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Teatro: Emocione-se com esta “Colisão”


Alê Contini.
Estreou na Cidade Maravilhosa, no último dia 4, Colisão, peça dirigida por ALÊ CONTINI, com Texto de RENATA MIZRAHI

Sobre a temática do texto, nos conta o ator RICARDO VENTURA: "A peça trata da relação entre um ator de meia idade em crise com seu filho de 17 anos, que viveu com a mãe durante muitos anos depois da separação do casal. O filho volta a conviver com o pai depois da morte da mãe. Esse reencontro é o tema central de "Colisão", do qual surgem mágoas guardadas, conflitos de gerações e embates entre os personagens, que se veem forçados a repensar tudo o que viveram e olhar para o futuro de um outro ponto de vista."

 

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT - O convite para dirigi-la ocorreu…?

ALÊ CONTINI - O Ricardo Ventura é um grande amigo. Trabalhamos no espetáculo “Cyrano de Bergerac”, do João Fonseca. Sempre que nos encontrávamos, dizíamos que tava na hora de trabalharmos juntos de novo. Um dia ele me ligou e disse que estava produzindo seu primeiro projeto. Li o texto, me apaixonei e quase implorei pra fazer. (Risos gostosos.)
 

IS- Há um(a) personagem mais intenso(a) que os(as) demais?

ACTodos são muito intensos. A roupagem é de humor, mas quando as Colisões acontecem da pra sentir a verticalidade desses personagens.
 

IS – Uma ligação direta do tema, ou de um deles, com o mundo de hoje!

GABRIEL BULCÃOÉ sempre importante, quando se monta uma peça de teatro ou quando se cria uma obra de arte, estabelecer um diálogo com as questões da contemporaneidade. “Colisão” estabelece um discurso muito pertinente quanto a isso: não só ao falar de um ator que lida com todas as dificuldades de sua profissão, mas também ao abordar o tema da juventude. Falar do jovem sempre é algo delicado, a tendência sempre é criar estereótipos: o adolescente banal, que não sabe nada da vida ou que não tem nada de muito importante a dizer, ou rabugento, enfim, muitos arquétipos pouco fundamentados. O diálogo que a peça traz com o mundo de hoje é que não existe idade para ser humano, a figura de um menino de 17 anos estabelece um furacão que desestabiliza a rotina do pai e da amiga do pai, fazendo com que eles comecem a pensar quem são e para que estão no mundo, para que existem. Isso é um discurso pertinente no nosso mundo hoje, onde existem muitas informações e pouco aprofundamento nas questões essenciais da vida: o ser humano e sua capacidade de transformação.
Cena de Colisão. 1.


IS – Como foi dirigir esse elenco?

ACO sonho de qualquer diretor. Os três são extremamente talentosos e comprometidos. São de uma elegância que conseguem, na sutileza, transitar entre o drama e comédia em questões de segundos. Brinco que esse elenco é uma mistura de Woody Allen, Almodovar e Bertolucci.
 

IS – De que modo espera-se que as pessoas possam reagir ao texto?

ELISA PINHEIROOs três personagens devem gerar identificação, em algum nível, em cada um da plateia. Chico é aquele que tem medo do novo e dificuldade para lidar com tudo que venha a desestabilizar a ordem que encontrou para sua vida. Pedro é o que tinha uma vida sob controle, mas um fato, a morte da mãe, o obriga a rever seus planos para o futuro. E Kátia é aquela que tem prazer em viver, enxerga o lado bom das coisas e procura simplificar o que, à primeira vista, parece um problema difícil de resolver. Todos nós temos um pouco de cada uma dessas características, e as relações que se formam a partir delas são variações sobre os temas que permeiam a vida de todos.
Elenco de Colisão.


IS – Quanto tempo de preparação e ensaios houve?

ACTivemos 7 semanas de ensaio. O teatro, hoje em dia, por falta de patrocínio e cuidado dos nossos governantes, não nos permite mais meses de preparação. Então temos uma geração adaptada a um cronograma mais apertado. O que torna o trabalho fora do horário de ensaio (o estudo) nosso grande potencial. O Brasil, há um tempo, por divergências com a Classe Artística, dificulta a nossa profissionalização, deixando-nos em condições quase Mambembe, mas é o que sempre digo: O Teatro nunca Morre, se Reinventa.
 

IS – Uma opinião particular de cada ator sobre Colisão.

RICARDOAcho que a peça trata das relações humanas de um modo muito sensível com uma dinâmica que a torna muito divertida, leve e bem-humorada nos momentos certos, sem que isso tire a profundidade e a importância das questões que são tratadas. O drama e a comédia surgem em camadas muito bem sobrepostas, sem detrimento de um ou de outro. Por isso, acredito que a peça toque os espectadores, divertindo, mas também emocionando a todos que assistirem.
Colisão. Cena 2. 

GABRIELÉ muito gratificante poder realizar um trabalho que foi feito com muito carinho e muita luta para se concretizar. “Colisão” é como uma realização de um sonho, uma catarse, uma realidade transcendente. É muito difícil falar dessa peça, uma vez que ela dialoga extremamente com meu "eu" artista de modo muito intenso. Meu personagem é uma extensão de mim, e acho que a beleza da arte é essa: a confusão entre criador e criatura. Essa peça é fundamental na minha vida, desde o momento em que fui chamado pelo Ricardo Ventura, amigo e parceiro de cena, para discutir sobre o projeto em 2015, planejar, criar,  viabilizar, até o grande dia de apresentá-la ao público. Nós falamos de amor, falamos de teatro, de maturidade, de afeto, companheirismo, frustração, perdas, conquistas, tudo de forma sincera, honesta e intensa. Portanto, “Colisão” é, para mim, um acontecimento, um acontecimento transformador na minha vida, principalmente por estar rodeado por pessoas extremamente acolhedoras, como nosso diretor Alê e meus grandes companheiros de cena: Ricardo Ventura, que me deu este presente lindo, e Elisa Pinheiro, que me ensinou o que é o olhar em cena de um ator/atriz.

ELISA – "Colisão" é uma peça delicada sobre relações humanas e suas dores e delícias. Trata de maneira leve e honesta temas como as variadas formas de amor, entre pai e filho, entre amantes, entre amigos; a resistência a ele, a realização profissional, a perda de um ente querido, os planos para o futuro e o encontro com o desconhecido. Transita entre o drama e o humor num movimento, ao mesmo tempo, forte e de grande suavidade.
Colisão


IS – Uma mensagem super do Bem ao público que ainda resta assistir?

ACA peça fala sobre a solidão que assola os dias atuais. Cada vez mais conectados com as pessoas através de aparelhos, porém sozinhos em seus minúsculos apartamentos. Falta contato humano nas relações e muitas vezes estagnamos em uma zona de conforto. Penso que ao invés de trabalhar para trocar os aparelhos de comunicação por versões mais modernas, devemos arrumar tempo para ficar junto das pessoas que amamos.
 

NÃO PERCA!

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Flash: Festa e livros

Música, diversão e um papo legal sobre a importância dos books — em Banff, no Canadá. 
(Outro capítulo extraído de uma obra minha, para você!)
 

A festa principiou às 9 da manhã. Todos se enfiaram nas mais elegantes vestes de inverno, prevaleciam as cores preta, marrom, cinza e azul. Músicas internacionais das décadas de 70 e 80 brotavam do home theater. “Quero essas músicas, pois recordar é viver!”, falara Irene. Naquele momento, a faixa tocada do CD, embalando os corações, era Skyline pigeon, de Elton John.Livros.

Taças de coquetel nas mãos, pratos fartos às mesas, lareira acesa, clima gostoso. Flashes de fotógrafos espocavam, Leni Carmem e Irene queriam montar um grande painel com fotos variadas do evento — a despedida dos hóspedes brasileiros de sua pousada. Haveria um show-surpresa por volta do meio-dia, ansiosamente esperado.

Vindos do andar de cima, pisando o carpete estreante e vermelho do lobby, Daniela e Luiz Cláudio juntaram-se a Jebson, Laura Carvalho e Joaquim. As irmãs Ana Rosa e Ana Maria Arruda conversavam com Josilda, Antônia e Iralvânia. Mariana, chegando de seu aposento, usando um casaco água-marinha comprido, com pequenas gravuras abstratas em preto, dando-lhe uma maior silhueta curvilínea, juntou-se às outras atraindo olhares. Ali por perto, Geneci, Diana e Eurides optaram por um canto próximo à vidraça da janela, curtiam ver a neve cair. Lia e Luiza travaram amizade com uma experiente psicóloga e pedagoga de terras pernambucanas, de Olinda: Eliete Araújo, recente hóspede, cheia de formosura. Morena elétrica, mãe de inteligentíssimos garotos, João Victor e Lucas Vinícius, que ficaram no Brasil, Eliete discutia com as novas amigas sobre Paul Mauriat — venerava suas composições ao piano! Esmerada num sobretudo preto, com detalhes que pareciam minúsculos diamantes azuis, ao saber do show transbordou de animação. Quando as proprietárias da pousada foram passando por elas, a psicóloga, afagando os cabelos corredios e castanhos escuros, exclamou com sua voz empolgada, musical:

— Gente… não acredito! Vai ter um número de dança para nós?

— Antes do almoço — certificou Irene, orgulhosa de seu novo corte de cabelo, realizado por Jebson Moraes: um curto versátil, com as mechas de frente abaixo do queixo.

— Que tipo de número é? — perguntou Luiza.

— Contem, senão morreremos de curiosidade! — brincou Lia.

As sócias riram. Leni Carmem começou a responder, sacana:

— Se dissermos qual é a apresentação, acaba a surpresa; se vocês mor…

— Ah, tá! — interveio Eliete, bem-humorada, entendendo a gracinha. — E se nós morrermos, vocês ficarão tristes, aí não haverá apresentação, não é isso?

Sem graça, dando tchauzinho, as anfitriãs foram recepcionar as gêmeas Ilka e Izabella Nóbrega, que chegavam. Lia, Luiza e Eliete trocaram olhares divertidos; depois, toques de mãos, cúmplices.

Ilka e Izabella, jeitosas, de pele alva, olhos verdes e cabelos castanhos escuros, já bebericavam coquetel a um canto. Izabella, no segundo gole, encarou uma indagação cultural de Leni:

— Hoje, Iza, com o advento dos livros virtuais, qual a importância ainda, em sua opinião como educadora, de uma biblioteca pública?

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Flash Especial: À mulher e ao homem que se amam


Gostar-se, tanto pra o homem quanto para a mulher, não é uma tarefa tão fácil. As pedras do dia-a-dia têm cada vez mais forças atualmente, e o estresse é um inimigo poderoso. Mas ele não é mais forte que uma cabeça boa, vital, positiva.
A mulher moderna, com tantas atividades a lhe tomar as horas, é a mais atingida pelos vilões externos, portanto ela deve se policiar o tempo todo.
Amor. Amar-se é tudo.

A pergunta, agora, é: como fazer isso?

Amando-se mais, agindo corretamente. Bom, não sou nenhum expert no assunto, no entanto vou arriscar alguns conselhos que, talvez, sirvam pra resgatar o bem-estar do sexo frágil — e dos quais o sexo forte também pode lançar mão! Vambora?

. Acorde logo se dando nota 10, e não permita que ninguém "reduza" essa nota.

. Diariamente, ainda, faça visualizações positivas de tudo o que você quer ver realizado em sua vida.

. Cuidado com seus pensamentos, pois são eles que guiam emoções e ações.

. Busque o equilíbrio. Não tome decisões sérias em momentos de muita tristeza ou alegria.

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Sujar e lavar são sabedoria


E começamos com um poema de Izan Sant especialíssimo pra você.
 

Purezas        

Sujou de saudades gris tua cabeça? Lavas
com as boas lembranças — escovas, inteira.
Sujou de aflição algum dos teus dias? Lavas
com a distração — é a água para a vida vazia.
Sujou de desamor teu coração? Lavas
com um novo amor — é o sabão.
Sujou de escuridão tua caminhada? Lavas
com a esperança — é a única torneira a ser ligada…
 

Constantemente as sujeiras abstratas da existência, de que fala o poema, poluem o ser humano, é inevitável. Quando isto acon­tecer, nada melhor que a água e o sabão das ações e pensamentos positivos para retirá-las. Isto é agir como um sá­bio, buscando o próprio bem-estar; afinal, já dissera Cícero: “Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la”.

Sabedoria. A natureza se regenera. É sábia.


O pensamento positivo é, de fato, o dono da situação: realiza o ir­realizável, amplia o majestoso, fortalece a ponte que conduz ao sucesso. Ações necessárias para tal: desejar, rezar, confiar, planejar e agir corretamente.

Os frutos desses passos?

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Amor & Amor — pensamentos


Quantos sábios e filósofos falaram de amor! Que a gente aprenda mais com eles.

Famosos.

 

"Tentei lhe dizer muitas coisas, mas acabei descobrindo que amar é muito mais sentir do que dizer. E milhões de frases bonitas jamais alcançariam o que eu sinto por você."
(José de Alencar)

"Amar talvez seja isso… Descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz." 
(Padre Fábio de Melo)

"Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente." (Dalai Lama)

"Felicidade é ter algo o que fazer, ter algo que amar e algo que esperar." (Aristóteles)

"Os que se amam profundamente jamais envelhecem; podem morrer de velhice, mas morrem jovens." (Martinho Lutero)

"Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!" (Sigmund Freud)

"O amor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser." (Mário Quintana)

"Amar é descobrirmos a nossa riqueza fora de nós." (Émile-Auguste Chartier)

"A consciência de amar e ser amado traz um conforto e riqueza à vida que nada mais consegue trazer." (Oscar Wilde)

Fechando com chave de ouro nosso post, ele: o amor da semente do amanhã

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O Maior Amor

Um Ano de Amores.


Abraçar alguém é bom. Beijar alguém faz bem. Andar de mãos dadas com alguém, nem se fala!

Abraçar, beijar, andar “de mãos dadas” com a gente mesmo, isto não tem parelha, concorda?

É o segundo maior amor de todos: o amor de nós por nós mesmos — já diz a letra de Greatest love of all, gravada pela saudosa Whitney Houston e composta por Linda Creed e Michael Masser.

A letra dessa música nos faz compreender que a pureza de espírito, como a das crianças, associada à razão, deve nos encaminhar às decisões finais de nossas vidas.

A letra também leva a gente a descobrir que precisamos nos amar mais, acreditarmos em nós, em nosso potencial e no ato de amar.

O primeiro amor… aliás, o Primeiro Amor, ora… este é o de Deus.

E como podemos chamar esses Amores, você aí arrisca um palpite, unzinho só?

Não?

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À galera de Santo André – SP: “Manual…” chegando…


É o Manual Prático da Mulher Desesperada, com Adriana Birolli e Alexandre Contini

Uma supercomédia que conta "as aventuras emocionais de uma jovem num sábado à noite, onde Alexandre interpreta um eventual ficante e o melhor amigo gay da personagem de Adriana". Como nos disse uma vez a atriz numa entrevista, "o espetáculo tem sabor de tutti-frutti, nele tem de tudo um pouco, é maravilhoso".

Fica a dica e o delicioso convite da própria Birolli a vocês de Santo André e aos turistas do local, para este dia 16 de outubro, vejam


Façam-se felizes, assistam a esse Manual Prático,
mulheres e homens! Assisti e recomendo.
 

Vídeo gentilmente cedido por: Alexandre Contini
 

A fanpage da atriz é

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Ter Amigo é bom!…


Você também não acha, friend?

Edione e os tesouros da sua vida, os filhos.
Claro que sim, a afirmação é unânime, perguntei por perguntar

Como diria Aristóteles, aquele grande filósofo, “O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos.”

Bem, reencontrei há pouco não um amigo, mas uma Amiga (mesmo que por um reencontro virtual). Uma Amiga que é assim como diz o filósofo — tanto ela pra comigo quanto eu pra com ela.

EDIONE MENEZES, eis o nome dela (na foto, entre os lindos filhos Laís e Gil). É uma mulher bonita, professora das Línguas Portuguesa e Inglesa e capacitadora de educadores que, agora, está concluindo Direito. Uma habitante de Petrolina, Pernambuco, e ex-Secretária de Educação do município de Itapissuma, no mesmo Estado.

Eu não a via faz anos, daí esse reencontro acendeu em mim a chama da felicidade. Foi um momento pra lá de especial.

Quanto a você, friend, já pensou quais os Amigos e os momentos realmente especiais seus?

Se não pensou, faça isso. Aja de modo que esses momentos e esses Amigos sempre estejam presentes na sua vida; multiplique esses troféus também, encha a “estante” do seu coração com eles. Decore com carinho, usufrua intensamente de todos.

A vida é feita desses açúcares, todo mundo sabe: amizade, amor e instantes de alegria

Só tenha cautela numa coisa — nos avisou Khalil Gibran:

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Você é seu amor e suas estrelas


Autoajuda.
Quando o dia estiver quente, quando você estiver com calor, fantasie-se embaixo do chuveiro: imagine que está numa piscina de água fria, com a sua bebida preferida e geladinha do lado.

Na cama, feche os olhos e se imagine recebendo uma massagem gostosa, daquelas profissionais, sinta as mãos imaginárias nos seus ombros e esqueça os ruídos externos.

A ficção que a gente pode criar nesses momentos faz a gente viver melhor. É o indício do amor da gente pela gente.
 

Mas me lembrei, agora, do que disse Alex Santiago sobre a fantasia.

Foi essa maravilha aqui:

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MSG DO MÊS - Thaisi Melo

Aniversariantes

  • Alcione Mazzeo (atriz)
  • Alexandre Mandarino (ator, diretor, produtor)
  • Alexsandro Mota (advogado – Itapissuma/PE)
  • Ana Paula Gaudêncio (modelo – São Paulo/SP)
  • Andrezza Azevedo (promot./Vendas – Recife/PE)
  • Ângela Maria (cantora)
  • Bernardo S. Bezerra (fot. – Feira de Santana/BA)
  • Betty Faria (atriz)
  • Caíque Ferraz (ator – Recife)
  • Chitãozinho (cantor)
  • Clóvis Bézer (dir. presidente Bézer Produções)
  • Cristianne Fridman (novelista)
  • Ewerton Souza (func. CSI, Abreu e Lima)
  • Fabyano Nascimento (coord. pedagógico – Recife)
  • Fillipe Ramos (ator, doublê, diretor – Recife)
  • Flávio Andrade (ator e humorista – Olinda/PE)
  • Giovanna Antonelli (atriz)
  • Giselda Ouverney (func. pública – Nova Friburgo)
  • Gretchen (cantora)
  • Helena Ranaldi (atriz)
  • Henrique Tavares (ator, roteirista, diretor teatral)
  • Ingrid Zavarezzi (autora, roteirista e publicitária)
  • Ivete Sangalo (cantora e atriz)
  • Jânio José Siqueira (assist. social – Aiuruoca/SP)
  • Jhonhson Willame (técn./fotografia – Abreu e Lima)
  • José Luiz Datena (apresentador de TV)
  • José Tenório (prefeito – Itapissuma)
  • Junior Barros (profissional de Marketing – Recife)
  • Lucas Vinícius Araújo (universitário, Olinda)
  • Lucélia Santos (atriz, diretora teatral e produtora)
  • Luiza Tomé (atriz)
  • Luna Teixeira (repórter e fotógrafa – Portugal)
  • Manuella Cabral (tec. em Farmácia – Itapissuma)
  • Márcio Santana (motorista – Poços de Caldas/MG)
  • Marcos Barreto (ator – Salvador/BA)
  • Maria Fernanda Cândido (atriz)
  • Mayara Magri (atriz)
  • Neide Silva (cristã e empreendedora – Olinda)
  • Nemu Campos (ator)
  • Oscar Alejandro (ator, cantor, modelo e dançarino)
  • Robert Pattinson (ator, o Edward de “Crepúsculo”)
  • Rodrigo de Luna (jornalista e repórter – Recife)
  • Rosario Boyer (cineasta e roteirista)

Eventos

  • 03. Chico Buarque, no show “Caravanas” – 21h30 – Balcão: R$ 250, R$ 125 (meia); Plateia: R$ 490, R$ 245 (meia) – Ingressos: bilheteria do local e site Bilheteria Virtual – Teatro Guararapes, Centro de Convenções / Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda
  • 12. Em RECIFE: Fagner – 21h – Lounge: R$ 200, R$ 120 (social), R$ 100 (meia); Mesa Premium: R$ 700; Mesa Sênior: R$ 600 – Ingressos: site Bilheteria Digital – Cabanga Iate Clube / Avenida Engenheiro José Estelita, s/n, Cabanga – Telefone: 3035-0003
  • 18. No RIO DE JANEIRO: “Champagne e Confusão”, comédia com SYLVIA BANDEIRA e ótimo elenco – De sexta a domingo – 19:30 – até dia 10 de junho, Teatro Maison de France / Avenida Presidente Antônio Carlos, 58
  • 18. Em RECIFE: Pedro Mariano, “Piano e Voz” – 21h – Balcão Nobre: R$ 60, R$ 30 (meia); Plateia Alta: R$ 100, R$ 50 (meia); Plateia Baixa: R$ 140, R$ 70 (meia) – Ingressos: bilheteria do teatro e site www.uhuu.com – Teatro RioMar / Avenida República do Líbano, 251, Pina – Informações: www.teatroriomarrecife.com.br
  • 25. Zé Ramalho – 21h – Balcão: R$ 154, R$ 77 (meia); Plateia: R$ 194, R$ 97 (meia); Plateia especial: R$ 234, R$ 117 (meia) – Ingressos: site Eventim – Teatro Guararapes

FOTO DE BEM

Edmar Graciliano - A Foto de Bem de fevereiro 2017 - Esta

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