nostalgia

Recife em flores

By Wilton Carvalho
 

“Tempos floridos batendo à nossa porta; em qualquer tempo, é hora de dar um tapa nos problemas, agradecer aos Céus, abraçar o seu dia de hoje e sorrir diante das conquistas. Ao fazer isso, vamos cumprimentar a primavera com as flores de um Recife distante e charmoso.” (Izan Sant)

Primavera. Recife, moças do passado...

No mês da primavera, rosas nas mãos das moças do Recife, na década de 20.

 

Faculdade de Direito do Recife, ao lado do Parque 13 de Maio.
Flores, aos montes, maravilhando olhos e mais olhos na Faculdade de Direito, alguns anos atrás.

 

Primavera. Por uma só moçoila.
Mais rosas, adornando a pureza da donzela (como se chamava uma "garota", nos 20).
 

E sobre primavera, pra vocês,
de Cecília Meireles:

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Um ator de luz


Sim, de vasta luz interior, por ser hoje também um consultor de Feng Shui Clássico, HAROLDO BOTTA carrega 18 novelas na bagagem profissional; dentre elas, Mulheres de Areia (onde viveu o Jajá), A Viagem (o Dudu), nas versões originais de Ivani Ribeiro, e mais seis tramas dela. Na foto a seguir, ele na novela Marina, assim que chegou à Rede Globo…

Televisão. Haroldo Botta. Novela "Marina".                                                                                                              
 

Esteve no filme Paranóia e em algumas peças teatrais. Recebeu o título de galã ao entrar na Rede Globo, da qual guarda um conceito positivo: A Globo tem uma importância vital para a qualidade dos programas que veicula, principalmente as novelas e minisséries, trazendo ao estrelato diversos artistas talentosos e divulgando nossa arte ao mundo

Ao mundo, agora, mais palavras interessantes dele, que foi um ator muito querido pela Ivani: Eu gosto do seu trabalho!”, disse-lhe ela, uma das grandes novelistas brasileiras de todos os tempos.

Natureza. Em harmonia com ela.


EXCLUSIVA ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Uma dica de harmonia interior. Simples, que as pessoas possam fazer para chegar a esse estado harmônico?
HAROLDO BOTTAO estar presente no momento é a chave para a tranquilidade, juntamente com a respiração, e a consciência de ser um espírito vivendo na carne, e não o contrário, onde muitos acreditam sermos um corpo que “supostamente” tem um espírito. Como diria o poeta, “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo”

Com Robert De Niro.Com o ator, diretor e produtor Robert De Niro
 

IS – Na época de Marina, sua primeira novela na Rede Globo, você teve que mudar de São Paulo para o Rio, e acabou confessando ter sentido medo diante das responsabilidades do dia-a-dia na Cidade Maravilhosa. Detalha isso.
HBTinha 19 anos quando fui chamado para fazer a novela “Marina”, e nunca havia morado sozinho, assumir as responsabilidades de aluguel, fazer minha própria comida, cuidar de si mesmo, enfim. Lembro de ter ido de São Paulo ao Rio no meu fusquinha vermelho, chorando a viagem inteira… (Risos gostosos). Mas em três meses tudo já estava internalizado, amigos novos, casa em ordem, etc. Faz parte do crescimento.

Televisão. Em "Marina".Na pele do Luís de Marina
 

IS – Nesse período você dividiu apartamento com o Edson Celulari. Vocês “aprontavam” um pouco juntos ou eram comportados, dedicados aos roteiros de Marina
HBDividimos um mesmo apart-hotel durante um ano, pois havíamos sido chamados após o fechamento da TV Tupi, na qual fizemos a novela “Gaivotas”. Costumávamos ir a festas, vernissages, sessões de cinema, e também passávamos os textos das cenas entre nós. Foi um momento especial, tudo era novidade para dois jovens na Cidade Maravilhosa.

Família. Com Valeska de Gracia
Com a esposa Valeska de Gracia

 

IS – Antes de ir para a Globo, foram 14 novelas gravadas em São Paulo! Muito orgulho disso?
HBComecei na TV Record em 1968, onde fiz duas novelas; fiquei, de 1969 a 1979, trabalhando na extinta TV Tupi, onde fiz a maioria das novelas escritas pela saudosa Ivani Ribeiro, que sempre me presenteou com personagens desafiadores. Trabalhar ao lado de grandes artistas foi um grande orgulho, aprendi muito sobre o ato de interpretar somente observando-os nos bastidores.

Televisão. Primeira novela, "Ana".Novela Ana. Cena na Praça 14 Bis, SP – 1968
 

IS – Você esteve em muitos folhetins de Ivani antes de ela também ir para a Globo. Como nos descreve a novelista?
HBFalar sobre Ivani Ribeiro, uma das maiores teledramaturgas da TV brasileira, inclusive muitas de suas novelas ganharam remake na TV Globo, alcançando o mesmo sucesso, ou até maior, é apresentar a história da telenovela do Brasil ao seu povo e aos jovens que não a conheceram. O trabalho desenvolvido por Carolline Rodrigues, catalogando as emoções internas da dramaturga através de suas personagens, no livro de sua autoria, Ivani Ribeiro: A Dama das Emoções, nos faz perceber o quanto a memória de um país pode, e deve, ser expressa pelos expoentes marcantes da vida artística e cultural. Ter biografias de grandes escritores como Ivani, tanto quanto como a de José Mauro de Vasconcelos, que completa neste 2018 o cinquentenário de uma de suas obras mais importantes, “O meu pé de laranja lima”, da qual tive oportunidade de participar como intérprete, e onde também comemoro meus 50 anos de vida artística, é celebrar a Vida!

Televisão. "A Viagem".Haroldo relembrando o Dudu de A Viagem
 

IS – Quem eram, mesmo, o Luís, de Marina, e o Beto, de O Amor É Nosso!?
HBA personagem Luís foi um grande momento em minha carreira, em que, juntamente com Íris Nascimento, fizemos um par romântico, que causou uma grande repercussão, pois abordava a integração racial entre dois jovens que se amavam, e, logicamente, com todo o preconceito da união de um jovem branco com uma jovem negra. O Beto, foi uma experiência interessante, onde um jovem ambicioso tinha como “tutora” empresarial a inesquecível Tônia Carrero, e também namorava com a ex-Narizinho, Rosana Garcia. Infelizmente a novela teve alguns problemas, pelo excesso de personagens e uma trama que não atingia o grande público; metade do elenco teve que ser dispensado para dar um novo rumo dramatúrgico, e fui um deles.

Televisão. Em "Marina".O Luís, em mais uma cena
 

IS – Sobre o título de galã global. Lidou bem com isso e era muito assediado?
HBJá havia sido bastante reconhecido quando fiz o papel de Zezé, na novela “Meu pé de laranja lima”, em 1970. Quando fui para a Globo, a popularidade aumentou vertiginosamente, e o assédio de fãs foi realmente muito intenso. A fama é uma forma de reconhecimento do trabalho, mas também pode ser uma maneira de nos afastarmos da vida real. Em determinados momentos esse sucesso pode trazer um excesso de confiança, e de soberba, e caímos na armadilha de achar que somos “especiais”, melhores que os “simples mortais”e é o início para a perda da alma, e da simplicidade.

Revista. Em fotonovela.Ao lado da amiga e atriz Élida L'Astorina – Fotonovela
 

IS – Qual era seu critério pra aceitar um trabalho?  
HBA concorrência na TV, principalmente em novelas, é enorme, e quando se é chamado para fazer uma novela, raramente dizemos não, pois sabemos das dificuldades de ficar dois, três, seis meses sem um trabalho, e as contas do dia-a-dia não esperam Somente quando um artista já está estabelecido, ele pode “escolher” determinadas personagens, ou mesmo negá-las, mas a maioria aceita sem pestanejar… (Risos gostosos.).

63 anos da TV.Na Festa de 63 anos da Televisão

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Carros e nostalgia

Por Wilton Carvalho
 

Que maravilhas de veículos circulavam, no passado, pelas ruas recifenses!

Quem viveu nessa época, sente falta. Quem não, nem sabe o que perdeu


Carros. O primeiro carro vindo ao Recife.

Temos aqui o primeiro carro chegado da Europa, de navio, ao Recife. Dizem que foi o carro encomendado pelo médico Octávio de Freitas, que desfilava pelas ruas da Veneza Brasileira, causando um alvoroço pela novidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Calhambeque anos 20.

O calhambeque começou a ocupar as ruas do Recife na década de 1920, dividindo, então, os espaços ocupados pelos bondes. (Foto: Revista da Cidade)

 

Carros. Calhambeque, O Corso de 1927.

O corso era a grande novidade do carnaval na década de 1920. Com o surgimento de vários novos carros, as pessoas desfilavam pelas ruas em cima de um calhambeque. (Foto de 1927: Revista da Cidade)

 

Carros. Corrida Circuito no bairro do Derby, em 1952.

O Recife também abrigou alguns circuitos de corrida, como o Circuito do Derby. (Foto, 1952: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito na Av. Conde da Boa Vista, 1959.

Com a abertura total da Avenida Conde da Boa Vista, a partir das décadas anteriores à de 1950, o trânsito foi direcionado para esta via, tornando-se uma das principais da capital pernambucana. (Foto de 1959: Arquivo/DP)

 

Carros. Agora o fluxo na Caxangá, fim dos anos 60.

A Avenida Caxangá foi uma das maiores vias em linha reta do Recife e passou por diversas reformas ao longo do tempo. A foto é de 1969 e já mostra uma via já bem moderna, duplicada e atendendo bem à população. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Ambulância e Kombi anos 60.

Trecho da Estrada dos Remédios, em Afogados, década de 1960, com ambulância e Kombi em movimento. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Na loja Mesbla dos anos 60.

Os anos de 1960 marcavam pelas mudanças no comércio, com grandes redes de magazine, como a Mesbla, que já fazia história na Rua da Palma. A via já se tornava bem utilizada pelos automóveis na época. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Anos 60, pela Avenida Olinda.

Carros na Avenida Olinda, ligando Recife a Olinda, nos anos de 1960. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito a crescer nos anos 70.

Nos anos de 1970, o fluxo de veículos já era considerado grande e novas medidas começaram a ser adotadas: uma delas foi a construção de uma nova ponte ligando o Cabanga ao bairro do Pina. Como vemos na foto, a ponte do Pina já não suportava mais tanto trânsito e isto incentivou a construção da ponte Paulo Guerra, desafogando, por um tempo, a localidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Mais carros antigos?

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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 2

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

We return to the fantastic and unforgettable Land of the Lost.
Our chat with the actor and the actress continues.

Voltamos ao fantástico e inesquecível O Elo Perdido.
Nosso bate-papo com o ator e a atriz continua.

 

Land of the Lost. Will, Uncle Jack Marshall, Cha-Ka and Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg,
Paulista / Brazil.

 

IZAN SANT: Fans and autographs!
WESLEY EURE: They mean the world to me.  It is amazing that 45 years later that people still remember our show.  We are greatly touched when fans come up to us and tell us specific events that happened in their lives that they relate to “Land of The Lost”.

KATHY COLEMAN: We have the most loyal fans you could ever wish for. They have brought us many wonderful stories of the impact the show had on them growing up. We look forward to these autograph shows and the fun stories that people share.

IS: Fãs e autógrafos!
WESLEY: Eles significam o mundo para mim. É incrível que, 45 anos depois, as pessoas ainda se lembrem da nossa série. Ficamos muito emocionados quando os fãs nos procuram e nos contam casos específicos que aconteceram em suas vidas e que eles relacionam a “O Elo Perdido”.

KATHY: Temos os fãs mais leais que você poderia desejar. Eles nos trouxeram muitas histórias maravilhosas do impacto que a série teve sobre eles, crescendo. Estamos ansiosos para esses shows de autógrafos e as histórias divertidas que as pessoas compartilham.

Kathy Coleman.

IS: Kathy… do you have a favorite episode?
KATHY: “Elsewhen”.  The woman who portrayed me as my future self. Erica Hagen became a wonderful friend and mentor for the rest of my life.  She wrote the forward to my book.  

IS: Wesley, what was your favorite dinosaur?
WESLEY: My favorite dinosaur was Grumpy because he was mean and nasty and so much fun to run from.

IS: Kathy… você tem um episódio favorito?
KATHY: “Depois disso”. A mulher que me retratou como meu futuro eu. Erica Hagen tornou-se uma amiga maravilhosa e mentora para o resto da minha vida. Ela escreveu o prefácio para meu livro.

IS: Wesley, qual era seu dinossauro favorito?
WESLEY: Meu dinossauro favorito era o Enfezado porque ele era malvado e desagradável e muito divertido de fugir dele.

Wesley Eure.

IS: How were dinosaurs made?
WESLEY: The dinosaurs were stop motion and made of rubber. It took 8 hours to create 1 minute of movement of the dinosaurs. 

IS: What were the sets like?
KATHY: Crazy fun!!  Two sound stages that literally were a “jungle gym” and we had many amazing surprise guests come to our stages, such as Elton John, Charo, Sylvester Stallone.

IS: Como foram feitos os dinossauros?
WESLEY: Os dinossauros foram stop motion e feitos de borracha. Demorou 8 horas para criar 1 minuto de movimento dos dinossauros.

IS: Como eram os sets?
KATHY: Uma diversão louca!! Dois palcos de som que literalmente foram um “trepa-trepa” e tivemos muitos convidados surpresa extraordinários em nossos palcos, como Elton John, Charo e Sylvester Stallone.

Cha-ka: Phillip Palen.

IS: If you could give other artists advice about money or getting started in their career, what would you say…
WESLEY? If you are in it for the money, you are in the wrong career.  Do it for the love of acting and, if you are successful, money will follow.

KATHY? Like with any other job, you have to go into it with the right expectations and intentions,  really love it from your heart.

IS: Se você pudesse dar conselhos a outros artistas sobre dinheiro ou começar sua carreira, o que você diria…
WESLEY?Se você está nisso pelo dinheiro, você está na carreira errada. Faça isso pelo amor de atuar e, se você for bem sucedido, o dinheiro irá segui-lo.

KATHY?Como em qualquer outro trabalho, você tem que entrar nisso com as expectativas e intenções certas, realmente amá-lo do seu coração.

Land of the Lost. Enik.

IS: I loved watching episodes, I fell in love with “Land of the Lost”. Could you two send a message to our readers and your fans? I am a huge fan of Kathy Coleman and Wesley Eure!
WESLEY: Thank you for remembering our little show 45 years later.  It means the world to us. Just a side note: I love Brazil! We have so many wonderful fans who contact us through Facebook. I really hope Kathy and I can come to an autograph show in Brazil soon! We have never done a show there before!

KATHY: I am forever grateful for the exchange of joy between the fans and myself.

IS: Adorei assistir aos episódios, eu me apaixonei por “O Elo Perdido”. Vocês poderiam mandar uma mensagem para nossos leitores e seus fãs? Eu sou um grande fã de Kathy Coleman e Wesley Eure!
WESLEY: Obrigado por se lembrar de nossa pequena série 45 anos depois. Isso significa o mundo para nós. Apenas uma nota: amo o Brasil! Nós temos muitos fãs maravilhosos que nos contatam através do Facebook. Eu realmente espero que Kathy e eu possamos participar de um show de autógrafos no Brasil em breve! Nós nunca fizemos um show lá antes!

KATHY: Sou eternamente grata pela troca de alegria entre os fãs e eu.

Land of the Lost. Moments.

How wonderful!
And congratulations on your excellent book, Kathy!
Congratulations for this great achievement
:Run, Holly, Run!”. 

Que maravilha!
E parabéns pelo seu excelente livro, Kathy!
Parabéns por essa grande conquista:
Corra, Holly, Corra!.

Wesley Eure: Will.


Website: Wesley Eure.
Wesley Eure and Kathy Coleman.
Site: Wesley Eure.


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Photos:

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Special Interview: Wesley Eure & Kathy Coleman – Part 1

See the translation bellow.
(Veja a tradução abaixo.)

 

Land of the Lost. Will, Rick e Holly.

Translation supervisor: Clay Yuri Rosenberg - Brazil.

They are internationally known. Wesley Eure and Kathy Coleman are the great actors who have played Will and Holly (brother and sister) in the original series Land of the Lost. Everyone remembers the Marshalls!
Land of the Lost is a famous children's adventure television series of 1970's. The series ran for three years. It was so popular that even today the adventures of the Marshall family  (father Rick, and his children Will and Holly, trapped in an alternate universe inhabited by dinosaurs, primates and Sleestaks) take Wesley, Kathy and Phillip Paley (Cha-Ka) to many American cities for autograph shows. Cha-Ka was a human-like primate called Pakuni.
Due to great success, I decided to talk to the actors about their wonderful lost world. You will love it.


Eles são conhecidos internacionalmente. Wesley Eure e Kathy Coleman são os grandes atores que interpretaram Will e Holly (irmãos) na série original O Elo Perdido. Todos se lembram dos Marshalls!
The cast of Land of the Lost. A Sleestak, Will, Holly and Cha-Ka.
O Elo Perdido é uma famosa série de TV de aventura para crianças dos anos 70. A série durou três anos. Era tão popular que ainda hoje as aventuras da família Marshall (o pai Rick e seus filhos Will e Holly, presos num universo alternativo habitado por dinossauros, primatas e os lagartos Sleestaks) levam Wesley, Kathy e Phillip Paley (Cha-Ka) a muitas cidades americanas para shows de autógrafos. Cha-Ka era um primata meio gente, chamado Pakuni.
Devido ao grande sucesso, decidi falar com os atores sobre o maravilhoso mundo perdido deles. Você vai adorar.


SPECIAL INTERVIEW
(ENTREVISTA ESPECIAL).

IZAN SANT: What do you like about your character Will Marshall?
WESLEY EURE: I like my character, Will, because he’s strong and he loves his family so much.  He’s adventurous, and on occasion he listens to his sister, Holly, which is always good to do. Especially if the sister is someone as competent as Holly.  (I’m saying this because Kathy Coleman, who played Holly, is sitting in the room with me while I’m doing this interview. HaHa) All kidding aside, one of the greatest joys in my life has been my friendship after the show with Kathy Coleman.  We truly are like brother and sister.  I’ve Always told Sid and Marty Krofft, the creators of “Land of the Lost”, that not only did they cast my TV Family, they also cast my Family in real life.  Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) and Spencer Milligan (Rick Marshall) are like my sister, my brother and my dad in the real world.

IZAN SANT: Do que gosta no seu personagem Will Marshall?
WESLEY EURE: Gosto do meu personagem, Will, porque ele é forte e ama tanto sua família. Ele é aventureiro e ocasionalmente ouve sua irmã, Holly, o que é sempre bom de se fazer. Especialmente se a irmã é alguém tão competente quanto Holly. (Estou dizendo isso porque Kathy Coleman, que interpretou Holly, está sentada na sala comigo enquanto estou fazendo esta entrevista. HaHa) Todos brincando ao lado, uma das maiores alegrias da minha vida tem sido minha amizade após a série com Kathy Coleman. Realmente somos como irmão e irmã. Eu sempre disse a Sid e Marty Krofft, os criadores de "O Elo Perdido", que eles não formaram apenas minha família de TV, mas também formaram minha família na vida real. Kathy, Phil Paley (Cha-Ka) e Spencer Milligan (Rick Marshall) são como minha irmã, meu irmão e meu pai no mundo real.

Land of the Lost. Cast BLK.

IZAN SANT: And you, Kathy? What is the highest quality of your character?
KATHY COLEMAN: Her vulnernability.  Although Holly comes across as a tom-boy and problem solver, she also has an innocence and a vulnerable quality that softens her.  Unknown to me at the time, the strength of my character empowered a lot of young girls at a time when there were not many positive role models for girls on television. And as my TV brother said, I am in the room with him and he’s giving me, at the moment, the warmest smile you can imagine.  At the autograph shows and conventions, fans Always remark on the genuine relationship between the two of us… just like a brother and sister.

IZAN SANT: E você, Kathy? Qual é maior qualidade do seu personagem?
KATHY COLEMAN: Sua vulnerabilidade. Embora Holly pareça uma menina-moleque e seja uma solucionadora de problemas, ela também tem uma inocência e uma qualidade vulnerável que a suaviza. Desconhecida para mim na época, a força da minha personagem empoderou muitas garotas num momento em que não havia muitos modelos positivos para meninas na televisão. E como meu irmão da TV disse, estou na sala com ele e ele está me dando, no momento, o sorriso mais caloroso que você pode imaginar. Nos shows e convenções de autógrafos, os fãs sempre comentam sobre o relacionamento genuíno entre nós dois… assim como um irmão e uma irmã.

Actor Wesley Eure.

IS: How did you get the role of Will on “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: I had just started on a TV soap opera called “Days of Our Lives” and I met Sid Krofft.  Sid told me about his new show and asked me if I’d please audition. I did and the rest is history. I spoke with Sid for an hour last week.  Sid, who is 90 years old, told me that I was the only person they consedered.

IS: Como conseguiu o papel de Will em “Land of the Lost”, Wesley?
WESLEY: Eu tinha acabado de começar uma novela chamada “Dias das Nossas Vidas” e conheci Sid Krofft. Sid me contou sobre sua nova série e me perguntou se eu gostaria de fazer um teste. Fiz e o resto é história. Falei com Sid durante uma hora na semana passada. Sid, que tem 90 anos, me disse que eu era a única pessoa que eles consideravam (para viver o Will da série).

IS: Kathy, how did you get role of Holly Marshall?
KATHY: After 7 auditions (call-backs) I landed the role.  Funny side-story… My mother picked out an outfit for these auditions that became the iconic “Holly” costume of a plaid shirt and pigtails.

IS: Kathy, como conseguiu o papel de Holly?
KATHY: Após 7 audições (callbacks) consegui o papel. Lado engraçado da históriaMinha mãe escolheu uma roupa para essas audições que virou o icônico traje "Holly": uma camisa xadrez e tranças.

Holly. Kathy Coleman.

IS: What was the biggest challenge in taking on these roles?
WESLEY: I was 20 at the time I got the job and I was playing a character that was 16 years old.  At first, I was concerned about playing such a young character, but I am so glad I accepted the role!  It was one of the greatest joys of my life.

KATHY: My mother had promised me a pony if I ever landed a TV series, which she honored.  Because of my beloved horse, Camanche, I needed to live in an area zoned for horses which was a two hour distance from the studio.  The biggest challenge was the very long days this created. Being outside of Hollywood and the only child actor in this small community, I was the target of bullying.  Because I was on TV I was like a “freak” to them.

IS: Qual o maior desafio ao assumir esses papéis?
WESLEY: Eu tinha 20 anos na época em que consegui o emprego e estava interpretando um personagem de 16 anos de idade. No começo, eu estava preocupado em interpretar um personagem tão jovem, mas estou muito feliz por ter aceito o papel! Foi uma das maiores alegrias da minha vida.

KATHY: Minha mãe me prometeu um pônei se eu tivesse uma série de TV, que ela honrava. Por causa do meu amado cavalo, Camanche, eu precisava morar numa área destinada a cavalos, que ficava a duas horas de distância do estúdio. O maior desafio foram os longos dias que isso gerou. Estando fora de Hollywood e a única atriz infantil nessa pequena comunidade, eu era o alvo do bullying. Porque eu estava na TV eu era como uma “aberração” para eles.

Will. Wesley Eure.

IS: What was the most challenging moment on set?
WESLEY: The most challenging thing was that we shot two episodes per week.  This means we had to film an episode every two and a half days which was unheard of in Hollywood.  All this while filming daily for “Days of our Lives”!

KATHY: My biggest challenge was memorizing my lines.  Being one of three main characters I had a lot of dialog and learning the Pakuni language was, at times, very  challenging.

IS: Qual foi o momento mais desafiador no set?
WESLEY: O mais desafiador foi que gravávamos dois episódios por semana. Isso significa que tínhamos que filmar um episódio a cada dois dias e meio, que era inédito em Hollywood. Tudo isso enquanto eu filmava diariamente para “Dias das Nossas Vidas”!

KATHY: Meu maior desafio foi memorizar minhas falas. Sendo um dos três personagens principais, eu tive muito diálogo e aprendi que a linguagem Pakuni era, às vezes, muito desafiadora.

Will and Spike.

IS: What was it like to work with the rest of the cast?
WESLEY: I know this is sounding very “sugary”, but we really, really liked each other.  Unfortunately, other TV casts don’t always have this.  We were extremely lucky in this regard.

KATHY:  There were many playfull and humerous moments between us all which made coming to work a joy.  Prior to “Land of the Lost”, Phil Paley (Cha-Ka) and I had starred in a comercial for Cheez-It Crackers.  He and I were also close in age which gave me a partner in crime in all the mischievious adventures we found ourselves in.

IS: Como foi trabalhar com o resto do elenco?
WESLEY: Eu sei que isso soa muito “açucarado”, mas nós realmente gostamos um do outro. Infelizmente, outros elencos de TV nem sempre têm isso. Tivemos muita sorte nesse aspecto.

KATHY: Houve muitos momentos lúdicos e humildes entre todos nós, que fizeram com que o trabalho fosse uma alegria. Antes de “O Elo Perdido”, Phil Paley (Cha-Ka) e eu estrelamos um comercial para o Cheez-It Crackers. Ele e eu também éramos próximos na idade, o que me deu um colaborador em todas as aventuras travessas que nós nos destinávamos.

Will. Wesley Eure. Land of the Lost.

IS: Wesley, what are you doing today for relaxation?
WESLEY: I love to travel.  I’m fortunate to have traveled the world and one of my favorite places on the planet is Rio.  I’m also finding a lot of tranquility in my new home in Puerto Vallarta, Mexico.

IS: Wesley, o que está fazendo hoje para relaxar?
WESLEY: Eu adoro viajar. Tenho a sorte de ter viajado pelo mundo e um dos meus lugares favoritos no planeta é o Rio. Eu também estou encontrando muita tranquilidade em minha nova casa em Puerto Vallarta, no México. 

The book "Run, Holly, Run!"
IS: Could you tell us about an average day in your life, Kathy?
KATHY: I love to write!  Recently, I finished writing my memoir titled “Run, Holly, Run!” which just won the 2018 National Indie Excellence Award. I am currently promoting and touring with my book.

IS: Poderia nos contar sobre um dia normal em sua vida, Kathy?
KATHY: Amo escrever! Recentemente, terminei de escrever meu livro de memórias intitulado “Corra, Holly, Corra!”, que acaba de ganhar o Prêmio Nacional de Excelência Indie 2018. Atualmente estou promovendo e fazendo turnês com meu livro.

 

The Wesley Eure Website?
You can visit by
 CLICKING.
O website do Wesley Eure?
Você pode visitar
 CLICANDO.

The book “Run, Holly, Run!” you can find it HERE.
O livro Corra, Holly, Corra! você pode encontrar AQUI.
 

Part 2 coming soon: we'll talk about

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Recife: o antes e o depois

Por Wilton Carvalho
 

Na nossa presente viagem ao passado, vemos aqui a Rua Carlos Porto Carrero, rua em frente ao Colégio Americano, na Rua Dom Bosco, Boa Vista.
A foto antiga é de 1923 (Fonte: Fundaj). A foto atual é do Google Maps 2016.
Recife. Rua Carlos Porto Carrero, 1923.

 

Agora, a Igreja Batista do Cordeiro, no bairro de mesmo nome.
Foto antiga: 1950 (Fonte: Site da Igreja Batista). Foto atual: Google Maps 2016.

Recife. Igreja Batista do Cordeiro, 1950.

 

Avenida Dantas Barreto, em frente à Igreja Matriz de Santo Antônio, bairro de Santo Antônio.
A foto antiga é da década de 1920 (Fonte: IAHGP). Foto atual é do Google Maps 2016.

Recife. Avenida Dantas Barreto.

 

Rua São José do Ribamar e Igreja de São José do Ribamar, bairro de São José
Foto antiga: década de 1940 (Fonte: Fundaj).
Foto recente: autoria de Wilton Carvalho, em 2015.

Recife. Rua São José do Ribamar, década de 1940.

 

Igreja do Paraíso, no extinto Pátio do Paraíso, bairro de Santo Antônio. 
Foto antiga: meados do século XX (Fonte: Fundaj) — A Igreja foi demolida.
Foto recente: Edifício Santo Albino, construído no mesmo local da Igreja do Paraíso (Fonte: Google Maps em 2015).

Recife. Igreja do Paraíso.

 


Fechando com chave de ouro nosso post

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Crianças da década de 1920 – Flash

Wilton Carvalho
 


No porto do Recife, onde as famílias iam assistir à chegada de navios.

Criança.

 


Dirigindo, gente!

Criança.

 


Mais crianças…

Crianças.

 


Em um parque de diversões instalado na Rua da Aurora.

Criança.

 


Em frente a um restaurante chamado Regina, que existia na esquina da Rua do Imperador.

Criança.

 


No Cais Dr. José Mariano, lado oposto da Casa de Detenção, atual Casa da Cultura.

Criança.

 


E mais imagens destas crianças do passado. Aqui, o leitor…

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Trabalhadores recifenses do passado…

Por Wilton Carvalho

No mês que também é deles, vamos homenagear os trabalhadores de 1ª. categoria, com este presente: uma viagem ao mundo dos bons braços do nosso ontem.

GALERIA RECIFANTIGAMENTE…

Trabalhador 1.

……

Recife. Trabalhador 2.

……

Recife. Trabalhadores 3.


Agora, os próximos trabalhadores desta Galeria são os…
 

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“Máquina do Tempo”: Praça e Cruz do Recife

Por Wilton Carvalho
 

A PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA já teve diversos nomes, como Terreiro dos Coqueiros, Praça do Polé, Praça da União e, finalmente, em 1833, recebeu o nome atual.
A Praça da Independência.

Ela também é conhecida popularmente como Pracinha do Diario, pelo fato de que o jornal Diario de Pernambuco se estabelecia naquele local em seu edifício imponente e devido à grande importância do Diario no Recife desde o século XIX.

A praça também sofreu várias mudanças físicas e não era exatamente como é hoje. Até o início do século XX, ela só ocupava um pequeno espaço nas proximidades da Rua Primeiro de Março e da Duque de Caxias, pois havia um quarteirão de sobrados mais próximo da Igreja Matriz de Santo Antônio e da Rua Nova; este foi destruído para ampliação do bairro de Santo Antônio. (Foto: Coleção de Postais do Recife)
 

A CRUZ DO PATRÃO (da foto a seguir) encontra-se na zona norte do Porto do Recife, logo após o Forte do Brum.

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Recicarnaval & os 40 anos do Galo

Por Wilton Carvalho
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ítulo e texto de introdução: Izan Sant
 

O Galo da Madrugada completa seus 40 anos, então vamos viajar pela folia ingênua do passado?

Vamos recicarnavar! Olhem que raridades, inclusive de crianças, na nossa Galeria, com fotos cedidas por nosso querido Wilton…


Crianças fantasiadas no carnaval de 1927 (Fonte: Revista da Cidade)
Carnaval - Crianças em 1927.


Outas crianças em 1927 (Revista da Cidade)
Carnaval - Crianças em 1927.


Primeiro desfile do Galo da Madrugada, em 1978 (Fonte: site do Galo da Madrugada)
Carnaval - Galo da Madrugada de 1978.


Foliões caindo no Frevo no carnaval de 1948 (Foto: Alexandre Berzin)
Carnaval - Foliões no Frevo em 1948.


Carnaval no salão do Clube Internacional, 1927 (Revista da Cidade)
Carnaval - Clube Internacional, em 1927.


Criança — charmosa! — fantasiada em 1927 (Revista da Cidade)
Carnaval - Criança em 1927.


Carro utilizado para O Corso, na folia de 1927 (Revista da Cidade)
Carnaval - Carro utilizado no Corso em 1927.


Banda tocando Frevo, em 1948 (Foto: Alexandre Berzin)
Carnaval - Banda tocando Frevo em 1948.


Crianças — em dupla — prontas a cair no passo, 1927 (Revista da Cidade)
Carnaval - Crianças em 1927.


O Galo da Madrugada, novamente em 1978 (Site: Galo da Madrugada)
Carnaval - Galo da Madrugada de 1978.


O Corso na Av. Guararapes, no carnaval da década de 60 (Acervo do Museu da Cidade do Recife)
Corso na Av. Guararapes década de 60.


Crianças — duas garotas — na folia, 1927 (Revista da Cidade)

Carnaval - Crianças em 1927.


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Glória Valcácer - Msg do Mês de outrubro - 2018

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Camila Duarte - Foto de Bem de outubro - 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Calcanhotto (cantora)
  • Adrielly Henry (atriz – Recife/PE)
  • Alcina Nascimento (educadora – Igarassu/PE)
  • Ângelo Santoro (coreóg., superv./vendas – Recife)
  • César Santos (chef de cozinha – Olinda)
  • Cláudia Abreu (atriz)
  • Cléo Pires (atriz)
  • Cynthia Nunes (estudante – Recife)
  • Danilo Rojas (bailarino – Recife)
  • Dayse Figueiredo (empresária, Lulu Bijoux – RJ)
  • Eletana Targino (coord. da LFG – Alta Floresta/MT)
  • Fabinho Seven (prop. Infohouse – Recife)
  • Fagner (cantor)
  • Fellipe Maia (Cofundador Berlim Digital – Recife)
  • Fernanda Montenegro (atriz)
  • Fiuk (ator e cantor)
  • Flávio Leimig (modelo e ator – Recife)
  • Gabriela Castello Buarque (universitária – Recife)
  • Gil Ayres (universitário, UFPE – Recife)
  • Glória Menezes (atriz)
  • Ilka Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Izabella Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Josy Ventura (administradora, atriz – Recife)
  • Kayky Brito (ator)
  • Manuela Sena (administradora – Recife)
  • Marcella Muniz (atriz)
  • Marcello Picchi (ator)
  • Marisa Orth (atriz)
  • Miguel Falabella (ator)
  • Miguel Teixeira (produtor cultural – Recife)
  • Najla Rocha Leite (gestora adjunta – Olinda)
  • Nasaré Azevedo (profa.: Filosofia – Bezerros/PE)
  • Pascoal Filizola (ator e arte-educador – Recife)
  • Pelé (ex-jogador / Rei do Futebol)
  • Pitty (cantora)
  • Priscila Camargo (atriz e contadora de histórias)
  • Rafael Cabral (jornalista e sanitarista – Olinda)
  • Rodrigo Faro (ator, cantor e apresentador/TV)
  • Sérgio Xavier (emp. Grupo inovsi – Recife)
  • Sinho Mello (cantor/educador físico – Recife)
  • Tássio Rennalli (advogado – Recife)
  • Thais Caseli (oper.: Direirto/concurseira – Recife)
  • Tofalini (cantor/compositor – Cambé/PR)
  • Vicktor Lira (booker/modelo/ator – Banguecoque)

Eventos

  • 19. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 20. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 21. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 18h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 26. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 27. Em Recife/PE: Happy Holi – 14h – R$ 55 (pista) / R$ 85 (backstage) à venda site e app Bilheteria Digital – Área externa Centro de Convenções de Pernambuco / Complexo Salgadinho, S/N
  • 27. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana

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