Recife

“Máquina do Tempo”: Feliz Natal!


Imagens cedidas por
Wilton Carvalho

Sim, Feliz Natal ao Recife, às outras capitais e Estados, a você!

Que o primo Armando da segunda foto seja cada um de nós, que, apesar das dificuldades da vida, merecemos uma vereda de coisas boas!

CARTAO DE ANO NOVO
 

Recife. Palavras de um Natal distante.
 

Recife. Avenida Guararapes comemorando o Natal.
 

Recife. O das luzes de neon.
 

Recife. Mais uma felicitação do ontem.
 

Recife. Avenida Rio Branco atualmente.
 

Ótimas Festas aí, com esta nossa segunda/última foto (contemporânea) da matéria

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Galeria Recife Nostalgia

Imagens cedidas por
Wilton Carvalho
 

Apertando o botão da
"Máquina do Tempo",
voltamos ao

Ginásio de Esporte Geraldo Magalhães 
(Geraldão)
,
em 1970.

Estádio Geraldão - 1970.

(Foto de autor desconhecido) 
 

Encontramos a

… Ponte Duarte Coelho,
também na década de 1970.

Ponte Duarte Coelho - 1970.
(Foto de Alcir Lacerda)


Mergulhamos
no passado da

… antiga Biblioteca Pública,
na Praça da República,
em 1910.

Veja que bela foto do prédio.

Biblioteca Pública do Recife - 1910. 
(Foto de Francisco Du Bocage)

 

"A Máquina do Tempo devia mesmo existir.
Para matar nossas desilusões.
Para nos realizar por alguns instantes.
Para nos renovar verdadeiramente.
Para nos arrancar da dura realidade.
Para nos dar um pouco de felicidade." (IS)

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Avenida Boa Viagem: mais natureza

Fotos cedidas por Wilton Carvalho
Texto: Izan Sant
 

Antes dos arranha-céus, os coqueiros na Avenida Boa Viagem. Casas caiadas aqui e ali.

Boa Viagem. Praia da Avenida.
Boa Viagem. Coqueiros e casas no lugar da selva de concreto.

 

As praias da avenida eram assim, limpas! Anos 50.

Praia limpa era nessa época.
Praia asseada e palmas acariciadas pela brisa.

 

Você conhece o Pina? Acho que o de hoje, porque o de ontem era diferente.

O Pina quando mais bonito.
O Pina da praia e da paz.

 

Os ônibus de antigamente.

Os coletivos circulando pela Avenida Boa Viagem.

 

Finalmente, a Casa de Deus em visão ensolarada

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A Avenida Boa Viagem surgindo…

Fotos cedidas por Wilton Carvalho
Texto: Izan Sant
 

Evolução. Quando a Avenida Boa Viagem ganhava os trilhos, as vias…
Avenida Boa Viagem. Evoluía aos poucos...
 

“Esses trilhos foram caminhos em ‘degraus’ que, puros ainda, há anos distantes, colorizavam os dias.”
Boa viagem. Trilhos para boas viagens!
 

“Os pedregulhos fazem parte desses dias… os postes de fios ingênuos…
o mar asseado de viver e reviver.” (Ano de 1925)
Avenida Boa Viagem. As pedrinhas denotam mudanças.
 

“Eles eram chamados ‘salva-vidas’; as ruas eram tranquilasas pessoas, mais elegantes; as residências, cheias de vida.”
Avenida Boa Viagem já com casas e salva-vidas.
 

Imagem de quando mais casas foram construídas, mas mantendo os coqueiros, sem prejuízo à natureza.
Residências, e não arranha-céus. Tudo de bom.
 

Cortar essas ruas, um privilégio para os cidadãos da época! Caminhar aí, um bem enorme à saúde! Ó que beleza de foto…

Boa Viagem, poesia, automóvel, natureza.

 


Wilton administra o Recife de Antigamente.              

O Papo fica feliz com sua visita.
Sabe o que você faz?

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León une Luz e Gabriel


Após a estreia de O Sétimo Guardião, nova novela de Aguinaldo Silva para o horário das 21 na TV Globo, a web vibrou.

Com cenas também gravadas na Serra da Canastra, em Minas Gerais, a história de realismo fantástico do novelista pernambucano, com direção artística de Rogério Gomes, não tem apenas dois românticos protagonistas, Gabriel (Bruno Gagliasso) e Luz (Marina Ruy Barbosa). León, o outro personagem principal vivido por quatro gatos da raça Bombay, vindos dos EUA, mostrou seu poder de atuar em sequências intrigantes, além de recheadas de beleza. O capítulo 1 se encerrou com o bichano unindo Luz e Gabriel, a sensibilidade e o desespero, a vida e a quase morte. União em noite tenebrosa, porém circundada pela esperança no coração do casal.

Gato. Foto: Pixabay.

Este não é León, mas outro gato o representando

Também unindo os internautas, os elogios passeiam pelas cenas dignas de uma caprichada produção de cinema, desembocando na abertura misteriosa e frenética sobre o universo dos guardiões.

Pelo visto, a trama já disse a que veio, segurar os olhos dos telespectadores na tela. Para isso, bons ingredientes não faltam: o gato, de fina estampa, que não é gato; o anjo (do Bruno) e a Luz, que trocaram olhares cheios de química ao final do capítulo; a fonte milagrosa, sinistra, mas esbanjando charme; personagens com tudo para fazer sucesso e paisagens deslumbrantes.

Como sabemos há tempos, Serro Azul é a cidade cenário-mor, interiorana, vizinha a Greenville, de A Indomada (1997), e Tubiacanga, de Fera Ferida (1994), também novelas de Silva. Nessas tramas, Serro Azul foi bastante citada! Por falar nisso, uma curiosidade: a cidade entre montanhas de O Sétimo Guardião também chegou a ser mencionada pela Viúva Porcina em Roque Santeiro, escrita por Dias Gomes e Aguinaldo; isto aconteceu numa conversa entre Porcina e o Rei da Carne Verde, Sinhozinho Malta — conferi no Canal Viva, na reprise, e garanto que até fiquei surpreso, Serro sendo citada desde 1985 Legal.

Cachoeira. Foto: Pixabay.

Um banho que rejuvenesce

A rasgação de seda em torno de O Sétimo Guardião tem realmente mérito, o enredo nos apresenta seres irresistíveis, como a supervilã Valentina Marsalla, na pele de Lília Cabral, o Padre Ramiro, de Ailton Graça, curtidor de funk, uma beata ardilosa, a Mirtes (Elizabeth Savala), e aguardem: o sacristão Maltoni, encarnado por Matheus Abreu, que, quando sonâmbulo, sai completamente nu pelas ruas da cidade, provocando o desejo das moças. O rapaz ainda viverá um amor proibido.

Outro ponto interessante é a volta de dois personagens de A Indomada, Ypiranga (Paulo Betti), prefeito de Greenville, e a fogosa primeira-dama Scarlet (Luíza Tomé), ambos com o mesmo palavreado mesclando o inglês com o português. Eles chegam a Serro por ordem de Valentina, a fim de reformar um casarão antigo, pois a megera irá retornar à cidade com o objetivo de acertar umas contas com o local e se apossar da cachoeira mágica, rejuvenescedora, indispensável à sua fábrica de cosméticos e a ela própria.

Mas voltando ao poderoso León, inicialmente ele desapareceu em busca de um novo guardião para a fonte, o que, com a chegada do outro protetor do tesouro de águas azuis, significa a morte do guardião atual, Egídio (Antônio Calloni).

Casal. Foto: Pixabay.
Só que o amor, ah, o amor da sensitiva Luz com Gabriel entrará na batalha do Bem contra o Mal que ameaça o segredo da fonte. Luz desenterrou Gabriel de uma cova rasa, a consequência de um acidente de carro e da crueldade do ambicioso Sampaio (Marcello Novaes); com um pouco da água mágica, a jovem salva a vida do “forasteiro”.

Algumas mensagens do primeiro capítulo: amor à primeira vista, a força através desse amor, a luta com a intenção de salvá-lo a união.

Internautas confiantes no sucesso do folhetim, telespectadores torcendo pelos mocinhos e pelo felino ressabiado e, ao mesmo tempo, carinhoso — estes são pontos que se tornaram positivos na estreia.

Agora, envolvendo felino, mulher, vida, etc., eu me despeço com uma reflexão do escritor e crítico de arte francês Apollinaire:

“Meu desejo maior é ter em casa uma mulher razoável, um gato a passear entre meus livros e, a todo tempo, amigos. Sem tais prazeres eu não viveria.”
 

Que tal sairmos de Serro e irmos
do Recife a Portugal, clicando neste

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Olhar o passado te faz feliz

 

Passado mágico! Há quase 100 anos, um casal flertando no Marco Zero. Era a década de 20. (Fonte: Revista da Cidade)
Anos 20. Flerte.

 

Grupo de amigos participando de um jogo de tênis na Praça do Derby nos anos 20. (Fonte: Revista da Cidade)

Tênis. Praça do Derby.

 

Família tradicional da década de 20. (Fonte: Revista Pra Você)

Uma típica família tradicional da época.

 

Ainda nos anos 20, uma feira livre muito comum no Recife. (Fonte: Revista Pra Você)

Anos 20, feira livre era feira livre!

 

Um grupo de amigos, na década de 20, em um baile no Jockey Club. (Fonte: Revista da Cidade)
Amigos. Encontro de uns da década de 20.

 

Na década de 20 as mulheres faziam o tradicional "footing" pelo centro do Recife, especialmente às sextas-feiras à tarde, na Rua nova. Saíam em caminhada, passando pelos principais pontos do glamour recifense, mas evitavam o Café Lafayette, reduto dos homens naquela época. Serem vistas naquele recinto não pegava bem para as mulheres da refinada sociedade pernambucana.
(Fonte: Revista da Cidade)

"Footing". Mulheres em ação.

 

Nessa mesma década, tanto os homens quanto as mulheres se vestiam muito bem para ir ao centro da cidade, missas, docerias, teatro ou, simplesmente, caminhar pelas ruas recifenses. Era uma época em que o Recife moderno surgia, com grandes reformas no centro e aberturas de grandes avenidas e derrubadas de sobrados para construção de grandes edifícios. (Fonte: Revista da Cidade)

Elegância. Esses anos eram dela.

 

Nas ruas as pessoas se encontravam, amigos, paqueras e colegas de trabalho. Ainda nos anos 20, O Recife era uma cidade com ar de moderna, só perdia mesmo para Rio de Janeiro e São Paulo. (Fonte: Revista da Cidade)
Os encontros na década de 20.

 

Nas décadas de 40 e 50 foi a vez da Avenida Boa Viagem. As pessoas veraneavam nos fins de semana e nas férias. O caminhar já estava virando tradicional pelas calçadas da avenida. Nessa época, só haviam belas casas e muitos coqueiros.

Pela Avenida Boa Viagem: Anos 40/50.

 

Década de 40 no centro do Recife. O glamour ainda existia, mas já era possível ver mulheres apressadas indo para o trabalho, passos largos e sorrisos no rosto. Recife era uma cidade boa de se morar, com o centro reformado, edifícios novos e cor ar de Paris.

Anos 40. Já trabalho associado à pressa do dia-a-dia.

 

Sobre o Recife do passado, esse passado mágico que, infelizmente, não vivi, posso dizer:

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Recife em flores

By Wilton Carvalho
 

“Tempos floridos batendo à nossa porta; em qualquer tempo, é hora de dar um tapa nos problemas, agradecer aos Céus, abraçar o seu dia de hoje e sorrir diante das conquistas. Ao fazer isso, vamos cumprimentar a primavera com as flores de um Recife distante e charmoso.” (Izan Sant)

Primavera. Recife, moças do passado...

No mês da primavera, rosas nas mãos das moças do Recife, na década de 20.

 

Faculdade de Direito do Recife, ao lado do Parque 13 de Maio.
Flores, aos montes, maravilhando olhos e mais olhos na Faculdade de Direito, alguns anos atrás.

 

Primavera. Por uma só moçoila.
Mais rosas, adornando a pureza da donzela (como se chamava uma "garota", nos 20).
 

E sobre primavera, pra vocês,
de Cecília Meireles:

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Entrevista Exclusiva: atriz Josy Ventura


Uma paulista que fez do Recife sua casa, esta atriz respeitável confessa que a profissão veio por influência das telenovelas brasileiras: "Além de bem produzidas, muitas têm feito um trabalho social legítimo", o que não se pode deixar de reconhecer sobre elas.

Cinema. Hermano e Denise em "Recife Assombrado: o Filme".

Cena romântica com Daniel Rocha, o Hermano no longa-metragem Recife Assombrado: o Filme. Josy Ventura é Denise, a esposa grávida de 6 meses
(Foto: Diego Herculano)

 

Tendo contracenado com Daniel nesse longa-metragem, nos últimos meses Josy se dedica aos ensaios da peça teatral Geni, baseada na música Geni e o zepelim, de Chico Buarque de Holanda. Nela, transforma-se em uma figura totalmente diferente de si mesma. Confira ao longo desta surpreendente entrevista, na qual conheceremos seus autores e novelas favoritos, além de muito mais.

Cinema. "Recife Assombrado: o Filme".

Outro momento de Hermano e Denise
(Foto: Diego Herculano)

 

IZAN SANT – Ser atriz: sonho bastante cultivado?
JOSY VENTURAEu deixei de chamar de sonho quando encarei a profissão como realidade e, daí por diante, tudo fluiu melhor. Agora, cada passo dado são pequenos sonhos transformados em realizações. E, sim, sempre cultivei muito. O amor é como flor, precisa ser cultivado, regado e, assim, é meu amor pela arte, sempre me doando ao máximo.

Viagem. Teatro. São Paulo.

Teatro Renaut — São Paulo
 

IS – Em seu ponto de vista, quais são as principais dificuldades nesse campo profissional?
JVSão muitas dificuldades e muitas glórias, umas dão sentido às outras. Contudo, acredito que a principal dificuldade para todos é não poder exercer apenas esta profissão, sempre temos que nos dedicar a dois ou mais ofícios para nos manter financeiramente; até aí, normal: o trabalho sempre dignifica. Mas quando o ofício secundário interfere no teu projeto artístico, é desanimador. Hora de parar, respirar e não desistir. E este é o princípio de um grande artista: a resiliência.

Viagem. Cerro Santa Lúcia no Chile.

Monte Cerro Santa Lúcia, Santiago do Chile 
 

IS – Geni, produzida em Recife, que estreou em 14 de junho, retorna aos palcos neste mês. De que fala, propriamente, o espetáculo?
JVCom texto e direção de Emmanuel Matheus, “Geni”, em suma, foi baseado, como você lembrou, na música “Geni e o zepelim”. Conta a história de uma prostituta que vive em uma cidade chamada Paraíso. Certo dia, um zepelim gigante paira sobre a pequena cidade, ameaçando a vida de todos; dentre a podridão e os pecados de Paraíso, todos se salvam através da carne de Geni, mulher da marginália. Ela representa o povo e faz a minoria ter voz, deixando a hipocrisia evidente em vários momentos do espetáculo.

Teatro. Sra Pacatau.

A atriz, à esquerda, em sua impressionante caracterização
(Foto: Portela Produções)

 

IS – O que tem em comum com sua personagem?
JVO espetáculo navega por momentos densos de muita emoção, drama que choca, reflexão do tipo soco no estômago, mas ele também passa por momentos leves, que contagiam o público, meu núcleo é composto por este quadro. Interpreto a Sra. Pacatau, dona de uma personalidade forte e autoritária, sua melhor companhia é sua irmã gêmea. Elas ficam de olho na vida de todos em Paraíso; disfarçando seus próprios segredos, surpreendem o público com uma revelação ao final da peça. Não vejo semelhança nenhuma com a Sra. Pacatau (Risos gostosos). Mas estou me divertindo muito com ela.

Teatro. A Sra Pacatau.

A rígida e mexeriqueira Sra. Pacatau
(Portela Produções)

 

IS – Qual o processo usado para compor Pacatau?
JVSomos a Bernache Companhia de Teatro, composta por 15 artistas, todos estão no elenco de “Geni”. O processo foi baseado em técnicas de Bertholt Brecht, cada personagem bebe da sua fonte. Porém, como companhia, mantemos contato e estudos constantes com os principais sistemas, dramaturgos e técnicas que fundamentam o teatro mundial. Sendo assim, durante o processo aproveitei todos os instrumentos para conceber a personagem, predominando, claro, as técnicas de Brecht.

Teatro. Cena de Geni.

O elenco de Geni em cena
(Portela Produções)

 

IS – Quem não viu o que pode esperar da peça?
JVUma mensagem impactante e importante. O feedback geral recebido pós-estréia, ocorrida em junho deste ano, foi de emoção e reflexão. As interpretações comovem cada um de forma particular. Vale muito a pena assistir ao vivo uma história extraída de uma música tão genial.

Teatro. Instante cênico de Geni.

Um cômico instante do espetáculo teatral?
(Portela Produções)

 

IS – Do filme A Vida Em Uma Viagem, selecionado para o Cine PE 2016, fala um tanto de sua Ana.
JV – “A Vida Em Uma Viagem” é um curta-metragem lindo, escrito e dirigido de forma delicada e ímpar por Tauana Uchôa. Além do Cine PE, ele também foi selecionado para a Mostra Não Competitiva do Cine Teatro Maria Bonita, no Piauí, também em 2016. Foi uma grande satisfação estar neste projeto com Tauana, meu primeiro trabalho no cinema com texto escrito e dirigido por uma mulher. O filme retrata o tempo, como ele passa rápido e, através dele, encontramos pessoas e vivenciamos histórias. Minha Ana foi interpretada por mais três atrizes, porém em décadas diferentes. Eu a vivenciei nas décadas de 60, 70, 80 e 90. Na última, precisei me caracterizar como uma pessoa com mais idade. Foi feito com muito carinho por todos os envolvidos. A vida de Ana e da sua família foi contada no decorrer destas décadas, e todas as cenas se passavam numa estação e dentro de um trem, na Região Metropolitana do Recife.

Cinema. "A Vida Em Uma Viagem".

Ana jovem, exalando vida
 

IS – Há algo que a identifica com Ana?
JVO amor que ela carregava no coração pela sua família. A lembrança da sua mãe a emocionava e a transbordava de saudade.

"A Vida Em Uma Viagem". Personagens envelhecidos.

Ana envelhecida, no mesmo vagão de trem
 

IS – Um papel que não fez e adoraria fazer?
JVNossa! O céu é o limite, quero viver muitos papéis, ainda não fiz um terço do que gostaria. Da comédia romântica aos contextos mais sérios, tudo me interessa. Gostaria de interpretar uma dama de época, mas também me interesso por assuntos contemporâneos e do cotidiano. Meu objetivo principal é usar minha arte a favor da sociedade; atuar, pra mim, é prestar um serviço à mesma.

Cinema. Curta "A Vida Em Uma Viagem".

Equipe de A Vida Em Uma Viagem
 

IS – Como foi a experiência em relação ao Recife Assombrado: O Filme?
JVEsse foi meu primeiro longa, já é especial por este motivo. Mas trabalhar com pessoas que admiro e as que passei a admirar, durante o processo, foi mais que incrível. Outro fato é poder fazer cinema em nossa terra e com gente da nossa terra, isto realiza sonhos, é uma grande conquista. Dirigido por Adriano Portela e produzido pela Viu Cine, junto com uma grande equipe talentosa e competente, todos, neste momento, estão focados na pós-produção. O filme tem previsão para estrear nas telonas em 2019.

Sucesso. Dose Tripla à Josy Ventura.

No Galo da Madrugada, no palco, em Geni; na pele da grávida Denise
 

IS – Você tem novelistas preferidos?
JVCom orgulho, temos no Brasil grandes escritores e novelistas, mas alguns me marcaram contando histórias através de novelas e que admiro: Benedito Ruy Barbosa, Thelma Guedes e Duca Rachid, Walcyr Carrasco, Maria Adelaide Amaral, João Emanuel Carneiro e, não mais entre nós, a Ivani Ribeiro.

Cinema. Preparações.

Caracterizações em nome da personagem


IS – Melhor(es) novela(s)?
JVAssim como os autores, temos grandiosas novelas brasileiras de que podemos nos orgulhar, pois foram, de alguma forma, serviços prestados à sociedade. Há quem negue, mas nós, brasileiros, somos noveleiros, sim! E algumas novelas me marcaram e me incentivaram a querer fazer da dramaturgia minha profissão: “Mulheres de Areia”, “O Profeta”, “Chocolate com Pimenta”, “Joia Rara”, “Renascer”, “A Viagem”, “Avenida Brasil”, “A Próxima Vítima”, do mestre Sílvio de Abreu, entre outras.

Viagem. Valparaíso no Chile.

Valparaíso, cidade portuária na costa chilena
 

IS – Algo fundamental na sua existência?
JV Sintonia com Deus e minha família.

IS – O que mais lhe dá medo e o que mais a irrita?
JVMedo de ser injusta, e o que mais me irrita é o injusto, o desonesto e o mentiroso.

Equipe de "Recife Assombrado - o Filme".

Parte da equipe de Recife Assombrado: o Filme
(Portela Produções)

 

IS – Vamos a um breve bate-bola. Amor?
JVÀ arte.

IS – Família?
JVUma base fundamental.

Josy Ventura. Distintos momentos.

Ventura: descontração é o que interessa
 

IS – Qualidade e defeito?
JV Empatia com o próximo. Desapego.

IS – Hobby e mania?
JVSair pra tomar um café com as amigas. Mania: dormir ouvindo música.

Teatro. Uma de suas peças.

Atuando em uma de suas casas, o teatro
 

IS – Sonho de consumo e filme inesquecível?
JVComer batata frita sem engordar. Já o filme… Impossível eleger apenas um ou dois filmes inesquecíveis, mas seguem dois que me vieram à mente agora e, com certeza, estão na minha lista dos inesquecíveis. Estrangeiro: “A Vida É Bela”. Nacional: “O Filme da Minha Vida”.

IS – Josy Ventura por Josy Ventura?
JVAcredito e persisto até o último instante, mas sempre reconheço o momento de ajustar as velas.

Viagem. Em vinícola no Chile.

Vinícola Santa Rita, Chile
 

IS – Como sempre finalizamos, uma mensagem super do Bem aos admiradores do seu trabalho!
JVA vida pode ser maravilhosa, doe o seu melhor e acredite no amanhã.

 

Veja outra matéria com a entrevistada:
Ser atriz é ser disciplinada.
 

Demais fotos:

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Carros e nostalgia

Por Wilton Carvalho
 

Que maravilhas de veículos circulavam, no passado, pelas ruas recifenses!

Quem viveu nessa época, sente falta. Quem não, nem sabe o que perdeu


Carros. O primeiro carro vindo ao Recife.

Temos aqui o primeiro carro chegado da Europa, de navio, ao Recife. Dizem que foi o carro encomendado pelo médico Octávio de Freitas, que desfilava pelas ruas da Veneza Brasileira, causando um alvoroço pela novidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Calhambeque anos 20.

O calhambeque começou a ocupar as ruas do Recife na década de 1920, dividindo, então, os espaços ocupados pelos bondes. (Foto: Revista da Cidade)

 

Carros. Calhambeque, O Corso de 1927.

O corso era a grande novidade do carnaval na década de 1920. Com o surgimento de vários novos carros, as pessoas desfilavam pelas ruas em cima de um calhambeque. (Foto de 1927: Revista da Cidade)

 

Carros. Corrida Circuito no bairro do Derby, em 1952.

O Recife também abrigou alguns circuitos de corrida, como o Circuito do Derby. (Foto, 1952: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito na Av. Conde da Boa Vista, 1959.

Com a abertura total da Avenida Conde da Boa Vista, a partir das décadas anteriores à de 1950, o trânsito foi direcionado para esta via, tornando-se uma das principais da capital pernambucana. (Foto de 1959: Arquivo/DP)

 

Carros. Agora o fluxo na Caxangá, fim dos anos 60.

A Avenida Caxangá foi uma das maiores vias em linha reta do Recife e passou por diversas reformas ao longo do tempo. A foto é de 1969 e já mostra uma via já bem moderna, duplicada e atendendo bem à população. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Ambulância e Kombi anos 60.

Trecho da Estrada dos Remédios, em Afogados, década de 1960, com ambulância e Kombi em movimento. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Na loja Mesbla dos anos 60.

Os anos de 1960 marcavam pelas mudanças no comércio, com grandes redes de magazine, como a Mesbla, que já fazia história na Rua da Palma. A via já se tornava bem utilizada pelos automóveis na época. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Anos 60, pela Avenida Olinda.

Carros na Avenida Olinda, ligando Recife a Olinda, nos anos de 1960. (Foto: Arquivo/DP)

 

Carros. Trânsito a crescer nos anos 70.

Nos anos de 1970, o fluxo de veículos já era considerado grande e novas medidas começaram a ser adotadas: uma delas foi a construção de uma nova ponte ligando o Cabanga ao bairro do Pina. Como vemos na foto, a ponte do Pina já não suportava mais tanto trânsito e isto incentivou a construção da ponte Paulo Guerra, desafogando, por um tempo, a localidade. (Foto: Arquivo/DP)

 

Mais carros antigos?

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Recife: o antes e o depois

Por Wilton Carvalho
 

Na nossa presente viagem ao passado, vemos aqui a Rua Carlos Porto Carrero, rua em frente ao Colégio Americano, na Rua Dom Bosco, Boa Vista.
A foto antiga é de 1923 (Fonte: Fundaj). A foto atual é do Google Maps 2016.
Recife. Rua Carlos Porto Carrero, 1923.

 

Agora, a Igreja Batista do Cordeiro, no bairro de mesmo nome.
Foto antiga: 1950 (Fonte: Site da Igreja Batista). Foto atual: Google Maps 2016.

Recife. Igreja Batista do Cordeiro, 1950.

 

Avenida Dantas Barreto, em frente à Igreja Matriz de Santo Antônio, bairro de Santo Antônio.
A foto antiga é da década de 1920 (Fonte: IAHGP). Foto atual é do Google Maps 2016.

Recife. Avenida Dantas Barreto.

 

Rua São José do Ribamar e Igreja de São José do Ribamar, bairro de São José
Foto antiga: década de 1940 (Fonte: Fundaj).
Foto recente: autoria de Wilton Carvalho, em 2015.

Recife. Rua São José do Ribamar, década de 1940.

 

Igreja do Paraíso, no extinto Pátio do Paraíso, bairro de Santo Antônio. 
Foto antiga: meados do século XX (Fonte: Fundaj) — A Igreja foi demolida.
Foto recente: Edifício Santo Albino, construído no mesmo local da Igreja do Paraíso (Fonte: Google Maps em 2015).

Recife. Igreja do Paraíso.

 


Fechando com chave de ouro nosso post

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Augusto Mendonça - Imagem destacada

VOCÊ AQUI

FOTO DE BEM - Mariana Saray - Esta

presente de artista

Aniversariantes

  • Ary Fontoura (ator)
  • Camila Smithz (atriz e âncora de telejornal – SP)
  • Cássia Kiss (atriz)
  • Cristiano Andrade (diretor executivo – Recife)
  • Danilo Tácito Rufino (ator – Niterói/ RJ)
  • Djavan (músico e cantor)
  • Emilio Orciollo Netto (ator)
  • Everton Tonetto (ator – Recife)
  • Filipe Pires (gerente Prime Bar/Comedoria – Recife)
  • Geraldo Azevedo (músico e cantor)
  • Gessyca Barbosa (profa./Educ. Física – Olinda/PE)
  • Grace Lira (bailarina – Jaboatão dos Guararapes)
  • Guilherme Fontes (ator/diretor de cinema)
  • Heitor Souto (modelo – Recife)
  • Isidro Manuel Marques (Taekwondo – Setúbal/POR)
  • Izan Sant (escritor, roteirista, colunista)
  • Jaime Bomfim (diácono – Itamaracá/PE)
  • Jô Soares (artista)
  • Karol Spinelli (atriz – Recife)
  • Lara Fabian (cantora, compositora e letrista)
  • Laryssa Moura (blogueira e Youtuber)
  • Maitê Proença (atriz)
  • Marcello Antony (ator)
  • Mateus Fagundes (repórter – SP)
  • Mateus Nachtergaele (ator)
  • Nicete Bruno (atriz)
  • Patrícia Pillar (atriz)
  • Paulo Vilhena (ator)
  • Raoni Velozo (produtor executivo – Paulista)
  • Sandra Tavares (advogada – São Paulo)
  • Sandy (cantora)
  • Severina Dantas (advogada/pedagoga – Igarassu)
  • Tatiana Issa (atriz e produtora – Brasil/Nova Iorque)
  • Vítor de Oliveira (roteirista – São Paulo)
  • Willames De Morais Lima (segurança – Itapissuma)
  • Yeda Maria Cavalcanti (fonoaudióloga – Igarassu)

Eventos

  • 05. Em RECIFE: Digão, dos Raimundos – 20h – Downtown
  • 11. Em OLINDA: Petrobrás Sinfônica e Nando Reis – 20h – Teatro Guararapes, Centro de Convenções
  • 19. “Elza, O Musical” – 20h – Teatro Guararapes, Centro de Convenções

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