?

— Adorei as dicas, são simples, e olhe… eu não fazia isso — confessou Irene.

Ele, com cara de vítima, não pôde deixar de brincar:

— Estão vendo? Eu nem cobrei por isso; já vocês, insistem em me cobrar as diárias sem parcelar.

Elas riram; na alegria da amizade, abraçaram-no. 

Descendo a escada toda faceira, Antônia o reconheceu:

— Jebson Moraes, o cabeleireiro dos astros e das estrelas!

— Antônia Guedes, você por aqui? Que coincidência!… Tudo bem?

— Tudo! E você, rapaz? Ainda anda fazendo maravilhas nos cabelos brasileiros?

— Partindo para os canadenses, vim a trabalho! Mas foi legal revê-la, quero lhe fazer uma pergunta.

— Só não me faça pergunta difícil, porque eu não vou saber responder.

— Vai, essa é fácil. — Ajeitou a boina xadrez. — Você ainda lida com óculos?

Ao ouvir o sim, ele pediu ajuda à competentíssima técnica em Óptica: queria saber quais os cuidados a tomar na hora de comprar óculos de sol — ia comprá-los quando retornasse ao Brasil. Antônia deu-lhe as orientações:

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Feliz aniversário, Almir Rouche!


E a gente comemora o aniversário de Almir, neste dia 4, Almir Rouche. 
com um capítulo do romance O enigma Rouche, sobre o cantor!
 

“APÓS 'ALMIR',
A DETERMINAÇÃO!

 

Caiu a noite.

A ansiedade devorava Gigi por dentro: como ia demorar a noite seguinte! Como parecia longínquo o retorno de Leone!

— Vinte horas — constatou pelo relógio da parede.

Jantou, leu um capítulo do romance Clarissa, de Érico Veríssimo, depois atacou a geladeira: comeu dois potes de mousse de cajá. Mas isso não lhe diminuiu a ansiedade. Assistiu à metade de um filme de ação com uma inquietude voraz. Consultou novamente o relógio: vinte e três horas. Com calor, tomou uma ducha, secou os cabelos, vestiu uma roupa clara, visitou suas páginas virtuais, nenhuma novidade. No e-mail, também não. Como fazia toda semana, navegou pelo site de Almir Rouche, contemplou fotos, viu sua agenda e releu a biografia. Passou, a seguir, à introdução de uma matéria que trazia um pouco da intensa história do cantor:

Almir Rouche nasceu em uma casa pobre da Vila Rubina, Igarassu (PE), teve o avô como referência de pai, morou parte da infância em São Paulo, onde ganhou, por duas vezes, o 1º. lugar em festivais de música, e, após, regressou às terras igarassuenses em seguida. Cantou em bares, na banda Cantor Almir Rouche.Status, em outra banda, a Diplomata, apresentando-se, com esta, nos bailes, sua grande escola. Só mais adiante, dedicou-se à técnica vocal, à leitura de notas musicais, o que lhe valeu a atribuição da carteira da Ordem dos Músicos.

Sintetizando, a vida deste cantor tão querido pelo país foi um filme em preto e branco que ganhou cores de vitória.

Gigi foi à entrevista, direto à pergunta da qual mais gostava:

Você pode nos contar um fato curioso de sua vida, Almir?

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O enigma Rouche – 4 anos

O enigma Rouche. Orelha.


Quatro anos de lançamento desse romance 
que me fez muito feliz por tê-lo criado

 

São quatro anos mesmo que o lançamos, EU e ALMIR ROUCHE, na Livraria Jaqueira (Recife), exatamente no dia 9 de fevereiro, Dia do Frevo, da dança quente e sedutora até pra quem não pertence a Pernambuco.

A obra é um paradidático infanto-juvenil, seu conteúdo envereda por várias disciplinas escolares através dos personagens Gigi, Leone, Bel, o próprio Almir Rouche e outros seres fictícios. Mas não ficamos só na ficção, a realidade se mistura a ela de um modo divertido, mas também tendo inclusos o suspense e o mistério.

A época é a atual; a cidade, Igarassu, PE. No entanto, há acontecimentos nas conterrâneas Olinda, Recife, Ilha de Itamaracá e Itapissuma.

O quantitativo de disciplinas encontradas no enredo é satisfatório:

Língua Portuguesa,

Matemática,

Geografia,

Sociologia,

Filosofia,

Cidadania,

História,

Biologia,

Inglês,

Artes…
 

Há, ainda, durante o cativante desenrolar da trama, homenagens a amigos e a caras personalidades nossas.

É isso! Informação, tributos, diversão, emoção e intrigas você vai encontrar em O enigma Rouche!

 

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Uma carga de sucesso


Assim começou a trajetória de SYLVIA BANDEIRA como escritora.
Sylvia Bandeira e seu livro.
Aqui, com sua filha MELINA, no lançamento de seu livro Mamãe costura e esta noite vou te ver, Sylvia experimentou o gosto do sucesso no mundo das Letras.

Melina e sua mãe Sylvia Bandeira.
ALCIONE MAZZEO, atriz amabilíssima de nossa TV, também prestigiou a amiga de profissão na Noite de Autógrafos. Gentis e deslumbrantes mulheres dos palcos reunidas.
Alcione Mazzeo e Sylvia Bandeira.
Entre tantos outros amigos e fãs presentes, a adorável LAVÍNIA VLASAK não podia faltar no evento da sobrinha-bisneta do escritor Manuel Bandeira. Elas trabalharam juntas em Vidas opostas, de Marcílio Moraes.
Com Lavínia Vlasak.

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Mamãe costura e esta noite vou te ver

Sylvia Bandeira
Este é o curioso título do livro de SYLVIA BANDEIRA, grande atriz de teatro, cinema e televisão, que canta divinamente e, agora, estreia no mundo da literatura.

Sobrinha-bisneta de um escritor famoso, ela lança, aos 26 de setembro, às 19 horas, na Travessa de Ipanema – RJ, esta sua primeira obra repleta de belíssimas fotos, recordações e intensidade. Além de histórias de vida da estrela, que abriu seu coração ao Papo de Bem, contando-me coisas deliciosas sobre sua nova vida, a literária, e a de atriz, o que não podia faltar. Resultado: uma ENTREVISTA ESPECIAL pra você… 
 

IZAN SANT – Você faz parte do time das atrizes e cantoras que escrevem. Como surgiu, porém, a Sylvia Bandeira escritora? 

SYLVIA BANDEIRA Sou uma atriz que canta e agora resolveu escrever. Na realidade, sempre foi um sonho escrever um livro. Já tenho três filhos, plantei uma árvore e estava faltando o livro.
 

IS – Memórias, conquistas, reconhecimento profissional… temas gostosos, esses do seu livro. Por que optou por falar sobre eles? 

SB Queria contar minha história, a vida itinerante como filha de diplomata, os filhos, casamentos e a escolha de atriz.
 

IS – Em quê, exatamente, a literatura a encanta? 

SB Sou fascinada desde criança, sempre li muito e a palavra me fascina. Fiz parte de um curso de literatura e fui incentivada pelo autor premiado Luiz Ruffato. Não me fiz de rogada…
 

IS – Há uma maior simpatia sua por algum conteúdo, em especial, do seu livro? 

SB Dou vozes às diferentes etapas de minha vida, aproveitando escritos antigos, lembranças, com o olhar de hoje. Gosto da menina travessa que, ao poucos, tenta entender e desvendar o mundo ao seu redor.
 

IS – Como você vê o leitor brasileiro da atualidade?

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Radical, mas exímio escritor

Eromar Bomfim
O seu romance, lançado em julho na 11ª. Feira Literária Internacional de Paraty, no Rio de Janeiro, teve leitura de texto dos atores José de Abreu e Domingos Montagner. Traz personagens indignados pela própria condição de fraqueza da humanidade, deles próprios, um parricídio, um assassinato… e a resolução desta fraqueza através de ações violentas.

Muita tensão, situações extremas, temática radical?

É o que você encontrará no interessante Coisas do Diabo Contra, de EROMAR BOMFIM. Trata-se de uma obra contada em 1ª. pessoa, onde um forte pensamento (de um megaempresário que perdera a esposa) intriga o leitor: Só o crime justifica a existência. Saiba tudo a respeito adquirindo seu livro, no entanto, antes, acompanhe as sábias palavras de Bomfim nesta ENTREVISTA EXCLUSIVA ao Papo de Bem:     

    

IZAN SANT – De onde veio a inspiração para escrever este romance com título e temática tão densos?

 
EROMAR BOMFIMVeio da curiosidade sobre as razões que levam à eterna matança entre os homens. 

IS – A humanidade é, realmente, fraca? Se sim, como ser forte nos dias violentos de hoje?

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Fillipe Ramos

Aniversariantes

  • Adriana Souto M. Sales (secretária – Paulista/PE)
  • Adriano Athayde (cantor, compos. e prod. musical)
  • Alexandre Contini (ator, diretor e produtor teatral)
  • Alexandre Melo (jornalista – Recife/PE)
  • Alexsandro Alberto (ator – Recife)
  • Ana Maria Braga (apresentadora de TV)
  • Antônia N. Santana (dona de casa – Igarassu/PE)
  • Antônio Fagundes (ator)
  • Ayrlon Douglas (universitário/Medicina – Igarassu)
  • Benedito Ruy Barbosa (novelista)
  • Bruno Gagliasso (ator)
  • Carmita Galvão (mestra em Inglês – Recife)
  • Cindy Fragoso (atriz e iluminadora – Recife)
  • Cissa Guimarães (atriz e apresentadora de TV)
  • Dagmar Maria (ass. administrativo – Itapissuma/PE)
  • Diego Henrique Duarte (instrutor/make – Paulista)
  • Drico Alves (ator)
  • Edenize Gomes (profa. de Português – Olinda)
  • Edineide Wanderley (assist administrativo, Paulista)
  • Elias da Silva Nascimento (Itapissuma)
  • Fernando Augustus (gestor/Educ., músico, Olinda)
  • Flávia Albuquerque (pedagoga – Paulista)
  • Flávia Azevedo Madureira (dira. adm. – Recife)
  • Flávia Lacerda (diretora de televisão)
  • Gabriela Duarte (atriz)
  • Gerson Santos (editor/designer – Recife)
  • Gugga Macel (roteirista e produtor – Recife)
  • Haroldo Botta (ator, diretor e cons. de Feng Shui)
  • Humberto Martins (ator)
  • Isabelle Drummond (atriz)
  • Ítalo Lima (ator, diretor, DJ, Youtuber – Recife)
  • Jhonny Oliveira (prof. de Inglês/cineasta – Paulista)
  • João Gonçalves (fotógrafo e músico – Paulista)
  • Júnior Lima (cantor e músico/baterista)
  • Kaká (jogador de futebol)
  • Kayky Buonarroti – ator – Rio de Janeiro/RJ)
  • Kristen Stewart (atriz)
  • Laura Maria Carvalho (educadora – Paulista)
  • Lorrayne Couto (secretária, Nova Friburgo, RJ)
  • Louise Cardoso (atriz)
  • Maria Thereza Carneiro (psicóloga – Recife)
  • Mariana Ximenes (atriz)
  • Miguel Vita (ator)
  • Rick Di Castro (apres.: Transamérica – Recife)
  • Roberto Carlos (cantor, compositor e Rei da MB)
  • Sofia, 8 anos (filha do ilustre casal Uchôa Filho e Glória Valcácer – Igarassu)
  • Thaís Fersoza (atriz)
  • Tiago Santiago (ator, novelista e dramaturgo)
  • Valeska de Gracia (psicot. holística, São Pedro/SP)

Eventos

  • 12. No RIO DE JANEIRO: “Champagne e Confusão”, comédia com SYLVIA BANDEIRA e ótimo elenco – De sexta a domingo – 19:30 – até dia 10 de junho, Teatro Maison de France / Avenida Presidente Antônio Carlos, 58
  • 13. Em PERNAMBUCO: Oswaldo Montenegro apresenta Serenata – 21h30 – Balcão: R$ 114, R$ 57 (meia); Plateia: R$ 164, R$ 82 (meia) – Vendas: bilheteria do teatro, lojas Ticket Folia e site Eventim – Teatro Guararapes / Centro de Convenções, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 14. The Fevers, Pholhas e Fernando Mendes – 21h – Pista: R$ 80, R$ 40 (meia), R$ 50 (social); Mesa VIP: R$ 75; Mesa Premium: R$ 100 (quatro assentos) – Vendas: bilheteria, lojas Ticket Folia e site do Classic Hall. Classic Hall / Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 17. Demi Lovato – Pista: R$ 180, R$ 90 (meia); Pista Premium: R$ 480, R$ 240 (meia) – Vendas a partir do dia 22/02 – Classic Hall / Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 20. Maria Rita: “Amor e música” – 21h – Plateia baixa: R$ 204, R$ 102 (meia); Plateia alta e balcão: R$ 164, R$ 82 (meia) – Vendas: bilheteria do teatro e site www.eventim.com.br – Teatro Guararapes

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