nostalgia

O Recife em Cartões Postais dos anos 70

Embarque nas imagens…
(Texto: Wilton Carvalho)

Antigo Aeroporto Internacional dos Guararapes. Já era considerado um dos grandes aeroportos do Nordeste.
Aeroporto do Recife, o mais organizado atualmente.
 

A praia de Boa Viagem, com sua avenida de mesmo nome, e, ao centro, o Hotel Boa Viagem, construído ainda na década de 50. Foi demolido para dar lugar a um prédio residencial.
Hotel Boa Viagem... Saudades!
 

O Recife com suas pontes e rios que o cortam. Chamada de Veneza Brasileira ou, como preferirem, Veneza Americana, como dizia Manuel Bandeira no seu poema Evocação do Recife.
As pontes de nossa Veneza Brasileira e Americana.
 

A ponte mais famosa do centro. É a ponte de ferro chamada de Ponte da Boa Vista. Por muito tempo, foi a principal ligação feita pelos bondes que saíam do bairro de Santo Antônio para o bairro da Boa Vista.
Oh, Boa Vista, tão linda...
 

E olha esta próxima foto, friend…

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Feliz Natal, Recife de todos os tempos!


Por Wilton Carvalho

As imagens, assim como o título do nosso post, já dizem a que vieram.

Que o primo Armando da segunda foto seja cada um de vocês, friends, a quem desejamos uma vereda de coisas boas neste Natal e no Ano Novo!

CARTAO DE ANO NOVO
 

Recife. Palavras de um Natal distante.
 

Recife. Avenida Guararapes comemorando o Natal.
 

Recife. O das luzes de neon.
 

Recife. Mais uma felicitação do ontem.
 

Recife. Avenida Rio Branco atualmente.
 

Ótimas Festas aí, com esta nossa segunda/última foto atual da matéria

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Lazer & Pátria

Galeria de Fotos RecifAntigamente
 

“Quando as pessoas são felizes, não reparam se é inverno ou verão.” (Anton Tchekhov)
(Praia de Boa Viagem, meados do século XX. – Posicione o cursor parado sobre as outras fotos para ver a informação delas.)
Praia de Boa Viagem

 

“A minha pátria é como se não fosse, é íntima doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo…” (Vinícius de Moraes) 
Foto: 1928, Revista da Cidade.

Recife, 7 de Setembro

 

“Não cresça muito depressa, para que você não se esqueça do quanto ama a praia.” (Michelle Held)
Praia de Boa Viagem

 

“Depois de um passeio pela praia, é difícil acreditar que vivemos num mundo material.” (Pam Shaw)

Praia de Boa Viagem

 

“Independência! Liberdade! Persegue estas coisas como ao teu maior amor, e agarra-te a elas como à tua maior paixão!” (Augusto Branco) 
Foto: 1928, Revista da Cidade.

7 de Setembro, a Cavalaria.

 

“A cura para qualquer coisa é água salgada: suor, lágrimas ou o mar.” (Isak Dinesen)

Praia de Boa Viagem

 

“Sem coragem e perseverança, esqueça sua independência financeira, sua individualidade e aquele desejo de liberdade!” (Ricardo Fonseca)
Foto: 1928, Revista da Cidade.

7 de Setembro, o Desfile Cívico.

 

“Reze a Deus, mas reme para a praia.” (Provérbio Russo)

Praia de Boa Viagem

 

“É duro eu pôr em palavras por que eu gosto tanto de praia. Tudo sobre ela é renovador para mim, quase como terapia… Terapia da Praia.” (Amy Dykens)

Praia de Boa Viagem

MAIS TRÊS FOTOS-NOSTALGIA…

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Praça e avenidas RecifAntigamente

Por Wilton Carvalho

O nome de algumas delas veio do nome de pessoas ilustres da cidade! Emílio Dantas Barreto é uma dessas. 
Avenida Dantas Barreto.

Ele nasceu em Bom Conselho/PE, em 1850; faleceu em 1931. Foi militar e político, participou da Guerra de Canudos como comandante. Foi homenageado pela Prefeitura, que deu o nome dele à Avenida Dantas Barreto. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
 

Conde da Boa Vista. Francisco do Rego Barros, Barão, Visconde e, depois, Conde da Boa Vista, nasceu na cidade do Cabo/PE, em 1805, e faleceu em 1870.
Avenida Conde da Boa Vista.

Também foi militar e político, participou da Revolução de Goiana como cadete do Exército.

Em 1837 foi designado como Presidente da Província de Pernambuco.

Como homenagem, seu nome foi dado à Avenida Conde da Vista. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
 

Luís Ferreira Maciel Pinheiro. Nasceu em 1839, na Paraíba, e nos deixou em 1899.
Praça Maciel Pinheiro.

Era jornalista, abolicionista, bacharel em Direito, exerceu o cargo de Juiz substituto no Recife. Ocupou a cadeira 22 da Academia Pernambucana de Letras.

Foi homenageado tendo seu nome dado à Praça Maciel Pinheiro, no bairro da Boa Vista. (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)
 

O Barão de Rio Branco, por sua vez, o José Maria da Silva Paranhos Júnior, este é seu nome, foi nascido no Rio de Janeiro em 1845 e morreu em 1912.
Avenida Rio Branco.

Foi professor, político, jornalista, diplomata, historiador e biógrafo. Ainda foi Ministro das Relações Exteriores, sendo muito importante no cenário internacional.

Dessa forma, ganhou, como homenagem, o nome doado à Avenida Rio Branco, no Recife. (Fonte: http://educacao.uol.com.br/)
 

Agamenon Sérgio de Godoy Magalhães, nascido em Vila Bela, atual Serra Talhada/PE, em 1894, faleceu em 1952. Veja-o, como os outros, na foto abaixo

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Anúncios recifenses do passado… – Parte 2


E seguimos viajando através da "Máquina do Tempo", friend
 

Anúncios Zearaújo – Quem não conheceu as Casas José Araújo que conquistavam a todos com seus comerciais engraçados?
Também tinham suas versões impressas publicadas nos jornais do Recife. (Diario de Pernambuco – 1984)
Recife. 1984.

 

Shopping Recife – O Shopping Center Recife foi o primeiro shopping da cidade e logo encantou a população.
Não demorou muito para o Shopping Recife se expandir e dobrar de tamanho em 1983. (Diario de Pernambuco – 1983)

Shopping Recife 1983.

 

Centro Sul – A especulação imobiliária em Boa Viagem já era grande em 1980.
Neste mesmo ano, foi inaugurava a famosa galeria na Av. Conselheiro Aguiar, chamada de Centro Sul. (Diario de Pernambuco – 1980)
Centrol Sul 1980.

 

Nesta próxima foto, um anúncio Cabaret Regina – Década de 1920, o "cabaret" era a casa de show da época.
Orquestras e boa comida atraía um público à procura de diversão no Bairro do Recife. (Revista da Cidade – anos 20)

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Casa Forte no passado


Casa, força; praça, Forte; nostalgia… enorme!
Praça de Casa Forte - Recife 
PRAÇA DE CASA FORTE

Essa foto inédita na nossa página Recife de Antigamente mostra as vitórias-régias do jardim da Praça de Casa Forte, que, segundo dizem os historiadores, é considerada a primeira praça pública projetada por Burle Marx. Ao fundo, podemos ver a Igreja de Casa Forte, a paróquia do Sagrado Coração de Jesus, completando esse ar bucólico que preenche nossos olhos e nossos corações com tanta beleza e nostalgia.”

(Wilton Carvalho)

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Anúncios recifenses do passado… – Parte 1


Por Wilton Carvalho
 

A gente não se lembra deles, não é verdade?

Mas a história, sim, e, pra gente se satisfazer, seguem aí alguns anúncios publicitários direto da nossa “Maquina do Tempo”
 

Anúncio FORD

Os primeiros automóveis começaram a surgir nos anos 20. Dizem que o primeiro automóvel do Recife foi o do médico Otávio de Freitas.
Carro. Esta empresa saiu na frente.

 

Geladeira

Na década de 1920 era um luxo poder ter uma geladeira em casa. A prioridade era conservar os alimentos, mas também garantir aquela água refrescante. Geralmente era a gás e precisava de constante revisão.
Geladeira. Olha a da década de 20!

 

Goiabada Peixe

Fundada no fim do século XIX, a marca ficou famosa por sua qualidade e sabor inconfundível. A fábrica em Pesqueira virou um museu — até hoje recebe visitantes.
Doce. Quem não gosta de goiabada?
 

Leite Moça

O leite condensado surgiu no século XIX para abastecer os soldados em campo de batalha: por ser um leite muito doce, era menos perecível do que os leites normais. No Brasil a denominação "Leite Moça" (é só aqui no Brasil que chama assim) surgiu porque o povo ia até a mercearia e pedia por leite; o balconista trazia leite normal, aí o povo dizia: "Não é esse, é o leite que tem a moça na embalagem", e, assim, ficou "Leite Moça".
Leite condensado. A história dele.

 

Terrenos em Boa Viagem

Ainda na década de 1920

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Dos céus, o Recife

Por Wilton Carvalho

NA DÉCADA DE 1940
Recife: vista aérea nos idos de 1940.

É inegável que o Recife possui importantes avenidas que, atualmente, são de extrema necessidade para uma melhor fluidez do trânsito, mas não é de hoje que as discussões sobre o assunto vêm à tona. Com o aumento da população e com o aumento no número de automóveis particulares e veículos de transporte coletivo, foi necessário abrir novas vias para circulação. Os projetos já começaram a ser elaborados a partir da década de 20, mas a execução desses projetos começou com mais força a partir da década de 40, quando se construiu a ponte Duarte Coelho em 1943, fazendo uma importante ligação entre o bairro de Santo Antônio com o bairro da Boa Vista. A atualmente Avenida Conde da Boa Vista já teve o nome de “Rua Formosa” e “Caminho Novo”; a Avenida Guararapes já foi chamada de “Avenida 10 de Novembro”. Na foto, podemos ver que o PRÉDIO DOS CORREIOS e o prédio do CINEMA SÃO LUIZ ainda não haviam sido construídos(Foto: Museu da Cidade do Recife)
 

DÉCADA DE 1950
Recife: vista aérea nos idos de 1950.

Depois do Bairro do Recife, podemos considerar o bairro de Santo Antônio como um dos mais importantes bairros centrais do Recife. Já foi chamado de “Ilha dos Navios”, pois, nas suas margens, as embarcações eram reparadas. Mas foi no século XVII, com a invasão holandesa, que a localidade ganhou outro grau de importância. Foi ali que o Conde Maurício de Nassau escolheu para morar e, dali, iniciou-se a expansão territorial, que foi um fator determinante para o desenvolvimento urbano da época. (Fonte e foto: Fundação Joaquim Nabuco)
 

DÉCADA DE 1970
Recife: vista aérea nos idos de 1970 - 1.

Existem localidades que sabemos o nome, mas não sabemos o porquê daquele nome, é o caso da Ilha Joana Bezerra. Afinal, quem foi Joana Bezerra para ter um nome tão conhecido no Recife? Uma coisa eu digo, não foi ninguém tão importante que merecesse ganhar um nome em uma ilha, mas era, tão somente, casada com o dono daquelas terras. Joana Bezerra era filha de Antônio Bezerra e Isabel Lopes, de importante família colonial, e casada com Belchior Alves Camelo, português natural de Ponte do Lima, que comprou as terras de D. Luísa de Albuquerque antes mesmo da invasão Holandesa, em 1630. Luísa havia tomado posse das terras, que eram de seu pai, André de Albuquerque, filho e herdeiro de Jerônimo de Albuquerque, mas… Peraí, quem foi Joana Bezerra mesmo?… (Fonte: Fundação Joaquim Nabuco. Foto: Museu da Cidade do Recife)

 

ESTA 2a. IMAGEM DA DÉCADA DE 1970 TAMBÉM É SHOW DE BOLA, VEJA:

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Poeticamente Forte

Por Wilton Carvalho

Por vezes, gosto de fazer uns versos

Com essa belíssima ilustração, 
Apresento a foto quinzenal 
Para esse site sem igual 
Chamado Papo de Bem. 
O artista é Camões, 
Que faz um grande trabalho 
Pintando um belo cenário 
De Recife e Olinda também.

Forte do Picão.
FORTE DO PICÃO

Eu escolhi essa ilustração muito interessante do artista plástico e pintor Eduardo Camões, que utiliza uma técnica apurada para recriar paisagens em cores que só existem nos registros fotográficos em preto e branco. Sua pintura segue fielmente ao que, de fato, é apresentado em fotos sobre documentações históricas, daí a perfeição que Camões consegue alcançar.”

(Wilton Carvalho)

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Avenida, hotel e pontes do Recife

Por Wilton Carvalho

Avenida Boa Viagem e Hotel Boa Viagem. 

O bairro de Boa Viagem surgiu como abrigo e apoio aos viajantes que passavam por aquela localidade em direção ao sul do Estado.
Avenida e Hotel Boa Viagem.

Na década de 1920, veio a revolucionária obra da construção da avenida, que até então era chamada de Avenida Beira Mar, mas logo depois recebeu o nome de Avenida Boa Viagem. Por ela passavam bondes e, depois, o trem da Maxambomba. Casas de veraneio foram surgindo e o lugar pitoresco e calmo foi se tornando muito cobiçado. Até que surgiu um grande hotel de classe internacional na avenida. O ano era 1954, e o hotel foi chamado de Hotel Boa Viagem. Era o que faltava para a praia de Boa Viagem e o bairro de Boa Viagem se tornasse um dos locais mais cobiçados do Recife. Atualmente o hotel não existe mais, em seu lugar está um arranha-céu.
 

Vista aérea do Recife e suas pontes. 

De baixo para cima: a ponte da Boa Vista, a ponte Duarte Coelho e a ponte Princesa Isabel. Cada uma com sua história e sua importância.
Vista aérea do Recife e suas pontes.

A ponte da Boa Vista, inicialmente, surgiu um pouco mais pra direita, mais perto da Casa da Cultura. Era de Madeira e foi construída por Maurício de Nassau. Posteriormente foi substituída por uma de ferro e no seu lugar atual, em 1865. Por ela, passaram muitos bondes, carros e pedestres que atravessavam do bairro da Boa Vista para o de Santo Antônio.

A ponte Duarte Coelho está ali desde 1943, mas já existiu, no mesmo local, uma ponte de ferro por onde passava o trem da Maxambomba. A atual ponte Duarte Coelho teve grande importância nas mudanças da cidade e principalmente no fluxo do trânsito. A Avenida Conde da Boa Vista foi alargada e a Avenida Guararapes foi aberta e a ponte foi a peça fundamental para a ligação dessas importantes avenidas do Recife.

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Glória Valcácer - Msg do Mês de outrubro - 2018

VOCÊ AQUI

Camila Duarte - Foto de Bem de outubro - 2018

presente de artista

Aniversariantes

  • Adriana Calcanhotto (cantora)
  • Adrielly Henry (atriz – Recife/PE)
  • Alcina Nascimento (educadora – Igarassu/PE)
  • Ângelo Santoro (coreóg., superv./vendas – Recife)
  • César Santos (chef de cozinha – Olinda)
  • Cláudia Abreu (atriz)
  • Cléo Pires (atriz)
  • Cynthia Nunes (estudante – Recife)
  • Danilo Rojas (bailarino – Recife)
  • Dayse Figueiredo (empresária, Lulu Bijoux – RJ)
  • Eletana Targino (coord. da LFG – Alta Floresta/MT)
  • Fabinho Seven (prop. Infohouse – Recife)
  • Fagner (cantor)
  • Fellipe Maia (Cofundador Berlim Digital – Recife)
  • Fernanda Montenegro (atriz)
  • Fiuk (ator e cantor)
  • Flávio Leimig (modelo e ator – Recife)
  • Gabriela Castello Buarque (universitária – Recife)
  • Gil Ayres (universitário, UFPE – Recife)
  • Glória Menezes (atriz)
  • Ilka Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Izabella Nóbrega (bibliotecária – Igarassu)
  • Josy Ventura (administradora, atriz – Recife)
  • Kayky Brito (ator)
  • Manuela Sena (administradora – Recife)
  • Marcella Muniz (atriz)
  • Marcello Picchi (ator)
  • Marisa Orth (atriz)
  • Miguel Falabella (ator)
  • Miguel Teixeira (produtor cultural – Recife)
  • Najla Rocha Leite (gestora adjunta – Olinda)
  • Nasaré Azevedo (profa.: Filosofia – Bezerros/PE)
  • Pascoal Filizola (ator e arte-educador – Recife)
  • Pelé (ex-jogador / Rei do Futebol)
  • Pitty (cantora)
  • Priscila Camargo (atriz e contadora de histórias)
  • Rafael Cabral (jornalista e sanitarista – Olinda)
  • Rodrigo Faro (ator, cantor e apresentador/TV)
  • Sérgio Xavier (emp. Grupo inovsi – Recife)
  • Sinho Mello (cantor/educador físico – Recife)
  • Tássio Rennalli (advogado – Recife)
  • Thais Caseli (oper.: Direirto/concurseira – Recife)
  • Tofalini (cantor/compositor – Cambé/PR)
  • Vicktor Lira (booker/modelo/ator – Banguecoque)

Eventos

  • 19. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 20. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 21. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 18h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 26. Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana
  • 27. Em Recife/PE: Happy Holi – 14h – R$ 55 (pista) / R$ 85 (backstage) à venda site e app Bilheteria Digital – Área externa Centro de Convenções de Pernambuco / Complexo Salgadinho, S/N
  • 27. Em São Paulo/SP: Peça teatral “As Brasas”, adaptação de Duca Rachid e Julio Fisher, onde “mais do que amigos, os personagens são ‘irmãos’” – 21h – de 29/09 a 04/11 – com Herson Capri e Genézio de Barros – SESC Santana / Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana

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