Teatro

Convite Especial: “Manual Prático da Mulher Desesperada”


Friend, infelizmente está chegando ao fim a última temporada desta comédia de estrondoso sucesso, portanto de casa lotada!

Mas ainda dá tempo de ver, olha o Convite da Adriana e do Alexandre especialmente pra você

As fanpages deles são

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Com a arte nas veias


Christiane Mattos e Xande Valois.
Superligados ao universo do teatro, do cinema e da televisão, eles formam uma dupla perfeita no fazer arte, pois a têm no sangue.

Mãe e filho, como todos sabemos, CHRISTIANE MATTOS e XANDE VALOIS abrem o mês de fevereiro trazendo pra nós as novidades na carreira, além de gostosas palavras sobre a vitória do ator na Dancinha dos Famosos.

Vamos embarcar nesta
 

ESPECIAL ENTREVISTA?


IZAN SANT – Christiane, conta à gente como ocorreu o processo para a participação do Xande na Dancinha dos Famosos.

CHRISTIANE MATTOSO Xande foi chamado pra fazer a Dancinha já na outra edição, a de 2015, mas como ele estava em cartaz no musical “Ou Tudo ou Nada” e ele não tinha standing, ele não teve como ensaiar e participar. No final de 2016, foi chamado novamente, então pôde fazer e foi maravilhoso. Foi uma experiência muito legal pra ele e, principalmente, pra mim também.
 

IS – Qual o estilo de dança mais complicado que você encarou para aprender, Xande?

XANDE VALOISO ritmo que eu tive mais dificuldade de aprender foi a valsa, porque eu nunca tinha encarado, não tinha dançado, eu não tinha a menor ideia de como eram os passos, então foi o ritmo mais difícil.
 

IS – Cada domingo era uma nova batalha do Xande na Dancinha. E o coração, Christiane, reagia de formas diferentes?

CMSim, a cada domingo era uma emoção diferente, porque o que eu mais admirava nas apresentações do Xande é que, além de ele ter jeito pra dança, além de ele dançar, fazer os passos, os movimentos assim, firmes, ele interpretava. A cada domingo era um personagem diferente que ele levava pro palco.
Xande Valois. Dancinha dos Famosos.


IS – Uma curiosidade dos bastidores, pode-se falar?

CM – Um dia eu tava assistindo ao ensaio pelo vidro, porque é tipo a casa do Big Brother a casa de ensaios;  é a mesma casa onde os adultos também ensaiam pra Dança dos Famosos. E eles ensaiam em salas espelhadas, com as câmeras que ficam por trás, filmando os ensaios. Daí, um dia, foi permitido que os responsáveis ficassem nessa parte que eles não veem, quem está dentro da sala não vê; é espelhado, tipo o Big Brother mesmo. Os responsáveis puderam ir ver, cada um, os seus filhos ensaiando. Vi, então, o diretor Henrique Farias, na última semana de ensaios, falando pro Xande: “Xande, eu quero que você incorpore o malandro da Lapa”, e eu achei isso interessante porque ele viveu realmente o malandro: pelo jeito, pelas caras, pela interpretação dele na coreografia. Achei muito legal.
Xande Valois. Dançando no Domingão do Faustão.


IS – Sair como vitorioso significou…?

XVSair vitorioso significou o quanto eu devo continuar dançando, o quanto isso vai, cada vez mais, me ajudar na minha profissão de ator e me deu essa certeza: que a dança tem que continuar presente na minha vida. (Na foto a seguir, Valois em cena do filme "Através da Sombra".)Xande Valois. Longa-metragem "Através da Sombra".


IS – Vocês visitaram a quadra da Imperatriz, escola de samba pela qual Xande irá desfilar no carnaval. Qual a emoção aí?

CM – O samba, pra nós, representa as nossas raízes, a festa cultural, aquela emoção de estar na avenida. O Xande já desfilou por duas escolas mirins, que foram a Pimpolhos da Grande Rio e a Golfinhos do Rio de Janeiro. No ano passado nós desfilamos na Inocentes de Belfort Roxo, que fez uma homenagem ao Cacá Diegues; nós saímos na Ala dos Amigos e Familiares do Cacá. Este ano, estar no desfile das escolas do grupo Especial é uma emoção que não tem como descrever, porque na hora em que a bateria começa a tocar e vem aquela multidão, aquele povo cantando, remete muito às nossas raízes, à nossa cultura. E uma emoção muito forte, é muito lindo.
Xande Valois. Na quadra da Escola de Samba Imperatriz.

Com a rainha Cris Vianna, o ator Sérgio Marone, Simone Drumond (diretora e primeiro destaque da Imperatriz)
e os amigos do elenco mirim de "Vamp": Mari Cardoso, que participou do "The Voice", e Rafa Mezadri.
 

Aqui, em nova cena e nos bastidores de "Através da Sombra".

Xande Valois e Christiane Mattos em 'Através da Sombra".


IS – Sobre o recente e intrigante longa-metragem Através da Sombra, o que vocês podem nos dizer?

CMO longa “Através da Sombra” foi uma experiência também muito incrível, de um aprendizado enorme. Na época que o longa foi filmado, o Xande tinha 9 anos e era muito pequeno, e ver o Xande tendo uma troca perfeita de sintonia com o Walther, um grande e renomado diretor de cinema, foi uma emoção também muito grande pra mim, e pra ele, então, um aprendizado sem fim. Inclusive ele, hoje, diz querer fazer faculdade de cinema futuramente. Ele pretende aprender esse lado da direção, e isso se deve muito ao fato de ter tido esse contato com o Walther Lima Jr., que foi um aprendizado, como eu já disse, ilimitado pra ele, uma coisa muito emocionante e de aprendizado que ele vai levar pra vida toda.
Christiane Mattos e Xande Valois. Através da Sombra.


IS – O Vamp vem chegando. Qual o sentimento em relação a esse musical?

CM - O Xande, primeiramente, está se sentindo muito honrado por ter sido convidado pelo diretor Jorge Fernando na época em que ele estava fazendo “Êta Mundo Bom!”, para integrar o elenco do “Vamp”. Ele já teve duas experiências com o Jorginho: na “Êta Mundo Bom!”, em que ele interpretou o Cláudio, e, anteriormente, na “Alto Astral”, em que ele fez a primeira fase dessa novela, na qual ele era o personagem do Sérgio Guizé — que era o protagonista — na infância. E também há muito aprendizado: o Jorginho é um diretor que inspira muito o Xande, eles têm uma química boa… E, agora, é aguardar essa estreia superesperada, e vai ser um grande sucesso, com certeza. 
Christiane Mattos e Xande Valois. Momento bastidores de Através da Sombra.

 

IS – Projetos futuros! Quais são?

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São Paulo rindo com o “desespero” feminino

 

Está de volta ao teatro, para os paulistas, o Manual Prático da Mulher Desesperada.

Mas o que, realmente, pode fazer uma mulher em desespero por amor?
Amor. Manual Prático da Mulher Desesperada. Vá rir!


No meu ponto de vista, umas coisinhas básicas, típicas de seu estado interior

. Ligar muitas vezes pra o homem, que se dane a conta do celular!

. Não dormir à noite sem ele, ah!, quantas olheiras

. Vestir-se pra matar. Matar o cara de ciúmes na frente dos amigos.

. Descobrir onde ele “se esconde”, vira detetive mesmo!

. Tomar um banho de rosas — uma simpatia é a responsável por isso.

. Ficar, a todo instante, com vontade de estrangular o parceiro.
 

Mas nada de estrangular, hein?

Uma mulher não deve se desesperar num relacionamento, seja por insegurança ou não. Sabe como ela deve agir?

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O esperado retorno de Lucélia Santos


Texto de um fã levando em conta a liberdade de expressão.
 

A Internet, em vários sites de teledramaturgia, reverencia uma de nossas mais amadas famosas.

Pedidos, apelos, súplicas, todos enérgicos, têm um único objetivo: ver LUCÉLIA SANTOS, nossa eterna escrava Isaura, de volta às telinhas, brilhando como sempre esteve nas Lucélia Santos. Fãs aguardam o retorno da Estrela.décadas de 70 e 80, na Rede Globo.

Após sua participação em Malhação 2001/2002 (e já se vão 16 anos), onde foi protagonista, que Lucélia está afastada das novelas globais. Chegou a ser chamada, tão-somente, para participações especiais, como em Aline, Linha Direta, Casos e Acasos, por aí.

Só que a intérprete de Isaura é muito MAIS que uma simples personagem de especiais de TV. Ela é uma Diva da televisão brasileira que, se fizesse, por exemplo, uma personagem de Império — um sucesso em Portugal, exibida pela SIC —, com certeza arrebataria o dobro de fãs para a trama do espetacular Aguinaldo Silva. Nossa, explodiria a audiência da novela do Comendador que conquistou o Brasil, encarnado por Alexandre Nero.

Ela poderia ter sido, também, uma das Helenas do Maneco, que os números do Ibope iriam ao topo, ou quase.

Infelizmente ela não chegou a ser convidada para fazer a Laura de Ciranda de Pedra, de 2008; na primeira versão da obra, inspirada no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles, Santos interpretou a Virgínia maravilhosamente bem, como não podia deixar de ser.

Por que não ter aproveitado a Lucélia na segunda Ciranda? Teria sido um show de bola.

Será um show tê-la nas próximas produções.

Nossa “Isaura” contribuiu, e muito, nos folhetins escritos por parte dos bons novelistas brasileiros; acreditamos que ela mereça um retorno em grande estilo, uma volta triunfal, com uma personagem antológica em uma próxima produção da Globo.

Lucélia, no mundo inteiro é, por sua energia, uma escrava Isaura na arte de interpretar (atua com o coração), tem a força de mil, ou mais, locomotivas, sacia nossa fome interior dos sonhos como um feijão maravilha da vida.

Natureza e água viva são com ela mesma, contendo a rigidez simpática da ciranda de pedra de Teixeira Filho, a maluquice beleza de uma guerra dos sexos trilhando o caminho em busca de uma vereda tropical, enfim gentil e talentosa que é, exala paz, como uma Sinhá Moça dos tempos da escravidão.

Amante da ecologia, a malhação que enfrenta quase sempre, como correr ou escalar a Pedra da Gávea, a mantém sempre linda, jovial e feliz.

Pensando em uma maior audiência da emissora, sonhamos com a atriz em uma de suas próximas novelas.

Fica aqui nosso pedido, em nome de todos os milhares de fãs da atriz, dos seus simpatizantes e seguidores:

O BRASIL QUER A LUCÉLIA NOVAMENTE NAS TRAMAS GLOBAIS, NÃO APENAS NO TEATRO.

Sentimos falta dessa atriz que deu vida às personagens de Nelson Rodrigues no cinema e na TV.

Pensem nisso com carinho, fantásticos e queridos Sílvio de AbreuGilberto BragaBenedito Ruy BarbosaGlória PerezWalcyr CarrascoJoão Emanuel CarneiroMiguel FalabellaAlcides NogueiraManoel CarlosMaria Adelaide Amaral, Thelma Guedes, Duca Rachid e vocês também, recentes autores da Casa, Lícia ManzoManuela Dias, Daniel Ortiz, etc(Perdão aos veteranos que não citamos, no entanto reconhecemos que são diversos e competentes autores.)

Que tal nos darem esse presente, hein?

No canal fechado MultiShow, agora em outubro, no episódio Novela de época, do Vai Que Cola, ficou claríssimo esse desejo do público, com aplausos e mais aplausos para a Lucélia.

Do fundo do coração, um imenso beijo na alma de todos vocês, diretores, novelistas e demais funcionários que compõem essa empresa-família do saudoso Sr. Roberto Marinho!

 

E vocês, colegas internautas, visitem o website da Estrela, que é o

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À galera de Santo André – SP: “Manual…” chegando…


É o Manual Prático da Mulher Desesperada, com Adriana Birolli e Alexandre Contini

Uma supercomédia que conta "as aventuras emocionais de uma jovem num sábado à noite, onde Alexandre interpreta um eventual ficante e o melhor amigo gay da personagem de Adriana". Como nos disse uma vez a atriz numa entrevista, "o espetáculo tem sabor de tutti-frutti, nele tem de tudo um pouco, é maravilhoso".

Fica a dica e o delicioso convite da própria Birolli a vocês de Santo André e aos turistas do local, para este dia 16 de outubro, vejam


Façam-se felizes, assistam a esse Manual Prático,
mulheres e homens! Assisti e recomendo.
 

Vídeo gentilmente cedido por: Alexandre Contini
 

A fanpage da atriz é

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Jazz, ação & requinte


Teatro. Carlos Arruza.
“O musical é uma coletânea das melhores músicas da dupla que escreveu ‘Chicago’, ‘O Beijo da Mulher-Aranha’, ‘Cabaret’…”.

Declaração carinhosa de CARLOS ARRUZA, imerso em um novíssimo trabalho: Tudo é Jazz. A partir de 7 de outubro, às 21:00, no Espaço Promon, Sala São Luiz, em São Paulo. 
Espetáculo requintado, capaz de despertar — ou agigantar mais — o amor que exista dentro dos espectadores, como ele mesmo reforça mais adiante.


ENTREVISTA EXCLUSIVA.
 

IZAN SANT – Claro que nós, da mídia, já sabemos do que se trata, mas, em seu ponto de vista, qual a melhor definição para o musical?

CARLOS ARRUZA – Divertido e extremamente sensual. Sofisticado até a última nota.

 

IS – O “Executivo”, quem é ele, propriamente?

CA Como todos os outros personagens, ele tenta encontrar um sentido a cada nova relação que se estabelece. Sai de um casamento com a Diva (Simone Gutierrez) para se aliar à Socialite (Alessandra Vertamati) e, com ela, produz novos musicais na Broadway. Neste processo, acaba se envolvendo com uma garçonete (Livia Dabarian), mas a coisa não para por aí…

 

IS – Como se preparou para o personagem?

CA Aulas de canto. A música é muito difícil e não temos tempo para respirar…  O musical é todo cantado e somos apenas cinco atores em cena.

 

IS – Uma curiosidade dos ensaios, ou de um deles.

CA Foram apenas 22 dias para preparar tudo. Uma tarefa insana, mas deliciosa.

 

IS – O que dizer a respeito do elenco e dos diretores?

CA Estamos muito Unidos. Já citei as meninas, mas faltou falar do Leandro Luna, que acabou de receber o prêmio Bibi Ferreira de melhor ator. A direção é de Daniel Kostáz, que é um querido e excelente profissional. Vânia Pajares é a diretora musical de um rigor absoluto, e Thiago Jansen, nosso coreógrafo. A equipe é uma sorte.

 

IS – Há um momento mais marcante do seu personagem? Se sim, revela ao site.

CA Só tem momentos marcantes, do início ao fim.

 

IS – Do que gosta de fazer nas horas de folga?

CA Aqui em São Paulo é comer.

 

IS – Bate-Rebate! Melhor novela de todos os tempos?

CA Amo novela. Fico com todas dos anos 80. Se tiver que citar uma: “Roque Santeiro”.

 

IS – Ator e atriz?

CATambém difícil escolher assim. Amo Dira Paes e, dos meninos, vou citar o meu amigo Deo Garcez.
Teatro. O personagem "O Executivo".

 


IS – Um(a) novelista.

CA Gilberto Braga. Sempre!

 

IS – Celebridade, qual a sua?

CA Narcisa Tamborindegue.

 

IS – Cor?

CA Vermelha.

 

IS – Amor!

CA Música.

 

teatro. Tudo É Jazz.
IS – Paz?

CANatureza.

 

IS – O Brasil hoje?

CAEu acredito!!!

 

IS – A melhor e a pior invenção do mundo são…?

CA – A melhor: o professor. A pior: aquele macarrão instantâneo no copinho. (Risos gostosos.)

 

IS – Personagem que sempre quis viver, mas ainda não o fez?

CA – Qualquer um do Gilberto Braga.

 

IS – Destino turístico!

CA – Roma.

 

IS – Algum sonho de consumo?

CA Entrar na loja do Tom Ford sem limite no cartão de crédito.    

 

IS – Carlos Arruza por Carlos Arruza?

CA – Demorei, mas hoje consigo rir de tudo e para Tudo.

 

IS – O público não pode perder Tudo é Jazz porque…?

CA – Está apaixonante. De verdade. Arte de muito bom gosto e muita emoção.

 

 

INGRESSOS, na bilheteria do Espaço Promon e AQUI.
 

 

Fotos: Divulgação

 

O pensamento positivo da vez é

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A Dama do Tudo


Chegando com papo novo, queridos leitores. Ou melhor, nova

ENTREVISTA ESPECIAL.

Conversei deliciosamente com SYLVIA MASSARI, uma artista que dispensa apresentações por ser uma superatriz, seja no cinema, no teatro ou na televisão.
Sylvia Massari. Uma artista completa.

Atualmente ela doa todo o seu brilho à pianista Janette, do musical Ou Tudo ou NadaNo dia 11 de março, Massari impressionou a plateia paulista com o poder de sua personagem. Ela e grande elenco estrearam em descomunal estilo no Theatro NET São Paulo, temporada que segue até 1º. de maio; portanto, você, que ainda não viu, não deixe de comparecer! É ação, drama, humor, emoção
Sylvia na pele de sua personagem Janette.

Mas, por falar em drama ele ou a comédia, o que a Sylvia prefere mais?

(Durante o bate-papo, uma galeria de trabalhos de Massari, com um pouco da sua vida pessoal.)      

 

IZAN SANT – Qual desses gêneros você se sente mais atraída a fazer? Embora faça os dois providencialmente.

SYLVIA MASSARI - Comédia, sem dúvida! É onde encontro minhas verdades.
Sylvia, Raul e Os Trapalhões.


IS – A Janette é séria demais, no entanto, ao mesmo tempo, amiga, ótima ouvinte e conselheira. Houve que tipo de laboratório para ela?

SM – Fui chamada muito perto da estreia, para substituir uma outra atriz. Não houve tempo para laboratório…  Ela veio surgindo aos poucos…
No teatro, só curtição.


IS – Um instante genial da personagem! Qual?

SM – Gosto do meu solo com os rapazes.
Um sorriso de Estrela.

 

IS – Uma cena mais feliz do musical, segundo você.

SM – A última, quando os rapazes finalmente tiram a roupa, para delírio da plateia. A mais engraçada, eu considero a do apartamento, quando recebem os Kits que irão usar no show.
Dama, principalmente, do teatro.

 

IS – Quanto tempo de dedicação teve para deixar pronta a Janette?

Janette convidando você. Vem!
SM – Foram somente 15 dias, mas continuei me dedicando a encontrá-la, depois da estreia.  
 

IS – Sua definição sobre o texto?

SM – Inteligente e engraçado. 
 

IS – Como curte a convivência nos bastidores?

SM – Literalmente, uma farra! Nós nos divertimos muito e trocamos experiências. É um camarim maravilhoso!
 

IS – Você desenvolveu diversos trabalhos na televisão, mas um dos que mais gostei foi na novela A Lua Me Disse, do Miguel. A sua cantora, a Morcega! Boas lembranças deste tempo? 

SM – Com certeza! Eu nunca vou me esquecer da Morcega. Ela era divertida e engraçada. Foi um prazer muito grande fazer o texto do Miguel. 
 

IS – Seu trabalho inesquecível! Ou trabalhos?

SM – “A Estrela Dalva”, A Amnésia de “Noviças Rebeldes”, a “Maria Santa”, minha boneca da Praça. Posso acrescentar a Luísa de Os “Fantastikos” (com K).
 

IS – Cor predileta?

SM – Azul.
 

IS – Perfume?

SM – Narciso Rodriguez.
 

IS – Autor(a)? ou mais de um(a)!

SM – Eu estudei muito Kafka e ele ficou pra sempre.
Com Diogo Vilela.

 

IS – Livro de cabeceira?

SM – O que estiver lendo no momento.

(Logo abaixo, a inesquecível personagem Maria Santa.)
A boneca Maria Santa, um mito do humor.


IS – Telenovela antológica?

SM – “Gabriela”.
A atriz com Roberto Carlos.


IS – A palavra mais apaixonante do mundo é…?

SM – Amor.
Uma freira adorável.


IS – Um gostoso passatempo?

SM – Cinema, à tarde, e um lanchinho no final.
Música. Uma atriz que canta superbem!


IS – O que não come, de forma alguma?

SM – Carne.
Sylvia em Paris e com o amigo Maurício.


IS – Como você se autodefine?

SM – Teimosa, Hiperativa e Batalhadora.
Sylvia e Max Wilson.


IS – Família representa…?

SM – Tudo!!!
Sylvia com Glória Perez.


IS – Entre muitos fãs, você tem, além deste colunista que lhe fala, um superfã em Triunfo, no Rio Grande do Sul: o jovem ator Léo Borba. Agora, então, que mensagem híper do Bem você direciona aos seus outros fãs, que, tanto quanto eu e o Léo, a endeusam pela atriz espetacular que você é?

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Tudo para o Sérgio

Sérgio Menezes. Ator.
Em Força de Um Desejo, novela das 18 horas escrita por Gilberto Braga, SÉRGIO MENEZES estreou contracenando com ninguém menos que Malu Mader, sua amiga até hoje. Ele viveu o Jesus, fiel escudeiro da personagem de Mader na trama de época. Em seguida, o ator ganhou papéis variados: de escritor, médico, pescador, fotógrafo, sempre se mantendo impecável nas atuações.

No espetáculo musical Ou Tudo ou Nada, que reestreia nesse dia 12 de janeiro, às terças, quartas e quintas, sempre às 20:30 horas, ele não faz diferente.

Onde, essa nova temporada? No Theatro Net Rio, em Copacabana.

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA.

 

IZAN SANT – O musical: sucesso, indiscutivelmente. A que você imagina que se deve isso?

SÉRGIO MENEZES – Talento de toda equipe.
 

IS – Revela à gente como o Sérgio Menezes foi parar no elenco.

SM – Tadeu Aguiar, diretor da peça e um grande amigo talentoso, me convidou no final de 2014 pra fazer parte do elenco.
 

IS – O seu personagem no musical é uma mistura de determinação e receio. A determinação prevalece. E você, de que maneira a vê na vida do Jegue e na sua própria vida?

SM – Talvez a determinação seja algo em comum. Mas não me identifico tanto com esse personagem, embora tenha admiração profunda por ele. Somos muito diferentes! Em geral, sinto atração por viver pessoas diferentes de mim.
 

IS – Todos merecem uma boa rasgação de seda por causa da atuação. Mas, quem tem mais este mérito, ao seu ver? O Xande Valois, pela idade e o talento monstruoso?

SM – Xande é um supertalento, além de ser um cara bem maduro, apesar dos onze anos. Isso o torna mais notável ainda. 
 

IS – O que o seduz mais na personalidade do Jegue?

SM – O bom-gosto musical que ele tem.  Pra fazer bem o número que ele se apresenta, o “Jegue” deve ter ouvido muito Stevie Wonder, Michael Jackson, James Brown, Ed Motta, Martha Wash, Zelma Davis, Banda Black Rio, Ray Charles, Tony Momrelle, Incognito, Prince… enfim, todos essas joias do R&B, Soul e Jazz.
Sergio Menezes na pele de seu personagem, Jegue.


IS – Texto e direção do espetáculo! Conceitue-as.

SM – Refinados.
 

IS – Mudando um pouco de assunto, qual o seu melhor trabalho na TV? Seria o Jesus, da novela com a Malu Mader?

SM – Não sei se “Força de um desejo” foi o melhor trabalho, mas, definitivamente, inesquecível. Principalmente pelo fato de ter Malu como referência e grande companhia. 
 

IS – Um ator/ou atriz novelista admirável?

SM – Malu Mader.
Sérgio Menezes. À vontade no teatro.


IS – Filme marcante!

SM –Matrix”.
 

IS – Um livro que leu, ou está lendo, e recomenda?

SM –Universo numa casca de noz”, por Stephen Hawking.
 

IS – Escritor brasileiro!

SM – Clarice Lispector.
 

Momento de Ensaio.IS – Melhores comidas e bebidas?

SM – Comida Thailandesa, com um bom chardonay bem gelado!
 

IS – Qual o seu hobby, Sérgio?

SM – Playstation, Xbox… quase viciado. (Risos gostosos.)
 

IS – A melhor e a pior invenção do mundo são…?

SM – Muitas grandes invenções, mas vou citar uma paixão: carro. Pior invenção: política e suas vertentes. 
 

IS – Sobre a eventual ida do espetáculo para São Paulo, a terra da garoa, qual a sua expectativa em relação?

SM – Acho que vai funcionar bastante em SP.
 

IS – Você por você mesmo…?

SM – Sempre descobrindo coisas a meu respeito, me surpreendendo às vezes. 
 

IS – Concluindo, uma mensagem super do Bem do Sérgio Menezes aos fãs. Mande.

SM - Nem tudo é o que parece ser. Confiem na intuição.

 

Fotos: Eduardo Bakr/Divulgação

 

Veja nossa 4ª. entrevista desta série:

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Um Recado do Coração

Fábio Bianchini em Foto Ensaio.Por: ator Fábio Bianchini
 

Venho desejar, a todos do Papo de Bem, uma caminhada de ano maravilhosa ao lado das pessoas que vocês amam, porque isso, pra mim, é o que importa.

Independente do lugar, o importante é estar cercado de pessoas queridas que nos amem.

E um 2016 próspero, com saúde, força de vontade e sonhos, porque sem eles não temos motivos para continuar.

Os sonhos, as vontades movem nosso destino.

Assim, temos motivos para prosseguir com o nosso desenvolvimento, nosso crescimento pessoal e espiritual!

Que neste Ano Novo nossos sonhos se realizem e possamos desfrutar de todo o melhor que a vida possa oferecer.

Deus não nos fez para sofrer, Ele nos fez para sermos felizes, e o mundo tem muito mais a oferecer de bom do que coisas ruins; afinal de contas, o que é ruim, geralmente, são coisas criadas por nós mesmos.

Então, que possamos fazer mais o bem e amar mais nosso próximo, a fim de transformar nossa realidade no Bem!

Feliz 2016 a todos vocês e seus familiares!

Beijos do Fábio!

 

Não viu nossa primeira ENTREVISTA com o
FÁBIO BIANCHINI, de Ou Tudo ou NadaFábio Bianchini vivendo Álvaro Assunção.

Ora, para ver, é só clicar

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O multiartista Victor Maia

O ator Victor Maia.
"Sou um cara hiperativo, muito exigente, metódico com o meu trabalho e bagunceiro dentro de casa. Canceriano; logo, apaixonado. 3D, como me chamam alguns amigos, e extremamente fiel a todos eles", assim se define, em parte, o jovem VICTOR MAIA. Ator formado pela UniRio, bailarino, cantor e coreógrafo nascido num 17 de julho.

Dono do personagem Ethan em Ou Tudo ou Nada, profissional respeitado pelos musicais dos quais participou, ora atuando, ora co-dirigindo ou coreografando, seu principal lema é: “Eu preciso levar alegria e prazer às pessoas”.

Quanto a você, quer receber esses manjares?

Ganhe um pouco dessa alegria e desse prazer, pois, com o Victor, na

ESPECIAL ENTREVISTA.  

 

IZAN SANT – Como é o seu dia, com tantas boas tarefas assim a desempenhar, e qual delas o satisfaz mais, ou todas?

VICTOR MAIAMeu dia é muito corrido. Acordo e vou correndo pra academia para malhar e correr. Pro meu dia-a-dia eu preciso estar fisicamente preparado e pro meu trabalho mais ainda. Saio da academia e ou vou para o Projac ensaiar as coreografias que monto para o Caldeirão do Huck, ou para as gravações do mesmo programa. Depois corro para o CEFTEM, Escola de Formação para Atores em Teatro Musical, onde dou aula de dança e cumpro minha função como professor. De quinta a domingo, tenho peça. Duas sessões no sábado. E ainda preciso conciliar com as aulas de canto e estudos paralelos. De verdade… eu amo fazer tudo isso. Tenho muito prazer em realizar todas essas atividades, mas, de fato, o palco é o gozo! É lá que eu respiro feliz e aliviado por estar basicamente realizando aquilo que venho me preparando há anos para fazer.
 

IS – O convite para Ou Tudo ou Nada. Deu-se…?

VM – O convite apareceu através dos produtores Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar, que também dirige o espetáculo. Eu já havia trabalhado com eles em outros musicais e eles acharam que o Ethan, personagem que eu faço, seria bem defendido por mim, porque além de ser um personagem comigo, exige um trabalho de corpo muito forte. Não à toa eu me taco no chão 7 vezes por sessão e não posso me machucar.
 

IS – Você é um dos protagonistas do musical. Conceitue o Ethan, portanto, mas do seu ponto de vista exato.

VM – Ethan não sabe exatamente como, mas ele quer participar daquilo de alguma forma. Ele é um cara que ficou desempregado e realiza pequenas atividades para se manter com algum dinheiro, como encanador, pintor… mas depois que assiste o “Cantando na Chuva”, onde vê o ator Donald O'conner realizar um salto mortal coreografado pelas paredes, decide que quer fazer igual. Sempre quis ser um bailarino mas não tem o menor jeito pra dança. Quando fica sabendo do show de strip-tease, decide ir até lá e se voluntariar para participar, e, por mais que não tenha dotes artísticos, possui um dote essencial para a nova atividade: um imenso pênis. Assim sendo, ele vai, ao longo da peça, descobrindo suas novas habilidades e uma paixão improvável dentro daquele sexteto. Ele é um cara que tá pra jogo. E não vê a hora de se despir literalmente e metaforicamente.
Victor Maia. O policial de fantasia.


IS – O Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do 4o. Botequim Cultural de Teatro pelo desempenho como esse personagem. Muita emoção?

VM – Realmente eu não esperava. O Ethan, dos 6 protagonistas, é o que tem a menor participação. Então a indicação e, sucessivamente, o prêmio, vêm como uma prova de que, mesmo sendo menor a participação, eu realizei um grande trabalho. Fiquei muito feliz.
Mais que sensual.


IS – A nudez de 50 segundos lá pelo meio da peça e a nudez do final. Tirou de letra?

VM – Não foi fácil. Nenhuma delas. Ficar pelado requer coragem. É um desafio à vaidade. Mostrar tudo para a plateia e para os colegas de cena foi algo que eu precisei ir me preparando psicologicamente durante o processo de ensaio. A coragem veio vindo. Não que eu tenha problema com meu corpo ou coisa parecida. Pelo contrário. Sou superbem resolvido e satisfeito. Mas ainda assim é preciso encontrar uma motivação para ficar peladão e assumir-se ali, na frente das pessoas, como viemos ao mundo. E, de todo o caso, a obra é muito bem escrita, então a nudez não é gratuita. Faz parte do contexto. Desse modo eu me sinto protegido para fazer as cenas. Hoje, confesso que adoro e, se pudesse, faria a peça toda pelado.
Victor. Um momento de nudez.


IS – Qual a cena mais feliz de Ou Tudo ou Nada? Na verdade, a ou as?

VM – Eu amo muito 4 cenas: a primeira, onde eu me apresento aos personagens e à plateia, me taco nas paredes, tiro a calça e saio contratado pelo grupo; a cena em que todos os protagonistas fazem o primeiro ensaio sem roupa, uns na frente dos outros e é um constrangimento só; a cena que canto um dueto com o André Dias, no momento em que estamos enterrando a mãe do personagem dele, que acabara de falecer; e, por fim a última cena, onde fazemos o grande show, momento mais esperado do espetáculo.
Mais uma do Ensaio Fotográfico.


IS – Trabalhos que mais adorou ter feito! Por quê?

VM – Antes do “Ou Tudo Ou Nada”, três trabalhos ficaram marcados na minha vida: “Quase Normal” (“Next to Normal”), musical americano montado no Brasil, também pelo Tadeu Aguiar, que me rendeu duas indicações a prêmio de melhor ator coadjuvante; “The Book of Mormon”, montado pela UNIRIO, que tive a sorte de coreografar e protagonizar nas últimas temporadas e era um deleite fazer mil e duzentas pessoas rirem todos os dias; e “O Meu Sangue Ferve Por Você”, musical que produzi e atuei ao lado de quatro amigos-atores-cantores maravilhosos, que começou despretensiosamente e teve uma carreira longa de quatro anos e meio!
Victor Maia. No ar.


IS – Tadeu Aguiar como diretor, uma nota e uma justificativa.

VM - Não dá pra dar uma nota para o Tadeu porque cada dia ele merece uma. Ele é um diretor generoso, ansioso, franco, bem-humorado e prático. Eu já trabalho com ele há cinco anos e posso dizer que cada vez que o encontro num projeto, ele está diferente. E é sempre uma deliciosa aventura trabalhar com ele. Ele esbanja amor por teatro e isso é contagiante. Conheço poucos homens tão guerreiros e corajosos quanto ele no ofício. Tadeu não deixa que a dificuldade do país destrua seu sonho e seu objetivo. Ele vai lá e faz. Ele, magicamente, dá um jeito e o espetáculo sai. É uma inspiração. Um verdadeiro empreendedor apaixonado e, ouso dizer, bem-sucedido.
Ethan em um dos seus pulos em cena.


IS – Beleza, para você, simboliza…?

Victor em mais um momento de Ethan.VM – Beleza pra mim é sinceridade, honestidade e essência. Tudo aquilo que é essencial e verdadeiro é belo.
 

IS – Paz de espírito é…?

VM – Consciência limpa e tranquila.
 

IS – Melhor novela e seu/s (sua/s) novelista(s) favorito(a/s)

VM – “Tieta” e “Avenida Brasil”. Atualmente, Joao Emanuel Carneiro.
 

IS – Seu livro de cabeceira e o seu passatempo predileto?

VM –Wicked”. O livro mesmo. Cantar é meu passatempo. Canto o dia todo. No estúdio que tenho em casa ou no chuveiro tomando banho ou no carro indo pra algum lugar. E namorar. Também tem sido meu passatempo predileto. Casei há três meses e, quando não tô trabalhando, estou abraçado no sofá, vendo filme de terror, comendo pipoca e bebendo um vinho.
 

IS – Os colegas de trabalho, nessa comédia musical…?

VM – Excelentes. O que a plateia assiste no palco é um reflexo dos bastidores. Somos muito parceiros fora de cena, bem-humorados, brincalhões e nos damos muito suporte. Viramos uma família. Aliás, a gente fica mais pelado na frente uns dos outros do que nas nossas casas para nossas famílias. Isso denota um grau de intimidade assustador.
 

IS – Em uma cena, na casa do Harold (Carlos Arruza), o Ethan se entusiasma ao mais alto grau, dizendo “Ai, meu Deus, quanta parede!…”. Um dos fracos dele, como sabemos, é se jogar em paredes, acho isso muito show. Muito treino, a fim de fazer o que você faz em cena que impressiona tanto o público?

VM – Na infância e adolescência eu fazia muita luta. Fiz anos de judô e capoeira, o que me ensinou a cair no chão sem me machucar. O ballet me trouxe uma outra consciência corporal. Para interpretar o Ethan, eu precisei juntar toda essa experiência, me preparar fisicamente com uma personal trainer na academia e conversei com dubles na TV Globo, pra descobrir algumas técnicas.
 

IS – Mas, quanto às “paredes” da vida real, hoje, no Brasil moderno?

VM – As paredes do mundo moderno são infinitamente mais complicadas… Damos com a cara na parede várias vezes, entramos em caminhos que achamos que é o seguro e pimba!, lá está a parede no final desse caminho numa via sem saída. Precisamos voltar e começar tudo do zero. Mas são essas experiências que nos definem como homens, formam nosso caráter e nos fazem lutar por paredes menos rígidas. O lance é não encostar nelas e cochilar.
 

IS – Victor Maia por Victor Maia?

VM – Além do que já falei na introdução da entrevista, sou louco pela minha família e já desejo ampliá-la. Pavio curto quando testam a minha paciência e me faltam com o respeito, principalmente dentro do meio profissional. Ético até o último segundo. Gosto de fazer todo mundo rir o tempo todo e preciso de alguém que me peça para parar, senão sou capaz de não desligar nunca mais. Rezo diariamente para que o dia tenha 36 horas para eu conseguir dar conta de realizar todos os meus sonhos.
 

IS – Já que é de praxe da gente ao final das entrevistas, mande a sua mensagem super do Bem ao público admirador do seu trabalho.

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Aniversariantes

  • Alessandra Negrini (atriz)
  • Almir Rouche (cantor e compositor)
  • Amandinha Sousa (estudante – Pres. Epitácio/SP)
  • Ana Carla Andrade (fot., profra./Geografia, Paulista)
  • André Garrel (ator – Recife/PE)
  • Anie Mello (monitora/Fisiologia – Itapissuma/PE)
  • Augusto Mendonça (ator e arquiteto – Recife)
  • Bruna Lombardi (atriz e escritora)
  • Cássio Gabus Mendes (ator)
  • Chico Lins (consultor – Recife)
  • Claudio Simões (ator, dramaturgo e roteirista)
  • Danielle Monteiro (apresentadora de TV – Recife)
  • Edimilson José Gomes (Recife)
  • Edione Menezes (adva./educadora, Petrolina/PE)
  • Fafá de Belém (cantora e atriz)
  • Fernanda Mello (estudante – Igarassu/PE)
  • George Baiá (vice-Prefeito – Ilha de Itamaracá/PE)
  • Hemerson Moura (ator – Jaboatão dos Guararapes)
  • Igor Frankly (cantor/func. público – Recife)
  • Irene Melo (profa./Português – Cruz de Rebouças)
  • Jeff Rozzendo (ator e analista contábil – Recife)
  • João Mesquita (ator e diretor – São Paulo/SP)
  • Leidson Ferraz (ator/professor de teatro – Recife)
  • Lucimar Santos (educadora – Igarassu)
  • Marcelo Vaz (hairdesigner e dançarino – Recife)
  • Maria Conceição Lacerda (educadora – Paulista)
  • Maria Luiza (pedagoga – Recife)
  • Maria Tereza Braz (artista plástica – Carnaxide/PT)
  • Mariana Santos (atriz e Youtuber – Carpina/PE)
  • Marjory Porto (cantora – Florianópolis)
  • Messinho Marra (cantor e policial – Recife)
  • Murilo Vasconcellos (cirurgião plástico – Recife)
  • Ny Liima (tecn./Administração, Itapissuma)
  • Paulo Fernando (empresário: Flash Artes – Paulista)
  • Pedro Santana (escritor e compositor – Recife)
  • Pricila Barbosa (univ., Jaboatão dos Guararapes)
  • Rodrigo Raposo (jornalista e cantor – Recife)
  • Rosângela Tavares (profa./Português – Paulista)
  • Saile Campos (comunicadora social, Abreu e Lima)
  • Sharley Santos (cinematographer – Rio de Janeiro)
  • Silvana Lima (sócio-prop. Zero81 Comunic., Olinda)
  • Simone Figueiredo (atriz, gestora, arte-educadora)
  • Suzana Vieira (atriz)
  • Sylvia Massari (atriz e cantora de musicais)
  • Tássio Rennalli (advogado/JFPE – Recife)
  • Vitor Areias (Chef, Estória Restaurante – Oeiras/PT)
  • Walter Gabriel (aposentado – Ilha de Itamaracá)
  • Zaira Zambelli (atriz, produtora e diretora teatral)

Eventos

  • 01. Em SANTO ANTÔNIO DA PLATINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”, com ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 20h – Sesi Santo Antônio da Platina
  • 02. Em LONDRINA/PR: entrevista com o cantor TOFALINI – 19h – Rádio Brasil Sul
  • 04. Em LONDRINA/PR: show com o cantor TOFALINI – a partir da 1:00h AM – CooL Eventos / Rua José Roque Salton, 33
  • 05. Dias 4 e 5, em LONDRINA/PR: “Sequestro121 – Heróis às Avessas”: ALEXANDRE CONTINI e CARINA SACCHELLI – 19:30h – Centro Cult. Sesi
  • 17. Em CAMBÉ/PR, show: cantor TOFALINI, 19:30, Noruega Espetinhos, Rua Noruega, 214, Centro
  • 25. OLINDA: Laura Pausini – Cadeira: R$ 300, R$ 150 (meia); Cadeira VIP: R$ 400 – Vendas: bilheteria do Teatro Guararapes, lojas TicketFolia (Shoppings Recife, Guararapes, RioMar, Tacaruna e Boa Vista) e site www.evemtim.com.br / Classic Hall

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