Pernambuco

Conto: “Tempo de amor”

(Recriado do meu conto original de 09/06/2007 -  Izan Sant)
 

— Carol! — gritou do terraço o pai quarentão, chamando-a. — Tá na hora do seu encontro, filha! Ele já deve estar te esperando no coqueiral do Forte Orange!
Praia de Itamaracá. Foto - IS.Sem resposta, seu Agenor deu-se ao trabalho de ir ao quarto rosa da mocinha. Enquanto se arrumava, Carol ouvia, da Rádio Recife FM, Deusa de Itamaracá, por Almir Rouche.

Entrando, o pai sorriu, feliz, ao vê-la metida em seu claro e alegre vestido de manhã de sol. Uma rosa branca nos cabelos encaracolados, os lábios em rosa acentuados pelo brilho, o sorriso angelical a colorir o rosto de criança num belo corpo de mulher, aos 15 anos. Ela abandonou o espelho, virando-se.

— Tô bonita, pai?…

— Um encanto, meu anjinho!…

Aproximou-se dela e a beijou no rosto. Emocionado, sussurrou:

— Vai com Deus, minha filha… Vai ao encontro da tua nova vida, vai… — e afastou-se, indo ao seu quarto, não queria que ela o visse chorar. Carol havia assistido demais a esse espetáculo havia 7 anos, quando no terrível momento do divórcio. Ela merecia trégua eternamente.

O antigo relógio-cuco da sala cantou 8 horas e, por um instante, Carol quase caiu em lágrimas, porém se conteve. Fitou a porta do quarto e leu, para seu consolo, a máxima de Amado Nervo, pregada num camurça em formato de coração:

“Sempre que houver um espaço em tua vida, enche-o de amor.”

Ela respirou fundo, munida de força, sorriu e se foi sem olhar para trás, linda…

Pela beira das paradisíacas praias da Ilha de Itamaracá, as delicadas mãos na saia do vestido, sob um sol magnânimo, aquela garota que, um dia, sonhara em ser tão brilhante atriz quanto a Sylvia Bandeira e a Alcione Mazzeo, corria cinematograficamente… um deslumbre!

O coração palpitava no peito, ansioso, a respiração ofegante quase a sufocava, mas a esperança lhe abria um sorriso amigo. “Estou aqui”, era como se esse sentimento “verde” se pronunciasse com suavidade.

Cansada de correr — uns minutos do percurso já haviam se passado —, Carol estacionou: finalmente chegara ao coqueiral! O coração, então, prestes a explodir de tamanha ânsia; o vento fazia os seus cabelos dançarem, frenéticos…

— Ai, meu Deus, cadê ele?… — perguntou-se ela, atirando olhares em todas as direções. Ali, só o Forte, barracas, turistas e lanchas que atravessavam o mar no sentido da ilhota Coroa do Avião.

Nada! Tempo de espera… Angústia… Ex-entusiasmo… Decepção?!

— Ôxe… — murmurou, com desânimo.

Eram já 11 horas quando Carol não quis mais ficar. Deu uma rabanada para um pardal que tinha pousado na grama à sua frente, esmagou, sem ver, uma esperança que ali apareceu, largou a rosa branca no chão e se pôs a andar de volta para casa. Triste. Bom, na verdade, até mais do que triste: infeliz.

— Ei, Ana Carolina, aqui! — uma voz de homem a chamou.

Inundada de vida, ela se voltou na direção daquela voz tanto esperada!

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Ser atriz é ser disciplinada


Josy Ventura. Foto By Mineia Otsuka.
Não é ter apenas disciplina.

Que o diga a atriz que possui as corretas características dessa profissional:

JOSY VENTURA, que, atualmente, além de outros trabalhos, faz uma Participação Especial na série cômica para Internet Vem Namorar Comigo. Nesta, a sua personagem é a ousada Malu (Maria Lúcia), filha de portugueses da encantadora LISBOA; no entanto, por ter vindo bastante miúda para o Brasil, a gaja habituou-se a falar o português brasileiro, embora ame a língua portuguesa europeia. (O link para a fan page da série você encontrará ao final deste post.).

Uma paulista admirada por muitos no cenário recifense, Josy, por seu brilhantismo quando está em cena, é a razão desta matéria da nossa nova Série

PE/Brasil: Artistas com A Maiúsculo.

Também formada em Marketing, a jovem — que esteve a ensolarar o elenco do filme A Vida em Uma Viagem, com roteiro e direção de Tauana Uchôa — tem, no palco ou diante das câmeras, uma postura inquestionável no sentido da perfeição.

Uma atriz total: canta, dança e interpreta. 

As características das quais falamos que Ventura contém?

Vamos a algumas delas com uma

GALERIA DE FOTOS
PESSOAIS E PROFISSIONAIS DA ARTISTA
.

 

Uma boa atriz é apta.
Para passar emoção, fantasia e informação ao público.
(Aqui, Ventura no filme "A Vida em Uma Viagem".)
Josy Ventura. Filme "A Vida em Uma Viagem".
 

Atenciosa.
Ao texto, às instruções do diretor.
Josy Ventura. Confeitaria Colombo - Rio de Janeiro.

 

Criativa.
Saber criar é essencial quando a personagem, no papel, não está crível.
Josy Ventura. Praiana, natural.

 

Compreensiva.
Com todos da equipe. Com um colega de trabalho que esteja atuando com dificuldade.
(Nesta imagem, vemos a atriz no centro.)
Josy Ventura. Em musical.
 

Paciente.
Porque a profissão lhe cobra mesmo isso.
Josy Ventura. Em viagem.
 

Humilde.
Pois ser arrogante, isto só na hora de viver uma personagem que seja assim.
Josy Ventura. Peça A Última Volta do Ponteiro.

 

Ainda apresentadora, a atriz atuou na peça teatral A Última Volta do Ponteiro, no filme Os Confundidos, do diretor Adriano Portela, baseado na obra homônima do escritor Osman Lins, além de estar presente em espetáculos musicais da Lalu Academia de Artes, do bairro nobre de Boa Viagem, Recife.
Josy Ventura. Em evento Fliporto.


Josy Ventura. Vaticano.
Esta moça, assim como o tempo, 
não para, é a personificação do talento
e da força.
 

Veja-a na página da série, do 
roteirista Izan Sant, clicando em:
VEM NAMORAR COMIGO.

 

Autores e diretores,
fiquem atentos a ela!

 

Fotos:
Aquivo Pessoal da Artista
e Mineia Otsuka.

 

Para vê-la como apresentadora,
clique AQUI.

Quer vê-la atuando?
Vá a este

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Sobre os teens


De Izan Sant
Teens. Nanda Santana é um exemplo deles.

Totalmente desafiadores, elétricos,
eles amam uma rede social!
 

Encaram, arredios, o dia-a-dia;
menos o skate, o love, a alegria.
 

Escola nem sempre é diversão,
mas muitos até curtem legal.
 

Nerds, patricinhas, parças, manos,
chamem como quiserem.
 

Sem eles, o que o mundo seria?
Uma bola sem graça e vazia.
 

 

Hora do
humor light!

Pra gente rir um pouquinho:Teens. Love e ousadia do Bem.

Sabe o que um teen fanhoso, desligadão, falou pro outro quando saiu da sala de aula e não viu o amigo na carteira do lado?

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Ele em “O Shaolin do Sertão”


“O ‘Shaolin do Sertão’ é um filme de época que se passa em Quixadá, interior cearense, feito com atores nordestinos com sotaque e gírias regionais, mas que acaba tendo um diálogo universal, atingindo todos os públicos”. (Fillipe Ramos)

Nova obra fictícia que conta com a participação do ator-dublê, nosso convidado por mais uma vez na
 

ENTREVISTA ESPECIAL.
 

IZAN SANT – Pinoia Filmes, a responsável pela equipe de dublês de O Shaolin do Sertão. Como veio o convite?

FILLIPE RAMOS Conheci o diretor Halder Gomes durante a divulgação do filme “Cine Holliúdy”. Na ocasião ele me falou sobre o projeto que tinha de gravar um filme de luta e que seria interessante nossa participação. Dois anos após essa conversa, recebi a ligação de uma das produtoras do filme, e finalmente o convite foi oficializado.
Cinema. Fillipe Ramos em preparação.


IS – A sua empresa, sabemos, é competentíssima no que faz. A que atribui essa qualificação?

FRPiegas ou não, ao amor! Amor sobretudo ao cinema e às artes marciais. Todos os integrantes da equipe possuem mais de 10 anos de experiência em lutas, incluindo mestres de diferentes estilos e campeões com diversos títulos regionais e até nacionais. Buscamos sempre atingir o nosso potencial máximo e evoluir cada vez mais.
Cinema. Esteja convidado a assistir O Shaolin do Sertão.


IS – Houve alguma cena que deu mais trabalho de realizar com os dublês? Ou não?

FREm uma das cenas fui arremessado para fora de um ringue pelo personagem Tora Pleura, interpretando por Fábio Goulart. Na verdade, fazer a cena foi muito simples, difícil foi a preparação antes dela, pois, acredite se quiser, tive que perder 15 quilos para ficar mais leve e mais fácil de ser levantado durante um bom período de tempo antes de ser arremessado. Mesmo sendo tanto esforço para uma cena tão pequena, me sinto orgulhoso e feliz em ter conseguido atingir meu objetivo e atender à necessidade do filme da melhor forma possível. Agradeço muito ao meu instrutor de boxe, BlackMu, que me ajudou a tornar isso possível, através de muito treino e dieta.
Cinema. Preparados para a gravação.


IS – A trama, dentro do seu contexto crítico artístico, pode ser chamada de…? Por quê?

FRNão é apenas mais um filme de comédia qualquer, é algo muito peculiar, um filme com identidade própria, totalmente diferente de tudo aquilo que já foi visto no cinema. E, além disso tudo, ainda pode ser um pontapé inicial para o cinema nacional de ação, o que me deixa muito feliz, mais feliz ainda em saber que participei disso tudo.
 

IS – Quais as maiores responsabilidades de ser ator e de ser dublê?

FRAs duas coisas exigem aperfeiçoamento contínuo. Você precisa estar em constante treinamento e evolução do ser, buscando sempre se expressar de forma honesta e transmitir isso.
Cinema. Satisfação dos dublês.


IS – As câmeras, na verdade, realizam você porque…?

FRA importância maior está em trabalharmos com aquilo que nos dá prazer. Muitas pessoas nos veem em cena, mas não imaginam o quão doloroso foi para chegar até ali. São mais de 15 anos, literalmente, lutando por isso, levando uma vida comparável a de um atleta, com muitas restrições e abdicações, com horas, dias, meses de dedicação absoluta em ensaios e treinos, dormindo e acordando pensando nos próximos passos do nosso trabalho. Estar diante das câmeras é o momento mais sagrado de todo processo, pois é onde mostraremos o resultado de tanto esforço. Nesse momento você treme, sente frio, acha que não vai dar certo, enfim… revive tudo aquilo que viveu em meses de ensaio, nos poucos segundos antes de escutar o “AÇÃO”. É angustiante, e, ao mesmo tempo, inigualável. Então, finalmente, você põe em prática tudo o que aprendeu com dedicação e força de vontade, mais ainda: compartilha o que tem em sua alma, a capacidade de fazer sonhar e acreditar que, nesta vida, a gente pode ser tudo que quiser.
Cinema. Equipe unida.


IS – O Shaolin do Sertão, com uma palavra?

Cinema. Instante de lazer.
FRÚnico.
 

IS – Tem algo que você ame mais que atuar?

FRAtuar lutando.
 

IS – Projetos futuros?

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Ao povo da Cidade do Paulista – PE


Série Bem Fazer  com Paulo Fernando:
não só ouvir, mas agir — a base!
 

É imprescindível que um cidadão, uma vez candidato a um cargo público, seja sintonizado com a problemática que o rodeia. Mais que isso, seja compromissado e cheio do desejo de fazer uma gestão séria — o que está bastante difícil nos dias de hoje.

Só que nem todos pensam em si próprios, há gente que pense na coletividade. Paulo Fernando, candidato a vereador pela pernambucana Cidade do Paulista, é um desses.

Antes de apontar alguém de confiança, eu pesquiso, visualizo, estudo… Por isto, uma
 

ENTREVISTA

que vale a pena acompanhar. Deixe sua reflexão nortear você em relação às colocações do candidato.
 

IS – Quais as suas ações que buscarão melhorar a questão dos artistas, dos esportistas e dos professores?

PF – Paulista, hoje, precisa ser ouvida, vamos fazer diversas audiências públicas com a população e os poderes para realizar ações em prol desses seguimentos. Eu também, se caso eleito, quero criar uma lei que faça com que o prefeito contrate os artistas da cidade em shows no município. O esporte vai ser uma das nossas bandeiras, vejo no esporte uma forma de salvar jovens das drogas e os professores terão sempre meu apoio, eu sou filho de professora e casado com uma pedagoga.
Paulo Fernando - Número 12123.


IS – Como vê o atual momento da Cidade do Paulista e qual a sua ideia de política?

PF – Atualmente, Paulista está completamente abandonada, o atual prefeito e seus 15 vereadores não fizeram nada de produtivo ao município, nossa cidade não tem uma praça de qualidade, a unidade de pediatria fechou e, nas últimas chuvas de maio, a cidade ficou uma ilha devido à falta de manutenção das galerias.
Em contato com o povo.


IS – Sempre gosto de fazer esta pergunta a um candidato. O que a população pode esperar de diferente de você em relação aos vereadores que hoje estão exercendo mandato?

PF – Inovação, coragem, transparência e muito trabalho.
 

IS – Paulo Fernando por Paulo Fernando?

PF – Eu tenho um filho de 2 anos e o medo de ele crescer e ver nossa cidade da forma que vejo hoje. Então tomei a coragem de colocar nosso nome à disposição dos paulistenses como alternativa de mudança de verdade.
Sempre atencioso à população do Paulista.


IS – Sua mensagem super do Bem à população de Paulista!

PF – Vamos dar uma oportunidade à juventude, quem tem experiência, quem tem coragem de bater de frente com o sistema atual, vamos dar um basta à corrupção e tratar nossa cidade com dignidade e carinho. Então, no próximo domingo, vote certo: Paulo, 12123. Obrigado.

Politica é mais do que cidadania. É

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Dedicação à Arte, à Educação, ao necessário


Tássio Rennalli.
Série Bem Fazer com Tássio Rennalli:
no início, o amparo social

 

Em relação aos artistas pernambucanos, TÁSSIO, candidato por Recife, respondeu: “Infelizmente, vivemos em uma cidade que não tem representação cultural nos escalões políticos. Quero, como vereador, representar toda essa gama cultural no parlamento.”

Já sobre a Educação, parte da resposta de RENNALLI foi: “Iremos VALORIZAR A REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, pois é vergonhoso os professores precisarem levar os materiais comprados com seu próprio dinheiro porque algumas escolas não oferecem as condições mínimas para um bom andamento das aulas.”

Extremamente vergonhoso! Temos o dever de mudar isso.
 

Aqui, nossa
ENTREVISTA
com ele, que sabe o que, com garra, defenderá bem.
 

IZAN SANT – Quem é Tássio Rennalli?

TÁSSIO RENNALLI Um jovem sonhador. Mas que irá realizar o que sonha de melhor para quem confia em minhas propostas. Advogado e graduando em Economia, desde cedo dedicado a projetos sociais.
 

IS – Como você enxerga o atual momento da nossa Recife?

TR – Recife não é diferente de outras capitais pelo Brasil, também entrou na crise econômica.  Temos hoje muitos bairros que precisam da atenção do poder público, nesse momento não culpo, de forma direta, a Prefeitura do Recife. Muitas das vezes falta um elo de ligação entre a comunidade e a Prefeitura, que seria o papel do vereador.
 

IS – Como candidato a vereador, quais as suas considerações para melhorar a questão da Educação?

TR – O Recife precisa com urgência de uma educação de qualidade; infelizmente, seriam horas e horas relatando aqui quais os problemas, fica mais fácil elencar algumas das propostas que levanto para melhorar a educação do Recife. Além de valorizar a remuneração dos docentes, iremos

CRIAR UMA MATÉRIA EXCLUSIVA DE DIREITOS FUNDAMENTAIS E CIDADANIA/ORIENTAÇÃO ANTIDROGAS – É dever e direito de todo cidadão saber o que tem escrito na Constituição Federal.

PROPOR QUE OS CARGOS DE CARÁTER TÉCNICO DO PODER PÚBLICO DEVAM SER PREENCHIDOS POR CONCURSO PÚBLICO – Que a ascensão seja por mérito, combatendo desvios de função.

MAIS QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL – Propor ao Executivo que viabilize parcerias para realização de cursos de capacitação e profissionalizantes, tendo em vista o crescimento da cidade do Recife, gerando emprego e renda para os menos favorecidos.

LUTAR PARA QUE SEJA AMPLIADA AS ESCOLAS DE TEMPO INTEGRAL.
Tássio e sua alma gêmea: Raíssa. 

IS – Qual(is) a(s) sua(s) outras bandeira(s)?

TR – Penso que Saúde, Educação e Segurança são tripé basilar. Mas temos propostas para a área de infraestrutura, esporte, lazer, cultura, assistência social, idosos, crianças e direitos dos animais.


IS – Vamos falar sobre os artistas recifenses: os atores, diretores, cantores, compositores, artesãos, entre outros. Não há uma valorização pelo artista, como deveria haver, no município. E aí, onde entra o Tássio Rennalli?

TR Quero ser uma voz ativa nos interesses de TODOS esses Artistas. Sofri na pele, quando na juventude tinha uma banda alternativa, e, praticamente, pagava pra tocar e ter o trabalho divulgado nos shows.
Tássio Rennalli. Mais propostas.


IS – O que a população pode esperar de diferente de você em relação aos vereadores que hoje estão exercendo mandato?

TR – Pode esperar, acima de tudo, TRANSPARÊNCIA e HONESTIDADE, desde cedo aprendi com meus pais que o caminho da ética sempre é o melhor, e aprendi com a vida que tudo que vai, volta em dobro. Podem esperar um vereador ativo com todas as comunidades do Recife, independente de se tive ou não voto em algumas delas.
 

IS – Você faz, há muito tempo, trabalhos sociais muito bonitos, necessários: a atenção ao social é o maior deles. O que recebe como benefício pelas várias ações sociais que já vem realizando mesmo sem mandato?

TR – Carinho e sorrisos. Atuo além da esfera social, mas também na defesa jurídica de pessoas necessitadas, evitando injustiças, recebendo em troca atenção, amor e gratidão, que, por vezes, vale mais que qualquer dinheiro. Me sinto realizado quando faço isso!
Tássio Rennalli. Solidariedade faz bem à alma.


IS – Como vê a política nos dias de hoje?

Tássio e o colunista Izan Sant.TR – Suja, infelizmente. Mas com esperança de melhora. Muita gente nova e boa se candidatando.
 

IS – Qual a maior injustiça contra o ser humano, em sua opinião?

TRPrometer o que não pode cumprir.
 

IS – Uma mensagem aos eleitores indecisos, aos seus seguidores, aos que acreditam em seu trabalho de mudança para melhoria da nossa realidade… enfim, ao povo recifense?

TR – Quero pedir o voto do povo do Recife mais uma vez, porque acredito que assim como na outra eleição, fizemos uma campanha limpa, sem máculas, tendo centenas de amigos voluntários apoiando, indo às ruas, levantando nossas bandeiras, espalhando nosso projeto pelo Recife. Vejo hoje muitas candidaturas novas; algumas, novas só na disputa, porque as práticas são manchadas por ilegalidades e falta de ética, enganando as pessoas de boa fé. Pretendo ser um batalhador incansável contra esses políticos. Mas vamos fazer diferente nessa eleição, vamos votar em quem já mostrou que sabe fazer e quer mostrar trabalho. Só preciso de UMA chance. Só UMA.
 

"É. Política séria se faz assim, com

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Acróstico ao Domingos

Domingos Montagner. Artista de fibra.
Homenagem
do Papo de Bem
ao incrível
Domingos Montagner.
Que, onde estiver,
você faça o
mesmo sucesso
que fez aqui,
Domingos.

 

De Izan Sant
(Escritor, colunista, roteirista - Recife)

 

Com carinho, segue o acróstico…
 

Da tarde chocante no São Francisco,
Orações passaram a reinar,
Mais frequentes, sem avisos
Iscas para uma grande alma acalentar.
No Velho Chico, o espírito do homem de brilhos,
Generoso, sagrado no seu interpretar:
O Domingos do Santo, da Tereza, dos Anjos…
Salve Jorge também o de fé, o de lutar.

Montagner das Sete Vidas.
O do Cordel Encantado,
Notável defensor na Joia Rara,
Tramas de Duca e Thelma, que,
Amigas, lamentam com todos a cena inesperada.
Guerreiros sempre hão de se lembrar,
Naturalmente, do Montagner sorriso.
E refletir sobre esse artista — de vida
Risonha, exemplar, poderosa de admirar.
 

Texto escrito exclusivamente para este site.

Ela faz parte da “Justiça”


Lindíssima, 18 anos, dotada de uma personalidade ímpar — igual ao seu talento —, além de amável e batalhadora. A dona da Susi, personagem intrigante da minissérie global deJúlia Dalavia. Manuela Dias, Justiça, cuja temática é a busca por justiça e que, cada dia da semana, retratará tramas diferentes que se cruzam, não havendo um protagonista definido.

Eu me refiro à atriz JÚLIA DALAVIA, que conheci em seu último dia de gravação em Recife.

Ambientada nesta Veneza Brasileira, algumas cenas da obra foram gravadas em Olinda; em Recife, serão mostrados a Praia do Pina, o Palácio do Campo das Princesas, o Teatro de Santa Isabel, o Mercado de São José e o icônico Edifício Holiday, em Boa Viagem. A Praia Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, também será vista na telinha.

Júlia havia acabado de adentrar o hotel, chegando do set, quando, logo após, estávamos prontos, cara a cara, começando mais uma…
 

EXCLUSIVA ENTREVISTA.
 

Júlia é só coração. Vocês vão conferir.
 

IZAN SANT – Você fez Velho Chico, Júlia. O que dizer da sua personagem, a Maria Tereza jovem?

JÚLIA DALAVIAEntão, foi uma personagem muito importante, muito difícil. As gravações foram muito intensas, a direção do Luiz Fernando Carvalho… Tudo o que fiz lá foi muito intenso, do coração mesmo e fico bastante feliz do resultado, de que as pessoas gostaram, porque, pra mim, foi um trabalho que me mudou realmente.
 

IS – E o convite pra Justiça, partiu como?

JDDurante as gravações de “Velho Chico”, o José Luiz Villamarim me chamou pra um teste com a Adriana Esteves, com a Jéssica Hellen, que vai fazer a minissérie também e, já no dia do teste, saí muito emocionada, muito feliz de ter feito o teste. Eu não sabia o que ia acontecer, mas foi incrível ter estado com a Adriana e conhecer o Zé… foi muito bom. Saí de lá com a sensação de que, mesmo que eu não passasse, já tinha valido a pena, sabe? Foi uma energia muito legal. E recebi a ligação depois, que eu tinha passado pra fazer a personagem e fiquei muito, muito feliz.
 

IS – Fala pra gente, então, sobre essa nova personagem.

JDEla é uma prostituta, que virou prostituta por causa das circunstâncias da vida. A mãe dela foi presa quando ela era pequena e ela ficou largada na vida, junto com o irmão. Acabou, portanto, virando prostituta pra sobreviver. E o resto vocês vão ver na minissérie, é isso… (Risos gostosos.)
Izan entrevistando Júlia Dalavia.


IS – Sem dúvida. Agora me diz: com gravação atrás de gravação, deu pra curtir a nossa Recife?

JDCom certeza. Eu já conhecia a cidade, voltei aqui, fiquei dez dias gravando… Tenho amigos aqui, que me levaram a lugares legais. Curti bastante.
Júlia Dalavia ainda em entrevista.


IS – Como foi dividir as cenas da novela do Benedito (Ruy Barbosa) com o Rodrigo Santoro?

JDFoi incrível. Ele é um ótimo ator, maravilhoso, muito generoso. Me ajudou muito, me ensinou muito. Sou muito grata, acho que tenho muita sorte de, tão nova, estar trabalhando com pessoas que admiro e que estão me ensinando tanto. Foi uma grande experiência.
Atriz Júlia Dalavia com Izan. Boníssima recepção.


IS – Escritor e melhor livro que já leu?

Júlia. O visual da personagem na minissérie.
JDUm dos, já que não tenho um favorito, foi “Lolita”, do Vladimir Nabokov. Foi um dos melhores livros que já li.
 

IS – Júlia por Júlia!

JDSonhadora. Demais.
 

IS – Júlia, a gente sempre encerra com uma mensagem do Bem pra o site. Então, qual é a sua mensagem super do Bem pra o nosso papodebem.com, assim como pra os seus fãs, seus admiradores, que já são muitos, inúmeros?

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Determinação plena


Assim que perguntei a ele sobre a sua personalidade, obtive como resposta: “Bem, sou de origem humilde, simplicidade é o que mais cativo. Sou uma pessoa que busca sempre minha paz interior e tento transmitir sempre energias positivas, alternativas, que emanem luz para que tudo o que eu possa fazer seja feito com a alma.”

Com vocês, VAL JÚNIOR, o parceiro de trabalho, no telão, da melhor intérprete de Gabriela — em meu ponto de vista e, indubitavelmente, de milhões de pessoas. Sim, a universal SÔNIA BRAGA, que, por mim, sempre merecerá todas as letras maiúsculas em seu nome.
Lazer. Viagem.


Ao nosso convite — e já agradecemos pela aceitação —, Val não economiza no discurso, que é, ao mesmo tempo, superprofissional e envolvente.
 

ESPECIAL ENTREVISTA.
 

IZAN SANT – Um resumo. Quem você é?

VAL JUNIORAriano que sou, aprendi a controlar a minha ansiedade; confesso que, às vezes, quero fazer tudo ao mesmo tempo, mas sei que devo conter esse meu ímpeto (Risos gostosos.). Sou um cara que sempre está buscando o novo, o novo sempre me interessa. È sempre um pouco complicado falar sobre quem sou na íntegra. Sou ator, tenho 36 anos de idade e amo o tudo que faço.
Cinema. Estilo faroeste.

 

IS – Quando iniciou sua carreira como ator?

VJ – Quando eu tinha 12 anos de idade. Nessa época eu estudava numa escola da rede pública estadual na cidade de Abreu e Lima; pra ser mais preciso, no bairro de Caetés I. E sempre aos sábados aconteciam eventos direcionados às artes locais, mas eu não tinha conhecimento, quando, num desses sábados, eu, andando pela avenida principal do bairro, fui praticamente hipnotizado pelas luzes do evento, então tive a curiosidade de ver o que ora estava lá acontecendo; foi quando me deparei pela primeira vez com o teatro e fui tomado por uma sensação que não consigo descrever, todo meu corpo tremia e, naquele instante, eu precisava fazer aquilo que os atores estavam fazendo, ou seja, atuar. Foi tudo muito mágico e fiquei até o fim, todos os espectadores já estavam saindo do recinto, mas eu continuava lá, parado, tímido, extasiado com tanta beleza artística que eu tinha descoberto no auge dos meus 12 anos. Então, dali pra frente foram anos mergulhados na busca pelo conhecimento da arte de atuar. Participei, inicialmente, do grupo de teatro popular “Boca no mundo”, foi onde me deparei com o teatro de rua, e foi paixão à primeira vista. Passei toda a minha adolescência fazendo teatro na rua. Foi uma experiência incrível.
O cuidado com a aparência.                   

IS – De todos os seus trabalhos no cinema, em qual mais se destacou? E por qual nutre um maior carinho?

VJForam vários trabalhos formidáveis e de grande valor sentimental pra mim, personagens fantásticos. Tive a honra de participar do filme “Sede”, do Marcelo Trigo, direção e preparação de elenco do mesmo e Jhonny Oliveira. Foi um dos trabalhos em que mais me destaquei e pude resgatar um pouco do que eu já vivi em cursos de teatro anos atrás, na busca interior pela construção da personagem. O filme encontra-se em finalização e, em breve, será lançado. Sou muito grato ao Jhonny Oliveira e Marcelo Trigo pelo convite. Sinto um enorme carinho de ter feito o Josemar, ao lado da maravilhosa Sônia Braga e do Humberto Carrão, no filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, além de ter conhecido pessoas fantásticas como os grandes atores Rubens Santos, Edilson Silva, Zora Coli, entre outros. Muito feliz em ter participado dessa grandiosa equipe e eternamente grato pelo carinho de Kleber Mendonça Filho.
Com colegas do longa Aquarius.


IS – Fale um pouco sobre sua atuação em Aquarius, do gênio KLEBER MENDONÇA FILHO, e o como foi contracenar com a estrela SÔNIA BRAGA.

Com a Diva Sônia Braga.
VJ – Nossa, quando eu soube que iria contracenar com Sônia, faltou-me o chão, pois sempre fui muito fã dela. A Sônia foi de uma simpatia fora do comum comigo, como pessoa e como colega de trabalho. Como atriz, não dá nem pra descrever o quão grande ela é. Muito atenciosa e, sobretudo, muito profissional, me recebeu de braços abertos e foi como se nós já nos conhecêssemos de longas datas, me deixou muito à vontade. Então eu pude, assim, dar vida ao Josemar, funcionário da construtora que tenta comprar o apartamento da dona Clara, Sônia Braga. O Josemar nutre uma certa admiração pela dona Clara, ao ponto de contar lhe sobre os mistérios e acontecimentos no condomínio Aquarius. Não posso dar mais detalhes sobre o filme, pois o mesmo ainda será lançado no próximo dia 01 de setembro. Então nos resta aguardar e comprovar essa história sensacional.
 

IS – O que mais o fascina na Sétima Arte?

VJO poder que o cinema tem de amplitude visual, do quão importante é estar preparado para o “Ação!”. Diferente do teatro, que passamos meses de preparação e ensaios para subir aos palcos, no cinema é preciso guardar as memórias emotivas e trazê-las à tona para executar de forma ímpar o personagem que lhe foi destinado. Tudo é muito mágico, desde a equipe técnica à produção em si. Me fascina ver o resultado e me desperta o olhar crítico na Sétima Arte.
 

IS – Você também canta. A música despontou de que maneira em sua vida?

VJ – Sim, gosto muito de cantar. Tive uma banda chamada M8, na qual tocávamos rock alternativo e nossa principal influência era a banda Red Hot chilli Peppers. Desde o final da minha adolescência que trilhei por esse caminho, passamos um bom tempo afastados, mas, aos poucos, estamos voltando ao rock, com o nome de Bella Piche. Muitos planos para 2017.
 

IS – De quais trabalhos sente mais saudade?

VJ – Sinceramente não sei responder, foram tantas emoções, tantas coisas boas que já vivi. È uma pergunta que não sei responder. Tudo foi feito com muito amor.
 

IS – Lê frequentemente? Algum livro, em especial, no momento? 

VJ – Gosto muito da literatura espírita. No momento não estou lendo nenhum livro. Mas gosto muito de me atualizar, existem muitos livros que ainda quero ler. Com fé, reservarei um tempo pra me dedicar à leitura. Amo ler.
Em primeiro plano.


IS – O que diria, como incentivo, às pessoas que estão à procura de um espaço no Cinema?

VJ – A jornada é árdua, focar sempre nos objetivos e nunca desistir dos seus sonhos, não espere por nada, corra atrás. Viver de arte no nosso país é como um jogo de xadrez. Então busque se alimentar de conhecimentos e relacionamentos que te impulsionem em direção ao seu objetivo.
 

IS – Um sonho de consumo.

VJPoder acordar, um dia, e ver que o nosso Brasil mudou pra melhor, que o governo seja justo com quem mais precisa ser acolhido. Que o mundo valorize mais o amor e que a caridade se transforme em um hábito. No mais, eu era louco pra conhecer a Turquia, então eu já realizei esse meu sonho. (Risos.)
Mais lazer e viagem.
IS – As mulheres o preferem com ou sem barba? O que acha disso?

VJ – Nossa, eu realmente não sei. Dependendo do dia me sinto bem com barba, outros fico bem sem ela. Acho que, no geral, há divergências de opiniões. Às vezes me transformo num camaleão.
Um dos sets de gravação.
IS – Você se considera vaidoso?

VJ – Sim, me preocupo bastante com a minha aparência, mas, acima de tudo, tento viver o mais saudável possível. Gosto de praticar esportes: jogging.
 

IS – Para qual ator / ou atriz brasileiro(a) você tira o chapéu?

VJ – É bem complexo definir pra qual ator ou atriz brasileiros eu tiro o meu chapéu, dentre um leque de opções de atores consagrados e maravilhosos que temos no nosso país. Mas deixo aqui minha paixão por Miguel Falabella e Mariza Orth.
Tudo pelo cinema.


IS – Deixe, agora, uma mensagem super do Bem aos que acompanham sua arte e, com certeza, o aplaudem de pé.

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Um pouco dos anos 80


Anos 80 - Genius.As palavras

são:

SAUDADES…

MUITAS SAUDADES

DESSA DÉCADA…


Quem hoje, com mais de 40 anos, não lembra do desejado Genius,

da Fábrica Estrela?

Ele encantava crianças e até adultos!

Pra os que não viveram essa época de beleza e tranquilidade, vamos lembrar!

Ele era um brinquedo parecido com um OVNI.

Tinha botões coloridos que imitavam sons harmônicos e se iluminavam em sequência.

Objetivo:

estimulava a memorização de sons e cores.

Fazia bem aos olhos!

Quanta saudade! (Foto: Google – Marcada para Utilização)
 

 

Em 1981 ela foi demolida para a construção do Edifício Vânia: a Casa do Navio, construída em 1940 pelo empresário Ademar da Costa Carvalho, na Avenida Boa Viagem, número 4.000, em Recife. E se assemelhava ao navio Queen Elizabeth. (Olha que linda era a Avenida Boa Viagem sem os arranha-céus!)
Anos 80 - Casa do Navio.

Dentro você podia encontrar sala de reuniões, quartos, suítes, salão de jogos, cinema, cabine de comando e um restaurante. Nela ficou hospedado o presidente Juscelino Kubistchek, entre outros grandes nomes do mundo político.

A Metro Golden Meyer — de Hollywood — chegou a filmar a Casa do Navio, é!

Ela foi um dos mais admirados cartões postais recifenses por 41 anos. (Fotos: Wilton Carvalho)
 


Anos 80 - Máquina de escrever
Ah, mas agora me bateu uma saudade da

máquina de escrever

As provas eram datilografadas, depois iam pro mimeógrafo!

Os escritores datilografam seus livros, caprichados, antes de enviar pras editoras.

Cartas comerciais eram datilografadas.

Todo escritório que se prezasse, por menor que fosse, teria que ter uma dessas. Ou várias.

Quem não tivesse o curso de Datilografia poderia ficar fora do mercado de trabalho, hein!

(Foto: Google – Marcada para Utilização)

 

Enfim, se delicie com um vídeo 1.000 dos apaixonantes anos 80!

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Jebson Moraes - MSG DO MÊS

Aniversariantes

  • Adri Caetano (consultora/secretária – Igarassu/PE)
  • Adriana Esteves (atriz)
  • Adriane Pessoa (educadora – Igarassu)
  • Alinne Moraes (atriz)
  • Ana Alice Cabral (concl. Ens. Médio, Paulista/PE)
  • Brad Pitt (ator)
  • Carla Faour (atriz e roteirista)
  • Carlos Pedrosa (empresário – Itamaracá/PE)
  • Claudemir Gomes (prof. de Matemática – Igarassu)
  • Cláudia Raia (atriz)
  • Cynthia Peixoto (profa. de Português – Paulista)
  • Daniel Ávila (ator e professor de teatro)
  • Daniel Menezes (DKM Informática – Itamaracá)
  • Daniella Verolli (produtora de Eventos – Recife)
  • Danielle Winits (atriz)
  • Dionne Warwick (cantora)
  • Fábio Batista dos Santos (editor: vídeo e som – SP)
  • Fábio Bianchini (ator)
  • Fernanda Ribeiro (secretária – Igarassu)
  • Geneci Martelli (artista plástica – Tapurah/MT)
  • Gilson De Paula (ator – Recife/PE)
  • Giulia Gam (atriz)
  • Janaína Ana (aluna/Enfermagem – Itapissuma/PE)
  • Josenita Pereira (educadora – Olinda/PE)
  • Juliana Marcolina (intérp./Libras, Abreu e Lima/PE)
  • Kátia D’Angelo (atriz)
  • Leandro D’Melo (ator)
  • Leonardo Borba (ator – Triunfo/RS)
  • Lytah Cabral (recifense – residente em São Paulo)
  • Marcio Jorge Correa (Dj – Entre Rios do Oeste/AM)
  • Márcio Rosário (ator)
  • Marcondes Oliveira (biólogo – Recife)
  • Mariá Coutinho (turismóloga – Recife)
  • Marly Cabral (profa. de História – Recife)
  • Pedro Antônio (prof. de Inglês – Paulista)
  • Ricky Martin (cantor e ex-Menudo)
  • Rita Lee (cantora e compositora)
  • Rodrigo Andrade (ator, cantor e compositor)
  • Rodrigo Geraldini (biólogo – Conchal/SP)
  • Samuel Santos (ator, diretor, dramaturgo – Recife)
  • Selton Mello (ator e diretor)
  • Sílvio Santos (apresentador de TV)
  • Talita Monteiro (agente de saúde – Itapissuma)
  • Victoria Diniz (atriz)
  • Walcyr Carrasco (escritor, novelista e dramaturgo)
  • Wottson Carlos (func. da Unilife Saúde – Paulista)

Eventos

  • 04. Almir Rouche – especialmente na Festa de Nossa Senhora da Conceição – Santuário de Nossa Senhora da Conceição – Recife
  • 07. Cantata de Natal Nordestina: Corais e pastoril e lançamento do CD Quinteto Violado 46 anos, com Ed Carlos, Nádia Maia, Sanfoneiro Genaro e Sumara Ramos – às 17h – Gratuito – Fundaj / Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte
  • 13. Festival Rumor, com Lílian Campesato -às 20h – Gratuito – Teatro Hermilo Borba Filho / Rua do Apolo, 121, Recife Antigo
  • 19. Especial Roberto Carlos – às 19h30 – R$ 7,50 – Galeria Joana D’Arc / Avenida Herculano Bandeira, 513, Pina – Telefone: 99751-3503
  • 28. Peça “CIÚMES DE UM MISÓGINO” – com a bela atriz PRISCILA CARDOSO, nos dias 14, 15, 21, 22 e 28 (último) – às 19h – Antigo Café / Av. Marquês de Olinda, 274 – Recife

FOTO DE BEM

Foto de Bem - Maria Clara Nóbrega

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