Televisão

Teatro em um dos Melhores Cursos do Rio de Janeiro


Se você se apressar, mesmo em relação aos cursos iniciados nos dias 08 e 10 de janeiro, você ainda poderá conseguir sua vaga, leia a Programação 2019.

Cursos de Teatro Zaira Zambelli.

NOVA OFICINA DE MUSICAL
Professora Fernanda Misailidis.
Terças-feiras – Início em 08/01/2019,
Turma Juvenil das 15 às 17 horas.
3 meses, com apresentação no espaço do Curso.
3x R$ 300,00 ou à vista, 10% desconto: R$ 810,00.

NOVA OFICINA DE TV e CINEMA
Professor Mauricio Silveira.
Quintas-feiras, das 19 às 21 horas,
Início em 10/01/2019.
Duração: 5 meses, com Curta-metragem no final.
5x R$ 300,00 ou à vista, 10% desconto: R$ 1.350,00.

Zaira Zambelli.
NOVA Turma Regular Adulta
Módulo I
(14 anos em diante, 
sem limite de idade)

Segundas-feiras, 19 às 21h, 

Professora Zaira Zambelli,
Início em 11/02/2019.
10 meses, montagem no Teatro e certificado de conclusão.
Matrícula R$ 80,00
e Mensalidade R$ 250,00.

NOVA Turma Regular Infantil 
(06 a 13 anos)
Sábados, 12 às 14 horas, 
Professor Ary Lange.
Início 09/03/2019.
10 meses, montagem no Teatro e certificado.
Matrícula R$ 70,00 e Mensalidade R$ 200,00.

NOVA Turma Regular Adulta Módulo I
(14 anos em diante,
 sem limite de idade)

Sábados, 14:30 às 17h horas,
Professora Aline Allesiée – Início em 09/03/2019.
10 meses, montagem no Teatro e certificado.
Matrícula R$ 80,00 e Mensalidade R$ 250,00.

 

GANHE UMA
BOLSA DE ESTUDOS 
DE ATÉ  100% GRÁTIS: 

Entre em contato com o Curso e saiba como.

Atriz Zaira Zambelli.

Você poderá fazer uma aula experimental ao custo de R$ 50,00 e, ao efetivar a inscrição, o valor pago será descontado do valor da matrícula.

Documentos necessários: 01 foto 3×4, cópias de RG, CPF e Comprovante de residência.

Caso o aluno seja menor de idade, as cópias da documentação deverão ser as do responsável.
 

Faça o curso e entre em cena. Use o corpo como meio e mensagem. O corpo fala. Tenha mais segurança. Desenvolva seu lado comunicativo-profissional. Teatro também é para o dia-a-dia, para todas as idades!
 

Inscrições Abertas,
g
aranta já sua vaga!
 

Fátima Silva
Contatos: 2235-7066 / 99550-2414
RUA TONELERO, 223 – COPACABANA.

Site
www.cursosdeteatro.com
 

Nossa mais recente
entrevista com a Zaira
você encontra

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O poema do “Cordel Encantado”

Poema de @izansantt
unicamente para este site.
 

Em homenagem a essa novela que retorna, no Vale a Pena Ver de Novo, no dia 14, depois de Belíssima, do mestre Sílvio de Abreu.

A partir da segunda semana, Cordel Encantado será a única trama nas tardes globais.
Sucesso. Thelma Guedes e Duca Rachid, vencedoras do Emmy.

O folhetim inspirado na literatura de cordel, de Thelma Guedes e Duca Rachid, ganhadoras do Emmy com Joia Rara (foto), registrou altos índices de audiência quando estreou em 2011 e durante todo o seu desenvolvimento.

Este conto de fadas, dirigido por Amora Mautner e protagonizado por Cauã Reymond (Jesuíno) e Bianca Bin (Açucena), é ambientado no sertão e nos exibe os encantos da realeza europeia, além do universo do cangaço.

Para você lembrar novamente, ou conhecer, se não assistiu, o poema abaixo irá ajudar.

Versos alma real-nordestina.
 

Cordel Encantado: o Poema

O brilho de um reino fabuloso!
No Brasil, escondido, um tesouro!
O encantamento da realeza europeia,
de Seráfia do Norte, uma epopeia.

Brogodó, no Nordeste brasileiro,
de lavradores, gente humilde, sangue guerreiro,
representa as lendas heroicas do sertão
o romance “impossível”, a esperança, a união.

Dois mundos distintos, uma história de amor:
uma cabocla brejeira com nome de flor;
na verdade, uma princesa que não sabe que é,
com um moço sertanejo, filho de um cangaceiro de fé.

O passado desconhecido de Açucena e Jesuíno
interfere no amor desse casal demais de bonito.
As consequências trazem provações, sofrimento
um Timóteo Cabral, louco pela “nordestina”, violento!

Mas o mundo, Nordeste ou não, é como um cordel:
com vilões, emboscadas, cobiça, coronéis e céus;
com Doralices, Felipes, Augustos, Rosas, Patácios,
Herculanos, Antônias e outros — um povo encantado.

 

Neste semestre, Duca e Thelma estarão em dose dupla na telinha: no Vale a Pena Ver de Novo e, em breve, com Órfãos da Terra, ansiosamente esperada pelos telespectadores.

Sucessos mil,
caras amigas novelistas!

 

Uma entrevista minha com Duca?
EIS.

Uma matéria minha com Thelma?
AQUI.

 

Foto:

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Fafá de Belém, uma Estrela-família


Aos 24 de abril de uns anos atrás, entrevistei a diva Fafá em Recife (para outro veículo de comunicação) sobre um show dela cuja renda total seria destinada à restauração da Basílica da Penha, monumento de arte, beleza e afeto do povo pernambucano. O espetáculo se realizou no palco do Teatro Guararapes, em Olinda.

Durante a entrevista, fiquei impressionado com a alegria, a doçura, a humildade desta Estrela-família que, a convite de Glória Perez, viveu a Almerinda, de A Força do Querer, e por quem o Brasil e Portugal nutrem uma paixão profunda. Sendo assim, e também porque recordar é viver, sem dúvidas, seguem uns fragmentos da entrevista, onde a artista falou acerca de seu trabalho beneficente, assim como de solidariedade.

Música. Fafá de Belém - Pós-entrevista.

ESPECIAL ENTREVISTA


IZAN SANT – Você, como cantora, atriz e mulher extremamente cristã, como define esse trabalho lindo de agora?
FAFÁ DE BELÉMOlha, acho que tudo que nós conseguimos, tudo que uma pessoa pública consegue é dado, concedido por uma força maior. Uma força divina, e o mínimo que se deve fazer é agradecer. Após o agradecimento, é que entra o trabalho solidário, o trabalho especial, pela conscientização. Acho que é a forma mais próxima do que Quem nos deu esse dom gostaria que fosse feito. Não acredito em esmolas, acho que as coisas se salvam, se recuperam através de uma ação consciente, e todas as vezes que sou chamada ou convidada para uma ação como essa, sempre tô à disposição. Além de ser cristã, vejo que nosso país está perdendo seus patrimônios históricos, perdendo bens pela ganância, pela sede do momento, pelo valor do terreno, em determinadas situações, nas cidades e tal Falo isso por Belém também, vejo o patrimônio histórico sendo perdido através dos proprietários que destelham as casas, para as casas caírem e venderem os terrenos para construírem um espigão. Então, acredito que todo bem patrimonial cultural deve ser preservado, e esta é uma função onde eu, artista, tenho um papel importante, porque nós falamos para muita gente. Por isso, eu tô sempre aí!

IS – O show tem algo de mais especial? Além de ser beneficente, claro, ele traz alguma música – ou músicas – por que você tem um carinho maior?
FB – Bom, o show conta o resumo da minha carreira, então não existe essa ou aquela. Foi muito duro cortarmos algumas canções, mas nós chegamos a um repertório que sintetiza ou, pelo menos, olha a história de uma cantora brasileira que canta todos os ritmos, passeia por todos os Estados, todos os estilos, que chegou a menina de renda e continua com o pé no chão, com o pé na Amazônia; que passa pela fase romântica É um espetáculo muito bonito. Antes dele, recebi algumas propostas de gravar o DVD, mas nada era tão abrangente quanto esse momento agora. Então, o espetáculo que vim fazer aqui é um espetáculo que posso fazer a qualquer momento da minha vida, porque ele lê com muita dignidade a minha história, e este recurso é muito importante para falar para um público mais jovem da trajetória de uma mulher que saiu lá da beira do igarapé e está por aí pelo mundo (Risos gostosos.)

IS – E venceu na vida, graças a Deus! Agora, gostaríamos que você definisse pra nós o sentimento solidariedade.
FBA solidariedade, fundamentalmente, não deve ser alardeada. Deve ser vivida, exercitada, uma palavra de convencimento, sempre, ao outro. Numa forma discreta. É um chamado. Acho que a solidariedade é uma obrigação do ser humano. Se nós apenas reclamarmos do Estado, ou disso, ou do outro e, por conta própria, não agirmos, vamos passar a vida toda reclamando. Acho que a consciência política passa pelo estado de consciência solidária. Nenhuma Nação faz algo se não houver entendimento entre as pessoas, entre os homens e este mundo só se reorganiza se esta palavra “solidariedade” sair da função benemérita para ser uma ação cotidiana. É para estender a mão ao outro, sim, sem estar preocupado se estão fotografando ou se vai sair no jornal. Acho que esse é o grande ato de Humanidade. A solidariedade é, fundamentalmente, um ato de Humanidade, e é disto que nós todos estamos precisando. Temos um mundão globalizado, tão frio, onde a máquina substitui o homem em tantas coisas e, às vezes, na sede de galgarmos degraus ou ascendermos socialmente, esquecemos que o fundamental está na base. Se nos dermos as mãos, podemos encontrar, muito mais próximo do que se imagina, alguém que esteja só precisando que alguém lhe estenda a mão. Este é o primeiro ato, e é o ato contínuo de nossas vidas.

IS – Okay, Fafá. Desejo-lhe muita sorte e brilho no show, estarei lá, aplaudindo você, e… até amanhã!
FBSe Deus quiser, querido, vambora!Um beijo grande, gente, e não vamos esquecer: que esta (a ação beneficente) seja mais uma ação entre muitas que nós faremos.

 

Reverenciando Fafá, um poema meu,
@izansantt, exclusivamente para ela:
 

Três Belos

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León une Luz e Gabriel


Após a estreia de O Sétimo Guardião, nova novela de Aguinaldo Silva para o horário das 21 na TV Globo, a web vibrou.

Com cenas também gravadas na Serra da Canastra, em Minas Gerais, a história de realismo fantástico do novelista pernambucano, com direção artística de Rogério Gomes, não tem apenas dois românticos protagonistas, Gabriel (Bruno Gagliasso) e Luz (Marina Ruy Barbosa). León, o outro personagem principal vivido por quatro gatos da raça Bombay, vindos dos EUA, mostrou seu poder de atuar em sequências intrigantes, além de recheadas de beleza. O capítulo 1 se encerrou com o bichano unindo Luz e Gabriel, a sensibilidade e o desespero, a vida e a quase morte. União em noite tenebrosa, porém circundada pela esperança no coração do casal.

Gato. Foto: Pixabay.

Este não é León, mas outro gato o representando

Também unindo os internautas, os elogios passeiam pelas cenas dignas de uma caprichada produção de cinema, desembocando na abertura misteriosa e frenética sobre o universo dos guardiões.

Pelo visto, a trama já disse a que veio, segurar os olhos dos telespectadores na tela. Para isso, bons ingredientes não faltam: o gato, de fina estampa, que não é gato; o anjo (do Bruno) e a Luz, que trocaram olhares cheios de química ao final do capítulo; a fonte milagrosa, sinistra, mas esbanjando charme; personagens com tudo para fazer sucesso e paisagens deslumbrantes.

Como sabemos há tempos, Serro Azul é a cidade cenário-mor, interiorana, vizinha a Greenville, de A Indomada (1997), e Tubiacanga, de Fera Ferida (1994), também novelas de Silva. Nessas tramas, Serro Azul foi bastante citada! Por falar nisso, uma curiosidade: a cidade entre montanhas de O Sétimo Guardião também chegou a ser mencionada pela Viúva Porcina em Roque Santeiro, escrita por Dias Gomes e Aguinaldo; isto aconteceu numa conversa entre Porcina e o Rei da Carne Verde, Sinhozinho Malta — conferi no Canal Viva, na reprise, e garanto que até fiquei surpreso, Serro sendo citada desde 1985 Legal.

Cachoeira. Foto: Pixabay.

Um banho que rejuvenesce

A rasgação de seda em torno de O Sétimo Guardião tem realmente mérito, o enredo nos apresenta seres irresistíveis, como a supervilã Valentina Marsalla, na pele de Lília Cabral, o Padre Ramiro, de Ailton Graça, curtidor de funk, uma beata ardilosa, a Mirtes (Elizabeth Savala), e aguardem: o sacristão Maltoni, encarnado por Matheus Abreu, que, quando sonâmbulo, sai completamente nu pelas ruas da cidade, provocando o desejo das moças. O rapaz ainda viverá um amor proibido.

Outro ponto interessante é a volta de dois personagens de A Indomada, Ypiranga (Paulo Betti), prefeito de Greenville, e a fogosa primeira-dama Scarlet (Luíza Tomé), ambos com o mesmo palavreado mesclando o inglês com o português. Eles chegam a Serro por ordem de Valentina, a fim de reformar um casarão antigo, pois a megera irá retornar à cidade com o objetivo de acertar umas contas com o local e se apossar da cachoeira mágica, rejuvenescedora, indispensável à sua fábrica de cosméticos e a ela própria.

Mas voltando ao poderoso León, inicialmente ele desapareceu em busca de um novo guardião para a fonte, o que, com a chegada do outro protetor do tesouro de águas azuis, significa a morte do guardião atual, Egídio (Antônio Calloni).

Casal. Foto: Pixabay.
Só que o amor, ah, o amor da sensitiva Luz com Gabriel entrará na batalha do Bem contra o Mal que ameaça o segredo da fonte. Luz desenterrou Gabriel de uma cova rasa, a consequência de um acidente de carro e da crueldade do ambicioso Sampaio (Marcello Novaes); com um pouco da água mágica, a jovem salva a vida do “forasteiro”.

Algumas mensagens do primeiro capítulo: amor à primeira vista, a força através desse amor, a luta com a intenção de salvá-lo a união.

Internautas confiantes no sucesso do folhetim, telespectadores torcendo pelos mocinhos e pelo felino ressabiado e, ao mesmo tempo, carinhoso — estes são pontos que se tornaram positivos na estreia.

Agora, envolvendo felino, mulher, vida, etc., eu me despeço com uma reflexão do escritor e crítico de arte francês Apollinaire:

“Meu desejo maior é ter em casa uma mulher razoável, um gato a passear entre meus livros e, a todo tempo, amigos. Sem tais prazeres eu não viveria.”
 

Que tal sairmos de Serro e irmos
do Recife a Portugal, clicando neste

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Uma joia de novelista e dramaturga


Duca Rachid, realmente, é isto mesmo. Com a amiga não menos joia Thelma Guedes, ela escreveu a novela que conquistou o 42º Emmy Internacional (o Oscar da TV mundial) para a Rede Globo: Joia Rara.

Teatro. A autora Duca Rachid.

Antes dessa trama, Duca — que também é formada em Jornalismo e estreou na carreira televisiva em Portugal — desenvolveu outros roteiros para a televisão brasileira. Em 2006 ela adaptou, com Thelma Guedes, O Profeta, novela de Ivani Ribeiro. Ao lado da mesma amiga, escreveu Cama de Gato e Cordel Encantado.

Duca Rachid. "Cordel Encantado".

Hoje Rachid é a autora, com Thelma, de Órfãos da Terra, próximo folhetim das 6 que focará em algumas famílias de refugiados que moram em São Paulo, depois de escaparem da guerra em seus países. A história também irá abordar o preconceito contra estrangeiros no Brasil. Mas, o assunto desta ENTREVISTA EXCLUSIVA é: "Duca Rachid estreando como dramaturga"!  
 

IZAN SANT – Você e a Thelma são autoras de novelas de sucesso, e uma destas, como lembrei antes aos leitores, foi premiada. Quanto a essa sua primeira peça teatral, As Brasas, ela tem os ingredientes perfeitos de mais um sucesso. Como você vê isto, Duca?
DUCA RACHIDIzan, na verdade esse não foi o critério para a escolha desse texto. Nunca me preocupei se seria um sucesso ou não. A verdade é que me apaixonei por esse livro desde a primeira vez em que o li, em 2011, quando o ganhei de presente do Júlio Fischer — nós trabalhávamos juntos em “Cordel Encantado”.  Logo pensamos em adaptá-lo para teatro, já que o livro já traz, em si, uma gênese bastante teatral — esse reencontro de dois amigos, quarenta e um anos depois, para um acerto de contas.  A partir daí foram seis anos tentando comprar os direitos do livro! Descobrimos, inclusive, que já havia sido feita uma adaptação do Christopher Hampton, bem fiel ao livro, e uma montagem com o Jeremy Irons, que, infelizmente, não teve boas críticas.  Mas nada disso nos desanimou. Seguimos tentando, até conseguirmos a liberação do livro, graças à iniciativa do Felipe Lima, que abraçou o projeto como idealizador e produtor.

Teatro. "As Brasas".As Brasas. Genézio de Barros e Herson Capri (Foto: Caio Gallucci)
 

IS – Esse texto diz alguma coisa sobre você? Muitas vezes os textos, teatrais ou não, adaptados ou não, dizem alguma coisa sobre seus autores e/ou adaptadores.
DR
Deve dizer, porque me tocou profundamente. E o que me tocou foi justamente a questão da amizade e das paixões que nos movem e, por vezes, também nos aniquilam. Eu sou uma pessoa de muitos amigos. Quem me conhece sabe a importância que meus amigos têm na minha vida. Sou uma pessoa de parcerias no trabalho e na vida, e sempre faço as coisas com muita paixão. Isso é bom, mas também pode ser bem complicado.

Foto: Leo Aversa
Herson, Nana Carneiro da Cunha e Genézio (Foto: Leo Aversa)

 

IS – O gosto maior de estrear como dramaturga?
DRO teatro é a origem de todo o nosso trabalho. Foi muito importante, pra mim, voltar pra essa narrativa primordial. E muito difícil também, porque exige um outro tipo de imaginação, muito diferente daquela que a gente acessa pra escrever para TV ou cinema. Nesse sentido, o Júlio, que tem muito mais experiência em teatro do que eu, e o Pedro Brício foram muito importantes na construção do texto. 

Teatro. "As Brasas".Mais uma cena de As Brasas (Foto: Caio Gallucci)
 

IS – Algum projeto de um novo texto teatral após este, ou apenas depois da novela?
Duca Rachid e Thelma Guedes.DRAgora minha dedicação exclusiva é à novela. Depois eu penso em fazer outros trabalhos em teatro sim.

IS – E qual a sua mensagem super do Bem aos seus fãs e a nossos leitores?
DRQue a gente se mova pelas paixões, mas que elas não nos aniquilem, não. Principalmente nesse momento eleitoral (Risos gostosos.)
 

Grato pela entrevista, Duca.
Espero entrevistar você mais vezes.


As Brasas está em cartaz, de sexta a
domingo, no SESC Santana, São Paulo/SP.
Em novembro, estreia no Rio de Janeiro.
Veja em nosso EVENTOS, na sidebar.

 

(Na foto, Duca Rachid e Thelma Guedes.)
 

Uma frase da autora sobre a conquista do Emmy:

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Totalmente Priscila Camargo


Priscila, uma das atrizes mais apaixonantes que nosso país acolhe, sentiu o gosto pela arte de interpretar no colégio, através dos exercícios de uma professora. Sentiu, começou a fazer teatro e não parou mais.
Priscila Camargo.

Em casamento de amigos (Foto: André Pinnola)


Na novela Sonho Meu, que fez 25 anos de estreia em setembro, a nossa Camargo deu vida à simpática Polaca, dona do bar da Rua das Flores, em Curitiba, onde todos os acontecimentos da história eram discutidos.

Vamos comemorar totalmente com Priscila os 25 anos desse sucesso e, também, o aniversário da atriz, aos 13 de outubro, conversando sobre a sua carreira e as vidas que ela já teve na ficção.
Teatro. "Contos da Terra dos Mil Povos".


ESPECIAL ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Dona Helena, ex-mestra sua, teve uma participação essencial na sua decisão de virar atriz. Como aconteceu isso, Priscila?
PRISCILA CAMARGO – Foi no ginásio, no Colégio Fernão Dias Paes, em São Paulo. Ela era professora de Português, e propunha peças de literatura teatralizadas. Fizemos sucesso com o Poema “Juca Pirama”, de Gonçalves Dias. Dali despertou em mim a vontade de ser atriz, que só se concretizou uns anos mais tarde. Mas esse foi o primeiro passo.
Família. Aniversário com os pais.

Aniversário da atriz, com os pais Antônio e Tereza
 

IS – Na TV Globo, você estreou no programa humorístico Planeta dos Homens, em seguida veio o Viva o Gordo, então, por causa dessas experiências iniciais em comédia, você lida mais facilmente com o humor? Ou não, é com o drama? 
PC – Tenho jeito com a comédia. Sou bem engraçada (Risos.). Mas acho que prefiro os dramas. Tenho natureza dramática e me realizo mais vivenciando emoções verdadeiras, e quanto mais dramáticas, melhor!
Humor. "Planeta dos Homens".

Com Stênio Garcia no Planeta dos Homens (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Antes das próximas perguntas, os 25 anos de Sonho Meu! O que representaram você ter estado nessa lindíssima história e ter vivido a Polaca?
PC – Foi muito bacana. A novela era ótima e eu era dona de um Bar mesmo, onde eu também cantava. Tive a chance de cantar músicas de Guilherme Arantes e Ivan Lins. Um luxo! E ali também recebi um presente do autor, que aproveitou o meu casamento com o ator Carlos Alberto, e nos fez namorados no final da novela. Mas antes teve que recuperá-lo, porque ele era “do mal”! Foi muito bom e acabou ficando um registro dessa relação.
Novela Sonho Meu.

Com Elias Gleizer, em Sonho Meu (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Você é muito experiente. Nessa novela, como foi atuar com a pequena Carolina Pavanelli (6 anos), da nova geração de atrizes de 1993? E outra: você gostaria que Sonho Meu fosse reprisada?  
PC – A Carolina era muito talentosa e profissional. Foi um prazer trabalhar com ela. E era muito doce. E “Sonho Meu”, reprisada? Claro que sim! Puxa, seria uma alegria! A novela era linda! E muitos amigos já não estão mais aqui. Seria muito bom rever esse momento.
Com amigas de "A Lei do Amor".

Em A Lei do Amor, com a Diretora Natália Warth, Mila Moreira e Camila Morgado
 

IS – Vamos fazer um passeio por suas personagens em algumas novelas. Quem eram elas e como você as via. A Otávia Prado, de Ciranda de Pedra, em 1981?
PC – Foi a melhor e mais rica personagem que fiz em televisão. Cheia de nuances. Ela era má e boa, ao mesmo tempo. Era sensual e livre! Fazia o que queria, enfrentava o pai e a sociedade. Ela era demais! Foi um presente para mim.
Novela. "Ciranda de Pedra".

Em Ciranda de Pedra, com Eva Wilma, Lucélia Santos, Edson Celulari e Sílvia Salgado (Foto: Arquivo PC)
 

IS – A Mirtô, de Final Feliz, no ano seguinte à Ciranda de Pedra, e a Alice, de Direito de Amar (1986)?
PC – Já a Mirtô era presa, tímida, com baixa estima, reprimida. Mas, aos poucos, ela foi crescendo. E acabou aprendendo a lidar com a enteada, que fazia dela “gato-e-sapato”! Fiz sucesso nessa novela. Com o marido Adriano Reis e a filha, linda atriz, Ana Magdalena, que hoje é também cantora. "Direito de Amar" foi marcante na minha vida. Novela também de época, que adoro!!! Ela era repressora das irmãs e dela mesma. Até que se apaixonou pelo Rômulo Arantes!  Mas, como tinha um segredo do passado, que vai revelar nessa paixão, sofre muito, até ser compreendida pelo amor. Claro, era 1900. Momento difícil e de muito preconceito. Mas ela tem um final feliz. Nessa novela, no meio dela, sofri um acidente de carro importante e quase morri. Esse acidente mudou a minha vida e, indiretamente me abriu portas, e me fez tornar uma “Contadora de Histórias”!
Novela "Direito de Amar".

Direito de Amar, com Rômulo Arantes. (Fotos: Arquivo PC)
 

IS – E sobre a Yolanda, de Quem É Você? (1996) e a Dora, de Paraíso Tropical (2007)?
PC – A Yolanda era uma mulher fútil e aparentemente despreocupada. Mas, a partir de descobrir a traição do marido, ela se reinventa e se torna uma pessoa útil para si mesma e para todos. Foi bacana viver esse processo e tive oportunidade de fazer lindas cenas, bem dramáticas! Adorei fazer! A Dora foi uma Participação. Uma Mãe que chega para resolver problemas com os filhos. Seria só dois ou três capítulos, mas acabei ficando 10! Foi minha primeira novela das nove!
Novela. "Paraíso Tropical".

Novela Paraíso Tropical (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Três novelas da Maria Adelaide Amaral no seu currículo! Você interpretou a Valdete em Tititi (2010), a Nancy em Sangue Bom (2013) e a Suely em A Lei do Amor (2016). Sobre elas…?
PC – A Valdete foi uma surpresa e um presente da Maria Adelaide. Ela me proporcionou voltar às novelas após onze anos de ausência. Foi muito legal esse retorno e o meu núcleo era maravilhoso: Murilo Benício, Regina Braga, Hilda Rebello e a Direção de Jorge Fernando. E reviver esse sucesso de público foi muito bom para nós! Foi um sucesso! A Nancy, de “Sangue Bom”, era a secretária competente, levemente apaixonada pelo patrão. Ela teve uma vida um pouco fora da trama principal, mas tive oportunidade de contracenar com grandes amigos, como Edwin Luisi e Marco Ricca. A Suely, de “A Lei do Amor”, foi especial porque proporcionou uma discussão sobre as drogas e suas consequências, mesmo não podendo aprofundar muito. Muitas cenas foram cortadas, porque realmente o tema não é nada agradável, mas muito real. Adorei trabalhar com a Cláudia Raia, que é uma grande pessoa e com o ator que fez o meu filho, que continuamos com uma relação carinhosa de mãe e filho até hoje, o Daniel Rocha. A novela foi um sucesso e o elenco todo era maravilhoso! Fora o texto da Maria Adelaide e do Vicent Villari e dos Colaboradores deles, como a Letícia Mey, Álvaro Ramos e a Direção da Denise Saraceni, primeira vez que trabalhei com ela e com a Nathália Grimberg. Foi muito bom!
Novela. "A Lei do Amor".

Escritório fictício. A Lei do Amor (Foto: Arquivo PC)
 

IS – Que tal foi encarnar a Míriam, de A Vida da Gente, de 2012, e qual peça teatral mais realizou você?

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Dança de recomeço


A cidade encanta e canta um retorno, uma dívida:
caras do passado e do presente dançam o recomeço,
reveem o folclore, uma história uma revida.

Igarassu, município de Pernambuco, aniversaria! Há mais de 10 anos, na novela das 21h, Duas Caras, de Aguinaldo Silva, pela Rede Globo, o personagem Renato (do então pequeno ator Gabriel Sequeira) pesquisou sobre o local após receber um convite de seu pai, Ferraço (Dalton Vigh), para uma viagem deste de busca às origens e recomeço. Sob o calor do dia e do bom povo igarassuense, as gravações tiveram início na Igreja Matriz dos Santos Cosme e Damião, de 1535. Juvenaldo Ferreira (legítimo nome de Ferraço) e o “filho” chegaram em um carro negro, o garoto extasiado com a beleza do centro urbano.

Igarassu. Gravação da novela "Duas Caras".
Chegada de Ferraço a Igarassu, 2008. (Foto: IS)

As gravações prosseguiram na Praça da Bandeira; a cena abaixo mostra Ferraço e o filho caminhando pela ladeira de pedras e chegando ao 1º. Cartório de Igarassu. Na realidade, a Prefeitura Municipal emprestou seu prédio para representar o cartório fictício. (Esclarecendo mais: Ferraço, depois de vigarices, falcatruas e penar pela perda do amor do filho, quis saber quem realmente era, ja que foi vendido pelo pai na infância e viu sua primeira vida se perder. Então ele resolveu voltar a Igarassu, a terra natal, onde reencontrou a mãe, que lhe contou que o marido morreu de cirrose epática após vender os filhos, um a um, para comprar comida.)

Gravação. Indo ao "Cartório" de Igarassu.Indo ao "cartório" igarassuense. (Foto: IS)

Duas Caras foi feliz na escolha de suas locações: Igarassu, a 40 km do Recife, possui uma beleza mágica em seu Centro Histórico, monumentos, praias e flora; é onde se pode visitar o passado como se estivesse nele. Neste lugar acolhedor, respira-se cultura tão facilmente quanto o ar. O nome tem origem indígena, ygara-açu, que significa “barco grande”, “navio”, “canoa grande”, “barco de alto bordo”, uma alusão aos barcos que visitavam o local. A cidade ainda foi cenário dos filmes Batalha dos Guararapes e Lisbela e o Prisioneiro.

O então pequeno Gabriel Sequeira memorizando o texto.Memorizando o texto. Praça da Bandeira. (Foto: IS)


Veja cenas da novela na cidade.
(YouTube, Canal: Maracambuco Maracatu Nação)


Na dança do vento, grãos de areias de praias igarassuenses encontram o verde brilho dos coqueirais; visitam igrejas, conventos, ladeiras, caem glamourosos sobre um ator que doa seu carisma à arte. E a enriquece, faz de horas banais luzes especiais. (Izan Sant)
 

Neste mesmo 27/09, em 1993, estreava Sonho Meu, 18h, única novela da Globo ambientada em Curitiba. A novela faz 25 anos! Olha a abertura (YouTube, Canal: Merian Blhum).


Assista ao encontro, mais de 20 anos depois,
entre Patrícia França
e Carolina Pavanelli, mãe
e filha na novela, no final desse outro post,
clicando AQUI
.

(O texto original "Dança de recomeço" foi reescrito a partir de um post homônimo meu, de 18 de maio de 2008, para um jornal virtual de Macaé/RJ. Tanto ele quanto meus dois textos poéticos, que estão acima, são exclusivos deste site e utilizáveis no jornal citado.)


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Con amore, o tenor


Na verdade, ele e dois amigos são tenores espetaculares. MAX WILSON, no entanto, é o único brasileiro integrante do Tenori Amici, grupo vocal crossover multinacional clássico. O Tenori nasceu quando Max, o russo ALI MAGOMEDOV e o armênio ARA KARAPETIAN resolveram fazer um concerto, e o grupo funcionou! 

Famosos. Max Wilson,Cantando uma opereta de Strauss, em Viena, e refletindo

Em relação a um pouco do jeito de ser do tenor Max Wilson, este jovem gracioso e simpático nos confessou nobremente: Max Wilson é uma pessoa que percebeu que a felicidade não está no mundo, nem nas coisas, e, sim, dentro de cada um de nós. É uma pessoa que nunca desistiu dos seus sonhos, que nunca deixou de ser quem ele é e que nunca perdeu sua alegria de viver. Um homem que, apesar da idade, continua vendo o mundo de uma forma encantadora e que ainda tem muita coisa para descobrir e para aprender.

Famosos. Tenori Amici.
ENTREVISTA EXCLUSIVA
 

IZAN SANT – Seu talento para tenor está mais do que provado, no entanto houve outra coisa, além deste talento, que o arrastou à música clássica?
MAX WILSONSem dúvida a carreira da minha mãe [a atriz e cantora brasileira Sylvia Massari] foi de extrema influência na minha escolha. Desde criança vivi nos bastidores e na plateia dos musicais que ela participou, como, por exemplo: “Yentl” e “As Noviças Rebeldes”, com direção do Wolf Maya. Eu sabia esse musical de cor e ainda me lembro de muita coisa. Além disso, eu sempre tive uma intuição quanto à minha voz, e quando, aos 16 anos, por aí, ouvi Pavarotti cantando “O Sole Mio”, não tive a menor dúvida sobre minha vocação. Foi a primeira vez que ouvi um cantor de ópera. Infelizmente a música erudita não é muito acessível no Brasil. Só vim a ter contato quando comecei a estudar canto lírico.

Festival. Rússia.Apresentando-se em importante festival na Rússia

IS – O Tenori Amici assinou contrato com a confiável e brasileira Gravadora Biscoito Fino. Qual a importância de um patrocínio desse quilate para o artista?
MWTer o nosso primeiro álbum, “Con Amore”, no qual eu também fui produtor musical, junto com o meu padrasto Guto Graça Mello, publicado pela gravadora Biscoito Fino, foi um acontecimento que produziu muito orgulho e muita alegria para todos nós. Pode ser que nos traga frutos como publicidade e, talvez, remuneração, mas ainda é cedo para saber. Patrocínio, infelizmente, não temos nenhum, pelo contrário: no início do grupo, há uns 3 anos, tivemos que investir nosso dinheiro na produção dos primeiros shows e do nosso material. Ainda estamos nessa batalha!

Famosos. Con Amore.

Ara, Ali e Max. Veja o clipe aqui

IS – Sua amizade com Ali e Ara é, de fato, muito bonita. Quanto às apresentações, a atitude de incluir canções pop e momentos divertidos nelas, isto envolve o público até que medida? 
MWEssa parte do grupo é muito importante. Nossa amizade precede o Tenori Amici. Inicialmente decidimos fazer um concerto lírico tradicional, nos moldes dos 3 Tenores, mas, devido à nossa grande amizade, começaram a surgir brincadeiras durante os ensaios, e logo o primeiro Medley divertido foi criado. Esta passou a ser uma característica forte do grupo: Medleys divertidos durante os shows. Quanto ao POP, eu já tinha um background, o meu primeiro álbum solo “So In Love”, cantando música pop no estilo crossover. Sugeri que também cantássemos músicas pop nos nossos shows. Ali e Ara adoraram a ideia e assim o grupo foi se desenvolvendo. Porém, o repertório dos nossos shows/concertos sempre varia de acordo com o contratante. Pode ser um concerto lírico tradicional somente com árias de ópera, como “Nessun dorma”, um show pop ou um mix de tudo, onde começamos com os clássicos, surpreendemos a plateia com um de nossos Medleys e terminamos com canções pop muito famosas. Com isso, acabamos, de fato, surpreendendo o público, não somente com o Medley, que sempre cria uma atmosfera de suspense e diversão, como também com a dinâmica que essa mistura de repertório traz aos nossos shows.

Love. Capa do CD de Max Wilson.A capa do 1o. CD solo do artista

IS – O seu clipe Rosa Che Stai Nascendo transborda emoção, tanto pela música quanto pelas outras virtudes. Com Produção de Guto Graça Mello, o que faz esse clipe ser tão especial para o Max?

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Seguindo em frente com o sucesso


XANDE VALOIS encerrou a sua turnê de Vamp, O Musical, e já surgiu no Now, na série Se eu fechar os olhos agora.

Xande Valois.

Nos bastidores. (Foto: Reprodução/Instagram)


Esse foi mais um desafio para o ator: dar vida a um personagem intenso, escrito por Ricardo Linhares, roteirista de peso da emissora carioca. O texto, de sucesso, é baseado na obra homônima do jornalista Edney Silvestre.
Teatro. "Vamp, O Musical". Os Matosos.

Em Vamp (Foto: Flávia Canavarro)


A todos vocês, um novo presente com mais uma

ENTREVISTA ESPECIAL.
Teatro. Matosinho.

Xande: Matosinho. (Foto: Flávia Canavarro)  
 

IZAN SANT – Muita adrenalina na turnê, Xande?
XANDE VALOISÉ uma correria boa que, no final, a gente se sente bem, ser acolhido pelo público em outras cidades, que não sejam o Rio e São Paulo, significa muito! Conhecer outras culturas, levar o teatro para o Brasil é maravilhoso!
Teatro. Matosão e Matosinho.

Matosão e Matosinho. (Foto: Flávia Canavarro)


IS – Um momento memorável dessa turnê?
XVQuando fizeram uma festa-surpresa no meu aniversário; eu fui pego de surpresa mesmo, nem desconfiava, minha mãe não falou nada! Aí o Ney (Latorraca) me chamou e estava todo mundo na sala e começaram a cantar parabéns pra mim!! Todo o elenco e técnica, foi demais!!
Teatro. Matosinho vai a nocaute.

Matosinho, nocaute. (Foto: Flávia Canavarro)


IS – Por seu desempenho como o Eduardo em Se eu fechar os olhos agora, que irá ao ar na Globo em janeiro de 2019, você foi avaliado com a nota 10 pela coluna da Patrícia Kogut. O coração, como reagiu a esse prêmio?
XVFoi bem no dia seguinte do meu aniversário e, mais uma vez, fui surpreendido com essa notícia maravilhosa! Fiquei muito feliz!
Televisão. "Se eu fechar os olhos agora".

Com Ruth de Souza. (Foto: Reprodução/Instagram)


IS – O que você pode revelar do Eduardo?
XVO Eduardo é literalmente um menino de família, ele é educado e muito amado pelos pais, que lhe dão apoio e o tratam bem. Isso já não acontece com seu melhor amigo, o Paulo, vivido pelo João Gabriel D'Aleluia, que sofre preconceito por ser negro. Eles são amigos como irmãos.
Televisão. "Se eu fechar os olhos agora".

Com Antônio Fagundes.
(Foto: Reprodução/Instagram)


IS – A força da Chris em sua carreira? Descreve, o Papo quer saber.
Televisão. "Se eu fechar os olhos agora".XVA minha mãe sempre acreditou e me motivou a dar o meu melhor e seguir em frente!
 

Vamos curtir o
Xande Valois Oficial ?

 

Izan no
Instagram:
@izansantt

 

Para um enredo de amigos,
uma frase de Pitágoras:

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Um ator de luz


Sim, de vasta luz interior, por ser hoje também um consultor de Feng Shui Clássico, HAROLDO BOTTA carrega 18 novelas na bagagem profissional; dentre elas, Mulheres de Areia (onde viveu o Jajá), A Viagem (o Dudu), nas versões originais de Ivani Ribeiro, e mais seis tramas dela. Na foto a seguir, ele na novela Marina, assim que chegou à Rede Globo…

Televisão. Haroldo Botta. Novela "Marina".                                                                                                              
 

Esteve no filme Paranóia e em algumas peças teatrais. Recebeu o título de galã ao entrar na Rede Globo, da qual guarda um conceito positivo: A Globo tem uma importância vital para a qualidade dos programas que veicula, principalmente as novelas e minisséries, trazendo ao estrelato diversos artistas talentosos e divulgando nossa arte ao mundo

Ao mundo, agora, mais palavras interessantes dele, que foi um ator muito querido pela Ivani: Eu gosto do seu trabalho!”, disse-lhe ela, uma das grandes novelistas brasileiras de todos os tempos.

Natureza. Em harmonia com ela.


EXCLUSIVA ENTREVISTA
 

IZAN SANT – Uma dica de harmonia interior. Simples, que as pessoas possam fazer para chegar a esse estado harmônico?
HAROLDO BOTTAO estar presente no momento é a chave para a tranquilidade, juntamente com a respiração, e a consciência de ser um espírito vivendo na carne, e não o contrário, onde muitos acreditam sermos um corpo que “supostamente” tem um espírito. Como diria o poeta, “tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo”

Com Robert De Niro.Com o ator, diretor e produtor Robert De Niro
 

IS – Na época de Marina, sua primeira novela na Rede Globo, você teve que mudar de São Paulo para o Rio, e acabou confessando ter sentido medo diante das responsabilidades do dia-a-dia na Cidade Maravilhosa. Detalha isso.
HBTinha 19 anos quando fui chamado para fazer a novela “Marina”, e nunca havia morado sozinho, assumir as responsabilidades de aluguel, fazer minha própria comida, cuidar de si mesmo, enfim. Lembro de ter ido de São Paulo ao Rio no meu fusquinha vermelho, chorando a viagem inteira… (Risos gostosos). Mas em três meses tudo já estava internalizado, amigos novos, casa em ordem, etc. Faz parte do crescimento.

Televisão. Em "Marina".Na pele do Luís de Marina
 

IS – Nesse período você dividiu apartamento com o Edson Celulari. Vocês “aprontavam” um pouco juntos ou eram comportados, dedicados aos roteiros de Marina
HBDividimos um mesmo apart-hotel durante um ano, pois havíamos sido chamados após o fechamento da TV Tupi, na qual fizemos a novela “Gaivotas”. Costumávamos ir a festas, vernissages, sessões de cinema, e também passávamos os textos das cenas entre nós. Foi um momento especial, tudo era novidade para dois jovens na Cidade Maravilhosa.

Família. Com Valeska de Gracia
Com a esposa Valeska de Gracia

 

IS – Antes de ir para a Globo, foram 14 novelas gravadas em São Paulo! Muito orgulho disso?
HBComecei na TV Record em 1968, onde fiz duas novelas; fiquei, de 1969 a 1979, trabalhando na extinta TV Tupi, onde fiz a maioria das novelas escritas pela saudosa Ivani Ribeiro, que sempre me presenteou com personagens desafiadores. Trabalhar ao lado de grandes artistas foi um grande orgulho, aprendi muito sobre o ato de interpretar somente observando-os nos bastidores.

Televisão. Primeira novela, "Ana".Novela Ana. Cena na Praça 14 Bis, SP – 1968
 

IS – Você esteve em muitos folhetins de Ivani antes de ela também ir para a Globo. Como nos descreve a novelista?
HBFalar sobre Ivani Ribeiro, uma das maiores teledramaturgas da TV brasileira, inclusive muitas de suas novelas ganharam remake na TV Globo, alcançando o mesmo sucesso, ou até maior, é apresentar a história da telenovela do Brasil ao seu povo e aos jovens que não a conheceram. O trabalho desenvolvido por Carolline Rodrigues, catalogando as emoções internas da dramaturga através de suas personagens, no livro de sua autoria, Ivani Ribeiro: A Dama das Emoções, nos faz perceber o quanto a memória de um país pode, e deve, ser expressa pelos expoentes marcantes da vida artística e cultural. Ter biografias de grandes escritores como Ivani, tanto quanto como a de José Mauro de Vasconcelos, que completa neste 2018 o cinquentenário de uma de suas obras mais importantes, “O meu pé de laranja lima”, da qual tive oportunidade de participar como intérprete, e onde também comemoro meus 50 anos de vida artística, é celebrar a Vida!

Televisão. "A Viagem".Haroldo relembrando o Dudu de A Viagem
 

IS – Quem eram, mesmo, o Luís, de Marina, e o Beto, de O Amor É Nosso!?
HBA personagem Luís foi um grande momento em minha carreira, em que, juntamente com Íris Nascimento, fizemos um par romântico, que causou uma grande repercussão, pois abordava a integração racial entre dois jovens que se amavam, e, logicamente, com todo o preconceito da união de um jovem branco com uma jovem negra. O Beto, foi uma experiência interessante, onde um jovem ambicioso tinha como “tutora” empresarial a inesquecível Tônia Carrero, e também namorava com a ex-Narizinho, Rosana Garcia. Infelizmente a novela teve alguns problemas, pelo excesso de personagens e uma trama que não atingia o grande público; metade do elenco teve que ser dispensado para dar um novo rumo dramatúrgico, e fui um deles.

Televisão. Em "Marina".O Luís, em mais uma cena
 

IS – Sobre o título de galã global. Lidou bem com isso e era muito assediado?
HBJá havia sido bastante reconhecido quando fiz o papel de Zezé, na novela “Meu pé de laranja lima”, em 1970. Quando fui para a Globo, a popularidade aumentou vertiginosamente, e o assédio de fãs foi realmente muito intenso. A fama é uma forma de reconhecimento do trabalho, mas também pode ser uma maneira de nos afastarmos da vida real. Em determinados momentos esse sucesso pode trazer um excesso de confiança, e de soberba, e caímos na armadilha de achar que somos “especiais”, melhores que os “simples mortais”e é o início para a perda da alma, e da simplicidade.

Revista. Em fotonovela.Ao lado da amiga e atriz Élida L'Astorina – Fotonovela
 

IS – Qual era seu critério pra aceitar um trabalho?  
HBA concorrência na TV, principalmente em novelas, é enorme, e quando se é chamado para fazer uma novela, raramente dizemos não, pois sabemos das dificuldades de ficar dois, três, seis meses sem um trabalho, e as contas do dia-a-dia não esperam Somente quando um artista já está estabelecido, ele pode “escolher” determinadas personagens, ou mesmo negá-las, mas a maioria aceita sem pestanejar… (Risos gostosos.).

63 anos da TV.Na Festa de 63 anos da Televisão

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Entrevista

VÊ, GALERA – Clica

msg do mês

Augusto Mendonça - Imagem destacada

VOCÊ AQUI

FOTO DE BEM - Mariana Saray - Esta

presente de artista

Aniversariantes

  • Ary Fontoura (ator)
  • Camila Smithz (atriz e âncora de telejornal – SP)
  • Cássia Kiss (atriz)
  • Cristiano Andrade (diretor executivo – Recife)
  • Danilo Tácito Rufino (ator – Niterói/ RJ)
  • Djavan (músico e cantor)
  • Emilio Orciollo Netto (ator)
  • Everton Tonetto (ator – Recife)
  • Filipe Pires (gerente Prime Bar/Comedoria – Recife)
  • Geraldo Azevedo (músico e cantor)
  • Gessyca Barbosa (profa./Educ. Física – Olinda/PE)
  • Grace Lira (bailarina – Jaboatão dos Guararapes)
  • Guilherme Fontes (ator/diretor de cinema)
  • Heitor Souto (modelo – Recife)
  • Isidro Manuel Marques (Taekwondo – Setúbal/POR)
  • Izan Sant (escritor, roteirista, colunista)
  • Jaime Bomfim (diácono – Itamaracá/PE)
  • Jô Soares (artista)
  • Karol Spinelli (atriz – Recife)
  • Lara Fabian (cantora, compositora e letrista)
  • Laryssa Moura (blogueira e Youtuber)
  • Maitê Proença (atriz)
  • Marcello Antony (ator)
  • Mateus Fagundes (repórter – SP)
  • Mateus Nachtergaele (ator)
  • Nicete Bruno (atriz)
  • Patrícia Pillar (atriz)
  • Paulo Vilhena (ator)
  • Raoni Velozo (produtor executivo – Paulista)
  • Sandra Tavares (advogada – São Paulo)
  • Sandy (cantora)
  • Severina Dantas (advogada/pedagoga – Igarassu)
  • Tatiana Issa (atriz e produtora – Brasil/Nova Iorque)
  • Vítor de Oliveira (roteirista – São Paulo)
  • Willames De Morais Lima (segurança – Itapissuma)
  • Yeda Maria Cavalcanti (fonoaudióloga – Igarassu)

Eventos

  • 05. Em RECIFE: Digão, dos Raimundos – 20h – Downtown
  • 11. Em OLINDA: Petrobrás Sinfônica e Nando Reis – 20h – Teatro Guararapes, Centro de Convenções
  • 19. “Elza, O Musical” – 20h – Teatro Guararapes, Centro de Convenções

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